Administração Regional do Acre
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL – SENAR ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO ACRE
RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2016
Dispõe sobre o Relatório de Gestão do exercício de 2016 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da IN TCU nº 063/2010 da DN TCU 154/2016..
AC – Acre
AR – Administração Regional ATER – Assistência Técnica Rural
CBO – Classificação Brasileira de Ocupação CD – Conselho Deliberativo
CGU – Controladoria Geral da União
CINTERFOR – Centro Interamericano de Investigação e Documentação sobre Formação Profissional
CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica
DEP – Departamento de Programação e Eventos DN – Decisão Normativa
DOU – Diário Oficial da União
DTH – Desenvolvimento de Talentos Humanos EaD – Educação à Distância
FAEAC – Federação de Agricultura e Pecuária do Acre
FETACRE – Federação dos Trabalhadores em Agricultura do Estado do Acre FIC – Formação Inicial Continuada
FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FPR – Formação Profissional Rural
FUNDEPEC – Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Acre GAS – Gestão de Atividades do SENAR
IN – Instrução Normativa
INSS – Instituto Nacional do Seguro Social ITR – Imposto Territorial Rural
MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MEC – Ministério da Educação
MTE – Ministério do Trabalho e Emprego NBC – Normas Brasileiras de Contabilidade NCR – Negócio Certo Rural
OCB – Organização das Cooperativas Brasileiras PAT – Plano Anual de Trabalho
PDTI – Plano Diretor da tecnologia da Informação PE – Programas Especiais
PETI – Plano Estratégico de Tecnologia da Informação PPA – Plano Plurianual
PRONATEC – Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PS – Promoção Social
PSL – Plano de Gestão e Logística Sustentável RADI – Recurso de Aplicação Direta
SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural
SGQ – Sistema de Gestão e Qualidade
SISTEC – Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica SPN – Secretaria de Pequenos Negócios
TCU – Tribunal de Contas da União UJ – Unidade Jurisdicionada
Quadro 3.4.1. Competências das Áreas Estratégicas 11
Quadro 3.5.1. Macroprocessos Finalísticos 12
Quadro 4.1.3.1. Planos X Competências Institucionais 17
Quadro 4.3.1.1. Execução Física e Financeira das Ações 21
Quadro 4.3.3.1 Resumo dos instrumentos celebrados e dos montantes transferidos nos
últimos três exercícios 22
Quadro 4.3.3.2 Resumo dos instrumentos celebrados e dos montantes transferidos nos
últimos três exercícios 22
Quadro 4.3.3.3 Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela UJ na modalidade de convênio, termo de cooperação e de contratos de repasse. 23 Quadro 4.3.3.4 Situação da análise das contas prestadas no exercício de referência do
relatório de gestão 23
Quadro 4.3.4.1. Demonstração da Receita – Administração Regional do Acre 24
Quadro 4.3.7.1. Despesas por modalidade de contratação 25
Quadro 4.3.7.2. Despesas por grupo e elemento de despesa 26
Quadro 4.4.1. Informações sobre indicadores de desempenho operacional 27 Quadro 5.2.1. Relação de Dirigentes e Membros do Conselho Deliberativo 36 Quadro 5.2.2. Relação de Dirigentes e Membros do Conselho Fiscal 36 Quadro 5.4.1. Avaliação do Sistema de Controle Interno da Unidade 37
Quadro 6.1.1.1. Força de Trabalho 43
Quadro 6.1.1.2.. Distribuição da Lotação Efetiva 43
Quadro 6.1.1.3. Detalhamento da estrutura de funções gratificadas 43 Quadro 6.1.2.1. Custos Associados à Manutenção dos Recursos Humanos 44 Quadro 6.2.1.1. Veículos automotores de propriedade do SENAR-AR-AC 45
Quadro 6.4.1.1. Aspectos da Gestão Ambiental 47
Quadro 6.3.1.1. Relação de Sistemas 46
Quadro 8.1.1. Receita da Administração Regional do exercício 2016 49
Quadro 8.3.1. Evolução de gastos gerais no exercício 2016 50
Quadro 8.3.2. Despesas orçadas no exercício 2016 51
Quadro 8.3.3. Comparativo das Despesas da Regional entre os últimos exercícios 51 Quadro 8.3.4. Comparativo de receitas e despesas nos últimos exercícios 51
Quadro 8.4.3. Demonstração do Resultado do Exercício 54 Quadro 8.4.4. Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados 54
Quadro 8.4.5. Demonstração dos Fluxos de Caixa 55
Quadro 9.1.1. Deliberações do TCU que permanecem pendentes de cumprimento 56 Quadro 9.2.1. Recomendações da CGU que permanecem pendentes de cumprimento 57
Figura 3.4.1. Organograma 10
Figura 3.5.1. Mapeamento dos macros processos finalisticos 13
Figura 4.1.3.1. Fluxograma de FPR 18
Figura 4.1.3.2. Fluxograma de PS 19
Figura 4.1.3.3. Fluxograma de PE 20
Figura 4.4.1. Desempenho Operacional de FPR 28
Figura 4.4.2. Desempenho Operacional de PS 29
Figura 4.4.3. Desempenho Operacional de PE 29
Figura 4.4.4. Desempenho Operacional de DTH 30
Figura 4.4.5. Desempenho Operacional de Outras Atividades 31
2. Apresentação 8
3. Visão Geral da Unidade Prestadora de Contas 9
4. Planejamento Organizacional e Desempenho Orçamentário e Operacional 14
5. Governança 35
6. Áreas Especiais da Gestão 43
7. Relacionamento com a Sociedade 48
8. Desempenho Financeiro e Informações Contábeis 49
9. Conformidade da Gestão e Demandas de Órgãos de Controle 56
2. APRESENTAÇÃO
O presente relatório de gestão contempla todas as ações e atividades executadas pelo SENAR Administração Regional do Acre no exercício de 2016. A visão geral da Regional, bem como as finalidades e competências da UJ, normas e regulamentos, ambiente de atuação, organograma, macroprocessos finalísticos estão contemplados no item 3 deste relatório. O item 4 contempla o planejamento organizacional e desempenho orçamentário operacional. Já a governança e competências das áreas estratégicas (Conselho Administrativo, Fiscal e Superintendência) estão no item 5. No item 6 estão disposto as áreas especiais da gestão. O item 7 deste relatório retrata o relacionamento desta Administração Regional com à sociedade e o desempenho financeiro e informações contábeis estão dispostos no item 8, estando a conformidade da gestão e demandas dos órgãos de controle dispostas no item 9. No item 10 encontram-se os anexos e apêndices.
A estrutura do Relatório privilegia a identificação dos resultados obtidos, os ganhos capitalizados pelo produtor e trabalhador rural e o crescimento das ações da entidade. No item 8 podemos acompanhar as demonstrações contábeis, englobando o Balanço Patrimonial Comparado, receitas e despesas correntes no exercício 2016 e a avaliação de auditores independentes.
As diretrizes de atuação do SENAR estão concentradas no desenvolvimento das famílias do meio rural, buscando sua manutenção no campo através da geração de renda e da sustentabilidade de suas propriedades. O público do SENAR acompanha a característica agrária do meio rural acreano, sendo a grande maioria do publico atingido pelas ações do SENAR advindos de pequenas propriedades, onde se concentram os maiores demandantes de ações de formação profissional e promoção social. Para a execução das ações desenvolvidas pelo SENAR-AR-AC, primeiramente, é realizado um planejamento em função das demandas espontâneas e das políticas publicas do setor rural.
