OUTUBRO
ROSA
Direitos da pessoa
com câncer de mama
O Outubro Rosa é uma iniciativa desenvolvida em vários países do mundo para alertar e informar sobre o câncer de mama e, principalmente, sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.
A Faculdade de Direito de Vitória (FDV) vem se engajando na campanha e elabo-rou esta cartilha para facilitar o acesso a informação sobre os direitos da pessoa com câncer de mama.
DIREITO A MAMOGRAFIA
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DIREITO A TRATAMENTO GRATUITO
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DIREITO A MEDICAMENTOS
FORNECIDOS PELO SUS
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DIREITO A PRIORIDADE
NO ANDAMENTO DO
PROCESSO JUDICIAL
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DIREITO A CIRURGIA DE
RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA
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DIREITO A QUITAÇÃO
DE FINANCIAMENTO DE
IMÓVEIS DO SFH
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SUMÁRIO
AMPARO ASSISTENCIAL
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APOSENTADORIA
POR INVALIDEZ
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DIREITO A TRATAMENTO
FORA DO DOMICÍLIO (TFD)
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AGÊNCIAS DO INSS
NA GRANDE VITÓRIA
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DÚVIDAS
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REFERÊNCIAS
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DIREITO A MAMOGRAFIA
O objetivo do diagnóstico precoce é identificar pessoas com sinais e sintomas iniciais de uma determinada doença, primando pela qualidade e pela garantia da integralidade assistencial em todas as etapas da linha de cuidado da doença.
A estratégia de diagnóstico precoce do câncer de mama mais aceita mundialmente nos últimos anos é formada pelo tripé:
• população alerta para os sinais e sintomas suspei-tos de câncer;
• profissionais de saúde capacitados para avaliação dos casos suspeitos;
• sistemas e serviços de saúde preparados para ga-rantir a confirmação diagnóstica oportuna, com qualidade e garantia da integralidade da assistên-cia em toda a linha de cuidado1.
1 Essas informações são disponibilizadas pelo próprio Ministério da Saúde, por meio do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), no documento “Diretrizes para a detecção precoce do câncer de mama no Brasil”.
A mamografia é uma técnica de diagnóstico que tem como principal objetivo a produção de imagens deta-lhadas das estruturas internas da mama, possibilitando o diagnóstico precoce de doenças mamárias.
Já a biópsia mamária define-se como um procedimen-to invasivo que permite a confirmação da presença de lesões mamárias. Esta técnica recorre à coleta de fragmentos de tecido mamário, os quais são analisa-dos em laboratório.
O Sistema Único de Saúde (SUS) garante a toda bra-sileira o acesso gratuito à mamografia. Esse exame, como qualquer outro realizado pela rede de saúde pública ou complementar, depende de indicação mé-dica. Isso porque é o profissional de saúde que indica à paciente se deve ou não fazer o exame, de acordo com seu histórico familiar, sua idade ou a suspeita de alguma alteração.
O SUS confere a mamografia de rastreamento bie-nal, que é um exame preventivo. Basta procurar um agente de saúde para obter a indicação. Inclusive, em algumas localidades a periodicidade do exame chega a ser anual.
O próprio Ministério da Saúde reconhece que os equipamentos não estão adequadamente distribuí-dos pelo território nacional. Por isso, a existência ou não de rastreamento mamográfico organizado no nível local, bem como o fluxo de encaminhamento e a continuidade do cuidado necessários para garantir a integralidade da atenção para o controle do câncer de mama dependem de planejamento, organização e variam de acordo com as decisões dos gestores locais do SUS e de suas equipes técnicas.
Outras disposições podem ser encontradas na Lei 11.664/08, que assegura a prevenção, a detecção, o tratamento e o seguimento dos cânceres do colo uterino e de mama, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.
DIREITO A TRATAMENTO GRATUITO
O acompanhamento após a mamografia é condicionado à presença de algum tipo de lesão e varia de acordo com seu tipo, como tamanho e profundidade em que esta se localiza da superfície da mama.
O câncer de mama deve ser abordado por uma equi-pe multidisplinar visando o tratamento integral da
paciente. As modalidades de tratamento do câncer de mama existentes2 podem ser divididas em:
• Tratamento local: com cirurgia e radioterapia (além de reconstrução mamária);
• Tratamento sistêmico: quimioterapia, hormoniote-rapia e tehormoniote-rapia biológica.
O encaminhamento a serviços de maior complexidade das mulheres cujos exames indicarem a necessidade de complementação diagnóstica, tratamento e segui-mento pós-tratasegui-mento que não puderem ser realizados na unidade que prestou o atendimento, são cobertos pelo SUS, na forma da Lei 11.664, de abril de 2008. Além disso, a Lei 12.732/13 determina que a paciente inicie o tratamento em até 60 dias após o diagnóstico de câncer de mama. Vale lembrar que quanto mais cedo iniciado o tratamento, maiores são as chances de cura da mulher com câncer de mama.
