• Nenhum resultado encontrado

5.01 TECNOLOGIA AUTOMÓVEL (Mecatrónica)

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "5.01 TECNOLOGIA AUTOMÓVEL (Mecatrónica)"

Copied!
22
0
0

Texto

(1)

D

D

E

E

S

S

C

C

R

R

I

I

T

T

I

I

V

V

O

O

T

T

É

É

C

C

N

N

I

I

C

C

O

O

D DEESSUUPPOORRTTEEÀÀOORRGGAANNIIZZAAÇÇÃÃOOEEDDEESSEENNVVOOLLVVIIMMEENNTTOODDOOSSCCAAMMPPEEOONNAATTOOSSDDAASSPPRROOFFIISSSSÕÕEESS

5.01

TECNOLOGIA AUTOMÓVEL

(Mecatrónica)

Esta descrição técnica consiste do desenvolvimento dos seguintes elementos:

■ Descrição Geral da Profissão; ■ Metodologia de Concepção da Prova; ■ Critérios de Avaliação;

■ Requisitos Gerais/Específicos de Segurança e Higiene; ■ Gestão da Competição/Prova;

■ Infra-Estruturas e Equipamentos; ■ Layout-tipo da Competição;

■ Actividades de Promoção da Profissão.

Nos termos do Regulamento em vigor, esta Descrição Técnica está aprovada pela Comissão Técnica do SkillsPortugal.

Carlos Fonseca

Delegado Técnico do SkillsPortugal 2012-03-01

(2)

Ficha técnica:

Título

SkillsPortugal - Descrição Técnica da competição de Tecnologia Automóvel - Mecatrónica

Promotor e Elaborador

Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. Departamento de Formação Profissional

R. de Xabregas, 52 1900-003 Lisboa Tel: (+351) 21 861 41 00 Web-Site: www.iefp.pt

Equipa Técnica

Carlos Isidro (ATEC) Carlos Diogo

Coordenação Geral e Aprovação

Carlos Fonseca – Delegado Técnico do SkillsPortugal

Palavras com aplicação em género devem aplicar-se automaticamente também ao outro

Notas:

CLUSTER/ÁREA DE ACTIVIDADE:

Transporte e logística

Correspondência com Referenciais Técnicos Nacionais e Internacionais

525089 – Técnico/a de mecatrónica automóvel (Nível 4 de Formação do QNQ) 1040 – Light vehicle technician (WorldSkills Europe / EuroSkills)

33 – Automotive technology (WorldSkills International)

Observações:

Portugal, através do Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP), é membro fundador da WorldSkills International (WSI) e da WorldSkills Europe (WSE), estando representado nos Comités Estratégicos e Técnicos das referidas Organizações. Cabe ao IEFP a promoção, organização e realização de todas as actividades relacionadas com os Campeonatos das Profissões. A Descrição Técnica é o instrumento que elenca as condições de desenvolvimento da competição contextualizada no âmbito de uma determinada profissão.

(3)

Índice

SECÇÃO 0 - PREÂMBULO (Pág. 5)

SECÇÃO I - DESCRIÇÃO GERAL DA PROFISSÃO (Pág. 5) 1.1 - Designação e contexto (Pág. 5)

1.1.1 Designação

1.1.2 Cluster/Área de actividade

1.1.3 Importância da profissão para a sociedade 1.2 - Descrição da profissão (Pág. 5)

1.2.1 Processo de trabalho

1.2.2 Actividades e competências associadas

1.3 - Âmbito da profissão no campeonato das profissões (Pág. 12) 1.3.1 Contexto

1.3.2 Desenvolvimento

SECÇÃO II - METODOLOGIA DE CONCEPÇÃO DA PROVA (Pág. 13) 2.1 - Formato da prova (Pág. 13)

2.2 - Requisitos para a construção da prova (Pág. 13) 2.2.1 - Exigências gerais

2.2.2 - Duração total

2.3 - Responsabilidade e prazos de elaboração (Pág. 14) 2.4 - Divulgação da prova (Pág. 14)

2.5 - Descrição genérica da prova (Pág. 14) 2.6 - Esquema de Avaliação (Pág. 15) 2.7 - Selecção da Prova (Pág. 15) SECÇÃO III - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (Pág. 15)

3.1 - Processo de Avaliação (Notação Objectiva/Subjectiva) (Pág. 15) 3.2 - Critérios de Avaliação (Pág. 15)

SECÇÃO IV - REQUISITOS GERAIS/ESPECÍFICOS DE SEGURANÇA & HIGIENE (Pág. 17) 4.1 - Requisitos Gerais de Segurança (Pág. 17)

4.2 - Requisitos específicos de Segurança & Higiene da profissão (Pág. 17) SECÇÃO V - GESTÃO DA COMPETIÇÃO/PROVA (Pág. 17)

5.1 - Nomeação do Presidente de Júri (Pág. 17)

5.2 - Responsabilidades do Presidente de Júri (Pág. 18)

SECÇÃO VI - INFRA-ESTRUTURAS E EQUIPAMENTOS DE SUPORTE ÀS PROVAS (Pág. 18) 6.1 - Enquadramento (Pág. 18)

6.2 - Infra-estruturas técnicas (Pág. 18)

6.3 - Material genérico a utilizar na competição (Pág. 18) 6.4 - Equipamentos específicos da profissão (Pág. 19) 6.5 - Ferramentas a utilizar na competição (Pág. 19)

6.6 - Materiais, Equipamentos e Ferramentas proibidas (Pág. 20)

(4)

SECÇÃO VII - LAYOUT-TIPO DA COMPETIÇÃO/PROVA (Pág. 21)

7.1 - Layout genérico do espaço da competição (Pág. 21) 7.2 - Layout-tipo do posto de trabalho (Pág. 21)

7.3 - Outras características do posto de trabalho (Pág. 21) SECÇÃO VIII - ACTIVIDADES DE PROMOÇÃO DA PROFISSÃO (Pág. 22)

ANEXOS: Anexo 1

Links a vídeos e outra informação promocional com exemplos da competição e do processo de trabalho (Pág. 22) Anexo 2

(5)

SECÇÃO 0 - PREÂMBULO

As competições a desenvolver no âmbito dos eventos SkillsPortugal, caracterizam-se como sendo competições de desempenho profissional, assentes em critérios de elevada exigência, desenvolvidos no quadro do perfil de competências de cada profissão, visando o desenvolvimento, pelos concorrentes, de um produto, bem ou serviço, com valor económico no mercado de trabalho.

