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Aula 2 - Introdução aos SGBDs

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Academic year: 2021

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Prof: Marcelo Marinho

[email protected]

Banco de

Dados –

Introdução aos

SGBDs

(2)

Diagrama Simplificado de um sistema de BD

Surgimento e evolução dos SGBDs

Visão dos Dados

Modelos de Dados

Linguagens de Bancos de Dados

Papéis envolvidos

(3)

Banco de Dados

 Um Banco de Dados é uma coleção de dados;

 Com dados, queremos dizer fatos conhecidos que podem

ser registrado e possuem significado implícito.

Hummm… e uma coleção de palavra que

compõem uma página de texto pode ser

considerada dados relacionados, é um banco de

dados?

(4)

Banco de Dados

O uso comum do termo Banco de Dados normalmente é mais restrito, e tem as seguintes propriedades implícitas:

 Um Banco de dados representa algum aspecto do mundo

real, às vezes chamado de minimundo.

 Um banco de dados é uma coleção logicamente coerente

de dados com algum significado inerente.

 Um banco de dados é pojetado, contruído e populado com

(5)

Diagrama Simplificado de um

sistema de BD

(6)

Os SGBDs

Surgimento,

funcionalidades e

evoluções

(7)

Dados, Informações e

Conhecimento

(8)

Requisitos de Informações

Atualidade;

Correção;

Relevância;

Disponibilidade;

Legibilidade.

(9)

Os Sistemas de Arquivos

 Registro de informações em arquivos diferentes.  Programas para:

 Inserção;  Atualização;

 Remoção de dados…

 Quando da criação de novas regras:

(10)

Exemplo: Cadastro de Alunos

 Inserção, atualização e remoção;  Ordenar por nome;

 Logins iniciados por “e”;  Período maior que 3o;  Idade igual a 23 anos;

 Alunos com menos de 10 anos não

(11)

Problema do Armazenamento de

Dados

 No contexto dos sistemas de arquivos:

 Registros são duplicados em vários arquivos;  Diversos programas de aplicação são escritos;

 A cada nova regra de negócio: um grande trabalho pela frente...

Problema: armazenar e

recuperar Dados

(12)

Mais Desvantagens do Uso de

Arquivos

Inconsistência de dados;

Dificuldade no acesso a dados;

Isolamento dos dados;

Problemas de integridade;

Problemas de atomicidade;

Anomalias no acesso concorrente;

Problemas de segurança.

(13)

A Base de Dados...

Conjunto de dados

inter-relacionados

que

dizem respeito a um determinado

contexto

e são compartilhados por diferentes

usuários com

demandas

específicas.

(14)

Sistemas de Gerenciamento de

Banco de Dados - SGBDs

Conjunto de dados (base de dados) associado a um

conjunto de programas para acesso a estes dados.

Surgem em resposta à demanda de gestão

(armazenamento e manipulação) de grandes

quantidades de dados, muitas vezes fortemente

relacionados;

Deve fornecer

conveniência e

eficiência no

armezenamento e recuperação de dados, com

rapidez e concorrentemente.

(15)

Sistemas de Gerenciamento de

Banco de Dados - SGBDs

O SGBD é um sistema de software de uso geral

que facilita o processo de:

 Definição – envolve especificar tipos, estruturas e

restrições dos dados a serem armazenados;

 Construção – é o processo de armazenar os dados em

algum meio controlado pelo SGBD;

 Manipulação – inclui funções como consultas, atualizações

e gerações de relatórios;

 Compartilhamento – permite que diversos usuários e

(16)

Funcionalidades dos SGBDs

 Em resposta aos problemas apresentados pelos sistemas de

arquivo:  Integridade e consistência;  Controle de redundância;  Recuperação;  Concorrência;  Segurança.  Outras:  Compartilhamento de Dados;  Controle de Acesso;  Esquematização.

(17)

Um exemplo simples...

(18)

Um exemplo simples...

Manipulações, exemplos:

 Recuperar uma lista de todas as disciplinas e notas de

`Silva`;

 Listar os nomes dos alunos que realizaram a disciplina

`Banco de Dados` oferecida no segundo semesntre de 2008 e suas notas nessa turma;

 Listar os pré-requisitos do curso de `Banco de Dados`  Alterar o tipo de aluno `Silva` para segundo ano;

 Criar outra turma para a Disciplina `Banco de Dados`

para este semestre;

 Inserir uma nota `A` para Silva na turma `Banco de

(19)

Visão dos Dados

(20)

Abstração de Dados (1/2)

 Extração da essência dos dados de acordo com

(21)

Abstração de Dados (2/2)

Empregado

 Nome;  CPF;  Email.

(22)

Modelo de Dados

Uma coleção de conceitos que podem ser usados

para descrever a estrutura de um banco de dados.

