RELATÓRIO E CONTAS 2015
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1 – SITUAÇÃO ECONÓMICO - FINANCEIRA
As informações apresentadas neste capítulo resultam da contabilidade patrimonial, sistema que tem por objetivo principal o registo das operações que modificam a constituição, quantitativa ou qualitativa, do património dos S.M.A.S.V., determinado com o agregado de todos os seus bens, direitos e obrigações, e os custos e proveitos gerados pela atividade desenvolvida.
A construção de mapas Financeiros como o Balanço e Demonstração de Resultados faculta a obtenção de informação da posição económico-financeira dos S.M.A.S.V., sua execução e evolução, para ulterior diagnóstico e tomada de decisões.
1.1 – Análise do Balanço
O Balanço e o Sistema Contabilístico adequam-se ao previsto no Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), espelhando a situação patrimonial dos Serviços Municipalizados a 31 de dezembro de 2015.
► [Balanço Sintético] 2014 2013 Capítulos Valor € Peso % Valor € Peso % Desvio € Variação 13 – 14 % Imobilizado 90.435.125 92,3% 74.134.233 90,8% 16.300.892 22,0% Existências 627.406 0,6% 622.768 0,8% 4.638 0,07% Dívidas de Terceiros 1.062.775 1,1% 1.821.853 2,2% -759.078 -41,7% Disponibilidades 4.618.708 4,7% 4.456.693 5,5% 162.015 3,6% Acréscimos e Diferimentos 1.246.937 1,3% 642.994 0,8% 603.943 93,9% ATIVO 97.990.950 100% 81.678.542 100% 16.312.408 20% Património 8.866.855 42,0% 7.825.008 40,9% 1.041.847 13,3% Reservas 6.355.467 30,1% 6.300.633 33,0% 54.834 0,09% Resultados Transitados 3.891.349 18,4% 3.891.349 20,4% - - Resultados Líquidos 1.989.753 9,4% 1.096.681 5,7% 893.072 81,4% FUNDOS PRÓPRIOS 21.103.425 100% 19.113.672 100% 1.989.753 10,4% Provisões para Riscos e Encargos 3.864 0,005% 3.864 0,006% - - Dívidas a Terceiros a médio e longo prazo 2.230.785 2,9% 1.680.397 2,7% 550.388 32,8% Dívidas a Terceiros a curto prazo 2.235.822 2,9% 2.030.430 3,2% 205.392 10,1% Acréscimos e Diferimentos 72.417.053 94,2% 58.850.179 94,1% 13.566.874 23,1% PASSIVO 76.887.524 100% 62.564.870 100% 14.322.654 22,9%
A Estrutura patrimonial e a evolução entre exercícios são descritas resumidamente no Balanço Sintético, por comparação entre os componentes patrimoniais e respeitando a especialização dos exercícios.
O Balanço caracteriza a situação patrimonial dos S.M.A.S.V., através dos diversos agregados patrimoniais: Ativo, Passivo e Fundos Próprios.
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O Ativo espelha os bens e direitos dos S.M.A.S.V, contendo os acréscimos de proveitos e os custos diferidos enquanto o Passivo reflete as obrigações e os compromissos perante terceiros, incluindo os acréscimos de custos e proveitos diferidos. Os Fundos Próprios compreendem, designadamente, o Património à data da elaboração do primeiro Balanço, acrescido dos resultados transitados desde então, bem como os resultados líquidos gerados.
O crescimento de 20% do ativo líquido deve-se ao efeito conjugado do crescimento imobilizado líquido (16,3 milhões de euros), das disponibilidades (162 mil euros), dos acréscimos e difereimentos (604 mil euros) com a diminuição das dívidas de Terceiros a curto prazo (759 mil euros).
1.2 – Estrutura e evolução dos Ativos ► [Ativo]
O Ativo Líquido dos S.M.A.S.V., a 31 de dezembro de 2015, ascendeu a 98 milhões de euros (incluídos os Acréscimos e Diferimentos, no total de 1,2 milhões de euros), caracterizando um acréscimo de 16,3 milhões de euros (+20%) face ao ano anterior. Relativamente à estrutura do ativo continua a predominar os ativos de natureza fixa, representando no final do ano cerca de 92,3% (90 milhões de euros).
De seguida faz-se uma síntese da estrutura dos Ativos dos S.M.A.S.V. e da sua variação face ao exercício económico de 2014.
dezembro 2015 0,6 1,3 92,3 4,7 1,1 dezembro 2014 0,8 0,8 90,8 5,5 2,2
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1.2.1 - Imobilizado
As contas de Imobilizado, com um valor líquido de 90 milhões de euros, são as mais expressivas do Ativo líquido (92,3% do total), com uma variação de 16,3 milhões de euros em 2015 face ao ano de 2014.
Descontando o efeito das amortizações, verifica-se que, em dezembro de 2015 o imobilizado bruto, no valor de 139.397 milhares de euros, apresenta um valor superior ao registado em dezembro de 2014, nomeadamente ao nível do Imobilizado em curso e dos bens de domínio público.
O conjunto das Imobilizações em curso apresenta um incremento de 6,9 milhões de euros, com destaque para o aumento em infraestruturas do setor saneamento, nomeadamente referente às empreitadas “ETAR de Viseu Sul” e “ligações aos Emissários de Viseu Sul”.
Os bens de domínio público deduzidos das Imobilizações em curso, apresentam um acréscimo de 13,4 milhões de euros (+14,2%), em resultado, sobretudo, do aumento respeitante a infraestruturas de Saneamento. (transferência para imobilizado definitivo do “Emissário ETAR de Teivas de Viseu Sul” e “Emissário ETAR de S. Salvador à ETAR de Viseu Sul”)
Peso Peso Crescimento
Imobilizado Líquido Dez. 2015
%
Dez. /2014
% Valor %
Bens de Domínio Público 65.602.421 72,5% 55.961.979 75,5 9.640.442 17,2% Imobilizações em curso 20.237.307 22,4% 13.327.996 18,0 6.909.311 23,2% Imobilizações incorpóreas 194.286 0,21% 216.722 0,29 -22.436 -10,4% Imobilizações corpóreas 4.401.110 4,87% 4.627.537 6,24 -226.427 -4,9%
TOTAL 90.435.125 100% 74.134.234 100% 16.300.891 22%
Peso Peso Crescimento Imobilizado Bruto Dez. / 2015
%
Dez. /2014
% Valor %
Bens de Domínio Público 108.378.161 77,75% 94.924.958 79,85 13.453.203 14,2% Imobilizações em curso 20.237.307 14,52% 13.327.996 11,21 6.909.311 51,8% Imobilizações incorpóreas 1.483.117 1,06% 1.450.519 1,22 32.598 2,2% Imobilizações corpóreas 9.298.332 6,67% 9.169.646 7,71 128.686 1,4%
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1.2.2 - Dívidas de Terceiros
A Dívida de Terceiros em 31 de dezembro de 2015, que corresponde ao conjunto de direitos dos S.M.A.S.V. face ao exterior, ascendeu a 1,1 milhões de euros, representando 1,1% do Ativo Líquido, espelhando um decréscimo de 759 mil euros (-41,7%), relativamente ao exercício de 2014 por relação sobretudo com a diminuição dos saldos nas contas de clientes c/c (-624 mil euros), outros devedores (-114 mil euros) e Estado e outros Entes Públicos (-30 mil euros). Por oposição, é de revelar o aumento de 10 mil euros, na conta Clientes e utentes de cobrança duvidosa.
Em termos brutos, o saldo de outros devedores deriva, do valor da tarifa de resíduos sólidos urbanos que é cobrada pelos S.M.A.S.V. para o Município (106 mil euros) e sanção contratual por atraso na execução de empreitadas, ao abrigo do n.º1 do artigo 329 do C.C.P., anexo ao D.L. n.º18/2008 de 29 de janeiro, alterado e republicado pelo D.L. n.º278/2009 de 2 de outubro (10 mil euros), este último encontra-se provisionado, uma vez que se encontram em mora há mais de seis meses e encargos legais à execução de trabalhos fora do horário normal de trabalho da empreitada “ETAR de Viseu Sul” importados à CADEMVIAL – ETAR de Viseu, A.C.E., nos termos do ponto 8.2.6. das cláusulas gerais do caderno de encargos (10 mil euros).
Em termos brutos, as dívidas de terceiros, designadamente clientes c/c, integra o processamento da faturação da água referente ao mês de dezembro a pagamento no mês de janeiro.
O decréscimo da conta Clientes c/c respeita, no essencial, à regularização de 590 mil euros respeitante à faturação considerada em dezembro de 2014 relativa ao processamento do mês de janeiro do corrente ano.