O resultado desse planejamento gera o Plano Anual de Trabalho – PAT, que submetido a apreciação e aprovação, pelo Conselho Administrativo, é o documento norteador das atividades do SENAR-AR-AC no exercício.
Nossa atuação segue as orientações do SENAR Central, baseada em sua Série Metodológica, que orienta os procedimentos por fases, indo desde a mobilização, passando pela programação, instrutoria, supervisão e certificação.
Para a execução dessas fases o SENAR Nacional treina, capacita e atualiza os agentes executores do quadro funcional e terceirizados de todas as regionais através de vários cursos e treinamentos, entre eles, o Curso de Metodologia do SENAR. A busca constante das parcerias para o desenvolvimento de projetos especiais, notadamente os ligados ao desenvolvimento de políticas públicas para o setor rural, fortalece e amplia o leque de atividades e treinamentos realizados pelo SENAR-AR-AC, sendo à base do crescimento e fortalecimento de nossas ações.
3. VISAO GERAL DA UNIDADE PRESTADORA DE CONTAS 3.1. Finalidade e competências
O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR foi criado pela Lei 8.315 de 23 de dezembro de 1991, nos termos do artigo 62 dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias e Regulamentado pelo Decreto nº 566, de 10 de junho de 1992.
A Administração Regional do Estado do Acre é um órgão de execução descentralizada das ações de Formação Profissional, Promoção Social e Assistência Técnica de homens e mulheres que exerçam atividades rurais, criada pela Portaria nº 001, de 04 de abril de 1994, do Presidente do Conselho Deliberativo, com base no Inciso X do Artigo 8º do Regimento Interno do SENAR – Administração Central, assegurado pelo Regimento Interno da Regional de 01 de junho de 2007, tem como finalidade:
a) Organizar, administrar e executar, em todo o Estado do Acre, o ensino da formação profissional rural e a promoção social dos produtores e trabalhadores rurais e dos trabalhadores das agroindústrias que atuem exclusivamente na produção primária de origem animal, vegetal e florestal;
b) Assistir as entidades empregadoras na elaboração e execução de programas de treinamento e na realização de aprendizagem metódica ministrada no próprio emprego;
c) Com base nos princípios da livre iniciativa e da economia de mercado, estabelecer e difundir metodologias adequadas à formação profissional rural e promoção social do produtor e trabalhador rural;
d) Exercer a coordenação, supervisão e fiscalização da execução dos programas e projetos de formação profissional rural e promoção social;
e) Assessorar o Governo Estadual em assuntos relacionados com a formação de profissionais rurais e atividades assemelhadas.
3.2. Normas e regulamentos de criação, alteração e funcionamento da entidade Norma de Criação:
Lei nº 8.315/91, publicada no DOU no dia 24/12/1991.
Decreto nº 566/92, publicado no DOU no dia 11/06/1992.
Demais normas relacionadas à gestão e a estrutura da unidade:
As competências do SENAR estão definidas no seu Regimento Interno, aprovado pelo Conselho Deliberativo/Administração Central, (em 23 de março de 1994), com a última alteração em 01 de junho de 2007, aprovada e homologada pelo Conselho Administrativo e registrada sob o Nº 23211 – 4ª Serventia de Registro Civil de Pessoas Naturais e Jurídicas – Comarca de Rio Branco – Registro de Títulos e Documentos.
3.3. Ambiente de atuação
O SENAR-AR-AC tem como missão realizar a educação profissional e promoção social das pessoas do meio rural, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para o desenvolvimento sustentável do país. O público-alvo do SENAR constitui-se de trabalhadores rurais, em grande maioria pessoas do meio rural associadas, direta ou indiretamente, aos processos produtivos agrossilvipastoril.
O SENAR-AR-AC, desde que foi criado, tem assegurado aos produtores e trabalhadores rurais acrianos a oportunidade de qualificação e de formação profissional, com foco na melhoria da qualidade de vida, através das ações realizadas em parceira com os Sindicatos Patronais e de Trabalhadores Rurais e outras instituições como: cooperativas, associações de classe, instituições públicas e privadas.
3.4. Organograma
O organograma funcional é uma espécie de diagrama usado para representar as relações hierárquicas dentro de uma empresa, ou simplesmente a distribuição dos setores, unidades funcionais e cargos e a comunicação entre eles, conforme mostra figura 1:
Figura 3.4.1. Organograma
O Conselho Administrativo é o órgão máximo no âmbito da Administração Regional do Acre, cuja função é cumprir e fazer cumprir as diretrizes emanadas do Conselho Deliberativo do SENAR – Administração Central e principalmente, fixar a política de atuação da Administração Regional e estabelecer as normas operacionais que regerão suas atividades.
Tem mandato de 03 (três) anos, coincidindo com o da Federação da Agricultura do Estado do Acre, e é composto por 05 (cinco) membros: o Presidente da Federação da Agricultura do Estado do Acre, que é o presidente nato; 01 (um) representante SENAR – Administração Central; 01 (um) representante da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Acre – FETACRE e 02 (dois) representantes de segmentos das classes produtoras.
Quadro 3.4.1. Competências das Áreas Estratégicas
ÓRGÃO/ÁREA COMPETÊNCIAS TITULAR CARGO/FUNÇÃO
DATA DA NOMEAÇÃO / EXONERAÇÃO Conselho
Administrativo
Ao Conselho Administrativo compete a função de cumprir e fazer cumprir as diretrizes emanadas do Conselho Deliberativo, fixar a política de atuação da Administração Regional e estabelecer as normas operacionais que regerão suas atividades.
Assuero Doca Veronez Presidente do Conselho Administrativo 2015-2018 (triênio)
Conselho Fiscal Ao Conselho Fiscal compete a função de fiscalizar os atos administrativos da Administração Regional, relacionados com as atividades econômicas, financeiras, contábeis e finalisticas. Wilson Lopes Isquierdo Presidente do Conselho Fiscal 2015-2018 (triênio)
Superintendência A Superintendência compete à função de ordenador de despesas e gestão das atividades da Administração Regional.
Mauro Marcello Gomes de
Oliveira
Superintendente Nomeação através da Portaria nº
001/2013 de 01/02/2013 Diretória Técnica A Diretoria Técnica compete a
função de gestão do Departamento Técnico. Mauro Marcello Gomes de Oliveira Respondendo pela Diretoria Nomeação através da Portaria nº 001/2013 de 01/02/2013 Diretoria Administrativa / Financeiro
A Diretoria Administrativa compete a função de gestão no âmbito econômico, financeiro e contábil da Regional. José Thomas de Melo Neto Diretor Administrativo e Financeiro Nomeação através da Portaria nº 004/2013 de 07/03/2013 Coordenação Técnica
Estrutura básica da Diretoria Técnica na qual compete a função no âmbito das ações de FPR, PS, PE, DHT e áreas correlacionadas. Ilcilene da Silva Andrade Coordenadora Técnica Efetiva Coordenação Pedagógica
Estrutura básica da Diretoria Técnica na qual compete a função no âmbito do planejamento pedagógico das ações de FPR, PS, PE, DHT e áreas correlacionadas. Rita de Cássia Alves Fonseca Coordenadora Pedagógica Efetiva
O Conselho Fiscal Regional é o órgão de fiscalização dos atos administrativos da Administração Regional, relacionados com atividades econômicas, financeiras e contábeis. É composto por 03 (três) membros indicados: 01 (um) pela Federação da Agricultura do Estado do Acre; 01 (um) pelo SENAR - Administração Central e 01 (um) pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Acre.