2 Tratamentos tópicos e mais modernos, como aquele necessário para pacientes com câncer de mama avançado HER2 positivo, ainda não estão disponíveis pelo SUS.
DIREITO A MEDICAMENTOS
FORNECIDOS PELO SUS
O Ministério da Saúde publica no seu Portal na Internet todos os medicamentos incorporados ao SUS, bem como os protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas criados para orientar o diagnóstico e o tratamento de determinadas doenças. Estados e Municípios podem complementar essa relação com outros itens3.
Também é possível obter essa informação nos próprios estabelecimentos de saúde de Vitória que atendam pelo SUS, os quais, em muitos casos, são os responsáveis pela padronização, aquisição e distribuição dos medicamentos. Atendimento pelo SUS:
• Hospital Santa Rita de Cássia/Associação Feminina Educacional de Combate ao Câncer (Cacon);
• Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (Unacon com serviço de Hematologia);
• Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (Unacon com Serviço de Hematologia).
3 Para acesso de maiores informações: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/ publicacoes/protocolos_clinicos_diretrizes_terapeuticas_v1.pdf
DIREITO A PRIORIDADE NO
ANDAMENTO DO PROCESSO JUDICIAL
Você sabia que portador de câncer tem direito a priori-dade no andamento de processos judiciais? Caso queira exercer o seu direito de prioridade, o paciente ou seu advogado deve requerer o benefício da prioridade de tramitação apresentando algum documento que comprove a doença ao juiz responsável pelo processo.
DIREITO A CIRURGIA DE
RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA
É direito da mulher portadora de câncer de mama a cirurgia de reconstrução mamária, garantido pela Lei nº 12.802, que prevê que a cirurgia seja realizada imediatamente após a retirada da mama se existirem condições técnicas para tanto.
Caso não tenha condições para cirurgia de forma ime-diata, a mulher tem direito a um acompanhamento e a realizar a cirurgia de reconstrução assim que possível. Para solicitar, deve ser feito o pedido ao médico, que analisará as condições e marcará a cirurgia.
DIREITO A QUITAÇÃO DE
FINANCIAMENTO DE IMÓVEIS DO SFH
O portador de câncer que for acometido de invalidez total ou permanente, causada pelo câncer, tem direito à quitação do financiamento da casa própria. A quita-ção está prevista em uma cláusula no próprio contrato de financiamento do imóvel e é válida caso a doença tenha sido adquirida após a assinatura do contrato. Os imóveis financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) no seu contrato têm cláusulas que garantem este direito.
O valor da quitação é proporcional à participação do portador da invalidez no contrato de financiamento. Para solicitar seu direito, o paciente deve ir à institui-ção financeira e verificar o procedimento cabível, pois cada instituição tem uma relação de documentos es-pecíficos. Caso o direito não seja respeitado, deve-se procurar um defensor público ou advogado.
AMPARO ASSISTENCIAL
O Benefício da Prestação Continuada é a garantia de um salário mínimo mensal ao idoso com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais, e ao portador de deficiência física, mental, intelectual ou sensorial, de qualquer idade, inclusive a pessoa com câncer que possua al-guma dessas limitações que lhe impeça de participar ativamente na sociedade e com as mesmas condições que as outras pessoas.
Quais são os requisitos para receber o benefício? Para ser um beneficiário é preciso comprovar que o solicitante ou sua família não possuem condição financeira para garantir o sustento. Para fazer esse cálculo, é dividido o valor da renda do solicitante pela quantidade de familiares que residem na mesma casa, o resultado, deve ser inferior a 25% (vinte e cinco por cento) de um salário mínimo.
Além disso, o solicitante não pode estar vinculado a nenhum outro regime de previdência social. Por se tratar de um benefício assistencial, não é necessário ter contribuído ao INSS. Porém, este benefício não paga 13º salário e não deixa pensão por morte.
O que fazer para receber o benefício?
Para conseguir o benefício, o solicitante deve ir até uma das agências da Previdência Social (INSS) e apresen-tar documento de identificação com foto e o número do CPF, além da documentação dos componentes do grupo familiar.
O atendimento é mais rápido se agendado previamente, o que pode ser feito pelo site: www.previdencia.gov.br. Informe-se no CRAS: Para esclarecer dúvidas sobre os critérios do benefício e sobre a renda familiar, bem como receber orientação sobre o preenchimento dos formulários, é preciso procurar o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) mais próximo de sua residência.
