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Paula Leal

Academic year: 2022

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A ORIGEM DOS TRANSTORNOS DE ANSIEDADE...4

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO...5

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE GENERALIZADA...6

FOBIAS ESPECÍFICAS...7

FOBIA SOCIAL...8

TRANSTORNO DE ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO...9

ASSUMA O CONTROLE DA SUA VIDA: A IMPORTÂNCIA DA AJUDA PSICOLÓGICA...10

REFERÊNCIAS...12

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MÓDULO 1

A ORIGEM DOS TRANSTORNOS DE ANSIEDADE

A ansiedade é um sentimento de medo vago e desagradável, caracterizado por um desconforto ou tensão derivado de uma antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho.

- Castillo (2000)

🔑 Os transtornos de ansiedade incluem transtornos que compartilham características de medo e ansiedade excessivos e perturbações comportamentais relacionados.

Medo é a resposta emocional a ameaça iminente real ou percebida, enquanto ansiedade é a antecipação de ameaça futura. Obviamente, esses dois estados se sobrepõem, mas também se diferenciam, com o medo sendo com mais frequência associado a períodos de excitabilidade autonômica aumentada, necessária para luta ou fuga, pensamentos de perigo imediato e comportamentos de fuga, e a ansiedade sendo mais frequentemente associada a tensão muscular e vigilância em preparação para perigo futuro e comportamentos de cautela ou esquiva.

Às vezes, o nível de medo ou ansiedade é reduzido por comportamentos constantes de esquiva.

Os ataques de pânico se destacam dentro dos transtornos de ansiedade como um tipo particular de resposta ao medo. Não estão limitados aos transtornos de ansiedade e também podem ser vistos em outros transtornos mentais. Os transtornos de ansiedade diferem entre si nos tipos de objetos ou situações que induzem medo, ansiedade ou comportamento de esquiva e na ideação cognitiva associada. Assim, embora os transtornos de ansiedade tendam a ser altamente comórbidos entre si, podem ser diferenciados pelo exame detalhado dos tipos de situações que são temidos ou evitados e pelo conteúdo dos pensamentos ou crenças associados.

A ansiedade e o medo passam a ser patológicos quando são exagerados, desproporcionais em relação ao estímulo, ou qualitativamente diversos do que se observa como norma naquela faixa etária, interferindo na qualidade de vida.

Segundo o Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais (AMERICAN..., 2013) muitos dos transtornos de ansiedade surgem durante a infância e se não forem tratados tendem a persistir, sendo que a maioria ocorre mais em indivíduos do sexo feminino que no sexo masculino. Castillo (2000) afirma que os transtornos ansiosos são quadros clínicos com sintomas primários, não são derivados de outras condições psiquiátricas (depressão, psicose, transtornos de desenvolvimento etc.). Estes são diagnosticados segundo o DSM-V apenas quando os sintomas não são consequências dos efeitos fisiológicos do uso de substâncias/medicamento ou de outra condição médica.

Segundo pesquisas, na população adulta em geral os transtornos de ansiedade vem crescendo exponencialmente, podendo ser encontrados em qualquer pessoa em diferentes períodos da vida. Alguns dos tipos de transtornos ansiosos segundo o DSM-V são: transtorno de pânico, transtorno de ansiedade generalizada, fobia social, fobias específicas, transtorno de estresse pós-traumático e transtorno obsessivo-compulsivo. Neste módulo abordaremos a respeito dos transtornos de ansiedade de separação, generalizada, transtornos fóbicos e transtorno do estresse pós-ttraumático.

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TRANSTORNOS DE ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO

O transtorno de ansiedade de separação é caracterizado pelo medo e ansiedade excessiva em relação ao afastamento dos pais ou seus substitutos, não adequada ao nível de desenvolvimento, que persiste por, no mínimo, quatro semanas, causando sofrimento intenso e prejuízos significativos em diferentes áreas da vida da criança ou adolescente.

As crianças ou adolescentes, quando estão sozinhas, temem que algo possa acontecer a si mesmo ou ao seus cuidadores, tais como acidentes, seqüestro, assaltos ou doenças, que os afastem definitivamente destes. Como conseqüência, demonstram um comportamento de apego excessivo a seus cuidadores, não permitindo o afastamento destes ou telefonando repetidamente para eles a fim de tranqüilizar-se a respeito de suas fantasias. Em casa, para dormir necessitam de companhia e resistem ao sono, que vivenciam como separação ou perda de controle. Com freqüência referem pesadelos que versam sobre seus temores de separação. Recusa escolar secundária também é comum nesses pacientes. A criança deseja freqüentar a escola, demonstra boa adaptação prévia, mas apresenta intenso sofrimento quando necessita afastar-se de casa.

