Inovação no Sistema Agro-industrial
CADERNO DE TRABALHO GT8
COGUMELOS SILVESTRES
31 DE MAIO DE 201 3 BUÇA CO
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Programa
1. Abertura 10:00
2. Apresentação do InovCluster 10:10
3. Introdução à Fileira dos Cogumelos Silvestres 10:20
10:35 Pausa para café 4. Início dos trabalhos:
Geração de Ideias 10:45
13:00 Pausa para refeição 5. Retomar dos trabalhos:
Agrupamento, hierarquização e debate de propostas de solução
14:00
16:20 Pausa para café 6. Finalização dos trabalhos:
Estabelecimento de consensos 16:30
7. Encerramento da sessão de trabalho 17:00
Sessão produzida pelo consórcio entre o Centro de Estudos de Recursos Naturais, Ambiente e Sociedade (CERNAS), as Escolas Superiores Agrárias dos Institutos Politécnicos de Coimbra (ESA/IPC) e de Castelo Branco (ESA/IPCB), o Instituto Pedro Nunes (IPN) e o Conselho Empresarial do Centro (CEC), Câmara de Comércio e Industria do Centro (CCIC).
Caderno elaborado por Ricardo da Silva Torres e Henrique Pires dos Santos, revisto por Ana Cardoso Ferreira e arranjo gráfico por Cristina Catarino em Março de 2013.
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Sumário
I. IntroduçãoII. Caderno de Trabalho
III. Lista de participantes convidados
FICHA TÉCNICA
Grupo de Trabalho GT8c | Cogumelos Silvestres
Comissão Técnica e Científica Multidisciplinar
Investigação Isabel Duarte (1,2)
Neusa Nazaré (1)
Joana Lopes
Especialista Convidado Ricardo da Silva Torres
Estatística e Análise Isabel Dinis (1,2) Ciências sociais Isabel Dinis (1,2)
Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação
Henrique Santos (1,2, 3)
Ana Salomé Cardoso (1,2)
Apoio Institucional Fundação Mata do Bussaco
Dinamização da Sessão de Trabalho
Alexandre Sousa
LUSOTECNALIA, Associação para a Investigação e Inovação
Apoio Administrativo Cristina Catarino
(1) CERNAS – Centro de Estudos de Recursos Naturais, Ambiente e Sociedade (2) ESA/IPC – Escola superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra (3) ESA/IPCB – Escola superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Trabalho desenvolvido em maio de 2013 Sessão de Trabalho a 29 de maio de 2013 em Leiria
Código universal de operação: CENTRO-01-AC28-FEDER-004038; nº 3494 http://www.inagri.org/
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I. INTRODUÇÃO
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1. ENQUADRAMENTO
Os cogumelos fazem parte da riqueza natural do país, quer pelo valor gastronómico, como pelo valor medicinal de alguns espécimes. No entanto, não existe legislação que proteja e regule a colheita de cogumelos e todos os anos grandes quantidades de cogumelos são colhidas e vendidas para países Europeus onde são muito valorizados.
1.1. ENQUADRAMENTO HISTÓRICO
O uso de cogumelos, pelas suas propriedades medicinais ou pelos efeitos alucinogénios, é bastante antigo. Em hieróglifos escritos há 4600 anos, foram encontrados registos de que os egípcios utilizavam os cogumelos nas suas práticas religiosas e acreditavam que eles asseguravam a imortalidade. Nesses documentos, consta que os faraós os proclamaram “comida real” e ao cidadão comum era proibido até mesmo tocá-los. Noutros documentos foram também encontrados vestígios do uso de cogumelos por outras civilizações. Há relatos, por exemplo, de que os gregos lhes atribuíam poderes mágicos e que os romanos os viam como "o alimento dos deuses".
Os chineses usam há vários séculos os cogumelos como medicamento e como fonte de alimentação. O Reishi ou cogumelo da longevidade (Ganoderma lucidum) é, desde sempre, usado como medicamento universal. Esta paixão por cogumelos levou-os a serem os primeiros a conseguir cultivá-los, colhendo troncos com micélio e colocando-os em locais com condições ótimas ao seu desenvolvimento.
