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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 1 de 31

AULA 12: FISCALIZAÇÃO

SUMÁRIO PÁGINA 1. INTRODUÇÃO 2 2. MEDIÇÃO 5 3. PAGAMENTOS 15 4. REAJUSTAMENTO 15 5. MUDANÇA DE DATA-BASE 16 6. DIÁRIO DE OBRAS 16 7. QUESTÕES COMENTADAS 18

8. QUESTÕES APRESENTADAS NESTA AULA 27

9. GABARITO 31

Olá pessoal, nesta aula de Fiscalização trataremos dos assuntos relacionados a esta atividade, que são os itens 2 e 3 da parte de Programação, Controle e Acompanhamento de Obras:

- 2. Acompanhamento e aplicação de recursos (vistorias, emissão de faturas, controle de materiais); e

- 3. Critérios de Medição de Obras.

Os comentários das questões complementam a teoria. Algumas questões referentes a critérios de medição foram comentadas nas aulas anteriores.

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 2 de 31 1 – INTRODUÇÃO

A Fiscalização do Contratante responsabiliza-se pelo

acompanhamento e aplicação dos recursos das obras.

Portanto, inicio com a apresentação dos deveres da Fiscalização previstos no Manual de Obras Públicas – Edificações – Práticas da SEAP.

1.1 – Atividades da Fiscalização

A Fiscalização deverá realizar, dentre outras, as seguintes atividades:

- manter um arquivo completo e atualizado de toda a documentação pertinente aos trabalhos, incluindo o contrato, Caderno de Encargos, orçamentos, cronogramas, caderneta de ocorrências, correspondência, relatórios diários, certificados de ensaios e testes de materiais e serviços, protótipos e catálogos de materiais e equipamentos aplicados nos serviços e obras;

- analisar e aprovar o projeto das instalações provisórias e canteiro de serviço apresentados pela Contratada no início dos trabalhos;

- analisar e aprovar o plano de execução e o cronograma detalhado dos serviços e obras a serem apresentados pela Contratada no início dos trabalhos;

- obter da Contratada o Manual de Qualidade contendo o Sistema de Gestão de Qualidade e verificar a sua efetiva utilização;

- promover reuniões periódicas no canteiro de serviço para análise e discussão sobre o andamento dos serviços e obras, esclarecimentos e providências necessárias ao cumprimento do contrato;

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- esclarecer ou solucionar incoerências, falhas e omissões eventualmente constatadas nos desenhos, memoriais, especificações e demais elementos de projeto, bem como fornecer informações e instruções necessárias ao desenvolvimento dos trabalhos;

- solucionar as dúvidas e questões pertinentes à prioridade ou seqüência dos serviços e obras em execução, bem como às interferências e interfaces dos trabalhos da Contratada com as atividades de outras empresas ou profissionais eventualmente contratados pelo Contratante;

- promover a presença dos Autores dos projetos no canteiro de serviço, sempre que for necessária a verificação da exata correspondência entre as condições reais de execução e os parâmetros, definições e conceitos de projeto;

- paralisar e/ou solicitar o refazimento de qualquer serviço que não seja executado em conformidade com projeto, norma técnica ou qualquer disposição oficial aplicável ao objeto do contrato;

- solicitar a substituição de materiais e equipamentos que sejam considerados defeituosos, inadequados ou inaplicáveis aos serviços e obras;

- solicitar a realização de testes, exames, ensaios e quaisquer provas necessárias ao controle de qualidade dos serviços e obras objeto do contrato;

- exercer rigoroso controle sobre o cronograma de execução dos serviços e obras, aprovando os eventuais ajustes que ocorrerem durante o desenvolvimento dos trabalhos;

- aprovar partes, etapas ou a totalidade dos serviços

executados, verificar e atestar as respectivas medições, bem como conferir, vistar e encaminhar para pagamento as faturas emitidas pela Contratada;

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- verificar e aprovar a substituição de materiais, equipamentos e serviços solicitada pela Contratada e admitida no Caderno de Encargos, com base na comprovação da equivalência entre os componentes, de conformidade com os requisitos estabelecidos no Caderno de Encargos;

- verificar e aprovar os relatórios periódicos de execução dos serviços e obras, elaborados de conformidade com os requisitos estabelecidos no Caderno de Encargos;

- solicitar a substituição de qualquer funcionário da Contratada que embarace ou dificulte a ação da Fiscalização ou cuja presença no local dos serviços e obras seja considerada prejudicial ao andamento dos trabalhos;

- verificar e aprovar os desenhos “como construído” elaborados pela Contratada, registrando todas as modificações introduzidas no projeto original, de modo a documentar fielmente os serviços e obras efetivamente executados.