A Superintendência é o órgão de execução da Administração Regional, conforme as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Administrativo. É dirigida por 01 (um) Superintendente, designado pelo Presidente do Conselho Administrativo, na forma do disposto no art. 14, inciso VI, do Regimento Interno do SENAR-AR-AC.
As diretorias fazem parte da estrutura básica da Superintendência, como preconiza o art. 11 do Regimento Interno, sendo a Diretoria Administrativa responsável pela gestão das atividades meio e a Diretoria Técnica, pelas atividades fins da unidade. Atualmente, a Diretoria Administrativa, responsável pela gestão do Departamento Administrativo, conta com o setor de Pessoal/Financeiro/Contábil, setor de Arrecadação, setor de Compras e setor de Transportes e Patrimônio. A Diretoria Técnica, responsável pela gestão do Departamento Técnico, por seu turno, possui o setor de Supervisão e Mobilização (FPR, PS e PE), setor Eventos e Programação, setor Planejamento Pedagógico e o setor de Cadastro e Certificação, sendo o DEP – Departamento de Programação e Eventos responsável por toda a logística e execução das atividades de Formação Profissional Rural, Promoção Social e Programas Especiais. A estrutura do SENAR-AR-AC no exercício 2016 está demonstrados no quadro acima.
3.5. Macroprocessos finalísticos Quadro 3.5.1. Macroprocessos Finalísticos
Macroproces
sos Descrição
Produtos e
Serviços Principais Clientes
Subunidades Responsáveis
Formação Profissional
Rural
Processo educativo, não forma, participativo e sistematizado, que possibilita a aquisição de conhecimento, habilidades e atitudes, para o desempenho de uma ocupação. Ganhos e aumento da produtividade para o produtor rural. Trabalhadores rurais e trabalhadores das agroindústrias que atuem exclusivamente na produção primária de origem animal e vegetal. Departamento Técnico Promoção Social
Processo educativo, não forma, participativo e sistematizado, que visa o desenvolvimento de aptidões pessoais e sociais do trabalhador rural e de sua família, numa perspectiva de maior qualidade de vida, consciência crítica e participação na vida da comunidade. Melhorar a qualidade de vida e proporcionar possíveis ganhos sociais e econômicos. Trabalhadores rurais e trabalhadores das agroindústrias que atuem exclusivamente na produção primária de origem animal e vegetal. Departamento Técnico Programas Especiais
Processos educativos de formação inicial e continuada – FIC, que complemente as ações de FPR e PS, com objetivo da elevação da escolaridade bem como vários programas nacionais de capacitação. Ganhos e aumento da produtividade para o produtor rural. Trabalhadores rurais e trabalhadores das agroindústrias que atuem exclusivamente na produção primária de origem animal e vegetal. Departamento Técnico Desenvolvime nto Humano de Talento Processo de formação e aperfeiçoamento de agentes vinculadas às atividades institucionais. Desenvolver habilidades técnicas e humanas. Funcionários efetivos e/ou prestadores de serviços de instrutoria e tutoria. Departamento Técnico da AR-AC e ADM Central
4. PLANEJAMENTO ORGANIZACIONAL E RESULTADOS 4.1. Planejamento Organizacional
4.1.1. Descrição sintética dos objetivos do exercício.
O SENAR baseia suas ações em princípios e diretrizes estabelecidas pela Organização Internacional do Trabalho – OIT, nas políticas do Centro Interamericano de Investigação e Documentação sobre Formação Profissional – CINTERFOR, formuladas durante reuniões de comissões técnicas, nas políticas dos Ministérios do Trabalho e da Agricultura e nas diretrizes emanadas da CNA e suas Federações vinculadas.
O SENAR mantém vinculação técnica com as recomendações da Organização Internacional do Trabalho – OIT e as políticas de gestão da formação profissional do Centro Interamericano para o Desenvolvimento do Conhecimento na Formação Profissional – CINTERFOR, além de observar as políticas dos Ministérios do Trabalho e da Agricultura e as diretrizes institucionais emanadas da CNA e suas Federações vinculadas.
Para a execução das ações estratégicas do SENAR-AR-AC, como sucintamente exposto na introdução, primeiramente é realizado um planejamento em função das demandas espontâneas e das políticas publicas do setor rural. O resultado dessa apuração gera o Plano Anual de Trabalho – PAT, que submetido à apreciação e aprovação, pelo Conselho Administrativo, será o documento norteador das atividades do SENAR/AR/AC para o exercício subseqüente.
Nossa atuação segue as orientações do SENAR Central, baseada em sua Série Metodológica, que orienta os procedimentos por fases, indo desde a mobilização, passando pela programação, instrutoria, supervisão e certificação. Para a execução dessas fases o SENAR Nacional treina, capacita e atualiza os agentes executores do quadro funcional e terceirizados de todas as regionais através de vários cursos e treinamentos, entre eles, o Curso de Metodologia do SENAR. A busca constante das parcerias para o desenvolvimento de projetos especiais, fortalecendo e ampliando o leque de atividades e treinamentos realizados pelo SENAR-AR-AC é à base do crescimento e fortalecimento de nossas ações.
Seguindo os princípios que consta no art. 2º incisos de I a X do Regimento Interno do SENAR-AR-AC, para o desenvolvimento de suas ações esta Regional segue as estratégias abaixo relacionadas:
Manter-se integrado a outros órgãos e entidades, públicos e privados, que se dediquem à formação profissional rural ou promoção social, os quais serão considerados parceiros do SENAR-AR-AC, após a formalização de contratos específicos;
Articular-se com entidades do setor rural e agroindustrial para execução dos trabalhos de formação profissional rural e promoção social;
Promover a sistemática mobilização da capacidade instalada em outras áreas, especialmente nos estabelecimentos de ensino e associações de classe e de caráter cultural, visando
evitar a duplicação de investimento na execução de atividades de formação profissional rural e promoção social;
Promover e apoiar a formação e o aperfeiçoamento de pessoal especializado nas atividades integrantes do seu objetivo, bem como realizar o treinamento sistemático de seu pessoal técnico, administrativo e de apoio;
Formular planos e programas anuais e plurianuais de trabalho;
Estabelecer política de atuação que contemple tanto à manutenção de cursos permanentes de treinamento em estabelecimentos próprios, como a realização de cursos de curta e média duração, de natureza transitória;
Fixar critérios, a serem observados no âmbito da Administração Regional, para assegurar que a seleção dos trabalhadores rurais que serão incluídos nos programas de formação profissional, seja feita com base no princípio de igualdade e sem distinção de sexo, raça, crença religiosa ou convicção filosófica ou política;
Organizar e executar pesquisas sobre aspectos vinculados a mão-de-obra e o mercado de trabalho;
Promover pesquisas científicas sobre métodos e tecnologias educacionais apropriadas à aprendizagem do meio rural;
Articular-se junto a órgãos e entidades nacionais e estaduais em assuntos relacionados com a formação de profissionais rurais e atividades assemelhadas.
O SENAR-AR-AC não confecciona, ainda, Plano Plurianual. Os principais objetivos estratégicos traçados para entidade no exercício 2016 foi através do Plano Anual de Trabalho – PAT, te teve como parâmetro:
Estabelecer política de atuação que contemple tanto à manutenção de cursos permanentes de treinamento, como a realização de cursos de curta e média duração, de natureza transitória;
Articular-se junto a órgãos e entidades nacionais e estaduais em assuntos relacionados com a formação de profissionais rurais e atividades assemelhadas.
Aumentar a participação do SENAR-AR-AC no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego.
