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NOTAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANEXO

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Academic year: 2021

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NOTAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANEXO

1.1– IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE

1.1 – Designação da entidade

“IDFG – Instituto D. Francisco Gomes - Casa dos Rapazes “ 1.2 – Sede Bom João 8000-301 Faro 1.3 – NIPC 500868395 1.4 – Natureza da atividade

A entidade acolhe, educa e integra na sociedade crianças e jovens que, por qualquer motivo, se viram privados de meio familiar normal. Registada oficialmente em 1944, a Casa dos Rapazes acolhe mais de 60 rapazes, com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos, que são reencaminhados para a instituição pela Segurança Social e Comissão de Proteção de Crianças e Jovens Menores A entidade Tem como atividade “ Atividades de cuidados de crianças, sem alojamento

CAE: 88910

O IDFG conta ainda com 2 creches, 1 Jardim de Infância, 1ª Ciclo e O.T.L – Ocupação de Tempos Livres

(2)

Página 2 1.5 – Sempre que não exista outra referência os montantes encontram-se expressos em unidade de euro.

2 – REFERENCIAL CONTABILÍLISTICO DE PREPARAÇÃO DAS

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

2.1 - Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras

As presentes demonstrações financeiras foram elaboradas, por opção, de acordo com o modelo contabilístico para as entidades sem fins lucrativos, aprovado pelo Decreto-Lei nº 36-A/2011, de 9 de março de 2011.

Instrumentos legais da NCRF-ESNL Portaria nº 105/2011, de 14 de março - Modelos de demonstrações financeiras; Portaria 106/2011, de 14 de março – Código de Contas Aviso nº 6 726 – B/2011 – 14 de março – NCRF-ESNL;

Decreto-Lei nº 158/2009, de 13 de julho – SNC

2.2 – Indicação e justificação das disposições do SNC que, em casos excepcionais, tenham sido derrogadas e dos respectivos efeitos nas demonstrações financeiras, tendo em vista a necessidade de estas darem uma imagem verdadeira e apropriada do activo, do passivo e dos resultados da entidade.

No presente exercício não foram derrogadas quaisquer disposições do SNC.

(3)

Página 3 2.3 – Indicação e comentário das contas do balanço e da demonstração dos resultados cujos conteúdos não sejam comparáveis com os do exercício anterior.

a) Os valores constantes das demonstrações financeiras do período findo em 31 de dezembro de 2014 são comparáveis em todos os aspetos significativos com os valores do período de 2013

2.4 – Adoção pela primeira vez das NCRF – ESNL divulgação transitória:

Em 31 dezembro de 2012, a preparação das demonstrações financeiras foi efetuada de acordo com o novo Sistema de Normalização Contabilística (SNC).

3 – PRINCIPAIS POLITICAS CONTABILÍSTICAS

3.1 – Bases de mensuração usadas na preparação das demonstrações financeiras:

As demonstrações financeiras anexas foram preparadas a partir dos livros e registos contabilísticos do IDFG, de acordo com a normalização contabilística para as entidades do setor não lucrativo (ESNL).

ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS

Os ativos fixos tangíveis adquiridos, encontram-se registados ao seu custo de aquisição deduzido das correspondentes depreciações.

As depreciações são calculadas, após a data em que os bens estejam disponíveis para serem utilizados, pelo método da linha recta, em

(4)

Página 4 conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens em sistema de duodécimos.

As taxas de depreciação utilizadas correspondem aos seguintes períodos de vida útil estimada:

As vidas úteis e método de amortização dos vários bens são revistos anualmente. O efeito de alguma alteração a estas estimativas será reconhecido prospectivamente na demonstração dos resultados.

As despesas de conservação e reparação que não aumentam a vida útil dos ativos nem resultem em benfeitorias ou melhorias significativas nos elementos dos ativos fixos tangíveis foram registadas como gastos do exercício em que ocorrem.

O desreconhecimento dos ativos fixos tangíveis, resultantes da venda ou abate são determinados pela diferença entre o preço de venda e o valor líquido contabilístico na data da alienação ou abate, sendo registadas na demonstração dos resultados por natureza nas rubricas «Outros rendimentos e ganhos» ou «Outros gastos e perdas».

