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Rita Amorim

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

Rita Amorim

9 8363-3210

(2)

Tratamento –

Intervenções fundamentais

1. Psicoeducação

2. Treinamento no reconhecimento das emoções;

3. Identificação e monitoramento dos pensamentos automáticos;

4. Reconhecer a relação existente entre pensamento, a emoção e a conduta;

5. Modelagem;

6. Estratégias para o controle de impulsos;

7. Resolução de problemas e Reestruturação cognitiva;

8. Uso de biblioterapia, contos e narrativas terapêuticas;

2

(3)

Desenhos - pintura em lousa, papel

Argila

Termômetro

Diário de sentimentos

Lendo livros

Régua de sentimentos

Bússola dos sentimento

Mímicas

Revistas

Produção de cartazes

Relato da história do paciente (escrito ou falado) incluindo P-S-C

Criar poema ou letra de música (relato)

Diários

(4)

4

(5)
(6)

Ensinar conceitos e orientar de maneira gradual às crianças e familiares Educar:

Quanto ao modelo de tratamento da TCC, principalmente mostrando a ligação entre os 3 modos: como pensamos, sentimos e fazemos.

Quanto ao transtorno: Causas, frequência na população e características da sintomatologia;

Quanto ao tratamento: Alternativas disponíveis, critérios para a escolha do tratamento, aspecto básico, técnicas cientificas e

duração estimada.

Psicoeducação

6

(7)
(8)

Psicoeducação - Pensamento automático disfuncional

8

(9)

Psicoeducação – Identificar prejuízos futuros

(10)

PSICOEDUCAÇÃO

Pode ser utilizado livros, histórias, anedotas, metáforas, uso de fantoches ou bonecos, brincar de professor e aluno e outros....

porém com linguagem clara, didática específica.

10

(11)

Registro do humor ou do sintoma:

Serve para:

a. Fornecer ao terapeuta preliminares sobre

emoções e sintomas atuais da criança e lhe dá uma chance de verificar sua “temperatura

psicológica”;

b. Forçar a criança a refletir sobre seu próprio estado de humor e sobre seu comportamento, fazendo-a identificar

sentimentos e classificá-los em uma escala

(12)

1) Nas mudanças de humor, as perguntas clássicas são:

“O que está passando pela sua cabeça nesse momento?

“O que passou voando aí pela sua cabeça”?

“O que é que você disse agora para si mesmo”?

12

(13)

Identificando sentimentos

Instrumentos:

Mapa de rostos: é pedido que ela desenhe rostos feliz, triste, irritado e preocupado – e escolha o mais parecido com ela naquele momento.

Feliz Triste Raiva Medo....

Irritado Preocupado etc...

Sentimento Sentimento Sentimento Sentimento

(14)

14

(15)
(16)

Escreva uma frase para cada face. O que teria acontecido?

O que eles querem dizer?

16

(17)
(18)

Escreva uma frase para cada face. O que teria acontecido?

O que eles querem dizer? 18

(19)

Uso do Farol de Sentimentos Verde = Baixa intensidade emocional Amarelo (Alerta) = Média intensidade emocional

Vermelho (perigo) = Alta intensidade emocional

(20)

20

 E o Louco, o que está sentindo?

O que significa dúvida?

O que significa raiva?

Que outros sentimentos podem ser que eles mostrem em seus rostos?

Qual é o sentimento que mostra no rosto do Cebolinha e do Louco?

O que Cebolinha está sentindo?

(21)

Identificação e monitoramento dos pensamentos automáticos

Registro diário de pensamentos (RPD):

Permite que as pessoas relatem seus problemas ou situações problemáticas – pensamento e sentimentos perturbadores – respostas alternativas e o resultado emocional.

Balões de pensamentos

(22)

Balões de pensamentos / sentimentos

22

(23)

Pare!

Pense sobre seus sentimentos:

Compromisso semanal:

Pegue 3 fotografias de pessoas em revistas ou jornais. Identifique e descreva seus sentimentos.

Escreva 1 ou 2 frases para cada fotografia falando sobre os sentimentos

Tarefas:

(24)

Identificando Pensamento/comportamento desadaptativo

24

(25)
(26)

Reestruturação cognitiva

Identificar pensamentos disfuncionais (desadaptativos), fazer seu

autoquestionamento, promovendo alternativas mais flexíveis e adaptativas.

Com pré adolescentes, nos registros de pensamentos, incluir ilustrações pertencentes a sua história

Com crianças menores, pode-se utilizar marionetes, historinhas com balões com textos psicoeducacionais e vazios, role-play onde a criança

caracteriza o personagem ou a situação temida, etc...

26

(27)
(28)

28

(29)
(30)

A B C (GANHOS / PREJUÍZOS)

Resposta adaptativa

Hora de

fazer a lição de casa

Ah... Não vou

conseguir fazer esta lição.

