PROGRAMA DE REVITALIZA
PROGRAMA DE REVITALIZAÇ
Ç
ÃO
ÃO
A
A
EXPERIÊNCIA DA
EXPERIÊNCIA DA
BACIA
BACIA
DO SÃO
DO SÃO
FRANCISCO
FRANCISCO
Ana Catarina Pires de Azevedo Lopes
Ana Catarina Pires de Azevedo Lopes
Secret
BACIA BACIA HIDROGR
HIDROGRÁÁFICAFICA DO DO RIO SÃO FRANCISCO RIO SÃO FRANCISCO
Extensão: Extensão:
2.863 km
2.863 km Á
Área de drenagem:rea de drenagem:
636.920 km
636.920 km22
(8% do territ
(8% do territóório rio nacional)
nacional) Abrange: Abrange:
503 munic
503 municíípios e pios e 7 unidades da
7 unidades da
federa
BACIA HIDROGR
ANTECEDENTES
ANTECEDENTES
•
• ArtsArts. 37 e 38 da Lei no 9.433 de 08/01/1997. 37 e 38 da Lei no 9.433 de 08/01/1997, que instituiu os Comitês , que instituiu os Comitês de Bacia Hidrogr
de Bacia Hidrográáfica e suas competênciasfica e suas competências •
• DecretoDecreto Federal de 05/06/2001Federal de 05/06/2001 –– Institui o CBHSFInstitui o CBHSF
•
• 2001 2001 –– ÉÉ concluconcluíído odo o Projeto de ConservaProjeto de Conservaçção e Revitalizaão e Revitalizaçção da Bacia ão da Bacia Hidrogr
Hidrográáfica do Rio São Francisco pelo MMA, ofica do Rio São Francisco pelo MMA, o CNRH aprova a CNRH aprova a cria
criaçção do Comitê da Bacia Hidrogrão do Comitê da Bacia Hidrográáfica do Rio São Francisco fica do Rio São Francisco (CBHSF) e o MMA institui a Diretoria Provis
(CBHSF) e o MMA institui a Diretoria Provisóória do CBHSFria do CBHSF •
• 2002 2002 –– MobilizaMobilizaçção para a eleião para a eleiçção dos membros titulares e suplentes ão dos membros titulares e suplentes do CBHSF
do CBHSF
•
• 2003 2003 -- EleiEleiçção e posse da 1ão e posse da 1ªª Diretoria do CBHSFDiretoria do CBHSF •
• 20042004--2007 2007 -- PPA PPA –– Programa de RevitalizaPrograma de Revitalizaçção de Bacias Hidrogrão de Bacias Hidrográáficasficas •
BASE T
BASE TÉÉCNICACNICA
•
• 2003 2003 –– ElaboraElaboraçção do Diagnão do Diagnóóstico Analstico Analíítico da Bacia do São Francisco tico da Bacia do São Francisco e da sua Zona Costeira ( DAB)
e da sua Zona Costeira ( DAB)
•
• 2004 2004 –– Programa de APrograma de Açções Estratões Estratéégicas para o Gerenciamento gicas para o Gerenciamento Integrado da Bacia do São Francisco e da sua Zona Costeira
Integrado da Bacia do São Francisco e da sua Zona Costeira –– PAEPAE •
• 2005 2005 -- Plano DePlano Decenalcenal dede Recursos HRecursos Híídricos da Bacia Hidrogrdricos da Bacia Hidrográáfica do fica do São Francisco
São Francisco –– PBHSF.PBHSF. •
• 2006 2006 -- Plano de aPlano de açções Estratões Estratéégicas e Integradas para o gicas e Integradas para o Desenvolvimento do Turismo Sustent
Desenvolvimento do Turismo Sustentáável na Bacia do Rio São vel na Bacia do Rio São Francisco
Francisco
MARCO LEGAL MARCO LEGAL
•
• Lei no. 6.938/81 Lei no. 6.938/81 –– Dispõe sobre a PolDispõe sobre a Políítica Nacional do Meio Ambientetica Nacional do Meio Ambiente •
• Lei no. 9.433/97 Lei no. 9.433/97 –– Institui a PolInstitui a Políítica Nacional de Recursos Htica Nacional de Recursos Híídricosdricos •
• Lei no. 9.984/00 Lei no. 9.984/00 –– Lei de CriaLei de Criaçção da ANAão da ANA •
Alguns questionamentos
Alguns questionamentos