Qualquer auxílio prestado pela Fiscalização na interpretação dos desenhos, memoriais, especificações e demais elementos de projeto, bem como na condução dos trabalhos, não poderá ser invocado para eximir a Contratada da responsabilidade pela execução dos serviços e obras.

A comunicação entre a Fiscalização e a Contratada será realizada através de correspondência oficial e anotações ou registros na Caderneta de Ocorrências.

A Caderneta de Ocorrências, com páginas numeradas em 3 (três) vias, 2 (duas) destacáveis, será destinada ao registro de fatos e comunicações que tenham implicação contratual, como: modificações de projeto, conclusão e aprovação de serviços e etapas construtivas, autorizações para execução de trabalho adicional, autorização para substituição de materiais e equipamentos, ajustes

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 5 de 31

no cronograma e plano de execução dos serviços e obras, irregularidades e providências a serem tomadas pela Contratada e Fiscalização.

A Fiscalização deverá exigir relatórios diários de execução dos serviços e obras (Diário de Obra), com páginas numeradas em 3(três) vias, 2(duas) destacáveis, contendo o registro de fatos normais do andamento dos serviços, como: entrada e saída de equipamentos, serviços em andamento, efetivo de pessoal, condições climáticas, visitas ao canteiro de serviço, inclusive para as atividades de suas subcontratadas.

As reuniões realizadas no local dos serviços e obras serão documentadas por Atas de Reunião, elaboradas pela Fiscalização e que conterão, no mínimo, os seguintes elementos: data, nome e assinatura dos participantes, assuntos tratados, decisões e responsáveis pelas providências a serem tomadas.

É importante, também, que sejam mantidas no canteiro de obras, para rápida consulta, cópias da documentação completa dos elementos que auxiliam no entendimento da situação do empreendimento, como por exemplo: projetos, especificações técnicas constantes do edital, caderno de encargos, cronogramas, correspondências, resultados dos ensaios, laudos e atas de reunião (Altounian, 2008).

2 – MEDIÇÃO

Os serviços de medição das obras de implantação têm por finalidade a apuração das grandezas dos seus diversos elementos, de modo a permitir o seu pagamento.

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 6 de 31 2.1 – Condições Gerais

Deverão ser obedecidas as seguintes condições gerais:

a) Somente poderão ser considerados para efeito de medição e pagamento os serviços e obras efetivamente executados pela Contratada e aprovados pela Fiscalização, respeitada a rigorosa correspondência com o projeto e suas modificações expressa e previamente aprovadas pelo Contratante.

b) A medição de serviços e obras será baseada em relatórios periódicos elaborados pela Contratada, registrando os levantamentos, cálculos e gráficos necessários à discriminação e determinação das quantidades dos serviços efetivamente executados.

c) A discriminação e quantificação dos serviços e obras considerados na medição deverão respeitar rigorosamente as planilhas de orçamento anexas ao contrato, inclusive critérios de medição e pagamento.

d) O Contratante deverá efetuar os pagamentos das faturas emitidas pela Contratada com base nas medições de serviços aprovadas pela Fiscalização, obedecidas as condições estabelecidas no contrato.

2.2 – Critérios de Medição

O Caderno de Encargos conterá todos os elementos de projeto, bem como as informações e instruções complementares necessárias à execução dos serviços e obras objeto do contrato, como a regulamentação de Preços e Medições, contendo a definição, a composição e o critério de medição de todos os itens das Planilhas de Orçamento.

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Seguem os critérios de medição dos serviços de construção civil previstos no Manual de Obras Públicas – Edificações – Prática SEAP – Projetos:

Serviço Critério de Medição

Levantamentos Planialtimétricos

Área efetivamente levantada, medida no plano horizontal, em m².

Sondagens - Poços de inspeção

Volume efetivamente escavado e aprovado pela Fiscalização, em m³, medido no poço. Sondagens a Trado Metro efetivamente perfurado no subsolo,

entre os limites em que esse método de avanço for empregado e aceito pela Fiscalização.

Sondagens a

Percussão

Metro efetivamente perfurado no subsolo aceito pela Fiscalização. O limite para medição poderá ser entre a superfície original do terreno e o fundo do furo.

Sondagem Rotativa Metro efetivamente perfurado e aceito pela Fiscalização em rochas, matacões ou outra obstrução. O limite para a medição será entre a cota de início da rotação e a cota final da operação de rotação.

Sondagem Mista Metro efetivamente perfurado e aceito pela

Fiscalização.

Ensaios Por unidade de ensaio.

Canteiro de Obras – Escritórios,

Depósitos, Oficinas, Refeitórios,

Vestiários e

Área da edificação, descontando-se as áreas de beirais, iluminação e ventilação, em m².

