• Nenhum resultado encontrado

Rev. adm. empres. vol.44 número4

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. adm. empres. vol.44 número4"

Copied!
1
0
0

Texto

(1)

O UT./DEZ. 2 0 0 4 • ©RAE • 9 7

INDICAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS

ECONOMY AND SOCIETY. Ro b e rt J. Ho lto n Lo nd o n: Ro utle d ge , 1 9 9 2 . 2 8 9 p .

Holton argu men ta qu e os arran jos políticos e cu ltu rais in flu en ciam o fu n cion amen to da vida econ ômica, n a mesma medida em qu e os fatores econ ômicos in flu en ciam a cu ltu ra e a política. Em segu ida, o au tor an alisa aspectos da h istória do pen samen to econ ômico e social, abarcan do desde o liberalismo econ ômico até as teorias mais recen tes sobre “imersão social da econ omia” e cu stos de tran sação. O livro traz u ma característica distin tiva ao in serir a an tropologia (cu ltu -ra) e a ciên cia política (poder e con flito) n o âmbito da sociologia econ ômica.

THE HANDBOOK OF ECONOMIC SOCIOLOGY. Ne il J. Sm e lse r e Ric hard Swe d b e rg ( e d ito re s) . Princ e to n: Princ e to n Unive rsity Pre ss, 1 9 9 4 . 8 3 5 p .

Este livro traz u m qu adro abran gen te da produ ção acadêmica n orte-american a em sociologia econ ômica. São apresen tados 31 temas qu e tratam, en tre ou tros, de cu ltu ra e econ omia, mercado como estruturas sociais, trabalho e lazer. Cada tema foi desenvolvido por destacados especialistas, tais como Oliver Williamson (custos de transação e teoria organizacional), James Coleman (escolha racional) e Mark Granovetter (grupos de negócios). A principal qualidade da obra é a de sistema-tizar, sem perder em profundidade analítica, o conhecimento alcançado pelos principais trabalhos de Sociologia Econômica e contribuir para a elaboração de novas linhas de pesquisa.

ECONOMICS AND SOCIOLOGY – REDEFINING THEIR BOUNDARIES: Conversations with Economists and Sociologists. Ric hard Swe d b e rg. Ne w Je rse y: Princ e to n Unive rsity Pre ss, 1 9 9 0 . 3 6 1 p .

O autor realiza entrevistas com o objetivo de promover a interlocução entre economistas e sociólogos e fazer com que os pontos de interseção entre os dois campos de conhecimento sejam repensados. Foram entrevistados os pioneiros na área de sociologia econômica, tais como K. Arrow, A. Hirschman e N. Smelser. Por ocuparem posição central e estratégica no debate atual, foram entrevistados G. Becker, J. Coleman, M. Granovetter e O. Williamson. Com o intuito de levantar questões sobre as novas intera-ções entre a sociologia e a economia, a obra finaliza com os entrevistados A. Sen e J. Elster.

A GRANDE TRANSFORMAÇÃO: AS ORIGENS DA NOSSA ÉPOCA.Karl Po lanyi. Rio de Jane iro : Campus, 2 0 0 0 . 3 4 9 p.

O foco cen tral dessa obra são as origen s econ ômicas e políticas do desmoron amen to de qu atro in stitu ições fu n damen tais do sécu lo XIX: o equ ilíbrio de poder en tre os países domin an tes, o padrão ou ro, o estado liberal e o mercado au to-regu lável. Utilizan do-se das con tribu ições da h istória, an tropologia e econ omia política, Polan yi mostra como o mercado se au ton omizou em relação às demais in stitu ições sociais, e as implicações sociais geradas por essa separação. O au tor con clu i qu e a modern a econ omia de mercado, ao tran sformar a terra, o trabalh o e o di-n h eiro em mercadoria, revela seu caráter destru tivo e domidi-n ador da sociedade.

SAÍDA, VOZ E LEALDADE: REAÇÕES AO DECLÍNIO DE FIRMAS, ORGANIZAÇÕES E ESTADOS. Alb e rt Hirsc hm an. São Paulo : Pe rsp e c tiva, 1 9 7 3 . 1 4 7 p .

O au tor tem por objetivo explicar como os in divídu os reagem às mu dan ças ou à deterioração do desempen h o das organ izações e do Estado. Para isso, Hirsch man propõe as categorias “saída” (mecan ismo de mercado), “voz” e “lealdade” (mecan ismos de n ão mercado), e expõe a din âmica segu n do a qu al esses mecan ismos, partícipes tan to de empresas qu an to de órgãos pú blicos, in te-ragem ou se exclu em. Sob esse en foqu e, o au tor in vestiga qu estões como: qu e in stitu ições ser-vem para aperfeiçoar as opções “saída” e “voz” como mecan ismos de recu peração; e se as in sti-tu ições qu e aperfeiçoam a opção saída são compatíveis com as qu e melh oram a opção voz.

SOCIOLOGIA ECONÔM ICA

Nas últimas duas décadas a sociologia econômica tem se mos-trado um campo promissor e em expansão. Alguns autores a definem como a aplicação de estruturas de referência, variá-veis e modelos sociológicos a atividades complexas relaciona-das à produção, distribuição, troca, consumo de bens e servi-ços escassos. O crescente interesse pela área se verifica em

Referências

Documentos relacionados

O leitor brasilei- ro talvez venha a considerar essa pri- meira parte exótica: como reconciliar a experiência dos países nórdicos, que souberam preservar direitos sociais, com

Tal movimento, de dinâmica complexa, estabelece relações de per- tencimento a coletivos de trabalho, os quais contribuem para a elabora- ção da subjetividade de homens e mulheres..

Seus 26 capítulos abordam questões como o papel do empreendedor na economia, franquias, empresas familiares, ética, aspectos sociais e legais, além de detalhar os passos para

Em uma abordagem bastante clara, os autores abordam os problemas ligados aos aspectos não objetivos das negociações, especialmente aqueles ligados aos problemas de percepções, ao

Primeiro, que autores e avaliadores devem ser incentivados a se verem como pares, verdadeiros parceiros no desenvolvimento do trabalho; segundo, que o editor deve estimular autores

A Iberoamerican Academy of Management (IAM), uma organização afiliada à Academy of Management, tem grande orgulho de apoiar este fórum especial da RAE, desenvolvido com base

Im- plantado no início do século XIX, o modelo de universidade como ins- tituição voltada principalmente para a pesquisa e a produção de conhe- cimento coloca o ensino na depen-

Dois aspectos são recor- rentes na forma em que esse mode- lo é utilizado por Garcia: primeiro, a importância de destacar o aspecto concreto das condições de vida do sujeito social