• Nenhum resultado encontrado

MANUAL DE EDITORAÇÃO E ESTILO DA REVISTA LUCÍA:

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "MANUAL DE EDITORAÇÃO E ESTILO DA REVISTA LUCÍA:"

Copied!
9
0
0

Texto

(1)

1

M

ANUAL DE

E

DITORAÇÃO E

E

STILO DA

REVISTA

LUCÍA:

Orientações gerais para a apresentação do artigo:

Lucía prioriza a publicação de material original e inédito, de modo que 70% dos artigos e os ensaios visuais devem ser especialmente concebidos para a revista e decorrem, necessariamente, de pesquisas acadêmicas e artísticas atuais. Ao lado de textos inéditos, é parte de sua política editorial a republicação periódica de traduções de textos que tiveram pouca circulação e se relacionam com a nossa linha editorial e seu temário: cultura visual, feminismos, anarquismo e tradução.

● Deve conter título, resumo de até novecentos caracteres com espaço, com três a seis palavras-chaves, e uma minibiografia de até novecentos caracteres com espaço;

● As participantes devem enviar também uma versão do artigo sem qualquer identificação de autoria (em Word), pois esse documento será submetido a uma avaliação por pares cega. O código deve ser composto por uma mulher que a autora se identifica mais a data de nascimento da autora do texto, por ex MariaLacerdadeMoura_04/05/1980;

● O limite do texto é de 25 mil caracteres com espaços e quatro elementos (entre fotos e vídeos), para os trabalhos de cunho mais teóricos, e de 8 mil caracteres com espaços e quinze elementos (também entre fotos e vídeos), para os mais imagéticos;

● As imagens devem ter tamanho padrão:1920 x 1080, 300 DPI RGB. Se houver vídeo no YouTube, o link pode ser inserido, juntamente com 04 frames em formato recomendado; ● Os elementos devem ser inseridos próximos à citação no texto, e não em lista de figuras

ao fim do trabalho;

● As legendas das imagens podem ser explicativas, como as comumente usadas em materiais jornalísticos, ou estabelecer uma relação mais artística com as figuras e os

(2)

2 vídeos, suscitando novos sentidos; ressaltamos que esta última possibilidade é a que melhor atende aos propósitos da revista;

● As referências devem estar listadas ao final do artigo.

Orientações para escrita e padronização

Nomes de obras:

● Deve-se usar itálico para títulos de livros, periódicos, jornais, revistas, discos, filmes, quadros, esculturas e obras de arte em geral;

● Nomes de capítulos, poemas, músicas e títulos de artigos, entre aspas duplas;

● Utilizar caixa-alta e baixa em todos os títulos, ex.: A Mulher é uma degenerada, mas somente na inicial em partes de obra, ex.: “O menino é o pai do homem”;

● Os nomes de obras de arte podem ser traduzidos caso sejam amplamente difundidos em português. Ex.: Anarcofake, O Nascimento de Vênus, O Quebra-Nozes. Manter os nomes originais caso a tradução não seja muito conhecida;

● Nomes próprios: atualizar a grafia, usar a transliteração consagrada e evitar a tradução de nomes próprios estrangeiros: ex. usar Liev Tolstói em vez de Leão Tolstói;

● Usar “Referências” em vez de “Bibliografia”. Citações

Citações com mais de quatro linhas: devem vir em corpo menor que o texto, sem aspas e sem recuo, separadas do texto por uma linha antes e uma depois.

Exemplo:

(3)

3 Saí indisposta, com vontade de deitar. Mas, o pobre não repousa. Não tem o privilégio de gozar descanso. Eu estava nervosa interiormente, ia maldizendo a sorte. Catei dois sacos de papel. Depois retornei, catei uns ferros, umas latas, e lenha.

OBS.: Aqui deve ser utilizada a marcação “[…]” caso a citação não abranja períodos completos.

Citações com menos de quatro linhas: devem vir no corpo do texto entre aspas duplas, utilizando o seguinte critério para fechá-las:

● Quando estiverem fechando apenas a citação, as aspas devem vir depois do ponto final: “Entre a morte do Quincas Borba e a minha, mediaram os sucessos narrados na primeira parte do livro.”