1.2. BREVE CARACTERIZAÇÃO DOS FUNGOS
Os cogumelos são a frutificação de certos tipos de fungos. Inicialmente os biólogos consideravam todos os seres vivos como membros do reino animal ou do reino vegetal e os cogumelos eram considerados plantas. O facto de não possuírem clorofila nas suas células e de não produzirem o seu próprio alimento como as plantas e de não terem sistema nervoso como os animais, fez com que passassem a ser classificados num reino à parte, o Reino Fungi. Apesar disso, a diferenciação entre fungos, animais e plantas é há muito usada nas culturas tradicionais. Os fungos estão muito mais associados com a terra, quase como uma dádiva espontânea do solo e do seu estrume. No México chamam-lhes “flor de tierra”.
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Os cogumelos são os carpóforos/basidiocarpos (corpo frutífero) dos fungos. O corpo frutífero é a estrutura que alberga os propágulos microscópicos chamados esporos que reproduzem sexuadamente o fungo. Um cogumelo é assim similar a uma maçã numa árvore – a maçã contém pequenas sementes que liberta para se reproduzirem e formarem novas árvores.
O que resta do fungo é a parte vegetativa, que é composta por filamentos microscópicos chamados hifas que se interligam e criam uma massa conhecida como o micélio. O micélio dos fungos pode ocorrer numa grande variedade de substratos. Os fungos podem ser divididos em três categorias consoante a relação que têm com o seu substrato. Os fungos podem ser parasitas, saprófitas ou micorrizicos.
Os fungos parasíticos alimentam-se de seres vivos. Este tipo de fungos pode causar danos em plantas, cogumelos e animais. Dentro desta classe de fungos encontramos alguns que podem causar grandes prejuízos em povoamentos florestais como é o caso do cogumelo de mel (Armillaria mellea) e de vários poliporos (cogumelos que nascem em troncos de árvores, com textura semelhante ao cabedal e com tubos ou poros).
Os fungos saprófitas vivem em matéria orgânica morta ou decomposta (madeira, húmus, solo, relva, estrume e outros resíduos). Quando há uma distribuição homogénea de nutrientes no ambiente, o micélio de alguns fungos terrestres pode crescer de forma homogénea em todas as direções, produzindo periodicamente círculos de cogumelos na sua franja externa. Estes círculos são designados anéis de fada, presumivelmente porque as pessoas em tempos pensavam que as fadas dançavam dentro deles. Um cogumelo que forma anéis de fada com alguma frequência é o Marasmius oreades, cujo nome comum é cogumelo de anel de fada. Os “champignons” (Agaricus spp.) e os pleurotos (Pleurotus spp.) são dois outros exemplos de cogumelos saprófitas, os primeiros preferem o estrume de cavalo para se desenvolver enquanto os segundos crescem normalmente em troncos de madeira ou outros resíduos lenhoso-celulósicos.
Os fungos micorrízicos formam a terceira categoria. Eles formam uma simbiose ou relação de benefício mutuo com as raízes das plantas (principalmente árvores) chamada micorriza (de myco, fungo e rhiza, raiz). O micélio forma um conjunto de hifas em torno das raízes do hospedeiro e ocorre uma troca de nutrientes. As raízes fornecem ao fungo água e compostos orgânicos (como hidratos de carbono), enquanto o fungo ajuda as raízes a na absorção de fósforo, azoto inorgânico e outros minerais e, aparentemente, fornecem uma resistência acrescida a algumas doenças. De uma forma geral os fungos micorrizicos não podem crescer sem um hospedeiro e alguns estudos comprovam que as árvores que não
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dispõem de relações micorrízicas não competem com sucesso com as suas vizinhas. Isto é especialmente óbvio em solos pobres e expostos, onde as árvores precisam de toda a ajuda possível para sobreviver e crescer. Alguns fungos micorrízicos são dependentes de um parceiro em especial (ou de um pequeno conjunto), como é o caso do míscaro (Tricholoma flavovirens) que depende em grande parte do Pinheiro bravo.