Esta Descrição Técnica, constitui-se como o instrumento de harmonização das condições técnicas de desenvolvimento da competição a nível nacional (inter-ligada às internacionalmente estabelecidas) considerando as competências e o processo de trabalho exigido pelo mercado de trabalho, a metodologia de concepção e de organização da prova, critérios de avaliação, requisitos de segurança e ambientais, infra-estruturas, equipamentos, materiais, ferramentas e consumíveis necessários, layout-tipo e características da competição e dos postos de trabalho, assim como, actividades de promoção da profissão.

SECÇÃO I – DESCRIÇÃO GERAL DA PROFISSÃO 1.1 - Designação e contexto

1.1.1 Designação

Técnico/a de Mecatrónica Automóvel 1.1.2 Cluster/Área de actividade

Transporte e logística

1.1.3 Importância da profissão para a sociedade

As actividades associadas à reparação de veículos a motor integram-se no domínio da manutenção. Trata-se de um domínio transversal de grande importância no tecido empresarial português. A manutenção de veículos a motor tem assumido importância crescente, por um lado, porque os veículos têm vindo a tornar-se mais complexos, exigindo uma mestria cada vez mais especializada na sua reparação, e, por outro lado, porque a sua manutenção assume um papel-chave na optimização dos processos, assim como na redução dos custos dos consumos em energia e fluidos para a protecção ambiental.

1.2 - Descrição da profissão 1.2.1 Processo de trabalho

O/A Mecânico/a de Automóveis Ligeiros é o/a profissional que, com base nas normas de higiene e segurança, efectua manutenção e executa reparações, utilizando as técnicas, os produtos e equipamentos adequados.

1.2.2 Actividades e competências associadas

Considerando a correspondência entre os diversos referenciais técnicos existentes em Portugal e os disponibilizados pela WorldSkills e EuroSkills, o profissional desta área desempenha a (s) seguintes actividades:

ACTIVIDADES

1. Analisar documentação técnica de sistemas mecânicos, eléctricos e electrónicos de automóveis ligeiros, nomeadamente, esquemas eléctricos e outras instruções técnicas do fabricante, a fim de proceder à manutenção, ao diagnóstico de anomalias, a reparações e a ensaios.

(6)

2. Proceder à manutenção, ao diagnóstico de anomalias e a reparações em motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes. 2.1. Verificar o funcionamento de motores a gasolina e a gasóleo, utilizando os equipamentos de

diagnóstico adequados;

2.2. Corrigir anomalias em motores, desmontando os seus componentes e efectuando operações de reparação ou substituição dos mesmos, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados; 2.3. Ensaiar os motores reparados, efectuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio

e/ou testes de estrada, a fim de comprovar o correcto funcionamento dos mesmos.

3. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações em sistemas de direcção, de suspensão e de travagem de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes. 3.1. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes de sistemas

de direcção, de suspensão e de travagem, efectuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio e/ou testes de estrada, a fim de comprovar o correcto funcionamento dos mesmos; 3.2. Corrigir as anomalias dos sistemas de direcção, de suspensão e de travagem, efectuando

operações de reparação ou substituição de componentes, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados;

3.3. Ensaiar os sistemas de direcção, de suspensão e de travagem reparados, efectuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio e/ou testes de estrada, a fim de comprovar o correcto funcionamento dos mesmos.

4. Verificar o estado de conservação de jantes e pneus de automóveis ligeiros, diagnosticar eventuais anomalias e proceder à substituição daqueles, utilizando as técnicas e procedimentos adequados. 5. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações em sistemas de transmissão manual e

automática de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes.

5.1. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes dos sistemas de transmissão, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados;

5.2. Corrigir as anomalias dos sistemas de transmissão, efectuando operações de reparação ou substituição de componentes, utilizando as ferramentas e aparelhos adequados;

5.3. Ensaiar os sistemas de transmissão reparados, efectuando os testes adequados com equipamentos de ensaio e/ou testes de estrada, a fim de comprovar o correcto funcionamento dos mesmos.

6. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações em sistemas de ignição convencional e electrónica, de alimentação, de sobrealimentação e de anti-poluição de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes.

6.1. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes de sistemas de ignição, de alimentação, de sobrealimentação e de anti-poluição, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados;

6.2. Corrigir as anomalias dos sistemas de ignição, de alimentação, de sobrealimentação e de anti– poluição, efectuando operações de reparação ou substituição de componentes, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados;

6.3. Ensaiar os sistemas de ignição, de alimentação, de sobrealimentação e de anti–poluição reparados, efectuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio, a fim de comprovar o correcto funcionamento dos mesmos.

(7)

7. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações em sistemas de arrefecimento e de lubrificação do motor de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes.

7.1. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes dos sistemas de arrefecimento e lubrificação, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados;

7.2. Corrigir as anomalias dos sistemas de arrefecimento e lubrificação, efectuando operações de reparação ou de substituição de componentes, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados;

7.3. Ensaiar os sistemas de arrefecimento e de lubrificação reparados, efectuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio, a fim de comprovar o correcto funcionamento dos mesmos.

8. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações em sistemas de carga e de arranque de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes.

8.1. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes dos sistemas de carga e de arranque, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados;

8.2. Corrigir as anomalias dos sistemas de carga e de arranque, efectuando operações de reparação ou de substituição de componentes, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados; 8.3. Ensaiar os sistemas de carga e de arranque reparados, efectuando os testes adequados, com

equipamentos de ensaio, a fim de comprovar o correcto funcionamento dos mesmos.

9. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações em sistemas de segurança activa (ABS, EBD e controlo de tracção, entre outros) e de segurança passiva (airbags, pré-tensores de cintos de segurança, entre outros) de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes.

