Guia de trabalho
do Consultor KWS
Impulsiona
O teu potencial
CADERNO DA CAMPANHA 2021
Somos KWS
Maciel Fernandes 913 900 443
Santiago Jose Felizia
Country Manager Espanha e Portugal. Eduardo Coelho 916 162 332
Zona Norte, Centro, Sul e Açores.
Administração e logística. +34 983 33 49 16 [email protected] Joaquín Kaspar Agroservicio Milho. 648 00 31 71 [email protected]
Impulsiona
O teu potencial
Temos programas de melhoramento de milho específico para silo.
Selecionamos não apenas para o rendimento de grãos, mas
também para outras características importantes para alimentação animal (carne e leite), assim como a digestibilidade da fibra, o tipo de grão, conteúdo de lenhina e stay green.
Nós temos especialistas nessa matéria, não apenas em Espanha e Portugal, como em todo o mundo e, dessa forma, a nossa equipa técnica comercial é altamente capacitada para aconselhar os agricultores e contribuir desta forma para obter os melhores resultados na produção de leite e de carne. Resultado de todo esse trabalho:
*AMIS Kleffmann 2019.
Especialistas
em silagem
Somos a empresa número 1
em vendas de milho silagem
na Europa *.
Devido ao investimento de 18,5% da receita da empresa em
melhoramento genético hoje estamos entre as 4 empresas mais importantes de sementes com presença global *
Atividades de pesquisa e Desenvolvimento (P&D) na Espanha.
Todos os nossos programas criados ao redor do mundo como também atividades de P&D em Espanha
persegue um claro objetivo : oferecer a melhor combinação de genética e de agronomia para maximizar a produção de grão e silagem.
Participamos nos principais Mercados da Europa, América e Ásia.
KWS.
Nós melhoramos
genética para
o seu campo
*AgbioInvestor, outubro de 2018, excluindo o negócio de hortaliças, flores e atividades de pastoreio.
Estações de melhoramento genético Ensaios para testes experimentais
Trabalhamos no melhoramento
genético de milho desde 1955.
Objetivos do programa:
■ Potenciar o desenvolvimento dos distribuidores.
■ Aprofundar e profissionalizar a metodologia de trabalho. ■ Aumentar o nível técnico / comercial.
■ Consolidar uma filosofia de trabalho comum. ■ Trocar informações, experiências e boas práticas. ■ Promover o espírito de equipa.
■ Otimizar os recursos fornecidos aos agricultores e melho-rar o serviço de qualidade.
■ Aumentar a carteira de clientes e a fidelização dos atuais.
Guia de
Atividades
do consultor
KWS
CRM
C
R
M
Customer
Relationship
Management
Sabemos que o sucesso de um lote de milho depende em parte do híbrido, mas muito mais do uso e do maneio. Um trabalho fundamental para alcançar a satisfação de cada produtor é acompanhar o desenvolvimento da cultura, desde a planificação até à colheita, com base no profundo conhecimento dos materiais (resultado da experiència e do trabalho de campo), além do conhecimento do meio ambiente e das necessidades de cada agricultor. É muito importante estar presente em todas as etapas da cultura e comprometidos com o resultado do agricultor. A chave é ADICIONARVALOR em cada visita, saber ao que
vamos, o que temos de observar / verificar e transmitir essa informação ao produtor.
Serviço técnico
para o Campo
Técnico
Serviço
Vantagens de usar CRM
■ Gestão eficiente dos contactos ■ Informações da organização ■ Compartilhar informação ■ Melhoria de processos internos ■ Análise de dados históricos■ Criação de informação de confiança ■ Criação de procedimentos de trabalho ■ Automatização de procedimentos
Desafios
Objetivos em realizar um Desafio ■ Acesso ao campo do produtor. ■ Mostrar a nossa proposta de valor:
híbridos específicos + serviço diferen-ciado.
■ Construir um relacionamento com o produtor através de de visitas. ■ Ter motivos para visitá-lo durante o
processo de cultivo.
■ Transformar esse cliente potencial num cliente no próximo ano. Eleição dos híbridos
■ A eleição do/s material/ais será ba-seada no conhecimento dos nossos híbridos e da resposta dos mesmos nessa região. É chave conhecer as expectativas do produtor, suas prefe-rências e maneio para poder selecio-nar junto do Delegado e Agroservice a melhor proposta para este potencial cliente.