IMPARIDADE DE ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS E INTANGIVEIS

Em cada data de relato é efetuada uma revisão das quantias escrituradas dos ativos fixos tangíveis e intangíveis da entidade com vista a determinar de existe algum indicador de que os mesmos possam estar em imparidade. Se existir algum indicador, é estimada a quantia recuperável dos respetivos ativos (ou da unidade geradora de caixa) afim de determinar a extensão da perda por imparidade (se for o caso).

Activo fixo tangível Vida útil estimada

Edificios e outras constuções 10 anos

Equipamentos básico 16 anos

Equipamento de transporte Entre 3 a 4 anos

Equipamento administrativo Entre 3 a 8 anos

(5)

Página 5 INVENTÁRIOS

Matérias-primas – Géneros alimentares, encontram-se valorizadas ao custo de aquisição ou ao valor realizável líquido, dos dois o mais baixo. O custo de aquisição inclui as despesas incorridas até ao armazenamento, utilizando-se o FIFO como fórmula de custeio, em sistema de inventário intermitente.

RÉDITO

O rédito é mensurado pelo justo valor da contraprestação recebida ou a receber.

O rédito proveniente da venda de bens é reconhecido quando todas as seguintes condições são satisfeitas:

- A entidade não mantém qualquer controlo sobre os bens vendidos;

- O montante do rédito pode ser mensurado com fiabilidade; - È provável que benefícios económicos futuros associados à transação fluam para a entidade;

- Os custos suportados ou a suportar com a transação podem ser mensurados com fiabilidade.

O rédito proveniente das prestações de serviços é reconhecido líquido de impostos, pelo justo valor do montante a receber.

O rédito proveniente da prestação de serviços é reconhecido com referência à fase de acabamento da transação à data de relato, desde que todas as seguintes condições sejam satisfeitas:

(6)

Página 6 - È provável que benefícios económicos futuros associados à transação fluam para a entidade;

- Os custos suportados ou a suportar com a transação podem ser mensurados com fiabilidade.

- A fase de acabamento da transação à data de relato pode ser valorizada com fiabilidade.

O rédito dos juros è reconhecido utilizando o método do juro efetivo, desde que seja provável que benefícios económicos fluam para a entidade e o seu montante possa ser valorizado com fiabilidade.

INSTRUMENTOS FINANCEIROS

Os instrumentos financeiros encontram-se valorizados de acordo com os seguintes critérios:

Utentes e outras dívidas de terceiros

As dívidas de utentes estão mensuradas ao custo menos qualquer perda de imparidade e as dívidas de «outros terceiros» ao custo.

As dívidas de membros ou de outros terceiros são registadas pelo seu valor nominal dado que não vencem juros e o efeito do desconto è considerado imaterial.

Fornecedores

As contas de fornecedores e de outros terceiros encontram-se mensurados pelo método do custo.

(7)

Página 7 As dívidas a fornecedores ou a outros terceiros são registadas pelo seu valor nominal dado que não vencem juros e o efeito do desconto é considerado imaterial.

Empréstimos

Os empréstimos são registados no passivo pelo custo. Periodizações

As transações são contabilisticamente reconhecidas quando são geradas, independentemente do momento em que são recebidas ou pagas. As diferenças entre montantes recebidos e pagos e os correspondentes rendimentos ou gastos são registados nas rubricas «Outras contas a receber e a pagar» e «Diferimentos».

Caixa e depósitos bancários

Os montantes incluídos na rubrica caixa e seus equivalentes correspondem aos valores em caixa e depósitos bancários, ambos imediatamente realizáveis.

Benefícios de empregados

Os benefícios de curto prazo dos empregados incluem salários, ordenados, complementos de trabalho noturno, indeminizações, retribuições eventuais por trabalho extraordinário, prémios de produtividade e assiduidade, subsídio de alimentação, subsídio de férias e de Natal e quaisquer outras retribuições adicionais decididas pontualmente pela Direção.

As obrigações decorrentes dos benefícios de curto prazo são reconhecidas como gastos no período em que os serviços são prestados, numa base não descontada por contrapartida do reconhecimento de um passivo que se extingue com o pagamento respetivo.

(8)

Página 8 De acordo com a legislação laboral aplicável, o direito a férias e subsídios de férias relativo ao período por este coincidir com o ano civil, vence-se em 31 de Dezembro de cada ano, sendo somente pago durante o período seguinte, pelo que os gastos correspondentes encontram-se reconhecidos como benefícios de curto prazo e tratados de acordo com o anteriormente referido.