9.1. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes dos sistemas de segurança activa e de segurança passiva, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados;

9.2. Corrigir as anomalias dos sistemas de segurança activa e de segurança passiva, efectuando operações de reparação ou de substituição de componentes, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados;

9.3. Ensaiar os sistemas de segurança activa e de segurança passiva reparados, efectuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio e/ou testes de estrada, a fim de comprovar o correcto funcionamento dos mesmos.

10. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações em sistemas de conforto e de segurança, nomeadamente fechos centralizados, vidros eléctricos, limpa vidros, ar condicionado e alarme de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes. 10.1. Instalar sistemas de conforto e de segurança, utilizando as ferramentas e os instrumentos

adequados;

10.2. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes dos sistemas de conforto e de segurança, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados; 10.3. Corrigir as anomalias dos sistemas de conforto e de segurança, efectuando operações de

reparação ou de substituição de componentes, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados;

(8)

10.4. Ensaiar os sistemas de conforto e de segurança instalados e/ou reparados, efectuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio, a fim de comprovar o correcto funcionamento dos mesmos.

11. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações de sistemas luminosos e de aviso sonoro de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes. 11.1. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes dos

sistemas luminosos e de aviso sonoro, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados; 11.2. Corrigir as anomalias dos sistemas luminosos e de aviso sonoro, efectuando operações de

reparação ou de substituição de componentes, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados;

11.3. Ensaiar os sistemas luminosos e de aviso sonoro reparados, efectuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio e/ou testes de estrada, a fim de comprovar o correcto funcionamento dos mesmos.

12. Proceder ao diagnóstico de anomalias e a reparações em sistemas de comunicação e informação de automóveis ligeiros, utilizando as técnicas e procedimentos adequados, de acordo com a tecnologia dos mesmos e os parâmetros e especificações técnicas definidas pelos fabricantes. 12.1. Instalar sistemas de comunicação e informação, utilizando as ferramentas e instrumentos

adequados;

12.2. Verificar o funcionamento e o estado de conservação dos diferentes componentes dos sistemas de comunicação e informação, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados;

12.3. Corrigir as anomalias dos sistemas de comunicação e informação, efectuando operações de reparação ou de substituição de componentes, utilizando as ferramentas e instrumentos adequados;

12.4. Ensaiar os sistemas de comunicação e informação instalados e reparados, efectuando os testes adequados, com equipamentos de ensaio, a fim de comprovar o correcto funcionamento dos mesmos.

13. Proceder ao diagnóstico de avarias e à substituição de componentes em sistemas multiplexados. 13.1. Verificar o funcionamento de unidades electrónicas de comando, de dispositivos de

codificação/descodificação de sinais multiplexados e a continuidade e as ligações dos circuitos multiplexados, utilizando os equipamentos de diagnóstico adequados;

13.2. Substituir componentes e ensaiar circuitos multiplexados, efectuando os testes apropriados e utilizando as ferramentas, os instrumentos e os equipamentos adequados.

14. Verificar o estado de conservação de cabos e fichas dos diferentes sistemas eléctricos e electrónicos de automóveis ligeiros e diagnosticar e reparar eventuais anomalias, utilizando as técnicas e procedimentos adequados.

15. Proceder à limpeza de componentes e órgãos dos sistemas a reparar ou em reparação utilizando os procedimentos e produtos adequados e de acordo com as regras de protecção ambiental.

16. Proceder à manutenção da sua área de trabalho, efectuando a conservação e a limpeza de equipamentos, aparelhos e ferramentas utilizados no diagnóstico de avarias e na reparação de órgãos e sistemas de automóveis ligeiros.

(9)

COMPETÊNCIAS SABERES Noções de:

1. Língua inglesa ou outra língua estrangeira adequada à actividade. 2. Química (matéria).

3. Informática aplicada à actividade. 4. Comunicação e relações interpessoais. 5. Protecção ambiental.

Conhecimentos de:

6. Desenho técnico (interpretação de esquemas de montagem de peças mecânicas e de componentes eléctricos).

7. Física (combustão, mecânica e forças).

8. Matemática (cálculo aritmético, percentagens, proporções e equações). 9. Normas e padrões de qualidade.

10. Segurança, higiene e saúde aplicadas à actividade profissional.

11. Normas técnicas (interpretação de instruções técnicas dos fabricantes). 12. Tecnologia dos materiais.

13. Tecnologia mecânica.

Conhecimentos aprofundados de:

14. Tecnologia dos equipamentos utilizados no diagnóstico de avarias em automóveis ligeiros. 15. Electricidade e electrónica.

16. Metrologia.

17. Tecnologia mecânica.

18. Tipos de aparelhos e ferramentas utilizadas na reparação de automóveis ligeiros.

19. Constituição, funcionamento e regulação de motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros. 20. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de direcção, de suspensão e de travagem de

automóveis ligeiros.

21. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de transmissão manual e automática de automóveis ligeiros.

22. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de ignição convencional e electrónica de automóveis ligeiros.

23. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de alimentação, de sobrealimentação e de anti – poluição de automóveis ligeiros.

24. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de arrefecimento e de lubrificação do motor de automóveis ligeiros.

25. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de carga e de arranque de automóveis ligeiros.

26. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de segurança activa e de segurança passiva de automóveis ligeiros.

27. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de conforto e de segurança de automóveis ligeiros.

28. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas luminosos e de aviso sonoro de automóveis ligeiros.

29. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas de comunicação e de informação de automóveis ligeiros.

30. Constituição, funcionamento e regulação de sistemas multiplexados de automóveis ligeiros. 31. Processos de reparação e ensaio de motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros.

32. Processos de reparação e ensaio de sistemas de direcção, de suspensão e de travagem de automóveis ligeiros.

33. Processos de diagnóstico de anomalias e substituição de jantes e pneus de automóveis ligeiros. 34. Processos de reparação e ensaio de sistemas de transmissão de automóveis ligeiros.

(10)

36. Processos de reparação e ensaio de sistemas de alimentação, de sobrealimentação e de anti – poluição de automóveis ligeiros.