Localização
■ O posicionamento do(s) híbrido(s) para o Desafio deve equiparar-se aos híbridos que semeia o produtor, num terreno que seja homogéneo e repre-sentativo (não coloacar em partes do terreno de menor produtividade). Para isso, é essencial estar presente no momento da sementeira.
Sementeira
■ Densidade: certifique-se de que a densidade da sementeira do nosso híbrido seja a recomendada. É um passo fundamental para o sucesso
dos nossos híbridos e geralemnte as densidades ótimas para os nossos materiais, podem diferir de os da concorrência.
■ Identificação: durante a sementeira e de maneira perpendicular às linhas, deve-se colocar uma estaca na primeira linha do híbrido do desafio e outra na última linha para marcar o ensaio.
■ Acompanhamento. Devemos realizar visitas técnicas durante os momentos chave da cultura:
Sementeira Vegetativo Reprodutivo Colheita
■ Devemo-nos concentrar em acompa-nhar o produtor ao terreno para que ele possa perceber a nossa proposta de valor e construir uma relação. Se não for possível efetuar a visita, esta-belecer contacto de outro modo. Colheita e envio de resultados Todos os desafios devem ser colhidos e os resultados enviados para a KWS, através do Delegado, para consolidar todas as informações sobre a zona. Proposta comercial
Cada desafio deve ter uma proposta co-mercial para a nova campanha, durante ou após a colheita. É a melhor oportu-nidade para fechar um compromisso de compra, ainda mais se os resultados forem favoráveis. Recordo que é alta-mente improvável que o produtor faça uma compra sem nós a motivarmos. Um Desafio é a PRINCIPAL FERRAMENTA para transformar um cliente potencial sem intenção de compra em cliente. Se se semeia 1 ou 2 híbridos (1 ou 2 sacos bonificados pela KWS) especialmente selecionados para esta situação (ambiente, desti-no, produtor, etc.) ao par dos outros híbridos que o produtor irá utilizar.
Ensaios
Os Ensaios de Bandas são a base para reuniões de campo, fonte de informação local e imagem de marca.
Ensaios de Bandas e Dias de Campo
A localização
A localização dos Ensaios de Bandas e de outros campos demonstrativos, resultará dos planos estratégicos zonais. Os ensaios deverão localizar-se numa estrada ou caminho estratégico importante para os nossos objetivos. A sementeira
A semente e o material necessário serão enviados pelo Agroservice.
É recomendável selecionar a área mais homogénea do terreno, tendo em conta que o semeador seja limpo no momento de sementeira de cada material.
Durante asementeira, e de maneira pendicular às linhas, deve ser colocada uma estaca na primeira linha do primeiro híbrido do ensaio e outra na última linha do último híbrido semeado. No estádio
de V6, e utilizando as estacas de guia, deve-se marcar o enquadramento do ensaio.
O seguimento
No momento de colher os ensaios, ter em conta os seguintes aspetos:
■ Verificar a lista da sementeira. ■ Confirmar o correto
posicionamentos dos híbridos. ■ Avaliar o posicionamento e
o estado do ensaio.
■ Medir a qualidade da sementeira e dos tratamentos realizados. ■ Gerar, junto ao delegado e de
acordo com o desenvolvimento do teste, as informações gerais e técnicas a comunicar.
A apresentação Materiais disponíveis:
■Cartazes
■Banner de grão e de silo (usar conforme apropriado)
■Folheto para convites via redes sociais, como whatsapp, mailing, etc.
■Folhetos ■Bonés ■Cadernos ■Elementos MKT ■ Outros A montagem
Partindo de um terreno que deve ser correta-mente assinalado e apresentando uma circula-ção de acordo com os diferentes tratamentos a mostrar, devem realizar-se as seguintes ações:
■ Fornecer um espaço e designar um local onde será o estacionamento. No caso de se realizar nas proximidades de uma estrada, ter o cuidado de não interromper a circula-ção ou gerar qualquer tipo de perigo. ■ Pensar num ponto para receber os
convida-dos.
■ Nas linhas centrais de cada variedade em ensaio, cortar os caules mesmo acima da inserção da espiga. Se as espigas se encon-trarem em fim de ciclo, desfolhá-las.
