• Nenhum resultado encontrado

Release de Resultados 4T16 e 2016

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Release de Resultados 4T16 e 2016"

Copied!
27
0
0

Texto

(1)

1

Release de Resultados | 4T16 e 2016

TELECONFERÊNCIA DE RESULTADOS

(Em português com tradução simultânea para o inglês)

Data: 28 de março de 2017 (3ª feira) Português: 10:00 Brasília Inglês: 09:00 Nova Iorque / 14:00 Londres

Números de Conexão: Brasil: +55 11 2188 0155

EUA: +1 646 843 6054 Londres: +44 203 051 6929

Senha: Grupo PardinI

Webcast: www.grupopardini.com.br/ri

CÓDIGO DA AÇÃO: PARD3

Quantidade total de Ações: 130.978.594 Free float: 46.193.095 ações (35,3% do total)

CONTATO: RELAÇÕES COM INVESTIDORES

e-mail: [email protected]

(2)

2

Belo Horizonte, 27 de março de 2017 – O Instituto Hermes Pardini S.A. (“IHP”), uma das maiores empresas de Medicina

Diagnóstica do Brasil, divulga seus resultados operacionais e financeiros referentes ao exercício de 2016 e ao quarto trimestre do ano (4T16). Exceto se indicado de outra forma, as informações deste documento estão expressas em moeda corrente nacional (em Reais). As demonstrações financeiras consolidadas da Companhia são elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, baseadas na Lei das Sociedades por Ações e nas regulamentações da CVM.

1. Destaques Operacionais e Financeiros

1.1. Destaques 2016 no segmento Lab-to-Lab:

 Crescimento consistente no volume de exames (+32,4%) e na receita bruta por cliente (+15,9%);  Estratégia comercial resultou no aumento na base de clientes: mais de 5.400 clientes geraram receita

ao longo do ano;

 Crescimento associado à expertise no relacionamento, capaz de oferecer um alto nível de serviço ao cliente;

 Eficiência logística e estratégia de produção centralizada, com escala em alta especialização;

 Foco em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), capaz de gerar novos testes, essenciais para evolução da medicina diagnóstica.

1.2. Destaques 2016 no segmento PSC:

 Aquisição do laboratório Guanabara no Rio de Janeiro em dezembro/2016;

 NPS (Net Promoter Score) do Hermes Pardini atingiu 69% no ano. Em 2017, o NPS acumulado até fevereiro está em 73%;

 Crescimento no volume de exames (+4,8%), apesar do cenário econômico recessivo;

 Foco na otimização do uso dos ativos: receita bruta por loja cresceu 14,5% em relação ao ano anterior;  Resiliência mesmo em mercado com alta concentração de vidas em poucos operadores de saúde:

crescimento da receita nas mesmas lojas (SSS) de 10,1% em 2016.

1.3. Destaques financeiros em 2016:

 Crescimento da Receita Bruta (+17,6%), do EBITDA Ajustado (+7,5%) e do Lucro Líquido (+22,4%);  Manutenção de altos níveis de lucratividade: margem EBITDA Ajustada de 22,2% e margem líquida

de 11,5%;

 Perspectiva de redução da alíquota efetiva do IR/CSLL a partir do 2º semestre, por conta da incorporação de empresas adquiridas;

 ROIC (Retorno sobre o Capital Investido) sem o ágio de 33,0%;

(3)

3

2. Carta da Administração

É com grande satisfação que apresentamos aos acionistas e ao mercado em geral o primeiro Relatório de Divulgação de Resultados do Instituto Hermes Pardini, referente ao exercício de 2016 e ao quarto trimestre do ano (4T16).

Ao longo de quase 60 anos de história, construímos uma das maiores empresas de Medicina Diagnóstica do país, considerada referência nacional por conta da qualidade dos serviços prestados, qualificação do corpo técnico e resultados obtidos no campo de pesquisa e desenvolvimento. Além disso, desenvolvemos duas unidades de negócio sólidas e complementares:

 No segmento de Apoio (Lab-to-Lab), realizamos exames especializados de análises clínicas para outras empresas do setor de saúde, como laboratórios, clínicas e hospitais em todo o Brasil. Ocupamos a posição de liderança nacional, atendendo mais de 5.400 clientes localizados em mais de 1.800 municípios, por meio de uma malha logística extremamente eficiente. Da pequena aldeia indígena no interior do Amazonas aos maiores e mais importantes hospitais do país, lá estão os serviços do Hermes Pardini.

 No segmento de Unidades de Atendimento (PSC), oferecemos diretamente aos clientes finais uma variedade completa de produtos e serviços, incluindo coleta de amostras para exames de análises clínicas, exames de imagem e vacinas. Atualmente, possuímos 103 lojas nos estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Rio de Janeiro. Adicionalmente, em Dezembro de 2016 adquirimos o Centro de Medicina Nuclear da Guanabara, que possuía 8 lojas. No total, as 111 lojas atendem mais de 10 mil pacientes por dia.