37. Processos de reparação e ensaio de sistemas de arrefecimento e de lubrificação de automóveis ligeiros.

38. Processos de reparação e ensaio de sistemas de carga e arranque de automóveis ligeiros.

39. Processo de reparação e ensaio de sistemas de segurança activa e de segurança passiva de automóveis ligeiros.

40. Processos de instalação, reparação e ensaio de sistemas de conforto e segurança de automóveis ligeiros.

41. Processos de reparação e ensaio de sistemas luminosos e de aviso sonoro de automóveis ligeiros. 42. Processos de instalação, reparação e ensaio de sistemas comunicação e informação de automóveis

ligeiros.

43. Processos de diagnóstico, substituição de componentes e ensaio de circuitos em sistemas multiplexados.

44. Processos de diagnóstico de anomalias em cablagens e de substituição de fichas e cabos danificados.

SABERES-FAZER

1. Interpretar esquemas e desenhos técnicos e utilizar manuais e outra documentação técnica dos sistemas mecânicos, eléctricos e electrónicos de automóveis ligeiros.

2. Aplicar as normas e procedimentos de segurança, higiene e saúde e de protecção ambiental respeitantes à actividade profissional.

3. Identificar e utilizar os equipamentos de diagnóstico de avarias em sistemas mecânicos, eléctricos e electrónicos de automóveis ligeiros.

4. Identificar e utilizar os diferentes tipos de aparelhos e ferramentas utilizados na reparação dos sistemas mecânicos, eléctricos e electrónicos de automóveis ligeiros.

5. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros.

6. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de anomalias em motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros.

7. Aplicar as técnicas de manutenção, de reparação e de substituição de componentes de motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros.

8. Utilizar as técnicas de ensaio de motores a gasolina e a gasóleo de automóveis ligeiros.

9. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de direcção, de suspensão e de travagem de automóveis ligeiros.

10. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de anomalias em sistemas de direcção, de suspensão e de travagem de automóveis ligeiros.

11. Aplicar as técnicas de reparação e de substituição de componentes nos sistemas de direcção, de suspensão e de travagem de automóveis ligeiros.

12. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de direcção, de suspensão e de travagem de automóveis ligeiros.

13. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de anomalias em jantes e pneus de automóveis ligeiros.

14. Aplicar as técnicas de substituição de jantes e pneus de automóveis ligeiros.

15. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de transmissão manual e automática de automóveis ligeiros.

16. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de anomalias em sistemas de transmissão manual e automática de automóveis ligeiros.

17. Aplicar as técnicas de reparação e de substituição de componentes nos sistemas de transmissão manual e automática de automóveis ligeiros.

18. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de transmissão manual e automática de automóveis ligeiros.

(11)

19. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de ignição convencional e electrónica de automóveis ligeiros.

20. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de anomalias em sistemas de ignição convencional e electrónica de automóveis ligeiros.

21. Aplicar as técnicas de reparação e de substituição de componentes nos sistemas de ignição convencional e electrónica de automóveis ligeiros.

22. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de ignição convencional e electrónica de automóveis ligeiros.

23. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de alimentação, de sobrealimentação e de anti – poluição de automóveis ligeiros.

24. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de anomalias em sistemas de alimentação, de sobrealimentação e de anti – poluição de automóveis ligeiros.

25. Aplicar as técnicas de reparação e de substituição de componentes nos sistemas de alimentação, de sobrealimentação e de anti – poluição de automóveis ligeiros.

26. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de alimentação, de sobrealimentação e de anti – poluição de automóveis ligeiros.

27. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de arrefecimento e de lubrificação do motor de automóveis ligeiros.

28. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de anomalias em sistemas de arrefecimento e de lubrificação do motor de automóveis ligeiros.

29. Aplicar as técnicas de reparação e de substituição de componentes nos sistemas de arrefecimento e de lubrificação do motor de automóveis ligeiros.

30. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de arrefecimento e lubrificação do motor de automóveis ligeiros. 31. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de carga e de arranque de automóveis ligeiros.

32. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de avarias em sistemas de carga e de arranque de automóveis ligeiros.

33. Aplicar as técnicas de reparação e de substituição de componentes de sistemas de carga e de arranque de automóveis ligeiros.

34. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de carga e de arranque de automóveis ligeiros.

35. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de segurança activa e de segurança passiva de automóveis ligeiros.

36. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de avarias em sistemas de segurança activa e de segurança passiva de automóveis ligeiros.

37. Aplicar as técnicas de reparação e de substituição de componentes de sistemas de segurança activa e de segurança passiva de automóveis ligeiros.

38. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de segurança activa e de segurança passiva de automóveis ligeiros.

39. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de conforto e de segurança de automóveis ligeiros.

40. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de avarias em sistemas de conforto e de segurança de automóveis ligeiros.

41. Aplicar as técnicas de instalação, de reparação e de substituição de componentes de sistemas de conforto e de segurança de automóveis ligeiros.

42. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de conforto e de segurança de automóveis ligeiros. 43. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas luminosos e de aviso

sonoro de automóveis ligeiros.

44. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de avarias em sistemas luminosos e de aviso sonoro de automóveis ligeiros.

45. Aplicar as técnicas de reparação e de substituição de componentes de sistemas luminosos e de aviso sonoro de automóveis ligeiros.

(12)

47. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas de comunicação e de informação de automóveis ligeiros.

48. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de avarias de sistemas de comunicação e de informação de automóveis ligeiros.

49. Aplicar as técnicas de instalação, de reparação e de substituição de componentes de sistemas de comunicação e de informação de automóveis ligeiros.

50. Utilizar as técnicas de ensaio de sistemas de comunicação e de informação de automóveis ligeiros. 51. Identificar e reconhecer as características do funcionamento de sistemas multiplexados de

automóveis ligeiros.

52. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de avarias de sistemas multiplexados de automóveis ligeiros.

