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APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL N

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(1)

FUNDA

FUNDA Ç Ç ÃO COORDENA ÃO COORDENA Ç Ç ÃO DE ÃO DE APERFEI

APERFEI Ç Ç OAMENTO OAMENTO DE PESSOAL DE N

DE PESSOAL DE N Í Í VEL SUPERIOR VEL SUPERIOR

(2)

CICLO VIRTUOSO DA CIÊNCIA BRASILEIRA CICLO VIRTUOSO DA CIÊNCIA BRASILEIRA

¾FOMENTO ¾ FOMENTO

¾COOPERA ¾ COOPERA Ç Ç ÃO INTERNACIONAL ÃO INTERNACIONAL

¾P ¾ P Ó Ó S S - - GRADUA GRADUA Ç Ç ÃO ÃO

¾AVALIA ¾ AVALIA Ç Ç ÃO ÃO

¾INICIA ¾ INICIA Ç Ç ÃO CIENT ÃO CIENT ÍFICA Í FICA

¾ ¾ FORMA FORMA Ç Ç ÃO DOS GRUPOS DE PESQUISA ÃO DOS GRUPOS DE PESQUISA

¾ ¾ PORTAL DE PERI PORTAL DE PERI ÓDICOS Ó DICOS

O Modelo Brasileiro de Capacita

O Modelo Brasileiro de Capacita ç ç ão ão para C&T&I

para C&T&I

(3)

Sistema Brasileiro de Apoio

Sistema Brasileiro de Apoio à Ciência, Tecnologia e à Ciência, Tecnologia e Forma

Formaç ção de Recursos Humanos ão de Recursos Humanos

Os núOs números indicam o ano de criameros indicam o ano de criaçção das Agências.ão das Agências.

Fonte: J.A. Guimarães, M.C. Human: (1995) Human Resources in S&T

Fonte: J.A. Guimarães, M.C. Human: (1995) Human Resources in S&T in Brazil Scientometrics 34: 101in Brazil Scientometrics 34: 101--119119 MCT: Minist

MCT: Ministéério da Ciência e Tecnologia, MEC; Ministrio da Ciência e Tecnologia, MEC; Ministéério da Educario da Educaçção, CNPq: Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnão, CNPq: Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnololóógico, gico, CAPES: Funda

CAPES: Fundaçção Coordenaão Coordenaçção de Aperfeião de Aperfeiççoamento de Pessoal de Noamento de Pessoal de Níível Superior , FINEP: Financiadora de Estudos e Projetos, FAPESPvel Superior , FINEP: Financiadora de Estudos e Projetos, FAPESP: Funda: Fundaçção de Apoio a ão de Apoio a Pesquisa do Estado de São Paulo e FAPES: Funda

Pesquisa do Estado de São Paulo e FAPES: Fundaçção de Apoio a Pesquisa demais Estados.ão de Apoio a Pesquisa demais Estados.

Governo Governo Federal Federal

Governos Governos Estaduais Estaduais

MCTMCT MECMEC

São Paulo

São Paulo 15 outros15 outros Estados Estados

FINEP FINEP 1967?

1967?

CNPQCNPQ 1951 1951

CAPES CAPES

19511951 FAPESPFAPESP

19621962 FAPESFAPES 1989 1989--9292

Bolsas para P

Bolsas para Póóss--GraduaGraduaçãoção

Apoio a Projetos Individuais de Pesquisa Apoio a Projetos Individuais de Pesquisa

Bolsas para pesquisadores Senior e J

Bolsas para pesquisadores Senior e Júúniornior

Apoio a Projetos Institucionais de Pesquisa Apoio a Projetos Institucionais de Pesquisa

(4)