É muito

difícil e não consigo.

É Chata Sinto raiva de ter que estudar....

Odeio estudar

Durmo e não faço a lição

Na escola, vou ganhar NS

Ficar de castigo Vou ficar burra porque não

estudei

Ficando burra, moro na rua

Vou estudar para ficar esperta

Eu vou pegar e fazer minha lição de casa Eu vou dar uma chance para mim Eu não vou tirar NS

E fico Feliz 30

(31)

Data Situa- ção

O que sentiu?

Avalie o quanto

você acreditava

neste sentiment o de 0 a 10

Quais mudanças

sentiu no seu corpo?

O que passou

na sua cabeça?

(Pensam ento automáti co (ruim) disfuncio

nal)

O que você

fez (Compor tamento)

Evidências que confirmam

seu pensamen-

to?

Evidências que não confirmam

seu pensamen

to

Como será seu novo comportamen

to

E agora, o que sentirá?

Avalie o quanto passará a

acreditar no seu

novo sentiment

o de 0 10

28/05 Doming o

Estava ajudando a Tia a cuidar dos

bebês e o Felipe passou perto de mim xingando minha mãe

Raiva 10

Meu coração começou a bater rápido

Me deu vontade de quebrar a cara dele, Ele é muito chato

Fui na cozinha, peguei a faca e apontei para ele e disse que eu ia furar o olho dele

Ele xingou minha mãe de viciada e ficou dando risada da minha cara

Ele sempre xinga minha mãe e ele sabe que eu não gosto, mas ele sempre quer

“não

encontrou” Se ele xingar novamente vou matar ele.

Odeio ele.

RPD – Registro de Pensamentos Disfuncionais

(32)

RPD-sistema-verdadeiro ou falso – Medo de dormir Quando aparece? O que sinto? O que fiz? Pensamentos

Ruins

O que senti No meu

corpo?

Às vezes, quando Apaga a luz do quarto

Medo Nota - 7

Tentei dormir, mas fiquei chorando

até minha mãe vir

Vai aparecer Monstros;

O bicho papão vai me pegar

Posso não acordar;

Tremores;

Dor de barriga;

Coração bateu forte Verdadeiro ou falso para o pensamento: Vai aparecer monstros

É verdadeiro (Evidências que

apóiam o pensamento)

Vejo uma sombra escura perto da janela

Meu amigo me disse que a noite tem vários bichinhos no quarto dele

Minha mãe diz que criança que responde o bicho papão vem a noite visitar

É falso?

(Evidências que não apóiam o pensamento)

Quando vou para o quarto da minha mãe, o monstro não vai até lá.

Sempre acordo igual todos os dias

A sombra fica sempre parada no mesmo lugar

Meu pai disse que pode ser que a sombra é reflexo da luz da rua

Quando meu primo ou algum amigo meu dorme em casa, não vejo nada.

32

(33)

RPD-sistema-verdadeiro ou falso – Brincar em casa O que aconteceu? O que

senti?

O que fiz? Pensamentos Ruins

O que senti

No meu

corpo?

Eu tinha lição para fazer, mas Eu queria brincar – Minha

Mãe não deixou porque Eu tinha que ir no Jiu-Jitsu de manhã

Raiva Nota 10

Fiz pirraça Chorei, gritei

Minha mãe não Gosta de mim,

Eu só quero brincar

Vontade de Chorar, gritar e espernear

Verdadeiro ou falso para o pensamento

É verdadeiro Ela sempre faz isso comigo, ela é muito chata

Eu nunca posso fazer o que quero

A lição era para o dia seguinte

É falso? No planejamento, eu poderia brincar a noite, mas ela já tinha dito que tinha uma aula extra do Jiu-Jitsu, então eu tinha que deixar a lição pronta.

Se eu tivesse feito a lição antes, nem teria que falar para ela que eu queria brincar, era só ir para o quarto.

Minha mãe sempre fala que me ama.

(34)

Registro de Pensamento de Borboleta (De Friedber e McClure-2002)

Evento Sentimento Pensamento de

Lagarta

Este pensamento de Lagarta pode se transformar em um

pensamento de

Borboleta? Pensamento de Borboleta

Esqueci de fazer minhas tarefas e minha mãe brigou

comigo

Triste – 8

Ela me odeia porque acha que sou preguiçoso e mimado

Sim

Esqueci de fazer minhas tarefas. Preciso melhorar e me

lembrar. Ela está desapontada comigo, mas ainda me ama.

34

(35)
(36)

36

(37)

Da ta -

Situa

ção O que sentiu?

Avalie o quanto

você acredita-

va neste sentime nto de 0

a 10 Quais mudan-

ças sentiu no seu corpo?

O que passou na sua cabeça?

