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PAGAMENTO DOS SUBSÍDIOS DE NATAL E FÉRIAS

NO SETOR PRIVADO

No que respeita ao setor privado mantém-se a possibilidade de pagamento dos subsídios através de duodécimos, ou seja, 50% do seu valor ao longo do ano de 2017 e os restantes 50% em novembro, no caso do subsídio de Natal, ou no início do período de férias, no caso do subsídio de férias.

Não obstante, no caso dos contratos a termo e dos contratos de trabalho temporário, a adoção do regime de pagamento fracionado dos subsídios de Natal e de férias depende de acordo escrito entre as partes.

A tributação destes valores é sujeita a retenção na fonte em sede de IRS de forma autónoma, não podendo para o cálculo do imposto a reter ser adicionados às remunerações dos meses em que são pagos ou colocados à disposição.

Este regime pode ser afastado por manifestação de vontade expressa do trabalhador, a exercer no prazo de cinco dias a contar da data de entrada em vigor do Orçamento do Estado para 2017, aplicando-se nesse caso as cláusulas de instrumento de regulamentação coletiva de trabalho e de contrato de trabalho que disponham em sentido diferente ou, na sua ausência, o previsto no Código do Trabalho.

SUBSÍDIO DE REFEIÇÃO

Tal como previsto na Proposta de Orçamento do Estado para 2017, foram efetuadas alterações ao diploma que fixava o valor do subsídio de refeição para os servidores do Estado.

Desta forma, o valor do subsídio de refeição é atualizado para 4,52€ a partir de 1 de

janeiro e para 4,77€ a partir de 1 de agosto.

Tendo implicação igualmente no setor privado esta medida faz com que os limites de isenção de IRS e Segurança Social também sejam atualizados, passando a ser de 4,52€ por dia no caso do pagamento deste subsídio em numerário e de 7,23€ por dia no caso do pagamento através de vales de refeição.

Contudo, este limite de isenção não será atualizado com o aumento previsto para agosto de 2017, isto porque existe uma disposição no Orçamento do Estado para 2017 que determina como valor isento o correspondente ao valor fixado para o mês de janeiro.

Desta forma chamamos à atenção para o facto de que o aumento de agosto fará com que parte deste subsídio seja sujeito a retenção na fonte em sede de IRS e a contribuições para a Segurança Social.

PAGAMENTO DO SUBSÍDIO DE NATAL PARA OS

FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS

O pagamento do subsídio de Natal para os funcionários públicos deixa de ser pago na sua totalidade através de duodécimos.

Para o ano de 2017 este subsídio será pago em 50% do seu valor no mês de novembro e o remanescente será pago através de duodécimos ao longo do ano de 2017.

Este regime será igualmente aplicável aos aposentados da Caixa Geral de Aposentações e às pensões de invalidez, velhice e sobrevivência atribuídas pelo sistema de segurança social.

A partir de 2018 o regime de pagamento do subsídio de Natal passará a ser efetuado integralmente nos termos da lei.

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AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA DO REGIME CONTRIBUTIVO DOS

TRABALHADORES INDEPENDENTES

Foi estabelecida uma autorização legislativa para alteração do regime contributivo dos trabalhadores independentes que incide essencialmente na consideração dos rendimentos relevantes (no máximo de três meses) e na previsão de um mínimo contributivo mensal de até 20€ de forma a assegurar uma proteção social efetiva prevenindo situações de ausência de prazo de garantia na atribuição de prestações sociais imediatas e mediatas, resultantes de grandes oscilações de faturação.

MANUAIS ESCOLARES

É alargado o programa de atribuição de manuais escolares adotado no Orçamento de Estado de 2016 a todos os alunos do 1.º ciclo do ensino básico da rede pública no ano letivo 2017/2018.

Também é acrescido o apoio para a aquisição de manuais escolares aos alunos dos ensinos básico e secundário beneficiários do escalão 3 do abono de família num valor correspondente a 25% do escalão A da ação social escolar.

ATUALIZAÇÃO DO VALOR DAS PROPINAS

É suspensa a aplicação do regime de atualização das propinas no ciclo de estudos conducente ao grande de licenciado no ensino superior público, mantendo.se em vigor os valores mínimo e máximo da propina fixados para o ano letivo de 2016/2017.

TÍTULO DE TRANSPORTE PASSE [email protected]

É alargado o desconto nos títulos de transporte para todos os estudantes universitários com idade igual ou inferior a 23 anos. Os títulos abrangidos por este regime têm um desconte de 25% sobre o preço dos passes mensais em vigor. Este regime passa a vigorar a partir do início do ano letivo 2017/2018.

