Animação Conceitos,princípios e
Animação Conceitos,princípios e
técnicas – 50 horas
técnicas – 50 horas
F
Formadora: ormadora: FFernandaernanda Sousa
Sousa Área de Formação: Traba
OBJC!"#OS $O %&$'(O
OBJC!"#OS $O %&$'(O
•
• )econhecer a import*ncia de comunicar e de)econhecer a import*ncia de comunicar e de
compreender a pessoa idosa+
compreender a pessoa idosa+
•
• )econhecer a import*ncia da animação nas)econhecer a import*ncia da animação nas
atiidades com idosos+
atiidades com idosos+
•
• "denti-car e or.ani/ar instrumentos e técnicas"denti-car e or.ani/ar instrumentos e técnicas
especí-cas na rea da animação da
especí-cas na rea da animação da pessoa idosa+pessoa idosa+
•
• )econhecer a import*ncia da socioterapia como)econhecer a import*ncia da socioterapia como
1orma inte.radora da pessoa idosa2
1orma inte.radora da pessoa idosa2
maio de maio de 304 304 3 3
OBJC!"#OS $O %&$'(O
OBJC!"#OS $O %&$'(O
•
• )econhecer a import*ncia de comunicar e de)econhecer a import*ncia de comunicar e de
compreender a pessoa idosa+
compreender a pessoa idosa+
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• )econhecer a import*ncia da animação nas)econhecer a import*ncia da animação nas
atiidades com idosos+
atiidades com idosos+
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• "denti-car e or.ani/ar instrumentos e técnicas"denti-car e or.ani/ar instrumentos e técnicas
especí-cas na rea da animação da
especí-cas na rea da animação da pessoa idosa+pessoa idosa+
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• )econhecer a import*ncia da socioterapia como)econhecer a import*ncia da socioterapia como
1orma inte.radora da pessoa idosa2
1orma inte.radora da pessoa idosa2
maio de maio de 304 304 3 3
maio de maio de 304 304
O67etio O67etio da da An8ise An8ise !!ransaciona8 ransaciona8 é:é:
Condu/ir uma pessoa para a sua 8i6erdadeCondu/ir uma pessoa para a sua 8i6erdade
de esco8ha, para se modi-car 9uando de esco8ha, para se modi-car 9uando entender, para mudar as suas reaçes a entender, para mudar as suas reaçes a estímu8os repetidos ou noos2
estímu8os repetidos ou noos2
Thomas Harris
Thomas Harris
An8ise transaciona8
An8ise transaciona8
maio de maio de 304 304 ; ;
An8ise transaciona8
An8ise transaciona8
<odemos<odemos de-nir de-nir o o 8on.ín9uo 8on.ín9uo ano ano de de 4=5>,4=5>,
como o ano de nascimento do termo
como o ano de nascimento do termo Análise Análise
Transacional
Transacional e o de 4=5? o da sua di1usão, e o de 4=5? o da sua di1usão,
atraés do arti.o pu68icado no
atraés do arti.o pu68icado no American American
Journal
Journal of of Psychotherapy Psychotherapy , pe8o seu criador, pe8o seu criador
ric Berne
ric Berne, , uma uma teoria teoria da da psico8o.iapsico8o.ia
indiidua8 e socia8, 6aseada nos se.uintes
indiidua8 e socia8, 6aseada nos se.uintes
prossupostos:
maio de maio de 304 304 5 5
An8ise transaciona8
An8ise transaciona8
•• An8ise estrutura8+An8ise estrutura8+
•
• An8ise das transaçes+An8ise das transaçes+
•
• Caricias+Caricias+
•
• <osiçes e@istenciais+<osiçes e@istenciais+
•
• Jo.os psico8 Jo.os psico8.icos+.icos+
•
• struturação do tempo+struturação do tempo+
•
• Ar.umento de #ida+Ar.umento de #ida+
•
maio de 304
An8ise strutura8
• A an8ise estrutura8 assenta em duas partes:
• O estimu8o respostas
As pessoas atraés da interação entre e8as tem reaçes di1erenciadas de acordo com trs estados:
maio de 304 >
An8ise estrutura8
Os trs estados são:
DO C)"AEA+
DO <A"+
DO A$'(!O2
maio de 304 ?