■ Colocar o cartaz centrado com o nome correspondente do híbrido. Para isso, deve-se colocar o autocolante com as letras de tamanho 33x11,5 cm e tipografia correspon-dente (helvética neue negrito).
■ Ensaiar pelo menos 1 vez a totalidade do percurso, coordenando os tempos e as res-ponsabilidades entre a equipa presente. Durante o evento
■Dependendo do local designado para esta-cionar, alertar e recordar os participantes das condições de segurança.
■ Entregar materiais para a reunião (boné, catálogos, caderno, cane-ta, etc.) e preencher os dados dos participantes no evento.
■ No caso de ocorrer algo excecio-nal (chuva momentânea, etc), não atrasar o início da reunião por mais de 30 minutos da hora definida no convite
■ No início da sessão, explicar os objetivos/motivos da convocatória. Por exemplo:
Apresentar o portfólio da KWS numa área destinada para o efeito; Apresentar um novo híbrido numa
área reservada ao efeito;
Visita de ensaios de interesse para a zona.
■ Explicar os tratamentos no ambito de uma abordagem de aproximação regional e enquadrada na Proposta KWS.
■ Encerrar a reunião recordando o objetivo e os pontos destacados. ■ Após o termo da reunião, podem
ficar no terreno os cartazes que indi-cam o nome dos híbridos. O terreno deve ser limpo, retirando todos os materiais colocados, bem como os gerados pelo evento (sacos, resí-duos, etc).
Comunicação do evento
Antes do evento: Convocatória
Para efetuar o convite digital, deve ser enviado uma semana antes:
O local ou ponto de encontro. Os horários de início e término. A agenda e a temática a apresentar. O telefone de contato.
Pós-evento: Amplificação
Em função do interesse de multiplicar o alcance de um determinado evento, poderão realizar-se as seguintes ações:
■ Baixo orçamento / impacto bom: Publicação do evento em Redes Sociais. Por exemplo:
Foto do ensaio com texto a expli-car o objetivo e os resultados; Vídeo de referência.
Vídeo RTC / AGS.
Vídeos com os agricultores parti-cipantes.
Contacto via mailing / Whatsapp da ação aos convidades que não compareceram.
■ Médio orçamento / alto impacto: Cobertura da comunicação social
local /regional.
Promoção em Redes Sociais. Contacto via mailing / whatsapp
da lista de agricultores de cadas-tro zonal.
INITIO
KWS Seed
Technologies
A combinação de INITIO é o que faz a diferença.
A combinação de INITIO
Zinco e manganês:
Inseticida: Ácidos húmicos:
■ Melhora a formação da parede celular, a estabilização de membranas celulares, as defesas contra patógênicos e aumenta a capacidade de resistir ao stress nos estádios iniciais de desenvolvimento.
■ Estimula o crescimento e desenvolvimento das raízes.
■ Muito bom controlo do alfinete.
■ Impacto positivo no rendimento na saúde das plantas e no seu rendimento final.
■ Sistemas de raiz mais profundos e desenvolvidos: melhora o crescimento e desenvolvimento das raízes (primárias e secundárias).
■ Aumenta a absorção de nutrientes pela raíz.
INITIO INSECT+
Repelência para pássaros:
■ Efeito repelente.
■ Repele a maioria das aves devido ao sabor e cheiro desagradaveis ao olfato.
Após 16 dias, da data de sementeira,
INITIO tem 18% mais de acumulação de
matéria seca que no tratamento standard.
TEST STANDARD
Melhor desenvolvimento radicular.
Condições de baixas temperaturas.
Plantas mais robustas e frondosas.
Repelência de pássaros.
Proteção contra insetos.
100% 118%
Ensaios KWS sementeira de primavera a 12° C.
INITIO INITIO INITIO INITIO INSECT+ INITIO BIRD PROTECT
Faça uso da proteção de plantas de maneira segura. Leia sempre a etiqueta e informações do produto antes de usar.