53. Aplicar as técnicas de substituição de componentes dos sistemas multiplexados de automóveis ligeiros.

54. Utilizar as técnicas de ensaio de circuitos dos sistemas multiplexados de automóveis ligeiros. 55. Utilizar os métodos e as técnicas adequadas à detecção de anomalias em cablagens e à

substituição de cabos e fichas dos diferentes sistemas eléctricos e electrónicos de automóveis ligeiros.

56. Utilizar as técnicas e os produtos adequados à manutenção das condições de limpeza de componentes e órgãos dos sistemas de automóveis ligeiros.

57. Utilizar os procedimentos e produtos adequados à manutenção das condições de limpeza da área de trabalho, das ferramentas e dos equipamentos utilizados.

58. Utilizar a documentação técnica respeitante ao registo da actividade desenvolvida. SABERES-SER

1. Interagir com outros intervenientes no processo de diagnóstico de avarias e de reparação de automóveis ligeiros.

2. Organizar a sua área de trabalho de forma a responder às solicitações do serviço.

3. Integrar as normas e procedimentos de segurança, higiene, saúde e protecção do ambiente, no exercício da sua actividade profissional.

4. Assumir atitudes de responsabilidade no desempenho das suas actividades. 5. Manter comportamentos assertivos nas relações com os outros.

6. Colaborar na consecução dos objectivos definidos.

7. Tomar iniciativa no sentido de encontrar soluções na resolução de problemas técnicos. 8. Adaptar-se a novas tecnologias.

1.3 - Âmbito da profissão no campeonato das profissões 1.3.1 Contexto

O âmbito da profissão no Campeonato das profissões consiste em classificar o desempenho profissional dos jovens concorrentes profissionais, de acordo com a natureza e critérios de avaliação da prova a desenvolver. Para além da competição propriamente dita, poderão, paralelamente, no espaço de competição existir outras actividades de promoção da profissão, tais como demonstrações.

Os visitantes poderão de forma fácil observar o trabalho em desenvolvimento e perceber quais as competências requeridas pelo profissional. O projecto e o produto acabado, sempre que possível, será expostos para os visitantes observarem.

1.3.2 Desenvolvimento

Uma competição modular, visando a avaliação, individual, das diferentes competências necessárias a um exercício profissional exemplar.

O Teste consiste no trabalho prático e a avaliação do conhecimento teórico está, apenas, limitado ao estritamente necessário para levar a efeito o projecto.

(13)

Cada concorrente terá, de forma independente e autónoma, desenvolver tarefas associadas ao planeamento e à criatividade, organização e gestão do tempo, aplicação de métodos de trabalho, limpeza e higienização dos espaços, segurança e higiene do trabalho, comunicação e atitude, etc. O concorrente será submetido a uma avaliação técnica rigorosa assente no desenvolvimento do trabalho no âmbito dos seguintes módulos:

■ Módulo A - Transmissão ■ Módulo B - Reparação de Motor ■ Módulo C - Suspensão/Direcção ■ Módulo D - Diagnóstico

■ Módulo E - Travões

SECÇÃO II – METODOLOGIA DE CONCEPÇÃO DA PROVA 2.1 - Formato da prova

A prova é constituída por:

. módulos independentes

2.2 - Requisito para a construção da prova 2.2.1 Exigências gerais

Regra geral, o Projecto de Prova deve:

■ Estar em conformidade com a Descrição Técnica actual;

■ Respeitar as exigências e as normas de avaliação internacionalmente prescritas (WorldSkills e EuroSkills);

■ Ser acompanhado por uma grelha/ficha de avaliação que será finalizada/validada antes do inicio da competição;

■ Ser testada antes de ser proposta à Comissão Técnica, para garantir que foi testado o seu

funcionamento/ construção/ realização dentro do tempo previsto etc.- (segundo as exigências da profissão), assim como a fiabilidade e a adequação da lista de Infra-estruturas.

■ No projecto deve constar uma prova da sua exequibilidade dentro do tempo previsto. Por exemplo, a fotografia de um projecto realizado segundo os parâmetros do projecto de prova, com o auxílio do material e do equipamento previsto, segundo os conhecimentos requeridos e imperativamente dentro dos tempos definidos;

■ Quando for executado um protótipo, este deverá ser exposto durante o Campeonato;

■ Todas as provas devem ser fornecidas em suporte informático, em formato DWG para os desenhos, Excel para as grelhas de avaliação e Word para a descrição da prova ou outro em função da

especificidade da Prova. Devem ser utilizados os templates fornecidos pelo Comité Técnico; ■ As provas devem estar de acordo com as regras de Segurança e Higiene específicas para aquela

profissão, não devendo a sua execução colocar os concorrentes em situação de perigo, e quando isso for inevitável, devem ser previstos meios de protecção adequados;

■ As provas devem ter em atenção aspectos associados à sustentabilidade, visando por um lado a minimização dos custos associados à sua organização, e por outro o respeito pelas normas ambientais e consequentemente a diminuição da pegada ecológica associada ao evento;

(14)

2.2.2 Duração total

A prova é constituída por 5 módulos e deverá ser desenhada para uma execução num período compreendido entre as 12 e as 18 horas (por concorrente), seguindo a seguinte estrutura modular: A - Módulo A (Transmissão - 2h30)

B - Módulo B (Reparação de Motor - 2h30) C - Módulo C (Suspensão/Direcção - 2h30) D - Módulo D (Diagnóstico - 2h30)

E - Módulo E (Travões - 2h30) 2.3 - Responsabilidade e prazos de elaboração

A prova/módulos é/são desenvolvidos por um técnico altamente especializado na profissão em questão, com experiência relevante no âmbito dos campeonatos das profissões, tendo como factor preferencial formação específica no âmbito do SkillsPortugal, e será indicado pela Comissão Técnica do SkillsPortugal.

O Prazo de execução da prova é, por norma, 2 meses antes do início do campeonato, altura em que a mesma será divulgada no site do SkillsPortugal. As excepções aos prazos e divulgação são sempre autorizadas pelo Comité Técnico, tendo por base o exposto no ponto seguinte.