Diretoria de Diretoria de RelaçRelaçõesões Internacionais Internacionais

Diretoria Diretoria

dede Gestão Gestão

Diretoria de Diretoria de

Ed. B Ed. Báásicasica Presencial Presencial

CTC CTC--ESES

Diretoria de Diretoria de Programas e Programas e Bolsas no Bolsas no

PaíPaíss

CTC-CTC-EBEB CONSELHO CONSELHO SUPERIOR SUPERIOR

Presidência Presidência

dada CAPES CAPES

Diretoria de Diretoria de

Avalia Avaliaççãoão

Diretoria de Diretoria de

EADEAD

(5)

Evolu

Evolu ç ç ão Do N ão Do N ú ú mero de Bolsas de mero de Bolsas de Estudo no pa

Estudo no pa í í s por n s por n í í vel, 2001 a 2008 vel, 2001 a 2008

Fonte: Capes/Mec

Ano Mestrado Doutorado

Recém Doutor* e

PNPD**

Total

2001 13084 9303 0 22387

2002 13565 9769 0 23334

2003 13948 10238 309 24495

2004 14649 10360 301 25310

2005 14913 10725 458 26096

2006 16975 11449 464 28888

2007 18812 12258 454 31524

2008 23665 16227 1147 41039

*Programa iniciado em 2003

**O PNPD foi iniciado em 2007

(6)

Evolu

Evolu ç ç ão do Total de Bolsas de Estudo ão do Total de Bolsas de Estudo Concedidas no Pa

Concedidas no Pa í í s s

- - Todos os n Todos os n í í veis, 2001 a 2008 veis, 2001 a 2008

15.000 20.000 25.000 30.000 35.000 40.000 45.000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

Número de bolsas

Fonte: Capes/Mec

(7)

Evolu

Evolu ç ç ão das Bolsas de Estudo no Pa ão das Bolsas de Estudo no Pa í í s s - - Mestrado, 2001 a 2008 Mestrado, 2001 a 2008

12.000 14.000 16.000 18.000 20.000 22.000 24.000 26.000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

Número de bolsas

Fonte: Capes/Mec

(8)

Evolu

Evolu ç ç ão das Bolsas de Estudo no Pa ão das Bolsas de Estudo no Pa í í s s - - Doutorado, 2001 a 2008 Doutorado, 2001 a 2008

8.000 9.000 10.000 11.000 12.000 13.000 14.000 15.000 16.000 17.000

2001

200 2

2003

200 4

2005

2006

200 7

2008

Número de bolsas

Fonte: Capes/Mec

(9)

200 300 400 500 600 700 800 900 1000 1100 1200

200 3

2004

2005

2006

2007

2008

mero de Bolsas

Evolu

Evolu ç ç ão das Bolsas de Estudo no Pa ão das Bolsas de Estudo no Pa í í s s - - Rec Rec é é m Doutor* e PNPD** m Doutor* e PNPD**

Fonte: Capes/Mec

*Programa iniciado em 2003

**O PNPD foi iniciado em 2007

(10)

Execu

Execu ç ç ão Or ão Or ç ç ament ament á á ria das Bolsas de Estudo no Paí ria das Bolsas de Estudo no Pa ís s – – 2004 a 2008 2004 a 2008

300 350 400 450 500 550 600 650 700

2004 2005 2006 2007 2008

Orçamento (em milhões de reais - R$)

Fonte: Capes/Mec

(11)

Evolu

Evolu ç ç ão das Bolsas de P ão das Bolsas de P ó ó s s - - Gradua Gradua ç ç ão (Mestrado e ão (Mestrado e Doutorado) no Brasil

Doutorado) no Brasil - - CAPES e CNPq, 1995 a 2008 CAPES e CNPq, 1995 a 2008

0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000 30.000 35.000 40.000 45.000

1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008

Bolsistas

CNPq CAPES

*

*Número estimado de bolsas apenas para o CNPq no ano de 2008 Notas: 1)Dados referentes às bolsas de mestrado e doutorado de ambas

2)Dados do CNPq disponíveis em:http://www.cnpq.br/estatisticas/docs/pdf_bolsas/Tab_2.2.2.pdf Fonte: Capes/Mec e CNPq

(12)