Os cogumelos representam um alimento principalmente constituído por água (80-90%), ricos em proteínas (10-40%) e de baixo valor calórico (30 cal. por 100 g de matéria seca). Para além disso, são ricos em vitaminas (B1, C,riboflavina, niacina e biotina), em aminoácidos essenciais e em sais minerais (sódio, potássio e fósforo). São ainda um alimento rico em fibras (3 - 32%). Esta composição varia com a espécie e com a técnica cultural. Em termos comparativos o valor nutritivo dos cogumelos pode ser equiparado ao do leite e da carne, sendo significativamente mais nutritivo que a maioria dos legumes.
Comparativo Nutricional de alguns Cogumelos cultivados (%)
Valores obtidos com o cogumelo desidratado
Variedade Gordura Hidratos de carbono Fibras Proteínas
Shiitake – Lentinus edodes 1 80 15 13
Shimeji – Pleurotus spp 6 52 18 36
Champignon – Agaricus bisphorus 4 53 7 28
Hiratake – Pleurotus osteatus 7 68 19 36
As espécies mais colhidas e comercializadas na zona centro são as seguintes:
Nome científico Nome comum
Hydnum repandum Pied de mouton
Cantharellus cibarius Cantarelos
Cantharellus tubaeformis Girol
Cantharellus lutescens Cantarelas
Craterellus cornucopioides Trompettes, Corno da abundância Lactarius deliciosus Niscarro cinzento
Thicholoma equestre Miscaro amarelo
Boletus edulis Cepes/Porcini
Boletus pinophilus Cepes/Porcini
Boletus aereus Cepes/Porcini
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1.3. ENQUADRAMENTO LEGAL
Atualmente a colheita de cogumelos é uma atividade desregulada no sistema legal português. Em 2009 foi publicado o Decreto-Lei n.º 254/2009, de 24 de Setembro que aprovava o Código Florestal com alusão à colheita de cogumelos, porém a sua entrada em vigor foi protelada até finalmente ter sido mesmo revogado pela Lei n.º 12/2012, de 13 de Março.
No enquadramento estratégico do Programa de Ação para o Sector Florestal (Resolução do Conselho de Ministros nº 64/2003 de 30 de Abril) o tema é abordado da seguinte forma:
“Os espaços florestais e as atividades que lhe estão associadas, como sejam a produção lenhosa, cortiça, gema, silvopastorícia, caça, pesca, apicultura, recreio e lazer, frutos silvestres, cogumelos, ervas aromáticas e medicinais, providenciam bens e serviços, criam oportunidades de rendimento e de emprego em áreas deprimidas, contribuem para os ciclos de nutrientes, do carbono e da água e são repositório de biodiversidade.”
Alguns artigos do Código Civil esclarecem que o proprietário ou o usufrutuário é o dono do cogumelo selvagem.
Sem qualquer tipo de controlo pelas autoridades e pelos proprietários florestais os recursos micológicos são, ano após ano, “aproveitados” por um conjunto de apanhadores que vendem os cogumelos a intermediários que recolhem a colheita e a exportam para países Europeus.
De acordo com Amândio Torres (Eco-Escolas – Seminário Nacional | Guarda, 4 de Fevereiro de 2010) A informação disponível aponta para um universo de mais de 30.000 coletores e um volume de transações de 1500 toneladas/ano de cogumelos silvestres. Em http://www.drapc.min-agricultura.pt/base/documentos/cogumelos_silvestres.htm Pode ver-se que apenas uma empresa de distribuição portuguesa (Frutissilves) movimenta 200 a 300 ton de cogumelos selvagens por ano, o que indicia que este valor de 1500 toneladas por ano é, certamente, inferior à realidade.
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1.4. SITUAÇÃO ATUAL DA FILEIRA DOS COGUMELOS SILVESTRES
Na zona centro existe um grande número de pessoas que se dedica ao "comércio" de cogumelos silvestres comestíveis. Devido à desregulação do mercado não há informação das quantidades recolhidas e transacionadas. A apanha de algumas espécies de cogumelos silvestres comestíveis é muito intensa. Devido à inexistência de mercado interno e ao desconhecimento do real valor do produto, a venda dos cogumelos pelo apanhador é feita a preços baixos. O desaparecimento de alguns ecossistemas florestais pode por em causa a produção de cogumelos silvestres.