•
•
O que se entende por revitalizaO que se entende por revitalizaçção?ão?•
•
O que se pensa como desejO que se pensa como desejáável ?vel ?•
•
Como vem ocorrendo?Como vem ocorrendo?•
•
Que estratQue estratéégias deveremos usar?gias deveremos usar?•
•
Como e onde obter recursos? Como e onde obter recursos? (Que Programa de investimento)(Que Programa de investimento)
•
•
Quais as intervenQuais as intervençções prioritões prioritáárias ?rias ?•
Organizar os questionamentos
Organizar os questionamentos
por bloco
por bloco
-
-
Bloco 1:
Bloco 1:
•
•
O que se entende por revitalizaO que se entende por revitalizaçção?ão?•
•
Que estratQue estratéégias deveremos usar?gias deveremos usar?•
•
O que se pensa como desejO que se pensa como desejáável?vel?Para responder os questionamentos
Para responder os questionamentos
usamos o contido no Plano Decenal de
usamos o contido no Plano Decenal de
Recursos H
Recursos Híídricos da BHSF e nas dricos da BHSF e nas Delibera
Delibera
Deliberaçção CBHSF não CBHSF nºº03 de 03.10.03 03 de 03.10.03 -- Dispõe Dispõe sobre a elabora
sobre a elaboraçção do PRHBHSF ão do PRHBHSF -- Para o São Para o São Francisco a
Francisco a revitalizarevitalizaçção ambientalão ambiental da Bacia da Bacia éé entendida como a sua recupera
entendida como a sua recuperaçção ão hidroambientalhidroambiental..
•
•
Consiste em um conjunto de medidas e aConsiste em um conjunto de medidas e açções de ões de gestão, projetos, servigestão, projetos, serviçços e obras, constituindo os e obras, constituindo um projeto planejado, integrado e integral no um projeto planejado, integrado e integral no âmbito da Bacia.
âmbito da Bacia.
•
•
Visa a recuperaVisa a recuperaçção da qualidade e da quantidade de ão da qualidade e da quantidade de áágua, superficial e subterrânea, tendo em vista a gua, superficial e subterrânea, tendo em vista a garantia dos usos m
garantia dos usos múúltiplos e a preservaltiplos e a preservaçção e a ão e a recupera
recuperaçção da biodiversidade da bacia. ão da biodiversidade da bacia.
•
•
A ser desenvolvido e implementado pelos A ser desenvolvido e implementado pelos MunicMunicíípios, DF, Estados, União, Iniciativa Privada e pios, DF, Estados, União, Iniciativa Privada e Sociedade Civil Organizada.
•
•
O CBHSF como entidade focal da BaciaO CBHSF como entidade focal da Bacia para a para a coordenacoordenaçção das principais decisões que influem na ão das principais decisões que influem na gestão dos recursos h
gestão dos recursos híídricos e na implementadricos e na implementaçção dos ão dos Planos e Programas.
Planos e Programas.
•
•
O Pacto da O Pacto da ÁÁguagua -- DeliberaDeliberaçção CBHSF não CBHSF nºº10 de 30.06.04 10 de 30.06.04-- consubstanciado no Convênio de Gestão Integrada da consubstanciado no Convênio de Gestão Integrada da BHSF, como o instrumento garantidor da distribui
BHSF, como o instrumento garantidor da distribuiçção ão espacial dos recursos de forma adequada aos
espacial dos recursos de forma adequada aos
empreendimentos existentes e aos previstos nos
empreendimentos existentes e aos previstos nos
planejamentos setoriais considerados no Plano.