Sistema Nacional de P

Sistema Nacional de Pó ó s- s -Gradua Graduaç ç ão ão em 2009

em 2009

¾ ¾ 2.748 2.748 Programas* respons Programas* respons áveis por á veis por

¾ ¾ 4.122 4.122 Cursos*, sendo: Cursos*, sendo:

- - 2.454 2.454 de mestrado (59,4%), de mestrado (59,4%), - - 1.416 1.416 de doutorado (34,4%), de doutorado (34,4%), - - 252 252 de mestrado de mestrado

profissionalizante (6,2%);

profissionalizante (6,2%);

*Fonte: Programas Recomendados e Reconhecidos. Dispon

*Fonte: Programas Recomendados e Reconhecidos. Disponíível em: vel em: http://www.capes.gov.br/cursoshttp://www.capes.gov.br/cursos--recomendadosrecomendados. Data Atualiza. Data Atualizaçção: 04/05/2009. ão: 04/05/2009.

**Fonte: Coleta 2008.

**Fonte: Coleta 2008.

***Fonte: Cadastro Discente. Atualiza

***Fonte: Cadastro Discente. Atualizaçção de 11 de maio de 2009.ão de 11 de maio de 2009.

(13)

Sistema Nacional de P

Sistema Nacional de Pó ó s- s -Gradua Graduaç ç ão ão em 2009

em 2009

¾ ¾ 44.055 44.055 docentes** docentes**

¾ ¾ 150.121 150.121 alunos (final de 2008**) alunos (final de 2008**) - - 97.371 97.371 MSc e M Prof MSc e M Prof

- - 52.750 52.750 Doutorado Doutorado

¾ ¾ 49.081 49.081 bolsas*** bolsas***

- 31.528 - 31.528 MSc MSc

- - 17.553 17.553 Doutorado; Doutorado;

*Fonte: Programas Recomendados e Reconhecidos. Dispon

*Fonte: Programas Recomendados e Reconhecidos. Disponíível em: vel em: http://www.capes.gov.br/cursoshttp://www.capes.gov.br/cursos--recomendadosrecomendados. Data Atualiza. Data Atualizaçção: 04/05/2009. ão: 04/05/2009.

**Fonte: Coleta 2008.

**Fonte: Coleta 2008.

***Fonte: Cadastro Discente. Atualiza

***Fonte: Cadastro Discente. Atualizaçção de 11 de maio de 2009.ão de 11 de maio de 2009.

(14)

Evolução do Número de alunos titulados (1996 a 2008)

0 5000 10000 15000 20000 25000 30000 35000 40000

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008 Anos

Nº de alunos Titulados

Mestrado Doutorado Mestrado Profissional

Fonte: Capes/Mec

(15)

Taxa de Crescimento:

Taxa de Crescimento:

Titulados doutores x artigos publicados (Scopus) Titulados doutores x artigos publicados (Scopus)

1987

1987 - - 2008 2008

0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000 30.000 35.000

1987 1988

1989 1990

1991 1992

1993 1994

1995 1996

199 7

1998 1999

2000 2001

2002 2003

2004 2005

2006 2007

2008 Ano

Número de artigos

0 2.000 4.000 6.000 8.000 10.000 12.000

Número de alunos

Artigos Publicados Titulados Doutores

Fonte: SCOPUS. Dispon

Fonte: SCOPUS. Disponíível em: vel em: http://www.scopus.com/search/form.urlhttp://www.scopus.com/search/form.url. Acesso em: 7 jul. de 2009.. Acesso em: 7 jul. de 2009.

(16)

Pa Pa í í ses mais Produtivos WoS Compara ses mais Produtivos WoS Compara ç ç ão 2007- ão 2007 -2008. 2008.

Fonte: ISI

Fonte: ISI -- Institute for Scientific Information. National Science IndicatoInstitute for Scientific Information. National Science Indicators, USA. Base Deluxe rs, USA. Base Deluxe -- SCI (2008).SCI (2008).