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sanitários, Dormitórios

Tapumes e Cercas Área efetiva em m², considerando a altura desde o nível do solo até a borda superior do

tapume e o comprimento corrido,

descontando-se portas ou portões (se estes foram pagos à parte).

Muros Área de muros efetivamente executados, em

m².

Portões Área efetiva dos portões instalados, em m².

Demolição de

concreto simples e armado

Metro cúbico de concreto demolido, obtendo-se o volume através das dimensões de projeto.

Demolição de

estruturas metálicas

Peso em kg da estrutura demolida, obtido através de pesagem em balança ou através dos pesos padronizados de tabelas.

Demolição de

estruturas de

madeira

Volume de estrutura de madeira efetivamente desmontada, em m³.

Demolição de pisos Metro cúbico de piso demolido, obtendo-se o volume através das dimensões de projeto.

Demolição de

cobertura

Área em projeção horizontal da cobertura demolida, conforme projeto, em m².

Demolição de

revestimentos e

forros

Área de revestimento ou forro efetivamente removido, conforme projeto, em m².

Demolição de

Pavimentações

Metro cúbico de piso demolido, obtendo-se o volume através das dimensões de projeto. No

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 9 de 31 caso de pavimentos articulados, a medição

será efetuada por metro quadrado de piso demolido.

Remoção das redes hidráulicas,

elétricas

e de utilidades.

Metro linear de rede efetivamente removida.

Carga, transporte, descarga e espalhamento de materiais provenientes da demolição

Produto do volume efetivamente transportado, medido nos veículos de transporte, em metros cúbicos, pelas distâncias em quilômetros, em linha reta, entre os centros geométricos dos locais da demolição e do bota-fora.

Locação de

Edificações

Metro quadrado, apurando-se a área de projeção de cada edificação, medida em planta, conforme o projeto, descontando-se os beirais, áreas de ventilação e iluminação.

Locação de

Sistemas Viários

Internos e Vias de Acesso

Metro de eixo locado, medido conforme o projeto.

Limpeza e Preparo da Área - Capina e roçado

Área efetivamente capinada e roçada, em m² .

Destocamento de

árvores

Unidade de árvore destocada.

Escavação Volume medido no corte.

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 10 de 31 conforme projeto. Transporte, Lançamento e Espalhamento de Material Escavado até a distância de 1km

m3 x dam, apurando-se o volume medido no corte e determinando-se a distância entre os centros de massa dos locais de carga e descarga. O percurso será o autorizado pela Fiscalização.

Distância > 1 km Idem na anterior, porém a medição será efetuada em m3 x km.

Paredes-Guias Área de parede efetivamente executada, em

m².

Armadura A medição será efetuada conforme os resumos

indicados no projeto, em kg, sem qualquer acréscimo a título de perdas e desbitolamento.

Concreto Volume de concreto aplicado, medido de

acordo com as dimensões indicadas no projeto, em m³, computando os volumes comuns a várias peças uma só vez.

Estacas-prancha Área efetivamente escorada, em m² .

Instalação de

bombas para

esgotamento de valas

Produto da potência das bombas em HP pelas horas efetivamente trabalhadas e apontadas pela Fiscalização.

Drenos Horizontais e Suborizontais, e verticais de areia

Metro de dreno executado, conforme projeto.

Fundações –

Escavação de Valas

Volume escavado, em m³, medido no corte, cujas dimensões em planta estão limitadas por

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Manual e/ou

Mecanizada

linhas paralelas distantes de 0,50 m das

faces laterais das fundações.

Reaterro compactado

Volume compactado em m³, medido na vala.

Escoramento

contínuo e

descontínuo de

madeira

Área da pranchada executada, em m².

Estacas justapostas de solo-cimento

Metro de coluna executada conforme projeto entre a cota de ponta e a cota de arrasamento. Gabiões tipo caixa,

colchão e saco

Volume obtido das dimensões indicadas no projeto em m³.

Gabiões maciços de solo armado

m² do paramento efetivamente executado entre o seu topo e a face superior de soleira.

Lastro de concreto Volume obtido através das dimensões

indicadas no projeto, em m³.

Formas para

sapatas isoladas

A medição será efetuada de acordo com as dimensões indicadas no projeto, apurando-se a

área efetivamente em contato com o concreto, em m², não sendo descontadas áreas de interseção no caso de cruzamentos

ou interferências. Estaca pré-moldada

de concreto armado ou protendido e Estaca de madeira

Metro de estaca cravada, considerando-se o comprimento definido pela cota de fundação na ponta da estaca e pela cota de arrasamento, sendo tolerado apenas o que exceder no comprimento, até 3,00m acima da face

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 12 de 31

Estaca Metálica Comprimentos originais das estacas utilizadas,

independentemente da profundidade atingida.