Eventos subsequentes

Não existem eventos subsequentes susceptíveis de divulgação.

3.2 – Juízos de valor críticos e principais fontes de incerteza associadas a estimativas

Na preparação das demonstrações financeiras anexa foram efetuados juízos de valor e estimativas e utilizados diversos pressupostos que afetam as quantias relatadas de ativos e passivos, assim como quantias relatadas de rendimentos e gastos do período.

3.3 – Principais pressupostos relativos ao futuro

As demonstrações financeiras anexas foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, a partir dos registos contabilísticos do IDFG.

4 – FLUXOS DE CAIXA

4.1 – Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, caixa e seus equivalentes inclui numerário, depósitos bancários imediatamente mobilizáveis (de prazo inferior ou igual a três meses) e aplicações de tesouraria no mercado monetário, líquidos de descobertos bancários e de outros financiamentos de curto prazo equivalentes.

(9)

Página 9 A rubrica de Caixa e depósitos bancários em 31 de Dezembro de 2014 detalha-se conforme se segue:

Na divulgação dos fluxos de caixa, foi utilizado o método direto, o qual nos dá informação acerca dos componentes principais de

recebimentos e pagamentos brutos, obtidos pelos registos

contabilísticos do IDFG

5 – POLITICAS CONTABILÍSTICAS, ALTERAÇÕES NAS ESTIMATIVAS CONTABILÍSTICAS E ERROS:

Não foram detetados erros relativamente ao período anterior, não houve correções por reexpressão nas correspondentes rubricas do exercício de 2014, de acordo com a NCRF 4.

Não se verificaram quaisquer efeitos resultantes de alteração voluntária em políticas contabilísticas.

6 – ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS:

a) Os ativos fixos tangíveis adquiridos encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido das correspondentes depreciações e das perdas por imparidades acumuladas.

Descrição Conta Montante Observações

Depósitos à ordem 12 46.215,13

Outros depositos bancários 13 103.000,00

(10)

Página 10 b) As depreciações foram efetuadas pelo método da linha recta, em sistema de duodécimos.

c) Vidas úteis foram determinadas de acordo com a expectativa da afetação do desempenho.

A quantia escriturada bruta, as depreciações acumuladas,

reconciliação da quantia escriturada no início e no fim do período mostrando as adições, os abates, as amortizações, as perdas por imparidade e suas reversões e outras alterações, foram desenvolvidas de acordo com o seguinte quadro

7 – ATIVOS INTANGÍVEIS:

A entidade não reconhece nos balanços ativos intangíveis

8 – INVESTIMENTOS FINANCEIROS:

A entidade não reconhece nos balanços investimentos financeiros

Descrição 31-12-2013 Adições Revalorizações Abates Transferências 31-12-2014 Alienações regularizações

Terrenos e recursos naturais 1.216.839,19 1.216.839,19 Edificios e outras construções 3.409.582,22 107.934,67 3.517.516,89 Equipamento básico 301.651,55 34.365,30 336.016,85 Equipamento de transporte 186.922,61 25.980,00 -24.500,00 188.402,61 Ferramentas e utensilios 0,00 0,00 Equipamento administrativo 171.020,26 22.640,44 193.660,56 Outros activos tangíveis 40.938,37 6.145,02 0,00 47.083,40 Invest.em curso-activos tangíveis 0,00 0,00 0,00

Activo tangível bruto 5.326.954,20 197.065,43 0,00 -24.500,00 0,00 5.499.519,50

Depreciações acumuladas 773.166,19 116.224,49 -24.500,00 0,00 864.890,68 Perdas por imparidade e revesões acumul. 0,00

Depreciações acumuladas 773.166,19 116.224,49 0,00 -24.500,00 0,00 864.890,68 Activo tangível líquido 4.553.788,01 80.840,94 0,00 0,00 0,00 4.634.628,82

(11)

Página 11 9 – PROPRIEDADES DE INVESTIMENTO:

10 – INVENTÁRIOS:

Matérias-primas/Materiais para uso próprio

As Matérias-primas – Géneros alimentares encontram-se valorizadas ao custo de aquisição. O custo de aquisição inclui as despesas incorridas até ao armazenamento, utilizando-se o FIFO como fórmula de custeio e o Sistema de Inventário Intermitente.

Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013, os inventários da entidade detalham-se conforme segue:

Quantia de inventários reconhecida como gastos durante o período

Quantia de inventários reconhecida como um gasto durante o período findos em 31 de Dezembro de 2014, detalham-se conforme se segue:

Descrição 31-12-2013 Adições Revalorizações Abates Transferências 31-12-2014 regularizações

Edificios e Outras Construções 498,80 498,80

Propriedade de Investimento 498,80 0,00 0,00 0,00 0,00 498,80

Depreciações acumuladas 149,69 0,00 0,00 0,00 149,69 Perdas por imparidade e revesões acumul. 0,00

Depreciações acumuladas 149,69 0,00 0,00 0,00 0,00 149,69

Propriedades de Investimento líquido 349,11 0,00 0,00 0,00 0,00 349,11

Rubricas Quantia Perdas por Quantia Quantia Perdas por Quantia bruta imparidade líquida bruta imparidade líquida

Generos Alimentares 2301,15 2301,15 1.713,91 1.713,91

Total 2.301,15 0,00 2.301,15 1.713,91 0,00 1.713,91

31-12-2013 31-12-2014

Matérias primas Movimentos Mercadorias "alimentação"

Saldo inicial 0,00 2.301,15

Compras 0,00 116.835,15

Regularizações 0,00 16.455,90

Saldo final 0,00 1.713,91

(12)

Página 12 11 – RÉDITO:

Quantia de cada categoria significativa de rédito reconhecida durante o período incluindo o rédito proveniente de:

Rendimentos 2014

PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS 474.353

Quotizações 3.250

Mensalidades - Creche Faro 138.982

Mensalidades - Jardim de Infância 140.605

Mensalidades - Ocupação tempos livres 9.388

Mensalidades - Lar de Crianças e Jovens 21.423

1º Ciclo 56.127

Mensalidades - Creche Gambelas 104.423

Descontos pronto pagamento 154

SUBSÍDIOS À EXPLORAÇÃO/DOAÇÕES 897.054 Subsídios - Lar de Crianças e Jovens+SERE+ 506.742

Subsídios - Creche Gambelas 142.623

Subsídios - Creche Faro 59.426

Subsídios - Atendimento e Acomp.Social 19.253

Subsídios - Cantina Social 91.250

Subsídios - IEFP-apoios á contratação 20.198

Donativos numerários/espécie 57.561

Donativos 0,5% consignação IRS 0

Municipios 0

OUTROS RENDIMENTOS 65.044

Rendimentos suplementares 315

Alienações 5.000

Renda Casa - Lagoa 192

Correções relativas exercícios anteriores 47.494

Imputação de Subsídios para Investimento 12.044

JUROS, DIVIDENTES OUT.REND.SIMILARES 3.651

Juros obtidos 3.651

(13)

Página 13 12 – Subsídios do Governo e apoios do Governo:

12.1– Devem ser divulgados os assuntos seguintes:

A política contabilística adotada para os subsídios do Governo, incluindo os métodos da apresentação adotados nas demonstrações financeiras;

Os subsídios relacionados com rendimentos imputam-se ao rendimento do período, salvo se destinarem a financiar deficits de exploração de exercícios futuros, caso em que se imputam aos referidos exercícios. Estes subsídios são apresentados separadamente como “Subsídios à exploração” na demonstração dos resultados.

Os subsídios não reembolsáveis relacionados com ativos tangíveis são apresentados no balanço, como componente do Fundo patrimonial, e imputados como rendimentos do período na proporção das depreciações em cada período.

O quadro acima nota 11 evidência a natureza e extensão dos subsídios do Governo reconhecidos nas demonstrações financeiras e indicação de outras formas de apoio do Governo de que a entidade tenha diretamente beneficiado.

a) Principais doadores/fontes de fundos:

Os principais doadores de fundos foram pessoas singulares e coletivas 13– INSTRUMENTOS FINANCEIROS

Políticas contabilísticas

Bases de mensuração utilizadas para os instrumentos financeiros e outras

(14)

Página 14

instrumentos financeiros relevantes para a compreensão das

demonstrações financeiras.

13.1– Uma entidade deve divulgar as bases de mensuração, bem como as políticas contabilísticas utilizadas para a contabilização de instrumentos financeiros, que sejam relevantes para a compreensão das demonstrações financeiras.

A entidade reconhece um ativo financeiro ou um passivo financeiro apenas quando se torne uma parte das disposições contratuais do instrumento.

