CRONICAS
PALUDISMO’
Brasil.-No Brasil, aparte o Rio Grande do Sul, todos 08 Estados da Federacao soffrem, com maior ou menor intensidade, os horrores do impaludismo. Mesmo o Rio Grande, tido até ha pouco como indemne, possue em uma zona limitrophe de Santa Catharina fócos endemicos ultimamente determinados. As avaliacóes do A. encontram, para o Brasil, S,OOO,OOO de impaludados ou sejam 30 por cento das populacóes ruraes, calculadas estas em 27,000,OOO de habitantes, descontando-se e evidente, toda populacáo das capitaes e das cidades mais importantes. A comecar pelo Districto Federal, vemos aqui a malaria distribuida essencialmente em 4 zonas: a primeira se compóe de diferentes trechos de Jacarépagua, uns contiguos, outros isolados; a segunda, comprehendendo Santa Cruz e Sepetiba; a terceira, Guaratiba, e a quarta, localisada á margem da E. F. Leopoldina, principalmente nas estapóes de Vigario Geral e Parada Lucas. Ainda outros pontos poderão ser citados, taes a Ilha do Governador, Anchieta, etc. E’ opportuno declarar que em certas partes da zona rural do Districto, as condicóes endemicas sao perfeitamente identicas ás do mais inhospito sertão onde grassa a doenca. No Estado do Rio de Janeiro, toda a regiáo da “baixada” e do littoral, e emfim, quasi toda a zona baixa atravessada pela E. F. C. B., L. Auxiliar e Leopoldina. Do Espirito Santo, merecem referencia as regiões dos valles do Rio Doce e seus affluentes, do Itaunas e SLio Matheus, do Benevente, Itapemerim e Itabapoana. As visinhanoas da capital são tambem endemicas, embora em gr.40 náo elevado. São Paulo é uma grande victima do impaludismo. 0 Serviso Sanitario do Estado possue urna seccão especial destinada ao seu combate. Ultimamente teve que lutar contra violentos surtos epidemicos desencadeados principalmente em alguns pontos limitrophes de Minas Geraes. Diversas de suas regióes sáo annualmente flage- lladas. Em Minas Geraes, a malaria existe nas varias zonas em que se divide o Estado : Norte, Leste, Sul, Oeste e Triangulo. Foi esta mesma a divisáo adoptada pela Directoria de Saude Publica para o estabelecimento de seus postos prophylae- ticos filiados ao “Centro de Estudos e Prophylaxia da Malaria,” criado pelo Regulamento Sanitario do Dr. Raul d’Almeida Magalháes e estabeleeido deste 1933. Os Estados do Paran& e Santa Catharina, de clima temperado e ameno, nem por isso deixam de ser dois grandes reductos do impaludismo. As regióes do littoral sao as mais castigadas. Matto Grosso não accusa um alto numero de impaludados porque suas vastas regióes infestadas sáo quasi deshabitadas, facto que succede, aliás, em todo o Estado. Em Goyaz o impaludismo 6 apontado em grande numero de municipios e localidades, principalmente situadas nos valles do Araguaya, do Tocantins e seus affluentes. A Bahia é um dos Estados mais infelicitados pela malaria. As estatisticas conhecidas trazem annualmente urna alta mortalidade por febres palustres, desde a capital, em cujas visinhancas ellas se acham intensamente inhltradas e desde o littoral até Bs regióes longinquas do interior. Em Pernambuco o impaludismo é endemico em uma baa parte de seus municipios. Alagoas possue malaria principalmente em dois pontos: no littoral e no valle do Sáo Francisco. No primeiro, deveremos assignalar antes de tudo a propria Maceió e seus arredores, onde o mal é endemico. Tambem em Sergipe
1 La última orónicit sobre Paludismo apareció en el BOLETÍN de marzo 1936, p. 266.
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OFICINA SANITARIA PANAMERICANA IMZWZ.3240 OFICINA SANITARIA PANAMERICANA [lV%WZO prophylaxia da malaria, situados de preferencia nos nucleos coloniaes, estapóes experimentaes, e outros departamentos da Secretaria da Agricultura objectivando a educacáo sanitaria dos proprietarios ruraes; 6) o Governo instituiria sob o sys- tema de emprestimo, o financiamento das obras de saneamento anti-malarico das propriedades cuja prosperidade estivesse na dependencia da solucáo desse problema sanitario; 7) incluiria no progrannna de ensino das escolas superiores do Estado a cadeira de hygiene rural, preleccionada com feitio rigorosamente pratico tendo por finalidade a prepara&0 de pessoal habilitado a prestar futuramente seu concurso 4 erradica@0 das endemias ruraes. (Costa Filho, A.: Ann. Paul. Med. & Cir., 87, jul. 1936.)
Ter@ maligna no Rio Grande do Sul.-Primio assignala pela primeira vez no Rio Grande do Su1 a presenta do Plasmodium falciparum, fórma parasitaria que em outras regióes do Brasil e alhures tem larga distribuicáo geographica. A evidencia do P. fcdciparum no centro de um municipio (Torres) todo elle malari- geno, em urna localidade afastada dos limites de Santa Catharina e, corrollaria- mente, dos fócos classicos de malaria do Estado limitrophe, accommettendo um individuo que ha longo tempo náo se afastava dos arredores da sua habita@ onde contrahiu e morreu de te@ maligna como demonstrou o exame parasito- logico, prova bem o earacter autochtone desta fórma de malaria. Da mesma maneira que se observa em toda a zona endemica-Municipio de Torres e parte norte de Osorio (Conceicáo do Arroio)-os casos de impaludismo se registam em Sáo Pedro de Alcantara no lapso de tempo que vae de novembro a maio, com incidencia maior nos meees de marco e abril. (Primio, R. di: Arp. Rio Grand. Med., 178, ab. 1936.)
Caso autoctono em São Paulo.-Ao descrever a ocorrencia de um caso autoctono de impaludismo em Sáo Paulo (cidade), Prado e Godinho dizem que esto seria sempre fato excepcional, dadas as condicões desfavoraveis de temperatura ali existentes. Comtudo, se as informapóes prestadas pelo proprio doente e seus progenitores sáo verdadeiras o caso é desses raros casos que merecem registro especial na literatura medica. Sáo Paulo, de fato, possuindo quasi o mesmo clima do Alto da Serra, está sujeito ás inconstancias da temperatura. 0 ter- mometro, mesmo nos meses mais quentes do anno, no veráo e no outono, c&i bruscamente em certas horas do dia e da noite. 0 resfriamento noturno do ar, em certos climas, compromete a evolu@o dos plasmodios no carpo dos mosquitos e somente um certo minimo dever& ser ultrapassado para que essa evolu@o seja possivel (16” para cima). Alias, este fato foi proclamado por Grassi, Schoo e Jancso. Temperaturas inferiores impediriam a penetra@0 do zigoto na parede estomacal do mosquito, que depois de certo tempo iria produzir o oocisto. Jancso considera otima a media de temperatura 25”-30”, em que o ciclo esporogonico dos parasitas da tercá benigna se completaria em ll dias e o da te@, maligna em 14. Quanto 4 permanencia do doente na cidade nos ultimos 18 meses náo ha a menor duvida. A mesma afirmacáo, entretanto, náo poder& ser feita quanto aos informes anteriores, relativos ao periodo de residencia no interior e ao grau de salubridade de Marilia e Torrinha. Embora possa ser admitida a hipotese de urna infecáo cronica, com recaida, esta mesma hipotese náo encontraria apoio na
opiniáo de Marchoux, segundo a qual um doente de impaludismo deve
considerar-se curado, quando, residindo anno e meio fóra do foco de endemici- dade, náo apresentar mais indicios da infecáo, tais como : ausencia de esplenome- galia e de parasitas do impaludismo no sangue periferico. Observa que ha casos de revivescencia remota dos parasitas malaricos e que tais acidentes se dáo nas pessoas debeis. Comtudo, estas observacóes sáo consideradas muito raras.
