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Cap a í p t í ul u o l o 8 : 8 C on o c n l c u l s u ã s o IC-UNICAMP Capítulo 8: Conclusão

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IC-UNICAMP

Capítulo 8: Conclusão

Capítulo 8: Conclusão

Capítulo 8: Conclusão

Capítulo 8: Conclusão

• Capítulo 1: Introdução

• Capítulo 2: Conceitos Básicos

• Capítulo 3: Qualidade de Produto (ISO9126)

• Capítulo 4: ISO9001 e ISO90003

• Capítulo 5: CMMI

• Capítulo 5: CMMI

• Capítulo 6: PSP

• Capítulo 7: SPICE

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IC-UNICAMP

Evolução da qualidade de software

Evolução da qualidade de software

Evolução da qualidade de software

Evolução da qualidade de software

• Funcionalidade:

– no início, inteligência do sistema no hardware

– com o crescimento da programabilidade 

preocupação era a funcionalidade do software

– o software consegue substituir o hardware?

• Agregar “Confiabilidade”:

– disseminação do software  confiabilidade

importante

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IC-UNICAMP

Evolução da qualidade de software

Evolução da qualidade de software

Evolução da qualidade de software

Evolução da qualidade de software

• Agregar “Foco no produto”:

– indústria e os consumidores  outros atributos de

qualidade do software

– exemplos: usabilidade, manutenibilidade

– consolidados na norma ISO 9126

• Agregar “Foco no cliente, processos e TQM”:

• Agregar “Foco no cliente, processos e TQM”:

– aparecimento da Qualidade Total

– preocupações também com a qualidade dos

processos

– normas da família ISO 9000 consolidaram este

enfoque

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IC-UNICAMP

Evolução da qualidade de software

Evolução da qualidade de software

Evolução da qualidade de software

Evolução da qualidade de software

• Agregar “Maturidade de Processo e

Capacidade”:

– novos modelos concebidos especificamente para

software

• maturidade e capacidade dos processos de software

– neste texto:

– neste texto:

• dois dos mais importantes modelos nesta área, o CMM e o SPICE

• PSP: derivado do CMM para o nível pessoal

• TSP: derivado do CMMI e do PSP para a aplicação a equipes de desenvolvimento

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IC-UNICAMP

Outros modelos: associados à

Outros modelos: associados à

maturidade

maturidade

Outros modelos: associados à

Outros modelos: associados à

maturidade

maturidade

• Bootstrap:

– Desenvolvido pelo Projeto ESPRIT europeu

– Baseado nos modelos CMM, ISO 9000 e em padrões da Agência Espacial Européia

• Trillium:

– Desenvolvido pela Bell Canada (Bell Northern Research) – Desenvolvido pela Bell Canada (Bell Northern Research) – Baseado no CMM

– Objetivo de avaliar o desenvolvimento de produtos e capacidade de produção de fornecedores de produtos para telecomunicações

• MPS.BR:

– Desenvolvido no Brasil (MCT, Universidades) – Baseado na ISO/IEC 15504 e no CMMI

– Níveis de maturidade em maior número (de A a G) permitem evolução mais suave e menos custosa

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IC-UNICAMP

Outros modelos: associados à software

Outros modelos: associados à software

Outros modelos: associados à software

Outros modelos: associados à software

• ISO/IEC 15939

– Sistema de medição para o setor de software

– Serviu de base para a área de processo MA (Medição e Análise) do CMMI e o processo Medição e Análise da ISO/IEC 12207.

• Métodos ágeis

– Buscam acelerar o processo e promover colaboração efetiva em pequenas equipes de desenvolvimento

– Em 2001: no Agile Manifesto

– Algumas metodologias derivadas: Extreme Programming – XP e SCRUM

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IC-UNICAMP

Outros modelos: não específicos para software

Outros modelos: não específicos para software

Outros modelos: não específicos para software

Outros modelos: não específicos para software

• PMBoK: Project Management Body of Knowledge

– Modelo consagrado para gestão de projeto

• BSC: Balanced Scorecard

– Equilíbrio metas entre 4 perspectivas balanceadas

• Seis Sigma

– Projetos de melhoria com gestão estatística – Bastante utilizado nos níveis 4 e 5 do CMMI

• Malcolm Baldrige, PNQ

– Os prêmios da qualidade: Fundação Prêmio Nacional da Qualidade

– Sete critérios: Liderança, Estratégias e Planos, Clientes e Sociedade, Informação e Conhecimento, Pessoas,

Processos, Resultados da Organização

– Diferencial com relação aos demais: foco no resultado financeiro

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IC-UNICAMP

Evolução dos modelos

Evolução dos modelos

Evolução dos modelos

Evolução dos modelos

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IC-UNICAMP

Visão comparativa dos modelos

Visão comparativa dos modelos

Visão comparativa dos modelos

Visão comparativa dos modelos

9126 9001 CMMI PSP/TSP 15504 PNQ Partes interessadas Cliente s Clientes Clientes acionistas Desenv. Equipe Clientes acionistas Balanceado ($$) Liderança - 5.3 5.6

Ger. Sênior Líder MAN.1 alinh. Perspec. Liderança Processos - 4.1 Todo o modelo +/- Todo o modelo Perspec. Processos modelo modelo Processos Medição - 5.4 8.2 MA e PAs Sim MAN.6 medição Perspec. Inform. conhec. Ferramentas - 6.1 GP 2.3 - RIN.4 infraestr. -Pessoas - 6.2.2 OT GP 2.5 Team Building RIN.1 RIN.2 3 Perspec. pessoas Gar. Qual. - 8.2.2 PPQA

GP 2.9

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-IC-UNICAMP

Outras fontes de informação

Outras fontes de informação

Outras fontes de informação

Outras fontes de informação

• Periódicos:

– IEEE Software, ASQC Quality Progress, Software Quality Journal, Communications of the ACM., IEEE Transactions on Software Engineering.