Portugal tem um grande potencial de crescimento do consumo interno de cogumelos silvestres comestíveis e ainda há espaço para o crescimento das exportações. É importante regular o mercado dos cogumelos silvestres, identificar os atores e criar dinâmicas de comercialização que permitam a criação de verdadeiras cadeias de valor nesta fileira.
Durante este trabalho pretende-se identificar as potencialidades, problemas e soluções desta fileira, bem como identificar os atores que nela intervêm a vários níveis.
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II. C ADERNO DE TRABAL HO
1 . C a d e i a d e V a l o r d o s C o g u m e l o s S i l v e s t r e s 2 . A g e n t e s E c o n ó m i c o s 3 . S i s t e m a d e P r o d u ç ã o 4 . C a d e i a T e c n o l ó g i c a 5 . P o n d e r a ç ã o ( p o t o s f o r t e s / p o n t o s f r a c o s ) 6 . P r o b l e m a s I d e n t i f i c a d o s e S o l u ç õ e s A p o n t a d a s 7 . C o n s e n s o s e D e c i s õ e s
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1. CADEIA DE VALOR DOS COGUMELOS SILVESTRES
Consumidor Final
Grossistas e retalhistas, grandes superfícies, lojas
locais, mercados externos, hotelaria e restauração
Transformadores/
exportadores
Pequenos Coletores
Recolha, receção, classificação, limpeza-lavagem, armazenamento, expedição
Silvicultura/ micosilvicultura
Tratamentos florestais, fornecedores de plantas micorrizadas, recolha, transporte
Coletores/
exportadores
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2. AGENTES ECONÓMICOS
Consumidor final
Crossistas e retalhistas, grandes superfícies, lojas locais, internet,
etc.
Transformadores/ exportadores
Grandes coletores/ exportadores
Pequenos coletores
Silvicultor
(pode, ou não, participar no processo)
Prestadores de serviços e entidades reguladoras
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3. SISTEMA DE PRODUÇÃO
Processos de marketing
Feiras e Encontros gastronómicos Confrarias
Media (Jornais, revistas, televisão, rádio, internet) Medicina
Processos industriais e logísticos
Receção de cogumelos, triagem, lavagem, transformação - congelação, secagem, conservas, molhos, expedição em fresco, embalamento
Distribuição, embalagem, armazenamento, rotulagem Instalações, equipamentos, energias
Processo de recolha
Recolha, receção, classificação, limpeza-lavagem, armazenamento, expedição
Fatores de produção
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4. CADEIA TECNOLÓGICA
Tecnologias comerciais
Planos de marketing
Valorização do produto (certificação) Apresentação do produto Diferenciação (nichos de mercado) Desmistificação - alimento funcional - medicina
Tecnologias industriais e logísticas
Transformação e apresentação do produto - tecnologiaTecnologias primárias
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5. PONDERAÇÃO
P o n t o s F o r t e s P o n t o s F r a c o s 1 . 1 . 2 . 2 . 3 . 3 . 4 . 4 .16
6. PROBLEMAS IDENTIFICADOS E SOLUÇÕES APONTADAS
P r o b l e m a s S o l u ç õ e s
1 . 1 .
2 . 2 .
3 . 3 .
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7. CONSENSOS E DECISÕES
Consenso: medidas de curto prazo acordadas
1 .
2 .
3 .
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Consenso: medidas de curto prazo acordadas
5 .
6 .
7 .
