FCT – Faculdade de Ciências e Tecnologia
DMEC – Departamento de Matemática, Estatística e Computação Bacharelado em Ciência da Computação
Disciplina
Trabalho de Conclusão de Curso
Regimento da Modalidade
Estágio Supervisionado
Este Regimento disciplina a modalidade Estágio Supervisionado (ES), permitida pela disciplina Trabalho de Conclusão de Curso obrigatória no curso de Bacharelado em Ciência da Computação, da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) do Campus da UNESP de Presidente Prudente.
Capítulo 1: Da caracterização e finalidade do Estágio Supervisionado (ES).
Artigo 1o: O Estágio Supervisionado tem por objetivo proporcionar ao discente a vivência profissional em empresas, de modo que esse possa consolidar as habilidades, os conhecimentos e experiências adquiridas ao longo da realização de seu curso, potencializando ainda mais sua formação, o relacionamento humano e futura inserção no mercado de trabalho;
Parágrafo Único – Necessariamente o estágio deverá conter atividades relacionadas à análise, projeto e programação de Sistemas de Informação, ressalvando a possibilidade de análise de outras atividades em casos especiais. A sua realização prevê a obrigatoriedade da existência de um orientador de estágio na empresa e na própria Universidade, cabendo a ele, as tarefas de acompanhamento do estagiário.
Artigo 2o: O Estágio Supervisionado Obrigatório poderá ser realizado em instituições de ensino superior, em organizações públicas e privadas, com o desenvolvimento de atividades diretamente ligadas à competência do profissional de Ciência da Computação.
Capítulo 2: Da Coordenação, Orientação e Supervisão
Artigo 3o: A Coordenação dos estágios ficará a cargo da Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso, composta por 3 (três) docentes indicados pelo Conselho de Curso de Bacharelado em Ciência da Computação.
Parágrafo 1o: O presidente da Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso Obrigatório será indicado por seus pares e sua indicação homologada pelo Conselho de Curso de Bacharelado em Ciência da Computação.
Parágrafo 2o: O presidente da Comissão, Coordenador Geral de Trabalho de Conclusão de
Curso, ficará responsável pela disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, do elenco de disciplinas obrigatórias do curso de Curso de Bacharelado em Ciência da Computação.
Artigo 4o: Cada discente terá a orientação de um docente do curso de Curso de
Bacharelado em Ciência da Computação.
Parágrafo 1o: Compete a Comissão a aprovação do Orientador de cada trabalho acadêmico.
Parágrafo 2o: Excepcionalmente, o Docente Orientador poderá pertencer a outro Departamento da FCT, quando não houver docentes lotados no DMEC que atuem na área de interesse do trabalho acadêmico.
Capítulo 3: Da definição, matrícula, freqüência, período e da duração do trabalho
acadêmico
Artigo 6o: Poderá fazer o Estágio Supervisionado o discente regularmente matriculado na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso que tenha sido aprovado nas disciplinas de formação profissional básicas que sejam requeridas para a natureza das atividades a serem desenvolvidas no trabalho.
Parágrafo Único: São consideradas disciplinas de formação profissional básicas:
Estruturas de Dados, Sistemas Operacionais, Teoria da Computação, Engenharia de Software e Banco de Dados.
Artigo 7o: Trabalho de Conclusão de Curso é disciplina anual obrigatória do currículo pleno do curso de Bacharelado em Ciência da Computação, com carga horária de carga horária de 240 horas.
Capítulo 4: Da programação e conteúdo do estágio
Artigo 8o: Quando da definição do local do Estágio Supervisionado, deve-se elaborar um Plano de Estágio a ser encaminhado ao Coordenador Geral e submetido por este a Comissão de Trabalho de Conclusão. O Plano, capeado por ofício contendo a concordância formal da Instituição/Organização em oferecer o Estágio, deve conter: nome da Instituição e do Supervisor, local e período de realização, justificativa e objetivos do estágio, materiais e métodos, carga horária prevista, atividades programadas, freqüência mínima exigida, bibliografia básica, pré-requisitos exigidos do estagiário, formas e critérios de avaliação, dentre outras informações julgadas relevantes tais como suporte financeiro ou outros benefícios ao estagiário.
