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Parte 1. Diagrama de fases ternário

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Academic year: 2021

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(1)

Parte 1.

(2)

Três componentes : água, citrato e poli(etileno glicol) 400 g/mol

Observar passagem de sistema homogêneo para turvo

“cloud-point” ou ponto de névoa

em função da variação de composição a T e p constantes

Macromolécula dissolvida em água Sistema homogêneo de dois componentes Adição de um eletrólito Sistema heterogêneo de duas fases aquosas

(3)

Solubilidade

DGm = DHm -TDSm Funções de estado

No equilíbrio: DGm < 0

Fatores que afetam a solubilidade

1) Natureza química do polímero e solvente

Parâmetro de solubilidade de

Hildebrand (

),

unidade CGS é (cal/cm

3

)

1/2

, e SI é

(J.m

3

)

1/2

.

i

= (

D

E

0

i

/V

i

)

1/2

D

E

0

i

= energia de vaporização do solvente puro

V

i

= volume molar do solvente

2

calculado ou determinado pelo grau de intumescimento

2

= (



E/MM

i

)

1/2

= densidade

(4)

Solubilidade

DHm = Vm 12(

i -

2

)

2

Se

(

i -

2

) = 0, solução atérmica

Uso industrial

Solvente

i

(J.m

3

)

1/2

Polímero

2

(J.m

3

)

1/2

___________________________________________________________

n-hexano

14,8

PE

16,2

Tolueno

18,3

PS

17,6

Acetona

19,9

PMMA

18,6

THF

20,3

PVC

19,4

Metanol

29,7

PET

21,9

Água

47,9

poliacrilonitrila 31,5

____________________________________________________________

Desvantagem: não descreve sistemas envolvendo polímeros semi-cristalinos

nem a dependência com MM ou T.

(5)

Solubilidade

Teoria de Flory-Huggins DGm = DHm -TDSm

DSm = k . lnW

DSm = - R (n1 ln 1 + n2 ln 2 ) R=k.NA

k é a constante de Boltzman,

W

é o número de possíveis conformações que a

(6)

Solução de citrato de sódio

com massas de água e citrato conhecidas PEG

1. Determinar a massa de PEG necessária para separar fases

2. Calcular as composições em fração de massa 3. Desenhar o diagrama de fases ternário

(7)

* Efeito salting-out resulta de um processo competitivo

* Hidratação preferencia do sal é dirigida por um ganho entrópico

Ponto de névoa

PEG/H2O/citrato (pouco)

(8)

0.0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 0.0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 0.0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0

CITRATO

PEG

H

2

O

1 2 3 4 6 5

mistura xagua xcitrato XPEG

1 0,2 0,1 0,7 2 0,4 0,15 0,45 3 0,6 0,2 0,2 4 0,55 0,35 0,1 5 0,45 0,5 0,05 6 0,15 0,8 0,05

(9)

0.0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 0.0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0 0.0 0.2 0.4 0.6 0.8 1.0

CITRATO

PEG

H

2

O

citrato

(10)

2 fases 1 fase

(11)

- Índice de Refração

O desvio que a luz sofre quando passa de um meio para outro, depende da velocidade da luz nos dois meios. A grandeza física que relaciona as velocidades nos dois meios, é o índice de refração relativo (n21), que é definido como sendo a

razão entre a velocidade da luz no primeiro meio (v1) e a velocidade da luz no segundo meio (v2):

n21 = v1 / v2

Quando o primeiro meio é o vácuo (v1 = c), o índice de refração que relaciona a velocidade da luz no vácuo com a velocidade em outro meio (v), é denominado índice de refração absoluto (n):

n = c / v

A velocidade da luz no vácuo é c = 3x 108 m/s e em outro meio qualquer é menor

do que este valor. Conseqüentemente, o valor do índice de refração em qualquer meio, exceto o vácuo, é sempre maior que a unidade (n > 1).

