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3.Determinação Gravimétrica de Alumínio

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Academic year: 2021

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Determinação Gravimétrica de

Determinação Gravimétrica de

Alumínio

Alumínio

IQA 239- Análise Quantitativa Exerimental I !

IQA 239- Análise Quantitativa Exerimental I !

"ro#essora $oseli

"ro#essora $oseli

Aluna% "riscila $i&eiro Guimarães ' D$E% ((2)**+(,

Aluna% "riscila $i&eiro Guimarães ' D$E% ((2)**+(,

Gruo II% "riscila .arsila e /atália

Gruo II% "riscila .arsila e /atália

Data de reali0ação do exerimento% 2*!)2!2)(*

Data de reali0ação do exerimento% 2*!)2!2)(*

(2)

(1 Introdução

A análise gravimétrica tradicional baseia-se na precipitação do elemento em estudo sob a forma de um composto dicilmente solúvel. Separa-se o precipitado do resto da solução por ltração, e em seguida lava-se até que não se tena mais vest!gios da solução " mãe. #or m seca-se.

$ependendo do tipo de precipitado as medidas a serem tomadas serão diferentes. %aso o precipitado se&a amorfo, como o col'ide

gelatinoso também camado de col'ide li'lo Al()*+,o cuidado deve

ser maior ,pois ele absorve impureas facilmente e possui uma quantidade variável de água agrupada em sua estrutura

(Al()*+.n*) +.#ara evitar trabalar com este col'ide de dif!cil

manuseio ,calcina-o, am de eliminar toda a água e as poss!veis impureas que ainda e/istam, formando então uma subst0ncia de

composição rigorosamente e/ata, na forma de '/ido (Al) +.

21 &etivo

$eterminar o peso de Al) , calcular a 1 de alum!nio presente na

solução amostra e comparar com o valor te'rico, 2,341.

31 "rocedimento exerimental

A m de determinar a quantidade de alum!nio presente em uma solução de

Al5*6(S)6+ . 7 *) ,utiliou-se a técnica da $eterminação 8ravimétrica de

Alum!nio. #ara tal, diluiu-se com água quente uma al!quota de 79,99m: de

solução de Al5*6(S)6+ . 7 *) até 99m: , em um bécer de 699m:.

Adicionou-se, em seguida, ,99;<g de 5*6%l puro e 2 gotas do indicador

=ermelo de >etila. ) =ermelo de >etila, é um indicador de p* que torna-se vermelo-rosado em soluç?es ácidas ( p* @6,+ e amarelo em soluç?es básicas (p* @ 4,+.:ogo ,no inicio observou-se a cor vermelo-rosado. A solução foi levada a fervura e posteriormente, foi feita a adição gota a gota

de 5*6)* 77 quente . Boram 2 gotas de 5*6)* 77 sob agitação até que

mudasse para a cor amarela. =ale ressaltar que devido a diculdade de descorar a solução completamente, foi necessário a adição de mais 2 gotas do indicador .

Assim que o precipitado Al()*+ foi formado, colocou-se 2 espátulas de

solução de papel macerado ,para garantirmos que o idr'/ido estaria no fundo do bécer &á que o papel serve para aglutinar as pequenas part!culas de idr'/ido, sendo levado a fervura por  minutos. $ei/ou "se decantar o precipitado e este foi ltrado am de tirar o má/imo poss!vel de solução e dei/ar o má/imo poss!vel de precipitado. Cm seguida, foram feitas 

(3)

peptiação do gel coagulado+ e carreado o precipitado para o papel de ltro,

foram feitas mais 6 lavagens com 5*6)* 1 quente (para lavar o

precipitado até ausDncia de %l- - efeito do !on comum + . ) papel de ltro

usado foi o Eatman-67 e para favorecer a ltração foi usada a coluna dFágua. 5ão poder!amos ltrar G vácuo por causa do tamano do precipitado.

%omo o precipitado Al()*+é um col'ide gelatinoso, não avia necessidade

de um longo tempo de digestão, pois poderia sofrer contaminação através de um processo de absorção, por causa de sua alta superf!cie espec!ca. Cnm o papel de ltro com o precipitado foi colocado em um cadino (a peso constante+ e guardado por uma semana. %omo busca-se eliminar todas as poss!veis fontes de erro, o papel de ltro foi carboniado na semana seguinte, sendo colocado com o precipitado em um cadino de porcelana entreaberto ,apoiado em um triangulo de porcelana e carboniado pela cama de um bico do tipo >ecHer.