V6 V7 V8 V9 V10 VT Ve V1 V2 V3 V4 V5 R1 R2 R3 R4 R5 R6 6º hoja desarrollada 7º hoja desarrollada 8º hoja desarrollada 9º hoja desarrollada 10º hoja desarrollada Panojamiento Emergencia 1º hoja desarrollada 2º hoja desarrollada 3º hoja desarrollada 4º hoja desarrollada 5º hoja desarrollada Emergencia de estigma Cuaje (ampolla) Grano lechoso Grano pastoso Grano dentado
NOTA: Se considera una hoja desarrollada cuando se observa completamente el collar (Esquema 1). Extraído del
libro “Ecofisiología del cultivo de maíz” de F. Andrade et al., 1996: 17-18.
Estados fenológicos de maíz
V
V Estados vegetatitvos Estados vegetatitvos R Estados reproductivos
Esquema 1
Recordar que la primer hoja tiene punta redondeada.
Prestar atención a la pérdida de hojas.
Nº potencial de grãos
Ápice vegetativo Ápice reprodutivo
Nº de fileiras
Nº potencial de grãos
Ápice reproductivo
Nº final de grãos
Peso final de grãos
Limbo da folha
Baínha da folha
Colar da folha
N de celulas endospermáticas
Como pode um consultor KWS agregar
valor em cada etapa da cultura?
5. Preenchimento do grão 1. Pré-sementeira
- Definição do terreno. - Definição da densidade
recomendada.
- Definição do tipo de solo. - Observação da humidade,
ervas daninhas e pragas.
2. Sementeira - Regulação do semeador (solo, densidade, profundidade e fertilidade). - Pragas de solo. - Anotação de dados: fertilização, condições de sementeira, pragas e ervas daninhas. 3. Vegetativa - Medição da densidade e uniformidade conseguida. - Pragas. - Ervas daninhas. - Anotação de dados: condições de nascimento, ervas daninhas, pragas.
4. Floração
- Observação da nutrição e estado geral da cultura. - Anotação de dados: chuvas,
ervas daninhas, nutrição.
6. Colheita
- Medição de rendimento. - Qualidade do grão e humidade. - Envio de resultados.
- Anotação de dados: nível de satisfação.
- Observação de doenças foleares, de espiga, caule. - Observação de pragas. - Estimativa de rendimento. - Qualidade do grão. V6 V7 V8 V9 V10 VT Ve V1 V2 V3 V4 V5 R1 R2 R3 R4 R5 R6 6º hoja desarrollada 7º hoja desarrollada 8º hoja desarrollada 9º hoja desarrollada 10º hoja desarrollada Panojamiento Emergencia 1º hoja desarrollada 2º hoja desarrollada 3º hoja desarrollada 4º hoja desarrollada 5º hoja desarrollada Emergencia de estigma Cuaje (ampolla) Grano lechoso Grano pastoso Grano dentado
NOTA: Se considera una hoja desarrollada cuando se observa completamente el collar (Esquema 1). Extraído del
libro “Ecofisiología del cultivo de maíz” de F. Andrade et al., 1996: 17-18.
Estados fenológicos de maíz
V
V Estados vegetatitvos Estados vegetatitvos R Estados reproductivos
Esquema 1
Recordar que la primer hoja tiene punta redondeada.
Prestar atención a la pérdida de hojas.
Nº potencial de grãos
Ápice vegetativo Ápice reprodutivo
Nº de fileiras
Nº potencial de grãos
Ápice reproductivo
Nº final de grãos
Peso final de grãos
Limbo da folha
Baínha da folha
Colar da folha
o
Práticas de campo para
analisar o Silo do Milho
O correto processamento (partido) dos grãos de milho durante o processo de silagem é a chave para disponibilizar o amido contido no interior dos grãos, para que possa ser melhor aproveitado pelas vacas para a produção de leite e / ou de carne.
Ter em conta que na maioria das análises em laboratório, isto não se deteta porque a amostra é processada previamente, antes de ser analisada. Para conseguir isso, a calibração correta do cracker é um ponto chave, para assegurar que os grãos sejam devidamente partidos.
Passos práticos para análise em campo:
■ Obtenha 3 amostras por hora de silagem num vaso de 1 litro.
■Contar a quantidade de grãos inteiros (ou partidos em menos de 3 partes) que estão em cada amostra:
■Menos de 2 grão inteiros: (check verde).
■2 grãos inteiros: (check verde).
■ Mais de 2 grãos inteiros: (cruz vermelha) – ajustar o cracker.