Os ativos e os passivos financeiros são mensurados:

a) Ao custo, deduzido de qualquer perda por imparidade

b) Ao justo valor com as alterações reconhecidas na demonstração dos resultados, se estivermos perante instrumentos financeiros negociados em mercado líquido e regulamentado.

À data de 31 de dezembro de 2014 a entidade detinha os seguintes ativos financeiros mensurado ao custo:

TVI - 2.493,99€ Unidades de participação 16.203,98 €

13.2 – Fornecedores/utentes/outras contas a receber e a

pagar/pessoal/Outros Financiadores

Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013, a rubrica de

fornecedores/utentes/outras contas a receber e a pagar, pessoal e outros financiadores apresentava a seguinte decomposição:

• Fornecedores – Dividas respeitantes a aquisição de compras de matérias-primas e outros bens e serviços.

(15)

Página 15 • Outras contas a pagar – O saldo destas rubricas era composto

essencialmente por credores por acréscimos e fornecedores de serviços.

• Utentes - Saldo desta rubrica refere-se a débitos efetuados a utentes, relativamente a mensalidades em por receber.

Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013, os ativos e passivos correntes apresentavam a seguinte composição:

Ativos e passivos correntes

31-12-2013

Activos Perdas por Activos Perdas por

financeiros imparidades financeiros imparidades

Descrição mensurados acumuladas Total mensurados acumuladas Total

ao custo ao custo

Activos

Utentes 2.090,00 2.072,00 18,00 3.397,46 2.072,00 1.325,46

Associados e Membros - Quotas 8.529,40 4.499,32 4.030,08 6.899,40 6.899,40 0,00

Outras contas a receber 32.235,36 0,00 32.235,36 40.730,20 40.730,20

Adiantamentos ao pessoal 0,00 0,00 0,00 3.568,41 0,00 3.568,41

Outras operações com o pessoal 0,00 0,00 0,00 284,13 0,00 284,13

Adiantamentos a fornecedores investimentos 0,00 0,00 0,00 15.730,00 0,00 15.730,00

Outros acréscimos de rendimentos 0,00 0,00 0,00 9.474,77 0,00 9.474,77

Outros devedores 32.235,36 0,00 32.235,36 3.313,44 0,00 3.313,44

ESTADO E OUTRAS ENTIDADES OFICIAIS 175.898,89 0,00 175.898,89 8.359,45 0,00 8.359,45

ISS- IP 93.758,65 0,00 93.758,65 8.359,45 0,00 8.359,45

Programa Pares 8.359,45 0,00 8.359,45 8.359,45 0,00 8.359,45

Comparticipações financeiras 85.399,20 0,00 85.399,20 0,00 0,00 0,00

ENTIDADES OFICIAIS 82.140,24 0,00 82.140,24 0,00 0,00 0,00

Camara Municipal de Faro-Programa Pares 82.140,24 0,00 82.140,24 0,00 0,00 0,00

Total do activo 218.753,65 6.571,32 212.182,33 51.027,06 8.971,40 42.055,66

Passivo

Fornecedores 45.568,08 0,00 45.568,08 44.666,91 0,00 44.666,91

Adiantamentos de clientes 0,00 0,00 0,00 970,00 0,00 970,00

Financiamentos obtidos 104.812,99 0,00 104.812,99 23.490,94 0,00 23.490,94

Outras contas a pagar 145.400,38 0,00 145.400,38 152.246,12 0,00 152.246,12

Total do passivo 295.781,45 0,00 295.781,45 221.373,97 0,00 221.373,97

Total líquido -77.027,80 6.571,32 -83.599,12 -170.346,91 8.971,40 -179.318,31

(16)

Página 16 13.3 – Caixa e depósitos bancários.

Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013, a rubrica de caixa e depósitos bancários apresentava a seguinte decomposição:

13.4 – Financiamentos obtidos

Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013, a rubrica de «Financiamentos obtidos», tinha seguinte decomposição:

13.5 – Benefícios de empregados

Os gastos com o pessoal foram os seguintes:

Descrição 31-12-2014 31-12-2013

Caixa e depósitos bancários Activos

Caixa 0,00 0,00

Depósitos à ordem 46.215,13 26,64

Outros depósitos bancários 103.000,00 113.000,00

Total 149.215,13 113.026,64

Não Não

Instituições de crédito e sociedades financeiras Corrente Corrente Total Corrente Corrente Total Montepio Geral- Programa Pares 18.378,83 140.743,69 159.122,52 18.378,83 164.240,46 182.619,29

FCE bank 5.112,11 14.255,41 19.367,52 0,00 0,00 0,00

Livranças 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Contrato 2012.006440.01 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Contrato 9937 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Emprestimo -L.C.A.E.S-linha crédito social 0,00 400.000,00 400.000,00 80.000,00 320.000,00 400.000,00

Descobertos bancários 0,00 0,00 0,00 6.434,16 0,00 6.434,16

Total 23.490,94 554.999,10 578.490,04 104.812,99 484.240,46 589.053,45

31-12-2013 31-12-2014

(17)

Página 17 A rubrica «outros gastos» inclui gastos com medicina no trabalho, formação, Bolsas ao abrigo contratos de emprego e inserção, seguro de saúde, vestuário e calçado.

14 – Outras informações

14.1 – Estado e outros entes públicos

Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013, a rubrica de «Estado e outros entes públicos» apresentava a seguinte decomposição:

14.2 – Diferimentos

Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013, a rubrica de « Diferimentos» apresentava a seguinte decomposição:

Gastos com o pessoal 31-12-2014

Remunerações do membro do Òrgão 24.055,95

Encargos s/Remunerações do membro do Òrgão 8.286,38

Outros gastos 0,00

Remunerações do pessoal 684.946,11

Indemnizações 400,00

Encargos s/Remunerações do pessoal 140.802,56

Seguros de acidentes de trabalho 4.635,94

Outros gastos 19.811,46

Total 882.938,40

Não Não

Descrição Corrente Corrente Total Corrente Corrente Total Estado e outros entes públicos

Activos

Imposto sobre o rendimento 0,00 0,00 0,00 0,00

Imposto sobre o valor acresentado 13.207,24 13.207,24 11.367,58 11.367,58

Total do activo 13.207,24 0,00 13.207,24 11.367,58 0,00 11.367,58 Passivos

Retenções de Impostos sobre o rendimento 6.424,20 6.424,20 5.813,64 5.813,64

Imposto sobre o valor acresentado 0,00 0,00 0,00 0,00

Contribuições para a segurança social 18.843,80 0,00 18.843,80 15.174,31 15.174,31 0,00

Total do passivo 25.268,00 0,00 25.268,00 20.987,95 0,00 20.987,95 Total líquido -12.060,76 0,00 -12.060,76 -9.620,37 0,00 -9.620,37

(18)

Página 18 14.3 – Fundo social

Em 31 de Dezembro de 2014 e 2013, a rubrica de «Fundo social» apresentava a seguinte decomposição:

Corrente Não corrente Total Corrente Não corrente Total

Diferimentos

Activos

Gastos a reconhecer

Outros gastos a reconhecer 3.159,20

segurança Alimentar 282,30 281,88

Seguro automóvel 888,89 888,89 910,24 910,24

Seguro responsabilidade civil 43,30 43,30 43,40 43,40

Seguro comercial 0,00 0,00 517,52 517,52

Seguro Roubo/incêndio/edificio 660,50 660,50 0,00 0,00 Seguro Acidentes de trabalho 0,00 0,00 1.480,83 1.480,83

Seguro Pessoais 842,18 842,18 1.531,03 1.531,03 Seguro outros 63,10 63,10 Total 5.939,47 0,00 2.497,97 4.483,02 0,00 4.483,02 Passivos Rendimentos a reconhecer Mensalidades creches-Agosto 13.335,25 0,00 13.335,25 10.083,50 0,00 10.083,50

Outros rendimentos a reconhecer 225,68

Total 13.560,93 0,00 13.335,25 10.083,50 0,00 10.083,50

31-12-2014 31-12-2013

31-12-2014 31-12-2013

Fundo social 498.797,90 498.797,90

Reservas do fundo social 1.182.479,41 1.182.479,41

Resultados Transitados -483.130,66 -468.488,77

Excedentes de revalorização 2.083.364,88 2.083.364,88 Outras variações no fundo social 812.509,78 824.687,39

Resultado Líquido do período -43.416,00 -14.641,89

(19)