Há cerca de dez anos, o Dr. Hermes Pardini, que fundou a Companhia em 1959, e seus filhos confiaram a executivos formados pela própria Companhia e também oriundos do mercado, a responsabilidade pela gestão dos negócios, acompanhados pelo Conselho de Administração. No final de 2011, o fundo Gávea Investimentos adquiriu uma participação de 30% no capital do Instituto Hermes Pardini. A participação desse sócio estratégico nos ajudou a melhorar o modelo de gestão e desenvolver mecanismos de governança corporativa, que foram pilares importantes para o crescimento que vivemos nesses últimos anos.

(4)

4 A crise econômica e o aumento das taxas de desemprego naturalmente tiveram efeitos sobre o segmento de saúde privada, sobretudo quando avaliamos a quantidade de beneficiários dos planos de saúde. De acordo com a ANS, em 2016 mais de 1,4 milhão de pessoas perderam o acesso a planos de saúde, o que representou uma queda de 2,8% em relação a dezembro de 2015.

Mesmo nesse contexto macroeconômico desafiador, em 2016 conseguimos apresentar forte evolução nas métricas operacionais e financeiras de ambas as unidades de negócio.

No segmento Lab-to-Lab, o ritmo de expansão foi bem representativo no período. Em 2016, executamos cerca de 55,2 milhões de exames, o que representa crescimento de 32,4% em relação a 2015. A receita bruta totalizou R$ 579,2 milhões em 2016, evolução de 22,4% em relação ao exercício anterior. Esses fortes indicadores de crescimento são resultado de uma estratégia comercial direcionada a (i) expandir nossa carteira de clientes e (ii) expandir nosso share of wallet dentro da base atual. Com relação ao primeiro ponto, vale destacar que encerramos 2016 com 5.418 clientes que geraram receita ao longo do ano, espalhados por todo o país, o que representou uma expansão de 5,6%.

Já no segmento PSC, encerramos o ano com 19,8 milhões de exames realizados, evolução de 4,8% quando comparado a 2015. A receita bruta ex-Guanabara totalizou R$ 404,6 milhões em 2016, o que representa evolução de 9,6% em relação ao ano anterior. É importante destacar que esses indicadores de crescimento ocorreram num cenário em que optamos por fechar 10 lojas em Belo Horizonte, São Paulo e Goiânia ao longo de 2016. Tal decisão ocorreu por conta do fato de algumas lojas inauguradas entre 2013 e 2015 não terem atingido a rampa de maturidade esperada, sobretudo por conta da crise econômica.

A expansão observada em ambos os segmentos ao longo de 2016 foi obtida com a manutenção das margens operacionais em níveis extremamente saudáveis: a margem bruta encerrou o ano em 37,5% no segmento Lab-to-Lab e 25,4% no segmento PSC.

A margem bruta do segmento Lab-to-Lab apresentou leve retração em relação ao ano anterior sobretudo por conta da entrada de novos clientes. Neste ponto, vale lembrar que no início do relacionamento, o novo cliente tende a nos encaminhar exames com menor nível de complexidade, que naturalmente possuem ticket médio e margens de lucro menores. Já a margem bruta do segmento PSC foi prejudicada pela continuidade do cenário econômico desafiador ao longo do ano, que reduziu de forma significativa a quantidade de pessoas com acesso a planos de saúde e impactou a rampa de crescimento de lojas inauguradas entre 2013 e 2016.

Outro ponto que merece destaque foi o lucro líquido, que fechou o ano de 2016 em R$ 103,1 milhões, sem considerar os números do Laboratório Guanabara no RJ, adquirido no final de dezembro, representando evolução de 22,4% quando comparado ao exercício anterior. A margem líquida também melhorou no período, passando de 10,9% em 2015 para 11,5% em 2016.

Podemos afirmar que os resultados positivos descritos acima se traduziram em geração de caixa para a Companhia: o Fluxo de Caixa Operacional atingiu R$ 102,8 milhões em 2016, o que nos ajudou a manter um nível de alavancagem extremamente saudável. Encerramos o ano com dívida líquida de apenas R$ 28,7 milhões (ex-Guanabara), representando um grau de alavancagem, medido pelo indicador dívida líquida / EBITDA, de apenas 0,2x.

(5)

5 No segmento Lab-to-Lab, também enxergamos oportunidades para buscar crescimento nos patamares de receita e expansão das margens de lucro. Primeiramente, a potencial retomada da atividade econômica pode trazer expansão no volume de exames para nossos clientes, o que deve naturalmente beneficiar a Companhia. Em segundo lugar, acreditamos que a tendência de terceirização de exames de análises clínicas deve continuar avançando ao longo dos próximos períodos. Finalmente, o nosso foco em pesquisa e desenvolvimento deverá permitir que a Companhia continue desenvolvendo novos testes para os clientes, ampliando o portfolio de exames.