(Pensament o automático

(ruim) disfuncio-

nal)

O que você fez (Comportament

o)

Evidência s que confirma

m seu pensa- mento?

Evidências que não confirmam

seu pensament

o

Como será seu novo comportament

o

E agora, o que sentirá?

Avalie o quanto passará

a acredita r no seu

novo senti- mento de 0 10

Em um encontro no parque com a Mônica

Medo 10 Meu coração começou a bater rápido

Ela vai me bater Ela vai me acertar um

“direto” na cara

Comecei a chorar Aprontei com ela Escrevi no muro da rua que ela é dentuça e bobona

Ela estava com uma flor na mão, sorridente e querendo conversar comigo

Não chorarei mais antes da nossa conversa, e vou deixar ela primeiro falar o que quer, assim não preciso me “entregar”

Ou

Não vou mais ficar escrevendo nos muros coisas feias sobre ela , assim ela não me bate

Ficarei somente com um pouco de medo 5

RPD – Registro de Pensamentos Disfuncionais

(38)

DIÁRIO - “ENCONTRE O TRUQUE SUJO”

Data Situação Sentimento Pensamento Truque Sujo

Segunda feira

Fazendo a liçao de casa

Raiva –

70% Odeio ter

que fazer este monte de lição.

Não serve para nada.

Fico

pensando no passeio a praia, leio gibi, ouço música e depois falo para minha mãe que já terminei

38

(39)

Modelagem

Movimentos a partir do adulto em que a criança observa passo a passo em como adquirir para si um determina-

do comportamento.

Aprender com a experiência do comportamento do outro.

Envolve também a recompensa de pequenos passos iniciais em direção a um objetivo.

(40)

Uso de biblioterapia

Meu primeiro Livro de Terapia – psicoeducação

No mundo da lua – TDAH

O que fazer quando:

Você se preocupa demais - Dawn Huebner

Você se irrita demais

Não consegue dormir

Respeito é bom e faz bem

Pais Separados

entre outros...

40

(41)

Revisão de compromisso semanal

Permite que a criança pratique habilidades importantes para diminuir sintomas e melhorar seu humor;

Transmite o interesse da criança em seu sentimentos,

seus pensamentos e suas reações em relação à tarefa.

(42)

Oferece mais oportunidades para a prática de Habilidades  aumenta as habilidades e lembranças

Tarefa de casa = tarefa de escola

Outros títulos diferentes 

compromisso da semana, projetos semanais, exercícios de ajuda etc....

42

(43)

A não realização da tarefa:

Oportuniza descobrir as motivações e razões que estão por trás do comportamento da criança.

Tentar identificar o que atrapalhou a realização -

“O que aconteceu para você não fazer seu compromisso com a terapia?”

É importante não punir  tenta-se fazer com a criança

(44)

Prepara o terreno para o trabalho terapêutico e dá direção a ele.

Requer a identificação de itens a serem tratados durante a sessão.

Permite que as crianças tragam seus próprios problemas para a discussão.

Estabelecimento de agenda

44

(45)

E como abordar???

“sobre o que exatamente vamos conversar hoje?’

“o que gostaria de colocar na lista para falar hoje?”

“Nós já falamos sobre o porque seus pais o trouxeram aqui, mas estou interessado em ouvir as coisas que você tem vontade de

conversar.

“O que gostaria de mudar?” ;

“Quais as coisas mais importantes sobre o que você quer falar?”

Estabelecimento de agenda

(46)

Ajudam a orientar a descoberta das “verdades” das crianças, até então ocultas.

(1) Evocar e identificar o pensamento automático;

(2) Associar o pensamento automático ao sentimento e ao comportamento;

(3) Encadear a sequência pensamento-sentimento- comportamento com uma resposta empática;

(4) Obter a colaboração do cliente nos passos 1 a 3 e a concordância de ir em frente;

(5) Testar a crença socraticamente.

Diálogo Socrático

46

(47)

A criança está em sofrimento intenso? Evite perguntas que requeiram análise racional profunda; dê apoio e orientação; ajude a criança a enfrentar e modular o sofrimento

A criança é incapaz de tolerar ambigüidade e frustração?

Construa um diálogo em torno de perguntas simples, concretas; inicialmente faça perguntas mais abertas, introduza gradualmente perguntas abertas mais abstratas, à medida que a criança tolere mais ambigüidade e frustração

Incorpore qualquer linguagem, idioma ou convenção lingüística que pareçam adequadas; modifique o estilo de questionamento; incorpore metáforas e analogias culturalmente responsivas

Utilize modelos auto-instrutivos e/ou métodos comportamentais até a criança poder beneficiar-se de diálogos mais profundos, utilize métodos recreativos, analogias e metáforas preferencialmente.

São necessárias modificações culturais para o diálogo?