Bloco 2:
Bloco 2:
•
•
Quais as interven
Quais as interven
ç
ç
ões priorit
ões priorit
á
á
rias?
rias?
•
•
Que Programa de investimento?
Que Programa de investimento?
Os aspectos a seguir nortearam a sele
Os aspectos a seguir nortearam a seleçção de intervenão de intervençções ões priorit
prioritáárias:rias:
•
•
A complexidade e a heterogeneidade da Bacia, caracterizada A complexidade e a heterogeneidade da Bacia, caracterizada e a variedade de demandas estabelecida;e a variedade de demandas estabelecida;
•
•
Compatibilizar o atendimento das necessidades identificadas Compatibilizar o atendimento das necessidades identificadas com a disponibilidade de recursos, a capacidade de apliccom a disponibilidade de recursos, a capacidade de aplicáá--los los eficientemente;
eficientemente;
•
• VerificaVerificaçção das aão das açções previstas no Programa de Revitalizaões previstas no Programa de Revitalizaçção ão da Bacia do Rio São Francisco;
da Bacia do Rio São Francisco;
•
• O conjunto de aO conjunto de açções consideradas nos três nões consideradas nos três nííveis de governo veis de governo e os segmentos organizados da sociedade civil representados
e os segmentos organizados da sociedade civil representados
no CBHSF para a recupera
no CBHSF para a recuperaçção e a revitalizaão e a revitalizaçção ão hidroambientalhidroambiental da Bacia, bem como para a gestão integrada dos recursos
da Bacia, bem como para a gestão integrada dos recursos
h
OBS:
OBS: DeliberaDeliberaçção CBHSF não CBHSF nºº14 de 30.07.0414 de 30.07.04 -- Estabelece Estabelece o conjunto de interven
o conjunto de intervençções prioritões prioritááriasrias
•
•
As intervenAs intervençções selecionadas foram estruturadas em ões selecionadas foram estruturadas em quatro nquatro nííveis veis –– Componentes, aComponentes, açções, atividades e ões, atividades e interven
intervençções individualizadas ões individualizadas ––, com crescente grau de , com crescente grau de desagrega
desagregaçção, capazes de atender satisfatoriamente ão, capazes de atender satisfatoriamente ààs s necessidades do Plano.
necessidades do Plano.
•
•
Componente I Componente I –– ImplantaImplantaçção do Sistema Integrado de ão do Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos HGerenciamento de Recursos Híídricos (SIGRHI) e do Plano dricos (SIGRHI) e do Plano de Bacia.
de Bacia.
•
•
Componente II Componente II –– Uso SustentUso Sustentáável dos Recursos Hvel dos Recursos Híídricos, dricos, ProteProteçção e Recuperaão e Recuperaçção Hidroambiental da Bacia.ão Hidroambiental da Bacia.
•
•
Componente III Componente III –– ServiServiçços e Obras de Recursos Hos e Obras de Recursos Híídricos dricos e Uso da Terra da Baciae Uso da Terra da Bacia
•
•
Componente IV Componente IV –– Qualidade e Saneamento Ambiental da Qualidade e Saneamento Ambiental da Bacia.Bacia.