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RENDIMENTOS PREDIAIS – OPÇÃO DE TRIBUTAÇÃO

Os titulares de rendimentos decorrentes da exploração de estabelecimentos de alojamento local podem optar pela tributação destes rendimentos segundo as regras da Categoria F relativa aos rendimentos prediais.

REGIME SIMPLIFICADO DE IRS

É alterada a incidência do coeficiente de 0,15 até agora aplicável às vendas de mercadorias e produtos, bem como às prestações de serviços efetuadas no âmbito de atividades hoteleiras e similares, restauração e bebidas, excluindo do seu âmbito de aplicação os estabelecimentos de alojamento local.

Com efeito, os rendimentos decorrentes da exploração de alojamento local que sejam tributados de acordo com o regime simplificado passam a ser tributados pelo coeficiente de 0,35.

TRIBUTAÇÃO DOS SUJEITOS PASSIVOS COM DEFICIÊNCIA

Os sujeitos passivos com deficiência vêm alterado o regime de consideração de rendimentos para efeitos de IRS. Tal regime passa de uma consideração de 90% dos rendimentos brutos de todas as categorias para as seguintes percentagens:

a) 85% no caso das Categorias A (rendimentos de trabalho dependente) e B (rendimentos empresariais e profissionais);

b) 90% no caso da Categoria H (Pensões).

OPÇÃO DE TRIBUTAÇÃO

CONJUNTA

É esclarecido que a opção pela tributação conjunta dos sujeitos passivos casados ou unidos de facto é válida apenas para o ano a que respeita a declaração.

Adicionalmente é revogada a disposição que previa a manutenção da opção pela tributação conjunta quando os sujeitos passivos procedessem à substituição de uma declaração que continha esta opção e que tinha sido apresentada dentro do prazo legalmente estabelecido.

PRAZO DE ENTREGA DA

DECLARAÇÃO DE IRS

É eliminado o prazo de apresentação de declarações de IRS consoante os sujeitos passivos tenham auferido rendimentos da Categoria A (trabalho dependente) e H (pensões) e os sujeitos passivos que tenham auferido adicionalmente rendimentos de outras categorias.

Com efeito, o prazo de entrega da declaração de IRS referente aos rendimentos auferidos em 2016 passa a ser de 1 de abril a 31 de maio. Desta forma podemos desde já esperar por um maior congestionamento dos servidores da Autoridade Tributária pois, tendo em consideração a tradição de um maior número de declarações nos últimos dias dos prazos estabelecidos, a conjugação dos anteriores prazos de entrega não se afigura como um bom presságio.

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TAXAS GERAIS DE IRS – ALTERAÇÃO DOS ESCALÕES

DE TRIBUTAÇÃO

São atualizados os escalões de tributação em sede de IRS tendo em consideração a taxa de inflação registada no ano de 2016. Desta forma os escalões passam a ter a seguinte definição:

TAXAS ESPECIAIS

No que respeita à aplicação da taxa especial de 10% às gratificações recebidas é estabelecido que são equiparadas a gratificações auferidas pela prestação ou em razão da prestação de trabalho, quando não atribuídas pela entidade patronal, as compensações e subsídios, referentes à atividade voluntária, postos à disposição dos bombeiros, pelas associações humanitárias de bombeiros, até ao limite máximo anual, por bombeiro, de três vezes o indexante de apoios sociais.

DEDUÇÕES À COLETA

É estabelecido que o adicional ao IMI é dedutível à coleta de IRS.

Também é estabelecido que passam a constar no âmbito das deduções à coleta enquanto despesas de formação e educação aquelas que constem de documentos emitidos e comunicados à Autoridade Tributária, desde que se refiram a refeições escolares e o número de identificação fiscal seja de um prestador de serviços de fornecimento de refeições escolares, independentemente da entidade que presta o referido serviço e da taxa de IVA aplicada.

Ainda no que respeita a deduções à coleta em sede de IRS, é estabelecida uma dedução à coleta correspondente a 100% do IVA suportado por qualquer membro do agregado familiar, com a aquisição de passes mensais para utilização de transporte públicos coletivos, que conste de faturas que titulem prestações de serviços comunicadas à Autoridade Tributária.

Também é estabelecido um regime transitório referente à declaração dos rendimentos auferidos durante o ano de 2016 no que respeita às deduções à coleta.

Desta forma é dada a possibilidade ao sujeito passivo de em alternativa aos valores contantes do Portal e-fatura declarar os valores de despesas que se encontrem suportados por faturas devidamente emitidas ainda que não constantes de tal Portal.

Alerta-se para o facto de os sujeitos passivos se encontrarem obrigados à comprovação dos elementos declarados, pelo que, é importante a manutenção dos documentos que comprovem os valores de despesas declarados.