Os S.M.A.S.V., desde há vários anos a esta parte, emitem as faturas de consumo de água dois meses após a leitura e procedem ao registo contabilístico do mês N no mês N-1, adequando assim o registo dos proveitos ao mês da leitura.
Após a implementação do Sistema SAF-T, a A.T. identificou divergências entre as declarações de IVA e a informação SAF-T. Estas divergências resultaram do facto dos S.M.A.S.V. se encontrarem a declarar antecipadamente o IVA da estatística, assim desde janeiro de 2015 e com o intuito de o valor liquidado corresponder à informação remetida nos ficheiros SAF-T, pondo-se desta forma cobro às divergências, os S.M.A.S.V. procedem ao registo dos proveitos no mês de processamento da faturação, justificando-se o acréscimo de 590 mil euros nas estimativas de 2015 face ao critério seguido até ao termo do ano transato.
Peso Peso Crescimento Dívidas de Terceiros a Curto Prazo Dez. / 2015
% Dez. / 2014 % Valor %
Clientes C/C 783.870 73,76% 1.408.431 77,31% -624.561 -44,3% Clientes e utentes de cobrança duvidosa 129.521 12,19% 119.337 6,55% 10.184 8,5%
Adiantamentos a fornecedores - - - -
Estado e outros entes públicos 12.887 1,21% 43.278 2,38% -30.391 -70,2% Outros Devedores 136.497 12,84% 250.808 13,78% -114.311 -45,6%
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O valor em clientes e utentes de cobrança duvidosa reflete a receita liquidada e não cobrada enviada para execução fiscal. Durante o exercício de 2015 foram considerados créditos incobráveis (29.348,16€), referentes à faturação de 2007, nos termos do nº1 do artigo 48º da Lei Geral Tributária.
Durante o exercício de 2015, utilizou-se provisão com vista a compensar o prejuízo resultante da incobrabilidade (26 mil euros) e reforçou-se em 60 mil euros.
1.2.3 - Outras Contas do Ativo
As Existências dos S.M.A.S.V. são essencialmente compostas por matérias-primas (materiais utilizados para a conservação e manutenção das redes e colocação das águas em condições de consumo) e economato, num sistema de inventário permanente ao nível dos registos de entrada e saídas. As Existências aumentaram cerca de 5 mil euros, situando-se nos 627 mil euros no fim de 2015.
A conta de Disponibilidades saldou-se em 4,6 milhões de euros e representa 4,7% do Ativo Líquido.
As disponibilidades são constituídas pelos saldos de caixa, com um valor de 2 mil euros, e depósitos bancários, que totalizam 4,6 milhões de euros.
Constata-se um acréscimo do valor das disponibilidades, mais de 162 mil euros, se comparado com o valor à data de 31 de dezembro de 2014.
1.2.4 - Acréscimos e Diferimentos
Os Acréscimos de Proveitos e os custos diferidos cresceram 604 mil euros, totalizando 1,2 milhões de euros.
• Os Acréscimos de Proveitos consistem em receitas reconhecidas como proveitos de 2015 e sem cobrança nesse mesmo ano; este agregado no valor de 1,2 milhões de euros resultou:
- da receita processada no diário dos clientes de água e Saneamento encontra-se especializado comparativamente com 2014, um mês adicional de estatística, por compensação da exclusão do mesmo da rubrica Clientes (896 mil euros);
- da água fornecida para Mangualde e Tabosa em novembro e dezembro de 2015 (71 mil euros) e da água fornecida para Penalva do Castelo em novembro e dezembro de 2015 (5 mil euros);
- da Taxa de Recurso Hídricos e Controlo Qualidade da água referente ao ano de 2015 (161 mil euros), bem como do ano de 2014 a refletir nas faturas de água dos consumidores (95 mil euros);
• Os 19 mil euros de Custos Diferidos reportam-se a custos suportados relativos ao período seguinte; integram a antecipação de Seguros (18 mil euros).
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1.3 – Estrutura dos Passivos
▒► [Passivo]
A 31 de dezembro de 2015 o Passivo (incluídos os Acréscimos e Diferimentos, de 72,4 milhões de euros) registou um crescimento de 14,3 milhões de euros, isto é, + 22,9% do que no exercício de 2014, saldando-se em 76,9 milhões de euros.
Esta variação assenta principalmente no aumento dos Acréscimos e Diferimentos (+ 13,6 milhões de euros), das dívidas a terceiros de Médio e Longo prazo (+550 mil euros) e das dívidas de terceiros a curto prazo (205 mil euros).
1.3.1 - Provisões para Riscos e Encargos
Os 4 mil euros de Provisões para Riscos e Encargos de créditos reclamados por terceiros e não reconhecidos que constam do Passivo a 31 de dezembro de 2015, respeitam a potencial responsabilidade para com o fornecedor Ecobeirão, S.A.
Peso Peso Crescimento
Passivo Dez./2015
% Dez./2014 % Valor %
Provisões para riscos e encargos 3.864 0,005% 3.864 0,006% - -
Dívidas a terceiros – Médio Longo Prazo 2.230.785 2,90% 1.680.397 2,69% 550.388 32,8% Dívidas a terceiros – Curto Prazo 2.235.822 2,91% 2.030.430 3,25% 205.392 10,1% Acréscimos e Diferimentos 72.417.053 94,19% 58.850.179 94,06% 13.566.874 23,1% TOTAL 76.887.524 100% 62.564.870 100% 14.322.654 22,9% dezembro 2015 0,005 94,16 2,91 2,9 dezembro 2014 0,006 94,06 3,25 2,69
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1.3.2 - Dívidas a Terceiros
A dívida a terceiros corresponde ao conjunto de obrigações dos S.M.A.S.V. face ao exterior; registou no final de 2015 um saldo credor de 4,5 milhões de euros (4,6% do Ativo Líquido), com um aumento de 756 mil euros face ao final de 2014.
A dívida de médio e longo prazo no total de 2,2 milhões de euros, aumentou 550 mil euros correspondente ao empréstimo de médio e longo prazo da Caixa Geral de Depósitos, contraído pelo Município de Viseu para financiamento, entre outros, dos projetos de “Saneamento Básico a Vila Chã do Monte e Salgueiral” e “Coletor de Esgotos da Ribeira de Mide” (664 mil euros), ao financiamento reembolsável da contrapartida nacional da operação “Saneamento Básico no Setor II – Conclusão” (606 mil euros) e ao financiamento reembolsável de contrapartida nacional da operação “Estação de Tratamento de Águas Residuais de Viseu Sul e Emissários” (961 mil euros).
O conjunto das dívidas a terceiros de curto prazo é de 2,2 milhões de euros, correspondendo a um aumento de 205 mil euros face a Dezembro de 2014.
A evolução verificada relativamente a 2014 baseia-se no incremento da conta de Outros Credores em 246 mil euros.
1.3.3 - Acréscimos e Diferimentos
No passivo global dos S.M.A.S.V., a rubrica materialmente mais relevante designa-se por acréscimos e diferimentos e atingiu no final do ano de 2015 os 72,4 milhões de euros. Cerca de 1% deste montante (701 mil euros), corresponde a acréscimo de custos, que irão dar origem a valores a pagar em 2016, e os restantes 99% são proveitos diferidos (72 milhões de euros).
Do saldo de acréscimo de custos, cerca de 60% (420 mil euros) são justificados pela especialização de remunerações a liquidar em 2016. Esta conta compreende ainda os saldos de 29 mil euros referentes à especialização de juros de empréstimos, bem como 252 mil euros referentes a outras situações (taxa de recursos hídricos e controlo de qualidade do corrente ano a refletir no consumidor final, 161 mil euros e taxa de controlo de qualidade da água, a pagar à ERSAR, 9 mil euros e faturas de fornecedores registadas até 27/02/2016 em que a data de documentos eram anteriores a 31/12/2015, 82 mil euros)
Relativamente aos 71,7 milhões de euros de proveitos diferidos correspondendo a 93% do Passivo Total, advém dos subsídios ao investimento obtidos pelos S.M.A.S.V. (valores recebidos pelos S.M.A.S.V. mas cujo proveito será reconhecido em anos futuros à medida da taxa de amortização dos investimentos subsidiados).
Registaram um aumento de 13,5 milhões de euros, relativamente a dezembro de 2014, integram transferências e subsídios afetos a investimentos que aguardam a especialização em proveitos.