A criança é psicologicamente imatura?

Sim Não

m

Sim

Sim

Sim Não

m

Não m

Não m

MAPA DE FLUXO PARA DIÁLOGOS SOCRÁTICOS

(48)

Fantoches

(Estimula o diálogo socrático e procedimentos auto- instrutivos – podem ser comprados ou feitos durante a sessão com sacos de sandwich)

48

(49)

Tarefa de casa

Ocupa um lugar central em cada sessão e resulta do conteúdo da sessão.

Crianças precisam ensaiar as novas habilidades fora da terapia.

Crianças podem reagir negativamente frente a tarefa de casa  deve ser habilmente planejadas para envolver as crianças.

Deve ser combinada com a criança e sempre associada a queixa atual – tornando-se propriedade das crianças,

aumenta o nível de responsabilidade e possibilidade de aderência;

(50)

Tarefa de casa

Explicar a ligação entre a tarefa de casa e os problemas da criança para que ela entenda claramente a associação é uma

questão terapêutica fundamental;

As tarefas de casa precisam ser dividas em passos graduais, que levem a um objetivo possível de ser realisticamente alcançado.

Tarefas simples são mais preferidas;

Se possível faça um ensaio em consultório.

50

(51)

Evocando feedback - Componente final da sessão.

Pergunta-se:

Como foi a sessão de hoje?

Que coisas você gostou e não gostou da sessão?

O que foi útil, inútil ou aborrecido em relação à sessão e ao terapeuta?

Dê uma nota de 0 a 10.

Evita que as percepções errôneas, insatisfações ou distorções do cliente em relação ao tratamento, ao terapeuta ou ao

relacionamento, continue ocorrendo e impedindo progresso.

(52)

Outras Técnicas e Instrumentos

52

(53)

Acesso às emoções do

paciente:

Acesso às cognições: Psicoeducação:

Resolução de Problemas (desenvolver pensamento produtivo):

Baralho das Emoções

Folha de Monitoramento Semanal

A forma do corpo

Relógio de sentimentos

Caixa de problemas

Cartões de Enfrentamento

Criar balões de pensamentos

Ilustrações de revistas com expressões que indicam algum tipo de pensamento a ser descoberto

Mudanças nos Questionamentos:

O que estava pensando?  O que está passando pela sua cabeça? Ou

O que você disse para si mesmo?

ou

Modelo dos 4 elementos

Livros infantis com linguagem clara no assunto:

– TCC e principais sintomas – Como enfrentá-los no cotidiano;

Locomotiva do medo

Brincadeira de professor e aluno;

Estátua!

Utilização de fantoches e bonecos.

Terapeuta e paciente escolhem situações alternativas e em seguida, seleciona as cinco que lhe parece mais atraente.

(Pode ser aplicada com familiares)

Rede de relações

Caixa de Ferramentas

A máscara do Herói

Semáfaro – vermelho – amarelo – verde

Estrada e caminhos (vantagens e desvantagens)

Técnicas e Atividades Diversas

(54)

Reestruturação Cognitiva:

Treinamento de Relaxamento e Respiração:

Dessensibiliza- ção sistemática:

Treinamento em habilidades sociais

Controle de contingências

(Reforçar positivamente comporta - mentos alvos)

 Monitoramento das emoções e RPD  questionamento socrático, flecha descendente

 RPD – Verdadeiro ou falso

 Óculos quebrados

 O Explicador

Respiração diafragmática,

Biofeedback

Role-play

Desenhos

Modelação –

Ensiná-lo a ser assertivo, utilizando componentes desde o olhar, expressão facial, tom de voz,

postura do corpo, conteúdo na

comunicação de idéias que pode empregar...

Representa o relacionamento entre comportamentos e conseqüências, o tipo de recompensas que se pode alcançar a partir de certas respostas comportamentais:

Uso de pontuação

Estabelecimento de recompensas

Custo da resposta  retirar pontos diante de comportamentos indesejados

54

(55)

LISTA DE PROBLEMAS

(56)

Treinamento de relaxamento - Utilizado no enfrentamento da raiva e ansiedade

Relaxamento de Jacobson (Jacobson, 1938)

Tensionar e relaxar alternadamente grupos musculares específicos (3” tensionados e 5” relaxados)

Deve ser breve e incluir somente alguns grupos musculares (braços, ombros, pernas e face)

Respiração diafragmática

Respiração alternada

Técnicas cognitivas e Comportamentais Comumente usadas

56

(57)

Dessensibilização sistemática (Wolpe, 1958)

Utilizado para diminuir medos e ansiedade.

Classificar os tipos de medo e desenvolver hierarquias de ansiedade, usando as informações do paciente,

antes do treino em imaginação.