RENDIMENTO COLETÁVEL TAXAS

Média 14,500% 23,600% 30,300% 37,613% Até 7.091€ De mais de 7.091€ até 20.261€ De mais de 20.261€ até 40.522€ De mais de 40.522€ até 80.640€ Superior a 80.640€ Normal 14,50% 28,50% 37,00% 45,00% 48,00%

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DECLARAÇÃO AUTOMÁTICA DE RENDIMENTOS

Com referência ao ano de 2017 a Autoridade Tributária passará a disponibilizar uma declaração de rendimentos automática que dispõe informação relativamente a cada regime de tributação, a correspondente liquidação provisória do imposto e os elementos que serviram de base ao cálculo das deduções à coleta.

Assim, os sujeitos passivos apenas têm de proceder à confirmação da declaração disponibilizada pela Autoridade Tributária se concordarem com os elementos preenchidos. No entanto, se até ao final do prazo legal de entrega da declaração o sujeito passivo não proceder à confirmação da declaração disponibilizada pela Autoridade Tributária, a declaração considera-se entregue dentro do prazo legal, podendo o sujeito passivo proceder à substituição nos 30 dias posteriores à liquidação sem qualquer penalidade.

Ainda no que respeita ao funcionamento desta declaração automática, os sujeitos passivos têm até 15 de fevereiro para indicar no Portal das Finanças os elementos pessoais relevantes, nomeadamente a composição do agregado familiar. Caso os sujeitos passivos não procedam a esta entrega de informações a Autoridade Tributária considera que o sujeito passivo é solteiro e não tem dependentes.

Os sujeitos passivos abrangidos por este regime serão regulados por decreto regulamentar. Quanto aos sujeitos não abrangidos por este regime continuam obrigados ao cumprimento declarativo dentro do prazo legal estabelecido.

Quanto à comprovação dos elementos constantes da declaração, o facto de a declaração ser automaticamente preenchida não inibe os sujeitos passivos da sua obrigação de comprovar os elementos que dela constam.

DECLARAÇÃO AUTOMÁTICA DE RENDIMENTOS - ANO 2016

O regime da declaração automática de rendimentos entra em vigor no que respeita à declaração dos rendimentos de 2016. No entanto, não irá abranger todos os contribuintes com referência a 2016 mas apenas aqueles que cumulativamente:

a) Apenas tenham auferido rendimentos do trabalho dependente ou de pensões, com exceção dos rendimentos de pensões de alimentos;

b) Obtenham rendimentos apenas em território português; c) Não aufiram gratificações;

d) Sejam considerados residentes durante a totalidade do ano a que o imposto respeita;

e) Não tenham o estatuto de residente não habitual;

f) Não usufruam de benefícios fiscais e não tenham acréscimos ao

rendimento por incumprimento de condições relativas a benefícios fiscais; g) Não tenham pago pensões de alimentos;

h) Não tenham dependentes a cargo nem deduções relativas a ascendentes.

No que respeita à comunicação dos elementos do agregado familiar, esta apenas estará disponível a partir de 1 de janeiro de 2018, pelo que, a declaração referente ao ano de 2016 irá considerar os mesmos dados presentes na última declaração entregue.

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No seguimento das medidas constantes da Proposta de Orçamento do Estado para 2017, em 2017 a sobretaxa de IRS irá ser eliminada faseadamente consoante o escalão de rendimentos em que o sujeito passivo se insere. Desta forma a eliminação da sobretaxa é efetuada da seguinte forma:

RETENÇÕES NA FONTE RELATIVAS À SOBRETAXA 1º Escalão 2º Escalão 3º escalão 4º Escalão 5º Escalão ESCALÕES Até 7.091€ De mais de 7.091€ até 20.261€ De mais de 20.261€ até 40.522€ De mais de 40.522€ até 80.640€ Superior a 80.640€ Eliminadas Eliminadas Até 30 de junho Até 30 de novembro Até 30 de novembro

Assim a sobretaxa a aplicar relativamente aos rendimentos auferidos em 2017 é: Adicionalmente, após a publicação do Despacho 154646/2016 do Ministro das Finanças, foi estabelecido que a partir de 1 de janeiro de 2017 não se procede à retenção na fonte em sede de IRS da sobretaxa aos 1.º e 2.º escalões, designada-mente:

• Às remunerações mensais brutas de valor até 1.705€, no caso dos sujeitos passivos não casados e sujeitos passivos casados, dois titulares; • Às remunerações mensais brutas de valor até 2.925€, no caso dos sujeitos passivos casados, único titular.