Saldarriaga considera una paradoja que exista en el pafs un Instituto Nacional de Wdium, y no uno de malariología. Apunta que 73% de los colombianos llamados a los colores estan incapacitados a causa de males venéreos, paludismo y tuberculosis. Para él, el nuevo Hospital Antioqueño en Medellfn podría servir de núcleo para crear allf, ampliándolo, un centro directivo de la higiene departa- mental. (Saldarriaga, Alberto: BoE. CZZn. 55, obre. 1936.)
En el Corregimiento de Cambao, Dpto. de Cundinamarca, se presentó en la última semana de diciembre 1935 y primera de enero 1936, una fiebre aguda de car&cter epid&nico, que atacó especialmente a las gentes pobres, sin distinción de edades ni de sexos. En los días 9 y 10 de enero habfa alrededor de 70 casos, y del 1” al 7 murieron 4. El 35.2 por ciento resultaron ser portadores de par&sitos de paludismo : 15.8 de P. falciparum, 79.0 de P. vivaz, y 5.2 de ambos. La creciente del Rfo Magdalena en los últimos meses de 1935 y la sequía de enero 1936 de- terminaron la proliferación de mosquitos anofelinos de los grupos nissorh&ws, albitamis, tarsimacuìatus y bachmani, alguno de los cuales, en opinión del A., debe ser el vector. La miseria, la deficiente alimentación, el desaseo, y el parasi- tismo intestinal, que es muy agudo en Cambao, prepararon el terreno al paludismo, que al encontrar condiciones propicias, estalló en forma epidémica. La infestación por larvas de mosquitos dom6sticos fué de 83 por ciento, pre- dominando el A. aegypti. Por su carácter clínico y las comprobaciones de labora- torio, la epidemia se consider6 de paludismo. (Patiño Camargo, L.: Rea. Hig., 5, eno.-fbro. 1936.)
El Salvador.-Según una disposición reciente en El Salvador, 5 por ciento de los fondos municipales destinados a Sanidad, ser& empleado en la lucha contra el paludismo y sobre todo en la extinción de focos. “El Amigo del Pueblo,” aboga por una campaña de propaganda inicial con un centro director y un pro- grama práctico. (Am. del Pueb., feb. 2 y 9, 1936.)
En El Salvador se están considerando medidas para llevar a cabo de una manera efectiva, por medio de las oficinas centrales de sanidad, una intensa campaña de quininizaci6n en todo el territorio de la República. (Diario Nuevo, jul. 30, 1936.) Aumento en Estados Unidos.-En el número 10 de octubre 1935 del Sta- tistical Bdetin de la Metropolitan Life Insurance Company se hace notar que no ~610 hay todavía zonas extensas de los Estados Unidos donde el paludismo es muy frecuente, sino que hasta va en aumento. Aproximadamente 97% de todos los casos de paludismo se presentan en la región sudeste, y en los 13 Estados que la comprenden ha habido un aumento alarmante en la mortalidad palúdica desde 1931, variando de 24 a 169%. En dos de esos Estados el paludismo en 1934 ocupó el 8” lugar en la mortalidad. En 1934 hubo 4,529 muertes en los Estados Unidos atribuidas al paludismo y de ellas 4,375 correspondían a dichos 13 Estados. Se tiene calculado que de cada 200 casos de paludismo uno termina en la muerte, y de ser asf, las 4,520 muertes de 1934 indicarfan por lo menos 900,000 casos en los Estados Unidos, y visto que cada caso es un foco potencial puede verse fácilmente cu& alarmante es la situación aun hoy dia.
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aparente de la sangre periférica, en particular en 1aB infecciones estivoautumnales. La atebrina parece ser m& activa en las subtercianas y es más compatible con el trabajo del individuo, pero es más cara, y según algunos experimentadores, tiene un efecto acumulativo cuando se administra a dosis supracurativas. Manson- Bahr ha establecido que las recurrencias de la malaria estivoautumnal pueden ser enteramente prevenidas con atebrina. La plasmoquina también tiene BUS inconvenientes, como son precio, e intoxicaciones que produce cuando la dOBiB es excesiva. El tratamiento hospitalario, aunque individual para cada enfermo, se sistematiza para los casos corrientes, en forma semejante a la anterior, salvo que en las embarazadas se emplea atebrina y plasmoquina en vez de quinina. La via hipodérmica para la atebrina no se emplea frecuentemente en el hospital, y la endovenosa no se usa en absoluto. La quinina ha sido administrada hipo- dérmicamente en el hospital por un sinn6mero de años y en m& de 100,000 casos sin ninguna complicación aparte de uno que otro absceso en un promedio de 4 en 1,000, y esto en enfermos de poca resistencia. La quinina por via intramuscular y en sales solubles parece ser el método más practico y eficiente de administración, pues el peligro de un esfacelo incidental de los tejidos es insignificante. La adrenalina como coadyuvante de la quinina en ciertos casos perniciosos, cere- brales, álgidos, a dosis de 10 a 15 gotas por via muscular, es eficaz. De 100 casos recogidos últimamente, de paludismo con sangres positivas y hospitalizados dedúcese lo siguiente: que después de cinco dias de tratamiento con quinina y plasmoquina o atebrina y plasmoquina, los gametos de cualquier forma de malaria desaparecen de la sangre periférica, y los esquizontes también tras seis dias de tratamiento con una u otra de las combinaciones anteriores. Esto indica que para el tratamiento hospitalario, tan efectiva es la quinina como la atebrina, y que la plasmoquina es el tratamiento sine qua non para que el paciente pueda ser dado de alta del hospital, con una sangre perif6rica relativamente libre de formas sexuales. Los mosquitos m& comúnes y VeCtOreB del paludismo en los campos de la United Fruit Co. en Guatemala son los anófeles albimanus y maculipennis. En el diagnós- tico las l&ninas delgadas se tiñen con Wright con la modificación de Romanowsky. Es más frecuente encontrar el falciparum en la circunferencia del gl6bulo, que en el centro. Los autores han encontrado en dos ocasiones parásitos en neutrófilos, y en varios casos de fiebre hemoglobinmica ~610 el PE. vivas. En tercianas simples casi invariablemente se encuentran pequeños anillos o puntos perfectamente geométricos que no son plaquetas, y en los paludismos cr6nicos siempre se encuen- tra una degeneración de los leucocitos basófilos. (Aguilar Meza, R., y Macphail, N. P. “Generalidades sobre paludismo,” Guatemala.)
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OFICINA SANITARIA PANAMERICANA rMarwal PI. malariae. La infección mal&rica de la zona estudiada no reviste gravedad, aunque si presenta marcada hipertrofia esplénica. (Romeo de León, J. : Bol. San. Cual., 67, nbre. 1936.)