■Em caso de máquinas de ensilar sem cracker, o limite é de 5 grãos inteiros por litro. No caso de observar mais, reduzir o tamanho da silagem até atingirmos valores toleráveis (max. 5 grãos inteiros).
É importante que a colheita das amostras nos silos seja representativa. Tirar uma amostra por hibrido, identificando os rendimentos em campo se exisitir heterogeneidade dentro da parcela e entre estas.
Para que a amostra seja representativa, de diferentes setores, deve tirar-se um grande número de sub-amostras, sendo de seguida misturadas, de modo a constituir uma amostra geral a analisar.
Passos
■Numa silagem estabilizada, obter uma amostra da frente do silo e da parte superior do mesmo.
■O número de sub-amostras a serem retiradas de cada um dos silos deve ser entre 8 a 13 (orifícios) dependendo do tamanho do silo.
■ As sub-amostras devem ser tiradas a partir de 25 cm de profundidade. Amostras tiradas a menor profundidade poderiam não representar a qualidade nutricional do silo pelo facto que a esta profundidade há maior probabilidade de haver uma baixa na qualidade de fermentação ou uma humidade diferente do resto do material armazenado.
■ Retirar uma sub-amostra de cada orifício com cuidado, de forma a não separar grãos ou fibras.
■ Ter em consideração que a amostra geral deve pesar no minimo 500 gr.
■Coloque as sub-amostras num recipiente grande e misture bem para homogeneizar e obter uma amostra geral.
■Armazenar a amostra geral num saco de plástico.
■Certifique-se de que a amostra de silagem geral está corretamente armazenada e fechada, retirando todo o ar possivel, para o seu envio ao laboratório e sua posterior análise em NIR poliSPEC.
■Se a análise da amostra não se realizar passadas 48 horas, congelar a mesma e no dia anterior ao envio ao laboratório,descongelar a temperatura ambiente e à sombra.
■Não expor as amostras ao sol.
Análise de processamento
do grão
Passos para obter uma amostra
de silo
EXPECIALIST AS EM SILAGEM Check menor ou igual a 3 maior a 4 = = = 1L X 4. FloraçãoGuía de boas
práticas
Para o cultivo de milho BT
A melhor forma de assegurar que o milho Bt continues sendo efetivo frente ás lagartas, durante o maior tempo possível é realizando uma boa prevenção das resintências. Se se repete o cultivo do milho Bt, as escassas lagartas sobrevivem e transmitirão resistência ás futuras gerações. Por esta razão, os investigadores consideram que a melhor forma de evitar que apareçam populações de lagartas resistentes ao milho Bt é semear junto deste, zonas de milho convencional denominadas “refúgio”.
Assim, as borboletas procedentes de uma pequena proporção de lagartas resistêntes que sobrevivam no campo com milho Bt tenderão a acasalar com aquelas da zona de milho convencional. As suas descendentes continuarão sendo sensiveis e, portanto, controlados com futuras sementeiras de milho Bt.
Plano de prevenção da resistência de pragas (PreP) em milho Bt.
A que acompanha a cultura de milho de Bt não revelou mudanças que indiciem o aparecimento de resistência. Apelamos para continuar a cumprir a obrigação de semear abrigos e ficar vigilantes á sua cultura de milho Bt. Em caso de detectar danos maiores que os esperados, contacte emediatamente a empresa de sementes responsável.
*antes da sementeira comprove a normativa aplicável.
O milho BT é um milho que foi modificado genéticamente para o proteger contra os insetos, praga conhecida como broca e lagarta do cartucho (Ostrinia nubilalis e Sesamia nonagrioides), graças a uma proteína procedente de uma bacteria natural do solo, chamada Bacillus thuringiensis (BT).
As modificações genéticas que incluem os híbridos de milho inscritos no Registo de variedades do nosso país estão aprovadas para seu cultivo e consumo (tanto humano como em rações animais) na União Europeia desde 1998. E em zonas com ataques de lagartas, verifica-se um aumento da eficiência produtiva, com menor uso de inseticidas agricolas e menor impacto meio-ambiental.
Refugio semeado com milho convencional nos cabeceiros ou esquinas do pivot.
Refúgio semeando milho convencional numa zona que sirva de isolamento à parcela de milho Bt.