● Quando estiverem fechando um período no qual a citação esteja contida, as aspas devem vir antes do ponto: “O principal deles foi o emplastro Brás Cubas”;

OBS.: Aqui deve ser utilizada a marcação “[…]” caso a citação não abranja períodos completos.

Notas Chamadas

Devem vir sequencialmente, em números cardinais do mesmo tamanho da fonte do texto e entre colchetes (não usar sobrescrito), por artigo – e não por página ou obra inteira. As chamadas devem vir preferencialmente após o conteúdo referido, e não simplesmente após o nome da obra e do autor citados.

Aristóteles [15], no livro IX de sua Poética [15], afirma que a poesia é mais filosófica e elevada que a história [15].

Nos casos de ponto de interrogação, ponto de exclamação e reticências, a sequência deve ser: pontuação, aspas e chamada de nota.

Machado escreve “Não tive filhos [...]” [25]e quer dizer que... Erasmo de Rotterdam se utiliza da personificação para legitimar o conteúdo de seu livro: “Com efeito, há algo de

(4)

4 mais natural do que ver a Loucura exaltar seu próprio mérito e cantar ela própria seus louvores?” [23].

OBS.: No caso da citação de poemas ou outras composições em verso, a chamada de nota deverá vir sempre depois da pontuação:

Na estrofe inicial do soneto, lê-se: Sete anos de pastor Jacob servia Labão, pai de Rachel, serrana bela; mas não servia ao pai, servia a ela, E a ela só por prêmio pretendia [104]. Rodapé

As notas devem vir no rodapé da mesma página das chamadas, num corpo menor que o texto corrido. O número deve vir no mesmo alinhamento do restante do texto e seguido de ponto final.

Deve-se colocar apenas nome (abreviado) e sobrenome do autor, título da obra e página(s) (em caso de citação de parte especificado texto).

Exemplo: J. Guimarães Rosa, Sagarana, pp. 290-291.

Quando se tratar de capítulo ou seção de publicação não periódica, citar o título do texto entre aspas duplas, vírgula seguida de “em” mais o nome do autor (apenas quando não for o autor da obra), título do volume, sem imprenta, e página(s) (em caso de citação de parte específicado texto):

Exemplos: J. Guimarães Rosa, “Burrinho Pedrês”, em Sagarana, p. 290.

A. Bourdin, “A cidade se diz por avaliações”, em G. Balandier (org.), O Que Avaliar Quer Dizer?, pp. 135-136.

OBS.: Em casos de coletânea, quando o autor do texto for o único organizador do volume, não há necessidade de repetição:

Exemplo: G. Balandier, “Variações antropológicas e sociológicas sobre o ‘avaliar’”, em O Que Avaliar Quer Dizer?, p. 32.

Repetição de notas

Quando a nota seguinte for exatamente igual a anterior, utilizar “idem, ibidem”. Exemplo: 1. Autor, Título, página.

(5)

5 2. Idem, ibidem.

Se for o mesmo auto e obra, mas as páginas forem diferentes: Exemplo: 1. Idem, p. 50.

Se a mesma obra for citada, mas não vier imediatamente depois da outra citação, repete-se o nome do autor e acrescenta-repete-se op. cit., repete-seguido do número das páginas.

Exemplo: 1. Autor, op. cit, p. 54.

Abreviaturas

Evitar o uso de abreviaturas no corpo do texto, escrever sempre por extenso; ex.: Estados Unidos, União Soviética, por exemplo, dom, senhor, figura, capítulo, professor etc. As abreviaturas são admitidas nas notas de rodapé.

Números

Os números de zero a vinte e os números redondos deverão vir por extenso: zero, um, dez, quinze, vinte, trinta, cem, mil etc.

Os demais números devem estar em algarismos arábicos.

Substituir os zeros por mil, milhões, bilhões. Exemplo: 22000 por 22 mil.

As mesmas regras se aplicam no caso de dinheiro, e o nome da moeda deverá vir, preferencialmente, por extenso: cem mil reais, 55 mil dólares etc.