) precipitado foi levado G muIa G 799J% por 2minutos para que ocorresse a calcinação do idr'/ido em '/ido de alum!nio. Ksso foi feito porque na forma de '/ido, o composto se torna menos igrosc'pico e com menos tendDncia de aderir impureas, além de ser mais fácil de ser manipulado até mesmo G n!vel de cálculos. #ara que pudéssemos pesar a massa nal o precipitado foi colocado no dessecador semi-aberto por 79 minutos e depois no dessecador fecado por 79min,eliminando qualquer umidade presente.

*1

Dados%

6.7 $ados C/perimentais

• =olume de solução de Al5*6(S)6+.7*) 79m:

• >assa do cadino vaio 7<,<;6g

• >assa do cadino mais precipitado 7<,276 g

>assa do precipitado obtido Al) 9,729 g

6. $ados te'ricos

• #eso >olecular do Al5*6(S)6+ . 7*) @ 62,7 gLmol

• %oncentração de Al5*6(S)6+ . 7 *)(aqu+ @ 792,7732 gL:

• #.>. Al) @ 797.3476 gLmol

• Bator 8ravimétrico @ Al L Al) @ 9,23

41 5álculos

 Mendo por base os dados e/perimentais, te'ricos e a reação qu!mica abai/o, foi poss!vel calcular

Al5*6(S)6+(aq+N 5*6)*(s+ O Al()*+(gelatinoso+ N (5*6+S)6(aq+

Al()*+N calor O Al)(s+ N *)(g+

(4)

792,7732 g de Al5*6(S)6+.7*)  ---7,99: de

solução

P g de Al5*6(S)6+.7*)  --- 9,97 : de

solução

/@ 7,927g de Al5*6(S)6+.7*)

7mol de Al5*6(S)6+.7*)  ---7 mol de Al

62,7 gLmol de Al5*6(S)6+.7*)---4,3<g de Al

7,927g de Al5*6(S)6+.7*) ---> (massa te'rica de Al+

> (massa te'rica de Al+@ 9,944g

 2. .>assa te'rica de Al)

7mol de Al)--- mol de Al

797.3476 g de Al)--- P( 4,3<+g de Al

> (massa te'rica de '/ido de aluminio+---9,944g de Al

> (massa te'rica de '/ido de alum!nio+@ 9,77< g

2. .%oncentração te'rica de Al na amostra, em 1(pLp+ 

7,927g de Al5*6(S)6+.7*)---7991

9,944g de Al ---/

/ @ 2,341 de Al

2.6 .>assa C/perimental de Al ( a partir da massa de Al)+

797.3476 g de Al)--- /(4,3< +g de Al

9,729 g de Al)--- >(e/perimental de Al+

>(e/perimental de Al+@ 9,9447g de Al

2.2 .%oncentração e/perimental de Al na amostra, em 1( pLp+

7,927g de Al5*6(S)6+.7*)---7991

9,9447g de Al--- Q

 Q@ 4,<1 de Al

2.4 .%álculo dos erros 

2.4.7.Crro da massa de Al)

• Crro absoluto@ >(e/perimental de Al+- > (massa te'rica de Al+

@ 9,729 - 9,77< @ 9,994;

• Crro relativo @(Crro AbsolutoL >te'rica+ / 799

@(9,994;L9,77<+ /799@2,441

2.4..Crro da %oncentração (1+ de Al na amostra

• Crro Absoluto @ 9,1

(5)

61Discussão e conclusão

A prática não foi realiada com sucesso, uma ve que o erro porcentual ideal em determinaç?es gravimétricas é de 71 e o

valor encontrado de erro relativo da massa de Al)foi de 2,441 e

o erro da concentração de Al na amostra foi de 2,41. #ortanto, as poss!veis causas para estes erros são 9,971 de cinas do papel de ltro podem estar presentes ,o volume colocado da al!quota se a pipeta não for aferida corretamente pode gerar alteração no nal e o contato do precipitado com o ar atmosférico, raão de certa

absorção de umidade na transferDncia deste do dessecador para a sala da balança pode também interferir na massa.

,1 $e#er7ncias &i&lio8rácas

• S))8, ECSM, *)::CR, %R)T%*, Fundamentos de

Química Analítica, Mradução da <U Cdição

norte-americana, Cditora Momson, São #aulo-S#, 994, págs. <4 e <;V 72-7;.

• WA%%A5, 5ivaldo et. al. Xu!mica Anal!tica Xuantitativa

Clementar, Cdgard Wlucer, %ampinas, 73;3, págs2-;,7<-739.

• Apostila de Analise Xuantitativa C/perimental 7 "KXA

3 ,págs 76-74

• ttpLLYYY.Yebqc.orgLmolecular-Yeigt-of-Al).tml

Referências

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