Iniciar pelo item menos ansioso

(58)

Treino em habilidades Sociais

Ajuda o paciente a encontrar uma maneira socialmente habilidosa, ou seja assertiva, de expressar-se diante de uma situação ansiogênica (desde o olhar, expressão facial, tom de voz, postura do corpo até conteúdos de ideias que pode empregar através de role-play,

materiais de psicoeducação, feedback...);

58

(59)

Gerenciamento de contingência - Reforçador:

É o estabelecimento de um acordo relativo a

recompensas e consequências a serem aplicadas em respostas ao comportamentos específicos.

O acordo envolve incentivos (reforços) para intensificar a motivação e a estrutura na manutenção dos objetivos.

O primeiro passo é estabelecer um objetivo específico e realista e dividi-lo em etapas ou período de tempo.

(60)

Ex: Fazer lição diariamente -

C= a criança deve fazer diariamente a lição diariamente as 14h e revisada pela mãe ou pai após o jantar (1 ponto diário)

Consequências (reforço) = total de 6 pontos até o sábado – no final da tarde de sábado toda a família vai assistir um filme que o filho escolher (recompensa).

60

(61)

Custo da resposta

Exclui uma recompensa previamente recebida a um comportamento indesejável.

A desobediência ou engajamento em comportamentos inaceitáveis, como mentira, agressão ou xingamentos, será punido com um

custo de resposta.

Deve-se tomar cuidado para que o custo da resposta não invalide o gerenciamento de contingências, pois pode desmotivar a

criança.

(62)

Role Playing

Facilita o treinamento das habilidades sociais e evoca pensamentos e sentimentos importantes.

Deve-se saber com antecedência, coisas sobre os personagens a representar.

62

(63)

Resolução de problemas - COPER

C = captar o problema - Identificar o problema em termos específicos e concretos

O = escutar as opções e ensinar à criança gerar soluções alternativas

P = prever as consequências - Avaliar cuidadosamente as opções e as conseqüências de curto e longo prazo.

E = examinar os resultados e agir baseado nesta revisão - Terapeuta e criança planejam a implementação da melhor solução.

R = auto-recompensa por seguir os passos e tentar uma ação produtiva

(64)

Avaliação de vantagens e desvantagens

Estimula as crianças a examinar ambos os lados de uma questão e a agir de forma que atenda a seus

melhores interesses.

Passo 1. Definir a questão sobre a qual a criança que obter maior perspectiva (ex. fazer a lição de casa na frente da TV)

Passo 2. Listar o máximo de vantagens e desvantagens que a criança possa pensar.

Passo 3. Terapeuta e criança revisam as vantagens e desvantagens Passo 4. A criança deve chegar a uma conclusão após considerar

as vantagens e desvantagens.

64

(65)

Jogos infantis populares

Geralmente envolvem um componente de solução de problema. Como abordam pressões de desempenho, são emocionalmente estimulantes.

São Utilizados como estímulos para identificar pensamentos e sentimentos, corrigir padrões de pensamentos mal-

adaptativos e melhorar habilidades sociais.

(66)

Com crianças pequenas - Protocolo

As sessões devem ser o mais livre da estrutura convencional.

O brinquedo e o jogo: facilita a comunicação entre terapeuta e paciente, até conseguir uma relação sustentada;

Estabelecer vínculo seguro  permitirá ao terapeuta testar as

hipóteses do mal comportamento no consultório (recusa, birra e agressividade);

Ensinar estratégias mais assertivas de enfrentamento .

66

(67)

1ª sessão: Esclarecer motivos para que a criança tenha vindo às consultas com psicólogo.

“Você gostou de vir aqui? Nós vamos nos ver toda semana, assim

poderemos brincar um pouco e você pode falar mais sobre as coisas que você gosta de fazer”.

“Muitas crianças da sua idade vêm até ao meu consultório e eu as ajudo a se sentirem melhor e a terem mais amigos”

“Gostei muito de lhe conhecer. Algumas vezes vou falar com seus pais e outras com você, para que possamos passar um bom tempo juntos”

Da 2ª. Sessão em diante:

Apresentar a TC de forma lúdica com: historinhas com desenhos de crianças e balões de pensamento, questionando sentimentos (triste por terem furado sua bola). 

ajuda explicar o mau comportamento do paciente.

Definir metas ou objetivos de tratamento. Utilizar desenhos. Ex: desenhar um tabuleiro com passos até a chegada ou escada com degraus que levam ao topo de

(68)

68

Inclusão da agenda: Utilizar quadro com canetões para traçar desenhos que possa ilustrar partes da sessão.

Aos poucos criar certa rotina e estrutura parecida com a convencional adultos (Beck)

Relato de episódios da semana da criança  trabalhar o concreto de forma lúdica.