Capítulo 4: Da avaliação dos estágios
Artigo 9o: A avaliação do rendimento escolar de cada discente será feita mensalmente, pelo Docente Orientador.
Parágrafo 1o: A nota deverá ser registrada no relatório mensal de acompanhamento. Parágrafo 2o: Para composição da Nota serão considerados freqüência, dedicação,
aproveitamento e iniciativa do discente no período;
Parágrafo 3o: A média aritmética destas notas terá peso 3.0 (três) e será utilizada para
compor a nota final do discente, a ser utilizado conforme Artigo 13º.
Artigo 10o: Além do disposto no Artigo 8º, o discente será avaliado (7ª Fase – Avaliação
Final) por uma banca examinadora que considerará as atividades desenvolvidas durante o período bem como a apresentação e defesa pública; avaliar os relatórios de acompanhamento mensal; avaliar o software desenvolvido e a documentação entregue (Manual do Sistema e Manual do Usuário) e, ao final, atribuir uma nota de 0 a 10 (peso 7.0).
Parágrafo 1o – Para os casos especiais, na qual a atividade a ser desenvolvida na empresa
não está relacionada a desenvolvimento de software, serão avaliadas as soluções apresentadas para a resolução dos problemas descritos no Plano de atividades.
Parágrafo 2o – Serão avaliados somente os discentes que cumprirem todas as fases
anteriores estipulados nas Disposições Gerais. O discente que não participar da avaliação está automaticamente reprovado;
Artigo 11o: A banca examinadora de que trata o artigo anterior será composta por três membros, a saber: o Docente Orientador, o Docente Coordenador ou seu representante por ele indicado, e um docente convidado e/ou pelo Orientador/Responsável que acompanha o estagiário na empresa.
Parágrafo 2o: Caberá ao Docente Coordenador, ou seu representante, a presidência da
banca examinadora.
Parágrafo 3o: A banca examinadora somente pode executar seus trabalhos com 3 (três)
membros presentes
Parágrafo 4o: O não comparecimento de algum dos docentes designados para a banca
examinadora, deve ser comunicado, por escrito, ao Docente Coordenador.
Parágrafo 5o: Não havendo o comparecimento do número mínimo de membros da banca
examinadora fixado neste artigo, deve ser marcada nova data para a defesa, sem prejuízo do cumprimento da determinação presente no parágrafo anterior.
Artigo 12o: Na data, horário e local estabelecidos, o discente deverá apresentar em sessão pública os documentos estabelecidos nas Disposições Gerais e atender aos questionamentos eventualmente apresentados pelos presentes.
Parágrafo Único – Na apresentação, o discente tem seu tempo de exposição limitado em 20 (vinte) minutos no mínimo e um máximo de 30 (trinta) minutos, ficando, em seguida, a seção aberta para a argüição.
Artigo 13o: Encerrada a sessão, a banca examinadora reunir-se-á para deliberar sobre a avaliação do trabalho apresentado, a qual será encaminhada a coordenação para as providências cabíveis.
Parágrafo 1o: Os integrantes da banca atribuirão notas de 0 (zero) a 10,0 (dez), devendo
considerar para compor esta nota: domínio sobre o assunto abordado, clareza e objetividade da exposição escrita e oral, o cumprimento dos prazos estabelecidos nas Disposições Gerais, além do cumprimento das normas estabelecidas para a formulação dos documentos exigidos .
Parágrafo 2o: A nota da avaliação do discente é resultado da média aritmética das notas
atribuídas pelos membros da banca examinadora, terá peso 7.0 (sete) e será utilizada para compor a nota final do discente, a ser utilizado conforme Artigo 13º.