As estratégias adotadas pela entidade no exercício 2016:
Realizamos seminários com instituições parceiras, visando à celebração de contratos/convênios;
Construção coletiva do projeto pedagógico para a atuação nos programas especiais, tais como: PRONATEC, NCR, entre outros;
Planejamento mensal com o objetivo de facilitar o atendimento das demandas do PAT 2016.
Considerando que atingimos, no geral, grande parte das metas previstas na Reprogramação Física, sendo assim entendemos que os riscos foram de pequena monta. No entanto, no Exercício
2017 temos que melhorar a formulação do nosso Plano Anual de Trabalho, realizando maior interação com a comunidade atendida, para absolver melhor os seus anseios, de modo que possamos não apenas atender as demandas provenientes da comunidade, mas garantir que as ações de Formação Profissional Rural e Promoção Social estão efetivamente contribuindo para os arranjos produtivos locais. Assim, para a formulação do PAT 2017 procuraremos melhorar nosso diálogo com a comunidade rural, através de reuniões, seminários e comunicados.
Entendemos ser importante, também, aprofundarmos no ano que vem às ações junto as Prefeituras Municipais que iniciamos no final do exercício 2016, de modo a identificarmos no meio rural em quais cadeias produtivas será os investimentos dos municípios. Com a crise econômica e a conseqüente diminuição de nossos recursos, esse diagnóstico ajudará a priorizar nossos eventos, impactando de forma mais eficiente na produtividade e melhoria da qualidade de vida dos munícipes.
Os macros processos internos, especialmente após a implantação do Sistema de Gestão da Qualidade em 2011 – SGQ caminha satisfatoriamente, motivo pelo qual acreditamos não haver necessidade de revisão dos processos. Entendemos que a estrutura da Unidade está adequada para o desenvolvimento dos objetivos estratégicos. A única deficiência que apontamos é a pouca quantidade de veículos para o desenvolvimento de nossas ações, o que nos obriga a despender valor considerável em aluguel de veículos. O SENAR-AR-AC divulga internamente suas ações através de reuniões setoriais, de memorandos e do seu Sistema de Gestão de Qualidade – SGQ.
4.1.2. Estágio de implementação do planejamento estratégico
Esta Administração Regional (UJ), não possui plano estratégico, pois atende as demandas encaminhadas pelos Sindicatos Rurais do Estado do Acre e pelo nosso publico alvo, a comunidade rural como um todo através do setor de mobilização que percorre as comunidades rurais do estado com intuito de divulgar as ações do SENAR-AR-AC.
4.1.3. Vinculação dos planos da unidade com as competências institucionais e outros planos Quadro 4.1.3.1. Planos X Competências Institucionais
Nº Programas /
Projetos Objetivos
Deptº
Responsável Objetivos Estratégicos
1
Formação Profissional Rural –
FPR
Qualificação profissional de homens e mulheres que exerçam atividades rurais.
Departamento Técnico
Promover o acesso ao conhecimento, habilidade e desenvolver a atitude do individuo para desempenho de uma ocupação no meio rural.
2 Promoção Social – PS
Melhorar a qualidade de vida de homens e mulheres do campo e promover possíveis ganhos sociais econômicos relativos a educação, cultura, lazer, esporte, segurança no trabalho e preservação e conservação do meio ambiente.
Departamento Técnico
Promover a cidadania, para o desenvolvimento de aptidões pessoais e sociais do trabalhador/produtor rural e de seus familiares, possibilitando melhor qualidade de vida, consciência critica e participação na vida da comunidade rural.
3 Programas Especiais – PE (NCR, PRONATEC) Qualificação profissional de homens e mulheres que exerçam atividades rurais, em especial beneficiários vinculados ao CadÚnico, PRONATEC campo, pesca, aqüicultura, agro, entre outros.
Departamento Técnico
Promover o acesso ao conhecimento, habilidade e desenvolver a atitude do individuo para desempenho de uma ocupação no meio rural.
4
Desenvolvimento Humano de
Talentos
Qualificação do quadro de recursos humano institucional e de instrutores a serviço. Departamento Técnico Promover o acesso ao conhecimento, habilidade e desenvolver a atitude do individuo para desempenho de sua função institucional.
Figura 4.1.3.1. Fluxograma de FPR
A Formação Profissional Rural – FPR é um processo educativo, sistematizado, que se integra aos diferentes níveis e modalidades da educação e às dimensões do trabalho, da ciência e da tecnologia, objetivando o desenvolvimento de conhecimentos, habilidade e atitudes para a vida produtiva e social, atendendo, às necessidades de efetiva qualificação para o trabalho com perspectiva de elevação da condição sócio profissional do individuo.
Figura 4.1.3.2. Fluxograma de PS
A Promoção Social é um conjunto de atividades com enfoque educativo, que possibilita ao trabalhador, ao produtor rural e as suas famílias a aquisição de conhecimentos, o desenvolvimento de habilidades pessoais e sociais e mudanças de atitudes, favorecendo, assim, uma melhor qualidade de vida e participação na comunidade rural.
Figura 4.1.3.3. Fluxograma de PE
Os Programas Especiais, como são denominados os programas e ações executadas pelo SENAR-AR-AC, são oriundos de parcerias com outras entidades do Sistema “S”, a exemplo o SENAR Administração Central, SEBRAE-ACRE, órgãos e secretarias do Governo Federal e/ou do Estado.
4.2. Formas e instrumentos de monitoramento da execução e dos resultados dos planos
Na Administração Regional (UJ) existe no departamento técnico o setor de pedagógico e supervisão, onde se faz o monitoramento das ações e atividades demandada pelos Sindicatos Rurais, comunidade rural e através de programas com instituições parceiras, mediante convenio.
4.3. Desempenho orçamentário
4.3.1. Execução física e financeira das ações da Lei Orçamentária Anual de responsabilidade da unidade
Nos últimos exercícios, esta Administração Regional tem despedido um grande esforço no sentido de elaborar o orçamento anual cada vez mais fiel à realidade da arrecadação.
Quadro 4.3.1.1. Execução Física e Financeira das Ações
SUBFUNÇÃO/PROGRAMA/AÇÃO Orçado Realizado Utilização % 122 – ADMINISTRAÇÃO GERAL 245.000,00 230.069,24 93,91%
0750 – Apoio Administrativo - - -
8701 – Manutenção de Serviços Administrativos 75.000,00 74.926,40 99,90% 8777 – Pagamento de Pessoal e Encargos Sociais 130.000,00 121.744,76 93,65% 8711 – Gestão Administrativa 40.000,00 33.398,08 83,50% 8715 – Assistência Financeira a Entidades - - -
128 – FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 5.000,00 3.650,00 73,00%
0801 – Formação de Gerentes e Empegados - - - 8718 – Capacitação de Recursos Humanos 5.000,00 3.650,00 73,00%
131 – COMUNICAÇÃO SOCIAL 10.000,00 3.150,00 31,50%
0253 – Serviço de Comunicação de Massa - - - 8719 – Divulgação de Ações Institucionais 10.000,00 3.150,00 31,50%
212 – COOPERAÇÃO INTERNACIONAL - - -
0681 – Participação em Organismos Internacionais - - - 8753 – Contribuição a Organismo Internacional - - -
301 – ATENÇÃO BÁSICA - - -
0100 – Assistência ao Trabalhador - - -
8703 – Assistência Médica e Odonto a Empregados - - -
306 – ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO 15.000,00 11.157,42 74,38%
0100 – Assistência ao Trabalhador - - -
8705 – Auxílio Alimentação a Empregados 15.000,00 11.157,42 74,38%
331 – PROTEÇÃO E BENEFÍCIO AO TRABALHADOR 2.000,00 1.349,10 67,46%
0100 – Assistência ao Trabalhador - - -
8706 – Auxílio Transporte aos Empregados 2.000,00 1.349,10 67,46% 8707 – Assistência Social a Servidores - - -
Melhoria na Qualidade de vida trab. 350.000,00 386.550,76 110,44%
8788 – Promoção Social Rural 350.000,00 386.550,76 110,44%
333 – EMPREGABILIDADE - - -
0108 – Qualificação Profissional do Trabalhador - - - 8729 – Qualificação Profissional na Área de Agropecuária e
Agroindústria 1.323.000,00 1.239.620,75 93,70%
TOTAL DESPESA 1.905.000,00 1.875.547,27 98,45%
DESPESAS EXTRAORÇAMENTÁRIAS 274.975,52
Depreciação de Bens Móveis e Imóveis 280.330,52 Ganho na Alienação de Bens 12.000,00 Investimento – Aquisição de Bens 6.645,00
TOTAL DESPESA + INVESTIMENTO 1.950.000,00 2.150.522,79 100,28% Fonte: Sistema Domínio
4.3.2. Fatores intervenientes no desempenho orçamentário
Como se depreende do quadro acima, frente a crise economia e financeira que assola nosso pais, e a conseqüente impacto em todas as instituições, realizamos gestão no sentido de diminuir os gastos em praticamente todas as rubricas previstas.
