Encontre aqui um apanhado de indicadores, estudos, análises e
pesquisas de variadas fontes, todas vitais para avaliação e mensuração
do desempenho e dos negócios no mundo digital
Internautas de
malas prontas
ibope
Em 2011, poucos sites evoluíram tanto em quantidade de visi-tantes quanto os de hotéis. O número de usuários ativos passou de 2,5 milhões em dezembro de 2010 para 5,8 milhões em de-zembro de 2011, um salto de 132%. No período, a internet cres-ceu cerca de 10%, entre os que se conectam de casa ou do local de trabalho, segundo o Ibope Nielsen Online.
A curva de aumento de penetração dos sites de hotéis impres-siona, ao passar de 5,8% do total de usuários ativos em dezem-bro de 2010 para um alcance de 12,5% em dezemdezem-bro de 2011.
Em janeiro, a procura pelos sites de hotéis sempre aumenta, mas em 2012 ocorreu mais do que isso: foi registrado um salto de 23% no mês, o que levou esses sites a um alcance de 15% dos internautas. Em números absolutos, isso significou 7,2 milhões de pessoas consultando sites de hotéis.
A expansão do setor de turismo no Brasil, com mais pessoas viajando tanto para destinos nacionais quanto para o exterior, é o que está levando a essa explosão de acessos a sites de viagens. Os sites dessa categoria, incluindo os das companhias aéreas, os serviços de mapas, passagens rodoviárias, cruzeiros, destinos tu-rísticos, informações e reportagens, pacotes, entre outros, atingi-ram em janeiro 56% dos internautas, ou 26,8 milhões de pessoas. Chama a atenção, entre os sites de hotéis, o aumento do inte-resse dos brasileiros pelas páginas que oferecem descontos em pousadas, chalés e hotéis-fazenda.
Páginas de reservas e de ofertas de hospedagem em grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, e destinos paulistas de veraneio, como Ilhabela, Guarujá, Ubatuba e até Praia Grande, foram as mais procuradas em janeiro, tendo em vista o feriado de Carnaval. Em dezembro, também fizeram sucesso as ofertas online de hotéis no Nordeste, no Sul e no exterior.
Grande parte das páginas que mais ganharam audiência era landing pages, as páginas de destino de banners publicitários.
Se-gundo o serviço de monitoramento da publicidade online AdRele- Fonte: Ibope Nielsen Online
SubcategorIa HotéIS - evolução do número de uSuárIoS únIcoS, em mIlHareS – braSIl – trabalHo e domIcílIoS –
dezembro de 2010 a janeIro de 2012
SubcategorIa HotéIS – evolução do alcance, em percentual – braSIl – trabalHo e domIcílIoS –
dezembro e janeIro - 2009 a 2012 5 10 15 20 5,8 6,8 5,8 6,9 12,5 15,1 8.000 7.000 6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 0 Dez/ 10 Jan/ 11 Fev/ 11 Mar/11Abr/11Mai/ 11 Jun/ 11 Jul/11Ago/ 11 Set/11Out/ 11 Nov /11 Dez/1 1 Jan/ 12
SubcategorIa HotéIS – dIStrIbuIção doS uSuárIoS únIcoS, Segundo o gênero e faIXa etárIa, e percentual de conSumo de págInaS – braSIl –
trabalHo e domIcílIoS – janeIro de 2012
uSuárIoS únIcoS (000) dIStrIbuIção (%) cobertura (%) págInaS vIStaS (%)
total 7.158 100 15,1 100 gênero maSculIno 3.955 55,3 15,9 44,2 femInIno 3.203 44,8 14,1 55,8 faIXa etárIa 2 - 17 718 10,0 7,2 3,6 18 - 24 826 11,5 14,4 9,4 25 - 34 2.613 36,5 21,0 48,9 35 - 49 2.030 28,4 16,3 24,9 50+ 972 13,6 14,3 13,3 18 - 24 826 11,5 14,4 9,4
Fonte: NetView - Ibope Nielsen Online
vance, do Ibope Nielsen Online, em janeiro foram publicados 37 dife-rentes peças de propaganda em formato display por 24 anunciantes em 30 campanhas do setor de Hotéis, Motéis e Pousadas. Mas esse número é ainda maior, porque há anunciantes muito ativos de hotéis que são classificados no setor E-Commerce, por venderem as ofertas em um modelo semelhante ao de compras coletivas.
Os que mais navegam em sites de hotéis são as pessoas de 25 a 34 anos. Em janeiro, mais de um quinto dos internautas dessa faixa etá-ria navegou em sites da categoetá-ria. As mulheres são as que ficam mais tempo vasculhando as ofertas, comportamento refletido na maior média de páginas vistas. Em dezembro, as mulheres foram responsá-veis por 55,8% do total de páginas abertas nos sites de hotéis.
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A partir de estudos baseados na carteira de clientes da Aunica, identificamos grandes oportunidades para maximizar a receita, aprimorando a participação das redes sociais.
O pontapé inicial do estudo deu-se a partir do questionamento sobre quais são os melhores horários de utilização das redes so-ciais para gerar vendas, quais seriam as mais assertivas oportu-nidades do dia para tuitar ou gerar conteúdo na rede?
Assim, encontramos três grandes momentos como fonte gera-dora de receita. O primeiro momento seria antes do almoço (das 10h às 12h), outro no café da tarde (das 15h às 17h) e o último denominamos como a preparação para ir para a casa (das 17h às 19h). Para facilitar, podemos resumir em dois grandes períodos: o primeiro antes do almoço, das 10h às 12h , em que se concentram 21,9% da receita oriunda das redes sociais, e das 15h às 19h, em que se concentram 36,6% do total vendido com a participação das redes sociais.