Parágrafo 3o: A banca examinadora pode, a seu critério, condicionar a nota atribuída à(s)
ressalva(s), o que obriga o discente a atender à(s) mesma(s) dentro de 07 (sete) dias contados a partir da data de apresentação. Findo o prazo, a banca examinadora se reunirá para julgar o atendimento das ressalvas, confirmando ou alterando a nota atribuída.
Artigo 14o: Será considerado aprovado no Estágio Supervisionado, em conseqüência na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso, o discente que obtiver Média Final igual ou superior a 5,0 (cinco), freqüência igual ou superior a 70% (setenta e cinco), e receber, na Avaliação Final, nota igual ou superior a 5,0 (cinco) dos 2 (dois) membros da banca que não tiverem participado de sua orientação.
Parágrafo 1o: A Média Final é obtida pela composição da nota de acompanhamento
quinzenal (peso 3.0) e nota da avaliação final (peso 7.0).
Parágrafo 2o: Não há recuperação da nota atribuída, sendo definitiva a reprovação nesta
disciplina.
Parágrafo 3o: O discente que não entregar os documentos exigidos para a Avaliação Final,
ou que não se apresentar para sua defesa oral sem motivo justificado na forma da legislação em vigor, está automaticamente reprovado.
Artigo 15o: O discente reprovado em seu Estágio Supervisionado deverá cumprir uma nova programação, podendo ter ou não novo Orientador, a critério da Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso.
Capítulo 5: Das competências:
Artigo 16o: Compete ao Presidente da Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso: I. Exercer as funções que lhe forem pertinentes, como docente
responsável pela disciplina;
II. Divulgar todas as normas e critérios aos discentes e docentes, interessados e/ou envolvidos no trabalho;
III. Definir o cronograma para o cumprimento do trabalho acadêmico sob sua coordenação no período letivo em curso e no seguinte;
IV. Propor e submeter ao DMEC, as normas complementares a este regulamento, bem como os critérios de avaliação;
V. Definir formulários, instrumentos complementares e outras formas que auxiliem o controle sobre o desenvolvimento dos trabalhos;
VI. Manter um cadastro atualizado de proposta de trabalhos com o parecer da área de interesse da DMEC;
VII. Tomar as providências cabíveis e necessárias ao bom andamento da disciplina, pleiteando, inclusive, junto ao DMEC, os recursos que se fizerem necessários;
VIII. Cumprir e fazer cumprir o presente Regulamento, as normas complementares, critérios e cronogramas estabelecidos para o Estágio Supervisionado;
IX. Constituir a banca examinadora para avaliação do trabalho de acordo com o Capítulo IV, Artigo 10º;
X. Controlar a freqüência dos discentes matriculados na disciplina;
XI. Convocar, sempre que necessárias reuniões com os Docentes Orientadores e discentes envolvidos no desenvolvimento do trabalho; Artigo 17o: O presidente convocará os discentes matriculados para uma reunião, que deve
acontecer na primeira semana de aula, em data, horário e local especificados na convocação, onde serão tomadas as seguintes providências:
I. Registro da presença discente;
II. Entrega de uma cópia de todas as normas e critérios que regem a disciplina, bem como o cronograma estabelecido para aquele período letivo ao discente;
Artigo 17o: Compete ao Orientador:
I. tomar ciência deste Regimento;
II. atender às solicitações do Docente Coordenador da disciplina;
III. responder junto a Coordenação pelos encargos que lhe forem conferidos, como Docente Orientador.
IV. colaborar na elaboração do Plano de Estágio;
V. orientar o discente nas distintas fases do desenvolvimento de atividades previstas no Plano do Estágio;
VI. avaliar o andamento do trabalho do seu orientando, através dos encontros semanais e da análise da documentação gerada pelo discente no decorrer do período letivo;
VII. responsabilizar-se pela apresentação dos relatórios parcial e final dos discentes sob sua orientação;
VIII. responsabilizar-se pelo controle de freqüência do discente, enviando mensalmente ao Coordenador o número de horas cumpridas pelo discente, especificando o número de horas efetivas de orientação; IX. fornecer ao Docente Coordenador, em datas estabelecidas, o relatório de
acompanhamento referente ao período, atribuindo a Nota de Acompanhamento, conforme Artigo 8º;
X. atender sempre que requisitado seus discentes orientandos, em horário compatível com seus planos de atividade;
XI. assinar, juntamente com os demais membros da banca examinadora, as fichas de avaliação do trabalho apresentado e as atas finais da sessão de defesa.