• Conferências:

– SEPG Conference, International Conference on Software Engineering, Simpósio Brasileiro de Engenharia de Software Engineering, Simpósio Brasileiro de Engenharia de Software (SBES), Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software,

SIMPROS

• Internet:

– http://softeng.cs.mcgill.ca/, Software Process Newsletter (periódico online sobre melhoria de processos). Somente números antigos

– http://www.sei.cmu.edu/, site do SEI

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Os modelos da qualidade

Os modelos da qualidade

e o setor de Software

e o setor de Software

Os modelos da qualidade

Os modelos da qualidade

e o setor de Software

e o setor de Software

• Modelos surgiram e foram elaboradas por:

– orgãos governamentais , universidades, institutos de pesquisa, orgãos normativos e mesmo nas empresas

• Concorrência e o crescente nível de exigência do

mercado consumidor:

– desafios cada vez maiores para os produtores

– desafios cada vez maiores para os produtores

• Hoje, também no setor de software: a qualidade é

pré-condição, deixou de ser diferencial competitivo

• Empresa de software com pretensões de ser bem

sucedida: não pode desconhecer/desprezar estas

técnicas

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IC-UNICAMP

Benefícios da adoção de modelos

Benefícios da adoção de modelos

Benefícios da adoção de modelos

Benefícios da adoção de modelos

• Projeção de imagem positiva no mercado

– Objetivo legítimo, porém visão limitada do

potencial de retorno

• Verdadeiros benefícios a serem buscados

– redução de custos

– redução de custos

– redução de prazos

– redução de defeitos e retrabalho

– aumento da satisfação do cliente

– aumento do mercado

– suporte aos programas  atendimento aos

objetivos estratégicos e de negócio

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Para escolher um modelo:

Para escolher um modelo:

comparação

comparação

Para escolher um modelo:

Para escolher um modelo:

comparação

comparação

• Adequação:

– o modelo tem aplicação no tipo de negócio em questão? – é de aplicação geral ou específica?

• Estabilidade e estado da prática:

– tem um número razoável de usuários?

– está estabelecido ou está em desenvolvimento? – está estabelecido ou está em desenvolvimento?

• Suporte:

– existe auxílio disponível e experimentado no mercado para serviços de treinamento e consultoria?

• Custo:

– é de propriedade de alguma empresa?

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Para dimensionar / configurar

Para dimensionar / configurar

o programa, considerar

o programa, considerar

Para dimensionar / configurar

Para dimensionar / configurar

o programa, considerar

o programa, considerar

• Objetivos estratégicos e de negócio

– principais problemas e metas

– confiabilidade? custo? prazo?

– choose one??

• Tamanho da organização

• Tipo de mercado alvo e cliente

• Tipo de mercado alvo e cliente

• Tamanho e complexidade do software, e da

equipe de desenvolvimento

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Usar um, muitos

Usar um, muitos

ou nenhum modelo?

ou nenhum modelo?

Usar um, muitos

Usar um, muitos

ou nenhum modelo?

ou nenhum modelo?

• Todos os modelos descritos e disponíveis na

literatura são muito semelhantes

• Duas posturas extremamente negativas ao se

escolher um modelo:

– paralisia devido à indefinição sobre qual é o melhor modelo – falta de constância na implementação de programas de – falta de constância na implementação de programas de qualidade, com mudanças frequentes de linhas de ação

• É mais barato e conveniente adotar um modelo do

que criar o seu próprio modelo

• Por que um modelo é melhor do que nenhum?

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Efeito da não introdução

Efeito da não introdução

de processos

de processos

Efeito da não introdução

Efeito da não introdução

de processos

de processos

trabalho útil retrabalho trabalho útil retrabalho processo imagina real trabalho útil retrabalho retrabalho trabalho útil processo

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Efeito da Introdução de Processos

Efeito da Introdução de Processos

Efeito da Introdução de Processos

Efeito da Introdução de Processos

trabalho útil retrabalho trabalho útil retrabalho processo imagina trabalho útil retrabalho processo real retrabalho trabalho útil processo

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Ciclos de aceitação / rejeição

Ciclos de aceitação / rejeição

Ciclos de aceitação / rejeição

Ciclos de aceitação / rejeição

Institucionalização Aceitação Certeza desinformada Preocupação Certeza substanciada Certeza substanciada Resistência Consciência Compreensão Definição Instalação Adoção Dúvida substanciada Preocupação realista Dúvida substanciada

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Persistência e perseverança

Persistência e perseverança

Persistência e perseverança

Persistência e perseverança

"Maturity is a function of scar tissue”

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Conclusão

Conclusão

Conclusão

Conclusão

“todos modelos são errados

alguns são úteis”

Referências

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