2.4 - Divulgação da prova

■ As provas serão divulgadas no site do SkillsPortugal, em:

(http://skillsportugal.iefp.pt/profissoes/BancoProvas.aspx?area=fasenacional&prof=3&sa=t)

Nota: Apenas provas de detecção de avarias ou similares não serão divulgadas. De acordo com o conteúdo da prova e parecer do respectivo conceptor, esta poderá ser divulgada na íntegra, parcialmente ou apenas a sua estrutura. Esta prova não será divulgada.

■ Quando divulgadas na totalidade, devem sê-lo com uma antecedência máxima de 2 meses podendo sofrer uma alteração de, pelo menos, 30% antes de iniciar a Competição, sem que essa alteração implique em qualquer caso, alterações à Lista de Infra-estruturas previamente aprovada.

■ Quando houver lugar a alteração, cada jurado deve ser portador de uma proposta de alteração à prova divulgada, sendo a selecção feita por votação, antes do início da competição.

2.5 - Descrição genérica da prova

O SkillsPortugal dispõe de uma metodologia e modelo de elaboração da prova, disponível para download em (http://skillsportugal.iefp.pt/profissoes/Downloads.aspx) podendo-se, ainda, aceder a uma bateria de provas usadas em campeonatos anteriores.

A descrição genérica da prova, nos termos da metodologia e modelo em vigor integra os seguintes itens: ■ Orientações gerais para a equipa de jurados (antes, durante e após a realização das provas); ■ Time-Table/desenvolvimento da prova;

■ Orientações para os concorrentes; ■ Caracterização e descrição da prova;

■ Critérios, Sub-Critérios e aspectos a avaliar e notações associadas; ■ Ficha de classificação por concorrente;

(15)

2.6 - Esquema de Avaliação

Cada prova (modular) deve ser acompanhada por um esquema de avaliação baseado nos critérios de avaliação definidos no presente Descritivo Técnico. O esquema/matriz de avaliação é desenvolvido pelo(s) técnicos que constroem a prova. O esquema/matriz final deve ser desenvolvido e aprovado por todos os jurados (peritos) da competição.

2.7 - Selecção da Prova

Nos casos em que haja lugar à selecção de uma prova ou de um modelo de suporte ao desenvolvimento da mesma, a sua selecção far-se-á através de votação dos jurados antes da competição.

SECÇÃO III – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

3.1 - Processo de Avaliação (Notação Objectiva/Subjectiva)

QUANTIFICAÇÃO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO CONCORRENTE Profissão: Técnico/a de mecatrónica automóvel

Ref. Critérios de Avaliação Natureza da Avaliação

Subjectiva Objectiva Total

A

Transmissão

- 20 20 B

Reparação de motor

- 20 20 C Suspensão/Direcção - 20 20 D Diagnóstico - 20 20 E

Travões

- 20 20 Total - 100 100 3.2 - Critérios de Avaliação

Orientações gerais para a atribuição dos critérios: ■ Avaliação Objectiva

Sim – X pontos (em que X corresponde à notação para dada avaliação desde que diferente de zero). Não – 0 pontos

■ Avaliação Subjectiva

(Escala de avaliação de 1 a 10) Perfeito = 10 pontos;

Muito bom = 9 pontos; Bom = 8 pontos;

Razoavelmente bom = 7 pontos; Suficiente = 6 pontos;

Médio = 5 pontos; Insuficiente = 4 pontos; Mau = 3 pontos; Muito mau = 2 pontos;

(16)

De acordo com o prescrito no regulamento da competição, a avaliação de natureza subjectiva deverá ser efectuada por uma equipa mínima de 3 jurados, os quais utilizarão um cartão de votação próprio do Skillsportugal. A diferença entre a votação máxima e mínima não deverá, nunca, ser superior a 3 pontos. Sempre que se verifique uma diferença superior, a equipa de jurados argumentará as suas votações e voltará a classificar até que a diferença se situe dentro do parâmetro previsto. A classificação final dessa avaliação é a média aritmética das classificações observadas.

Critérios específicos:

(Todos os módulos serão avaliados com critérios objectivos) A - Transmissão

• Higiene e Segurança • Testes e Diagnóstico • Reparação e Medição

• Limpeza, arrumação e conclusões B - Reparação de motor

• Higiene e Segurança • Testes e Diagnóstico • Reparação e Medição

• Limpeza, arrumação e conclusões C - Suspensão/Direcção

• Higiene e Segurança • Testes e Diagnóstico • Reparação e Medição

• Limpeza, arrumação e conclusões D - Diagnóstico

• Higiene e Segurança • Testes e Diagnóstico • Reparação e Medição

• Limpeza, arrumação e conclusões E - Travões

• Higiene e Segurança • Testes e Diagnóstico • Reparação e Medição

• Limpeza, arrumação e conclusões NOTAS ADICIONAIS:

São consideradas Infracções:

- Não cumprimento pelas regras de higiene e segurança no trabalho;

- Qualquer comunicação com o público ou jurado sem prévia autorização do Presidente do Júri (ou quem este delegar);

- Utilização de materiais, equipamentos não autorizados no critério/prova;

- Utilização de produtos de marca concorrente à do patrocínio (sem tapar a marca); - Utilização de ferramentas eléctricas e pneumáticas;

- Levar qualquer aparelho com capacidade de comunicação e/ou obtenção de imagens para o posto de trabalho.

(NB: As infracções só serão aceites para discussão quando, na falta de prova física, for observada por 2 jurados no mínimo).

(17)

SECÇÃO IV – REQUISITOS GERAIS/ESPECÍFICOS DE SEGURANÇA & HIGIENE 4.1 - Requisitos Gerais de Segurança

Uma Visão Partilhada - Zero acidentes!

Temos o objectivo comum da criação de uma acção preventiva e de cultura de segurança no Campeonato das Profissões. O Skills Portugal quer familiarizar todas as equipas participantes com a visão “zero incidentes”. A abordagem zero incidente significa promover a consciencialização de todas as equipas participantes para a importância da Segurança e Saúde Ocupacional. Isto significa avaliar os perigos e os riscos, em conformidade com todas as normas de segurança, a operação segura das ferramentas e máquinas, uso de equipamento de protecção pessoal, manutenção de equipamentos de protecção individual em bom estado e manutenção de uma boa gestão do local da competição.