Horário de jogo livre

Compromisso semanal

Feedback e o resumo da sessão:

“ O que você achou do nosso encontro hoje?” ou

“Você poderia me dizer o que mais gostou de conversar e de brincar comigo hoje?”

O resumo e feebdback poderá ser verbal e depois desenhado no caderno.

(69)

Psicoeducaçao do problema do paciente

Aos pais: detalhar na sua totalidade, considerações sobre etiologia,

manutenção e prognóstico, como tb. estratégias de manejo e condução do caso.

Com as crianças: é importante que ela entenda o porque tem determinados comportamentos e os compreenda, uma vez que as informações precisam fazer sentido para ela.

Exemplo:

“`As vezes vc. bate no seu irmãozinho pq. acha que seus pais gostam mais dele do que de vc. Mas já vimos que seus pais fazem muitas coisas legais com vc. Na verdade vc. Pode ser uma menina muito legal com seu irmão, é só lembrar que seus pais e ele tb. lhe amam.

Vamos desenhar as coisas que mostram que seus pais e seu irmãozinho gostam em

(70)

70

Sessões intermediárias:

Atendimento dos pais:

Relatório dos pais sobre como foi a semana.

No final da sessão – relato aos pais (terapeuta/cca.)

Acessando as emoções

É importante que conheçam pelo menos a raiva, tristeza, medo, felicidade e solidão.

Ex. Baralho das emoções...

O que são emoções e quais são elas?

Quais são as situações que nos fazem sentir tais emoções?

Como nosso corpo reage às emoções?

O que podemos fazer para aliviar a emoção negativa?

(71)

Sessões finais:

Confirmar se os objetivos traçados no inicio da terapia foram realmente alcançados  tabuleiro ou escada;

Revisão do que foi aprendido (caderno de terapia)

Revisão do tratamento - gradativamente espaçar sessões

(72)

72

Sessão com os pais:

Discussão sobre o tratamento e resultados

Incentivar comunicação entre pais e escola.

Compromisso: intensificar a generalização das novas habilidades

Último dia de sessão :

Ressaltar todas as competências e habilidades, valorizando o sentimento de poder e de controle sobre si mesmo.

Entrega de certificado.

(73)

Conceitualização cognitiva

(74)

Muitos pacientes não apresentam um transtorno mental, como depressão, ansiedade, TDAH, etc...

Transtornos Mentais e Comportamentais

x

Problemas Comportamentais

74

(75)

Transtornos Mentais:

São condições caracterizadas por alterações mórbidas do modo de pensar e/ou do humor (emoções), e/ou do comportamento

associadas a angústia expressiva e/ou deterioração do funcionamento psíquico global.

Para serem categorizadas como transtornos, é preciso que essas anormalidades sejam persistentes ou recorrentes e que resultem em certa deterioração ou perturbação do funcionamento pessoal,

em uma ou mais esferas da vida. (OMS-ONU)

(76)

Problemas de comportamento

Consistem em padrões de comportamento tão difíceis que ameaçam as relações normais entre a criança e quem a rodeia.

Podem ser causados pelo ambiente que rodeia a criança, pela sua saúde, pela sua personalidade inata ou pelo seu

desenvolvimento.

Os problemas de comportamento têm tendência a piorar à medida que o tempo passa e um tratamento precoce pode contribuir

para evitar a sua progressão.

Um contato mais positivo e agradável entre os pais e a criança pode aumentar a auto-estima de todos.

76

(77)

Tem início no primeiro contato com o paciente e é aprimorada continuamente.

O objetivo principal da conceituação cognitiva é melhorar o resultado do tratamento, auxiliando o terapeuta a obter uma concepção mais ampla e profunda do paciente.

Avaliação e Conceitualização cognitiva/formulação de caso

(78)

78

Um dos pontos centrais do processo de conceituação

Definição do problema / queixas, o que se traduz na descrição dos problemas em seus aspectos comportamentais, cognitivos, afetivos e interpessoais.

(79)

Coleta de informações :

1) Entrevista com pais, familiares e cuidadores;

2) Entrevista/avaliação da criança ou do adolescente;

3) Obter condições médicas atuais - tratamentos

Anteriores - formulários de encaminhamentos e medicações em uso;

4) Informação de outros profissionais e escola;

(80)

80

1. A avaliação inicial Possibilita:

Levantar hipóteses sobre as experiências no desenvolvimento do cliente que contribuíram para a construção da crença central;

Sobre as crenças intermediárias e pensamentos automáticos relacionados à crença central;

Estratégias cognitivas, afetivas e comportamentais utilizadas pelo paciente para enfrentar as suas crenças disfuncionais;

E eventos estressores que contribuíram para a manifestação dos problemas psicológicos (Beck, 1997).