Na unidade de negócios PSC, nossa estratégia é otimizar o uso dos ativos nas praças de Belo Horizonte e Goiânia, onde inauguramos uma quantidade significativa de lojas entre 2013 e 2015. O nível de alavancagem operacional deste segmento é maior, dado que uma parcela significativa dos custos pode ser classificada como “fixo”. Desta forma, a potencial retomada da economia nos próximos trimestres poderia ajudar esta unidade de negócios a trazer as margens de lucro para patamares mais próximos das médias históricas.

Em São Paulo e no Rio de Janeiro, nossa estratégia passa por buscar oportunidades de crescimento orgânico e inorgânico. Esperamos abrir novas lojas em ambos os estados ao longo de 2017. Além disso, no 4T16 adquirimos 100% da participação no Centro de Medicina Nuclear da Guanabara e na Diagnósticos Serviços Médicos Auxiliares, centros de referência para exames especializados de imagem no estado do Rio de Janeiro. Já iniciamos o processo de reestruturação das lojas, com o objetivo de modernizar e ampliar as instalações permitir o crescimento dos exames de análises clínicas, introduzir o serviço de vacinas e expandir os serviços de radiologia e medicina nuclear. Adicionalmente, encontram-se em andamento o processo de integração do backoffice e construção do nosso núcleo técnico avançado no Rio de Janeiro.

Por fim, continuaremos trabalhando para manter o Instituto Hermes Pardini entre as empresas mais rentáveis e sólidas do mercado, honrando nossos compromissos corporativos, com ética, responsabilidade e, acima de tudo, rigor técnico, reforçando sempre os pilares de nossa marca: medicina, saúde e bem-estar.

Muito obrigado,

(6)

6

3. Demonstração de Resultados do Exercício

No dia 23 de dezembro de 2016, formalizamos a aquisição de 100% da participação dos laboratórios Centro de Medicina Nuclear da Guanabara e Diagnósticos Serviços Médicos Auxiliares (conjuntamente “Guanabara”), localizados no estado do Rio de Janeiro. As práticas contábeis vigentes estabelecem que, neste tipo de situação, os bens e obrigações da empresa adquirida devem ser imediatamente consolidados ao balanço patrimonial da compradora, enquanto que os resultados financeiros são consolidados somente a partir da data de aquisição, ou seja, referente ao período de responsabilidade dos compradores.

Entendemos que a análise das demonstrações financeiras consolidadas do Instituto Hermes Pardini (“IHP” ou “Companhia”), incluindo o Guanabara, seria prejudicada dado que (i) o DRE traz apenas 8 dias de receita, em um período do ano de baixo movimento e com diversos feriados nacionais e (ii) a consolidação do Balanço Patrimonial pode impactar o cálculo de indicadores de desempenho, como por exemplo ROIC, Alavancagem e métricas de cálculo de capital de giro. Portanto, exceto quando indicado de outra forma, as análises descritas neste documento tratam dos números que excluem os efeitos da consolidação do Guanabara (“ex-Guanabara”). Para efeitos de comparação, apresentaremos nas tabelas de dados também os números contábeis, que foram devidamente auditados.

3.1. Receita Bruta

A receita bruta, ex-Guanabara, atingiu R$ 241,1 milhões no 4T16, um crescimento de 20,2% em relação ao 4T15, principalmente como resultado do segmento Lab-to-Lab, cuja receita bruta aumentou 23,7% entre os períodos. No período de 12 meses de 2016, a receita bruta atingiu R$ 971,3 milhões, um aumento de 17,6% quando comparado com 2015.

As eliminações descritas nas tabelas acima referem-se principalmente a transações intercompany e são excluídas para fins do cálculo da receita bruta contábil.

57% 61%

43% 39%

200,6 241,1

4T15 4T16

Lab-to-Lab PSC

Receita Bruta (R$ MM) - Trimestre

20,2% 56% 59% 44% 41% 825,9 971,3 2015 2016 Lab-to-Lab PSC

Receita Bruta (R$ MM) - Ano

17,6%

R$ MM 4T15 4T16 Variação 4T16 Variação R$ MM 2015 2016 Variação 2016 Variação

Lab to Lab 119,8 148,2 23,7% 148,2 23,7% Lab to Lab 473,0 579,2 22,4% 579,2 22,4%

PSC 91,7 96,0 4,7% 97,9 6,7% PSC 369,2 404,6 9,6% 406,5 10,1%

Eliminações -10,9 -3,1 -71,9% -3,1 -71,9% Eliminações -16,4 -12,5 -23,6% -12,5 -23,6%

Consolidado 200,6 241,1 20,2% 243,0 21,2% Consolidado 825,9 971,3 17,6% 973,2 17,8%

(7)

7

Receita bruta do segmento Lab-to-Lab

No segmento Lab-to-Lab, a receita bruta totalizou R$ 148,2 milhões no 4T16 ante R$ 119,8 milhões no mesmo período de 2015, representando aumento de 23,7%. No período acumulado de 12 meses de 2016, a receita bruta do segmento Lab-to-Lab apresentou crescimento de 22,4% quando comparado com o mesmo período de 2015, atingindo R$ 579,2 milhões, ante R$ 473,0 milhões no ano anterior.