Actopan, Hidalgo.-Hoffmann describe sus observaciones del paludismo en la primavera de 1933, en la región de Actopan, del Estado de Hidalgo. En general, las regiones mexicanas de climas secos y mesotérmicos, como la de Actopan, revisten interés, pues no se trata de sitios propiamente endémicos, sino mas bien subendémicos, es decir, que existen casos aislados, en su mayoria autóctonos, repartidos en todos los pueblos, pero los índices endémicos en los escolares son bajos, la población general no presenta resistencia adquirida y esta expuesta a brotes epidémicos, siempre y cuando el anófeles vector logre en determinada época el aumento necesario y contacto con el hombre. Regiones de naturaleza parecida abundan en alturas muy distintas en el Centro, Sur y Occidente de Mexico, de modo que Actopan puede servir hasta cierto punto como región tipo, ocupando una altura media de 1,900 a 2,000 m sobre el nivel del mar, y carac- terizándose por su clima semiárido en todas las estaciones. En la regiún de Actopan, como en otras partes de México, el Anopheles pseudopunctipennis es el único que en el interior seco retiene BU actividad durante la excesiva sequla invernal, siendo la única especie hallada allf en plena actividad y con larvas en todos los grados de desarrollo. En Actopan los criaderos invernales se reducen a pocos, pero estan bien asegurados, y bastan para garantizar la estancia y actividad permanente del vector, y con éste la posibilidad de una limitada, pero constante, propagacibn autóctona del paludismo. Los criaderos pueden radicar en los manantiales, con su8 charcos y caños adyacentes, residuos de aguay charcos en los lechos secos de arroyos, y en derrames y 3ltración de caños de conducción de agua y de riego. Al comprobar la frecuencia del paludismo en tres escuelas, dos rurales y una urbana, representativas de los tres diferentes grupos de poblaci6n que existen, se encontró esplenomegalia en proporciones de 7.3, 14.3 y 23.3 por ciento, respectivamente, y portadores de gametos en 3, 14.2 y 10 por ciento. (Hoffmann, C. C.: An. Inst. Biol. 305, Tomo VII, 1936.)
trascedental y Veracruz se ha convertido en centro de turismo importante, lo cual ofrece la prueba m& palpable del eficiente servicio sanitario actual.
Sosa Rodríguez repasa la situación palúdica en el puerto de Veracruz. La mortalidad palúdica por 100,000 habitantes lleg6 a 97 en 1932, 85 en 1933, 93 en 1934, y 62 en 1935. El vector principal es el A. albimanus que se produce con más intensidad de agosto a noviembre, o sea en la estación lluviosa. El A. pseudo- punctipennis que tiene un índice muy bajo, se produce de mayo a septiembre. El A. oestitipennis es raramente capturado. La morbidad es perenne y únicamente disminuye algo de febrero a mayo. En otros meses, como por ejemplo en 1934, hubo dfas en que se trataron no menos de 200 palúdicos. En 1935 la situación mejoró. La lucha tropieza con la dificultad de que, careciendo Veracruz de drenaje adecuado, se forman grandes charcos que más tarde se convierten en pantanos y éstos en poderosos criaderos de anófeles. Las recientes colonias crean un problema sanitario separado por completo del servicio sanitario. El pa- ludismo también es causa de mortalidad indirecta, y en Veracruz la morbidad y mortalidad tuberculosa alcanzan cifras muy altas. (Sosa Rodr&uez, Pedro: Lavemn, 6, mayo, 1936.)
El 18 de julio de 1936, el Gobierno de México expidió un decreto declarando de interés público la campaña contra el paludismo, y librando de todo derecho o impuesto, durante el año, a la totaquina, quinina y sus sales, atebrina, plasmo- quina, las asociaciones de estos medicamentos, la tela de alambre, verde de París, y los modelos de aparatos pulverizadores y atomizadores útiles para la lucha antipalúdica. En el mismo decreto se establece otra serie de medidas tendientes al abaratamiento de los elementos antipalúdicos.
Ejército mexicano.-En el ejército mexicano el número de casos de paludismo por 1000, ha disminuido de 25.5 en 1927-28, a 16.5 en 1931-32 y 13.4 en 1932-33. A pesar de la gran disminución durante los últimos 6 años, todavía se enferma de paludismo la tercera parte del ej&cito, mientras que en Estados Unidos la propor- ción de casos en las fuerzas armadas ha sido de menos de 1 por ciento a partir de 1923. Hasta la fecha, en la campaña ~610 se ha utilizado la quinina, pero bsta es inferior ala lucha contra los mosquitos la cual recomienda el autor. En México el paludismo constitutye con la tifoidea, los eritemas, tuberculosis, venéreas, el pinto y la oncocerciasis uno de los problemas sanitarios de capital importancia. La oncocerciasis y el pinto son m& bien del sur de la república y la tuberculosis y las venéreas, problemas universales, es decir, que quedan como problemas generales las fiebres entéricas y los parásitos intestinales. En 1932-33 el número de casos de paludismo fu6 de 13,400 comparado con 14,100 para la sifìlis. (Meneses Hoyos, Jorge. : Gac. Méd. Mil., 123, ab.-mayo 1935.)
Nicaragua.-Rosales repasa algunos de los datos disponibles sobre el paludismo en Nicaragua. En la ciudad de Rivas desde 1921 se han hecho obras anti- maláricas, m& estables desde octubre de 1933. El fndice parasitario ha dis- minuido desde 80 por ciento en 1924, a 14 por ciento en febrero, 1935. En Managua los trabajos realizados también han hecho descender manifiestamente los indices parasitarios, aunque en algunas zonas todavía alcanzan cifras elevadas. En la ciudad de Chinandega un índice parasitario en 1934 revel6 un promedio de in- fección 12.5 por ciento; otro en Sabana Grande 11.41 por ciento. En los informes de la Dirección General, 1934, aparece que del total de 5,623 defunciones, 10.47 por ciento se debieron al paludismo, siendo la proporción mucho m8s alta en algunas ciudades. Para el autor, para resolver el problema, precisa la coopera- ci6n capaz y precisa de todas las municipalidades, entregando a la Sanidad el 10 por ciento de sus entradas, según exige la ley, y la colaboración de todas las empresas agrioolas. (Rosales B., J. B.: Rev. Méd., 29, jun. 1935.)
246 OFICINA SANITARIA PANAMERICANA [MRCZO en Lofza, pueblo situado a unos 30 km de San Juan, un estudio hematológico de 100 sujetos: 83 con paludismo cr6nico y 17 agudo. En ‘i’O$& de los casos, el número de hematies era inferior a 4,000,OOO por mma, y ~610 en 10% la hemoglobina inferior a 700/& La anemia en todo el grupo era leve: promedio de 3,950,OOO de hematies y 85% de hemoglobina. El examen microscópico de la sangre no pareció indicar neoformación hemdtica activa. En 34% del total se observó anemia macrocítica; en 37% anemia normocftica; en 16% anemia simple microcitica, y en 13% anemia hipocrómica. 5610 35’% revelaron leucopenia manifiesta. Se observó cierta tendencia a la degeneraci6n granular leucocitaria, pero sin alteraciones notables del número de plaquetas ni del tiempo de eritrosedimentaci6n. La raza a que pertenecen los sujetos, cierta inmunidad adquirida, o quiz&s el régimen rico en proteinas de origen animal, pueden constituir factores que expliquen la leve anemia. De lo anterior, los autores deducen que en Puerto Rico el hemograma de los palúdicos no posee por si ~610 un valor diagnóstico, aparte del que pueda tener la exclusión del par&ito en la sangre. (Rodríguez Molina, R., y Oliver González, J.: Puerto Rico Jour. Pub. Health & Trop. Med., 281, dbre. 1936.)