(81)

O diagnóstico

Consiste na descrição de conjuntos de sintomas em termos comportamentais

Geralmente é efetuado via critérios oficiais, como o DSM V

Na formulação do caso, não deve dá-lo peso excessivo

É usado para avaliar o início e o desenvolvimento dos problemas, teoria e prática e orientar o processo de intervenção terapêutica.

O diagnóstico pode ser questionado durante o decorrer da terapia. (FRIEDBERG e Mc CLURE, 2004; STALLARD, 2007)

(82)

Eixo I: Eixo II: Eixo III: Eixo IV: Eixo V:

Descreve transtor nos clínicos

propriamente ditos, por ex:

Transtorno de Pânico sem Agorafobia,

Transtorno Depressivo,

Dependência do Álcool, etc.

Transtornos de Personalidade Retardamento Mental

Grupo A - indivíduos com traços estranhos ou bizarros (por ex, Transtorno de

Personalidade Esquizóide;

Grupo B, indivíduos com traços dramáticos e instáveis, por ex:

Transtorno de Personalidade Boderline;

Grupo C - os inseguros e ansiosos no grupo C, por ex:

Transtorno de Personalidade Dependente.

Descreve as condições médicas (Clínicas( em geral, por ex:

Otite média recorrente.

Trata dos problemas psicossociais e ambientais, associados com o transtorno mental em

questão, por ex:

Ameaça de perda de emprego.

Constitui-se por uma escala de avaliação global de

funcionamen- to, que recebe uma

numeração, por ex:

APGAR = 10

82

(83)

Elaborado o diagnóstico/conceitualização é recomendável comunicá-lo à criança e aos pais

Com a criança, com especial cuidado, explicando-lhe que juntos trabalharão para combater as dificuldades.

Utiliza-se linguagem acessível associada às técnicas lúdicas adaptadas à sua idade e necessidades.

Ao mesmo tempo,

motivando-a a pensar juntos em estratégias para “vencer” as dificuldades.

Aos pais, utiliza-se linguagem clara e objetiva

(84)

Obstáculos esperados

A formulação ajuda a ver a estrada à frente e a prever obstáculos

 é possível moldar o plano de tratamento de modo a negociar impasses terapêuticos.

Ex: Se uma criança é perfeccionista, espera-se que ela procrastine ou evite fazer a tarefa de casa por medo de fracassar.

Caso os pais sejam inconsistentes em seus cuidados e

venham à terapia muito irregular, isso poderá ser um aviso antecipado para preparar um plano para lidar com

tais dificuldades.

84

(85)

Plano de Tratamento

Varia de uma criança para outra (considerar características e as circunstâncias de cada uma);

Ex: uma criança muito ansiosa  treinamento de relaxamento;

Uma criança depressiva  não se beneficiará

(86)

86

Diagnóstico/Sintomas

História e Influência no desenvolvimento / Contexto cultural

Questões situacionais e interpessoais

(antecedentes e consequências comportamentais e reforçadores – (+ (-) Punição)

Fatores biológicos/genéticos e médicos / pré- disposição

Pontos fortes/recursos

Pensamentos automáticos/ Distorções cognitivas/emoções e comportamentos típicos

Rotinas (diária/escolar) e funcionamento escolar e social

Hipótese

Plano de tratamento

Sintomas fisiológicos

Crenças centrais e intermediárias

Conceitualização

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(88)

88

Modelo de formulação inicial

Levam ao desenvolvimento de:

Levam-nos a fazer predições sobre o que acontecerá

São ativados por acontecimentos

Pensamentos que passam pelo nossa cabeça

Produzem uma mudança emocional

Afeta o que fazemos Eventos e experiências importantes:

Tirei notas baixas em port/mat e minha mãe já tinha dito que se eu não fosse bem, iria fazer reforço

Crenças centrais

Minha mãe não pensa em mim, só quer que eu estude. Não gosta mesmo de mim.

Suposições :

A Agora ela vai sempre pegar no meu pé, não poderei fazer mais nada em minha vida

Gatilhos

Professora do Kumon passa 29 exercícios para fazer 10 x

Pensamentos automáticos :

Lá vem... Não aguento mais este monte de coisas para fazer

Sentimentos Raiva e brabo

Comportamentos:

T Tento fazer bem rápido para ela conferir. Sai errado, ela briga comigo eu grito e brigo com ela

(89)

As formulações iniciais apresentadas à criança devem ser simples, para serem facilmente compreendidas ;

Destacam como eventos e experiências significativas que resultam no desenvolvimento de crenças/esquemas/suposições importantes

e que determinam como a cça. Vê a si mesma, seu desempenho e seu futuro.

2. As mini – formulações: relação entre dois ou três elementos da abordagem TCC

São úteis quando cça. e pais não conhecem o modelo cognitivo e podem facilitar a relação terapêutica.