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1.4 – Estrutura dos Fundos Próprios 1.4.1 - Fundos Próprios
Conforme determinado pelo P.O.C.A.L. e deliberado pela Assembleia Municipal o resultado líquido de 2014 foi transferido para resultados transitados (1.097 milhares de euros) e procedeu-se ao reforço das reservas legais (55 mil euros) e reforço do património (1.042 milhares de euros).
O montante de Fundos Próprios resultou dos valores de 8,9 milhões de euros de Património, 6,4 milhões de euros de Reservas, 3,9 milhões de euros de Resultados transitados, que somam aos 2 milhões de euros de resultados líquidos do exercício.
Os Fundos Próprios dos S.M.A.S.V. totalizaram 21.103 milhares de euros no final de 2015, o que traduz um acréscimo de 2 milhões de euros (+10,4%) face ao ano anterior. Resultou da aplicação de resultados de 2014, por via do reforço do Património e do resultado líquido do exercício.
1.5 - Principais Indicadores do Balanço
Imobilizado líquido Dívidas de terceiros Dívidas a terceiros Fundos próprios
2011 69.777.184€ 2.021.246€ 3.334.975€ 15.119.048€ 2012 68.457.858€ 1.893.339€ 2.716.546€ 16.268.440€ 2013 68.118.396€ 3.149.827€ 2.071.748€ 18.016.991€ 2014 74.134.233€ 1.821.853€ 2.030.430€ 19.113.672€ 2015 90.435.125€ 1.062.775€ 2.235.822€ 21.103.425€ 16268 18017 19114 21103 0 5000 10000 15000 20000 25000 2012 2013 2014 2015
Evolução dos Fundos Próprios
Milhares de € 0 10.000.000 20.000.000 30.000.000 40.000.000 50.000.000 60.000.000 70.000.000
Imobilizado líquido Dívidas de terceiros Dividas a terceiros Fundos próprios
2011 2012 2013 2014 2015
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Balanço, Equilíbrio Financeiro a Curto Prazo
Índice de Solvabilidade
ATIVO A.B. A.P. A.L.
IMOBILIZADO
- Bens de domínio público 128.340.217 42.775.740 85.564.477 - Imobilizações incorpóreas 1.758.368 1.288.831 469.537 - Imobilizações corpóreas 9.298.332 4.897.222 4.401.110
139.396.917 48.961.792 90.435.110 CIRCULANTE
- Existências 627.406 - 627.406 - Dívidas de terceiros a curto prazo 1.469.054 406.279 1.062.775 - Depósitos Bancários e Caixa 4.618.708 - 4.618.708
6.715.168 406.279 6.308.889
ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS 1.246.937 - 1.246.937
TOTAL ATIVO 147.359.021 49.368.071 97.990.950
CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO VALORES
FUNDOS PRÓPRIO: - Património 8.866.855 - Reservas Legais 527.420 - Reservas Livres 5.738.800 - Doações 89.247 - Resultado Transitado 3.891.349 Subtotal 19.113.672
- Resultado Líquido do Exercício 1.989.753 Total dos Fundos Próprios 21.103.425
PASSIVO
- Provisões para riscos e encargos 3.864
- Dívidas a terceiros:
- Médio e Longo Prazo 2.230.785
- Curto Prazo 2.235.822
4.470.471
Acréscimos e diferimentos 72.417.053
Total do Passivo 76.887.524 Total dos Fundos Próprios e Passivo 97.990.950
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O Índice de Solvabilidade total traduz-se na independência dos SMASV face aos credores.
Fundos Próprios
Índice de solvabilidade Total = --- = 4,72 Fundos Alheios
Realização do Investimento em 2015
Em 2015 o aumento de imobilizações corpóreas e incorpóreas, adquiridas diretamente ao exterior, incluindo nas primeiras as imobilizações em curso, ascendeu a 20.698.889€. Correspondendo a um grau de execução de 79,2%.
- Valor previsto... 26.121.000,00€ - Valor realizado... 20.698.889,00€
Comparando o valor cabimentado durante o ano de 2015 e o financiamento definido previsto no PPI do referido ano, obtêm-se o seguinte:
- Financiamento definido... 26.121.000,00€ - Cabimentado... 22.788.876,00€
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INVESTIMENTO REALIZADO NOS ÚLTIMOS ANOS
1.6 – Demonstração de Resultados por Natureza
A avaliação do resultado do exercício económico e do modo como este foi gerado, tendo em consideração a evolução dos custos e proveitos, funda-se na análise da Demonstração de Resultados, que compara os custos com os proveitos de um ciclo económico, demonstrando a capacidade de geração de resultados.
Os proveitos globais gerados foram de 13 milhões de euros enquanto os custos totais foram de 11 milhões de euros, gerando um resultado líquido do exercício de 2 milhões de euros.
A ótica de custos e proveitos por natureza, facilita a apresentação sistemática daqueles valores em Resultados Operacionais, Financeiros e Extraordinários, com a síntese dos resultados por natureza patenteada no quadro seguinte.
1.6.1 – Resultados operacionais: custos e Proveitos operacionais
Apesar de negativos (-1,2 milhões de euros), os Resultados Operacionais evoluíram positivamente, resultado do aumento dos Proveitos Operacionais ter sido superior ao aumento dos Custos Operacionais (+1,1 milhões de euros e +366 mil euros, respetivamente). ANO VALOR 1999 4.890.803,00€ 2000 3.641.394,00€ 2001 4.901.183,00€ 2002 6.318.058,00€ 2003 6.670.091,00€ 2004 6.421.637,00€ 2005 7.153.011,00€ 2006 6.414.351,00€ 2007 5.243.382,00€ 2008 7.576.983,00€ 2009 5.661.442,75€ 2010 7.658.135,00€ 2011 6.955.363,89€ 2012 3.803.364,60€ 2013 3.945.641,41€ 2014 10.483.122,03€ 2015 20.698.889,00€
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1.6.2 - Custos Operacionais
Este agregado integra o custo das Mercadorias Vendidas e Consumidas (CMVC), os Fornecimentos e Serviços Externos (FSE), os Custos com Pessoal e Outros, assim como as Amortizações e Provisões do Exercício. Com um valor total de 10,7 milhões de euros e um acréscimo de 366 mil euros (+3,5%), sobressaem:
▪ Os Fornecimentos e Serviços Externos (FSE), no total de 3 milhões de euros, registaram um acréscimo de 297 mil euros (+11,1%), em resultado sobretudo das variações nos encargos com electricidade (+171 mil euros), trabalhos especializados (+71 mil euros), Publicidade e Propaganda (+69 mil euros), outros Fornecimentos e Serviços (+14 mil euros) parcialmente compensada pela diminuição nas rubricas de Combustíveis e conservação e reparação (-35 mil euros).
▪ Os custos com Pessoal (remunerações e encargos sociais) mantem-se. Radica no essencial, apesar do aumento de um efetivo (saída de três efetivos e entrada de quatro), às correspondentes profundas alterações legislativas com reprecussões em matéria de recursos humanos, com as correspondentes reduções de remunerações e encargos, coadjuvada pela alteração ao nível de atribuições das ajudas de custo, trabalho extraordinário e descanso obrigatório. Os custos relativos – suplemento de remuneração, que considera o trabalho extraordinário, retrai 13 mil euros
▪ Contribuem ainda para o aumento dos custos, as amortizações do exercício, representam 39,6% dos custos dos S.M.A.S.V. e tiveram um acréscimo de 43 mil euros relativamente ao ano de 2014. Designação 2015 % 2014 % Desvio € Variação 14-15 Custos Operacionais
61 – Custo dos materiais consumidos 479.302 4,5 484.347 4,7 -4.845 -1% 62 – Fornecimentos e serviços externos 2.970.187 27,7 2.672.938 25,8 297.249 11,1% 63 – Transf. e subsí. Correntes e prest. Sociais - - - - 64 – Custos com pessoal 2.796.009 26,0 2.793.609 27,0 2.400 0,009% 65 – Outros custos operacionais 178.821 1,7 164.252 1,6 14.569 8,9% 66 – Amortizações do exercício 4.247.161 39,6 4.203.855 40,6 43.306 1% 67 – Provisões do exercício 59.752 0,6 45.942 0,4 13.810 30,1%
1 – Total dos Custos Operacionais 10.731.432 100 10.364.943 100 366.489 3,5% Proveitos Operacionais
711 – Vendas de produtos 3.963.116 41,7 3.631.795 43,3 331.321 9,1% 712 – Prestações de serviços 5.504.572 57,9 4.717.761 56,2 786.811 16,7%
72 – Impostos e taxas - - - -
73 – Proveitos suplementares 8.671 0,09 37.150 0,5 -28.479 -7,7% 74 – Transf. e subsídios obtidos 30.124 0,3 2.683 0,03 27.441 102,3% 75 – Trabalhos para a própria empresa - - - -
2 – Total dos Proveitos Operacionais 9.506.484 100 8.389.388 100 1.117.096 13,3% 3 – Resultados Operacionais (2-1) (1.224.948) (1.975.554) 750.606 38%
RELATÓRIO E CONTAS 2015
Ainda na rubrica de custos, as amortizações do exercício e os financiamentos e serviços externos representam, respetivamente, as principais componentes, tendo a primeira apresentado um peso na estrutura de custos inferior à verificada no termo do exercício anterior.