(12)

Meio material Índice de refração (n) ar 1,00 água 1,33 vidro 1,50 glicerina 1,90 álcool etílico 1,36 diamante 2,42 acrílico 1,49

(13)

Refratometria

n1.sen θ1 = n2.sen θ2

•Definição do índice de refração

•N = f (, T, concentração, natureza química) 1 2 n1 n2 1 lei de Snell-Descartes

(14)

INDICE DE REFRAÇÃO EM FUNÇÃO DO COMPRIMENTO DE ONDA  434 nm 589 nm 656 nm C6H6 (l) 1,524 1,501 1,497 CS2(l) 1,675 1,628 1,618 H2O (l) 1,340 1,333 1,331 Vidro(borosili cato) 1,538 1,524 1,522

LUZ COM ALTA FREQUÊNCIA (menor ) TEM MAIOR ENERGIA QUE LUZ COM

BAIXA FREQUÊNCIA (E=h

)

DISTORCENDO MAIS A DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA

DA MOLÉCULA PORTANTO DEPENDE DA ESPÉCIE MOLECULAR, E, PORTANTO, O INDÍCE DE REFRAÇÃO DEPENDE DA FREQUÊNCIA DA LUZ INCIDENTE.

(15)

Índice de Refração é uma propriedade física útil na caracterização e

identificação de líquidos, ou para indicar a sua pureza.

Porcentagem de açúcar (m/m) n Água pura 1,333 10 1,348 20 1,364 30 1,381 40 1,398

(16)

1 2 n1 n2 1 Reflexão total n1 < n2

Há um ângulo de incidência,

ângulo crítico, no qual o feixe

refratado desaparece e toda a luz

passa a ser refletida.

crit

n1

n2

sen crit = n2/ n1 n1 > n2

(17)

REFLEXÃO TOTAL ÂNGULO CRÍTICO (c)

n

1

90

sen

sen

0 crit

=

(18)

Parte Experimental da Medida

Gira-se este botão até encontrar crit Escala com o valor de n

Escala BRIX:

(19)
(20)
(21)

•Dependência do índice de refração com a

composição de misturas de etanol e água.

Medir n para etanol / água (v /v) % 0 / 100 15 / 85 30 / 70 45 / 55 60 / 40 80 / 20 100 / 0 * pinga

** Cuidado para não riscar o prisma e não contaminar pipetas de Pasteur!!!

1. Apresente um gráfico de n em função da composição etanol-água

2. Determine a quantidade de álcool numa amostra comercial de pinga a partir da função matemática determinada em (1)

(22)

Tolueno Ciclohexano Acetona Água Etanol = polarizabilidade da espécie

o = permissividade elétrica no vácuo M = massa molar da espécie

= densidade da substância n = índice de refração

NA = número de Avogadro

•Determinação da refratividade molar (Rm) e

da polarizabilidade () de líquidos puros.

Rm M ( n2 – 1 ) ( n2 + 2 ) = NA= 3 . o . Rm

(23)

)

2

(

)

1

(

2

2

m

-=

n

n

M

R

Rm = REFRATIVIDADE MOLAR n = índice de refração M= Massa molar

 = densidade Sabendo o índice de refração, n

Aproximação: R

m

= soma das refratividades das ligações que constituem a

molécula ou a soma das refratividades dos íons que formam o sólido

Ligações rl Ligação

C-H 1,65

C-C 1,20

C=C 2,79

C=O 3,34

Refratividade Molar da Ligação ou íon / cm3mol-1

=

l

m

r

(24)

A PROPAGAÇÃO DA LUZ NUM MEIO DIELÉTRICO PODE SER

PENSADA COMO A LUZ INCIDENTE CRIANDO UM DIPOLO INDUZIDO OSCILANTE QUE EMITE LUZ DE MESMA FREQUÊNCIA DA LUZ INCIDENTE, PORTANTO

O INDICE DE REFRAÇÃO DEPENDE DA POLARIZABILIDADE MEIO

Ponto de vista microscópico

E

=

induzido

dipolo

de

momento

=

= polarizabilidade molecular

(25)

A m

3

N

R

o

=

A m '

4

3

N

R

=



o

4

'

=

NA = Número de Avogadro

induzido

dipolo

de

momento

=

E

=

 mede a força com que o carga nuclear controla a distribuição eletrônica e impede sua distorção pelo campo elétrico

 = POLARIZABILIDADE MOLECULAR

A

o

m

N

P

3

=

Polarizabilidade-volume

(26)

Bibliografia

•Introdução da química dos colóides e de superfícies, D. J.

Shaw, Ed. Edgard Blücher Ltda, 1975.

•Principles of Colloid and Surface Chemistry, 3rd ed. P. C.

Hiemenz and R. Rajagopalan, Marcel Dekker, 1997.

Referências

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