RENDIMENTO COLETÁVEL TAXAS Até 7.091€ De mais de 7.091€ até 20.261€ De mais de 40.522€ até 80.640€ Superior a 80.640€ De mais de 20.261€ até 40.522€ 0,00%

%

0,88% 2,25% 3,21% 0,00

SOBRETAXA DE IRS

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REGIME DE REINVESTIMENTO DE MAIS VALIAS

São excluídos do regime de reinvestimento dos valores de realização da transmissão onerosa de ativos fixo os valores relativos à transmissão de propriedades de investimento ainda que reconhecidas na contabilidade como ativos fixos tangíveis.

PARTICIPATION EXEMPTION – MAIS VALIAS REFERENTES À

TRANSMISSÃO DE INSTRUMENTOS DE CAPITAL PRÓPRIO

No que respeita às perdas por imparidade e outras correções do valor das partes sociais, que tenham concorrido para a formação do lucro tributável de acordo com o n.º 2 do art.º 28.º-A, consideram-se componente positivas do lucro tributável em que ocorra a respetiva transmissão onerosa.

REGIME SIMPLIFICADO DE IRC

É alterada a incidência do coeficiente de 0,04 até agora aplicável às vendas de mercadorias e produtos, bem como das prestações de serviços efetuadas no âmbito de atividades hoteleiras e similares, restauração e bebidas, excluindo do seu âmbito de aplicação os estabelecimentos de alojamento local.

Com efeito, os rendimentos decorrentes da exploração de alojamento local que sejam tributados de acordo com o regime simplificado passam a ser tributados pelo coeficiente de 0,35.

TRIBUTAÇÕES AUTÓNOMAS

São alteradas as disposições referentes à tributação autónoma referente às despesas de representação e, bem assim, das ajudas de custo e de compensação pela deslocação em viatura própria do trabalhador.

Até agora estas tributações autónomas incidiam apenas sobre os encargos aceites fiscalmente para a determinação do lucro tributável.

A partir de 2017 a tributação autónoma passará a incidir adicionalmente sobre os encargos referidos que não sejam dedutíveis para determinação do lucro tributável.

PAGAMENTO ESPECIAL POR CONTA

É alterado o limite mínimo do Pagamento Especial por Conta para 850€. Também está prevista a redução deste valor progressivamente até 2019, sendo substituído por um regime adequado de apuramento da matéria coletável através da aplicação de coeficientes técnico-económicos por atividade económica a publicar em portaria.

É determinado que o volume de negócios relevante para a determinação do valor do Pagamento Especial por Conta corresponde ao valor das vendas e prestações de serviços geradores de rendimentos sujeitos e não isentos.

A dispensa de efetuar Pagamento Especial por Conta, no que respeita a sujeitos passivos isentos de IRC, continua a operar ainda que não inclua rendimentos que sejam sujeitos a tributação por retenção na fonte com carácter definitivo, bem como os sujeitos passivos que apenas aufiram rendimentos não sujeitos ou isentos.

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DEDUÇÃO DE PREJUÍZOS FISCAIS

São eliminadas as referências à ordem pela qual os sujeitos passivos devem proceder à dedução dos prejuízos fiscais apurados anteriormente.

Esta alteração encontra-se relacionada com a redução do prazo de reporte dos prejuízos fiscais de 12 para 5 anos, no caso das empresas que não sejam consideradas PME, que se aplicará aos prejuízos gerados a partir de 1 de janeiro de 2017.

Desta forma permite-se evitar que os prejuízos mais recentes caduquem, sendo possível proceder à dedução daqueles em que o período de reporte se esgote primeiro.

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IVA

ISENÇÕES – PROTÉSICOS DENTÁRIOS

É esclarecido que a isenção em sede de IVA sobre os serviços dos protésicos dentários também abrange as transmissões de próteses dentárias efetuadas por dentistas e protésicos dentários.

LIQUIDAÇÃO DE IMPOSTO DEVIDO PELAS IMPORTAÇÕES

A partir de março de 2018 passa a ser possível os sujeitos passivos de IVA utiliza rem o mecanismo da autoliquidação nas importações. No entanto, a utilização deste mecanismo está sujeita a:

a)O sujeito passivo tem de estar enquadrado no regime de periodicidade mensal;

b)Tem de ter a situação fiscal regularizada;

c)Pratique exclusivamente operações sujeitas e não isentas ou isentas com direito à dedução;

d)Não beneficie, à data de produção de efeitos da opção, de diferimento do pagamento de IVA relativo a importações anteriores.

O regime será aplicado por opção do sujeito passivo e será regulado por Portaria a publicar.

Este mecanismo irá fiscal disponível a partir de setembro de 2017 para os bens constantes do Anexo C do CIVA com exceção dos óleos minerais.