As primeiras passaram de 40,6% para 39,6% e as segundas de 25,8% para 27,7%.
ESTRUTURA PERCENTUAL DOS CUSTOS OPERACIONAIS
1.6.3 - Proveitos Operacionais
Os proveitos Operacionais, procedentes da atividade dos S.M.A.S.V., totalizaram, em 2015, um montante de 9,5 milhões de euros, revelando um aumento de 1,1 milhões euros relativamente ao exercício de 2014, por relação sobretudo com o aumento da venda de água (+331 mil euros) e a Prestação de Serviços (+787 mil euros), principais fontes de receitas da entidade. Verifica-se um acréscimo de 9,1% e 16,7% respectivamente, relativamente ao mesmo período do ano anterior, em virtude de ter sido estabelecido um prazo limite para o cumprimento da obrigação da ligação à rede pública de abastecimento de água e / ou de saneamento prevista no Decreto – Lei nº194/2009, de 20 de agosto.
As Prestações de Serviços, no total de 5,5 milhões de euros, aumentaram 787 mil euros (+16,7%) face a 2014, em resultado de um aumento generalizado nas diferentes subalíneas desta rubrica com particular destaque para tarifa de ligação de saneamento (+421 mil euros), tarifa de utilização de saneamento (+207 mil euros), tarifa de disponibilidade (+63 mil euros) e tarifa de ligação de água (+19 mil euros).
A água vendida aos utilizadores finais situou-se nos 5.019.921m³ em 2015, o que representa a uma média diária de 13.753 m³. No período homólogo de 2014, a água faturada foi de 3.885.292 m³ e de 10.645 m³, respectivamente.
Conclui-se, assim, que o volume de água vendida registou uma subida de 29,2%, deve-se sobretudo ao aumento do número de clientes. No final de 2015, o número total de clientes dos S.M.A.S.V., ascendeu a 44.368, ou seja, mais 1.767 clientes em comparação com 2014. Os consumidores domésticos representam 88,53% do universo
Descrição 2010 2011 2012 2013 2014 2015
Custos com pessoal 30,9% 30,3% 27,1% 28,2% 27,0% 26% Fornecimento e Serviços externos 28,7% 24,2% 23,0% 25,0% 25,8% 27,7% Amortizações do exercício 34,2% 38,2% 40,4% 39,9% 40,6% 39,6% Custos dos materiais consumidos 4,2% 4,9% 4,2% 4,3% 4,7% 4,5%
RELATÓRIO E CONTAS 2015
total de clientes, seguindo-se os consumidores do setor comercial / empresarial com um peso de 9,90%.
ESTRUTURA PERCENTUAL DOS PROVEITOS OPERACIONAIS
1.6.4 - Resultado Financeiro Custos e Proveitos Financeiros
A função financeira, saldando-se num resultado de 41 mil euros contribuiu negativamente para o resultado do exercício, com custos financeiros em 2015, no montante de 81 mil euros e proveitos financeiros de 39 mil euros.
Peso Peso Crescimento 15/14
Resultados Financeiros 2015
% 2014 % Valor %
Juros Suportados 50.981 63,04% 42.091 54,89% 8.890 21,1% Outros Custos e Perdas Financeiras 29.896 36,96% 34.589 41,11% -4.693 -13,6%
Total de Custos e Perdas Financeiras 80.877 100% 76.680 100% 4.197 5.5%
Juros Obtidos 18.626 47,28% 30.616 59,68% -11.990 -39,2% Rendimento de Imóveis 20.769 52,72% 20.686 40,32% 83 0,04%
Descrição 2010 2011 2012 2013 2014 2015
Venda de água 50,3% 49,9% 48,8% 46,1% 43,3% 41,7%
Prestações de serviços 39,9% 49,8% 51,1% 53,9% 56,2% 57,9%
Trabalhos para a Própria Empresa 9,8% 0,18% - - - -
8197 8091 8389 9506 7000 7500 8000 8500 9000 9500 10000 2012 2013 2014 2015
Evolução dos Proveitos Operacionais 2010-2013
RELATÓRIO E CONTAS 2015
Total Proveitos e Ganhos Financeiros 39.395 100% 51.302 100% -11.907 -23,2% Resultados Financeiros -41.482 - -25.378 - -16.104 -63,5%
Os Proveitos e Ganhos Financeiros, no total de 39 mil euros, tiveram uma variação negativa de 12 mil euros relativamente a 2014.
Os custos financeiros, no montante de 81 mil euros cresceram cerca de 4 mil euros face a 2014, por via do acréscimo da rubrica dos Juros Suportados relacionados com os empréstimos de médio e longo prazo (+9 mil euros), e de efeito contrário, o custo do serviço bancário com a cobrança de faturação de água (-5 mil euros).
1.6.5 - Resultado Extraordinário
Os Resultados Extraordinários de 2015 saldaram-se em 3,3 milhões de euros com uma variação positiva, face a 2014, de 159 mil euros.
Peso Peso Crescimento 15 / 14
Resultados Extraordinários 2015 % 2014 % Valor % Dívidas Incobráveis 24.074 13,7% 27.184 12,5% -3.110 -11,4% Perdas em existências 2.079 1,18% 159 0,07% 1.920 120,8% Perdas em Imobilizado 588 0,33% 1.609 0,74% -1.021 -63,5% Multas e Penalidades 30.303 17,24% 11.124 5,11% 19.179 172,4%
Correções Relativas ao Exercício Anterior 117.798 67,02% 153.827 70,66% -36.029 -23,4%
Outros Custos e Perdas Extraordinárias 928 0,53% 23.789 10,93% -22.861 -96,1%
TOTAL DE CUSTOS E PERDAS 175.770 100% 217.693 100% -41.923 -19,3%
Ganhos em Existências 574 0,002% 228 0,007% 346 151,8%
Benefícios de Penalidades Contratuais 6.192 0,18% 6.004 0,18% 188 3,1%
Reduções de Amortizações e Provisões 25.519 0,74% 33.551 1,01% -8.032 -23,9%
Correções Relativas ao Exercício Anterior 116.133 3,38% 70.355 2,12% 45.778 65,1%
Outros Proveitos e Ganhos Extraordinários 3.283.535 95,68% 3.205.168 96,68% 78.367 2,4%
TOTAL DE PROVEITOS E GANHOS 3.431.953 100% 3.315.307 100% 116.646 3,5%
RELATÓRIO E CONTAS 2015
Os Proveitos e Ganhos Extraordinários de 2015 atingiram o montante global de 3,4 milhões de euros, cresceram 117 mil euros (+3,5%) relativamente ao exercício de 2014. A rubrica mais significativa reporta “outros proveitos e ganhos extraordinários”, que expressa, essencialmente, a transferência da quota-parte de cada bem que foi objeto de apoio / subsídio ao investimento, e cujas amortizações do período se encontram refletidas nos custos do período na rubrica de “Amortizações do Exercício”.
Os Custos e Perdas extraordinárias registaram um decréscimo de 42 mil euros, face a 2014, atingindo em 2015, os 176 mil euros. Contribuiu para este efeito as correções relativas ao Exercício Anterior que registaram um decréscimo de 36 mil euros, face a 2014, atingindo em 2015, os 118 mil euros.
1.6.6 - Resultado Líquido
O RESULTADO LÍQUIDO obtido pela soma do Resultado Corrente com o Resultado Extraordinário ascendeu assim a 1.989.752,76€. Propõe-se que este seja levado à Conta de Resultados Transitados e posteriormente transferido para as contas de Reservas Legais, conforme estipula o ponto 2.7.3.5. do P.O.C.A.L.:
- 5% x 1.989.752,76€ = 99.487,64€ para reservas legais.
- O restante, 1.890.265,12€, em reforço do património, uma vez que o valor contabilístico da conta 51 “Património” não corresponde a 20% do ativo líquido (ponto 2.7.3.4 do POCAL).