An8ise strutura8
De acordo com a teoria do comportamento de Eric Berne, quando estamos no estado “EO
!"#$%&$' a(imos como a criança que )* +omos: Este estado -isto como +onte de ale(ria, criati-idade e libertação, ou se)a “libertamos a criança que temos dentro de nós', a(imos dessa
+orma, quando por e.emplo estamos a assistir a um e-ento, numa +esta, etc/
maio de 304 =
An8ise strutura8
De acordo com a teoria do comportamento de Eric Berne, quando estamos no estado “EGO PAI ' a(imos, pensamos e sentimos da mesma
+orma que os nossos pais, ou se)a usamos e.press0es como: 1no meu tempo, quando eu era )o-em23 baseados em -alores que nos +oram
transmitidos pelos nossos pais/
%este estado a tomada de decis0es mais
maio de 304 40
De acordo com a teoria do comportamento de
Eric Berne, quando estamos no estado “EGO ADULTO”
%este estado a(imos de acordo com as in+ormaç0es que +omos recolhendo e arma4enando, ao lon(o da %ossas -idas/
maio de 304 44
An8ise das !ransaçes
$s comunicaç0es entre as pessoas são denominadas transaç0es/ 5 a +orma como nos comunicamos uns com os outros/ $ transação tem duas partes: o est6mulo e a resposta/ Trata7 se, portanto, do relacionamento interpessoal/ Se não hou-er resposta ao est6mulo, não h* transação/
An8ise das !ransaçes
Gua89uer estímu8o ori.inaHse de um dos
estados de Ego do emissor Ia pessoa 9ue 1a8a e diri.eHse a um determinado
estado de Ego do receptor Ia pessoa 9ue rece6e a mensa.em2
$a mesma 1orma, a resposta ori.inaHse
de um estado de .o do receptor e diri.eHse a um estado de .o do emissor2
maio de 304 43
An8ise das transaçes
A An8ise !ransaciona8 ensina a
reconhecer 9ua8 o estado de e.o 9ue .era o estímu8o e 9ua8 o 9ue emite a resposta, permitindo compreender a din*mica do re8acionamento do sistema <AC I<ai, Adu8to, Criança2 "sto é particu8armente importante para se deseno8er uma me8hor a mais e-ca/ comunicação2
maio de 304 4
An8ise das transaçes
As transaçes podem tomar duas 1ormas:
!ransaçes Simp8es:
São transaçes Simp8es, 9uando são
o6sereis, aparentes, permitindo uma aa8iação o67etia2
maio de 304 4;
An8ise das !ransaçes
São transaçes '8teriores
As 9ue não são aparentes, não aparecem na super1ície, ocorrem su67acentes, por Lde6ai@o dos panosM em coe@istncia ao aparente Iao o6serado2 Apresentam, assim, dois níeis de comunicação: um a níe8 socia8 Iaparente e outro a níe8 psico8.ico Isu67acente2
maio de 304 45
Carícias
As carícias são estímu8os sociais
diri.idos de um ser io a outro, o 9ua8 por sua e/ reconhece o outro+
Ao 8on.o da nossa ida passamos .rande
parte do nosso tempo procurando ser
a6raçados, acariciados, e8o.iados,
estimu8ados e 9uando isto não é possíe8 atuamos no sentido de sermos a.redidos ou conso8ados2
maio de 304 4
Carícias
As caricias são 1ormas de a8cançar
reconhecimento da nossa e@istncia como parte de um todo, somos seres interdependentes de um meio socia82 <ara so6reier, portanto, precisamos de carícias2
@istem Caricias: <ositiasNEe.atias Ade9uadasNinade9uadas
Físicas, er6ais, .estuais ou escritas Condicionais e incondicionais
maio de 304 4>
<osiçes @istenciais
<ara ertés/ I4=?>, P posição existencial
é a forma como percebemos a nós mesmos em relação s outras pessoasP2
!odos ns assumimos uma posição
e@istencia82 $ecidimos estar 6em ou estar ma8, independentemente do so8 ou da chua2 'm dos prii8é.ios do ser humano é e@atamente este2
maio de 304 4?