•
•
Componente V Componente V –– Sustentabilidade HSustentabilidade Híídrica do Semidrica do Semi--ÁÁrido rido da BaciaA
A
ç
ç
ões esperadas de revitaliza
ões esperadas de revitaliza
ç
ç
ão
ão
•
•
Programa Amplo de CapacitaPrograma Amplo de Capacitaçção e Educaão e Educaçção ão Ambiental;Ambiental;
•
•
Programa de ComunicaPrograma de Comunicaçção e Divulgaão e Divulgaçção;ão;•
•
Obras de Esgotamento SanitObras de Esgotamento Sanitáário;rio;•
•
Combate aos Processos erosivos (proteCombate aos Processos erosivos (proteçção de ão de encostas,encostas, desassoreamento, etcdesassoreamento, etc..);..);
•
•
Reflorestamento de Reflorestamento de ááreas degradadas (viveiro reas degradadas (viveiro de mudas);de mudas);
•
•
PreservaPreservaçção e recuperaão e recuperaçção da ão da ictiofaunaictiofauna e da e da biodiversidade;biodiversidade;
•
•
Obras diversas impactos de eventos extremos Obras diversas impactos de eventos extremos (capta(captaçção de enxurradas, abastecimento ão de enxurradas, abastecimento d
d´´ááguagua simplificados simplificados -- secas); secas);
•
•
ResResííduos sduos sóólidos (definilidos (definiçção de polão de polííticas, aterros ticas, aterros e consPROGRAMA DE INVESTIMENTOS PROGRAMA DE INVESTIMENTOS
ALOCA
ALOCAÇÇÃO DOS INVESTIMENTOS DO PBHSF, POR ÃO DOS INVESTIMENTOS DO PBHSF, POR COMPONENTE
COMPONENTE
(Delibera
(Deliberaçção CBHSF não CBHSF nºº 15 de 30.07.04)15 de 30.07.04)
1,8% 57,4% 26,7% 8,9% 2,5% 2,7% Componente I - Implementação do sistema Integrado de Gerenciamenteo de Recursos Hidricos da Bacia
(SIGRHI)
Componente II - Uso Sustentável dos Reecursos Hídricos e Recuperação Ambiental da Bacia
Componente III - Serviços e Obras de Recursos Hídricos e Uso da Terra
Componente IV - Serviços e Obras de Saneamento ambiental da Bacia, exceto no Semi-árido
Compnente V - Serviço e Obras de Saneamento Ambiental no Semi-árido
Componente VI - Sustentabilidade Hidrica do Semi-árido
X
X
da
da
Questão
Questão
Como
Como
vem ocorrendo?
vem ocorrendo?
•
•
AnAnááliselise crcríítica,tica, dentro de uma proposta de reflexão dentro de uma proposta de reflexão (baseado na premissa que as interven(baseado na premissa que as intervençções ões deveriamdeveriam sese constituir num projeto integrado e integral no âmbito
constituir num projeto integrado e integral no âmbito BSF)BSF)
•
•
CorreCorreçção de rumosão de rumos para minimizar para minimizar os desviosos desvios com relacom relaçção ão ao desejadoX
X
O Programa de Revitaliza
O Programa de Revitalizaçção do Rio São Francisco nasceu do ão do Rio São Francisco nasceu do
anseio do CBHSF
anseio do CBHSF em melhorar as condiem melhorar as condiçções ambientais, ões ambientais, hidrol
hidrolóógicas da BHSF e de melhoria de qualidade de vida para gicas da BHSF e de melhoria de qualidade de vida para a popula
An
An
á
á
lise cr
lise cr
í
í
tica
tica
Comitê Gestor não se reuniu com o CBHSF
Comitê Gestor não se reuniu com o CBHSF
–
– O Governo Federal, para fazer face a O Governo Federal, para fazer face a
demandas do CBHSF, definidas no Plano Decenal
demandas do CBHSF, definidas no Plano Decenal
de Recursos H
de Recursos Híídricos, criou o Comitê Gestor do dricos, criou o Comitê Gestor do Programa de Revitaliza
Programa de Revitalizaçção, formado por ão, formado por minist
ministéérios de rios de ááreas afins, reas afins, óórgãos gestores do rgãos gestores do governo federal e dos estados integrantes da
governo federal e dos estados integrantes da
bacia, e do CBHSF. O Comitê Gestor, apesar de
bacia, e do CBHSF. O Comitê Gestor, apesar de
ser composto por diversos minist
ser composto por diversos ministéérios e rios e óórgãos rgãos gestores, sob a coordena
gestores, sob a coordenaçção do MMA, não ão do MMA, não conseguiu aglutinar e desenvolver de forma