ALTERAÇÕES ÀS LISTAS I

(TAXA REDUZIDA) E II

(TAXA INTERMÉDIA)

É alterada a Lista I anexa ao código do IVA ficando sujeitas à taxa reduzida de IVA as ostras e é alargado o âmbito de aplicação da taxa reduzida a outros dispositivos para o tratamento da diabetes até agora não incluídos nesta lista.

No que respeita à Lista II anexa ao código do IVA é determinado que as conservas de ostras também ficam sujeitas à taxa intermédia de IVA. Adicionalmente são aditados à Lista II, ficando sujeitos à taxa intermédia de IVA, os flocos prensados simples de cereais e leguminosas sem adições de açúcar.

AUTORIZAÇÃO

LEGISLATIVA –

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

DE ALIMENTAÇÃO E

BEBIDAS

Fica o Governo autorizado a introduzir alterações relativamente aos serviços de alimentação e bebidas de forma a ampliar a aplicação da taxa intermédia de IVA a outras prestações de serviços de bebidas que se encontram de momento excluídas.

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É alargado o âmbito do IABA, com efeitos a partir de 1 de fevereiro de 2017, ficando sujeitos a imposto os seguintes produtos:

a) Bebidas destinadas a consumo humano, adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes (código NC 2202);

b) As bebidas abrangidas pelos códigos NC 2204, 2205, 2206 e 2208, com um teor alcoólico superior a 0,5% vol. e inferior ou igual a 1,2% vol.;

c) Concentrados, sob a forma de xarope ou pó, destinados à preparação, de bebidas previstas nas alíneas anteriores, nas instalações do consumidor final ou de retalhista.

Estão isentas de IABA as bebidas à base de leite, soja ou arroz; sumos e néctares de frutos e de algas ou de produtos hortícolas e bebidas de cereais, amêndoa, caju e avelã; bebidas consideradas alimentos para as necessidades dietéticas especiais ou suplementos dietéticos.; e ainda aquelas que embora sujeitas não sejam

São eliminadas todas as disposições no Código do Imposto do Selo referentes à verba 28 da Tabela Geral do Imposto do Selo.

Esta verba tributava todos os imóveis com valor patrimonial tributário superior a 1 Milhão de Euros.

Esta alteração tem efeitos a 31 de dezembro de 2016, pelo que, no decorrer do ano de 2017 já não será devido pagamento do Imposto do Selo referente a estes imóveis.

Desta forma, a Autoridade Tributária deixa de aplicar uma disposição que lhe tem trazido diversos problemas de aplicação devido a todas as decisões jurisprudenciais já tomadas.

IMPOSTO DO SELO

IMPOSTOS

ESPECIAIS

SOBRE

CONSUMO

IMPOSTO

SOBRE

O ÁLCOOL

E AS BEBIDAS

ALCOÓLICAS

ELIMINAÇÃO DA VERBA 28

– IMÓVEIS COM VALOR

PATRIMONIAL TRIBUTÁRIO

SUPERIOR A 1 MILHÃO DE EUROS

adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes. Estão adicionalmente isentas de IABA as bebidas não alcoólicas que sejam utilizadas em processos de fabrico ou como matérias-primas de outros produtos ou quando sejam destinadas a pesquisa, controle de qualidade e teste de sabor.

Desta forma as taxas de IABA para as bebidas não alcoólicas são:

a) Quando se trate de bebidas cujo teor de açúcar seja inferior a 80 gramas por litro: 8,22€ por hectolitro, ou seja, 0,0822€ por.litro;

b) Quando se trate de bebidas cujo teor de açúcar seja superior a 80 grama por litro: 16,46€ por hectolitro, ou seja, 0,1646€ por litro;

c) Quanto aos concentrados, a taxa que seria aplicável nos termos das alíneas anteriores à mistura final.

A receita decorrente desta medida será destinada à sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde.

Os sujeitos passivos que, à data de entrada em vigor deste regime, exerçam a atividade de produção ou armazenagem destes tipos de bebidas, devem, previamente à realização de introduções no consumo, apresentar junto da estância aduaneira competente o pedido de aquisição do respetivo estatuto fiscal

Tendo em consideração a data de entrada em vigor, as bebidas não alcoólicas contabilizadas como inventário à data de entrada em vigor deste regime consideram-se produzidas, importadas ou adquiridas nessa data.

Assim, os comercializadores de bebidas não alcoólicas que a 1 de fevereiro detenham no seu estabelecimento esses produtos, devem contabilizar e comunicar à Autoridade Tributária as respetivas quantidades, dispondo até 31 de março para a sua comercialização a consumidores finais, findo o qual o imposto se torna exigível.