Lista de CRAS no Espírito Santo: http://bit.ly/2rFl2KG Agendamento online do CRAS: portalservicos.vitoria. es.gov.br
Para dúvidas ou informações sobre os serviços da Prefeitura, ligue 156.
Ficou com alguma dúvida?
Em caso de dúvidas, ligue para a Central de Atendi-mento do INSS pelo telefone 135, o serviço está dis-ponível de segunda a sábado, das 7h às 22h (horário de Brasília). O atendimento da Previdência Social é simples e gratuito para telefones fixos e públicos. Além disso, demais informações sobre os documentos e formulários necessários podem ser encontrados no site: www.previdencia.gov.br
APOSENTADORIA POR INVALIDEZ
A Aposentadoria por invalidez é um benefício para o trabalhador que for considerado incapaz de trabalhar e não esteja sujeito a reabilitação para retornar ao serviço que oferece sua renda, independentemente de estar recebendo ou não o auxílio-doença.
Algumas doenças graves, como, por exemplo, o cân-cer, são isentas da carência de 12 (doze) meses de contribuição para o INSS, desde que inscrito no INSS. O portador de câncer pode ter direito ao benefício, mas para tanto será preciso verificar, caso a caso, a gravidade da doença, porque em algumas situações
o câncer poderá incapacitar para o trabalho, mas em outras, como é mais comum no de mama, essa inca-pacidade será temporária ou sequer acontecerá.
Como obter a aposentadoria por invalidez?
Para solicitar o benefício é necessário comparecer pessoalmente ou por intermédio de um procurador, a uma Agência da Previdência Social (INSS), preen-cher um formulário fornecido pelo INSS, apresentar a documentação exigida (abaixo) e agendar a perícia médica. Antes de requerer a aposentadoria por invali-dez, a mulher precisa ter requerido o auxílio-doença, que tem os mesmos requisitos.
O auxílio-doença também pode ser solicitado pela internet através do site meu.inss.gov.br ou através do telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.
Quais os documentos necessários para obtenção da aposentadoria por invalidez?
A documentação exigida dependerá da categoria na qual se está registrado na Previdência Social,
infor-mações disponíveis no site: meu.inss.gov.br. De modo geral, os documentos exigidos são:
• Carteira de Trabalho original ou documentos que comprovem a contribuição ao INSS.
• Número de Identificação do Trabalhador – NIT (PIS/PASEP).
• Relatório médico original feito pela perícia médica. O relatório deve conter data, assinatura, carimbo e CRM do médico.
• Exames que comprovem a existência da doença. • Procuração, se for o caso.
• Cadastro de Pessoa Física (CPF). • Comprovante de Residência
O paciente que for aposentado por invalidez pelo INSS precisa realizar perícias periódicas?
Quem recebe aposentadoria por invalidez tem que passar pela perícia médica de 2 (dois) em 2 (dois) anos,
caso contrário, perde o benefício. Após completar 60 (sessenta) anos, o aposentado por invalidez não precisa mais fazer as perícias periódicas para mantar o benefício.
Qual é o valor da aposentadoria por invalidez? O valor corresponde a 100% do salário do benefício e é isento do Imposto de Renda.
O aposentado por invalidez pela Previdência Social que necessitar da ajuda diária de outra pessoa tem algum outro direito?
Sim. Se o aposentado por invalidez pela Previdência Social comprovar a necessidade de assistência permanente de outra pessoa, o valor do benefício é aumentado em 25% (vinte e cinco por cento) a partir da data de sua solicitação, mesmo que o valor atinja o limite máximo previsto em lei.
Quais as situações em que o paciente deixa de re-ceber o benefício do INSS?
• Quando recupera a capacidade para o trabalho; • Quando volta voluntariamente ao trabalho;
• Quando solicita e tem a concordância da perícia médica do INSS.
O que o paciente deve fazer se tiver o pedido de apo-sentadoria por invalidez negado injustamente?
Nos casos em que o pedido de aposentadoria por in-validez for negado injustamente, o solicitante lesado deve formular um pedido de reconsideração no prazo de até 30 (trinta) dias após a perícia médica negada ou a suspensão do benefício de auxílio-doença. Esse pedido pode ser feito na Agência da Previdência So-cial, pela internet no site www.previdencia.gov.br ou pelo telefone 135.
Se o resultado do pedido da reconsideração for des-favorável ou se a Previdência Social conceder, tão so-mente, o auxílio-doença e se pretendia a obtenção da aposentadoria por invalidez, é possível tentar reverter esta decisão por meio de ação judicial, para o que é necessária a contratação de um advogado particular ou defensor público.
Para mais informações, consulte os atendentes nas Agências da Previdência Social - ou use o PREVFone (0800 78 0191).