Assim, com exceção dos investimentos na melhoria da qualidade de vida do trabalhador, que é a base da atividade fim da nossa Administração Regional e que fizemos questão de não diminuir o investimento, todas as outras rubricas sofreram diminuição.
Apesar de não ser um resultado que consideramos satisfatório, o SENAR não visa lucro e tem por obrigação legal utilizar a maior parte dos recursos disponíveis na execução de suas atividades fins.
4.3.3. Execução descentralizada com transferências de recursos
Quadro 4.3.3.1 Resumo dos instrumentos celebrados e dos montantes transferidos nos últimos três exercícios Unidade concedente ou contratante
Nome: Não se aplica
UG/GESTÃO: Não se aplica
Modalidade Quantidade de instrumentos celebrados Montantes repassados no exercício (em R$ 1,00)
2015 2014 2013 2015 2014 2013 Convênio - - - - Contrato de repasse - - - - ... - - - - Totais - - - - - - Fonte:
Quadro 4.3.3.2 Resumo dos instrumentos celebrados e dos montantes transferidos nos últimos três exercícios Unidade concedente ou contratante
Nome: Não se aplica
UG/GESTÃO: Não se aplica
Modalidade Quantidade de instrumentos celebrados Montantes repassados no exercício (em R$ 1,00)
2015 2014 2013 2015 2014 2013 Convênio - - - - Contrato de repasse - - - - . - - - - Totais - - - - - - Fonte:
Quadro 4.3.3.3. Resumo da prestação de contas sobre transferências concedidas pela UJ na modalidade de convênio, termo de cooperação e de contratos de repasse.
Unidade Concedente Nome: Não se aplica
UG/GESTÃO: Não se aplica
Exercício da Prestação das Contas Quantitativos e montante repassados Instrumentos
(Quantidade e Montante Repassado) Convênios Contratos de repasse ... Exercício do relatório de gestão Contas Prestadas Quantidade - - - Montante Repassado - - - Contas NÃO Prestadas Quantidade - - - Montante Repassado - - - Exercícios anteriores Contas NÃO Prestadas Quantidade - - - Montante Repassado - - - Fonte:
Quadro 4.3.3.4. Situação da análise das contas prestadas no exercício de referência do relatório de gestão Unidade Concedente ou Contratante
Nome: Não se aplica
UG/GESTÃO: Não se aplica
Contas apresentadas ao repassador no exercício de referência do relatório de gestão
Instrumentos Convênios Contratos de repasse ... Contas analisadas Quantidade aprovada - - - Quantidade reprovada - - - Quantidade de TCE instauradas - - - Montante repassado (R$) - - - Contas NÃO analisada Quantidade - - - Montante repassado (R$) - - - Fonte:
4.4.4. Informações sobre a realização das receitas
Quadro 4.3.4.1. Demonstração da Receita – Administração Regional do Acre
Natureza da Receita Orçada Realizada % Realização Receitas Correntes 1.950.000,00 1.799.608,90 92,29% Receitas de Contribuições 1.430.000,00 1.214.642,14 84,94%
Contribuição para o SENAR 130.000,00 135.721,76 104,40%
Receita Patrimonial 55.000,00 63.849,70 116,09%
Receitas de Valores Mobiliários 50.000,00 58.861,61 117,72% Juros e Títulos de Renda 5.000,00 4.988,09 99,76%
Receitas de Serviços 40.000,00 46.000,00 115,00% Transferências Correntes 1.690.000,00 1.431.696,13 84,72%
Outras Transferências de Instituições Privadas 1.300.000,00 1.078.920,38 82,99% Transferência de Convênios 390.000,00 352.775,75 90,46%
Outras Receitas Correntes 35.000,00 122.341,31 349,55%
Indenizações e Restituições 10.000,00 17.936,31 179,36% Saldo de Exercícios Anteriores – Receitas
diversas
Outras Receitas 25.000,00 104.405,00 417,62%
TOTAIS 1.950.000,00 1.799.608,90 92,29%
Fonte: Sistema Domínio
Como comentado anteriormente, em decorrência da crise econômica e, fundamentalmente, da diminuição do RADI (Recurso de Aplicação Direta) repassado pela Administração Central, tivemos uma redução de 7,7% da receita realizada, em comparação com a orçada.
Analisando o demonstrativo de receita, podemos verificar que o RADI diminuiu 15,06% e o comparativo entre receita orçada e realizada só não foi menor em decorrência de nosso trabalho em aumentar nossa arrecadação própria (aumento de 4,40%) e a nossa busca constante de adquirir outras receitas, através de instituições parceiras, que foi realizado 317,62% a mais do orçado.