<osiçes @istenciais
Atraés do 9uadro podemos eri-car a
imp8icação dessas posiçes e@istenciais nas re8açes 9ue esta6e8ecemos com o mundo
maio de 304 4= Fonte: 8erts4, 9;<
Jo.os <sico8.icos
Os Jo.os são séries de transaçes u8teriores, aparentemente racionais, 9ue pro.ridem em direção a um resu8tado preisíe8 e 6em de-nido2 São uma série de transaçes com armadi8has inconscientes para os 7o.adores2
maio de 304 30
Jo.os <sico8.icos
)ea-rmam 9ue a pato8o.ia psico8.ica é
9uase sempre interpessoa82
Os eno8idos atuam em dois níeis:
socia8 Iconsciente, mora8mente aceite8 e psico8.ico Iinconsciente, passíe8 de desaproação2 São aprendidos na in1*ncia ou na ado8escncia se repetemH se com 1re9uncia na idade adu8ta2
maio de 304 34
struturação do !empo
!empo
O Ser humano estconstantemente preocupado com o
tempo, procurando 1ormas de o
estruturar e o pro.ramar2
Se.undo Berne I4=;, e@istem diersas
opçes para estruturar o tempo:
maio de 304 33
struturação do !empo
)ituais, passatempos, 7o.os, intimidade e
atiidade2 O o67etio destas 1ormas de estruturar o tempo é produ/ir tantas
satis1açes 9uanto possíe8 nas
transaçes com os outros2 Guando mais socie8 1or a pessoa, mais satis1ação poder o6ter2
maio de 304 3
struturação do !empo
O tempo pode ser estruturado, se.undo
Berne I4=;, de trs 1ormas:
%ateria8+ Socia8
"ndiidua82
<ara a maioria das pessoas a 1orma mais comum, coneniente, con1orte8 e Qti8 é a 1orma materia8, mais conhecida como PtrabalhoP ou Pati!idade"2
maio de 304 3;
Ar.umento de ida
" A busca de signi#cado é uma $ornada %ue
dura toda a !ida"&
Eão deemos con1undir destino com
ar.umento de ida2 'm ar.umento é um p8ano ou um pro.rama conce6ido na in1*ncia, 6aseado nas inRuncias 9ue rece6emos dos nossos pais2 'm Ar.umento é necessrio, pois atraés de8e, somos capa/es de responder a per.untas do tipo: Guem sou eu Gue 1aço neste mundo Guem são os 9ue me rodeiam
maio de 304 35
Ar.umento de ida
A8ém da persona8idade de cada um, as
mensa.ens 9ue se rece6em na in1*ncia, são 1atores essenciais para a construção do nosso ar.umento de ida2
A inRuncia dominante na conincia
socia8 é o ar.umento e desde 9ue este sur.e é 6aseado nas primeiras e@perincias do indiíduo com seus pais, as 9uais passam a ser determinantes nos re8acionamentos e na esco8ha dos 1uturos companheiros2 maio de
304 3
O Contrato
Eorma8mente 1a/emHse acordos entre as
pessoas de 1orma a se atin.irem determinados o67etios2
Os interenientes sa6em 9ue o contrato
pode ter inRuncia nas suas decises e dão o seu consentimento de 1orma a 9ue possam e@istir a8teraçes e compensaçes2 ste contrato pode possi6i8itar 9ue a pessoa se torne mais 1e8i/, mais produtia e atia2
maio de 304 3>
maio de 304 3?
Animação
A sua "mport*ncia na pessoa
idosa
• <romoer a "noação e noas desco6ertas+ • #a8ori/ar a 1ormação ao 8on.o da ida+
• <roporcionar uma ida mais saude8 e um
ene8hecimento com uma me8hor 9ua8idade de ida, atraés da participação e eno8imento do idoso nas din*micas de animação+
• <romoer o 6em estar e uma ade9uada
maio de 304 3=
Animação
A sua "mport*ncia na pessoa
idosa
• Cana8i/ar a nossa criatiidade+ • (i6ertar tenses e emoçes+
• Orientar positiamente as an.Qstias
9uotidianas+
• )eRetir+
• Aumentar o nQmero de ami/ades e re8açes+ • <romoer a diersão+
• Aumentar o .rau cu8tura8 e o compromisso
co8etio+
• !er predisposição para rea8i/ar outras tare1as
maio de 304 0
A animação sociocu8tura8
2
O aparecimento da animação sociocu8tura8 IASC estee diretamente re8acionado com a )eo8ução "ndustria8 e com todas as trans1ormaçes e mudanças 9ue daí resu8taram:
H $eserti-cação dos %eios )urais+ H $eseno8imento 'r6ano+