Define tipos e formatos dos dados;

Não informa sobre os dados armazenados na base

(23)

Esquema de Banco de Dados

Projeto geral do banco de dados;

Implementa o modelo de dados com o uso de

linguagem de modelagem de dados.

Um mesmo modelo de dados pode ser

representado por diferentes esquemas de banco

de dados!

(24)

Exemplo de um Diagrama de

Esquema

(25)

Instâncias de Banco de Dados

Conjunto de dados contidos em um determinado banco de dados, em um dado momento.

(26)
(27)
(28)

Modelo Conceitual (1/3)

Modelo com maior capacidade semântica que

objetiva especificar o esquema de uma empresa

(estrutura de dados), independentemente do

SGBD a ser utilizado.

Definido em termos de:

 Conjunto de entidades;

 Conjunto de relacionamentos;  Atributos.

(29)

Modelo Conceitual (2/3)

 Entidade: representa um objeto ou conceito do mundo real,

como um funcionário ou um projeto do minimundo que é descrito no banco de dados;

 Atributo: representa alguma propriedade de interesse que

descreve melhor uma entidade, como nome ou salário do funcionárió;

 Relacionamento: entre duas ou mais entidades, representa

uma associação entre elas – Ex: relacionamento trabalha-em entre um funcionário e um projeto.

(30)
(31)

Modelos lógicos com Base em

Registros

 Modelo usado na descrição de dados no nível lógico e de

visões. Usado na especificação de estruturas lógicas ou na implementação de alto nível.

 BD estruturado com registros de formato fixo;  Modelos mais comuns:

 Relacional;  Rede;

(32)

Modelos Relacionais

Usam um conjunto de tabelas para representar dados e as relações entre eles.

(33)

Modelos de Rede

Usam um conjunto de registros para representar dados e um conjunto de links para representar as relações entre eles.

(34)

Modelos Hierárquicos

Usam um conjunto de registros para representar dados e um conjunto de links para representar as relações entre eles. Registros organizados em árvores.

(35)

Modelos Físicos de dados

Descrevem os dados em seu nível mais baixo, com detalhes do armezenamento interno.

 São pouco usados, na verdade são implementados;  Influenciam no desempenho da aplicação;

 Captam aspectos de implementação do sistema de banco de

(36)

Independência de Dados

Capacidade de modificar a definição dos esquemas em

determinado nível, sem afetar o esquema do nível superior.

 Física:

 Modificações no esquema físico;

 Lógica:

(37)
(38)

Linguagens de

(39)

Definição dos Dados

Quando o projeto de BD é finalizado e um

SGBD é escolhido para implementá-lo, o

primeiro passo é:

Definição do esquema conceituais a ser

utilizado.

DDL (Data Definition Language):

Linguagem que fornece comandos para criar e

alterar esquemas de dados;

Exemplos de comandos:

(40)

Quando os esquemas são

compilados e o banco de

dados é populado, os

usuários precisam de alguma

forma de manipulá-lo

(41)

Manipulação de Dados

Engloba:

 Recuperação de dados armazenados no BD;  Inserção de novos dados no BD;

 Remoção de dados do BD;  Modificação de dados do BD.

(42)

DML (Data Manipulation

Language)

Permite o acesso ou manipulação dos dados de forma compatível com o modelo de dados utilizado.

 Baseada na álgebra relacional e no cálculo relacional.  Podem ser:

 Procedurais;

(43)

DCL (Data Control Language)

Controla o nível de privilégio de acesso aos dados para os diferentes usuários do banco de dados.

 Implementa as diferentes visões a partir do sistema de

controle de acesso;

 Inclui comandos como:

(44)

SQL (Structured Query Language)

 Linguagem para a definição, manipulação e controle dos

dados.

 Linguagem declarativa;

 Determina a forma do resultado.

(45)

Papéis Envolvidos

Projeto de Banco

de dados e uso de

(46)

Usuários de Banco de Dados

 Programadores de aplicação:

 Interagem com o sistema através de DML (encapsulada em

programas de aplicação);

 Usuários sofisticados:

 Realizam consultas diretamente à base através de DML;

 Usuários especialistas:

 Escrevem aplicações especializadas de bancos de dados.

 Usuários navegantes:

(47)

O DBA (Database Administrator)

Controle centralizado da base de dados.

Responsabilidades:

 Definição do esquema;

 Definição da estrutura de dados e método de acesso;  Esquema de modificações na organização;

 Fornecer autorização de acesso ao sistema;  Especificações de regras de integridade.

(48)

Bibliografia

 Navathe, Shamkant B. e Elmasri, Ramez E. Sistemas de

Banco de Dados. Pearson Brasil, 2005.

 Abraham, Silberschatz, Korth, Surdarshan. Sistema de

Banco de Dados. Makon Books, 2004.

 Elmasri, Navathe. Sistema de Banco de Dados. Pearson

brasil, 2005.

Referências

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