4.3.7 Informações sobre a realização das despesas Quadro 4.3.7.1. Despesas por modalidade de contratação
Unidade orçamentária: SENAR-AR-AC Código UO: UGO: Modalidade de Contratação Despesa paga
2016 2015 1. Modalidade de Licitação (a+b+c+d+e+f+g) 85.616,60 88.266,48
a. Convite 63.772,54 88.266,48 b. Tomada de Preços - - c. Concorrência - - d. Pregão 21.844,06 00,00 e. Concurso - - f. Consulta - -
g. Regime Diferenciado de Contratações Públicas - -
2. Contratações Diretas (h+i) 154.020,70 373.181,89
h. Dispensa 128.846,39 215.481,89
i. Inexigibilidade 25.174,31 157.700,00
3. Regime de Execução Especial 15.100,00 15.000,00
j. Suprimento de Fundos 15.100,00 15.000,00 4. Pagamento de Pessoal (k+l) 1.027.180,68 1.148.612,75 k. Pagamento em Folha 996.130,68 1.103.281,15 l. Diárias 31.050,00 45.331,60 5. Outros 00,00 00,00 6. Total (1+2+3+4+5) 1.281.917,98 1.625.061,12 Fonte: Sistema Domínio
Quadro 4.3.7.2. Despesas por grupo e elemento de despesa
Unidade Orçamentária: SENAR-AR-AC
Grupos de Despesa Orçada Realizada
2016 2015 2016 2015
1. Despesas de Pessoal 170.000,00 253.000,00 155.142,84 192.837,63
Pagamento Pessoal e encargos 130.000,00 110.000,00 121.744,76 114.319,63 Gestão Administrativa 40.000,00 143.000,00 33.398,08 78.518,00
2. Juros e Encargos da Dívida
Nome do elemento de despesa
Demais elementos do grupo
3. Outras Despesas Correntes
Manutenção dos serviços ADM. 75.000,00 45.000,00 74.926,40 64.135,25 Capacitação de Recursos Humanos 5.000,00 7.000,00 3.650,00 5.085,22 Divulgação de ações 10.000,00 20.000,00 3.150,00 16.841,94 Auxilio Alimentação 15.000,00 40.000,00 11.157,42 24.974,41 Auxilio Transporte 2.000,00 4.500,00 1.349,10 2.733,50 Promoção Social Rural 350.000,00 389.000,00 386.550,76 380.651,62 Qualificação Profissional na Área de
Agropecuária e Agroindústria 1.323.000,00 1.147.380,00 1.239.620,75 1.214.469,37
4. Investimentos
Nome do elemento de despesa
Demais elementos do grupo
Total Geral 1.950.000,00 1.905.880,00 1.875.547,27 1.901.728,94 Fonte: Sistema Domínio
O exercício 2016 foi tão atípico, que qualquer projeção até mesmo anual foi difícil de cumprimento. Como sabemos, a programação orçamentária é sempre feita em setembro do ano anterior (09/2015). Com certeza, já estávamos num momento difícil da economia. Mesmo assim, as projeções feitas eram capazes apenas de se sustentar por meses. Houve tantas atribulações, com repasses que na época da programação estava praticamente certo e que os parceiros, por receio do amanhã, preferiram agir com mais cautela, que tivemos que projetar as ações de modo mensal e, as vezes, quinzenal.
Por isso, confessamos que as ações de formação profissional e promoção social foram acontecendo na medida em que tínhamos os recursos eram garantidos. Assim, analisando mensalmente as receitas, íamos realizando as despesas de acordo com nossas possibilidades. Em decorrência dessa política, diminuímos a despesa realizada, em comparação com a orçada, em praticamente 4%.
Mais uma vez enfatizamos nosso esforço em diminuir as despesas em praticamente todas as rubricas, aumentando apenas promoção social rural, visto que a melhoria da qualidade de vida do trabalhador é nossa razão de ser.
4.4. Desempenho operacional
Quadro 4.4.1. Informações sobre indicadores de desempenho operacional FORMAÇÃO PROFISSIONAL RURAL
Turmas (total) 67
Participantes (total) 1.094
Carga horária (total) 2.128
Custo R$ (total) 827.888,00
PROMOÇÃO SOCIAL
Turmas (total) 29
Participantes (total) 503
Carga horária (total) 842
Custo R$ (total) 386.550,00
PROGRAMA ESPECIAL
Turmas (total) 28
Participantes (total) 615
Carga horária (total) 4.518
Custo R$ (total) 262.687,00
DESENVOLVIMENTO DE TALENTOS HUMANOS
Turmas (total) 12
Participantes (total) 268
Carga horária (total) 203
Custo R$ (total) 3.649,00
OUTRAS ATIVIDADES
Turmas (total) 3
Participantes (total) 30
Carga horária (total) 1.080
Custo R$ (total) 149.044,00
CUSTO TOTAL R$ 1.629.818,00
O Sistema de gestão de atividades do SENAR – GAS não contabiliza os centavos, por isso há uma diferença entre o valor do custo total com as ações apresentado neste quadro com o quadro 4.3.7.2.
Fonte: Gestão de atividades do SENAR – GAS
4.5. Apresentação e análise de indicadores de desempenho
Fazendo uma análise das ações do SENAR-AR-AC em 2016, verificamos que no exercício contabilizamos 139 ações, distribuídas entre FPR, PS, Programa Especial, DTH e outras atividades. Com isso, totalizamos uma carga horária de 8.771 horas e 2.510 participantes.
Os números ficaram abaixo do que havíamos programado para o exercício. Porém, consideramos satisfatórios, em virtude de todo o histórico que enfatizamos quando dos comentários referente a receitas e despesas.
Mantivemos nossas ações que já vinham acontecendo nos exercícios anteriores, no que diz respeito ao Desenvolvimento de Talentos Humanos, que consiste no incentivo e financiamento de ações buscando a valorização de funcionários e colaboradores. Com essas ações, conseguimos ao mesmo tempo nivelar os conhecimentos necessários para o bom desenvolvimento de nossa missão
institucional, bem como incentivar nos colaboradores ações empreendedoras e que demonstrem seus talentos e aptidões. Em 2015, voltamos as ações de desenvolvimento de talentos para nossos funcionários. Naquele exercício, praticamente todos os funcionários de nossa Regional passaram por treinamentos e oficinas. Em 2016, as ações de desenvolvimento de talentos humanos foram voltadas mais para o treinamento de instrutores na Metodologia do SENAR, com o escopo de padronizar os temas transversais e nivelar o conhecimento em relação a didática aplicada e ao conhecimento de nossa instituição, contribuindo para a elevação da qualidade das ações.
Outro fator significativo foi à ênfase que demos nas ações de promoção social ocorridas neste exercício. Isto se deu em virtude da diretriz emanada da Administração Central nos últimos anos, orientando as regionais a aumentar o número de eventos desta natureza, com o objetivo de contribuir de forma definitiva para a melhoria da qualidade de vida dos homens e mulheres do campo.
Assim, como ficará demonstrado nas figuras a seguir, no que tange as atividades fim, o exercício 2016 foi satisfatório para esta Administração Regional, considerando, como dito, as diminuições das receitas e o ano atípico que tivemos, com recessão, diminuição de parcerias e o estado de recessão generalizada que assolou nosso país.
Figura 4.4.2. Desempenho Operacional de PS
Figura 4.4.4. Desempenho Operacional de DTH
As informações do Sistema de Gestão de Atividades do SENAR – GAS seguem os padrões da Portaria nº 486/MTE do Sistema S.
O SENAR-AR-AC trabalha com uma metodologia de tentativa de não haver reprovação e/o evasão, motivo pelo qual realiza mobilização de suas ações demandadas totalmente voltada aos anseios da comunidade rural num todo, o produtor rural e sua família que sempre é inserida nas atividades desenvolvidas.
O demonstrativo do contingente de produtores/trabalhadores rurais e suas famílias envolvidas nos eventos executados refletem o bom envolvimento da instituição com a comunidade, bem como outras instituições parceiras que firmaram compromisso ao longo deste ano.
Figura 4.4.5. Desempenho Operacional de Outras Atividades
É importante salientar que decidimos utilizar maior quantidade de temas transversais nas ações, entre eles: ética, cidadania, política, higiene e limpeza, interatividade social, meio ambiente, segurança e saúde no trabalho, entre outros. Certamente esses temas que não fazem parte do dia-a-dia do produtor ajudam na construção de uma melhor qualidade de vida, pois os mesmos passam a ter uma visão de mundo mais completa e libertadora.
Quanto ao caráter da supervisão/mobilização, quatro aspectos são fundamentais e distintos, porém, integrados na ação dos supervisores:
Diagnóstico – objetiva o levantamento das informações para subsidiar o planejamento e identificar
os aspectos positivos e desvios que ocorrem na operacionalização do processo de FPR e de PS;
Preventivo – efetua a partir do diagnóstico, análise prospectiva, visando prevenir procedimentos
inadequados que possam ocorrer;
Corretivo – visa contribuir para a correção, imediata e/ou no momento oportuno dos desvios
detectados, neutralizando e suprimindo deficiências e reorientando as atividades;
Afirmativo – ratificam os procedimentos bem sucedidos nas ações de FPR e atividades de PS. A
supervisão é feita de duas formas: in loco e à distância.