▒► [Síntese da Demonstração de Resultados]
A agregação dos proveitos gerados com os custos efetuados ao nível da atividade operacional, do exercício da função financeira ou de factos pontuais, reconhecidos quando obtidos ou incorridos autonomamente do seu recebimento ou pagamento, levou a um resultado líquido positivo de 1.990 milhares de euros.
Crescimento 15 / 14 Resultados 2015 2014 Valor % Resultados Operacionais -1.224.948 -1.975.554 750.606 38% Resultados Financeiros -41.482 -25.378 -16.104 63,5% Resultados Extraordinários 3.256.183 3.097.614 158.569 5,1% Resultados Líquidos 1.989.753 1.096.681 893.072 81,4%
RELATÓRIO E CONTAS 2015
1.7 – Rácios Financeiros
▒► [Indicadores de Avaliação Económica e Financeira]
Os Rácios Financeiros são uma ferramenta fundamental na quantificação e análise da situação e evolução das contas dos S.M.A.S.V., ao medirem a rentabilidade, a solvabilidade, a liquidez e o financiamento.
Os indicadores económico-financeiros têm, na generalidade, uma evolução que evidencia um desempenho financeiro positivo dos S.M.A.S.V. em 2015.
Sem alteração significativa na estrutura do Ativo, à semelhança dos anos anteriores, o Imobilizado continua a predominar, com o Ativo Circulante a perder importância face ao Ativo fixo, numa manutenção de tendência.
Por analogia com 2014, verifica-se uma evolução positiva da situação financeira de curto prazo: o Ativo Circulante assegura a cobertura dos compromissos exigíveis no curto prazo.
Pese embora o rácio de solvabilidade revele uma quebra relativamente a 2014, a taxa mostra que os Capitais Próprios são mais do que suficientes para solver tanto as dívidas
dez. 2013 dez. 2014 dez. 2015
DIMENSÃO
Fundo Próprio (Unid. Euros) 18.016.990,77 19.113.671,94 21.103.424,50 Ativo Líquido Total (Unid. Euros) 75.319.041,43 81.678.941,72 97.990.949,85 Passivo (Unid. Euros) 57.302.050,66 62.565.869,78 76.887.525,35
Vendas e Prestações de Serviços (Unid. Euros) 8.089.757,59 8.349.555,62 9.467.688,62 Proveitos operacionais (Unid. Euros) 8.090.605,06 8.389.388,22 9.506.484,05
Nº Total de Efetivos (C.T.F.P.I.) 174 167 168
Nº de Clientes 41.643 42.601 44.368
RENDIBILIDADE
Resultado Operacional (Unid. Euros) -2.049.937,80 -1.975.554,49 -1.224.947,97 Cash – Flow Operacional (Unid. Euros) 2.089.214,51 2.274.242,30 3.081.965,90 Meios Libertos Líquidos (Cash – Flow) (Unid. Euros) 5.366.273,48 5.346.477,96 6.296.666,63 Tx. Rendibilidade Líquida das Vendas 15,2% 13,1% 21,0% Tx. Rendibilidade Líquida do Capital Próprio 0,68% 0,57% 0,94% Resultado Líquido do Exercício (Unid. Euros) 1.227.121,17 1.096.681,17 1.989.752,76
ESTRUTURA Liquidez Geral 3,16 3,39 2,82 Liquidez Imediata 1,34 2,19 2,06 Liquidez Reduzida 2,86 3,09 2,54 Solvabilidade 5,15 5,15 4,72 Estrutura do Ativo 0,904 0,908 0,923 PRODUTIVIDADE
Número de clientes por trabalhador 239 255 263
RELATÓRIO E CONTAS 2015
de curto, como as de médio e longo prazos, confirmando a independência dos S.M.A.S.V. em relação aos seus credores.
O rácio da rentabilidade das vendas, de 2015, assinala um acréscimo de cerca de 7,9% com fundamento no acréscimo (+81,4%) do resultado líquido face ao do exercício económico de 2014.
RELATÓRIO E CONTAS 2015
RELATÓRIO E CONTAS 2015
4 – GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
A Gestão de Recursos Humanos, na Administração Pública, é fortemente determinada por um quadro legal específico que regula a organização dos serviços quer as condições de ingresso e acesso dos trabalhadores, bem como a forma como o trabalho é prestado.
4.1 – Mapa de Pessoal
No final de 2015, o número de trabalhadores era de 168, número que representa um acréscimo de um trabalhador face ao ano de 2014.
Neste universo, a relação jurídica de emprego público constitui-se por contrato de trabalho em funções públicas.
Considerando a relação jurídica, o número de trabalhadores existentes em 31 de dezembro distribui-se, da seguinte forma: 164 trabalhadores com contrato de trabalho em Funções Públicas por Tempo Indeterminado e 4 trabalhadores em comissão de Serviço.
Analisando a evolução dos trabalhadores dos S.M.A.S.V. desde o ano de 2011 até à data, verificou-se que os mesmos diminuíram, por diversos fatores, designadamente por aposentação, demissão, falecimento e caducidade de contratos de trabalho a termo resolutivo certo.
▒► [Evolução do número de trabalhadores]
190 177 175 167 168 155 160 165 170 175 180 185 190 195 2011 2012 2013 2014 2015
RELATÓRIO E CONTAS 2015
4.2 – Caracterização dos Trabalhadores
No final do ano de 2015, os trabalhadores dos SMASV caracterizaram-se conforme consta dos quadros seguintes:
(1)
Inclui 12 contratos a termo resolutivo certo.
(2)
Inclui 1 contratos a termo resolutivo certo.
(3)
Inclui 1 contrato a termo resolutivo certo.
Na distribuição do efetivo por carreira/categoria destacam-se a de assistente operacional e a de assistente técnico, que representam 64,3% e 21,4% do total, respetivamente. Se acrescentarmos à carreira/categoria de assistente operacional a de assistente técnico, temos 85,7% do total de efetivos.
Grupo 2011 2012 2013 2014 2015 Dirigente 4 4 4 4 4 Coordenador Técnico 6 5 5 4 4 Chefia de Secção - - - - - Técnico Superior 10 9 9 11 12 Técnico - - - - - Informático 1 1 1 1 1 Assistente Técnico 37 34 34 36 36 Encarregado Geral 1 1 1 1 1 Operacional - - - - - Encarregado Operacional 2 2 2 2 2 Assistente Operacional 129 121 119 108 108 Técnico Profissional - - - - - Administrativo - - - - - Auxiliar - - - - - Operário - - - - - Total 190(1) 177(2) 175(3) 167 168
RELATÓRIO E CONTAS 2015
O nível de escolaridade média dos trabalhadores dos S.M.A.S.V. é baixo: cerca de 56,5% apresenta habilitações iguais ou inferiores ao 9º ano, sendo que 17% possui apenas o 4º ano.
A percentagem de trabalhadores com habilitações iguais ou superiores ao Bacharelato e Licenciatura é de 17,3%.
Estrutura habilitacional dos trabalhadores:
▒► [Habilitações Académicas] Nível de Habilitação 2011 2012 2013 2014 2015 Mestrado 0 1 1 1 2 C. Sup. c/ Lic. 17 15 16 21 21 C. Sup. s/ Lic. 7 6 6 6 6 12º Ano 43 43 42 43 44 C. Compl. 14 14 14 12 13 C. Geral 29 26 26 25 26 C. Prep. 34 33 33 29 28 4ª Classe 46 39 37 30 28 S/ Escolar. 0 0 0 0 0 Total 190 177 175 167 168 28 28 26 13 44 6 21 2 0 10 20 30 40 50
RELATÓRIO E CONTAS 2015
Cerca de 67,3% dos trabalhadores têm uma antiguidade nos S.M.A.S.V. inferior a 20 anos e 53,6% perfazem menos de 15 anos de antiguidade.
Estrutura da Antiguidade dos trabalhadores:
Estrutura da Antiguidade dos trabalhadores:
▒► [Pessoal por Antiguidade]
Escalões N.º Trabalhadores Anos 2011 2012 2013 2014 2015 < 5 42 48 48 50 52 5 – 9 33 17 11 7 4 10 – 14 28 40 46 30 34 15 – 19 4 5 5 24 23 20 – 24 30 16 8 5 2 > 25 41 51 57 51 53 TOTAL 178 177 175 167 168 52 4 34 23 2 53 0 10 20 30 40 50 60 < 5 5 a 9 10 a 14 15 a 19 20 a 24 > 25
RELATÓRIO E CONTAS 2015
Cerca de 73,2% dos trabalhadores tem uma idade igual ou superior a 40 anos.