Este aumento foi resultado principalmente do crescimento do número de clientes e de volume de exames. A quantidade de exames no segmento Lab-to-Lab apresentou aumento de 36,8% no 4T16 quando comparado com o mesmo período de 2015, atingindo 14,4 milhões no trimestre e 55,2 milhões no período acumulado de 12 meses de 2016. A variação observada entre o 3T16 e o 4T16 (-4,3%) deve-se a fatores de sazonalidade, observados no segmento de atuação da Companhia. O número de clientes que geraram receita totalizou 5.418 em 2016, aumento de 5,6% em relação a 2015.

O aumento no número de clientes Lab-to-Lab em 2016 foi resultado da estratégia da Companhia em expandir a sua base de clientes principalmente em rotas já existentes. Não obstante, o IHP mantém a sua estratégia comercial de aumentar constantemente o share of wallet na sua base ativa de clientes. Como resultado desta estratégia a Companhia vem conseguindo aumentar o volume médio de exames por cliente: em 2016 este indicador apresentou evolução superior a 15%.

O ticket médio por exame para clientes no segmento Lab-to-Lab apresentou redução de 9,5% no 4T16 quando comparado com o 4T15, principalmente como resultado do aumento do número de clientes. Usualmente os novos clientes iniciam o relacionamento enviando para o IHP exames com menor nível de complexidade e consequentemente tickets médios e margens brutas mais reduzidas. Após a maturação deste cliente na base ativa da Companhia, os mesmos passam a enviar exames com maior nível de complexidade e oferecer novos

119,8 128,2 147,0 155,8 148,2 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 300,0 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16

Receita Bruta Lab-to-Lab (R$ MM)

+ 23,7% 473,0 579,2 100,0 200,0 300,0 400,0 500,0 600,0 700,0 800,0 2015 2016

Receita Bruta Lab-to-Lab (R$ MM)

+ 22,4% 9,8 10,3 11,0 10,5 12,0 13,8 15,0 14,4 11,4 10,7 10,7 10,4 10,3 0 5 10 15 20 25 30 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0 14,0 16,0 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16

Volume total de exames (MM) Preço Médio

+ 36,8%

Lab-to-Lab: Volume de exames (milhões) e preço médio (R$ / exame)

4.562 4.594 4.732 4.823 4.906 5.130 5.418 3.500 4.000 4.500 5.000 5.500 6.000 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16 2015 2016 Quantidade de Clientes (geradores de receita no período)

(8)

8 exames, os quais passaram a fazer parte do seu portfolio ao estabelecerem relacionamento comercial com o IHP.

Como resultado do aumento do volume em proporção superior à redução do ticket médio por exame, a receita por cliente apresentou crescimento de 15,1% no 4T16 quando comparado com o 4T15, passando de R$ 26,3 mil para R$ 30,2 mil por cliente por trimestre. Em 2016, houve aumento de 15,9% quando comparado com 2015, passando de R$ 92,2 mil para R$ 106,9 mil por ano.

Receita por cliente calculada como Receita Bruta no período / número de clientes que geraram receita no período.

No conceito de same lab sales, a receita bruta (ex-Guanabara) apresentou crescimento de 16,3% no 4T16 quando comparado com o 4T15. Em 2016 o crescimento no conceito de same lab sales foi de 16,8% em relação a 2015. A análise do indicador de same lab sales permite inferir que aproximadamente 60% do crescimento em receita bruta apresentado pelo segmento Lab-to-Lab resulta de clientes que já faziam parte da base de clientes ativos do IHP no ano anterior.

26,3 27,9

31,1 32,3 30,2

4T15 1T16 2T16 3T16 4T16

Receita Bruta por cliente (R$ Mil)

Receita Bruta por cliente (R$ Mil)

+ 15,1%

92,2

106,9

2015 2016

Receita Bruta por cliente (R$ Mil)

Receita Bruta por cliente (R$ Mil)

+ 15,9% 9,5% 17,7% 24,4% 23,5% 23,7% 9,2% 13,9% 18,7% 13,7% 16,3% 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16

Crescimento da Receita Bruta YoY

Lab-to-Lab Same Lab Sales

22,4% 16,8%

2016

(9)

9

Receita bruta do segmento PSC

No segmento PSC, ex-Guanabara, a receita bruta totalizou R$ 96,0 milhões no 4T16 ante R$ 91,7 milhões no mesmo período de 2015, representando aumento de 4,7%. Em 2016, a receita bruta do segmento PSC atingiu R$ 404,6 milhões, evolução de 9,6% na comparação com 2015, quando a receita bruta totalizou R$ 369,2 milhões.

Receita bruta incluindo coleta domiciliar e DAE (departamento de atendimento a empresas).