A supervisão in loco realizada pelos Supervisores Regionais do SENAR-AR-AC consiste na visita programada ao evento, objetivando o máximo de contato com os agentes da ação/atividade: mobilizador, instrutor e treinando. Cabe a supervisão contatar e entrevistar estes agentes, bem como a observação de diversas características do evento. A supervisão in loco garante uma resposta imediata do andamento das ações/atividades, possibilitando imediata correção e ajustes. Toda ação supervisionada in loco gera relatório próprio, sendo o mesmo direcionado ao responsável/parceiro e vistoriado pelo Departamento Técnico.
A supervisão à distância é realizada com o acompanhamento dos eventos por meio de análise das programações, relatórios, levantamento das necessidades, planos instrucionais, prestação de contas e avaliação do curso pelos alunos. Nossos eventos receberam supervisão em mais de 80% dos casos, seja pelos supervisores de nosso quadro funcional, seja por profissionais de instituições parceiras.
Nas supervisões in loco registramos resultados bastante positivos. Os itens avaliados são subdivididos por: Atribuições do Parceiro (Alimentação, Apoio, Horário, Local, Mobilização, Público Alvo, Quantidade e Qualidade dos Recursos Instrucionais disponíveis); Atribuições do Instrutor (Conhecimento Metodológico, Conhecimento Técnico, Domínio da Turma, Pontualidade, Abordagem sobre Temas como Segurança e Saúde no Trabalho e Meio Ambiente e Utilização adequada dos Recursos Instrucionais Disponíveis).
A qualidade das ações/atividades do trabalho do SENAR-AR-AC é o ponto central de todo o esforço realizado. Para o alcance dessa qualidade, há um investimento em ações, tais como:
capacitação metodológica e tecnológica de instrutores; ação supervisora quase na totalidade dos eventos realizados, ao local de treinamento selecionado previamente e adequado às necessidades do produtor/trabalhador, bem como aos objetivos do curso, como ficou demonstrado; as parcerias, como trabalho coletivo e integrado que leve a um aprendizado mais internalizado; desenvolvimento de técnicas de ensino que contemplem o binômio teoria/prática; a praticidade das ações/atividades desenvolvidas com mais de 80 % das aulas práticas; a utilização de recursos instrucionais adequados e em número suficiente para a execução das práticas.
Com foco na melhoria da qualidade em 2016 o SENAR intensificou o uso do sistema de gestão com qualidade, padronizando todas as ações do SENAR em procedimentos existentes no referido sistema. Esta sendo realizado um trabalho de adequação e monitoramento de toda estrutura organizacional da empresa, com foco na melhoria da gestão interna e na busca de melhores resultados nas atividades fim.
Além disso, busca na intensificação de parcerias foi o foco principal da atuação do SENAR no exercício 2016, mesmo reconhecendo que foi um ano bastante difícil de firmamos parcerias, em decorrência do ano atípico que tivemos, como já salientamos. Mesmo assim, as poucas parcerias que firmamos fez com que diminuímos nossos custos operacionais e possibilitando o atendimento do maior número de municípios possível, melhorando o atendimento de trabalhadores/produtores rurais.
Pelo acompanhamento feito pelos Sindicatos de Produtores Rurais ao longo dos últimos quatro anos, constataram-se os seguintes indicadores:
1. Empregabilidade: Segundo a avaliação dos dirigentes de Sindicatos de Produtores Rurais,
os conhecimentos transmitidos geraram aumento da renda dos participantes, melhoria no desempenho ocupacional e geração de novos empregos. Os produtores/trabalhadores atendidos pelo convênio SENAR/SEBRAE, notadamente o Negócio Certo Rural – NCR confirmaram que o conhecimento de toda cadeia produtiva e especialmente dos sistemas de gestão e gerenciamento da propriedade contribuiu para aumentar a quantidade de seu produto e seu poder de barganha no momento de vender a produção, além de melhorar a qualidade dos derivados produzidos.
No final do exercício de 2016, já visando o trabalho com os novos prefeitos e as equipes da administração municipal, especialmente nas áreas de agricultura e assistência social, realizamos uma verdadeira peregrinação nos municípios. Em 2017, continuaremos com esse trabalho, visando diagnosticar com mais propriedade quais os ramos de atividade, no setor rural, que as administrações municipais pretendem incentivar e desenvolver. Com isso, voltaremos as ações do SENAR para essas áreas também, visando estabelecer parcerias e impactar mais diretamente no desenvolvimento das cadeias produtivas locais, de modo a realizar estrategicamente as ações cada vez com maior impacto na economia local, fazendo cada vez mais com que o SENAR se torne um ator importante na alavancagem da economia e melhoria da qualidade de vida do nosso publico alvo.
2. Melhoria da renda: Através da agregação de valores aos produtos resultantes dos cursos,
houve um aumento na renda familiar, credenciando o participante a competir no mercado, pelo desenvolvimento de seus agronegócios, incentivando e despertando o empreendedorismo nos participantes das ações.
Os resultados obtidos no exercício de 2016 foram satisfatórios, pois serviram para demonstrar que o caminho traçado nos anos anteriores estava certo, de modo que o exercício 2016 contribuiu para a consolidação das ações mais fiel a nossa receita de arrecadação proveniente da contribuição compulsória prevista na Lei 8.315/91, com a redação dada pela Lei 10.256/2001.
Registre-se ainda que o SENAR-ACRE, seguindo orientação da Administração Central e os caminhos já trilhados por outras Regionais, está se preparando para iniciar trabalhos em um campo novo de atuação, mas absolutamente fundamental para o desenvolvimento do setor produtivo rural. Estamos realizando gestão no sentido de começar a operar no campo da Assistência Técnica Rural – ATER. O trabalho de assistência técnica, assessorando, orientando e auxiliando o produtor rural durante um período razoável, quanto à correta gestão e melhoramento tecnológico da propriedade, é sem dúvida, um terreno que bem trabalhado, propiciará um aumento efetivo da produção do Estado, sem a necessidade da abertura de outras áreas florestais.
Outro fator importante de registro é a realização do Curso Técnico de Agronegócio por nossa Regional. Trata-se de um curso formal, com duração de 02 anos, através do Sistema EAD. Estamos esperançosos que referido curso impactará sobremaneira no desenvolvimento dos arranjos produtivos de nosso estado, visto que os profissionais terão importante missão de orientar produtores e indústrias nos melhores caminhos para o desenvolvimento de seus negócios, sendo que nossa Administração Regional consta com seus conhecimentos para a introdução de Assistência Técnica e Gerencial nos mais variados ramos de atividades do agronegócio.
5. GOVERNANÇA, GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS.
De acordo com o art. 6º do Regimento Interno, a estrutura de governança do SENAR Administração Regional do Acre possui a seguinte composição de deliberação, execução, fiscalização e assessoramente: Conselho Administrativo, Conselho Consultivo, Superintendência e Conselho Fiscal.
Ainda de acordo com Regimento Interno em seu art. 5º da Administração Regional do Acre, o Conselho Administrativo é o órgão máximo da Administração Regional e terá um mandato de 03 (três) anos. Deve o mandato dos Conselheiros possuir a duração coincidente com o mandato da Diretoria da FAEAC, sendo composto 05 (cinco) membros titulares e igual numero de membros suplentes, do qual participe o Presidente da FAEAC, que será Presidente nato, 01 (um) representante do SENAR Administração Central, 01 (um) representante da FETACRE e 02 (dois) representantes do segmento das classes patronais rurais.