Política de Segurança

A segurança é uma responsabilidade partilhada entre a organização do SkillsPortugal, os voluntários, os delegados, observadores, concorrentes, jurados e chefes de oficina. A Segurança deve constituir uma componente integral das actividades da competição –, juntos, vamos criar uma cultura de segurança e assim assegurar uma competição bem sucedida.

Todos os participantes têm o direito de conhecer, participar e direito de recusa. Esperamos a compreensão e a responsabilidade de todos no cumprimento e respeito das regras de segurança constantes no Manual de Segurança e Higiene, o qual reflecte a legislação nacional. O Manual respectivo encontra-se divulgado no site do SkillsPortugal em (http://skillsportugal.iefp.pt/profissoes/Downloads.aspx).

4.2 - Requisitos específicos de Segurança & Higiene da profissão

O Manual de Segurança e Higiene do Skills Portugal integra uma ficha de segurança específica da profissão, a qual é de cumprimento OBRIGATÓRIO, e organiza-se em torno dos seguintes items:

■ Procedimentos Gerais;

■ Segurança de Máquinas, Substâncias Perigosas e Limpeza; ■ Perigos/Riscos significativos da profissão;

■ Equipamento de protecção Individual.

Nota: A Ficha de Segurança desta profissão encontra-se, igualmente, no Anexo 2 desta Descrição Técnica.

SECÇÃO V – GESTÃO DA COMPETIÇÃO/PROVA 5.1 - Nomeação do Presidente de Júri

O Presidente do Júri é nomeado pela Comissão Organizadora, sob proposta do Delegado Técnico do SkillsPortugal, antes do certame, para as diversas fases do Campeonato das Profissões.

O Presidente do Júri deverá, preferencialmente, ser um técnico com experiencia reconhecida na área e, preferencialmente, ter participado em vários Campeonatos nas suas fases Regionais, Nacionais e Internacionais, sendo, ainda, relevante, a participação em acções de formação SkillsPortugal.

(18)

5.2 - Responsabilidades do Presidente de Júri São responsabilidades do Presidente de Júri:

■ Elaborar provas para a fase Regional e Nacional do Campeonato das Profissões;

■ Manter actualizado o presente Descritivo Técnico através da dinamização dos jurados procurando contributos para a revisão e melhoria da Descrição Técnica. Os contributos deverão ser comunicados por escrito ao Presidente do Júri pelos Jurados que as compilará num só documento para ser discutido pelo colectivo de Júri. Antes de abandonar o local da competição, o Presidente do Júri e o Delegado Técnico organizarão a discussão e revisão da Descrição Técnica da Profissão;

■ Gerir a competição de acordo com as normas ditadas pelo Regulamento da Competição e pelo presente Descritivo Técnico, tendo presentes os princípios de Equidade e Transparência, com vista à selecção do melhor representante de Portugal nas Competições Internacionais;

■ Em caso de conflito durante a Competição, deverá o Presidente de Júri conseguir consenso no seio do Júri. Em caso de impossibilidade de resolução do problema, deve ser solicitada a presença do Delegado Técnico dos Campeonatos para mediar o conflito;

■ Sempre que no decurso da competição se detecte a necessidade de prolongamento do tempo de

competição, esta deverá ser proposta ao Delegado Técnico/Comissão Organizadora para aprovação até ao final do 2º dia de Competição. Todas as alternativas possíveis devem ser estudadas antes de pedir ou aprovar um alargamento do tempo da Competição.

SECÇÃO VI – INFRA-ESTRUTURAS E EQUIPAMENTOS DE SUPORTE ÀS PROVAS 6.1 - Enquadramento

A prova será elaborada com base no listado e descrito neste capítulo. Não obstante, a prova deve ser acompanhada da lista exaustiva, que identifique e especifique, de forma precisa, qualitativa e quantitativa, os consumíveis e matérias específicos a preparar por concorrente. No âmbito das listas de infra-estruturas, materiais e equipamentos referenciados nesta descrição técnica, não são tidos em consideração a indicação a qualquer marca comercial.

Será na base da prova a elaborar que, em função dos apoios e patrocínios que se vierem a verificar ou, na ausência destes, que se identificarão os modelos e/ou marcas a considerar no desenvolvimento das provas. 6.2 - Infra-estruturas técnicas

■ Potência eléctrica: 3 saídas monofásicas (230v) por concorrente. ■ Iluminação apropriada para a área de trabalho.

■ Lavatório com água corrente/esgoto. ■ Ar comprimido

■ Internet

■ Elevador de 2 colunas ■ Elevador de 4 colunas ■ Extracção de Gases

6.3 - Material genérico a utilizar na competição

Toda a lista de materiais genéricos a seguir identificados são fornecidos pelo organizador ou entidade(s) patrocinadora(s) da competição e a quantidade deverá ser adequada ao n.º de concorrentes e jurados em competição.

■ Mesas e Cadeiras ■ Quadro branco + canetas ■ Materiais de limpeza

(19)

■ Extintor de incêndio e Kit primeiros socorros ■ Cacifos

■ Material de economato diverso ■ Computador

■ Balde de recolha do lixo, pá e vassoura ■ Relógio de parede

6.4 - Equipamentos específicos da profissão

Toda a lista de infra-estruturas e equipamentos específicos a seguir identificados são fornecidos pelo organizador ou entidade(s) patrocinadora(s) da competição e a quantidade deverá ser adequada ao n.º de concorrentes em competição.