H $eseno8imento !ecno8.ico e "n1ormtico+
H $eseno8imento "ndustria8+ H Aumento do !empo (ire2
maio de 304 4
<er-8 do Animador
2 L Animar'se( antes de pretender animar
%ual%uer ambiente ou situação( é um
grande desa#o para o Animador
)ociocultural& Entusiasmar'se com a *ida para tornar'se autocon#ante do seu papel na sociedade& A tarefa de despertar o
Entusiasmo( de criar um ambiente
harmonioso( pleno de *ida( começa por si mesmo& + preciso con#ar na *ida( na sua generosidade2M
maio de 304 3
<er-8 do animador
Como características pessoais é pre1eríe8 um animador ser natura8mente um 6om comunicador e possuir capacidade para a.ir e 8idar com .rupos, ana8isandoHos e posteriormente dinami/andoHos2
A8ém disso, dee ainda possuir uma 6oa dose de criatiidade 7 9ue de8a depende a capacidade de uti8i/ar materiais e técnicas com ista a a8cançar um determinado o67etio2
<er-8 do animador sociocu8tura8
– Características pessoais
maio de 304
Simp8icidade: 8ire de preconceitos+ Auto–consciente+
Con-ante: Firme/a e entusiasmo+
A8e.re: A8e.ria de ier conta.iante+ Cora7oso: n1rentar os desa-os+
Sensato+
Tumi8de: Eão é detentor de todo o sa6er+ <a/ de spírito: Tarmonia+
!écnicas de Animação de .rupos
maio de 304 ;
!écnicas de Animação de .rupos
maio de 304 5 • )CO)!A) • CO(A)• S!A%<A) I com 6atatas, ro8has de
cortiça, espon7as222
• "%<)SSUO Ide di1erentes o67etos
• %O$(AD%: 6arro, pasta de pape8,
madeira, mo8dar, p8asticina, massas de cor222
!écnicas de Animação de Drupos
maio de 304 • !VCE"CAS $ <"E!')A • !VCE"CAS $ $SETO• !VCE"CAS $ CO(AD% Idi1erentes
materiais
• W<)SSUO $)A%X!"CA+ !A!)O • W<)SSUO %'S"CA(
%otiação dos idosos para
animação
maio de 304 >
TerY I3004 a-rma 9ue L A import,ncia da animação social das pessoas mais !elhas é facilitar a sua inserção na sociedade( a sua participação na !ida social e( sobretudo(
permitir'lhes desempenhar um papel(
%otiação dos idosos para
animação
maio de 304 ?
Jaco6 I300> de-ne La animação de idosos como a maneira de atuar em todos os campos do desen!ol!imento da %ualidade de !ida dos mais !elhos( sendo um est-mulo permanente da !ida mental( f-sica e afeti!a da pessoa idosa2MIp242
%otiação Naa8iação das
técnicas a ap8icar com os idosos
maio de 304 =
A maior fonte de motivação para o ser humano é o conseguir atingir, com esforço, um objetivo que ele se xou a si próprio !o entanto o animador dever" ter em atenção as necessidades e capacidades dos idosos #eve$ se, também, dar oportunidade aos idosos para que eles próprios possam propor atividades que sejam do seu agrado
%otiação Naa8iação das
técnicas a ap8icar com os idosos
maio de 304 ;0
Assim teremos de ter em conta algumas regras%
& 'anter uma certa dist(ncia & )alar pausadamente
& *eferir o que estamos a fa+er
& *epetir quantas ve+es forem necess"rias & Ajudar e apoiar
& alori+ar qualquer tipo de esforço motor
& 'anter uma atitude de calma e passividade & -er paciente e compreensivo
#evemos, também, dividir os idosos em
Duião de ntreista
maio de 304 ;4
A entreista é um método de reco8ha de in1ormaçes 9ue consiste em conersas orais, indiiduais ou de .rupos2
A -na8idade ser o6ter in1ormação 7unto dos idosos so6re as atiidades 9ue pre1erem deseno8er e as 9ue se sentem com maior ou menor motiação para rea8i/ar2 Serão co8ocadas a8.umas 9uestes de 1orma a 9ue o animador rea8i/e as atiidades 9ue ão de encontro não s aos seus dese7os, como tam6ém Zs suas capacidades 1ísicas e
maio de 304 ;3
A import*ncia da Socioterapia
A Socioterapia é uma ertente da socio8o.ia