Estaca Franki Comprimento de estaca efetivamente

executada, em m, obtido pela soma dos

comprimentos dos tubos de revestimento.

Impermeabilização com argamassa rígida de cimento, areia e impermeabilizante m³, conforme o projeto. Impermeabilização - Pintura com emulsão betuminosa

Área, conforme projeto, em m², não

descontando áreas de interseção de alvenarias.

Impermeabilização com manta asfáltica

m², conforme projeto, considerando os dobramentos verticais e descontando as áreas de vazios ou interferências que excederem a 0,30m².

Formas para

estruturas de

concreto

A medição será efetuada de acordo com as dimensões indicadas no projeto, apurando-se a área efetivamente em contato com o concreto, em m², não sendo descontadas áreas de interseção no caso de cruzamentos ou interferências, sendo descontadas áreas de

vazios previstas no projeto, quando superiores a 0,30 m².

Formas para

escadas

Idem ao anterior, sendo que nas formas laterais não serão deduzidas as áreas dos vazios triangulares dos degraus.

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Armadura de

protensão

A medição será efetuada conforme os resumos indicados no projeto, em kg, sem qualquer acréscimo a título de perdas.

Bainha Metro de bainha instalada, conforme o projeto.

Ancoragem Unidade instalada, conforme o projeto.

Junta de dilatação Metro de junta executada.

Estrutura Metálica Peso obtido das listas de materiais indicadas no projeto, em kg.

Parafusos Unidade instalada.

Solda Metro de solda executada.

Estrutura de

madeira

Volume da estrutura, conforme o projeto, em m³.

Pregos Peso de pregos, em kg

Porta de madeira Unidade colocada, conforme as dimensões

indicadas no projeto.

Batentes e

guarnições de

madeira

Metro de batentes e guarnições efetivamente instalados.

Vidro Área de vidro obtida através das dimensões de

cada peça, conforme o projeto, em m², devendo ser arredondadas para mais, em múltiplos de 0,05m.

Vidro aramado Idem ao anterior, porém as dimensões de cada

peça serão arredondadas para mais, em múltiplos de 0,25m.

Telhas Área de projeção da cobertura no plano

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 14 de 31

Revestimentos de

pisos

Área de piso, conforme as dimensões indicadas no projeto, em m², sendo descontadas as áreas de vazios ou interferências que excederem a 0,50m². Contrapiso e regularização de base m², conforme projeto. Chapisco, Emboço e Reboco

A medição será efetuada por m², obtendo-se a área de acordo com o projeto,

descontando-se os vãos maiores que 2,00m², áreas de

vazios ou interferências.

Revestimento de

Parede Cerâmico e de Azulejo

m², descontando-se no que exceder a

1,00m², os vazios cujas superfícies de topo

não sejam revestidas.

Revestimento de Parede de Pedras, Madeira, Borracha, Laminado Melamínico m², conforme o projeto. Revestimento de Parede com Argamassas Especiais

m², obtendo-se a área de acordo com o projeto, descontando-se os vãos maiores

que 2,00m², áreas de vazios ou

interferências.

Pinturas m², descontando-se, apenas o que

exceder a 2,00m², áreas de vazios ou

interferências.

Brises Pagamento será efetuado por m².

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 15 de 31 3 - PAGAMENTOS

De acordo com Altounian (2009), no caso de obras, a liquidação se faz com base em medição atestada e detalhada pela fiscalização competente, bem como pela comprovação do recolhimento dos devidos tributos e da implementação das demais condições exigidas no edital.

Na liquidação e pagamento, verificar também: correção dos cálculos dos reajustes; atentar para as compensações financeiras e penalizações por eventuais atrasos e descontos por eventuais antecipações de pagamentos, conforme previsto no edital; não proceder a pagamentos antecipados, salvo em situações excepcionais e com as devidas garantias.

Segundo a Lei 4.320/64:

“Art. 62. O pagamento da despesa só será efetuado quando ordenado após sua regular liquidação.

Art. 63. A liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.”

4 – REAJUSTAMENTO

De acordo com Altounian (2009), o reajustamento tem como principal objetivo assegurar que os preços contratuais sejam compensados em função de variações dos preços dos insumos (material, mão de obra e equipamentos) que ocorrem em determinado período, ou seja, nada mais é do que a atualização do poder aquisitivo da moeda em face da inflação setorial.

A conjuntura inflacionária ocasiona aumento periódico do preço dos insumos de construção civil, exigindo, portanto, reajustamento

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 16 de 31

dos preços de serviços pagos às construtoras, de modo a evitar o desequilíbrio econômico-financeiro do contrato.

Para a atualização dos preços são geralmente utilizados índices que refletem a variação dos custos do setor.