Campaña en Venezuela.-Con fecha 10 de julio de 1936 se dict6 en Venezuela un decreto-ley de defensa contra el paludismo que consta de 33 articulos y que cubre fases y medidas reconocidas como eficaces en la lucha antipalúdica: obras de saneamiento del suelo, destrucción de larvas y zancudos, distribuci6n de drogas, producción de las viviendas con tela met&lica, enseñanza antipalúdica obligatoria y tratamiento mkdico gratuito. Por uno de los articulos se establece la Dirección Especial de Malariologfa y se crea una escuela para la formación de expertos malariólogos. Otro artfculo declara libres de derecho la importación de la quinina y sus sales, la tela met8lica y de mosquiteros, asf como los insecticidas, los que no podr&n venderse con un recargo mayor del 10 por ciento. En la Ley de Presu- puesto General de Rentas y Gastos Públicos se incluir8 anualmente una partida no menor de 3 milloaes de bolivares para cubrir los gastos que ocasione la ejecu- ci6n de esta Ley. (Gac. Of., jul. 11,1936.)
Islas de Barlovento.-Earle estudi6 cuál era el vector pallbdico m8s importante en las islas de Granada y Santa Lucfa. El A. tarsimaculatus fué encontrado en todas partes como vector, siendo indudablemente el causante de la mayor parte si no de todo el paludismo. El A. argyritursis se encontró también en algunas zonas, pero nunca en mayor proporci6n, aunque puede ser vector en circunstancias favorables. El A. pseudopunctipennis ~610 se encontró en Granada y seguramente no reviste importancia como factor palúdico. (Earle, W. C.: Am. JOUT. TTOP. Med., 459, jul. 1936.)
Manifestaciones neurológicas.-Al comunicar 4 casos de psicosis palúdicas, Turner repasa parte de la literatura relativa al asunto. Sydenham y Hoffman en el siglo XVII fueron los primeros en comunicar trastornos psfquicos debidos a la “fiebre intermitente,” y entre los primeros en estudiar los efectos de la malaria sobre el sistema nervioso, figuraron Councilman y Abbott en 1885. Kingsbury, al comunicar en 1934, 17 casos entre varios millares de palúdicos tratados con atebrina, menciona dos factores etiológicos, o sean, la intensa liberación de toxinas y la toxicidad de la atebrina a ciertas dosis para el sistema nervioso cen- tral. (Turner, C. C.: South. Med. Jour., 578, jun. 1936.)
grave observado en los trbpicos, pues rara vez hubo esplenomegalia y no se observó caquexia. Muchos casos resultaron negativos en 40 a 60 exitmenes de la sangre en un perfodo de 8 a 9 años, mientras que resultó positiva la melanofloculorreac- ci6n. Discutiendo por qué curan unos casos y otros no, el autor indica que quiz& sean dos formas de infección: la reactiva y la no reactiva, siendo m6s curable Ia primera y la ríltima más susceptible de volverse crónica. (Korovitskiy, L. K.: Vmch. Delo, 359, No. 5, 1936.)
Fiebre hemoglobinúrlca.-Señalando que la fiebre hemoglobimírica confinda siendo el gran problema todavfa irresuelto de la medicina tropical, FernBn Ntiez presenta sus observaciones personales en unos 100 casos, Ia mayorfa de ellos del valle del Magdalena, en Colombia. Al repasar las varias teorfas etiológicas, presenta sus deducciones en el sentido de que la causa de la dolencia se asocia netamente con infestación por el Plasmodium falciparum representando una reacción alérgica, y los accesos agudos ataques anafihkticos. Para él, esa alergia es manifiestamente resultado de una disfuncibn del mecanismo de inmunidad en el paludismo, precipitando a menudo los ataques la quinina, que actúa sobre los parasitos liberando el alergeno en cantidades tóxicas, aunque también podrfan actuar en la misma forma la exposición a la intemperie, la reinfección o enferme- dades intercurrentes. En las personas alérgicas a los productos del PI. falciparum, una pequeña inyecci6n intracutánea de una suspensión formolada
(plasmodoide), o de plasmodios triturados suspendidos en glicerina, produjo una reacción localizada. ESOB individuos son BUBCeptibh33 ala fiebre hemoglobindrica, y haciendo que se retiren sistematicamente de los distritos palúdicos, el mal desaparecer& practicamente de IOB titimos. En la autopsia de 11 sujetos que murieron de fiebre hemoglobimírica, el autor observó en casi todos los tejidos eosinofilia, cuyo significado es dudoso. Hubo considerable edema en muchos órganos, y en particular los que contenfan elementos reticuIoendoteliales, lo cual puede o no indicar anafilaxia. (Fern&n-Núfiez, M.: Am. JOUT. Trop. Med. 563, sbre. 1936.)
248 OFICINA SANITARIA PANAMERICANA IMsìZO que se apliquen en gran escala las llamadas medidas biológicas, comprendiendo alteración de corrientes de agua por medio de diques y pequeñas cascadas para evitar el estancamiento, lavados periódicos de la corriente, liberación de agua retenida, asoleamiento de la corriente, desyerbando en particular las riberas, construyendo fosas a los lados para dar más velocidad a la corriente en los puntos más llanos. Con respecto al empleo de peces larvicidas, el autor suspende su opini6n por ahora, salvo donde dichos peces pueden también dar resultado lucra- tivo. En Java han empleado esas medidas antipalúdicas, sobre todo en ciertas zonas del país, por considerar que ciertas obras permanentes de mamposterfa resultan demasiado costosas. (EJ ‘ército, Antonio: Mo. Bull. Bur. Health, 77, mzo. 1936.)
Transmisi6n maternal.-Un niño de 4 años, sin antecedentes personales de importancia, a rafa de un estrbfulo recibió seis inyecciones de sangre materna, en un periodo aproximado de 15 dfas. A los 10 dfas de la última inyección empezó a padecer violentos accesos febriles, todos de las mismas características, cada 72 horas. El examen ffsico no reveló nada anormal, aparte de esplenomegalia. Pensando en el paludismo, se buscó el hematozoario en la sangre periférica, en- contr6ndose el Plasmodium malariae. Al investigar el asunto, se recordó la hemoterapia materna, y un hemanálisis de la madre result6 negativo pero la reacción de Henry positiva para paludismo. (Cervini, P. R., y Quian, R. A.: Arch. Arg. Ped. 573, abre. 1936.)
Recurrencia del paludismo inoculado.-Refiriéndonos a la recurrencia del paludismo inoculado, mencionado recientemente por Petersen, Kopeloff apunta que, empleando una cepa sin formas sexuales, se elimina la posible trasmisiún por mosquito a otras personas. Las formas asexuales del mosquito palúdico también ceden mucho mas facilmente a la quinina que las sexuales. (Kopeloff, N.: Jour. Am. Med. Ass., 1331, ab. ll, 1936.)
Posible vector.-El autor descubrió en Puerto y Rico y Jamaica ocho A. grabhamii con ooquistes en el estómago, habiendo infectado a tres de ellos con la sangre de tres palúdicos de Puerto Rico. Aunque la infección experimental no alcanz6 la etapa de infección esporozoftica de las glandulas, el desarrollo corres- pondió al observado en un A. albimanus infectado al mismo tiempo. Por lo tanto, el A. grabhamii puede aparentemente ser un vector del paludismo, aunque no reviste importancia en Puerto Rico, por su escasez y poca afición a la sangre humana; sin embargo, hay que tener presente su capacidad para proliferar en los depósitos de agua muy sombreados, en caso de que en alguna parte llegue a revestir importancia como vector del paludismo. (Earle, W. C.: Bol. Asoc. Méd. Puerto Rico 228, obre. 1936.)