O objetivo é focalizar cada relação separadamente

(90)

MINIFORMULAÇÃO

Ex. Renato estava brigando demais com sua mãe porque tinha muita lição de casa (escola e Kumon) e não conseguia brincar de bicicleta com seu amigo.

Objetivo: Compreender como suas preocupações e sentimentos em relação a “não dar tempo para brincar (bicicleta)” - o que faziam com que ele tivesse reações explosivas com a mãe e acabava ficando de castigo e não brincando.

1. Ajudar Renato a descrever o que acontecia antes de começar a fazer a lição;

2. Ajudar Renato a identificar pensamentos e sentimentos que ele tinha quando estava fazendo a lição.

3. Ajudar Renato a identificar o que ele fazia ao iniciar a lição.

90

(91)

Onde:

No quarto de casa olhando para a lição

E o que eu faço?

Começo a fazer primeiro a da escola e depois

do kumon

Miniformulação

Ligação entre o onde e o que eu faço 1

(92)

92

Onde:

No quarto de casa olhando para a lição

O que eu penso:

Não vai dar tempo Meu amigo vai chegar e minha mãe não vai deixar

eu brincar Como eu me

sinto?:

Com raiva e brabo

Ligação entre a situação, os pensamentos e os sentimentos 2

(93)

Onde:

No quarto de casa olhando para a lição

O que eu penso:

Não vai dar tempo.

Meu amigo vai chegar e minha mãe não vai deixar

eu brincar

Como eu me sinto:

Com raiva e E o que eu faço

Tento fazer bem rápido para ela conferir. Sai errado ela briga e eu grito

e brigo com ela

Miniformulação completa

(94)

3. Formulações Gerais: utiliza os elementos chaves da estrutura cognitiva para fornecer à criança/família um entendimento de por que seus problemas se desenvolveram (formulação inicial) ou por que eles continuam acontecendo (formulação de manutenção)

3.a Formulações de manutenção: Tem foco mais no

“aqui-e-agora”, pensamentos, sentimentos, sintomas fisiológicos e comportamentos associados aos eventos desencadeantes específicos.

94

(95)

Pense em uma da situação recente que foi difícil.

Desenhe ou escreva:

“O que aconteceu”

Quando isso esta acontecendo, desenhe ou escreva:

“O que vc. pensou” (que pensamentos passaram pela sua cabeça)

“O que vc. sentiu”?

“Como o seu corpo mudou?”

“O que vc. fez?”

(96)

96

Armadilha negativa - 4 partes

O que eu penso:

Meu amigo vai chegar e minha mãe não vai deixar

eu brincar E o que eu faço?

Tento fazer bem rápido para ela conferir. Sai errado, ela briga comigo e

eu grito e brigo com ela

Como eu me sinto?:

Com raiva e muito brabo

Fonte: Stallard (2002)

O que aconteceu?

Não consigo andar de bicicleta com meu amigo porque eu tenho muita lição para fazer em casa (escola e Kumon) e brigo com minha mãe..

Aconteceu algo em seu corpo? Ele

mudou?

Mudou. Fico vermelho, meu coração bateu rápido, minha respiração

ficou forte

(97)

Ansiedade – Formulação específica

(98)

Testes/Escalas

Inventário de Depressão para crianças (CDI; Kovacs, 1992)

BDI II- Beck;

Inventário de Ansiedade de Beck (BAI; Beck, 1990);

Escala de ansiedade Multidimensional para Crianças ( MASC,1997)

Escala Scared para pais e professores;

Escala traço de ansiedade para crianças

EACI-P Escala de Avaliação do Comportamento Infantil para o professor;

EACI – Escala de autoconceito infantil

Checklist do Comportamento da Criança;

CBCL – Child Behavior Checklist

TIG - K-Sads – Entrevista diagnóstica estruturada

DSM IV - CID 10

 Inventário de Stress de Marilda Lipp (ESI-ESA);

98

(99)

Escalas /Testes Neuropsicológicos:

Análise Intelectual TDAH Habilidades Sociais: Dificuldade de aprendizagem:

Columbia (3-9a)

Matrizes de Ravem(5- 11a)

Wisc III – Wisc IV (6- 16,9a)

Teste Wisconsin (6-80a) DFH – Escala Sisto (não verbal) (5-10a)

D2

Resistência a distração Memória operacional Velocidade de Processa- mento

Snap IV

Escala de quantificação do TDAH - 6-17a

(professores)

Inventário de

habilidades sociais para adolescentes Inventário de habi- lidades sociais para crianças – Dell Prette

Prolec (7-10a) TDE (7-11a)

Escala de dislexia para pré-escolares

(100)

10 0

(101)
(102)

10 2

(103)
(104)

10 4

(105)
(106)

10 6

(107)
(108)

[email protected] 9 8363-3210

10 8

Referências

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