Rank Artigos Citação Impacto Rank Artigos Citação Impacto

1 EUA 1 340.638 222.002 0,65 1 304.739 1.012.710 3,32 11,78%

2 CHINA 2 112.804 33.529 0,30 2 89.950 153.909 1,71 25,41%

3 ALEMANHA 3 87.424 58.251 0,67 3 76.320 246.540 3,23 14,55%

4 JAPÃO 4 79.541 35.512 0,45 4 73.569 170.092 2,31 8,12%

5 INGLATERRA 5 78.444 52.383 0,67 5 70.991 231.533 3,27 10,50%

6 FRANÇA 6 64.493 35.765 0,55 6 54.208 162.210 2,99 18,97%

7 CANADÁ 7 53.299 31.040 0,58 7 46.941 139.096 2,96 13,54%

8 ITÁLIA 8 50.367 27.393 0,54 8 43.598 126.662 2,91 15,53%

9 ESPANHA 9 41.988 20.243 0,48 9 34.299 92.050 2,68 22,42%

10 ÍNDIA 10 38.700 10.099 0,26 11 29.535 44.981 1,52 31,03%

11 AUSTRÁLIA 11 36.787 20.358 0,55 10 29.719 86.212 2,90 23,78%

12 CORÉIA DO SUL 12 35.569 11.699 0,33 12 27.269 50.774 1,86 30,44%

13 BRASIL 13 30.415 7.949 0,26 15 19.436 32.839 1,68 56,49%

14 HOLANDA 14 28.443 19.358 0,68 14 24.797 89.501 3,61 14,70%

15 RÚSSIA 15 27.909 7.263 0,26 13 25.660 29.898 1,17 8,76%

16 TAIWAN 16 22.608 6.348 0,28 16 18.606 31.204 1,68 21,51%

17 SUÍÇA 17 21.065 16.979 0,81 17 18.293 73.627 4,03 15,15%

18 TURQUIA 18 20.794 4.003 0,19 19 15.943 19.699 1,24 30,43%

19 POLÔNIA 19 19.533 6.153 0,32 21 19.533 27.978 2,05 0,00%

20 SUÉCIA 20 19.127 12.385 0,65 18 17.503 57.450 3,28 9,28%

- 1.158.247 509.072 0,44 - 977.792 2.306.188 2,36 18,46%

Países

2008 (A) 2007 (B)

(A)/(C)

Mundo ISI

(17)

Internacional Coopera

Coopera ç ç ão ão

(18)

2.395 bolsas em 2008 e 2.472 em 2009:

2.395 bolsas em 2008 e 2.472 em 2009:

• • Doutorado Pleno Doutorado Pleno

• • Doutorado Sanduiche Doutorado Sanduiche

• • P P ó ó s- s -doutorado doutorado

Coordena

Coordena ç ç ão de ão de Bolsas no Exterior

Bolsas no Exterior - - CGBE CGBE

(19)

Nú N ú mero de Bolsas de Estudo no mero de Bolsas de Estudo no Exterior por Modalidade, 2001 a 2008 Exterior por Modalidade, 2001 a 2008

Ano DSW Especiali- zação

Graduação SW

Mestra- do

Mestrado

SW P.D. PHD Total

2001 713 37 434 22 4 407 932 2.549

2002 840 41 287 16 7 454 894 2.539

2003 969 36 285 2 6 455 967 2.720

2004 1.019 5 473 1 9 535 940 2.982

2005 1.299 46 693 1 6 641 947 3.633

2006 1.530 46 736 1 6 762 932 4.013

2007 1.501 57 792 2 5 830 915 4.102

2008 1.562 107 930 1 0 927 724 4.251

Fonte: Capes/Mec Legenda:

DSW = Doutorado Sanduíche,

Graduação SW = Graduação Sanduíche, Mestrado SW = Mestrado sanduíche, P.D.= Pós-Doutorado,

PHD = Doutorado Pleno

(20)

Evolu

Evolu ç ç ão do N ão do N ú ú mero de Bolsa de Estudo mero de Bolsa de Estudo no Exterior*, 2001 a 2008

no Exterior*, 2001 a 2008

2.400 2.900 3.400 3.900 4.400

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

Número de Bolsas

Fonte: Capes/Mec

*Doutorado SW, Especialização, Graduação SW, Mestrado, Mestrado SW, P.D., PhD.