Segundo a Lei 10.192/2000:

“Art. 2º É admitida estipulação de correção monetária ou de reajuste por índices de preços gerais, setoriais ou que reflitam a variação dos custos de produção ou dos insumos utilizados nos contratos de prazo de duração igual ou superior a um ano.

§ 1º É nula de pleno direito qualquer estipulação de reajuste ou correção monetária de periodicidade inferior a um ano.

Art. 3º (...)

§ 1º A periodicidade anual nos contratos de que trata o caput deste artigo será contada a partir da data limite para apresentação da proposta ou do orçamento a que essa se referir.”

5 – MUDANÇA DE DATA-BASE

Data-base: mês de referência do orçamento ou de cotação dos preços

Mudança da data-base: aplicação dos índices de reajuste específicos de cada serviço/insumo do orçamento ou de índice geral ao total do orçamento.

6 – DIÁRIO DE OBRAS

De acordo com o Manual de Obras Públicas – Edificações – Construção – SEAP, a comunicação entre a Fiscalização e a Contratada será realizada através de correspondência oficial e anotações ou registros na Caderneta de Ocorrências.

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 17 de 31

A Caderneta de Ocorrências, com páginas numeradas em 3 (três) vias, 2 (duas) destacáveis, será destinada ao registro de fatos e comunicações que tenham implicação contratual, como: modificações de projeto, conclusão e aprovação de serviços e etapas construtivas, autorizações para execução de trabalho adicional, autorização para substituição de materiais e equipamentos, ajustes no cronograma e plano de execução dos serviços e obras, irregularidades e providências a serem tomadas pela Contratada e Fiscalização.

A Fiscalização deverá exigir relatórios diários de execução dos serviços e obras (Diário de Obra), com páginas numeradas em 3(três) vias, 2(duas) destacáveis, contendo o registro de fatos normais do andamento dos serviços, como: entrada e saída de equipamentos, serviços em andamento, efetivo de pessoal, condições climáticas, visitas ao canteiro de serviço, inclusive para as atividades de suas subcontratadas.

Segundo Altounian (2008), no caso de obra, documento de extrema relevância é o “Diário de Obra”, livro que registra todas as informações diárias relativas ao empreendimento: equipamentos disponíveis, condições meteorológicas, número de funcionários por categoria, presença de subcontratadas, observações quanto a irregularidades constatadas pela fiscalização, pendências de projeto etc. Em regra é composto por três vias, cujas folhas são assinadas pelo representante da Administração e da empresa contratada: a primeira permanece na obra, a segunda é destacada pelo fiscal e a terceira pela empresa.

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 18 de 31 7 - QUESTÕES COMENTADAS

1) (57 – Infraero-Manutenção/2011 – FCC) No mês

seguinte à assinatura de um contrato de serviço de uma obra de construção civil, observou-se que os custos da composição aumentaram 4%. No segundo mês houve diminuição de 2% em relação ao primeiro mês e no terceiro mês houve aumento de 3% em relação ao segundo mês. Após atualização dos custos, considerando os três meses consecutivos, observou-se que, em relação aos inicialmente calculados, os custos

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 19 de 31 (B) reduziram em 4,9776%.

(C) reduziram em 3,9584%. (D) mantiveram-se inalterados. (E) aumentaram em 4,9776%.

Aumento dos custos no 1º mês: multiplicação por 1,04

Redução de 2% no 2º mês em relação ao 1º mês: (1,04 x 0,98) Aumento de 3% no 3º mês em relação ao 2º mês: (1,04 x 0,98 x 1,03)

Atualização dos custos: (1,04 x 0,98 x 1,03) = 1,049776

Gabarito: E

2) (35 – TRE-RN/2005 – FCC) Em vistoria ao pátio de

armazenamento de materiais, verificou-se que os sacos de cimento apresentavam as embalagens com marcas de umidade, rasgadas, e estavam acondicionados sobre paletes. Na disposição do empilhamento, os produtos fabricados e recebidos mais recentemente estavam por cima. Após conclusão da análise deve-se

(A) dispor os produtos empilhados em paletes com altura entre 18 e 20 sacos, com os produtos mais novos por cima da pilha, procurando cobrir com lona plástica para que, mesmo que chova no local, não umedeça o produto.

(B) utilizar os produtos armazenados nas embalagem manchadas e rasgadas, imediatamente, solicitando para que os ajudantes refaçam o empilhamento dos sacos, mantendo a mesma ordem, em lugar seco e bem arejado.

(20)

Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 20 de 31 (C) solicitar que se misture os produtos das embalagens danificadas e deterioradas com produtos das embalagens perfeitas, em silos, para uso no concreto de forma que não ocorra grandes problemas estruturais, caso os produtos estejam comprometidos.