Infección natural del anófeles punctimacula.-Simmons comunica el hallazgo de plasmodios palúdicos en un anófeles punctimacula naturalmente infectado en la zona del Canal de Panama. Este mosquito tiene una distribución bastante considerable en América. Para el autor, el insecto es acreedor a un estudio mas detenido a fin de determinar su relación epidemiológica con el paludismo. (Sim- mons, J. S. : Am. Jour. Trop. Med., 105, mzo. 1936.)
Plasmodio oval.-Mageed publica un caso observado en Egipto entre 400 casos de paludismo en que identificó un plasmodio que por sus caracterfsticas cree que es el ovale descrito por York y Owen en 1930. (Giovannola en 1935 declaró que el P. ovale no era mas que una modificación del P. vivaz tras una residencia prolon- gada en un huésped vertebrado, fundándose para ello en sus estudios de la cepa Wagner-Jauregg de P. vivaz que había pasado por 15 años directamente de hombre a hombre sin intervención de huésped invertebrado.) (Mageed, A. A. A. : Jour. Egyp. Med. Assn., 229, mayo, 1936.)
de un niño de 2 meses que a raíz de la maternohemoterapia administrada para el tratamiento de diátesis exudativa, de la cual curara con ~610 4 inyecciones, ad- quiri6 paludismo de forma cuartana con un periodo de invasión muy prolongado, ya que la temperatura típica no hizo su aparición hasta un año y medio después de la inoculación del hematozoario. La quinina, tanto oral como hipodérmica, no ejerció efecto alguno sobre la esplenomegalia; la atebrina y plasmoquina fueron de mayor eficacia, ya que no ~610 desapareció el cuadro febril, sino que el bazo y el hígado disminuyeron rápidamente de tamaño. (Abdala, José R., y Salaberry, J. S.: DiaMéd., 924, obre. 26, 1936.)
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Todo esto justifica Ia suposición de que el huésped ha elaborado un cuerpo plas- modicida. Cabe, pues, deducir que la inmunidad en el paludismo contiene por lo menos dos elementos, uno plasmodicida y el otro antitóxico; que algunas de las contradicciones, asf como de la terminologfa poco satisfactoria, dimanan de no tomarse en cuenta la doble naturaleza de la inmunidad en el paludismo. (Ash- ford, Mahlon: Am. Jour. Trop. Med., 665, nbre. 1936.)
Dominio de los portadores.-Earle y Pérez declaran que no existe medio conocido de predecir la existencia de gametos en la circulación sanguínea ni tam- poco resulta factible examinar frotes de la población en general con suficiente frecuencia para determinar los portadores. Por ahora, pues, la lucha antipalúdica encaminada a dominar los portadores resulta dificilfsima y probablemente es mejor limitarla a pequeños grupos aislados de individuos sujetos a una rfgida disciplina. En éstos si hay anófeles presentes serfa probablemente necesario administrar una droga tal como la plasmoquina al grupo entero y a plazos perió- dicos. La lucha contra los portadores también puede resultar útil en las epidemias, cuando es posible obtener, por lo menos temporalmente, la cooperación de la gente, pues con una medicación universal podrfa detenerse pasajeramente la propagación. Sin embargo, el tratamiento en gran escala de la población general se halla probablemente justificado ~610 para el alivio de sfntomas manifiestos y para la esterilización de los portadores o para la profilaxis. (Earle, W. C., y Pérez, M.: Bol. As. Méd. Puerto Rz’co, 167, agto. 1936.)
Viviendas.-Resumiendo sus observaciones en ciertos llanos de Macedonia, en 1932-1934, Barber y Rice afirman que el resultado no parece alentar mucho la esperanza de que las mejoras en las viviendas ayuden mucho en la lucha antipalú- dica, aparte del enrejado. Las observaciones comprendieron dos clases de casas: unas mas antiguas, y otras mejor construfdas, alumbradas y ventiladas. En cuanto a la cantidad de anófeles infectados, no se observa mayor diferencia entre ambas clases de casas. (Barber, M. A., y Rice, J. B.: Am. Jour. Hyg., 513, nbre.
1935.)
Papel de la densidad de mosquitos.-Barber y colaboradores compararon durante varios años el fndice parasitario y la densidad de mosquitos A. ehtus en dos grupos de aldeas de la Macedonia griega, situados uno en una zona muy endémica y el otro en una zona menos endémica. Esos factores se compararon en la misma regibn durante abos de diferente densidad anofelina. En dichas regiones parece que la transmisi6n del paludismo guarda mas o menos relación con la densidad de A. elutus, habiendo un limite bajo aproximado, al cual oasi cesa la transmisi6n, aunque es bastante superior al punto de extinción de los vectores. El fndice esporozoitario fu6 casi idéntico en ambas regiones, por lo menos al principio. Cierto es que intervienen varios factores en estos problemas, siendo algunos diffciles demedir, entre ellos el número de portadores de gametos efectivos y la época del afro durante la cual tiene lugar la mayor parte de la transmisión. Ademas todavfa no se cuenta con un método absolutamente satisfactorio para medir el anofelismo en la zona de que se trata. Todo lo que puede esperarse, pues, es una aproximación, pero aun Bsta resulta útil para apreciar el valor de las medidas antipalúdicas y poder comparar distintas zonas. (Barber, M. A., Rice, J. B., y Mandekos, A. F.: Am. Jour. Hyg., 237, sbre. 1936.)
y el lugar de descanso de 10s mosquitos, pues los anófeles antropóflos descansan con mayor frecuencia en las habitaciones humanas que los .zoó~IIos. En Puerto Rico el A. alkimanus es ~110 de los mosquitos m&s zo6flIos. Los autores discuten el empleo de una trampa con cebo humano para estudiar la frecuencia de esta especie. (Earle, W. C., y Howard, H. H.: Bol. Asoc. Méd. Puerto Rico 233, obre. 1936.)
ReacciBn de Henry.-Para Marchoux y Chorine ~610 hay dos medios de diagnos- ticar el paludismo: el hallazgo de1 parasito o del pigmento de1 parasito en Ia sangre. Para 10 Gltimo, la reacción de Henry es en particular interesante, aunque no posee Ia especificidad que se le atribuyera primitivamente, pues para Ia mayorfa de los investigadores se basa exclusivamente en una alteración del suero, y en particular en un aumento del coeficiente de globulinas precipitables en agua destilada. Este desequilibrio s6rico es constante en el paludismo, pero no se limita a esta enfermedad. Una positiva puede resultar errónea en 5 a 7 por ciento de los casos, pero una negativa en menos de 1 por ciento. La reacción, sin embargo, se inhibe cuando el microscopio revela los parásitos en la sangre. Estos factores t6cnicos revisten importancia; por ejemplo, la sangre debe ob- tenerse en ayunas y no para la fecha en que los parasitos aparecen en la sangre periférica, Ia prueba debe hacerse poco después de extraer la sangre, pues el factor tiempo es importante, y por fin el medio de1 agua destilada es el que da resultado más seguro. De 335 sujetos examinados, Ia reacción resultó negativa en 253, positiva en 62, y dudosa en 20. En los que habfan contraido el paludismo en las coIonias, fu6 positiva en 3540 por ciento, en 10s primeros seis meses de su regreso a Francia, bajando casi a 0 al cabo de dos años. Para los autores, Ia reaeci6n de Henry puede servir para comprobar otros datos de que el paludismo aparentemente curado, 10 esta realmente. (Marchoux, E., y Chorine, V.: Presse Méd., 2049, dbre. 18, 1935.)