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IMI

PRÉDIOS DE REDUZIDO VALOR PATRIMONIAL DE

SUJEITOS PASSIVOS DE BAIXOS RENDIMENTOS

A isenção em sede de IMI para prédios de reduzido valor patrimonial tributário pertencentes a sujeitos passivos que sejam classificados como auferindo baixos rendimentos (rendimento bruto do agregado não seja superior a 2,3 vezes o valor anual do IAS e a totalidade dos prédios pertencentes ao agregado não exceda 10 vezes o valor anual do IAS) passa a ser aplicada de forma automática, ficando excluídos os prédios pertencentes a não residentes.

É também estabelecida uma disposição transitória no âmbito desta isenção, em que se determina que para estes efeitos o valor do IAS é o correspondente ao valor da retribuição mínima mensal garantida em 2010 (475 Euros) até que o valor do IAS seja igual ao valor do salário mínimo nacional.

ADICIONAL AO IMI

Em substituição da verba 28 da Tabela Geral do Imposto do Selo é aditado ao Código do IMI o adicional ao IMI. Estão sujeitos a este adicional as pessoas singulares ou coletivas que sejam proprietários, usufrutuários ou superficiários de prédios urbanos situados no território português.

A qualidade de sujeito passivo do adicional ao IMI é apurada tendo como referência a data de 1 de janeiro o ano a que o adicional respeita. Desta forma, o adicional ao IMI difere do próprio IMI pois o adicional incide sobre os proprietários dos imóveis a 1 de janeiro e o IMI incide sobre os proprietários a 31 de dezembro.

Em termos práticos, em 2017 os sujeitos passivos sujeitos a IMI e ao adicional vão pagar o IMI referente a 2016 e o adicional de IMI referente a 2017.

O adicional incide sobre a soma do valor patrimonial tributários dos imóveis propriedade do sujeito passivo sendo excluídos aqueles que sejam classificados como “comerciais, industriais ou para serviços” e “outros” nos termos do Código do IMI. Ainda no que respeita à incidência do adicional, não se considera para o cálculo o valor dos prédios que no ano anterior tenham estado isentos ou não sujeitos a tributação em IMI.

À soma dos valores patrimoniais tributários deduz-se o valor de 600.000€, no caso de pessoas singulares e no caso de heranças indivisas. No que respeita às pessoas coletivas não existe a dedução deste valor, ao contrário do previsto na Proposta de Orçamento do Estado, uma vez que se presume que a grande maioria dos imóveis detidos por este tipo de sujeitos passivos se encontra isenta do adicional ao IMI.

Contrariamente ao regime previsto na Proposta de Orçamento do Estado, a dedução do adicional do IMI para as pessoas singulares casadas já não depende da sua opção pela tributação conjunta em sede de IRS. Assim, estas pessoas podem optar pela tributação conjunta do adicional ao IMI beneficiando de uma dedução de 1,2 Milhões de Euros. A opção por este regime será efetuada através de declaração a aprovar por portaria e a apresentar exclusivamente através do Portal das Finanças, entre 1 de abril e 31 de maio.

No que respeita às heranças indivisas, para efeitos do adicional ao IMI, são consideradas como pessoas coletivas. No entanto esta equiparação pode ser afastada se, cumulativamente:

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coleta obtida pela aplicação das taxas especiais de IRS aos rendimentos prediais. No que respeita ao IRC, os sujeitos passivos podem optar por deduzir à fração da coleta, em detrimento da consideração deste adicional como custo do exercício, correspondente aos rendimentos gerados por imóveis, até à sua concorrência, o adicional de IMI correspondente aos imóveis objeto de arrendamento.

PROCESSO DE AVALIAÇÃO GERAL DOS PRÉDIOS RÚSTICOS

Em 2017 vai ser iniciado um processo de avaliação geral dos prédios rústicos de área igual ou superior a 50 hectares.

a) O cabeça de casa apresentar uma declaração identificando todos os herdeiros e as suas quotas;

b) Todos os herdeiros identificados confirmarem as respetivas quotas, através de declaração apresentada por cada um deles.

A declaração do cabeça de casal deve de ser apresentada durante o mês de março e as declarações dos herdeiros devem ser apresentadas durante o mês de abril. Com efeito, a confirmação destas declarações afasta a tributação em sede de adicional de IMI enquanto pessoa coletiva, sendo a quota-parte de cada herdeiro sobre o valor dos prédios acrescida à soma dos valores patrimoniais tributários dos prédios que constam da matriz na titularidade desse herdeiro.