5.1. Descrição das estruturas de governança 5.1.1. Conselho Administrativo
A base normativa encontra-se no art. 7º incisos I ao XIV do Regimento Interno do SENAR Administração Regional do Acre, na qual diz que ao Conselho Administrativo compete a função de cumprir e fazer cumprir as diretrizes emanadas do Conselho Deliberativo.
A estrutura base do Conselho Administrativo é o Conselho Consultivo, que serve como assessoramento ao Conselho Administrativo, com mandato coincidente ao daquele colegiado, que é composto por personalidade de notório saber, ficando a escolha e o numero de participantes a cargo do Conselho Administrativo, de acordo com art. 8º § 1º ao 3º do Regimento Interno do SENAR-AR-AC.
As atribuições do Presidente do Conselho Administrativo estão descriminadas no art. 14 incisos I ao XI e § único do Regimento Interno do SENAR-AR-AC.
5.1.2. Superintendência
A base normativa encontra-se no art. 9º do Regimento Interno do SENAR Administração Regional do Acre, na qual diz que a Superintendência é a parte executora da Administração Regional.
A estrutura base da Superintendência compreenderá a Diretoria Técnica e Diretoria Administrativo-Financeira, de acordo com art. 11 inciso I alíneas “a” ao “j” e inciso II alíneas “a” ao “f”.
As atribuições do Superintendente estão discriminadas no art. 15 incisos I ao XV do Regimento Interno do SENAR-AR-AC.
5.1.3. Conselho Fiscal
A base Normativa encontra-se no Art. 13 do Regimento Interno do SENAR Administração Regional do Acre e arts. 1º e 2º do Regimento Interno do Conselho Fiscal Regional do Acre, na qual diz que ao Conselho Regional compete acompanhar e fiscalizar a execução financeira, examinar e emitir parecer sobre o balanço geral e entras decisões acerca das ações desta Regional respeitando os princípios preestabelecidos no Regimento Interno, bem com as normas de funcionamento do Conselho Fiscal da Administração Central.
A estrutura base do Conselho Fiscal é composta por 03 (três) membros titular e igual numero de suplentes, indicados, 01 (um) pela FAEAC, 01 (um) pelo SENAR Administração Central e 01 (um) pela FETACRE, para o mandato de três anos, coincidente com o mandato dos membros do Conselho Administrativo, conforme preconiza o art. 12 do Regimento Interno do SENAR/AR/AC e art. 6º do Regimento Interno do Conselho Fiscal Regional.
As atribuições dos membros e presidente do Conselho Fiscal Regional estão dispostas nos art. 11 incisos I ao IX e art. 12 incisos I ao III do Regimento Interno do Conselho Fiscal Regional.
5.2 Informações sobre os dirigentes e colegiados
Quadro 5.2.1. Relação de Dirigentes e Membros do Conselho Deliberativo Conselho Administrativo Presidente:
Assuero Doca Veronez
Membros Período de
Gestão (Triênio)
Entidade que Representa Titulares Suplentes
Assuero Doca Veronez Luiz Augusto Ribeiro do Vale 2015-2018 FAEAC Fernando Alvarez Zamora Andréa Barbosa Alves 2015-2018 SENAR/ADM Central Manoel José dos Santos Bezerra Janaina Garcia da Silva Félix 2015-2018 FETACRE Antônio Roberto Hessel Ildalci Dalamaria
2015-2018 Sindicato Rural de Rio Branco Edivan Maciel de Azevedo José Marcos Leite Junior 2015-2018 FUNDEPEC
Quadro 5.2.2. Relação de Dirigentes e Membros do Conselho Fiscal Conselho Fiscal Presidente:
Wilson Lopes Isquierdo
Membros Período de
Gestão (Triênio)
Entidade que Representa Titulares Suplentes
Wilson Lopes Isquierdo Maria do Socorro Bezerra Nobre 2015-2018 SENAR-AR-AC Lúcio Cesar da Cunha Fabio Ricardo Leite 2015-2018 FAEAC Rozimar Sousa da Silva Roberto Rodrigues da Graça 2015-2018 FETACRE
5.3. Atividades de correição e ilícitos administrativos
Nesta Administração Regional não foram cometidos atos ilícitos por parte dos colaboradores, bem como a condução de abertura de processos administrativos disciplinares, sendo assim esse subitem não aplica a esta Unidade.
5.4. Gestão de riscos e controles internos
O SENAR-AR-AC contratou no exercício 2011 a empresa SIRQ – Gestão da Qualidade, de Minas Gerais, especialista no desenvolvimento de Controles de Gestão.
Como produto desta consultoria, foi desenvolvido o SGQ – Sistema de Gestão e Qualidade do SENAR-AR-AC, estabelecendo uma gama de rotinas tanto para a atividade meio, como para a atividade fim. Estas rotinas são seguidas na realização das ações de mobilização, supervisão, planejamento e gestão, de modo que podem ser monitoradas as suas ações e resultados pelo gestor desta Regional, com vistas à avaliação do desempenho.
Com estas considerações, analisemos o quadro de Avaliação do Sistema de Controle Interno da Unidade.
Quadro 5.4.1. Avaliação do Sistema de Controle Interno da Unidade
Elementos do Sistema de Controles Internos a Serem Avaliados Valores
Ambiente de Controle 1 2 3 4 5
1. A alta administração percebe os controles internos como essenciais à consecução dos
objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. x 2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os
servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. x
3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. x
4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. x
5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em
documentos formais. x
6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores
dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, das instruções operacionais ou código de ética ou conduta.
x
7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das
responsabilidades. x
8. Existe adequada segregação de funções nos processos e atividades da competência da UJ. x
9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados
pela UJ. x
Avaliação de Risco 1 2 3 4 5
10.Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. x
11.Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da
unidade. x
12.É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a conseqüente adoção de medidas para mitigá-los.
x
conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão.
14.A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil
de risco da UJ ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. x 15.Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma
escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. x 16. Não há ocorrência de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos
processos internos da unidade. x
17.Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos.
18.Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e
valores de responsabilidade da unidade. x
Procedimentos de Controle 1 2 3 4 5
19.Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os riscos e
alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas. x 20.As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente
de acordo com um plano de longo prazo. x 21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de
benefícios que possam derivar de sua aplicação. x 22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão
diretamente relacionadas com os objetivos de controle. x
Informação e Comunicação 1 2 3 4 5
23.A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada, armazenada e
comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. x 24.As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para
permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. x 25. A informação disponível para as unidades internas e pessoas da UJ é apropriada,
tempestiva, atual, precisa e acessível. x
26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e
indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. x 27.A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas as
direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. x
Monitoramento 1 2 3 4 5
28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua
validade e qualidade ao longo do tempo. x
29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas
avaliações sofridas. x
30.O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. x Análise Crítica:
Escala de valores da Avaliação:
(1) Totalmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente não observado no contexto da UJ.
(2) Parcialmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como avaliar se o conteúdo da afirmativa é ou não observado no contexto da UJ.
(4) Parcialmente válida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válido. Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente observado no contexto da UJ.
O SENAR-AR-AC tem como elemento balizador o objetivo maior de “Promover a Formação Profissional e o desenvolvimento das aptidões pessoais e sociais de Trabalhadores Rurais e Pequenos Produtores em regime de economia familiar, com vistas à melhoria de seus desempenhos nas ocupações que exercem no meio rural”, com o Plano Anual de Trabalho – PAT,