(D) segregar os produtos com embalagens danificadas, selecionar outro lugar para armazenamento isento de umidade, coberto e fechado, promovendo o empilhamento de 10 sacos de altura, com os produtos mais novos por baixo. (E) escolher local plano com piso em concreto, para permitir o empilhamento com altura de 15 sacos dispostos diretamente sobre o piso, facilitando a retirada dos produtos de cima que deverão ter a data de produção mais antiga.

Fonte: <http://www.abcp.org.br/conteudo/imprensa/como-armazenar-cimento>

O cimento é um produto perecível, o que exige cuidados com o seu transporte e armazenagem.

A água é o maior aliado do cimento na hora de elaborar as argamassas e os concretos e depois da obra pronta por ocasião das operações de cura. Mas é o seu maior inimigo antes da aplicação. Portanto, é preciso evitar a todo custo que o cimento estocado entre em contato com a água. A água não vem só da chuva, de uma torneira ou de um cano furado; também se encontra, sob forma de umidade, no ar, na terra, no chão e nas paredes.

Por esse motivo, o cimento deve ser estocado em local seco, coberto e fechado, bem como afastado do chão, do piso e das paredes externas ou úmidas, longe de tanques, torneiras e encanamentos, ou pelo menos separado deles.

Recomenda-se iniciar a pilha de cimento sobre um tablado de madeira, montado a pelo menos 30 cm do chão ou piso e não

(21)

Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 21 de 31 formar pilhas maiores do que 10 sacos. Quanto maior a pilha,

maior o peso sobre os primeiros sacos da pilha. Isso faz com que seus grãos sejam de tal forma comprimidos que o cimento contido nesses sacos fique quase endurecido, sendo necessário afofá-lo de novo, antes do uso, o que pode acabar levando ao rompimento do saco e à perda de boa parte do material. A pilha recomendada de

10 sacos também facilita a contagem, na hora da entrega e no

controle dos estoques ou na aplicação final e está prescrita pelas

normas da ABNT (Associação Brasileira de Norma Técnicas).

É recomendável utilizar primeiro o cimento estocado há mais tempo, o que evita que um lote fique estocado por tempo

excessivo, já que o cimento, bem estocado, é próprio para uso

por três meses, no máximo, a partir da data de sua fabricação.

Toda sacaria estampa a data de fabricação, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.

Nas regiões de clima frio, a temperatura ambiente pode ser tão baixa que ocasionará um retardamento do início de pega. Para que isso não ocorra, convém estocar o cimento em locais protegidos de temperaturas abaixo de 12ºC.

Portanto, pessoal, está correta a letra D, quando recomenda segregar os produtos com embalagens danificadas, selecionar outro lugar para armazenamento isento de umidade, coberto e fechado, promovendo o empilhamento de 10 sacos de altura, com os produtos mais novos por baixo.

Gabarito: D

3) (83 – TCE-AM/2008 – FCC) No controle da execução de

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 22 de 31 intervenientes nas atividades e serviços de engenharia e arquitetura, a fiscalização será responsável por

(A) dispor do local desembaraçado física e legalmente, em tempo hábil, necessário para o início e desenvolvimento do empreendimento.

(B) assumir os ônus decorrentes de eventual descumprimento dos prazos de liberação de recursos previamente ajustados. (C) assumir os ônus decorrentes de projeto e especificações ou conclusões apresentadas, desde que devidamente comprovados, quando profissional autônomo diretamente contratado pelo proprietário ou preposto.

(D) notificar, a quem de direito, as inadimplências contratuais ou infringências da legislação das partes e as penalidades respectivas, quando previstas no contrato.

(E) fornecer ao executante a comprovação do cumprimento das obrigações trabalhistas, sociais e tributárias, quando solicitado.

A NBR 5671 – Participação dos intervenientes em serviços e obras de engenharia e arquitetura, prevê o seguinte:

“5.7 Do fiscal

5.7.1 É de responsabilidade do fiscal, em sentido geral: a) comprovar perante o executante:

- sua condição de fiscal e a abrangência de sua atividade;

- sua habilitação legal e competência nas áreas de suas atribuições;

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Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 23 de 31

b) indicar seu preposto, no caso do fiscal se tratar de pessoa jurídica, o qual deverá também ter a necessária habilitação legal e competência nas áreas de sua atribuição;

c) notificar, a quem de direito, as inadimplências contratuais ou infringências da legislação das partes e as penalidades respectivas, quando previstas no contrato;

d) responder pelos prejuízos decorrentes da sua atuação quando for comprovada sua impropriedade.

5.7.2 É prerrogativa do fiscal, em sentido geral, ter acesso aos locais de atividades e aos documentos relacionados com sua atuação.