Mesmo em um cenário desafiador em 2016, caracterizado pelo aumento do desemprego e recessão econômica, o volume de exames, ex-Guanabara, aumentou 4,8% em 2016, passando de 18,9 milhões para 19,8 milhões. No 4T16 a Companhia realizou 4,6 milhões de exames, ex-Guanabara, enquanto no 4T15 foram realizados 4,5 milhões de exames, representando aumento de 1,3%. A variação observada entre o 3T16 e o 4T16 (-7,9%) deve-se a fatores de sazonalidade, observados no segmento de atuação da Companhia. Por sua vez, o ticket médio por exame apresentou crescimento de 3,9% no 4T16 quando comparado com o 4T15, passando de R$ 20,3 por exame para R$ 21,1 por exame.

O aumento do ticket médio foi resultado sobretudo da maior participação dos exames de imagem, principalmente em Belo Horizonte, e de exames de análises clínicas com alto grau de complexidade. Os exames de imagem foram responsáveis por aproximadamente 36% da receita bruta do segmento PSC em 2016.

91,7 101,3 104,3 102,9 96,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 120,0 140,0 160,0 180,0 200,0 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16 Receita Bruta PSC (R$ MM) + 4,7% 369,2 404,6 2015 2016 Receita Bruta PSC (R$ MM) + 9,6% 15,9 17,6 18,9 19,8 2013 2014 2015 2016 PSC: Volume de exames (milhões) + 24,3% 4,7 4,7 4,9 4,5 5,2 5,0 5,0 4,6 20,3 19,4 20,8 20,9 21,1 0 10 20 30 40 50 60 70 4,0 4,2 4,4 4,6 4,8 5,0 5,2 5,4 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16

Volume total de exames (MM) Preço Médio

+ 1,3% PSC: Volume de exames (milhões) e

(10)

10 No 4T16 a receita bruta por loja aumentou 10,7% em comparação com o 4T15, atingindo R$ 923,0 mil por loja. Em 2016 o aumento de receita por loja foi de 14,5% comparado com 2015, evoluindo de R$ 3.210,7 mil para R$ 3.677,8 mil.

(*) Receita bruta no período / número de lojas geradoras de receita no período.

De forma a otimizar a remuneração sobre os ativos, em 2016 a Companhia decidiu encerrar as atividades das lojas que não alcançaram os níveis de lucratividade projetados. O número de lojas no final de 2016, ex-Guanabara, era de 103, ante 114 lojas no final de 2015. Como resultado do fechamento destas lojas, a área total passou de 72,9 mil m2 em 2015 para 71,4 mil m2 em 2016, redução de 2,0% no total.

Número de lojas e área no final dos períodos, incluindo Progenética (RJ) e Diagnostika (SP).

A receita bruta do segmento PSC, ex-Guanabara, também apresentou crescimento quando analisamos o conceito de receita por metro quadrado. No 4T16 a receita bruta foi de R$ 1,4 mil por m2, ante R$ 1,3 mil no 4T15, resultando em um aumento de 5,9% entre os períodos. Em 2016 a receita bruta por m2 atingiu R$ 5,7 mil no ano, aumento de 10,9% em relação a 2015.

833,7

929,8 956,8

980,4

923,0

4T15 1T16 2T16 3T16 4T16

Crescimento da Receita Bruta por Loja (R$ mil) (*)

+ 10,7%

3.210,7

3.677,8

2015 2016

Receita Bruta por Loja (R$ Mil)

Crescimento da Receita Bruta por Loja (R$ mil) (*)

+ 14,5%

Ex. Guanabara Ex. Guanabara

Lojas 4T15 4T16 Variação M² (Mil) 4T15 4T16 Variação

MG 67 64 -4,5% MG 50,6 50,1 -1,0% GO 37 31 -16,2% GO 10,2 9,3 -8,9% SP 9 6 -33,3% SP 11,6 11,5 -0,8% RJ 1 2 100,0% RJ 0,5 0,5 0,0% Total 114 103 -9,6% Total 72,9 71,4 -2,1% 1,3 1,4 1,5 1,5 1,4 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16

Receita Bruta por m² em Lojas (R$ Mil)

+ 5,9%

5,2 5,7

2015 2016

Receita Bruta por m² em Lojas (R$ Mil)

(11)

11 No conceito de same store sales (SSS), a receita bruta ex-Guanabara apresentou crescimento de 6,4% no 4T16, superior aos 4,7% registrados no total do segmento de PSC. No período de 12 meses de 2016, a evolução da receita no conceito SSS foi de 10,1% em relação a 2015, ante um aumento de 9,6% do segmento. Em ambos os casos o indicador foi influenciado pelo fechamento de lojas ao longo do ano.

Receita Bruta dividida pelo número de lojas que geraram receita no período.