Técnica simplificada para la melanoflocuíación de Henry.-Spanedda describe una modificación de la meIanoflocuIaci6n de Henry para el paludismo, empleando sangre laqueada en vez de suero sangufneo. Para él, la técnica es exacta y de valor clfnico, habiendo dado tfpicos resultados positivos en 64 sueros. La única excepción fueron tres casos en que fu6 negativa, aunque habfa plasmodios en la sangre, y en ellos Ia sangre había sido obtenida durante el perfodo febril. EI autor comprobó la técnica modificada con la clitsica en 30 sueros, encontrando una correlación perfecta. (Spanedda, A. : Gior. Bat. Imm. 467, obre. 1936.)
ReticuIocitos.-Para el diagnóstico diferencia1 de 10s distintos tipos de paludismo no ~610 es de importancia la morfología de1 parasito, sino 10s trastornos que éste ocasiona en el protoplasma de los eritrocitos. En el paludismo provocado por el P. vivaz y el P. fulciparum se infectan casi exclusivamente los reticulocitos, pero no asf 10s eritrocitos maduros. La infección selectiva en esos casos llega a ta1 extremo, que de las céIuIas infectadas, por lo menos de 90 a 98 por ciento son reticulocitos. En Ia malaria cuartana, sin embargo, no se infectan casi nunca. EI hecho de que las células jóvenes sean las preferentemente parasitadas, tiene un gran significado clfnico, y dado que una gran parte de ellas se destruyen, como demuestra el examen microscópico, se produce una anemia consecutiva a la in- fección. (Jacobsthal, E.: Bol. San. Guat., 141, nbre. 1936.)
252 OFICINA SANITARIA PANAMLERICANA [Mamo
revelan gránulos, esto se debe a una coloración defectuosa. Sin embargo, no se tome esto como denotando que debe esperarse la presencia de gránulos de Schüffner en todos los hematfes que contengan Plasmodium vivar, pues en los estudios del autor ~610 se presentaron en 36.4% en un caso, y ~610 en 13.2% en otro. Estos porcentajes convienen toscamente con las observaciones de Eaton acerca del coeficiente de invasión parasitaria de los reticulocitos, reforzando asf los datos en favor del origen reticular de los gránulos de Schüffner. (Hingst, H. E. : Amer. Jour. Trop. Med. 679, nbre. 1936.)
Doble ciclo esquizogónico del Plasmodium elongatum.-Vengono describe los dos ciclos esquizogónicos diversos que se observan en las infecciones producidas por el Plasmodium elongalum; uno en los hematfes y el otro en las c8ulas del reticuloendotelio. En los hematíes se observan trofozooítos y esquisontes pigmentados de pequeñas dimensiones, que producen un exiguo número de mero- zooitos, pero en las células reticuloendoteliales se convierten en trofozooftos y esquizontes sin pigmento, de dimensiones mucho mayores, y que producen un número elevado de merozooftos. Este doble ciclo esquizogónico constituye prueba evidente de la posibilidad de que los plasmocitos se desarrollen como otros hematosoos en las células reticuloendoteliales. (Raffaele, G. : Riv. Malar. 21, fasc. 5, 1936.)
Plasmodium capistrank-Para Manwell el P. capistrani parece ser una mera variedad del P. praecox, siendo morfol6gicamente tan semejante que no pueden diferenciarse mutuamente, mientras que las infecciones crónicas de uno, producen una inmunidad poderosfsima al otro. El capistrani y el praecox también reac- cionan en forma semejante hacia el cathemerium y el nucleophilum. Los huéspedes tipos del capistrani y el praecox son distintos, pero ya se sabe que la especificidad para el hu6sped en el paludismo aviario es relativamente baja, y es seguro que en el canario las dos especies producen infecciones semejantes. (El P. capistrani fué descrito por primera vez en 1932 por Russell, quien lo aislara de una codorniz filipina, y también descubriera que el canario era susceptible al mismo.) (Man- well, R. G.: Ame-r. Jour. TTOP. Med. 685, nbre. 1936.)
Quimioprofilaxia individual.-Winchester escogió para su estudio 56 familias, con 243 personas, de un sector muy palúdico de la costa meridional de Georgia. El 15 de mayo inició la profilaxia, tomando cada individuo (115) de 28 familias un comprimido de 50 mg diarios de atebrina con la cena. El grupo testigo (128) continuó la medicación que habfa utilizado desde años antes. La profilaxia continuó hasta el 1” de noviembre 1935, obteniéndose frotes sangufneos cada mes en ambos grupos y anotAndose los achaques. Comparado el grupo profil8ctico con el de testigos el número de casos de paludismo fué 0 y 58 respectivamente, el de los que recibieron una serie curativa de atebrina 37 y 32; el número de sangres positivas 9 y 12; el de bazos palpables 53 y 41. Como se ver&, por medio de la atebrina se impidió la malaria clfnica en el grupo tratado. (Winchester, M. E.: South. Med. Jour., 1029, obre. 1936.)
1937J PALUDISMO 253 no hay, por lo tanto, en la región dada, ventaja alguna en preferir, para el tra- tamiento de las infecciones por PI. falciparum la asociación quinina y plasmoquina a la quinina sola. La lucha antipalúdica por los remedios especfficos-mits concretamente, tratamiento de los enfermos con quinina-disminuye conside- rablemente los fndices espl6nico y plasmódico (en ocasiones se mantienen en cero durante varios años), pero no reduce el porcentaje de esplenomegalias discretas (tipo 1 y 2 de la escala de Boyd)-las únicas que prActicamente se observan después de varios años de lucha-en los enfermos que acuden al Dispensario. El brote epidémico registrado el año 1934, no puede atribuirse a la reducción del trata- miento. Las inmigraciones no explican las recrudescencias endémicas. (Bar- bosa, Amando: Riv. Maiarioh 367, Fasc. 4, 1935.)
Silva diz que no estado actual da sciencia, a medicina ainda não possue nenhum especifico capaz de realizar a prophylaxia causal, pela impossibilidade da des- truicão dos esporozoitos inoculados pelos anopheles. E’ possivel a realiza&0 da prophylaxia clinica, de beneficios incontestaveis pelo uso de especificos que possam ser usados por tempo indeterminado, sem perigo de effeitos secundarios. Os saes de quinina ainda representam os elementos therapeuticos de maior valia numa campanha sanitaria anti-malarica. Os productos syntheticos plasmochina e atebrina podem ser usados como elementos subsidiarios na cura do impaludismo, para fins especiaes e sob controle medico. Na cura de paludismo a medicina possue agora dois especificos esquizontecidas, a quinina e a atebrina, sendo que o primeiro offerece vantagens em compara$Xo com o producto synthetico. Parece que a atebrina possue nos casos de accessos de primeira invasáo, urna accáo esquizontecida mais rapida do que os saes de quinina, náo garantindo tambem as recurrencias. E’ fora de duvida que a associacáo arseno-oportherapica reforca notavelmente a accáo especifica esquieontecida da quinina, por mecanismo que ignoramos, como a propria accão de todos os especificos. A plasmochina, que 6 bastante toxica nas doses therapeuticas efficientes, pode ser empregada na des- trui&o dos gametos (formas sexuadas), principalmente do P. fulciparum da terca maligna, sob controle medico. Nenhuma forma de paludismo chronico, com grande esplenomegalia pode ser curada, com apenas um tratamento de 5 ou 7 dias pela atebrina. No estado actual da therapeutica chimica antimalarica, não é possivel a cura permanente de um caso de paludismo chronico, antes de um periodo de tempo, que varia entre 30 e 60 dias de tratamento intensivo, salvo raras excepcóes. 0 tratamento que pode ser utilizado com seguranca e sem riscos de effeitos secundarios é a associa&o quinino, arseno, opotherapica, ao lado de neo salvarsan. (Silva, H.: Bol. Soc. Med. & CZr. 8. Paulo, 182, obro.-nbro. 1935.)