conseguiu aglutinar e desenvolver de forma
integrada, as a
integrada, as açções previstas, sendo executadas ões previstas, sendo executadas a
açções pontuais de acordo com a dinâmica de ões pontuais de acordo com a dinâmica de cada
An
An
á
á
lise cr
lise cr
í
í
tica
tica
Ru
Ruíído da Transposido da Transposiççãoão -- Com o renascer da Com o renascer da polêmica sobre a Transposi
polêmica sobre a Transposiçção, a Revitalizaão, a Revitalizaçção ganha ão ganha for
forçça como tema de debate, mas a como tema de debate, mas éé, por aquela, , por aquela, contaminada. Essa circunstância
contaminada. Essa circunstância transformou o transformou o Programa da Revitaliza
Programa da Revitalizaçção em contraponto da ão em contraponto da Transposi
Transposiçção,ão, o que resultou em dificuldades de o que resultou em dificuldades de ordem pol
ordem políítica para sua necesstica para sua necessáária transformaria transformaçção em ão em recursos suficientes e a
recursos suficientes e açções consistentes e coerentes, ões consistentes e coerentes, à
à altura dos grandes desafios que representa. Em altura dos grandes desafios que representa. Em resumo,
resumo, a Revitalizaa Revitalizaçção terminou por se ão terminou por se converter
converter ““moeda de trocamoeda de troca”” da Transposida Transposiççãoão. . Mesmo totalmente exclu
Mesmo totalmente excluíído do Programa da do do Programa da Revitaliza
Revitalizaçção, o CBHSF continuou a cobrar a ão, o CBHSF continuou a cobrar a viabiliza
viabilizaçção do Conselho Gestor do Programa e ão do Conselho Gestor do Programa e pugnar por sua completa desvincula
pugnar por sua completa desvinculaçção da polêmica ão da polêmica relativa
relativa àà TransposiTransposiçção, solicitando uma clara ão, solicitando uma clara separa
separaçção da agenda do conflito em relaão da agenda do conflito em relaçção ão àà agenda agenda propositiva
An
An
á
á
lise Cr
lise Cr
í
í
tica
tica
A
Açções do MMA sem focoões do MMA sem foco -- Ao agir Ao agir
unilateralmente, os encarregados do Programa
unilateralmente, os encarregados do Programa
da Revitaliza
da Revitalizaçção, no MMA, iniciaram, de ão, no MMA, iniciaram, de alguma
alguma formaforma a articulaa articulaçção do Programa. ão do Programa. Estimularam no primeiro ano, a apresenta
Estimularam no primeiro ano, a apresentaçção ão de projetos por Ong
de projetos por Ong’’s, s, GovernosGovernos, , InstituiInstituiççõesões etc., O resultado foi desastroso e
etc., O resultado foi desastroso e
decepcionante para as centenas de pessoas e
decepcionante para as centenas de pessoas e
entidades que acreditaram na possibilidade de
entidades que acreditaram na possibilidade de
contribuir com o processo. E não poderia ser
contribuir com o processo. E não poderia ser
de forma diferente porque, sem crit
de forma diferente porque, sem critéérios prrios préé- -estabelecidos, a qualidade dos projetos era
estabelecidos, a qualidade dos projetos era
majoritariamente insatisfat
An
An
á
á
lise Cr
lise Cr
í
í
tica
tica
A
Açções do MMA sem focoões do MMA sem foco (continua(continuaçção...)ão...) O
O nnúúcleo da Revitalizacleo da Revitalizaçção em verdade criou uma ão em verdade criou uma parafern
parafernáália de Colmlia de Colmééias, NAPias, NAP’’s, Fs, Fóóruns runs Intermunicipais, Festivais e Semin
Intermunicipais, Festivais e Semináários totalmente rios totalmente descolados da realidade dos recursos federais
descolados da realidade dos recursos federais
dispon
disponííveis, das prioridades estabelecidas, das veis, das prioridades estabelecidas, das aspira
aspiraçções das populaões das populaçções da bacia e suas entidades ões da bacia e suas entidades representativas. Paralelamente a essa primeira