O Grupo etário prevalecente é o dos 35 aos 39 anos, sendo que 62,5% (105) dos trabalhadores tem uma idade compreendida entre os 40 e os 59 anos de idade e 10,7% (18) tem uma idade igual ou superior a 60 anos.
O peso dos trabalhadores com idade igual ou superior a 55 anos, é de 29,8%.
Estrutura etária dos trabalhadores
▒► [Estrutura Etária
2014 2015
Escalões Etários Masc. Fem. Total Masc. Fem. Total
20 - 24 - - - - - - 25 – 29 2 - 2 2 - 2 30 – 34 9 1 10 8 1 9 35 – 39 25 10 35 24 10 34 40 – 44 18 3 21 19 3 22 45 – 49 17 7 24 19 5 24 50 – 54 25 7 32 20 7 27 55 – 59 24 4 28 26 6 32 60 – 64 13 2 15 14 2 16 > 65 - - - 2 - 2 Total 133 34 167 134 34 168 2 9 34 22 24 27 32 16 2 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 25 - 29 30 - 34 35 - 39 40 - 44 45 - 49 50 - 54 55 - 59 60 - 64 > 65
RELATÓRIO E CONTAS 2015
4.3 – Entradas e Saídas de trabalhadores
No ano de 2015 foram admitidos 4 trabalhadores em funções públicas por tempo indeterminado (C.T.F.P.T.I.)
Sintetizando por Grupo de Pessoal as entradas de pessoal.
Grupo 2012 2013 2014 2015
Dirigente - - - -
Coordenador Técnico / Chefia - - - -
Técnico Superior 1 - 2 1
Técnico - - - -
Informático - - - -
Técnico Profissional - - - -
Assistente Técnico / Administrativo - - 2 -
Auxiliar - - - -
Assistente Operacional 3 - 1 3
TOTAL 4 0 5 4
Em 2015, verificaram-se 3 saídas definitivas.
As razões prevalecentes na estrutura das saídas de pessoal foram a aposentação.
▒► [Admissões]
▒► [Saídas por tipo de vínculo]
Categoria Quantidade Data de Saída Motivo
Assistente Operacional 1 01-01-2015 Aposentação por incapacidade Assistente Operacional 1 01-03-2015 Aposentação
RELATÓRIO E CONTAS 2015
Sintetizando por Grupo de Pessoal as saídas de pessoal:
Grupo 2012 2013 2014 2015
Dirigente - - - -
Coordenador Técnico / Chefia 1 - 1 -
Técnico Superior 2 - - -
Técnico - - - -
Informático - - - -
Técnico Profissional - - - -
Assistente Técnico / Administrativo 3 - - -
Auxiliar - - - -
Assistente Operacional 11 2 12 3
TOTAL 17 2 13 3
▒► [Comparação Admissões / Saídas]
2013; 2 2014; 13 2015; 3 0 5 10 15 20 2012 2013 2014 2015 Saídas Admissões
RELATÓRIO E CONTAS 2015
4.4 – Assiduidade
▒► [Absentismo]
A taxa de absentismo verificada em 2015, situa-se nos 11,6%, registando uma diminuição em comparação com os dois anos anteriores.
Tipo 2013 % 2014 % 2015 % Proteção na Parentalidade 63 0,80% 25 0,30% 14 0,20% Paternidade - 45 0,55% 19 0,27% Férias 4067,5 51,87% 3744 45,37% 3.160,5 44,34% Doença 1867 23,81% 2515 30,48% 2082 29,21% P/ Conta P. Férias 519 6,62% 467,5 5,67% 474 6,65%
Licença s/ Vencimento (trabalhador
estudante) - - - - -
Cump. Obrigações Legais 56,5 0,72% 3 0,04% 58 0,81%
Falecimento de Familiar 42 0,54% 24 0,29% 47 0,66%
Nascimento - - - -
Acidente serviço ou Doença
Profissional 540 6,89% 385 4,67% 196 2,75%
Doação Sangue - - - - -
Greve 23 0,29% 7 0,08% 11 0,15%
Atividade Sindical 72,5 0,92% 92,5 1,12% 121,5 1,70%
Férias por Dirigente Sindical - - - - -
Assistência Familiar 56 0,71% 33 0,40% 29 0,41%
Injustificadas 9 0,11% - - - -
Casamento 30 0,38% - - 15 0,21%
Férias ano anterior 152,5 1,94% 146 1,77% 163,5 2,29%
F. c/Trab. – Estudante 49 0,62% 8 0,10% - -
F. por Internamento 31 0,40% 23 0,28% 48 0,67%
Baixa p/ doença (S.S) 62 0,79% 484 5,87% 356 4,99%
Cons. Médicas/Tratamento Amb.
Familiares - - - - -
Assist. Familiar (Seg. Social) 25 0,32% 15 0,18% 12 0,17%
Falta Paternidade (Seg. Social) 4 0,05% 7 0,08% 8 0,11%
Licença Parental (Seg. Social) - 220 2,67% 308 4,32%
Falta Participação Mesa Eleitoral 11 0,14% 8 0,10% 6 0,08%
Falta Participação Campanha
Eleitoral 110 1,40% - - - -
Férias Contratados - - - - -
Licença s/ vencimento (até 90 dias) 30 0,38% - - - -
Licença s/ vencimento Longa
Duração 22 0,28% - - - - Total 7.842,00 100% 8.252,00 100% 7.128,50 100% 11,5 12 12,5 13 13,5 14 2013 2014 2015
RELATÓRIO E CONTAS 2015
As ausências mais comuns dizem respeito a doença e a acidentes de trabalho:
As principais causas do absentismo mantêm o perfil de anos anteriores, destacando-se a doença como razão preponderante da ausência ao serviço, seguida dos acidentes de trabalho e a licença parental.
4.5 – Evolução da relação consumidores / trabalhadores
▒► [Relação Consumidores/Trabalhadores]
dezembro 2013 dezembro 2014 dezembro 2015
Doença 1.867 2.515 2082
Internamento 31 23 48
Doença (Seg. Social) 62 484 356
Acidente em Serviço 540 385 196 Total 2.500 3.407 2.682 Número Anos Consumidores Trabalhadores CTFP TI Consumidor por Trabalhador 1997 25.222 144 175 1998 26.697 142 188 1999 28.400 155* 183 2000 29.735 153* 193 2001 30.904 150* 206 2002 32.242 148* 218 2003 33.393 159* 210 2004 34.457 164* 210 2005 35.256 173 204 2006 36.538 169 216 2007 37.557 162 232 2008 38.296 160 239 2009 39.180 150 261 2010 40.201 141 285 2011 41.230 178 232 2012 41.305 176 235 2013 41.643 174 239 2014 42.601 167 255 2015 44.368 169 263 *
RELATÓRIO E CONTAS 2015
▒► [Indicadores dos Recursos Humanos]
* Licenciatura, Bacharelato e Ensino Técnico Profissional
4.6 – Formação Profissional
Sentimos, cada vez mais, a necessidade de formar continuamente o nosso pessoal, pelo que no ano de 2015, foram vários os trabalhadores que frequentaram ações de formação, ministradas por várias entidades, com resultados bastante satisfatórios para os Serviços.
Foi a seguinte a participação em ações de formação:
2011 2012 2013 2014 2015
Nº Trabalhadores (C.T.F.P.I) 178 176 174 167 168 Hab. Acad. * > Ens. Secundário (%) 12,6 12,4 13,1 16,8 17,3 Trabalhadores com Idade ≤ 44 anos (%) 43,7 40,7 39,4 40,7 39,9
Absentismo (%) 11,5 13 12,3 13,5 11,6
▒► [Ações de Formação de 2015]
Tema Entidade Nº por grupo de pessoal
Novo SIADAP e a Construção do QUAR na Administração Local Soprofor - Soc. Promotora de Formação, Lda.
1 - Diretor Delegado 3 - Chefe de Divisão
RJUE: Uma revisão esperada. ATAM 1 - Técnico Superior
Os Municipios, a Restruturação e o Futuro Modelo Organizacional dos Serviços de Água
ANMP - Associação Nacional Municipios Portugueses
1 - Diretor Delegado 2 - Técnico Superior As Novas Diretivas Europeias em Máteria de Contratação Pública:
um olhar sobre as alterações a introduzir ao Código dos Contratos Públicos
Fundação CEFA - Fundação para os Estudos e Formação Autárquica
3 - Técnico Superior
Lançamento do Portugal 2020 na Região Centro
Comissão Diretiva do Programa Operacional Centro 2020
1 - Diretor Delegado 1 - Técnico Superior
Supervisão e controlo Prosistav - Projectos e
Sistemas de Automação, Lda.