Quando a criança percebe que seus pais vão se ausentar ou o afastamento realmente ocorre, manifestações somáticas de ansiedade, tais como dor abdominal, pesadelos, dor de cabeça, náusea e vômitos são comuns. Crianças maiores podem manifestar sintomas cardiovasculares como palpitações, tontura e sensação de desmaio. Esses sintomas prejudicam a autonomia da criança, restringem a sua vida de relação e seus interesses, ocasionando um grande estresse pessoal e familiar. Sentem-se humilhadas e medrosas, resultando em baixa auto-estima e podendo evoluir para um transtorno do humor.

Estudos retrospectivos sugerem que a presença de ansiedade de separação na infância é um fator de risco para o desenvolvimento de diversos transtornos de ansiedade, entre eles, o transtorno de pânico e de humor na vida adulta.

• Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico

Ø Quando separadas das figuras importantes de apego, as crianças com transtorno de ansiedade de separação podem exibir retraimento social, apatia, tristeza ou dificuldade de concentração no trabalho ou nos brinquedos.

Ø Dependendo da idade, os indivíduos podem ter medo de animais, monstros, escuro, assaltantes, ladrões, sequestradores, acidentes de carro, viagens de avião e de outras situações que lhes dão a percepção de perigo à família ou a eles próprios.

Ø O transtorno de ansiedade de separação em crianças pode levar à recusa de ir à escola, o que, por sua vez, pode ocasionar dificuldades acadêmicas e isolamento social.

Ø As crianças com esse transtorno podem ser descritas como exigentes, intrusas e com necessidade de atenção constante e, quando adultas, podem parecer dependentes e superprotetoras.

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• Tratamentos

Ø Intervenção familiar

Ø Sintonia entre a escola e os pais;

Ø Farmacológico em casos extremos;

Ø Psicoterapia ou combinação

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE GENERALIZADA

O transtorno de ansiedade generalizada (TAG) é uma situação comum, caracterizada por preocupação excessiva e crônica sobre diferentes temas, associada a tensão aumentada. É o transtorno de ansiedade mais comum na atenção primária, estando entre os dez motivos gerais mais comuns de consulta. Uma pessoa com transtorno de ansiedade generalizada normalmente se sente irritada e tem sintoma físicos, como inquietação, fadiga fácil e tensão muscular. Pode ter problemas de concentração e de sono. Para fazer um diagnóstico, os sintomas devem estar presentes por pelo menos seis meses e causar desconforto clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, ocupacional ou em outras áreas importantes.

Um aspecto essencial é a preocupação constante concomitante aos sintomas somáticos e psíquicos. Os receios mais frequentes são: medo de adoecer, de que algo negativo aconteça com seus familiares, de não conseguir cumprir com compromissos profissionais ou financeiros. No curso do transtorno, é comum a preocupação mudar de foco. É especialmente comum entre donas de casa e, entre os homens, mais comum entre os solteiros/separados e desempregados.

• Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico

Ø Pode haver tremores, contrações, abalos e dores musculares, nervosismo ou irritabilidade associados a tensão muscular.

Ø Muitos também experimentam sintomas somáticos (p. ex., sudorese, náusea, diarreia) e uma resposta de sobressalto exagerada.

Ø Sintomas de excitabilidade autonômica aumentada (p. ex., batimentos cardíacos acelerados, falta de ar, tonturas)

Ø Outras condições que podem estar associadas ao estresse (p. ex., síndrome do intestino irritável, cefaleia) frequentemente acompanham o transtorno.

• Tratamentos

Tratamento deve ser oferecido logo que possível, na própria atenção primária:

Ø Farmacoterapia

Ø psicoterapia ou combinação de ambos.

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FOBIAS ESPECÍFICAS

Fobia específica é um dos transtornos de ansiedade caracterizada segundo o DSM – V pela presença de medo excessivo e sempre relacionado com uma situação ou objeto específico, podendo ser desenvolvida a partir de um evento traumático. Medo, ansiedade ou esquiva é quase sempre imediatamente induzido pela situação fóbica, até um ponto em que é persistente e fora de proporção em relação ao risco real que se apresenta. Existem vários tipos de fobias específicas:

a animais, ambiente natural, sangue-injeção-ferimentos, situacional e outros.

Na afirmação de Wauke e outros autores (2004):

Este medo pode gerar também a ansiedade antecipatória, neste caso, o indivíduo fica ansioso só com o fato de rememorar o alvo gerador de sua fobia.

Em geral, a fobia é diagnosticada se estiver atrapalhando o dia-a-dia da pessoa e ela admitir que esse medo é excessivo. Uma pessoa fóbica constantemente, evita o contato com o elemento causador de seu mal-estar.

(VICELLI, 2000 APUD WAUKE ET AL 2004, p. 1).

• Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico

Ø O medo ou a ansiedade esta circunscrito à presença de uma situação ou objeto particular, devendo este medo ser intenso ou grave.

Ø O medo ou ansiedade é desproporcional em relação ao perigo real apresentado pelo objeto ou situação ou mais intenso do que é considerado necessário.

Ø A fobia específica deve causar sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo para que o transtorno seja diagnosticado.

Ø O medo ou a ansiedade é evocado quase todas as vezes que o indivíduo entra em contato com o estímulo fóbico.

Ø O indivíduo evita ativamente a situação.

• Tratamento

Ø Psicoterapia Comportamental ( a mais utilizada).

*As fobias específicas são influenciadas por nossas crenças. Se interpretarmos uma situação como ameaçadora, tendemos a ter reações emocionais de acordo com essa interpretação e não de acordo com o perigo real.

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FOBIA SOCIAL

No transtorno de ansiedade social (fobia social), o indivíduo é temeroso, ansioso ou se esquiva de interações e situações sociais que envolvem a possibilidade de ser avaliado. Estão inclusas situações sociais como encontrar-se com pessoas que não são familiares, situações em que o indivíduo pode ser observado comendo ou bebendo e situações de desempenho diante de outras pessoas. A ideação cognitiva associada é a de ser avaliado negativamente pelos demais, ficar embaraçado, ser humilhado ou rejeitado ou ofender os outros.

• Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico

Ø Os indivíduos com transtorno de ansiedade social podem ser inadequadamente assertivos ou muito submissos ou, com menos frequência, muito controladores da conversa

Ø Podem mostrar uma postura corporal excessivamente rígida ou contato visual inadequado ou falar com voz extremamente suave.

Ø Podem ser tímidos ou retraídos e ser menos abertos em conversas e revelar pouco a seu respeito.

Ø Podem procurar emprego em atividades que não exigem contato social, embora esse não seja o caso para indivíduos com transtorno de ansiedade social somente desempenho . Podem sair da casa dos pais mais tarde.

Ø Os homens podem retardar o casamento e a paternidade, enquanto as mulheres que gostariam de trabalhar fora de casa podem viver uma vida inteira como donas de casa.

• Tratamento

Ø Psicoterapia

*A automedicação com substâncias é comum (p. ex., beber antes de ir a uma festa) Com o objetivo de sentir-se mais desinibido.

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TRANSTORNO DE ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO

O transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) é um distúrbio da ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais em decorrência de o portador ter sido vítima ou testemunha de atos violentos ou de situações traumáticas que, em geral, representaram ameaça à sua vida ou à vida de terceiros. Quando se recorda do fato, ele revive o episódio, como se estivesse ocorrendo naquele momento e com a mesma sensação de dor e sofrimento que o agente estressor provocou. Essa recordação, conhecida como revivescência, desencadeia alterações neurofisiológicas e mentais.

Aproximadamente entre 15% e 20% das pessoas que, de alguma forma, estiveram envolvidas em casos de violência urbana, agressão física, abuso sexual, terrorismo, tortura, assalto, sequestro, acidentes, guerra, catástrofes naturais ou provocadas, desenvolvem esse tipo de transtorno. Os sintomas podem manifestar-se em qualquer faixa de idade e levar meses ou anos para aparecer.

• Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico

Ø Identificar o evento traumático (agente estressor), que tenha representado ameaça à vida do portador do distúrbio;

Ø Reexperiência traumática: pensamentos recorrentes e intrusivos que remetem à lembrança do trauma, flashbacks, pesadelos;

Ø Esquiva e isolamento social: a pessoa foge de situações, contatos e atividades que possam reavivar as lembranças dolorosas do trauma;

Ø Hiperexcitabilidade psíquica e psicomotora: taquicardia, sudorese, tonturas, dor de cabeça, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, irritabilidade, hipervigilância.

• Tratamento

Ø São opções de tratamento a terapia cognitivo comportamental e a indicação de medicamentos ansiolíticos, quando necessários.

Recente pesquisa desenvolvida pela UNIFESP (Universidade Federal do Estado de São Paulo) e por outras universidades brasileiras, em parceria com pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz, levantou a hipótese de a causa do transtorno estar no desequilíbrio dos níveis de cortisol ou na redução de 8% a 10% do córtex pré-frontal e do hipocampo, áreas localizadas no cérebro.

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ASSUMA O CONTROLE DA SUA VIDA: A IMPORTÂNCIA DA AJUDA PSICOLÓGICA

Ao observar o subtítulo acima, possa ser que logo de início lhe pareça um tanto exagerado, ou até mesmo supérfluo. Talvez, você caro aluno(a) pense o quanto seria libertador finalmente livrar-se de vez da ansiedade e de todo o extremo desconforto que ela causa. Até porque, nada melhor do que você, dono de si, tomar as rédeas da sua própria vida, algo que há muito tempo sente-se incapaz de fazer.