representativas. Paralelamente a essa primeira
investida, o mesmo n
investida, o mesmo núúcleo encarregado pela cleo encarregado pela Revitaliza
Revitalizaçção no MMA promoveu a criaão no MMA promoveu a criaçção de uma ão de uma rede de articula
rede de articulaçções para tocar o Programa ões para tocar o Programa
localmente. Nova atitude equivocada, uma vez que,
localmente. Nova atitude equivocada, uma vez que,
ao inv
ao invéés de permitir a capilaridade do programa, essa s de permitir a capilaridade do programa, essa rede aumentou ainda mais o descr
rede aumentou ainda mais o descréédito do Programa dito do Programa e, de quebra, constituiu
e, de quebra, constituiu--se numa lamentse numa lamentáável vel competi
competiçção com o CBHSF, ão com o CBHSF, óórgão essencialmente rgão essencialmente indicado para fazer essa articula
An
An
á
á
lise cr
lise cr
í
í
tica
tica
Recursos
Recursos desconectadosdesconectados -- O Pacto das O Pacto das ááguas guas -
-consubstanciado no Convênio de Gestão Integrada da
consubstanciado no Convênio de Gestão Integrada da
BHSF não aconteceu
BHSF não aconteceu -- Em princEm princíípio as apio as açções do ões do Governo Federal, a julgar pelo objeto dessas a
Governo Federal, a julgar pelo objeto dessas açções, ões, deveriam ser lideradas pelo MMA tendo em vista a
deveriam ser lideradas pelo MMA tendo em vista a
natureza das a
natureza das açções decorrentes da Revitalizaões decorrentes da Revitalizaçção ão como sinônimo, sobretudo, de recupera
como sinônimo, sobretudo, de recuperaçção são sóócio e cio e hidroambiental
hidroambiental da bacia. Porda bacia. Poréém coube ao MI a m coube ao MI a hegemonia das a
hegemonia das açções e dos recursos da ões e dos recursos da Revitaliza
Revitalizaçção. Ao MMA, a quem coube nos anos ão. Ao MMA, a quem coube nos anos subseq
subseqüüentes a menor parte dos recursos entes a menor parte dos recursos –– cerca de cerca de 20% do que competia ao MI
20% do que competia ao MI –– tentou de alguma tentou de alguma forma formatar a articula
forma formatar a articulaçção do Programa da ão do Programa da Revitaliza
Revitalizaçção como um programa transversal. Porão como um programa transversal. Poréém, m, ao fazê
ao fazê--lo, praticamente descartou a colaboralo, praticamente descartou a colaboraçção ão efetiva do CBHSF na concep
An
An
á
á
lise cr
lise cr
í
í
tica
tica
Investimento em saneamento
Investimento em saneamento –– O MI O MI continua tocando o Programa como um
continua tocando o Programa como um
programa essencialmente voltado para
programa essencialmente voltado para saneamento b
saneamento báásico, asico, açção sem dão sem dúúvida vida de Revitaliza
de Revitalizaççãoão, mas longe de constituir , mas longe de constituir a
a úúnica nesse contexto. Mais uma vez, nica nesse contexto. Mais uma vez, agindo unilateralmente o MI deixa de
agindo unilateralmente o MI deixa de
considerar crit
considerar critéérios e os recursos que rios e os recursos que garantam a sustentabilidade desses
garantam a sustentabilidade desses
sistemas, o
sistemas, o negnegóóciocio hoje hoje éé obra,obra, para para alcan
Corre
Corre
ç
ç
ão de rumos
ão de rumos
2007/2008
2007/2008
•
•
DeliberaDeliberaçção não nºº35 do CBHSF de 12.12.07: 35 do CBHSF de 12.12.07: Dispõe sobre medidas a seremDispõe sobre medidas a serem
implementadas pelo CBHSF em
implementadas pelo CBHSF em relarelaççãoão ao ao
Programa de Revitaliza
Programa de Revitalizaççãoão e de dáá outras outras providências
providências –– revisão do Plano e Articularevisão do Plano e Articulaçção ão com a ANA, MMA, MI, MDC, Estados e
com a ANA, MMA, MI, MDC, Estados e
Munic
Municíípios, realizapios, realizaçção de um evento.ão de um evento.