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III. LISTA DE PARTICIPANTES
CONVIDADOS
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ENTI D ADE TI PO
ACOP - Associação de Consumidores de Portugal Outros (Associação de Consumidores)
ADIP - Associação de Desenvolvimento Integrado de Poiares Associação de Desenvolvimento Integrado
AFLOPINHAL - Associação Florestal do Pinhal Associação Florestal Agrifungi-Compra e Venda de Cogumelos, Lda Distribuição
AJAP - Associação de Jovens Agricultores de Portugal Associação
Alvimicos - Carvalheira & Esteves, Lda Plantas micorrizadas APAFFV - Associação de Produtores Agro-florestais do Concelho
de Figueiró dos Vinhos Associação Florestal
APC Coimbra - Quinta da Conraria
APFAM - Associação Produtores Florestais de Alvélos e Muradal Associação Florestal APFLOR – Associação dos Produtores e Proprietários do
Concelho de Pedrógão Grande Associação Florestal
APFP - Associação de Produtores Florestais de Poiares Associação Florestal Associação de Produtores Florestais de Pampilhosa da Serra Associação Florestal Associação de Produtores Agro-florestais do Concelho de
Figueiró dos Vinhos Associação Florestal
Associação de Produtores Florestais de Alvelos e Muradal Associação Florestal Associação de Produtores Florestais de Arganil Associação Florestal Associação dos Produtores Florestais de Vila de Rei Associação Florestal
Associação Florestal de Ansião Associação Florestal
Associação Florestal de Cardigos Associação Florestal
Bioinvitro Biotecnologia, Lda Produção de inóculo de
cogumelos
Câmara Municipal Município
CAP - Agricultores de Portugal Organização socioprofissional
CAULE - Associação Florestal da Beira Serra Associação Florestal CC - Cogumelos Cultivados, Unipessoal, Lda Distribuição
Champiluso-Comércio e Indústria Agro-Alimentar, Lda Distribuição
ACOP - Associação de Consumidores de Portugal Associação de Consumidores
CIMO - ESAB Investigação
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ENTI D ADE TI PO
Cogus/ The Dark Side of the Shroom Semente de cogumelo (Venda
online)
Cooperativa Terra Chã Associação
CATAA Investigação e Análise
laboratorial DRAPC - Direcção Geral de Agricultura e Pescas do Centro Estado
Eng.º João Paulo Dias Produtor Florestal
ESACB Investigação
Eurofunghi - Comercialização e Transformação e Cogumelos,
Lda Distribuição
Excosul - Exportação de Cogumelos Sul, Lda. Colheita/ comercialização selvagens
FLORESTA DE COGUMELOS, LDA (ninho de empresas) Distribuição Frutisilves-Tratamento Comercialização Produtos Silvestres, Lda Distribuição
Funghorgânico - Composto para Cogumelos, Lda Composto para cogumelos
Fungiperfec Consultadoria e comercialização
Fungus Distribuição
Fungus, Cogumelos Enlatados
Grande Porto – Indústria e Comércio Alimentar, SA Distribuição
GTFs – da Zona Centro Município
Gumelo Venda online (produção caseira)
INOVA – Empresa Municipal Colheita/ comercialização
selvagens
InovCluster Associação
Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas - Univ.
Évora Investigação
IPC Investigação
IPCB Investigação
IPN Investigação
J Silva & Filho II-Produtos Alimentares, Lda Distribuição
Jerónimo Martins (Pingo Doce, Recheio Cash & Carry) Grande Distribuição
Joaquim Flora Sobral Colheita/ comercialização
selvagens
José Paulo Oliveira de Silva Lourenço Produtor Florestal
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ENTI D ADE TI PO
Makro Cash & Carry Portugal, S.A. Grande distribuição Micellium - Centro de Investigação e Produção de Cogumelos,
Lda Grande distribuição
Micellium - Eurico Joaquim Sousa Grande distribuição
Micoflora - Micologia Florestal Aplicada, S.A. Plantas micorrizadas e inóculos
Municípios da zona Centro Município
Naterra Distribuição
Pinus Verde – Associação de Desenvolvimento Integrado da Floresta
Associação de Desenvolvimento Integrado
Quadrante Natural Produção de cogumelos
Silvitec/ Micoflora - Micologia Florestal Aplicada, S.A. Grande Distribuição
Sociedade Agroboletos, Lda Distribuição
Sonae (Clube de produtores) Grande Distribuição
Sousa, José Manuel de (Sousacamp) Grande distribuição
Universidade de Coimbra - Dep Biologia Investigação
Vida Ecológica Lda. Produtor Florestal, Ensaio clonal