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Rev. adm. empres. vol.44 número4

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Academic year: 2018

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9 6 • ©RAE • VO L. 4 4 • Nº 4

RICHARD RORTY: a filosofia do Novo Mundo em busca de mundos novos. Paulo Ghirald e lli Júnio r. Pe tró p o lis, RJ: Vo ze s, 1 9 9 9 . 1 2 7 p .

O au tor apresen ta didaticamen te a obra do n orte-american o Rich ard Rorty, o mais importan te filósofo n eopragmatista da atu alidade. O livro traz u ma biografia do filósofo e, em segu ida, trata dos segu in tes temas: teoria da verdade, lin gu agem, metáfora, como alteramos n ossas cren ças e desejos, edu cação e filosofia da edu cação, as críticas de Deleu ze e Habermas con tra Rorty, e como ele as respon de. Fin aliza com u m artigo do próprio Rorty. Obra essen cial para u ma in tro-du ção ao n eopragmatismo.

O PRAGMATISMO: de Peirce a Davidson. Jo hn Murp hy. Lisb o a: Ed iç õ e s ASA, 1 9 9 3 . 1 9 1 p .

Esta obra foi origin almen te con cebida para u tilização em u m cu rso sobre o pragmatismo. O au tor trata dos filósofos pragmatistas – desde os fu n dadores C. Peirce, W. James e J. Dewey até os con t em p or ân eos W. Qu in e e D. David son – e d efin e com o t em a cen t r al d o livro o an t i-represen tacion ismo; isto é, o aban don o de u ma versão con templativa do con h ecimen to e do du alismo aparên cia e realidade. Além de ser u ma ótima referên cia sobre a h istória do pragmatis-mo e o seu desen volvimen to em n eopragmatispragmatis-mo, a obra traz u ma vasta bibliografia para o apro-fu n damen to n o tema.

OS PIONEIROS DO PRAGMATISMO AMERICANO. Jo hn R. Sho o k. Rio d e Jane iro : DP&A, 2 0 0 2 . 2 1 5 p .

Esta obra é u ma excelen te in trodu ção ao pen samen to dos três prin cipais fu n dadores do pragma-tismo n ortamerican o: C. S. Peirce, W. James e J. Dewey. O au tor explora o modo como o con h e-cimen to, a verdade e a realidade são compreen didos por esses filósofos, e faz u ma an álise das implicações e repercu ssões de su as idéias n a filosofia an alítica con temporân ea. A divisão do livro em três partes obedece a u ma exposição in dividu alizada de cada filósofo e qu e, tomadas em con ju n to, provêm ao leitor u m extraordin ário qu adro de referên cia.

PHILOSOPHY AND SOCIAL HOPE. Ric hard Ro rty. Ne w Yo rk: Pe nguin Bo o ks, 1 9 9 9 . 2 8 8 p .

Os en saios reu n idos n esta obra mostram o estilo elegan te e claro de fazer filosofia de Rorty, graças ao qu al ele dialoga com ou tros pú blicos, além da comu n idade de filósofos. A primeira parte do livro apresen ta u m pan orama geral do pragmatismo, dan do ên fase às su as con cepções de verdade, con h ecimen to e ética. Na segu n da, o au tor estabelece u m diálogo en tre o pragmatis-mo e temas copragmatis-mo política, religião, literatu ra, arte, ética, edu cação e sociedade n orte-american a, o qu e resu lta em en saios provocan tes e atu ais.

FILOSOFIA ANALÍTICA, PRAGMATISMO E CIÊNCIA. Paulo R. M. Pinto e Cristina Magro ( o rg.) . Be lo Ho rizo nte : Ed ito ra d a UFMG, 1 9 9 8 . 3 4 8 p .

Resultado de um evento ocorrido no Brasil que reuniu nomes como Richard Rorty, Bjorn Ramberg e Su san Haack, além de acadêmicos brasileiros, esta obra promove u m rico diálogo en tre o prag-matismo e ou tras corren tes filosóficas e cien tíficas atu ais. A primeira parte é focada n o debate en tre Rorty e Haack, qu e apresen tam distin tas con cepções sobre o lu gar do pragmatismo n o cen ário filosófico. Nas qu atro seções segu in tes são abordados temas como ética, moral, teoria da lin gu agem e do con h ecimen to, metafísica e progresso cien tífico.

NEOPRAGM ATISM O

O n eopragmatismo é u ma corren te filosófica qu e propõe a revisão de con ceitos essen ciais, tais como verdade e con h eci-men to. En qu an to a filosofia da ciên cia bu sca en con trar os fu n damen tos ú ltimos do con h ecimen to exato da realidade, o n eopragmatismo bu sca en ten der em qu e medida esse con h e-cimen to pode ser válido do pon to de vista ético e social. Para

a Admin istração, essa corren te filosófica pode trazer n ovas lu zes acerca da epistemologia dos estu dos organ izacion ais e en riqu ecer o debate fu n cion alismo versus teoria crítica.

Se-gu em in dicações de Pe dro F. Be ndas s o lli, dou toran do em Psicologia n a USP, e Maurício C. Se rafim, dou toran do em Admin istração de Empresas n a FGV-EAESP, sobre o tema.

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