•
•
Retomada para O Pacto das Retomada para O Pacto das ÁÁguasguas - -DeliberaDeliberaçção CBHSF não CBHSF nºº10 de 30.06.04 10 de 30.06.04 - -consubstanciado no Convênio de Gestão
consubstanciado no Convênio de Gestão
Integrada da BHSF
Integrada da BHSF
•
•
O CBHSF como entidade focal da BaciaO CBHSF como entidade focal da Baciapara a coordena
para a coordenaçção das principais decisões ão das principais decisões que influem na gestão dos recursos h
que influem na gestão dos recursos híídricos e dricos e na implementa
Corre
Corre
ç
ç
ão de rumos
ão de rumos
•
•
Visibilidade das aVisibilidade das açções de ões de revitalizarevitalizaççãoão dentro de um dentro de um úúnico nico portal do Governo Federal
portal do Governo Federal
(transparência).
(transparência).
•
•
ViabilizaViabilizaçção do Conselho Gestor ão do Conselho Gestor do Programa de Revitalizado Programa de Revitalizaçção ão àà separa
separaçção da agenda do conflito ão da agenda do conflito Transposi
Transposiçção, em relaão, em relaçção ão àà agenda agenda propositiva da Revitaliza
Corre
Corre
ç
ç
ão de
ão de
rumos
rumos
•
•
Garantia de sustentabilidade dos Garantia de sustentabilidade dos sistemas de saneamento bsistemas de saneamento báásicosico - -principalmente quanto a sua opera
principalmente quanto a sua operaçção e ão e manuten
manutençção face, a fragilidade ão face, a fragilidade institucional e t
institucional e téécnica que são verificadas cnica que são verificadas nas Concession
nas Concessionáárias estaduais e nos rias estaduais e nos Sistemas municipais autônomos
Sistemas municipais autônomos -
-geralmente autarquias municipais (salvo
geralmente autarquias municipais (salvo
algumas exce
algumas exceçções), que se não bem ões), que se não bem
operados poderão ocasionar um impacto
operados poderão ocasionar um impacto
maior ao meio
maior ao meio ambiente.ambiente.
1.
1.
GarantiaGarantia de recursos para uma prde recursos para uma préé- -operaoperaçção desses sistemas por um perão desses sistemas por um perííodo odo transi
transiçção (visando capacitar os ão (visando capacitar os operadores, testar e ajustar os
Corre
Corre
ç
ç
ão de
ão de
rumos
rumos
2.
2.
QueQue se contemple um amplo trabalho de mobilizase contemple um amplo trabalho de mobilizaçção, de ão, de educaeducaçção ambiental, de levantamento de indicadores de ão ambiental, de levantamento de indicadores de sa
saúúde e sociais, de participade e sociais, de participaçção social, alão social, aléém de garantir m de garantir que os custos com as liga
que os custos com as ligaçções ões intraintra––domiciliaresdomiciliares, estejam , estejam previstos nos or
previstos nos orççamentos das obras, para que a populaamentos das obras, para que a populaçção ão (geralmente com baixa capacidade de pagamento) possa
(geralmente com baixa capacidade de pagamento) possa
ter suas residências ligadas a essas redes de
ter suas residências ligadas a essas redes de saneamento.saneamento.
3.
3.
MonitoramentoMonitoramento da eficiência dos sistemas e avaliada eficiência dos sistemas e avaliaçção da ão da qualidade dasqualidade das ááguas e efluentes, que seja visto a guas e efluentes, que seja visto a possibilidade de financiamento de laborat
possibilidade de financiamento de laboratóórios regionais rios regionais de an
de anáálises flises fíísicosico--ququíímicas e bacteriolmicas e bacteriolóógicas, que atenda gicas, que atenda os sistemas coletivos de abastecimento de
os sistemas coletivos de abastecimento de áágua e demais gua e demais sistemas de esgotamento sanit