Como discutido neste módulo, a ansiedade e o medo quando saem do controle, podem acarretar em distúrbios ou fobias, e consequentemente prejudicam tanto a saúde física, como também a saúde a mental. A preocupação e o medo paralisam, ocupam grande parte do nosso tempo, consomem as nossas energia e diminuem o rendimento, isso faz com que aconteça a perca de inúmeras oportunidades no trabalho e em outras áreas importantes da vida de alguém, desperdiçando muito do seu potencial. Ela interfere diretamente na rotina, gerando sofrimento, sensação de incapacidade, ou de extrema limitação, e então torna-se cada vez mais difícil de ser controlada. É a partir dai que a grande maioria começa a perceber a importância da ajuda profissional psicológica para o tratamento dos transtornos de ansiedade, quando o quadro agrava- se a ponto de sentir-se sufocado pelas suas próprias ações e pensamentos. Veja a seguir a importância da ajuda psicológica no combate dos transtornos de ansiedade e fobias:

Ø Com a ajuda do terapeuta é possível entrar em contato consigo mesmo e entender as raízes e os desdobramentos do problema. Irá conseguir perceber o que alimenta a sua ansiedade, identificar as possíveis causas e reconhecer as emoções e comportamentos que vêm dificultando a sua vida. Aumentar o autoconhecimento é o primeiro passo para ficar bem.

Ø Além disso, na Psicoterapia você entenderá os mecanismos da ansiedade, ou seja, terá ajuda para entender o que está acontecendo com seu corpo e sua mente no momento ansioso, aumentando assim a sua sensação de segurança e minimizando pensamentos catastróficos pela incerteza do que acontecerá em seguida. Ao tratar o assunto na terapia, você o entende melhor e aprende a lidar com ele de um modo diferente.

Ø Também é papel do psicólogo orientar você sobre estratégias que ajudam a controlar o sentimento de ansiedade. A metacognição, uma técnica de refletir sobre os próprios pensamentos, é muito interessante para esses casos. Além disso, algumas técnicas de relaxamento, como a respiração diafragmática, também são eficientes para controlar a ansiedade. Com as intervenções do psicólogo, você se capacita para intervir em si mesma e controlar as crises.

Ø O psicólogo não faz julgamentos a respeito do que você está sentindo e adota uma atitude acolhedora, que fará com que você se sinta seguro para falar do problema.

Ø o terapeuta irá te encorajar a vivenciar as situações que você evitou por tanto tempo. A sensação de conseguir enfrentar aquilo que por tanto tempo tememos é libertadora, e ainda traz bem-estar e autoconfiança.

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É importante entender que o resultado não acontece instantaneamente, e que o tratamento pode durar algum tempo. Outro fator importante é que, a cooperação e motivação do paciente é fundamental, o psicólogo e o paciente trabalham juntos para atingir os resultados esperados. Sendo assim, a intervenção de um psicólogo no tratamento da ansiedade é fundamental para superar os sintomas, recuperar sua saúde e assumir o controle da vida.

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REFERÊNCIAS

Allen AJ, Leonard H, Swedo SE. Current knowledge of medications for the treatment of childhood anxiety disorders. J Am Acad Child Adolesc Psychiatry 1995;34:976-86.

2. Swedo SE, Leonard HL, Allen AJ. New developments in childhood affective and anxiety disorders.

Curr Probl Pediatr 1994;24:12-38.

3. Bernstein GA, Borchardt CM, Perwien AR. Anxiety disorders in children and adolescents: a review of the past 10 years. J Am Acad Child Adolesc Psychiatry 1996;35:1110-9.

AMERICAN Psychiatric Associaciation (APA). DSM-5. Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais. Porto Alegre: Artmed, 2013.

ARRUDA, Monia Camilla da Cunha. et al. A modificação comportamental da ansiedade de universitários em situações de exposições orais. 2006. Disponível em:

<http://repositorio.uniceub.br/bitstream/123456789/2905/2/20176415.pdf> Acesso em: 15 jul.

2015.

ASSUMPÇÃO JR, Francisco B. Psicopatologia: aspectos clínicos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.

SILVA, Ana Beatriz B. Mentes ansiosas: medo e ansiedade além dos limites. Rio de janeiro: Objetiva, 2011. Cap.4.

TERRA, Mauro Barbosa; GARCEZ, Joana Presser; NOLL, Betina. Fobia específica: um estudo transversal com 103 pacientes tratados em ambulatório. Rev. psiquiatr. clín, v.34, n.2, 2007. p.68- 73. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rpc/v34n2/02.pdf>. Acesso em: 12 jul. 2015.

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