(21)

Evolu

Evolu ç ç ão do N ão do N ú ú mero de Bolsa de Estudo mero de Bolsa de Estudo no Exterior por Modalidade, 2001 a 2008 no Exterior por Modalidade, 2001 a 2008

*Mestrado, Mestrado SW e Especialização.

0 300 600 900 1200 1500 1800

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

Número de Bolsas

DSW Graduação SW P.D. PHD Outros*

Fonte: Capes/Mec

(22)

9 9 Bolsas Individuais no Exterior Bolsas Individuais no Exterior 9 9 Col Col é é gios Doutorais gios Doutorais

9 9 Projetos Conjuntos de Pesquisa e Parcerias Projetos Conjuntos de Pesquisa e Parcerias Universit

Universit á á rias rias

9 9 Professores Visitantes do Estrangeiro Professores Visitantes do Estrangeiro

9 9 Escolas de Altos Estudos Escolas de Altos Estudos

9 9 Programa Geral de Coopera Programa Geral de Coopera ç ç ão ão

Coordena

Coordena ç ç ão de Coopera ão de Coopera ç ç ão ão Internacional

Internacional - - CGCI CGCI

(23)

Projetos Conjuntos 2009

COUNTRY PROGRAM NUMBER OF PROJECTS

Germany PROBRAL 71

BRAGECRIM 16

Argentine MINCyT 35

Cuba MES 51

Spain DGU 78

USA CAPES/UNI.TEXAS 20

France COFECUB 132

Portugal GRICES/FCT 78

Netherlands CAPES/NUFFIC 35

Uruguay Univ. de La Republica 10

526

(24)

PARCERIAS UNIVERSIT

PARCERIAS UNIVERSIT Á Á RIAS RIAS - - 2009 2009

STIC- STIC -AmSud: 10 AmSud: 10 MATH MATH - - AmSud: 4 AmSud: 4

FIPSE UNIBRAL CAPG/BA CAFP BRAFITEC BRAFAGRI TOTAL

University

Partnerships 45 26 23 20 51 11 176

(25)

BRAZILIAN

BRAZILIAN - - GERMAN COLLABORATIVE GERMAN COLLABORATIVE RESEARCH INITIATIVE ON MANUFACTURING RESEARCH INITIATIVE ON MANUFACTURING

TECHNOLOGY TECHNOLOGY - BRAGECRIM - BRAGECRIM - -

Motiva

Motiva ç ç ão: ão:

Construir o Futuro Atrav Construir o Futuro Atrav é é s de Pesquisa s de Pesquisa Estrat

Estrat é é gica na gica na Á Á rea de Tecnologia da rea de Tecnologia da Produ

Produ ç ç ão ão

AÇ A Ç ÕES RECENTES: BRAGECRIM ÕES RECENTES: BRAGECRIM

(26)

21 Universidade: 10 no Brasil, 11 na Alemanha 30 Institutos de Pesquisa, incluíndo Fraunhofer

BRAGECRIM (CAPES, CNPq, FINEP,

DFG)

(27)

Patentes concedidas pelo USPTO, Triênio Patentes concedidas pelo USPTO, Triênio

2002 2002 - - 2004 e 2005 2004 e 2005 -2007 - 2007

Fonte: USPTO Fonte: USPTO

332 288

185

359

953

1411

1810

2764

0 500 1000 1500 2000 2500 3000

Nuúmero Patentes

2002- 2004

2005- 2007

2002- 2004

2005- 2007

2002- 2004

2005- 2007

2002- 2004

2005- 2007

BRASIL Málasia Índia China

(28)

Presen

Presen ç ç a Mundial em C&T a Mundial em C&T Artigos e Patentes

Artigos e Patentes

Fonte:

Fonte: United States Patent and Trademark Office/ United States Patent and Trademark Office/

ISI -ISI - Institute for Scientific Information.National Science IndicatorInstitute for Scientific Information.National Science Indicators, USA. Base Standard s, USA. Base Standard -- ESI (2007).ESI (2007).