9ue uti8i/a rias técnicas com -ns teraputicos, de deseno8imento pessoa8 e inte.ração socia82 A Socioterapia tem como o67etio principa8 motiarNincentiar .rupos de indiíduos Ineste caso idosos a rea8i/ar atiidades em .rupo e 9ue norma8mente não estão ha6ituados a rea8i/ar2
@emp8os: #isitar @posiçes+ "das ao cinema+ ir
maio de 304 ;
O tra6a8ho (Qdico e produtio
nos idosos
O tra6a8ho 8Qdico com os idosos é uma 1orma de ação para promoer a sua a8ori/ação e a sua interação entre o meio e as atiidades de 8a/er, tendo em
ista proporcionar momentos de
descontração e de interação com o .rupo2
Fa/ com 9ue os idosos se sintam como parte inte.rante da sociedade e assim
aumentem a sua autoHestima,
Atiidades de 8a/er
'ma componente importante da animação, no seu
sentido mais 8Qdico e puro, é o 7o.o2 Jo.ar, 6rincar, 9uando se é adu8to, en9uadraHse tam6ém na9ue8es mitos 9ue de1endem 9ue 7o.ar, 6rincar é coisa de criança2 Drande erro, o dese7o de 6rincar acompanhaHnos toda a ida, mas nos nossos di1erentes papéis sociais
m adu8tos a8heamoHnos da prtica re.u8ar de
6rincar, o 9ue não e8iminou, no entanto, o nosso dese7o de 1a/H8o2 O 7o.o, 9uer em crianças, em adu8tos ou em idosos é das me8hores 1ormas de transmitirmos uma mensa.em e de nos diertirmos2
maio de 304 ;;
Atiidades de 8a/er
Com as atiidades de 8a/er, conse.uimos:
Cana8i/ar a nossa criatiidade+ (i6ertar tenses e emoçes+
Orientar positiamente as an.Qstias 9uotidianas+ )eRectir+
Aumentar o nQmero de ami/ades e re8açes+ $iertirHnos+
Aumentar o .rau cu8tura8 e o compromisso co8etio+ !er predisposição para rea8i/ar outros a1a/eres+
O6ter inte.ração inter.eraçes 9uando se possi6i8itam
oportunidades2
maio de 304 ;5
@emp8os de atiidades de 8a/er
para idosos
4[ 7o.o:
%ateria8: H Darra1as de p8stico de 4\3 8, ou
de 4,58, cheias de areia, pintadas, com um corde8 atado no .ar.a8o, por sua e/, este corde8 com um metro de -o est atado a um pe9ueno pau2
O67etio: H 1orta8ecimento dos mQscu8os dos
6raços
%odo de 7o.ar: H pu@ar as .arra1as,
enro8ando o corde8 num pe9ueno pau2
maio de 304 ;
@emp8os de atiidades de 8a/er
para idosos
3[ 7o.o:
%ateria8: H cinco .arra1as de p8stico de
4\3 8, ou de 4,58, cheias de areia e pintadas, uma 6o8a pe9uena2
O67ectio: H concentração e coordenação
cu8oHmanua8
%odo de 7o.ar: H atirar a 6o8a para
derru6ar os pinos I.arra1as 9ue estão em pé, a uma certa dist*ncia2
maio de 304 ;>
A ] idade numa perspectia
preentia
<reenção, ta8 como a se entende dee ser p8aneada com antecedncia, antes 9ue sur7am as di-cu8dades e os pro68emas:
<ara preenir, é preciso começar por
identi-car uma situação e reconhecer os seus riscos e os peri.os inerentes2
A .rgani/ação 0undial de )a1de aponta
níeis de preenção, primária( secundária e terciária2
maio de 304 ;?
A ] idade numa perspectia
preentia
Pre!enção primária – Eeste níe8 de preenção,
a preocupação é de impedir o aparecimento de um pro68ema de saQde2 "ncide na preenção da doença e na promoção e manutenção da saQde2 Se e@istir esta preenção primria o indiíduo me8horar a sua capacidade de atin.ir o níe8 timo de saQde2
maio de 304 ;=
A ] idade numa perspectia
preentia
Pre!enção secundária – tem como o67etio curar a
doença, contro8H8a ou a6randar o seu deseno8imento2 !em tam6ém como o67etio desco6rir atempadamente e suprimir o processo pato8.ico atraés de medidas de detenção e despiste precoce2 stas interençes estão 8i.adas a doenças como a hipertensão arteria8, dia6etes, cancro, doenças mentais, etc2 tem tam6ém como o67etio modi-car 1atores de risco como o iso8amento socia8, os 8utos recentes, po6re/a, con1usão menta8, 6em como a ausncia de redes sociais de suporte2
maio de 304 50