1 - Técnico Superior 1 - Esp. Informática
O Novo Código de Procedimento Administrativo ATAM
1 - Diretor Delegado 1 - Chefe de Divisão 1 - Técnico Superior 1 - Assistente Técnico Big Data Forum - Como desbloquear os ativos na sua organização? IDC Portugal 1 - Esp. Informática
1 - Assistente Técnico Estatégia Nacional para o Setor das Lamas em Portugal
APDA - Associação Portuguesa Distribuição e Drenagem de Água
1 - Chefe de Divisão 1 - Técnico Superior
Eficiência energética nas instalações elétricas
Certiel - Associação Certificadora de Instalações Electricas
1 - Técnico Superior 3 - Assistente Operacional A Preparação do PPI e do Orçamento Municipal para o ano de 2016
- Metodologias e técnicas de abordagem
Quadros & Metas - Consultores de Gestão e Formação, Lda.
1 - Diretor Delegado 1 - Chefe de Divisão 1 - Assistente Técnico Substâncias radioativas presentes na água para consumo
humano - A transposição para o Direito Nacional da diretiva 2013/51/EURATOM, de 22 de outubro
APDA - Associação Portuguesa Distribuição e Drenagem de Água
RELATÓRIO E CONTAS 2015
Dimensionamento de Redes Prediais de Águas e Esgotos de acordo com as Normas Europeias
ANQIP- Associação Nacional para a Qualidade nas Instalações Prediais
1 - Técnico Superior
Workshop - Redes Sociais e Facebook Empresas CESAE - Centro de Serviços e
Apoio às Empresas 1 - Técnico Superior 10ª Expo Conferência da Água - O futuro do setor em contexto de
mudança. About Blue Comunicação Ldª 1 - Técnico Superior
Regime de Licenciamento Único de Ambiente (Dec.Lei nº 75/2015, de 11/05 - 2ª edição
Cenertec - Centro de Energia e Tecnologia
1 - Chefe de Divisão 1 - Técnico Superior
Encontros da ligação 2015 (EDP Distribuição) EDP Distribuíção 1 - Técnico Superior
1 - Assistente Operacional Jornadas Técnicas 2015: O modelo de gestão da água e do
sanemanento em Portugal e as implicações da regulação tarifária
CTGA - Centro Tecnológico de
Gestão Ambiental 1 - Técnico Superior
Sistema de Normalização Contabilística (SNC) Fonseca, Paiva, Carvalho & Associados, SROC, Lda.
1 - Chefe de Divisão 2 - Coordenador Técnico 5 - Assistente Técnico 1 - Assistente Operacional Jornada Técnica sobre as últimas ferramentas de
"Topografia Trimble"
Emilio de Azevedo Campos,
S.A. 1 - Assistente Técnico
XVI Congresso Nacional de APOGESD - Debate Binómio Desporto e Turismo
APOGESD - Associação Portuguesa de Gestão de Desporto
1 - Técnico Superior
ENEG 2015 - Encontro Nacional de Entidades Gestoras de Água e Saneamento APDA - Associação Portuguesa Distribuição e Drenagem de Água 1 - Chefe de Divisão 2 - Técnico Superior Seminário "Desporto adaptado: do ensino à competição" Municipio de Viseu 1 - Técnico Superior Gerir Recursos Humanos na Administração Pública - Um desafio
na conjuntura atual
Quadros & Metas - Consultores de Gestão e Formação, Lda.
1 - Chefe de Divisão 1 - Técnico Superior
▒► [Nº de Dias em Formação Interna e Externa por grupo de pessoal]
Ano/ Formação Organizada Dirigentes Técnicos Superiores Especialista Informática Coordenador Técnico Assistente Técnico Encarregado Geral Operacional Encarregado Operacional Assistente Operacional TOTAL Externa 2011 8 49,5 6 9 80,5 - - 159 312 Externa 2012 17,5 24,5 5,5 6 42 - - 350 445,5 Externa 2013 28 51 2 25 42 3 5 129 285 Externa 2014 37,5 104,5 15 35,5 203,5 2 12 260 670 Externa 2015 26 32 1,5 8 21 - - 7,5 96
RELATÓRIO E CONTAS 2015
▒► [Nº de Participações em Formação por Grupo de Pessoal]
Grupo de Pessoal 2011 2012 2013 2014 2015 Dirigente 6 15 18 15 15 Chefia de Secção - - - - - Técnico Superior 28 19 20 35 23 Técnico - - - - - Especialista de Informática 3 3 1 7 2 Técnico Profissional - - - - - Coordenador Técnico 5 6 14 12 2 Assistente Técnico 21 26 20 61 9 Administrativo - - - - - Assistente Operacional 60 110 32 71 5 Auxiliar - - - - - Operário - - - - -
Encarregado Geral Operacional - - 1 1 0 Encarregado Operacional - - 3 4 0
RELATÓRIO E CONTAS 2015
RELATÓRIO E CONTAS 2015
1 – ÁREA ADMINISTRATIVA E COMERCIAL
Com vista a ilustrar a atividade desenvolvida pelos SMASV ao longo de 2015, no âmbito da Área Administrativa e Comercial, apresentamos de seguida um conjunto de dados que, sob a forma de gráficos, mostram a evolução, quer ao nível dos consumidores e dos consumos, quer ao nível das várias solicitações que diariamente os munícipes nos dirigem, quer ainda ao nível do atendimento e relação com os munícipes clientes dos SMASV.
EVOLUÇÃO DOS CONTRATOS CELEBRADOS
4837 6253 4407 4962 5524 5320 5308 5301 5617 4083 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 ANOS N º C O N T R A T O S
*Resultado da implementação da nova aplicação informática de Gestão de Água, (S.G.A.) da Associação Informática da Região Centro (A.I.R.C.), que considera cancelamento do contrato apenas quando há corte de abastecimento.
4528 4243 4591 4346 4539 3933 3706 3745 4084 4486 0 1000 2000 3000 4000 5000 2006 2007 2008 2009 2010 2011* 2012* 2013* 2014* 2015*
CANCELAMENTO DO CONTRATO
RELATÓRIO E CONTAS 2015
EVOLUÇÃO DO Nº DE CLIENTES
36 538 37 557 38 296 39 180 42 601 44368 40 201 41 230 41 305 41 643 0 5 000 10 000 15 000 20 000 25 000 30 000 35 000 40 000 45 000 50 000 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015Clientes – Evolução - Caracterização
Outro dado será interessante analisar é o que se refere ao ficheiro de clientes, no domínio do abastecimento de água, que designamos por consumidores (contadores instalados). A partir de 2011, designamos por clientes (nº de contratos ativos).
O número de clientes servidos pela rede de abastecimento de água ascendia, no final de 2015, a 44.368, tendo aumentado 4,15% em relação ao ano de 2014.
A carteira de clientes mantém-se sem alterações relevantes, representando os domésticos 88,5% do total.
▒► [Evolução do Número de Clientes do Serviço de Água]
2015 2014 2013 Variação 2015Vs 2014 Classe de Consumos Nº contratos ativos (clientes) Peso % Nº contratos ativos (clientes) Peso % Nº contratos ativos (clientes) Peso % Abs. % Doméstico 39.280 88,53% 37.579 88,21% 36.607 87,90% 1.701 4,53% Comércio / Indústria 4.391 9,90% 4.344 10,20% 4.389 10,50% 47 1,08% Administração Local 403 0,91% 385 0,90% 375 0,90% 18 4,68% Outros 294 0,66% 293 0,69% 272 0,70% 1 0,34% TOTAL 44.368 100,00% 42.601 100% 41.643 100% 1.767 4,15%
RELATÓRIO E CONTAS 2015
NÚMERO DE CLIENTES / ÁGUA
294 403 4.391 39.280 0 5000 10000 15000 20000 25000 30000 35000 40000
Domésticos Indústria e Comércio Administ. Local Outros
N º d e C li e n te s
O número de utilizadores da rede de drenagem de águas residuais cifrava-se em 41.716, tendo aumentado 3,93% em relação ao ano de 2014.