3.2. Deduções da Receita Bruta

Os impostos sobre os serviços mantiveram-se estáveis no patamar próximo a 6% da receita bruta. As Provisões para Glosas totalizaram R$ 3,2 milhões no 4T16, ex-Guanabara, e R$ 12,5 milhões em 2016, representando em ambos os casos, 1,3% da receita bruta. Entendemos que este patamar de glosas está adequado para o perfil da Companhia. 9,9% 14,1% 12,9% 6,8% 4,7% 6,3% 11,7% 12,3% 8,8% 6,4% 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16

Crescimento da Receita Bruta YoY

Lojas Same Store Sales

9,6%

10,1%

2016

Crescimento da Receita Bruta YoY

Lojas Same Store Sales

Contábil Ex. Guanabara Contábil Contábil Ex. Guanabara Contábil

R$ MM 4T15 4T16 4T16 2015 2016 2016

Provisão para glosas 5,7 (3,2) (3,2) 0,1 (12,5) (12,5) Vendas canceladas e outros abatimentos (1,0) (0,9) (0,9) (3,7) (2,5) (2,5) Impostos sobre serviços (12,7) (14,5) (14,6) (50,4) (58,6) (58,7) Deduções + Abatimentos (R$ MM) (8,0) (18,6) (18,7) (54,1) (73,6) (73,7)

Contábil Ex. Guanabara Contábil Contábil Ex. Guanabara Contábil

% Receita Bruta 4T15 4T16 4T16 2015 2016 2016

Provisão para glosas 2,8% -1,3% -1,3% 0,0% -1,3% -1,3%

Vendas canceladas e outros abatimentos -0,5% -0,4% -0,4% -0,5% -0,3% -0,3%

Impostos sobre serviços -6,3% -6,0% -6,0% -6,1% -6,0% -6,0%

(12)

12 3.3. Receita Líquida

Em função do crescimento da receita bruta nas unidades de negócios Lab-to-Lab e PSC, conforme descrito anteriormente, a receita líquida (ex-Guanabara) encerrou o ano em R$ 897,7 milhões, evolução de 16,3% em relação a 2015. No 4T16, a receita líquida totalizou R$ 222,6 milhões, evolução de 15,6% em relação ao 4T15. Os gráficos abaixo apresentam a evolução da receita por segmento, ex-Guanabara.

A expansão do Lab-to-Lab fez com que tal segmento ganhasse espaço na composição da receita da Companhia. Em 2016, foi responsável por 59% da receita líquida total, evolução de quase 3 pontos percentuais em relação ao exercício anterior.

58% 61%

42% 39%

4T15 4T16

Lab-to-Lab PSC

Receita Líquida por Linha de Negócio (R$ MM)

15,6%

56% 59%

44% 41%

2015 2016

Lab-to-Lab PSC

Receita Líquida por Linha de Negócio (R$ MM)

16,3%

192,5 222,6 771,8 897,7

R$ MM 4T15 4T16 Variação 4T16 Variação R$ MM 2015 2016 Variação 2016 Variação

Lab to Lab 112,1 136,4 21,7% 136,4 21,7% Lab to Lab 439,9 536,8 22,0% 536,8 22,0%

PSC 82,5 88,8 7,6% 90,5 9,7% PSC 339,9 371,4 9,3% 373,1 9,8%

Eliminações -2,1 -2,6 26,0% -2,6 26,0% Eliminações -8,1 -10,6 30,4% -10,6 30,4%

Consolidado 192,5 222,6 15,6% 224,3 16,5% Consolidado 771,8 897,7 16,3% 899,4 16,5%

(13)

13 3.4. Custo dos Serviços Prestados

Os custos dos serviços prestados, ex-Guanabara, totalizaram R$ 154,7 milhões no 4T16, evolução de 21,3% em relação ao 4T15. Em 2016, o custo dos serviços prestados atingiu R$ 603,8 milhões, aumento de 19,0% em relação a 2015.

Os custos no 4T16 foram compostos principalmente por materiais e gastos com pessoal, os quais totalizaram R$ 57,3 milhões e R$ 49,0 milhões, respectivamente, representando em conjunto 68,2% do total dos custos no período.

Os custos dos serviços prestados, ex-Guanabara, representaram 69,5% da receita líquida no 4T16, ante 66,2% no 4T15, principalmente como resultado de:

 Materiais: aumento de 27,4% em 2016, principalmente como resultado do aumento do volume total de exames nos segmentos PSC (+4,8%) e Lab-to-Lab (+32,4%), assim como do efeito da variação de preços de certos materiais.

 Gastos com pessoal: incremento de 9,3% em 2016, decorrente de dissídios coletivos e contrataçãode pessoal para atender o crescimento no volume de exames.

 Fretes e carretos: aumento de 19,6% em 2016, como resultado da criação de novas rotas para atender clientes do segmento Lab-to-Lab e da expansão na quantidade de exames. O aumento do custo com fretes e carretos ocorreu em proporção inferior ao do volume de exames no segmento Lab-to-Lab devido a negociações com fornecedores e melhor aproveitamento das rotas existentes.