254 OFICINA SANITARIA PANAMERICANA pImm
aconsejan una ptldora (0.2 gm) y para las criaturas 0.05 gm por cada año de edad, recubriendo las pfldoras con chocolate. En las Filipinas las dosis diaria reco- mendada para profilaxia es, para los niños de un año l/lO de tableta o 0.0324 gm; para los de tres años 1/5 de tableta o 0.065 gm; para los de seis años ll2 tableta o 0.162 gm; para los de diez años 1 tableta o 0.324 gm; y para los de 15 años 2 tabletas o 0.65 gm. La terapéutica contra los esquizontes consiste en el tratamiento de los accesos y de las recidivas con quinina o atebrina, siendo ambas igualmente eficaces, aunque en algunos casos puede dar mejor resultado una que otra. En ningtin caso debe administrarse la plasmoquina como tratamiento de los accesos primarios o agudos de la terciana maligna, pues dicha droga es claramente ineficaz contra las formas asexuales del P. fulciparum, en las cuales la atebrina parece ser el remedio m& eficaz. En los tratamientos modernos nunca se deja de tomar en consideración el mecanismo de defensa del huésped. Los estudios verificados en las Filipinas demuestran la eficacia de la atebrina contra los esquiaontes de la terciana benigna y maligna y tambien contra los gametocitos de la terciana benigna, pero su ineficacia contra las semilunas. En conjunto, el diagnóstico del paludismo no debe fundarse únicamente en los sfntomas de escalofrfos, fiebre, sudores, sino también en los antecedentes de haber residido en alguna localidad palddica durante el periodo de incubación o Iatencia de la enfermedad y si es posible en una reaccibn positiva para la urobilina urinaria. El diagnóstico debe corroborarse por un examen positivo de la sangre que indique la especie y periodo de desarrollo de los parásitos. A su vez la terapeutica se basa en el conocimiento de las diversas especies, cepas y perfodos de desarrollo de los parasitos, el cono- cimiento del papel de las formas asexuales y sexuales, del mecanismo de defensa del organismo humano y del respectivo efecto de los tres medicamentos recono- cidos. (Ejército, A.: PM. Bd. Bur. Health, 119, ab. 1936.)
dfacos, idéntico tratamiento. Subterciana grave con trastornos cardiacos: si se puede tomar quinina por vfa bucal, adminístrese como en la terciana benigna; de otro modo inyktese intravenosamente 1 gm de clorhidrato de quinina dos veces diarias; adminfstrese también suero fìsiológico por vfa venosa (medio litro); ademAs, si se necesita algti tónico cardiaco, adminfstrese 1 CC de estrofantina. En casos inconscientes, empléese la transfusión con soluci6n de Ringer (1 litro), repitiéndose a las 12 horas si no hay mejorfa; administrense entonces por vfa rectal de 0.3 a 0.65 de quinina en medio’litro de suero Gdológico, e inyéctese in- tramuscularmente 1 gm de clorhidrato de quinina, dos veces diarias. Fiebre hemoglobinúrica: lo principal es administrar liquido en abundancia; por vía rectal, medio litro de suero fisiológico con 8 CC de bicarbonato de sodio; por vfa subcutánea, suero fisiol6gico; por vfa venosa, solución de Ringer; por vfa bucal, agua en abundancia. Si existe anuria, aplíquese a los lomos una bolsa de agua caliente o compresa caliente, y adminfstrese 0.5 CC de extracto hipof%ario 2 veces diarias; impóngase el descanso absoluto y piénsese en la transfusibn sanguínea si no mejora la hemoglobina. (Ejército, A.: Rev. FiE. Med. di Furm., 197, mayo, 1936.)
256 OFICINA SANITARIA PANAMERICANA [Marso Sanatorios para niños palddicos.-Gosio pasa aqti revista a los varios sanatorios que a instigación suya han sido creados en varias partes de Italia, como Roma, Calabria y Cerdeña, para combatir el paludismo infantil, y repasa los trabajos verificados desde la época en que cobraron una vida precaria, hasta su estabiliza- ción actual; discute con tis detenimiento el Sanatorio de Borghetoo (Grotta- ferrata, Roma), en el cual las funciones médicas se conjugan con las agrícolas, y cree que este doble caracter es el que se presta mas para obtener resultados tera- p6uticos estables. Para él, son necesarios estos sanatorios en la lucha antipalú- dica. (Gosio, B.: Riv. Malar. 345, fasc. 5, 1936.)
Gravidas-Para Vieira Ramos, além de tudo ha um grupo de casos para os quaes a quinina não satisfaz plenamente: as mulheres gravidas, atacadas pelo hematozoario. E certo que a accão do sal sobre o utero ou o producto da con- cepcáo 8 em algumas mulheres quasi nulo. Em outros casos porém o aborto, o parto prematuro ou mesmo a morte do feto logo ap6s o nascimento deixam urna grave interrogapão. A duvida, comtudo, quanto a accáo malefica do especifico persiste, porque logo depois do uso do sal a grande maioria das mulheres pejadas queixam-se de d8res no baixo ventre que podem passar ou surtir os effeitos referi- dos. Ora, difficil era até pouco tempo, combater os accessos malaricos sem a quinina. A plasmochina raramente isto consegue e quando o faz 8 porque 8 composta, isto 6 associada á quinina. 0 azul de methyleno, não obstante os trabalhos nacionaes a respeito (Miguel Couto, Fajardo, H. Duque, C. Ferreira), 8 positivamente inefficaz sobretudo quando administrado por via buccal. Por via venosa a sua efficacia pode ser, por vezes, defendida.
Ás
vezes consegue de facto diminuir a intensidade da febre ou mesmo espacar os accessos sem contudoAtebrina J plasmoquina.-Rosa y Suzzi Valli estudian el efecto de la atebrina y la plasmoquina en dos zonas fuertemente palúdicas de Baja Ferrara. La quino- plasmina fué empleada en el tratamiento estival. De dos pequeños centros en que se llev6 a cabo la campaña, contaba uno con 1,620 y el otro con 500 habitantes, y en ambos se redujo la mortalidad de 30.1 y 30.9 en 1933 a 5.1 y 17.8, respectiva- mente, en 1934. El plan seguido fué: cinco dfas de tratamiento con atebrina, seis días de descanso, y tres dfas de tratamiento con atebrina, seis días de descanso, y tres días de tratamiento con plasmoquina. La dosis de atebrina fué: 1” y 2” días hasta cuatro años, 0.10 gm. diarios; 5 a 8 años 0.20 gm.; 9 a 16 años (y adultos acabados) 0.30 gm. Del 3” al 5” dias, hasta dos años 0.075 gm.; de 3 a 4 años 0.10 gm.; de 5 a 8 años 0.15 gm.; 9 a 16 años (y adultos acabados) 0.20. Para los adultos la dosis fué de 0.30 gm. diarios los cinco dfas. Las dosis de plasmoquina fueron : 1” y 2” dfas, hasta dos años 0.007 gm. diarios; 3 a 4 años 0.01; 5 a 8 años 0.015; de 9 a 16 (y adultos débiles) 0.02 gm. Para los adultos la dosis fué de 0.03 gm. diarios. (Rosa, A. e Suzzi Valli, E. : Riv. Mal., 32, obre. 1936.)