Artigo 18o: Compete ao Supervisor / Responsável na Instituição / Organização (Empresa):
I. tomar ciência deste Regimento;
II. colaborar na elaboração do Plano de Estágio;
III. acompanhar o estagiário no desenvolvimento das atividades;
IV. oferecer orientação e suporte técnico necessário para alcançar os objetivos previstos no Plano de Estágio;
V. fornecer diretrizes para a elaboração dos Relatórios previstos no Plano de Estágios;
VI. ao término do Estágio, elaborar a relação das atividades efetivamente desenvolvidas pelo estagiário, bem como o comprovante de horas/estágio e encaminhá-los devidamente assinados ao Coordenador Geral de Estágios
Artigo 19o: Compete ao Discente:
I. tomar ciência deste Regimento;
II. comportar-se de forma ética e profissional;
III. desenvolver suas atividades, de acordo com o seu plano de Estágio; IV. cumprir os compromissos semanais estabelecidos pelo Docente
Orientador, dando o devido andamento ao trabalho, apresentando os resultados intermediários obtidos;
V. comunicar ao Docente Coordenador o(s) problema(s) que venha(m) a ocorrer;
VI. apresentar relatórios e documentação conforme estabelecido pelas Disposições Gerais
VII. a responsabilidade pelo desenvolvimento do trabalho proposto no Plano de estágio é integralmente do discente, o que não exime o Docente Orientador de desempenhar adequadamente, dentre das normas definidas neste Regulamento, as atribuições decorrentes da sua atividade de orientação.
VIII. nos prazos estabelecidos o discente deverá entregar ao Docente Coordenador a documentação pertinente à fase desenvolvida correspondente ao seu trabalho, devidamente revisada e assinada pelo Docente Orientador.
Capítulo 6: Dos Aspectos Jurídicos do Estágio
Artigo 20o: Não haverá vínculo empregatício de qualquer natureza entre o Estagiário e a Empresa, conforme dispõe o artigo 4º da lei 6.494 de 07 de dezembro de 1977.
Artigo 21o: O estagiário poderá receber bolsa, ou outro auxílio de qualquer natureza, cabendo a ele e a empresa estarem de acordo sobre os mesmos.
Artigo 22o: Sugere-se que o estagiário esteja assegurado contra acidentes pessoais durante o período em que for desenvolver suas atividades na empresa.
Capítulo 7: Das disposições gerais.
Artigo 23o: Em caso de cancelamento ou suspensão do Estágio Supervisionado, substituição do Supervisor, mudanças no Plano de Estágio, ou da ocorrência de mudanças eventuais, desde que devidamente justificadas, a Comissão Trabalho de Conclusão de Curso deve ser notificada imediatamente, para que em conjunto com o Conselho de Curso, tome as providências necessárias. Artigo 24o: Não poderão ser consideradas como Estágio Supervisionado as atividades que
não preencherem os requisitos deste Regimento.
Artigo 25o: Os casos não previstos por este Regimento serão resolvidos pelo Conselho de Curso de Bacharelado em Ciência da Computação.
Artigo 26o: A freqüência será coletada através dos relatórios semanais de acompanhamento entregues com o visto do orientador. A não entrega ou a entrega sem o visto do Docente Orientador, implicará em faltas na respectiva semana.