5.7.3 É de responsabilidade do fiscal técnico, além do constante em 5.7.1:

a) fazer-se presente no local dos trabalhos, quando necessário; b) preservar a autonomia técnica do executante;

c) receber oportunamente os serviços executados, de acordo com o contrato, quando tiver esta delegação;

d) alertar os intervenientes quanto ao cumprimento das medidas de segurança previstas em regulamentos normativos, normas legais, referentes à medicina e segurança do trabalho e normas brasileiras registradas compulsórias.

5.7.4 É prerrogativa do fiscal técnico, além do constante em 5.7.2:

a) recusar serviços executados em desacordo com o contrato ou com o projeto;

b) determinar a rejeição de materiais, equipamentos e componentes que estiverem em desacordo com as especificações constantes em contrato;

(24)

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c) vetar o emprego de pessoal comprovadamente desqualificado para a atividade que exerce;

d) proibir a utilização de apetrechos, ferramentas e máquinas comprovadamente inadequados;

e) determinar a paralisação dos trabalhos que estiverem sendo executados, quando em desacordo com o projeto ou com o contrato;

f) ser comunicado em tempo hábil da ocorrência dos eventos por ele previamente relacionados, em que sua presença se fizer necessária.

5.7.5 É de responsabilidade do fiscal administrativo, além do constante em 5.7.1, manter sigilo das informações a que tiver acesso por força de sua atuação.

5.7.6 É prerrogativa do fiscal administrativo, além da constante em 5.7.2, determinar a paralisação de práticas administrativas em desacordo com o convencionado.

Portanto, pessoal, verifica-se que a letra D encontra-se de acordo com a alínea “c” do subitem 5.7.1, que fala das responsabilidades do fiscal, da NBR 5671.

Gabarito: D

4) (22 – Metrô/2008 – FCC) Um técnico de manutenção civil

foi destacado para acompanhar a execução do revestimento da cozinha anexa ao refeitório do edifício sede, que passou por reforma. Nesta etapa, para realizar a avaliação e liberação do serviço, o controle de planeza foi executado conforme determinações da norma específica. Assim, para cada 2,0

(25)

Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 25 de 31 metros de revestimento aplicado, o desnível de planeza tolerado deve ser de

(A) 2,0 mm. (B) 3,0 mm. (C) 4,0 mm. (D) 5,0 mm. (E) 6,0 mm.

A norma NBR 9817 – Execução de Piso com Revestimento Cerâmico prevê o seguinte:

“5.10.4 Planeza

5.10.4.1 Na verificação da planeza do piso acabado deve-se considerar as irregularidades graduais e as irregularidades abruptas.

5.10.4.2 As irregularidades graduais não devem superar

3 mm, em relação a uma régua com 2 m de comprimento.

5.10.4.3 As irregularidades abruptas não devem superar 1 mm, em relação a uma régua com 0,20 m de comprimento; esta exigência é válida tanto para os ressaltos entre pisos cerâmicos contíguos como para os desníveis entre partes do piso contíguas a uma junta de movimentação.”

Portanto, o desnível de planeza tolerado é de 3 mm. O gabarito oficial foi dado como a letra C. Mas a norma NBR 9817 é clara na definição dessa tolerância em 3 mm. Com isso, propõe-se como gabarito a letra B.

Gabarito Oficial: C

(26)

Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 26 de 31

5) (53 - TRE-AM/2003 – FCC) Para que não falte cimento,

em obras, o tempo e a necessidade de novas encomendas, devem ser previstas.

Dados:

05 de março: estoque 1 000 sc (início da concretagem)

Consumo diário: 2 m3/h

Horas efetivas trabalhadas: 8 Prazo de entrega: 07 dias corridos Trabalho: 5 dia/semana

Consumo de cimento: 5 sc/m3

Em uma concretagem contínua, a data da encomenda do cimento é, no máximo, até

(A) 08/03. (B) 09/03. (C) 10/03. (D) 12/03. (E) 13/03.

Primeiro, temos que saber quanto tempo irá durar o estoque de 1.000 sacos de cimento:

Consumo = 5 x 2 = 10 sacos/h

Tempo de estoque = 1000/10 = 100 h Dias = 100/8 = 12,5 dias de trabalho

(27)

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Considerando que o dia 5/3 seja uma segunda-feira, temos que 12,5 dias correspondem a 2 semanas e meia (5 dd + 5 dd + 2,5 dd) = 21/3. Portanto, estima-se o fim do estoque em 21/3. Logo, o novo lote de cimento deverá chegar no dia 20/3, pois no dia 21/3 o estoque de cimento durará somente 4 horas (0,5 dia).