Seckinger observó el efecto de la atebrina y de la plasmoquina en una zona muy palúdica de Georgia en que los frotes sanguineos de los escolares revelaron 80.1% de positivos para el paludismo en octubre 1932. Debido a la frecuencia de la subterciana, se administró 0.01 gm. de plasmoquina tres veces semanales en las estaciones palúdicas de 1933 y 1934 y 0.1 gm. de atebrina tres veces diarias (3 comprimidos) por cinco dfas, siempre que los frotes eran positivos o se presentaban sfntomas clínicos. En ambas estaciones se dominó satisfactoriamente la gameto- genia, aparentemente por medio de la plasmoquina. Se obtuvo un resultado muy notable en la disminución del paludismo en la zona tratada comparada con una adyacente. Esto se debió a la atebrina. Al terminar la estación palúdica de 1933, el coeficiente en la zona tratada era de 10.9% comparado con 60.3 en la otra. En octubre 1933 los infectados de la zona no tratada recibieron series completas de atebrina. A principios de 1934 varió poco el coeficiente, pero a medida que avanzaba la estación aumentb a 2_8.8% en la zona primitivamente sin tratar, mientras que en la tratada no pasó de 8.8, al terminar la estación en octubre. La atebrina resultó en particuIar eficaz para esterilizar portadores. De 186 casos positivos antes de ser tratados en mayo y junio 1933, ~610 15 continuaban siéndolo en octubre, y de 10s 15, ~610 uno era positivo en julio 1934 y 5 en octubre, es decir, que habfa habido una disminución de 96.8% en plena estación palúdica en octubre 1934. Al efecto beneficioso de ambos medicamentos se debe probablemente el bajo coeficiente entre los individuos primitivamente negativos en la zona tratada, comparados con los de la adyacente. Asf también, el porcentaje de los negativos que continuaron siéndolo durante 2 años, fué mucho mayor en la zona tratada que en la otra. Estas observaciones patentizan el valor del dominio de los portadores en la curación y prevención del paludismo. En este estudio también se comprobó la brevedad del tratamiento, la eficacia de la atebrina como esquizonticida y de la plasmoquina como gametocida. La brevedad del tratamiento realza el valor de esos medicamentos que deben resultar de la mayor utilidad en la disminución del paludismo en las obras de desagüe o en las zonas en que el desagke resulta dema- siado costoso. Tomando en consideración la epidemiologfa del paludismo y el costo de las obras de desagüe, la profilaxis resulta aplicable en los distritos rurales. La zona en donde se hizo este estudio es absolutamente rural y tiene una población de 1,300 habitantes, principalmente negros. (Seckinger, D. L.: Amer. JOUT. Trop. Med., 631, nbre. 1935.)
258 OFICINA SANITARIA PANAMERICANA [M&CZO atebrina-plasmochina. (Araujo, Raymundo Luiz de: Rea. Terapeutica, 49, mGo.-abr., 1936.)
Atebrina.-El estudio de Bispham en nueve campamentos para jóvenes en una región palúdica, comprende varios miles de personas, teniendo por objeto primor- dial determinar si la atebrina llenarla los requisitos de un profilictico eficaz. El autor deduce, por los datos comparados, que la atebrina es muy superior a la quinina como profilactico, y aunque no ideal, revelara un valor profiláctico muy marcado en la mayor parte de las zonas endémicas. Cuando se emplea a dosis adecuadas, también destruye por completo los parasitos, mientras que la quinina ~610 inhibe la multiplicacibn de batos. Para el tratamiento del paludismo clfnico, la atebrina también resulta superior a la quinina, porque el número de dfas exigido para la eliminación de los paritsitos es mucho menor, y el porcentaje de recurrencias tambibn, lo cual elimina la necesidad de medicar por mucho tiempo al enfermo. La atebrina posee igualmente mayor tendencia a evitar la propaga- ción del paludismo por medio de los casos clfnicos, dado su positivo efecto destruc- tor sobre los macrogametos. La falta de reacciones intensas a la atebrina, tam- bién indica superioridad a la quinina. Aunque la atebrina es mas costosa, la cantidad mucho menor que hay que emplear atenúa ese factor. En los cam- pamentos estudiados hubo en 1933, 2,218 casos; en 1934, 3,266, y en 1935, 2,988 casos de paludismo, o sea coeficientes de 12.35, 5.69 y 4.31, correspondiendo las últimas cifras al año en que se probó la atebrina. Con respecto a recurrencias consecutivas a la atebrinoterapia, hubo 17 en un plazo que varió de menos de 1 mes a 2 a 3 meses, pero desapareciendo con pocos días de tratamiento; segundas recurrencias ~610 hubo tres. La atebrina fu6 administrada a dosis de 0.3 gm por cinco dfas, examinandose la sangre a plazos de dos semanas hasta el fin de mes. De 1,300 portadores tratados asf al iniciarse el segundo tratamiento 9610 60 eran positivos a las dos semanas, y al iniciarse el tercero ~610 cuatro. El tratamiento en la mayorfa no duró mas de 5 dfas, y ~610 en cinco casos se extendió a 24, mientras que en 464 casos tratados con quinina, menos de la mitad se hablan curado en 5 dfas; 21 tuvieron que seguir el tratamiento por mas de 21 dfas, y hubo 70 recu- rrencias, comparadas con 33 para la atebrina. (Bispham, W. N.: Am. Jour. Trop. Me& 547, sbre. 1936.)
Fracaso de la atebrlna.-Comp y Clark presentan las observaciones veri- ficadas en el quinto afro consecutivo de estudios del paludismo en Panama (Véase el BOLETfN de mayo 1935, p. 447 para los estudios anteriores). Continuaron los métodos utilizados previamente en la misma zona, es decir, atebrina (1 gm du- rante 5 dfas y plasmoquina en 4 poblaciones) y sulfato de quinina y plasmoquina
medialunas de la subterciana, contra las cuales hay que emplear la plasmoquina. Por desgracia la atebrina no sirvió de mucho para impedir las recidivas, en parti- cular en los niños pequefios. Los coeficientes parasitarios en 1934-35 fueron de 15.9 para las cuatro poblaciones donde se probó la atebrina y 22.5 para Chilibre, comparado con 10.7 y 20.5, respectivamente, en 1933-34. (Komp, W. H. W., y Clark, H. C.: Am. Jour. TTOP. Med., 109, mzo. 1936.)
Totaquina.-Maldonado Sampedro prob6 la totaquina en el tratamiento de 54 casos: 35 de terciana y 19 de laverania, utilizando los tres tipos de totaquina a dosis de 0.60 gm. en la primera y 1.20 gm. en la segunda para los adultos, y en los niños en relación con la salud y la edad. El efecto varió mucho en las dos formas de malaria, pero la Iaverania se mostró mas resistente, tanto con respecto a los panisitos mismos, como a la fiebre y la esplenomegalia. La totaquina revel6 muy poca toxicidad, pues ~610 en cuatro casos hubo sfntomas de intolerancia, y en dos de ellos la dosis había sido algo elevada. Es de notar que en ciertos paises las manifestaciones tóxicas con la totaquina han alcanzado hasta el 40 por ciento. La proporción de recidivas y recafdas fu6 bastante elevada, llegando a 19 en 30 casos de terciana, y a 10 en 19 de laverania, siendo las recafdas (recrudescencias en el mismo año de la primera infección) las que acusaron las cifras m&s altas. Es posible, según han dicho Hill y Olavarrfa, que si se empleara la totaquina a dosis mas altas los resultados quizh fueran equiparables a los de la quinina, si bien la intolerancia sería mayor. En la laverania, sin embargo, seria imprescindible aplicar un gameticida como la plasmoquina. (Maldonado Sampedro, M.: Med. Paises Col., 353, agto.-abre. 1936.)