60,8 70,5 68,4

86,5

4T15 4T16

Custos por Linha de Negócio (R$ MM) - Trimestre

PSC Lab-to-Lab 127,5 154,7 + 21,3% 242,9 277,2 269,9 335,7 2015 2016

Custos por Linha de Negócio (R$ MM) - Ano

PSC Lab-to-Lab

507,3

+ 19,0%

603,8

Contábil Contábil

R$ MM 4T15 4T16 Variação 4T16 Variação 2015 2016 Variação 2016 Variação

Lab-to-Lab 68,4 86,5 26,4% 86,5 26,4% 269,9 335,7 24,4% 335,7 24,4% PSC 60,8 70,5 15,9% 71,7 17,9% 242,9 277,2 14,1% 278,4 14,6% Eliminações -1,7 -2,3 32,1% -2,3 32,1% -5,5 -9,1 65,7% -9,1 65,7% Total 127,5 154,7 21,3% 156,0 22,3% 507,3 603,8 19,0% 605,0 19,2% Contábil Ex. Guanabara

Ex. Guanabara Contábil

5,2 6,5 9,7 18,9 41,9 45,3 6,3 7,0 11,3 23,9 49,0 57,3

Aluguel e Manutenção de Máq. e Equip. Depreciações e Amortizações Fretes e Carretos Outros Custos Gastos com Pessoal Materiais

Composição dos Custos (R$ MM)

4T16 4T15 19,8 27,1 35,57 77,7 170,7 176,5 25,1 27,5 42,54 97,1 186,5 224,9

Aluguel e Manutenção de Máq. e Equip. Depreciações e Amortizações Fretes e Carretos Outros Custos Gastos com Pessoal Materiais

Composição dos Custos (R$ MM)

(14)

14 3.5. Lucro Bruto

O lucro bruto, ex-Guanabara, atingiu R$ 67,8 milhões no 4T16, ante R$ 65,0 milhões no 4T15, representando uma evolução de 4,3%. No período de 12 meses de 2016, o lucro bruto totalizou R$ 293,9 milhões, frente a R$ 264,5 milhões em 2015, aumento de 11,1%. A margem bruta consolidada encerrou o ano em 32,7%, cerca de 153 bps abaixo do patamar apresentado em 2015. Tal resultado foi influenciado por quedas em ambos os segmentos.

No segmento PSC, a margem bruta foi de 25,4% em 2016 (-317 bps). O desempenho desta unidade de negócio foi negativamente influenciado pela continuidade do cenário econômico negativo ao longo de 2016, prejudicando a rampa de crescimento das lojas inauguradas entre 2013 e 2015, sobretudo em Belo Horizonte e Goiânia. Adicionalmente, o aumento dos custos com manutenção de equipamentos de imagem trouxe impacto negativo na margem bruta do segmento PSC. O nível de alavancagem operacional deste segmento é maior, dado que uma parcela significativa dos custos pode ser classificada como “fixo”. Desta forma, a potencial retomada da economia nos próximos trimestres poderia ajudar esta unidade de negócios a trazer as margens de lucro para patamares mais próximos das médias históricas.

No segmento Lab-to-Lab, a queda de 119 bps na margem bruta (37,5% em 2016 e 38,7% em 2015) está associada à introdução de novos clientes na base ativa do IHP. Usualmente os novos clientes iniciam o relacionamento enviando para o IHP exames com menor nível de complexidade e consequentemente tickets médios e margens brutas mais reduzidas. Após a maturação deste cliente na base ativa da Companhia, os mesmos passam a enviar exames com maior nível de complexidade e oferecer novos exames, os quais passaram a fazer parte do seu portfolio ao estabelecerem relacionamento comercial com o IHP.

21,7 18,2 43,7 49,9 4T15 4T16 Lucro Bruto (R$ MM) PSC Lab-to-Lab 65,0 67,8 + 4,3% 28,5% 25,4% 38,7% 37,5% 2015 2016 Margem Bruta (%) PSC Lab-to-Lab 34,3% 32,7% -153 bps 26,3% 20,5% 39,0% 36,6% 4T15 4T16 Margem Bruta (%) PSC Lab-to-Lab 33,8% 30,5% -329 bps 97,0 94,2 170,1 201,1 2015 2016 Lucro Bruto (R$ MM) PSC Lab-to-Lab 264,5 293,9 + 11,1% Contábil Contábil

R$ MM 4T15 4T16 Variação 4T16 Variação 2015 2016 Variação 2016 Variação

Lab-to-Lab 43,7 49,9 14,2% 49,9 14,2% 170,1 201,1 18,3% 201,1 18,3%

PSC 21,7 18,2 -15,8% 18,8 -13,4% 97,0 94,2 -2,9% 94,8 -2,3%

Eliminações -0,4 -0,3 -3,4% -0,3 -3,4% -2,6 -1,5 -43,6% -1,5 -43,6%

Lucro Bruto 65,0 67,8 4,3% 68,4 5,1% 264,5 293,9 11,1% 294,4 11,3%

Margem Bruta (%) 33,8% 30,5% -329 bps 30,5% -329 bps 34,3% 32,7% -153 bps 32,7% -153 bps

Contábil Ex. Guanabara Contábil Ex. Guanabara

(15)

15 3.6. Despesas Operacionais (Vendas, Administrativas e Outras)

As despesas operacionais, ex-Guanabara, totalizaram R$ 41,6 milhões no 4T16, aumento de 14,6% quando comparado com o 4T15. Em 2016 as despesas operacionais foram de R$ 142,0 milhões, ante R$ 121,6 milhões em 2015, aumento de 16,8%. Apesar do aumento em valor absoluto, em 2016 as despesas operacionais, ex-Guanabara, mantiveram-se constantes como 15,8% da receita líquida.