0%

1%

2%

3%

4%

5%

6%

7%

8%

9%

UK Alemanha França Itália Coréia do Sul

Brasil Israel

% dos Artigos ou Patentes 2003-2007

% dos artigos publicados

% patentes reg. nos EUA

0%

1%

2%

Brasil

Polônia Bélgica Israel

Dinamarca

Áustria

Finlândia Noruega

% dos Artigos ou Patentes 2003-2007

% dos artigos publicados

% patentes reg. nos EUA

(29)

O Brasil Ainda não tem Massa Cr

O Brasil Ainda não tem Massa Cr ítica í tica… …

NNúmero de Pesquisadores no Mundo (4,8 milhões)úmero de Pesquisadores no Mundo (4,8 milhões)

1670

1270

743 665

65 0

200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1800

Europa USA Japão China Brasil

Pesquisadores, milPesquisadores, mil

Pesq./100.000 habitantes:

Pesq./100.000 habitantes:

Japão/EUA –Japão/EUA – 700700

China –China – 6060

Brasil –Brasil – 3434

Coutini & Sechet (2005) Coutini & Sechet (2005)

O Brasil precisa multiplicar o O Brasil precisa multiplicar o número de pesquisadoresmero de pesquisadores

0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0

1990 1995 2000 2005

Notitulados/100 mil hab.

Aumentou 6X

Evolução da Formação de Doutores

Em 1990:

(Titulados/100 mil hab.) Alemanha – 35 Reino Unido – 20 USA – 14,4 Coréia – 5,8 Brasil – 0,82

Marchelli, 2005

O país tem boa capacitação

10.000 10.000 doutores doutores

Pa

Paííses desenvolvidosses desenvolvidos 30 a 45 mil doutores 30 a 45 mil doutores

(30)

Engenharias Situa

Situa ç ç ão das ão das

(31)

Fonte: GEOCAPES.

Fonte: GEOCAPES.

0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000 30.000 35.000 40.000

199 8

1999

200 0

200 1

200 2

200 3

200 4

200 5

200 6

200 7

200 8 Anos

Número de alunos titulados

Todas as áreas do conhecimento Engenharia e Ciências da Comp.

Egressos M.Sc.

Egressos M.Sc.

Todas as

Todas as á á reas x Engenharias e C. Computa reas x Engenharias e C. Computa ç ç ão ão 1998 a 2008

1998 a 2008

(32)

0 2.000 4.000 6.000 8.000 10.000 12.000 14.000 16.000 18.000 20.000

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008 Anos

Número de alunos titulados

Todas as áreas

Engenharias & Ciênc. Com putação

Fonte: GEOCAPES.

Fonte: GEOCAPES.

Egressos D.Sc.

Egressos D.Sc.

Todas as

Todas as á áreas x Engenharias reas x Engenharias e C. Computa

e C. Computa ç ç ão 1998 a 2008 ão 1998 a 2008

(33)
(34)

Engenharia no Brasil e em alguns pa

Engenharia no Brasil e em alguns paí íses ses

Fonte: Capes/Mec

• Índia: 220 mil (seìs vezes mais)

• Rússia: 190 mil (cinco vezes mais)

• China: 650 mil (incluindo cursos 3 anos)

• Coréia do Sul: 80 mil (matrículas: 29% do total)

(35)

Dados da gradua

Dados da gradua ç ç ão em Engenharia ão em Engenharia

Fonte: Capes/Mec

• Em 2007 : 450 mil inscritos

• 198 mil vagas

• 115 mil matriculados

• 83 mil vagas ociosas.