DIREITO A TRATAMENTO
FORA DO DOMICÍLIO (TFD)
É um programa que tem por objetivo garantir que o paciente consiga assistência em município diverso de sua residência, caso seja necessário, ou ainda, em casos especiais, a concessão de tratamento em outro Estado. O TFD garante o transporte para o tratamento, a hospedagem e ajuda financeira para alimentação. O TFD somente será concedido a pacientes que são atendidos na rede pública e referenciada. Nos casos em que houver indicação médica será autorizado, ainda, o pagamento de despesas para acompanhante.
Como solicitar esse serviço?
A solicitação de TFD deverá ser feita pelo médico do paciente nas unidades assistenciais vinculadas ao SUS e autorizada por uma comissão nomeada pelo respectivo gestor municipal/estadual, que solicitará, se necessário, exames ou documentos complementares para a análise de cada caso.
AGÊNCIAS DO INSS
NA GRANDE VITÓRIA:
VITÓRIA
AV. MAL MASCARENHAS
DE MORAES, nº 1737 - MONTE BELO R. PEDRO FONSECA - TÉRREO - MONTE BELO
Atendimento de segunda à sexta das 07h às 17h
VILA VELHA
AV. LUCIANO DAS NEVES - LADO ÍMPAR, S/Nº - BOA VISTA II
Atendimento de segunda à sexta das 07h às 17h
SERRA
AV. DES. MÁRIO DA SILVA NUNES, 4782 - JARDIM LIMOEIRO, SERRA - ES, 29164-044
Atendimento de segunda à sexta das 07h às 17h
DÚVIDAS
Em caso de dúvidas ou de necessidade de apoio jurídi-co, procure um núcleo de atendimento da Defensoria Pública do Espírito Santo ou entre em contato pelos telefones abaixo indicados:
Defensoria Pública do Espírito Santo
Sede Administrativa, Praça Américo Poli Monjardim, 54 - Centro, Vitória - ES, 29010-520 - Tel.: (27) 3198-3300
Horário de atendimento da Defensoria Pública: de segunda à sexta, das 08h às 17h.
Núcleos de Prática Jurídica (NPJ)
Faculdades de Direito também oferecem atendimento jurídico gratuito. Procure a faculdade do seu município. O NPJ da FDV está localizado na R. Alexandre Martins de Castro Filho, nº 215 – Santa Lúcia, Vitória. Ligue e agende seu atendimento: 3041-3638
REFERÊNCIAS
Aposentadoria por invalidez. Instituto Oncologia, São Paulo, 14 abr. 2016. Disponível em: <http:// www.oncoguia.org.br/conteudo/aposentadoria-por-invalidez/110/4/>. Acesso em: 19 set. 2016.
Direitos do paciente com câncer. Fundação do câncer, Rio de Janeiro. Disponível em: < http://cancer.org.br/ sobre-o-cancer/direitos-do-paciente-com-cancer/>. Acesso em: 19 set. 2016.
Direitos sociais da pessoa com câncer. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), Rio de Janeiro. Disponível em: < www2.inca. gov.br/wps/wcm/connect/orientacoes/site/home/ direitos_sociais_cancer> .Acesso em: 19 set. 2016.
Diretrizes para a detecção precoce do câncer de mama no Brasil. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), Rio de Janeiro. Disponível em <http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/4da96 5804a4414659304d3504e7bf539/Diretrizes+Detec %C3%A7%C3%A3o+Precoce+Ca+Mama+2015.pdf?M OD=AJPERES&CACHEID=4da965804a4414659304 d3504e7bf539>. Acesso em: 22 set. 2016.
Previdência social. Disponível em: <www.previdencia. gov.br> .Acesso em: 19 set. 2016.
Quatro Direitos da mulher que trata câncer de mama que o SUS nega ou não respeita. Instituto Oncologia, São Paulo, 04 nov. 2015. Disponível em: <http://www. oncoguia.org.br/conteudo/4-direitos-da-mulher- que-trata-cancer-de-mama-que-o-sus-nega-ou-nao-respeita/8484/7/>. Acesso em: 19 set. 2016.
Decreto Legislativo n. 177, de 2017. Disponível em: <http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decleg/2017/ decretolegislativo-177-6-dezembro-2017-785888-publicacaooriginal-154437-pl.html>. Acesso em: 18 set. 2018.
Portaria 1.253, de 2013. Disponível em: <http:// bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2013/ prt1253_12_11_2013.html>. Acesso em: 18 set. 2018.
Rua Juiz Alexandre Martins de Castro Filho, 215 - Santa Lúcia Vitória/ES - CEP 29056-295 - Tel.: (27) 3041.3600
www.fdv.br
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