Página 19

Fundo Outras Resultados Excedentes Outras Resultado Total Descrição social Reservas transitados revalorização variações Liquído do

fundo social período

Posição em 1 de Janeiro de 2013 (SNC) 498.798 1.182.479 -468.489 2.083.365 824.687 0 4.120.841 Alterações no período

Outras alterações reconhecidas no fundo social 0 0 0 0 0 0

0 0 0 0 0 0

Resultado líquido do período -14.642 -14.642

Resultado integral -14.642 -14.642

Posição em 31 de Dezembro de 2013 (SNC) 498.798 1.182.479 -468.489 2.083.365 824.687 -14.642 4.106.199 Posição em 1 de Janeiro de 2013 (SNC) 498.798 1.182.479 -468.489 2.083.365 824.687 -14.642 4.106.199 Alterações no período

Outras alterações reconhecidas no fundo social -14.642 -12.178 14.642 -12.178

0 0 -14.642 -12.178 14.642 -12.178

Resultado exercício de 2014 0 0 0 0 -43.416 -43.416

Resultado integral -28.774 -55.594

Posição em 31 de Dezembro de 2014 498.798 1.182.479 -483.131 2.083.365 812.510 -43.416 4.050.605 NOTAS

(20)

Página 20 14.4 – Gastos e perdas

Gastos 2014 Variação 2013 Variação

Valor %

CMVMC 133.878 17.850 116.028 15,38%

1. Materias primas ( alimentação ) 133.878 17.850 116.028 15,38%

Fornecimentos e serviços externos 314.013 73.717 240.297 30,68%

3. Electricidade 34.269 2.124 32.145 6,61%

4. Combustiveis 19.367 2.514 16.853 14,92%

5. Àgua 17.173 1.460 15.713 9,29%

7. Ferramentas e utensílios desgaste rápido 3.358 1.326 2.032 65,27%

8. Livros e documentação técnica 761 523 238 0,00%

9. Material de escritório 2.264 790 1.474 53,56%

10. Artigos para oferta 3.268 2.178 1.090 199,79%

10. Rendas e alugueres 13.976 1.636 12.340 13,25% 11. Comunicação 9.371 -1.360 10.732 -12,68% 12. Seguros 5.606 -128 5.734 -2,23% 13. Deslocações e estadas 3.804 1.779 2.025 87,83% 14. Honorários 49.640 3.482 46.158 7,54% 15. Contencioso e notariado 45 -178 223 0,00% 16. Conservação e reparação 47.842 8.568 39.274 21,82% 17. Publicidade e propaganda 3.209 2.115 1.095 193,16%

18. Limpeza, higiene e conforto 25.056 10.597 14.459 73,29%

20. Trabalhos especializados 40.487 25.261 15.226 165,91%

21. Outros fornecimentos e serviços 1.573 -21.912 23.486 -93,30%

22. Material escolar/ditatico 3.829 3.829 0 100,00%

23. Vestuário/calçado e artigos p/utentes 11.100 11.100 0 100,00%

24. Jornais e revistas 525 525 0 100,00%

25. Despesas com serviços bancários 2.056 2.056 0 100,00%

26. Encargos com saúde 3.943 3.943 0 100,00%

27. Semanadas 5.087 5.087 0 100,00%

28. Cópias e impressões 6.402 6.402 0 100,00%

Gastos com o pessoal 882.938 119.028 763.910 15,58%

Outros gastos e perdas 6.978 4.449 2.529 175,95%

35.Impostos 1.685 1.014 671 151,13%

40.Outros 5.292 3.435 1.858 184,92%

Gastos com a depreciação e de amortização 116.224 12.005 104.219 11,52% 35.Ativos fixos tangíveis/intangiveis/prop.invest. 116.224 12.005 104.219 11,52% Gastos de dividas a receber ( perdas/reversões) 2.370 2.370 0 100,00%

Perdas por reduções de justo valor 815 -272 1.086 0,00%

Gastos e perdas de financiamento 26.301 -1.806 28.107 -6,43%

36.Juros empréstimos 26.301 -1.806 28.107 -6,43%

(21)

Página 21 15 – ACONTECIMENTOS APÓS A DATA DO BALANÇO

Não foram registadas quaisquer ocorrências com implicações nas demonstrações financeiras após o encerramento do balanço.

As demonstrações financeiras para o ano findo em 31 de Dezembro de 2014 foram aprovadas pela direção em 02 de Março de 2015

A direção Técnico Oficial de Contas

Eurico Vicente

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