Artigo 27o: Ficam estabelecidas as seguintes fases a serem cumpridas pelos discentes que optarem em desenvolver o Estágio Supervisionado:
FASE ATIVIDADE
Definição do Local de Estágio e Plano de Estágio
É responsabilidade do discente definir o local na qual irá realizar o estágio supervisionado. O Plano de Estágio descreve as principais atividades a serem desenvolvidas durante o estágio, indicando quais os objetivos do referido trabalho. No documento deve constar a identificação da empresa, o supervisor, área de aplicação e as datas previstas para início e fim de cada atividade com o número previsto de horas para o seu cumprimento. Este plano deverá ser apreciada pela Comissão de Trabalho de Conclusão de Curso.
Definição dos
Requisitos
Destina a levantar os requisitos do sistema como um todo. O processo envolve consultas com os clientes e usuários finais do sistema. Deve estabelecer um conjunto de objetivos gerais que o sistema deve cumprir.
Projeto de Sistemas Define como a funcionalidade de sistemas deve ser fornecida pelos diferentes componentes de sistemas.
Implementação – Protótipo (Cadastros Básicos)
Desenvolvimento de parte do sistema proposto (cadastros básicos e controle de acesso), de acordo com os requisitos definidos e a solução técnica mais apropriada definida projetos de sistemas.
Avaliação I Avaliação da implementação, objetivando verificar os resultados obtidos.
Implementação Final Conclusão do desenvolvimento do sistema proposto, de acordo com os requisitos definidos e a solução técnica mais apropriada definida projetos de sistemas.
descrição funcional do sistema, detalhes de como instalar e configurar, as facilidades do sistema e sua utilização, as mensagens de erro geradas pelo sistema e os detalhes da especificação.
Implantação e Testes É o processo de implantação do sistema desenvolvido na empresa, verificando se o mesmo está em conformidade com sua especificação e se ele atende às reais necessidades dos usuários do sistema.
Avaliação Final Avaliação dos Manuais e implementação, objetivando verificar os resultados finais obtidos, baseados nos objetivos propostos no Plano de Estágio.
Artigo 28o: As fases descritas no Artigo 27o deverão ser cumpridas conforme o seguinte cronograma:
Tabela 1 - Cronograma com períodos iniciais e finais associados a cada uma das fases.
Fases Período (2011) inicial final 1ª 01/março 31/março 2ª 21/março 21/abril 3ª 01/abril 21/maio 4ª 25/abril 30/junho 5ª 10/junho 21/julho 6ª 21/junho 09/outubro 7ª 19/setembro 21/outubro 8ª 01/agosto 26/novembro 9ª 21/novembro 16/dezembro
Observação: As tabelas abaixo ilustram (aproximadamente) a distribuição das atividades
associadas a cada uma das fases ao longo do ano.
Tabela 2 – Atividades ao longo do primeiro semestre.
março abril maio junho julho
Fases 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª
Tabela 3 – Atividades ao longo do segundo semestre.
agosto setembro outubro novembro dezembro
Fases
6ª 7ª 8ª 9ª
1a Fase - Definição do Local de Estágio e Plano de Estágio 2ª Fase - Definição dos Requisitos
3ª Fase - Projeto de Sistemas
4a Fase – Implementação - Protótipo (Cadastros Básicos) 5a Fase – Avaliação I
6a Fase – Implementação Final 7a Fase – Documentação
8a
Fase – Implantação e Testes 9a Fase – Avaliação Final
Artigo 29o: Este Regimento entrará em vigor a partir de sua aprovação pela Congregação, devendo ser aplicado aos discentes regularmente matriculados no curso de Bacharelado em Ciência da Computação.
Artigo 30o: Revogam-se as disposições em contrário.
Presidente Prudente, 21 de fevereiro de 2011.
Aprovado pelo Conselho do Curso de Bacharelado em Ciência da Computação em 04 de março de 2011.
Aprovado pelo Conselho do Departamento de Matemática, Estatística e Computação em ...
Aprovado pela Congregação em ...