Clientes - Consumos
▒► [Evolução do Número de Clientes do Serviço de Saneamento]
2015 2014 2013 Variação 2015 Vs 2014 Classe de Consumos Utilizadores do Serviço de Saneamento Peso % Utilizadores do Serviço de Saneamento Peso % Utilizadores do Serviço de Saneamento Peso % Abs. % Doméstico 37.898 90,85% 36.259 90,33% 35.321 90,10% 1.639 4,52% Comércio / Indústria 3.414 8,18% 3.333 8,30% 3.357 8,60% 81 2,43% Administração Local 115 0,28% 259 0,65% 241 0,60% -144 -55,60% Outros 289 0,69% 288 0,72% 267 0,70% 1 0,35% TOTAL 41.716 100% 40.139 100% 39.186 100% 1.577 3,93%
VOLUME DE ÁGUA FACTURADA
3.907.365 3.885.292 5.019.921 3.640.082 3.738.104 3.808.215 3.973.434 4.309.753 3.936.548 4.380.590 0 500000 1000000 1500000 2000000 2500000 3000000 3500000 4000000 4500000 5000000 5500000 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 m 3
RELATÓRIO E CONTAS 2015 300744 284732 287047 292781 345097 358015 538372 472490 755417 558769 499171 327286 0 50000 100000 150000 200000 250000 300000 350000 400000 450000 500000 550000 600000 650000 700000 750000 800000 m 3
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
VOLUME DE ÁGUA FACTURADA DE 1 de JANEIRO A 31 DE DEZEMBRO DE 2015
Fazendo uma análise da repartição dos contratos por tipo de tarifa de utilização, verifica-se que 88,53 % dos contratos – para usos domésticos, consomem 62,64 % da água distribuída no Concelho.
Por outro lado, 11,47% dos contratos – para usos comerciais, industriais, serviços públicos e estatais e instituições de solidariedade social, cultural e recreativa – consomem 37,36 % da água disponível.
▒► [Consumos de Água] 2015 2014 2013 Variação 20145Vs 2014 Classe de Consumos Faturado m3 Peso % Faturado m3 Peso % Faturado m3 Peso % Abs. % Doméstico 3.144.586 62,64% 2.915.736 75,05% 2.944.046 75,30% 228.850 7,85% Comércio / Indústria 679.179 13,53% 586.870 15,10% 601.533 15,40% 92.309 15,73% Administração Local 962.346 19,17% 189.578 4,88% 162.192 4,20% 772.768 407,63% Outros 233.810 4,66% 193.578 4,97% 199.594 5,10% 40.232 20,78% TOTAL 5.019.921 100,00% 3.885.292 100% 3.907.365 100% 1.134.629 29,20%
VOLUME DE ÁGUA FATURADA POR TIPO DE CLIENTE 2015 3.144.586 679.179 962.346 233.810 0 500000 1000000 1500000 2000000 2500000 3000000
Domésticos Indústria e Comércio Administ. Local Outros
C o n su m o s e m m 3 em m3
RELATÓRIO E CONTAS 2015
Em relação ao volume de água faturado em 2015, constatamos um acréscimo de 29,2% em relação ao ano anterior (mais 1 134 629 m3), tendo afetado todos os tipos de clientes, com maior relevância no consumo da Administração local, correspondente ao volume de água da rega dos Espaços Verdes Públicos Municipais (762.000m³). Relativamente ao volume de águas residuais faturado em 2015 acompanha a evolução do consumo de água, tendo aumentado 9,35% face ao ano anterior.
▒► [Volume de Água Residual Faturada]
2015 2014 2013 Variação 2015 Vs 2014 Classe de Consumos Faturado m3 Peso % Faturado m3 Peso % Faturado m3 Peso % Abs. % Doméstico 3.079.689 76,74% 2.856.478 77,83% 2.886.014 78,30% 223.211 7,81% Comércio / Indústria 544.127 13,56% 474.474 12,93% 476.807 12,90% 69.653 14,68% Administração Local 159.543 3,98% 149.999 4,09% 129.807 3,50% 9.544 6,36% Outros 229.952 5,73% 189.272 5,16% 195.251 5,30% 40.680 21,49% TOTAL 4.013.311 100,00% 3.670.223 100% 3.687.879 100,00% 343.088 9,35% 286566 272045 272710 280474 330599 339071 363916 296966 556954 374549 330158 309303 0 50000 100000 150000 200000 250000 300000 350000 400000 450000 500000 550000 600000 m 3
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
VOLUME DE ÁGUA RESIDUAL FATURADA 2015
VOLUME DE ÁGUA RESIDUAL FATURADA ANUALMENTE
3952400 4002288 3687879 3670223 4013311 0 500000 1000000 1500000 2000000 2500000 3000000 3500000 4000000 4500000 2011 2012 2013 2014 2015 m 3
RELATÓRIO E CONTAS 2015
Faturação do Serviço de Água e de Saneamento
O volume de água e saneamento foi faturado através de um processamento informático mensal, S.G.A. (Sistema de Gestão de Água da Associação Informática da Região Centro (A.I.R.C.)) num total de 7.550.924,73 euros.
▒► [Faturação: Componentes da Fatura]
Componentes da Fatura 2014 2015
Tarifa de água (fixa + variável) (S/IVA) 4.959.572,16 5.280.567,55 Tarifa águas residuais (fixa + variável) 2.060.212,77 2.270.357,18
TOTAL 7.019.784,93 7.550.924,73
VOLUME DE ÁGUA RESIDUAL FATURADA POR TIPO DE CLIENTE
3.079.689 544.127 159.543 229.952 0 500000 1000000 1500000 2000000 2500000 3000000
Domésticos Indústria e Comércio Administ. Local Outros
m
RELATÓRIO E CONTAS 2015
De 1 de janeiro a 31 de dezembro de 2015, foram também bombeados e faturados 1.797.613 m3 de água tratada ao Município de Mangualde e 91.322 m3 ao Município de Penalva do Castelo, num total de 488.273,83€ e 33.718,54€ respetivamente.
Formas de pagamento
▒► [Água Fornecida para os Municípios de Mangualde e Penalva do Castelo]
Variação 2015 Vs 2014 2015 2014 2013 Abs. % Município de Mangualde 1 797 613 1 624 964 1 627 431 172 649 10,62%
Município de Penalva do Castelo 91 322 76 743 87 534 14 579 19,00%
TOTAL 1 888 935 1 701 707 1 714 965 187 228 11,00%
▒► [Faturação de Água aos Municípios de Mangualde e Penalva do Castelo]
Variação 2015 Vs 2014 2015 2014 2013 Abs. % Município de Mangualde 488 273,83 435 419,35 456 721,24 52 854,48 12,14%
Município de Penalva do Castelo 33 718,54 30 121,22 34 567,30 3 597,32 11,94%
TOTAL 521 992,37 465 540,57 491 288,54 56 451,80 12,13%
▒► [Formas de Pagamento: Evolução]
Formas de Pagamento 2011 2012 2013 2014 2015
Balcão do Edifício – Sede 7,1% 8,3% 1,6% 6,2% 7,6% Débito Direto 64,5% 65,3% 66,5% 67,5% 65,9% Agentes de Cobrança 28,4% 26,4% 31,9% - - C.T.T. (Pay –Shop) - - - 14,3% 13,5% Multibanco - - - 12,0% 13% TOTAL 100% 100% 100% 100% 100% em euros (s/IVA) em m3 Forma de Pagamento 13,5 7,6 65,9 13 Débito Direto
Balcão do Edifício - Sede Multibanco
RELATÓRIO E CONTAS 2015
Com o objetivo de facilitar a gestão do tempo dos clientes, os S.M.A.S.V., disponibilizaram novas modalidades de pagamento das faturas mensais de consumo:
- Balcões dos C.T.T e PayShop; - Multibanco
Do total de contratos registados em dezembro de 2015, 65,9% optaram pelo pagamento dos seus consumos de água através de transferência bancária, 7,6% escolheram pagar na tesouraria dos S.M.A.S.V., 26,5% pagavam pelo modo de pagamento multicanal, dos quais 13,5% pagaram nos balcões C.T.T / PayShop e 13% efetuaram o pagamento pelo sistema Multibanco.
No ano de 2014, foi adquirido módulo para emissão e envio de Faturas Digitais – Outbound do S.G.A. – Sistema de Gestão de Águas, e fornecimento do Sistema de Comunicações Móveis com o cidadão (SMS2GOV), que interliga com o sistema de Faturas Digitais.
Módulo para emissão e envio de Faturas Digitais – Outbound – Primeira série de emissão de Faturas Digitais em março de 2014.
As capacidades de integração do SMS2GOV com o ERP AIRC está a disponibilizar aos clientes aderentes à Fatura Eletrónica o Aviso de falta de pagamento por S.M.S..
A implementação do módulo para emissão e envio de Faturas Digitais – Outbound do S.G.A. – Sistema de Gestão de Águas, necessitou de um certificado de autenticidade e validade legal destinado à assinatura e certificação digital dos documentos emitidos pala solução.
RELATÓRIO E CONTAS 2015