Ao valor patrimonial dos imóveis deduzido nos termos já expostos é aplicada uma taxa de 0,4% às pessoas coletivas e de 0,7% às pessoas singulares e heranças indivisas. As entidades residentes em território sujeito a um regime fiscal mais favorável ficam sujeitas ao adicional de IMI à taxa de 7,5%.

No caso das pessoas singulares, quando sejam proprietárias de imóveis com valor patrimonial superior a 1 Milhão de Euros, ou 2 Milhões no caso de opção pela tributação conjunta, é aplicada a taxa marginal de 1%. No que respeita às pessoas coletivas que detenham imóveis afetos ao uso pessoal dos titulares do respetivo capital, dos membros dos órgãos sociais ou de quaisquer órgãos de administração, fica sujeito à taxa de 0,7%, sendo sujeito à taxa marginal de 1%.

A liquidação do adicional de IMI é efetuada anualmente no mês de junho do ano a que respeita sendo o pagamento efetuado durante o mês de setembro do mesmo ano.

Este adicional é dedutível, para efeitos de IRS, até à concorrência dos rendimentos líquidos da Categoria F (rendimentos prediais), no caso de englobamento, ou da

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BENEFÍCIOS FISCAIS

REGIME PÚBLICO DE CAPITALIZAÇÃO

É alterado o benefício decorrente da aplicação de valores em contas geridas em regime público de capitalização. Assim, o anterior benefício de 20% do montante das aplicações com o limite de 350€ por sujeito passivo passa a operar da seguinte forma:

a) 400€ por sujeito passivo com idade inferior a 35 anos; b) 350€ por sujeito passivo com idade superior a 35 anos.

PRÉDIOS URBANOS DESTINADOS À HABITAÇÃO

O benefício de isenção de IMI decorrente da construção, melhoramento ou aquisição a título oneroso, dos imóveis destinados à habitação passa a ser concedido de forma automática no caso das aquisições a título oneroso, sendo que as demais situações se encontram sujeitas a reconhecimento pelo chefe do serviço de finanças.

REMUNERAÇÃO CONVENCIONAL DO CAPITAL SOCIAL

É alterado o regime de remuneração convencional do capital social sendo alargada a dedução prevista de 5% para 7% das entradas até 2 Milhões de Euros, sendo aplicável a partir de 1 de janeiro de 2017.

As formas de entrada ao abrigo deste regime são também alargadas ficando abrangidas as entradas de capital realizadas no âmbito da constituição da

sociedade ou do aumento do capital social, em dinheiro ou através da conversão de suprimentos ou de empréstimos de sócios. O benefício passa a abranger todas as sociedades (atualmente apenas estão abrangidas as PME) deixando de estar sujeitos às regras de minimis. Também é revogada a disposição que limitava a aplicação deste benefício apenas às entidades em que os sócios fossem exclusivamente pessoas singulares, sociedades de capital de risco ou investidores de capital de risco.

O prazo de dedução é alargado de 3 para 5 anos, sendo a dedução efetuada no apuramento do lucro tributável. Adicionalmente, no âmbito deste regime, apenas se consideram as entradas em espécie correspondentes à conversão de suprimentos ou de empréstimos de sócios realizadas a partir de 1 de janeiro de 2017.

Também é reduzido o limite de dedução dos gastos de financiamento líquidos para as entidades que beneficiem deste regime a 25% do EBITDA, continuando o limite de dedução a ser o maior entre 1 milhão de Euros e 25% do EBITDA.

Sendo alargado o âmbito de aplicação do regime, no que respeita aos requisitos quanto aos sócios das entidades beneficiárias, o regime não se aplica quando, no mesmo período de tributação ou num dos cinco períodos de tributação anteriores, o mesmo seja ou haja sido aplicado a sociedades que detenham direta ou indiretamente uma participação no capital da empresa beneficiária na parte referente ao montante das entradas realizadas no capital social daquelas sociedade que haja beneficiado do presente regime.

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Às empresas que exerçam, diretamente e a título principal, uma atividade económica de natureza agrícola, comercial, industrial ou de prestação de serviços em territórios do interior, que sejam qualificados como pequena ou média empresa é aplicável a taxa de IRC de 12,5% os primeiros € 15000 de matéria coletável.

Este benefício terá como condições:

a) Exercer a atividade e ter direção efetiva nas áreas beneficiárias; b) Não ter salários em atraso;

c) A empresa não resultar de cisão efetuada nos dois anos anteriores à usufruição dos benefícios;

d) A determinação do lucro tributável ser efetuada com recurso a métodos diretos de avaliação ou no âmbito do regime simplificado de determinação da matéria coletável.

Este benefício não é cumulável com outros benefícios de natureza idêntica, não prejudicando a opção por outro mais favorável.