Data e horário

Quando estiver no corpo do texto, a data deverá ser escrita por extenso e sem o zero antes: 5 de agosto de 1999. Já nas notas, se abrevia: 5.11.1999 ou 5 nov. 1999 (o ano deve conter sempre quatro dígitos).

Para o primeiro dia do mês utiliza-se a forma 1°.

Para se referir a décadas, usar sempre quatro dígitos: década de 1940; anos de 1950. Para se referir a séculos, sempre discriminar qual é: no século XX; no século XIX (nunca utilizar “no século passado”).

(6)

6 A forma padrão para horas é com o “h” no meio, podendo vir por extenso se for redonda: 12h00 ou meio-dia, 13h45.

Siglas

Se tiverem quatro ou mais letras e forem legíveis, deverão vir em caixa-alta e baixa: Sesi, Edusp, Unesp, Unicamp etc.

Caso tenham menos de quatro letras ou sejam ilegíveis, deverão vir em caixa-alta: ONU, USP, UFRJ, BNDS etc.

Orientações para referenciar obras na seção “Referências”: Utilizar espaçamento simples.

No caso de livros, a ordem dos elementos deve ser: autor; título; tradutor ou organizador, quando houver; edição, quando houver mais de uma; editora (separados por ponto); cidade; ano e demais informações que forem necessárias, como volume, tomo ou número de páginas (separados por vírgula). Informações complementares, como coleção, separata etc. vêm ao final, entre parênteses:

SOBRENOME, Nome. Título do Livro. Tradução/Organização de Fulano. 2. ed. Cidade, Editora, ano, vol. / tomo 1, pp. 50-53 (Coleção...).

No caso de capítulos de livros: autor do capítulo; nome do capítulo; In: autor do livro; título do livro etc.:

SOBRENOME, Nome. “Título do capítulo”. In: SOBRENOME, Nome. Título do Livro. Tradução/Organização de Fulano. 2. ed. Cidade, Editora, ano, vol./tomo 1, pp. 50-53 (Coleção...).

Quando se trata de artigo de periódico ou revista, depois do autor e título do artigo, acrescenta-se o nome da publicação, o volume, o número, as páginas, o mês/meses e o ano:

SOBRENOME, Nome. “Título do artigo”. Título da Revista/Jornal, vol., n., pp. 50-53, jan.-mar. ano.

Se for uma matéria de jornal assinada, a sequência é: autor do artigo, nome do artigo, nome do jornal, dia, mês e ano, informações complementares, como nome do caderno

(7)

7 vão no final. Caso o artigo/matéria não seja assinado, a citação se inicia pelo nome do artigo, com a primeira palavra em versal versalete:

SOBRENOME, Nome. “Título do artigo”. Título do Jornal, 22 ago. 1980 (Caderno...). “TÍTULO do artigo”. Título do Jornal, 22 ago. 1980 (Caderno...).

OBS.: Nomes de jornais devem ser grafados exatamente como no original: Estado de S. Paulo, Diário de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Jornal do Commercio (Recife).

Quando a referência não tiver autor, a citação começa pelo título da obra, com a primeira palavra em versal versalete, seguida das demais informações:

Título do Livro. Cidade, Editora, ano.

Para dissertações de mestrado, teses de doutorado e de livre-docência, a sequência deve ser: autor da dissertação/tese, título, dissertação de mestrado/tese de doutorado, cidade, faculdade/universidade, ano da defesa. Não é necessário aparecer o nome do orientador nem o número total de páginas.

SOBRENOME, Nome. Título. Dissertação de mestrado/Tese de doutorado, Cidade, Universidade, ano.

Materiais especiais

Filmes cinematográficos ou científicos, gravações de vídeo e som, esculturas, maquetes, objetos de museu, animais empalhados, jogos, modelos, protótipos etc.

TÍTULO. Diretor, produtor. Local: Produtora, data. Especificação do suporte em unidades físicas. Notas complementares.

Ou

SOBRENOME, Prenome(s) do(s) autor(es). Título (quando não existir, deve-se atribuir uma denominação ou a indicação sem título, entre colchetes). Ano. Especificação do objeto.

(8)

8 BULE de porcelana: família Rosa, decorado com buquês e guirlandas de flores sobre fundo branco, pegador de tampa em formato de fruto. [China: Companhia das Índias, 18--]. 1 bule.

CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Intérpretes: Fernanda Montenegro; Marília Pera; Vinicius de Oliveira; Sônia Lira; Othon Bastos; Matheus Nachtergaele e outros. Roteiro: Marcos Bernstein, João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior. [S.l.]: Le Studio Canal; Riofilme; MACT Productions, 1998. 1 bobina cinematográfica (106 min), son., color., 35 mm.

DIE Zauberflöt. Metropolitan Opera Orchestra. General Director: Joseph Volpe. Artistic Director: James Levine. New York: Metropolitan Opera Association, 1991. 1 DVD (169 min), NTSC, color., Worldwide, PCM stereo, original language: german.

DUCHAMP, M. Escultura para Viajar. 1918. 1 escultura variável, borracha colorida e cordel, dimensões ad lib. Original destruído. Cópia por Richard Hamilton, feita por ocasião da retrospectiva de Duchamp na Tate Gallery (Londres) em 1966. Coleção de Arturo Schwarz. Tradução de: Sculpture for travelling.

GEDDES, Anne. Geddes135.jpg. 2000. Altura: 432 pixels. Largura: 376 pixels. 51 Kb. Formato JPEG. 1 disquete, 5 ¼ pol.

KOBAYASHI, K. Doença dos Xavantes. 1980. 1 fotografia, color., 16 cm x 56 cm. OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Coordenação de Maria Izabel Azevedo. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 videocassete (30 min), VHS, son., color.

STOCKDALE, René. When’s Recess? [2002?] 1 fotografia, color. Disponível em <http://www.webshots.com/g/d2002/1-nw/20255.html> Acesso em 13 jan. 2001.

Seguir as orientações de normalização da ABNT em casos que não sejam contemplados por este manual.

Em suporte eletrônico

SOBRENOME, Prenome(s) do(s) autor(es). Título: subtítulo. Local: Editora, ano, designação específica e escala. Disponível em <endereço eletrônico> Acesso em dia mês abreviado. Ano.

INSTITUTO GEOGRÁFICO NACIONAL (Espanha). Valle de Escombreras en Cartagena, Murcia (Espanha): foto aérea. Madrid, 1986. 1 fotografia aérea. Escala 1:18.000. Disponível em http://corcho.cyberfenix.net/misc/aerea/Aerea72w.jpg Acesso em 24 jul. 2004.

(9)

9 BOOK ANNOUNCEMENT 13 MAY 1997. Produced by J. Drummond. Disponível em <http://www.bdt.org.br/bioline/DBSearch? BIOLINEL+ READC+57> Acesso em 25 nov. 1998.

GALERIA virtual de arte do Vale do Paraíba. São José dos Campos: Fundação Cultural Cassiano Ricardo, 1998. Apresenta reproduções virtuais de obras de artistas plásticos do Vale do Paraíba. Disponível em <http://www.virtualvale.com.br/galeria> Acesso em 27 nov. 2001.

Referências

Documentos relacionados

Neste tipo de situações, os valores da propriedade cuisine da classe Restaurant deixam de ser apenas “valores” sem semântica a apresentar (possivelmente) numa caixa

Assim, o objetivo do estudo foi determinar a presença de formas infectantes de parasitos no ambiente, verificar a composição química e a atividade antihemintica in vitro de

(grifos nossos). b) Em observância ao princípio da impessoalidade, a Administração não pode atuar com vistas a prejudicar ou beneficiar pessoas determinadas, vez que é

No final, os EUA viram a maioria das questões que tinham de ser resolvidas no sentido da criação de um tribunal que lhe fosse aceitável serem estabelecidas em sentido oposto, pelo

Neste capítulo serão, não só apresentados os resultados da consolidação com drenos verticais pré-fabricados, com base na modelação numérica, como também os resultados

insights into the effects of small obstacles on riverine habitat and fish community structure of two Iberian streams with different levels of impact from the

Taking into account the theoretical framework we have presented as relevant for understanding the organization, expression and social impact of these civic movements, grounded on

Realizar a manipulação, o armazenamento e o processamento dessa massa enorme de dados utilizando os bancos de dados relacionais se mostrou ineficiente, pois o