Milho convencional Milho Bt
=Lagartas resistêntes a Bt =Lagartas sensiveis a Bt O objetivo de um refúgio é manter
insetos sensiveis em populações de lagartas
Compo com raíz Bt Refugio
(campo com milho convencional)
Milho Bt Milho Bt Milho Bt Milho Convencional Milho Ecológico Luzerna Maíz Convencional
Tabela para determinar a densidade de sementeira Distância entre plantas 0,5 0,55 0,6 0,65 0,7 0,75 0,8 Distância entre plantas 0,5 0,55 0,6 0,65 0,7 0,75 7 285.714 259.740 238.095 219.780 204.082 190.476 178.571 19,5 102.564 93.240 85.470 78.895 73.260 68.376 7,5 266.667 242.424 222.222 205.128 190.476 177.778 166.667 20 100.000 90.909 83.333 76.923 71.429 66.667 8 250.000 227.273 208.333 192.308 178.571 166.667 156.250 20,5 97.561 88.692 81.301 75.047 69.686 65.041 8,5 235.294 213.904 196.078 180.995 168.067 156.863 147.059 21 95.238 86.580 79.365 73.260 68.027 63.492 9 222.222 202.020 185.185 170.940 158.730 148.148 138.889 21,5 93.023 84.567 77.519 71.556 66.445 62.016 9,5 210.526 191.388 175.439 161.943 150.376 140.351 131.579 22 90.909 82.645 75.758 69.930 64.935 60.606 10 200.000 181.818 166.667 153.846 142.857 133.333 125.000 22,5 88.889 80.808 74.074 68.376 63.492 59.259 10,5 190.476 173.160 158.730 146.520 136.054 126.984 119.048 23 86.957 79.051 72.464 66.890 62.112 57.971 11 181.818 165.289 151.515 139.860 129.870 121.212 113.636 23,5 85.106 77.369 70.922 65.466 60.790 56.738 11,5 173.913 158.103 144.928 133.779 124.224 115.942 108.696 24 83.333 75.758 69.444 64.103 59.524 55.556 12 166.667 151.515 138.889 128.205 119.048 111.111 104.167 24,5 81.633 74.212 68.027 62.794 58.309 54.422 12,5 160.000 145.455 133.333 123.077 114.286 106.667 100.000 25 80.000 72.727 66.667 61.538 57.143 53.333 13 153.846 139.860 128.205 118.343 109.890 102.564 96.154 25,5 78.431 71.301 65.359 60.332 56.022 52.288 13,5 148.148 134.680 123.457 113.960 105.820 98.765 92.593 26 76.923 69.930 64.103 59.172 54.945 51.282 14 142.857 129.870 119.048 109.890 102.041 95.238 89.286 26,5 75.472 68.611 62.893 58.055 53.908 50.314 14,5 137.931 125.392 114.943 106.101 98.522 91.954 86.207 27 74.074 67.340 61.728 56.980 52.910 49.383 15 133.333 121.212 111.111 102.564 95.238 88.889 83.333 27,5 72.727 66.116 60.606 55.944 51.948 48.485 15,5 129.032 117.302 107.527 99.256 92.166 86.022 80.645 28 71.429 64.935 59.524 54.945 51.020 47.619 16 125.000 113.636 104.167 96.154 89.286 83.333 78.125 28,5 70.175 63.796 58.480 53.981 50.125 46.784 16,5 121.212 110.193 101.010 93.240 86.580 80.808 75.758 17 117.647 106.952 98.039 90.498 84.034 78.431 73.529 17,5 114.286 103.896 95.238 87.912 81.633 76.190 71.429 18 111.111 101.010 92.593 85.470 79.365 74.074 69.444 18,5 108.108 98.280 90.090 83.160 77.220 72.072 67.568 19 105.263 95.694 87.719 80.972 75.188 70.175 65.789
Tabelas
Tabela de conversão para grão
Seco até à humidade 100 kg de peso
com humidade
19% 18% 17% 16% 15% 14% 13% 12% 11% 10% 9%
Convertem-se nos seguintes kgs