■ Máquina de diagnóstico

■ Analisador de gases de escape (4 gases) ■ Opacímetro

■ Informação/manuais técnicos ■ Bancada de apoio

■ Regloscópio

■ Máquina de geometria de direcção ■ Osciloscópio (2 canais)

■ Compressógrafo (Gasolina) ■ Compressógrafo (Gasóleo)

■ Kit de manómetro de pressão de gasolina 6.5 - Ferramentas a utilizar na competição

Toda a lista de ferramentas a seguir identificados são fornecidos pelo organizador ou entidade(s) patrocinadora(s) da competição e a quantidade deverá ser adequada ao n.º de concorrentes em competição. ■ 1 jogo de chaves de fenda

■ 1 jogo de chaves pozi-drive (com no mínimo 4 peças) ■ 1 jogo de chaves Allen (hex) de 1.5 a 10mm

■ 1 jogo de chaves torx interior de tamanho 8 a 55 ■ 1 jogo de chaves torx exterior de tamanho 8 a 55 ■ 1 jogo de chaves de boca de 6 a 32mm

■ 1 jogo de chaves de luneta de 6 a 32mm

■ 1 jogo de chaves de luneta torx de tamanho 8 a 55 ■ 1 alicate extensível

■ 1 alicate de corte

■ 1 alicate de pontas direitas ■ 1 alicate de pontas curvas ■ 1 alicate universal ■ 1 alicate de pressão ■ 1 fita métrica de 2m

■ 1 escala metálica de 300mm ■ 1 gambiarra (LEDs)

■ 1 paquímetro com precisão de 0.02mm ■ 1 micrómetro exterior de 0 a 25mm ■ 1 multímetro digital, V, A (10A),m Ohms ■ 1 apalpa-folgas de 0.05 a 2mm

■ 1 lâmpada de teste 12V ■ 1 lâmpada LED de teste

■ 1 jogo de chaves de caixa (1/2”) de 6 a 32mm ■ 1 chave dinamómetro (1/2”) de 0 a 200nm

(20)

■ 1 goniómetro (1/2”) ■ 1 martelo de 300g

■ 1 martelo de cabeça macia ■ 1 jogo de punções (2 a 8mm) ■ 1 Iman com braço flexível

■ 1 jogo de chaves de caixa longas (1/2) ■ 1 cinta para segmentos

■ 1 micrómetro de interiores

■ 1 comparador com base magnética ■ 1 comparador de interiores ■ 1 almotolia

Outros produtos patrocináveis: ■ Consumíveis

■ Ferramentas

■ Equipamentos de diagnóstico

Nota: os concorrentes poderão fazer-se acompanhar das suas ferramentas pessoas de trabalho, desde que não inscritas das ferramentas proibidas.

6.6 - Materiais, Equipamentos e Ferramentas proibidas

Na área de trabalho é apenas permitido o equipamento/material fornecido. No caso da existência de empresa(s) patrocinadora(s) do Evento, qualquer equipamento, material, utensílio e/ou produto de outra(s) empresa(s) presente no posto de trabalho do(a) concorrente deverá ocultar a marca, sob pena de penalização do concorrente no critério HST da respectiva prova. Os jurados devem informar, claramente, sobre os tipos de materiais e equipamentos que não devem circular na área da competição.

6.7 - Sustentabilidade económica/financeira e ambiental do evento/competição

Em cada competição, os Jurados devem rever e melhorar a lista de infra-estruturas, tendo em conta os princípios da sustentabilidade. Tendo em vista a optimização dos recursos, deve constar apenas o indispensável, evitando o desnecessário e o excessivo.

Sempre que possível devera ser dada preferência a materiais com menor impacto ambiental. Igualmente, deverão ser previstas na ficha de avaliação da prova, formas de penalizar os concorrentes pelo desperdício que produzam. Nas profissões em que o factor criatividade seja determinante, os materiais complementares (que não sejam comuns a todos os concorrentes) devem ser da responsabilidade dos concorrentes. Nestas profissões a sustentabilidade deve constar nos critérios de avaliação

(21)

SECÇÃO VII – LAYOUT-TIPO DA COMPETIÇÃO/PROVA

7.1 - Layout genérico de referência do espaço da competição

7.2 - Layout-tipo de referência do posto de trabalho

7.3 - Outras características adicionais do posto de trabalho O Piso deve ser à prova de óleo – sem tapete

O espaço para cada posto de trabalho 40m² Distância mínima do público: 1m

(22)

SECÇÃO VIII – ACTIVIDADES DE PROMOÇÃO DA PROFISSÃO

Sempre que as condições o permitam, deverá a organização, os patrocinadores e a equipa de jurados trabalhar no espaço contíguo à competição formas de promover a profissão, as quais poderão ser de demonstração, através de meios audiovisuais ou de espaços de experimentação, onde os visitantes sejam convidados a experimentar operações específicas da profissão.

ANEXOS: Anexo 1

Links a vídeos e outra informação promocional com exemplos da competição e do processo de trabalho

http://www.worldskills.org/index.php?option=com_content&task=view&id=463&Itemid=634 http://www.youtube.com/watch?v=33xuU2GOkfs

http://www.youtube.com/watch?v=H0btu04glRg

http://conormccabe.photoshelter.com/gallery/G0000CHwuHWueesk

Anexo 2

Referências

Documentos relacionados

O estudo múltiplo de casos foi aplicado para identificar as semelhanças e dissemelhanças na forma como as empresas relacionam seus modelos de negócios e suas

Nas leituras de falhas efetuadas, foram obtidos códigos de anomalia por meio de dois diferentes protocolos de comunicação: o ISO 14230 KWP (2000) e o ISO 15765-4 CAN. A seguir, no

a) O desempenho dos discentes que usam os instrumentos de apoio ao ensino e aprendizagem de algoritmos e programação de computadores selecionados superará o

Este trabalho apresenta um relato de experiência da parceria educacional entre a IBM Brasil por meio do programa IBM Academic Initiave 1 e a CETEC-GFAC 2 do Centro Paula

Apresentar às relações das ações de combate as perdas reais aplicadas a sistema de distribuição de água através de métodos de priorização de áreas para a pesquisa

Durantes nove dias, 30 de abril a 11 de maio, a CEDEAO for- mou em Eurotrace SQL quatro colaboradores do INE, dois do sexo feminino e dois do sexo masculino, um do Depar- tamento

(grifos nossos). b) Em observância ao princípio da impessoalidade, a Administração não pode atuar com vistas a prejudicar ou beneficiar pessoas determinadas, vez que é

• Os municípios provavelmente não utilizam a análise dos dados para orientar o planejamento de suas ações;. • Há grande potencialidade na análise dos micro dados do Sisvan