Em resumo, aproximadamente 60% das vendas originadas das redes sociais se concentram nos dois períodos mencionados.
Estamos usando estas expressões como “ir para a casa”, porque a maioria do nosso público-alvo acessa a internet do trabalho, 59%. Ao verificar o resultado, a primeira coisa a pensar é que neste perí-odo existem mais pessoas tuitando ou usando as redes sociais neste momento, porém, verificamos que não, pois nestes períodos, às 10h e 11h da manhã e das 15h às 18h, temos 35% do total de usuários nas redes sociais. A maioria das pessoas acessa as redes sociais entre às 14h e 17h , com aproximadamente 27% dos usuários, e das 20h às 23h, com aproximadamente 20% do total, ou seja, 47% dos usuários das redes sociais ou praticamente metade das pessoas.
A segunda coisa a pensar é que as vendas gerais do site se concentram neste período, e, realmente, a concentração é con-siderável, mas representa aproximadamente 38%, abaixo dos
o horário nobre
das redes sociais
aunica
Horário:
60% das redes sociais.
Outra oportunidade que nos chamou a atenção pela despropor-cionalidade da performance entre esses indicadores foi a realiza-ção das compras entre a meia-noite e 1h da manhã e das 7h as 9h da manhã, que, mesmo sendo um horário incomum, no total representam aproximadamente 10% das vendas gerais do e-com-merce, 12% do volume dos usuários das redes sociais e apenas 0,1% das vendas oriundas das redes sociais.
Nós também estudamos a influência nas vendas das redes so-ciais pelo dia semana, mas o volume de pessoas nas redes soso-ciais e o volume de vendas do site parecem seguir a mesma tendência. Uma coisa é certa: as redes sociais terão um papel cada vez mais influente nas vendas do e-commerce dasmarcas. Hoje a re-presentatividade na receita está em 2,2%, mas nos próximos anos ela irá aumentar a ponto de causar uma grande mudança na curva de geração de receita no e-commerce. O mais valioso papel da Aunica neste novo cenário é abastecer de informações relevantes os estrategistas de marketing, para que juntos possamos dividir a responsabilidade de ajudar vender mais e construir a reputação das marcas, aproveitando as inúmeras oportunidades que já exis-tem nas redes sociais.
Horário:
o - 2 e 7 - 9 horas
20% 18% 16% 14% 12% 10% 8% 6% 4% 2% 0% 15,0% 15,2% 13,5% 14,4% 18,3% 15,7% 15,7%16,1%16,2% 17,1% 16,3% 15,3% 16,5% 15,0%14,5% 10,7% 10,9% 10,6% 10,6% 10,8%11,5% Segunda-Feira Terça-Feira% das vendas do site % acessos redes sociais % das vendas redes sociais
sophia mind
a aceitação e a relação das
mulheres com os cursos
oferecidos pela internet
Como em outros segmentos, a internet também já faz parte davida das brasileiras quando o assunto é educação. Estudo reali-zado em fevereiro de 2012 pela Sophia Mind analisou os princi-pais hábitos e preferências das mulheres entre 18 e 60 anos em relação a cursos online. Entre as entrevistadas, 56% estão entre as classes B e C e 44% já ingressaram no ensino superior. Todas as entrevistadas conheciam a ferramenta de aprendizado e quase 70% tomaram conhecimento por meio de publicidade em sites ou buscadores, o que demonstra a eficácia da própria internet para a divulgação do serviço.
Cerca de 44% das respondentes já realizaram um curso online e entre as categorias preferidas estão Administração, Idiomas e Informática, dos níveis básico a atualização.
Questionadas sobre a qualidade dos cursos, 95% das entrevista-das estão satisfeitas com o serviço, porém sentiram falta principal-mente de um professor, com 31%, seguido de um colega de classe, com 28%. Sobre os fatores que mais agradaram, os mais citados foram a comodidade que o curso online proporciona, a facilidade de aprendizado e o conteúdo. Os layouts utilizados pelas empre-sas precisam ser repensados, visto que foram pouco citados pelas entrevistadas como um fator agradável.
Das mulheres que declararam nunca ter feito um curso online, 78% têm interesse em realizá-lo, porém 27% das entrevistadas só fariam se fosse gratuito e somente 5% investiriam mais de R$ 500,00. Daquelas que já usufruíram do serviço, 59% revelaram não ter gasto nada pelo curso e, entre as que pagaram, cerca de 20% investiram até R$ 100,00.
O aperfeiçoamento individual é a principal razão apontada por elas para a realização de um curso online, seguido de falta de tem-po e enriquecimento do currículo. Entre as vantagens, as entrevis-tadas elegeram a comodidade como principal e em segundo lugar vem a possibilidade de acesso em qualquer ambiente.
cursos online já fazem parte do dia a dia de 44% das
mulheres; cerca de 70% tomam conhecimento da ferramenta
por meio de publicidade em sites ou buscadores
como conHeceram oS curSoS onlIne
Publicidade em site 35%
Sites de busca 34%
Sugestão de amigo 10%
Publicidade na TV 6%
Sugestão da instituição de ensino 6%
Sugestão de um professor 3%
Publicidade em revista 1%
Publicidade em jornal 1%
Publicidade no rádio 0%
Outra forma. Qual? 4%
o que maIS agradou
A comodidade 68%
A facilidade de aprendizado 52%
O conteúdo 40%
O valor do curso 23%
Receber meu certificado em casa 23%
O material 22%
O dinamismo 20%
Os orientadores/Professores 12%
O layout da sala de aula virtual 9%
O layout do site 8%