32% 0,84 0,83 0,82 0,81 0,80 0,79 0,78 0,77 0,76 0,76 0,75 31% 0,85 0,84 0,83 0,82 0,81 0,80 0,79 0,78 0,78 0,77 0,76 30% 0,86 0,85 0,84 0,83 0,82 0,81 0,80 0,80 0,79 0,78 0,77 29% 0,88 0,87 0,86 0,85 0,84 0,83 0,82 0,81 0,80 0,79 0,78 28% 0,89 0,88 0,87 0,86 0,85 0,84 0,83 0,82 0,81 0,80 0,79 27% 0,90 0,89 0,88 0,87 0,86 0,85 0,84 0,83 0,82 0,81 0,80 26% 0,91 0,90 0,89 0,88 0,87 0,86 0,85 0,84 0,83 0,82 0,81 25% 0,93 0,91 0,90 0,89 0,88 0,87 0,86 0,85 0,84 0,83 0,82 24% 0,94 0,93 0,92 0,90 0,89 0,88 0,87 0,86 0,85 0,84 0,84 23% 0,95 0,94 0,93 0,92 0,91 0,90 0,89 0,88 0,87 0,86 0,85 22% 0,96 0,95 0,94 0,93 0,92 0,91 0,90 0,89 0,88 0,87 0,86 21% 0,98 0,96 0,95 0,94 0,93 0,92 0,91 0,90 0,89 0,88 0,87 20% 0,99 0,98 0,96 0,95 0,94 0,93 0,92 0,91 0,90 0,89 0,88 19% 0,99 0,98 0,96 0,95 0,94 0,93 0,92 0,91 0,90 0,89 18% 0,99 0,98 0,96 0,95 0,94 0,93 0,92 0,91 0,90 17% 0,99 0,98 0,97 0,95 0,94 0,93 0,92 0,91 16% 0,99 0,98 0,97 0,95 0,94 0,93 0,92 15% 0,99 0,98 0,97 0,96 0,94 0,93 14% 0,99 0,98 0,97 0,96 0,95 13% 0,99 0,98 0,97 0,96 12% 0,99 0,98 0,97 11% 0,99 0,98 10% 0,99 Fonte: KWS Fonte: KWS
Características das variedades
LISTA DE HÍBRIDOS
HÍBRIDO RM FAO APTIDÃO
KWS OLIMPION 118 600 KOPIAS 115 600 KALUMET 116 580 KWS 5581 113 550 KABRILLAS 112 550 KWS 3563 110 500 KEFIEROS 112 500 PEPINO 104 400 KONFITES 103 400 KWS INTELIGENS 102 400 MAREDOR 100 380 SIMPATICO KWS 88 280 ATLETICO 88 280 BRAIT 88 280 KWS ELDORADO 88 260 RUBISCO 85 200 KROKUS 85 200 MARCELLO 85 200 Novidade 2021 Novidade 2021 Novidade 2021
600-500
KWS OLIMPION
■ Novo híbrido de silagem com grandissimo potencial produtivo.■ Caule robusto.
■ Produção record em silagem. ■ Híbrido para ambientes ferteis.
Recomendações FAO 300 200 100 700 600 500 400 RM 118 NOVO Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio
600-500
KOPIAS
■ Potencial produtivo alto. ■ Secagem rápida do grão. ■ Boa tolerância a vírus. ■ Silo de alta qualidade.300 200 100 700 600 500 400 FAO Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio Recomendações RM 115
600-500
300 200 100 700 600 500 400 FAOKALUMET
■ Potencial produtivo excecional. ■ Digestibilidade total acima da média.■ Grande regularidade de rendimentos em matéria seca e amidos/ha. Recomendações RM 116 Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio
600-500
KWS 5581
■ Confirmação de um campeão para 2021. ■ Elevado rendimento matéria seca/amido. ■ Híbrido vigoroso de grande sanidade. ■ Planta alta com inserção correta de espiga.
300 200 100 700 600 500 400 FAO Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio Recomendações RM 113
600-500
300 200 100 700 600 500 400 FAOKABRILLAS
■ Planta equilibrada para produção de forragem. ■ Dotada de bom stay green.
■ Regularidade de espigamento. Recomendações RM 112 Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio NOVO
600-500
KWS 3563
■ Planta folhuda e equilibrada com espigas grandes e muito regulares.
■ Rendimentos elevados de amido (silos energéticos). ■ Muito boa sanidade.