O pedido deverá ser feito até o dia 12/3, considerando-se o

início da contagem do prazo de entrega, de 7 dias corridos, a partir do dia seguinte: 13/3.

Gabarito: D

8 – QUESTÕES APRESENTADAS NESTA AULA

1) (57 – Infraero-Manutenção/2011 – FCC) No mês

seguinte à assinatura de um contrato de serviço de uma obra de construção civil, observou-se que os custos da composição aumentaram 4%. No segundo mês houve diminuição de 2% em relação ao primeiro mês e no terceiro mês houve aumento de 3% em relação ao segundo mês. Após atualização dos custos, considerando os três meses consecutivos, observou-se que, em relação aos inicialmente calculados, os custos

(A) aumentaram em 5,0000%. (B) reduziram em 4,9776%. (C) reduziram em 3,9584%. (D) mantiveram-se inalterados. (E) aumentaram em 4,9776%.

(28)

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2) (35 – TRE-RN/2005 – FCC) Em vistoria ao pátio de

armazenamento de materiais, verificou-se que os sacos de cimento apresentavam as embalagens com marcas de umidade, rasgadas, e estavam acondicionados sobre paletes. Na disposição do empilhamento, os produtos fabricados e recebidos mais recentemente estavam por cima. Após conclusão da análise deve-se

(A) dispor os produtos empilhados em paletes com altura entre 18 e 20 sacos, com os produtos mais novos por cima da pilha, procurando cobrir com lona plástica para que, mesmo que chova no local, não umedeça o produto.

(B) utilizar os produtos armazenados nas embalagem manchadas e rasgadas, imediatamente, solicitando para que os ajudantes refaçam o empilhamento dos sacos, mantendo a mesma ordem, em lugar seco e bem arejado.

(C) solicitar que se misture os produtos das embalagens danificadas e deterioradas com produtos das embalagens perfeitas, em silos, para uso no concreto de forma que não ocorra grandes problemas estruturais, caso os produtos estejam comprometidos.

(D) segregar os produtos com embalagens danificadas, selecionar outro lugar para armazenamento isento de umidade, coberto e fechado, promovendo o empilhamento de 10 sacos de altura, com os produtos mais novos por baixo. (E) escolher local plano com piso em concreto, para permitir o empilhamento com altura de 15 sacos dispostos diretamente sobre o piso, facilitando a retirada dos produtos de cima que deverão ter a data de produção mais antiga.

(29)

Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 29 de 31

3) (83 – TCE-AM/2008 – FCC) No controle da execução de

obras e serviços, considerando as condições específicas dos intervenientes nas atividades e serviços de engenharia e arquitetura, a fiscalização será responsável por

(A) dispor do local desembaraçado física e legalmente, em tempo hábil, necessário para o início e desenvolvimento do empreendimento.

(B) assumir os ônus decorrentes de eventual descumprimento dos prazos de liberação de recursos previamente ajustados. (C) assumir os ônus decorrentes de projeto e especificações ou conclusões apresentadas, desde que devidamente comprovados, quando profissional autônomo diretamente contratado pelo proprietário ou preposto.

(D) notificar, a quem de direito, as inadimplências contratuais ou infringências da legislação das partes e as penalidades respectivas, quando previstas no contrato.

(E) fornecer ao executante a comprovação do cumprimento das obrigações trabalhistas, sociais e tributárias, quando solicitado.

4) (22 – Metrô/2008 – FCC) Um técnico de manutenção civil

foi destacado para acompanhar a execução do revestimento da cozinha anexa ao refeitório do edifício sede, que passou por reforma. Nesta etapa, para realizar a avaliação e liberação do serviço, o controle de planeza foi executado conforme determinações da norma específica. Assim, para cada 2,0 metros de revestimento aplicado, o desnível de planeza tolerado deve ser de

(30)

Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 30 de 31 (A) 2,0 mm. (B) 3,0 mm. (C) 4,0 mm. (D) 5,0 mm. (E) 6,0 mm.

5) (53 - TRE-AM/2003 – FCC) Para que não falte cimento,

em obras, o tempo e a necessidade de novas encomendas, devem ser previstas.

Dados:

05 de março: estoque 1 000 sc (início da concretagem)

Consumo diário: 2 m3/h

Horas efetivas trabalhadas: 8 Prazo de entrega: 07 dias corridos Trabalho: 5 dia/semana

Consumo de cimento: 5 sc/m3

Em uma concretagem contínua, a data da encomenda do cimento é, no máximo, até

(A) 08/03. (B) 09/03. (C) 10/03. (D) 12/03. (E) 13/03.

(31)

Prof. Marcus V. Campiteli www.estrategiaconcursos.com.br Página 31 de 31 9 – GABARITO

1) E 2) D 3) D 4) C

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