• Índice alarmante de evasão:

• 60% nas IES públicas

• 75% nas IES privadas e comunitárias

• Concluintes correspondem a 4,25% do total

(36)

Estudo do IPEA Estudo do IPEA

Fonte: Capes/Mec

• Apenas 1 de cada 3,5 formados exercem a profissão

• Cenários de crescimento economico:

1. 3% anuais: escassez poderá ser evitada se 1 em cada 3 exercerem a profissão

2. 5% e 7% anuais: haverá falta de engenheiros

(37)

PROJETOS PROJETOS

PARA AS PARA AS

ENGENHARIAS

ENGENHARIAS

(38)

Projetos para as Engenharias Projetos para as Engenharias

Fonte: Capes/Mec

• Atuação da ABENGE

• Projeto REENGE/Prodenge (anos 90)

• Projeto PROMOVE/Finep (2006)

• Projeto iNOVA Engenharia: parceria Abenge/CNI/CONFEA/IEL

• GT-Engenharias (Portaria 37 do Presidente da Capes)

• Audiencia no MEC para 1a fase do Plano

Nacional Pró-Engenharias

(39)

PARCERIAS PARCERIAS

ESPECIAIS

ESPECIAIS

(40)

Parcerias na Indução de Cursos e Programas de Pós-Graduação:

¾ Metrologia: INMETRO (MP)

¾ Defesa: Institutos Militares (M/D)

¾ Petróleo e gás: Petrobrás e Universidades

¾ Biotecnologia: Embrapa e Universidades (M, D e MP)

¾ Renorbio: 22 IES do Nordeste do país (D)

¾ Propriedade intelectual no INPI: IES/RJ (MP)

¾ INCA (D)

¾ Criação de outras áreas de avaliação: Biotecnologia, Materiais e Multidisciplinar

(41)

PROJETOS PROJETOS

ESPECIAIS

ESPECIAIS

(42)

Projetos Especiais:

¾ Instituições Científicas e Tecnológicas– ICTs ( MEC/MDIC/MCT)

¾ Ensino e Pesquisa Tecnológica em Defesa Nacional: PRÓ- DEFESA)

¾ Ensino e Pesquisa Tecnológica em Engenharias: PRÓ- ENGENHARIAS

¾ Programa Nacional de Nanobiotecnologia - Rede NANOBIOTEC-BRASIL

¾ Programa de Formação de Recursos Humanos em Televisão Digital – RH-TVD

¾ Programa Nacional de Cooperação Acadêmica - Procad Novas Fronteiras

¾ Pró-Equipamentos

(43)

Programas de Programas de

apoio com apoio com

base no PDE

base no PDE

(44)

Programas com base no PDE:

¾ Programa de Apoio a Projetos Institucionais com Participação de Recém-Doutores - PRODOC

¾ Programa de Excelência Acadêmica – PROEX

¾ Programa Nacional de Pós-Doutorado – PNPD

¾ Prioridades da Capes para Engenharias e Ciências

Básicas

(45)

9 9 Progressos Progressos do do Brasil Brasil em em P P ó ó s s - - gradua gradua ç ç ão ão e e Ciências Ciências 9 9 Situa Situa ç ç ão ão das das Engenharias Engenharias : :

• • Compara Compara ç ç ão ão desfavor desfavor á á vel vel frente a frente a outros outros pa paí íses ses

• • Diversos Diversos programas programas não tiveram não tiveram continuidade continuidade

• • Fundamental Fundamental para para infra infra - - estrutura estrutura do do pa pa í í s s

• • T T í í mido mido desenvolvimento tecnol desenvolvimento tecnol ó ó gico (baixo gico (baixo n n ú ú mero de Patentes e Registro de Marcas ) mero de Patentes e Registro de Marcas )

9 9 Aç A ções ões futuras: futuras :

• • Importancia Importancia da da articula articula ç ç ão ão entre entre atores atores