300 200 100 700 600 500 400 FAO Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio Recomendações RM 110
600-500
300 200 100 700 600 500 400 FAOKEFIEROS
■ Dupla apidão para silagem e grão.■ Estabilidade de comportamento em ambientes distintos. ■ Muito boa sanidade e robustez de caule e raiz.
Recomendações RM 112 Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio
600-500
PEPINO
■ Híbrido FAO 400 silo de elevado potencial produtivo. ■ Planta folhuda e inserção equilibrada da espiga. ■ Regularidade de espigamento. 300 200 100 700 600 500 400 FAO Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio Recomendações RM 104
500-300
300 200 100 700 600 500 400 FAOKONFITES
■ Rendimento estável em anos e condições diversas. ■ Espigas grossas de grão profundo (silos energéticos). ■ Excelente sanidade do caule e folhas.
Recomendações RM 103 Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio
500-300
KWS INTELIGENS
■ Máxima adaptabilidade ambiental.■ Potencial produtivo elevado para silagem (energética) e grão. ■ Grão são e de excelente qualidade e tolerante ao fusário. ■ Adapta-se a produzir silagem em ambiente médio-alto stress. ■ Rustico e estável para uma produção excecional.
300 200 100 700 600 500 400 FAO Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio Recomendações RM 102 NOVO
500-300
300 200 100 700 600 500 400 FAOMAREDOR
■ Nascenças e vigor inicial muito fortes.■ Rústico e adaptável. Caule saudável e resistente. ■ Potencial produtivo muito bom para o ciclo.
Recomendações RM 100 Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio
500-300
SIMPATICO KWS
■ Super-precoce para toneladas de M.S. com energia e digestibilidade.■ Planta alta, folhuda e vigorosa.
■ Ideal para sementeiras precoces e silos antecipados.
300 200 100 700 600 500 400 FAO Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio Recomendações RM 88
300-200
300 200 100 700 600 500 400 FAOATLETICO
■ Potencial produtivo para silagem ou grão. ■ Planta folhuda e equilibrada.
■ Híbrido adaptável em situações de stress.
Recomendações RM 88 Potencial de rendimento Estabilidade Sanidade Stay green Rendimento amido Características agronômicas Excelente Ótimo Bom Médio
300-200
BRAIT
■ Híbrido trilineo de grão branco. ■ Grão redondo vítreo.
■ Aptidão para o fabrico de brôa tradicional.
300 200 100 700 600 500 400 FAO Excelente Ótimo Bom Médio Recomendações RM 88 Potencial de rendimiento Estabilidade Sanidade Rendimento amido Vitrosidade do grão Coloração Características agronômicas
300-200
300 200 100 700 600 500 400 FAOKWS ELDORADO
■ Híbrido de grão redondo, vítreo e alaranjado.■ Planta sã, de caule resistente e espigamento equilibrado.
Recomendações RM 88 Excelente Ótimo Bom Médio Potencial de rendimiento Estabilidade Sanidade Rendimento amido Vitrosidade do grão Coloração Características agronômicas
300-200
RUBISCO
■ Híbrido trilíneo, rústico e precoce. ■ Grão redondo, vítreo, amarelo corado. ■ Muito boa fertilidade da espiga.300 200 100 700 600 500 400 FAO Excelente Ótimo Bom Médio Recomendações RM 85 Potencial de rendimiento Estabilidade Sanidade Rendimento amido Vitrosidade do grão Coloração Características agronômicas
300-200
300 200 100 700 600 500 400 FAOKROKUS
■ Muito bom comportamento em situacões de stress. ■ Grão redondo de aptidão farinheira para alimentacão animal. Recomendações RM 85 Excelente Ótimo Bom Médio Potencial de rendimiento Estabilidade Sanidade Rendimento amido Vitrosidade do grão Coloração Características agronômicas
300-200
MARCELLO
■ Grão redondo, vítreo, de cor intensa, aliado a produção elevada.
■ Sanidade exemplar, especialmente de caule.
300 200 100 700 600 500 400 FAO Excelente Ótimo Bom Médio Recomendações RM 85 Potencial de rendimiento Estabilidade Sanidade Rendimento amido Vitrosidade do grão Coloração Características agronômicas
KWS Semillas Ibérica, S.L.U
Pol. Ind. Los Talleres de Zaratán C/ Viticultura, 13
47610 Zaratán. Valladolid. ESPANHA. +34 983 33 49 16
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