A delimitação das áreas que beneficiaram desta disposição será estabelecida por portaria e obedece a critérios como a emigração e envelhecimento, a atividade económica e o emprego, o empreendedorismo e a infraestruturação do território. Adicionalmente, este benefício encontra-se sujeito às regras europeias em matéria de auxílios de minimis.

PROGRAMA SEMENTE

Os sujeitos passivos de IRS que efetuem investimentos ao abrigo do Programa Semente, fora do âmbito de atividades geradoras de rendimentos empresarias e profissionais, podem deduzir até ao limite de 40% da coleta, um montante correspondente a 25% dos investimentos elegíveis efetuados em cada ano com o limite de 100.000€.

DESPESAS COM CERTIFICAÇÃO BIOLÓGICA DE

EXPLORAÇÕES

É considerado como gasto para efeitos de determinação do lucro tributável o valor correspondente a 140% das despesas de certificação biológica de explorações com produção em modo biológico, incorridas por sujeitos passivos de IRC e IRS com contabilidade organizada.

INCENTIVO A VEÍCULOS DE BAIXAS EMISSÕES

É alterado o regime dos incentivos à introdução no consumo de veículos de baixas emissões. Desta forma, para 2017 apenas está abrangida por este incentivo a introdução de veículos híbridos plug-in novos sem matrícula, tendo uma redução no ISV até 562,50 Euros.

O pedido deste incentivo deve ser apresentado junto da Autoridade Tributária juntamente com a fatura pró-forma do veículo a adquirir, onde conste o número de chassis e as emissões.

BENEFÍCIOS À INSTALAÇÃO DE EMPRESAS

EM TERRITÓRIOS DO INTERIOR

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LEI GERAL

TRIBUTÁRIA

REGIME GERAL

DAS INFRAÇÕES TRIBUTÁRIAS

PAÍSES, TERRITÓRIOS OU REGIÕES COM

REGIMES FISCAIS MAIS FAVORÁVEIS

São considerados países, territórios ou regiões com regime fiscal claramente mais favorável aqueles que, não constando da lista da Portaria n.º 150/2004, de 13 de fevereiro, não disponham de imposto idêntico ao IRC ou, existindo, a taxa aplicável seja inferior a 60% da taxa de IRC sempre que cumulativamente:

a) Os códigos e leis tributárias o refiram expressamente;

b) Existam relações especiais entre pessoas aí residentes e residentes em territórios terceiros

PEDIDO DE INFORMAÇÕES VINCULATIVAS

O prazo de resposta a pedidos de informações vinculativas com carácter de urgência é reduzido de 90 para 75 dias.

CRIME DE CONTRABANDO

São puníveis enquanto crime de contrabando as situações de omissão, à entrada ou saída do território nacional, a declaração de dinheiro líquido, tal como definido na legislação comunitária e nacional, quando esse montante seja superior a 300.000 Euros e não seja, de imediata, justificada a sua origem e destino.

INEXISTÊNCIA DE CONTABILIDADE ORGANIZADA

A inexistência de contabilidade organizada ou de livros de escrituração e do modelo de exportação de ficheiros, obrigatórios por força da lei, bem como de registos e documentos com eles relacionados, qualquer que seja a respetiva natureza, é punível com coima entre 225 e 22.500 Euros.

OMISSÕES E INEXATIDÕES NAS DECLARAÇÕES

São puníveis entre 150€ e 3.750€ as omissões ou inexatidões relativas à situação tributária nas declarações automáticas de IRS. No entanto, os sujeitos passivos podem afastar esta penalização se for demonstrado o seu diminuto grau de culpa, que se considera verificado quando seja decorrente dos montantes de rendimentos comunicados por substitutos tributários.

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OUTRAS DISPOSIÇÕES

DE CARÁCTER FISCAL

REGIME FISCAL DE APOIO AO INVESTIMENTO

É aumentado o limite máximo de dedução das aplicações relevantes ao ser alterada a base de calculo de 5 para 10 Milhões de Euros.

SISTEMA DE INCENTIVOS FISCAIS EM INVESTIGAÇÃO E

DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL

As despesas que digam respeito a atividades de investigação e desenvolvimento associadas a projetos de conceção ecológica de produtos passam a ser consideradas em 110% desde que validada pela Agência Portuguesa do Ambiente.

COMUNICAÇÃO DA FATURAS

É alterado o prazo de comunicação dos elementos das faturas e documentos equivalentes à Autoridade Tributária. Assim, o prazo até agora fixado no dia 25 do mês seguinte à emissão dos documentos passa para o dia 20 do mês seguinte.

Referências

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