• • Sensibilidade Sensibilidade do MEC e do MEC e da da CAPES CAPES

• • Articulaç Articula ção ão ABENGE/CNI/IEL/CONFEA ABENGE/CNI/IEL/CONFEA

Conclusões

Conclusões

(46)

OBRIGADO OBRIGADO ! ! sandoval

sandoval .carneiro .carneiro

@ @ capes.

capes. gov.br gov.br

(47)

Programa de Apoio a Projetos Programa de Apoio a Projetos Institucionais com a Participa

Institucionais com a Participa ç ç ão de ão de Rec Rec é é m m - - Doutores Doutores - - PRODOC PRODOC

¾ Programa iniciado em 2002 OBJETIVOS

• Estimular o desenvolvimento,de projetos institucionais nos programas de pós-graduação que contribuam para:

a complementação da formação de recém-doutores;

a diversificação interna dos grupos de ensino e pesquisa;

o fortalecimento de grupos de pesquisa nos programas de pós-graduação e a integração das atividades de ensino, pesquisa e extensão.

• Sua principal finalidade é a absorção temporária dos recém-doutores almejando a fixação de tais

pesquisadores em IES, públicas e/ou privadas, e Centros de Desenvolvimento e/ou Pesquisa

(48)

Evolu

Evolu ç ç ão do n ão do n ú ú mero de bolsas mero de bolsas concedidas ao PRODOC

concedidas ao PRODOC 2003 a 2008 2003 a 2008

316 302

479

500

372

507

200 250 300 350 400 450 500 550

2003 2004 2005 2006 2007 2008

Ano

Nº de bolsas

Fonte: Capes/MEC

(49)

PRODOC

Projetos ativos de 2003 a 2008:

2003 – 316

2004 – 311

2005 – 479

2006 – 500

2007 – 372

2008 – 507

(50)

Programa de Excelência Acadêmica Programa de Excelência Acadêmica - -

PROEX PROEX

¾ Programa implantando em 2004 OBJETIVO

• Busca garantir liberdade e agilidade aos programas de excelência da pós-graduação brasileira (conceitos 6 e 7) na utilização dos recursos públicos, proporcionando

maior flexibilidade operacional.

• Os programas integrantes do PROEX recebem

tratamento diferenciado, possuindo maior autonomia

funcional e podendo decidir como e em que aplicarão os recursos da CAPES.

(51)

Evolu

Evolu ç ç ão do n ão do n ú ú mero de bolsas mero de bolsas concedidas ao PROEX, por n

concedidas ao PROEX, por n í í vel vel 2004 a 2004 a 2008 2008

2007

1603

1967

1698

2649

1839

1474

1775

1482

2395

1000 1200 1400 1600 1800 2000 2200 2400 2600 2800

2004 2005 2006 2007 2008

Ano

Nº de bolsas

Mestrado Doutorado

Fonte: Capes/MEC

(52)

PROEX PROEX

Programas de Pós-Graduação beneficiados:

2004: 149

2005-2007: 127

2008: 177

(53)

Programa Nacional de P

Programa Nacional de P ó ó s s - - Doutorado (PNPD)

Doutorado (PNPD)

¾ Programa iniciado no ano de 2007 OBJETIVOS

• Absorção de jovens doutores das ciências exatas e tecnológicas, o reforço dos grupos de pesquisa nacionais, a renovação de

quadros nos programas de pós-graduação nas universidades e instituições de pesquisas, a sustentação à PDP e à Lei de

Inovação, bem como ao apoio às empresas de base tecnológica

• Investir nos doutores recém-formados e plenamente aptos para aplicar os conhecimentos adquiridos em áreas direcionadas ao desenvolvimento industrial destacadas na PITCE

(microeletrônica, software, fármacos, bens de capital, bio- e nanotecnologia)

¾ Em 2008 foram concedidas 441 bolsas para o programa.

(54)

PNPD PNPD

Número de projetos aprovados:

Edital 2007: 369

Referências

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