Em 2016, as despesas operacionais foram influenciadas de forma negativa por itens não recorrentes. Na linha de despesas comerciais, os itens mais relevantes foram a constituição de provisão para devedores duvidosos referente a uma discussão pontual com um operador de saúde e gastos associados ao re-branding da operação PSC em São Paulo, em que a marca Digimagem deu espaço para Hermes Pardini.

Na conta de outras receitas e despesas não operacionais, a Companhia realizou, no início de 2016, a baixa contábil de projetos de pesquisa e desenvolvimento. Estes três itens somados representaram despesas não recorrentes de aproximadamente R$ 11 milhões em 2016.

O aumento das despesas com vendas está associado principalmente aos esforços da equipe Lab-to-Lab no processo de prospecção de novos clientes.

25,9 26,8 32,6 36,3 32,3 27,9 40,2 41,6 14,4% 13,9% 15,8% 18,9% 15,4% 12,1% 17,1% 18,7% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 35,0% 40,0% 45,0% 50,0% 0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 25,0 30,0 35,0 40,0 45,0 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16

Despesas Operacionais (R$ MM) e % Receita Líquida

Despesas Operacionais (R$ MM) % Receita Líquida

+ 14,6% 121,6 142,0 15,8% 15,8% 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 35,0% 40,0% 45,0% 50,0% 90,0 100,0 110,0 120,0 130,0 140,0 150,0 2015 2016 Despesas Operacionais (R$ MM) e % Receita Líquida

Despesas Operacionais (R$ MM) % Receita Líquida

+ 16,8%

R$ MM % RL R$ MM % RL R$ MM % RL R$ MM % RL R$ MM % RL R$ MM % RL Despesas com vendas 13,7 7,1% 19,2 8,6% 19,2 8,6% 54,7 7,1% 69,6 7,7% 69,6 7,7% Despesas gerais e administrativas 16,5 8,5% 15,9 7,1% 16,4 7,3% 60,3 7,8% 61,1 6,8% 61,6 6,9% Outras Rec. / Desp. Operacionais 6,1 3,2% 6,6 3,0% 6,6 2,9% 6,6 0,9% 11,4 1,3% 11,4 1,3%

Total Despesas Operacionais 36,3 18,9% 41,6 18,7% 42,2 18,8% 121,6 15,8% 142,0 15,8% 142,6 15,9%

2015 2016

4T16

Ex. Guanabara Contábil Contábil

(16)

16 3.7. Resultado Financeiro

As receitas financeiras totalizaram R$ 11,0 milhões no 4T16, ante R$ 6,4 milhões no 4T15. Este aumento foi resultado principalmente do maior saldo de aplicações financeiras no período e atualização do valor da put

option. No 4T16 a Companhia obteve resultado financeiro líquido positivo de R$ 5,9 milhões e no ano de 2016

um resultado positivo de R$ 5,0 milhões.

3.8. IR e CSLL

A taxa efetiva de do IR e CSSL em 2016 foi de 34,3% do LAIR. A tabela abaixo traz a evolução da tributação sobre o lucro do exercício:

A Companhia possui a perspectiva de passar a amortizar o ágio advindo de aquisições de empresas (cerca de R$ 240,4 milhões, conforme descrito na nota explicativa 12) a partir do segundo semestre de 2017, o que poderá reduzir a taxa efetiva de tributação. O quadro a seguir traz o cronograma tentativo de amortização do ágio:

Contábil Contábil

R$ MM 4T15 4T16 Variação 4T16 Variação 2015 2016 Variação 2016 Variação

Resultado Financeiro Líquido -4,7 5,9 -224,6% 5,8 -222,5% -14,3 5,0 -135,0% 4,9 -134,3%

Receitas Financeiras 6,4 11,0 70,8% 11,0 70,9% 20,1 34,2 70,3% 34,2 70,3%

Receita de aplicações financeiras 4,9 5,9 21,8% 5,9 21,9% 15,5 22,1 42,2% 22,1 42,3%

Put Option 0,0 3,8 n.m 3,8 n.m 0,0 3,8 n.m 3,8 n.m

Outros 1,6 1,3 -19,4% 1,3 -19,4% 4,5 8,2 82,4% 8,2 82,4%

Despesas Financeiras -11,5 -5,0 -57,1% -5,1 -56,2% -28,2 -31,3 11,1% -31,4 11,4%

Juros sobre empréstimos e financiamentos -2,4 -2,2 -10,1% -2,2 -10,1% -10,1 -8,8 -13,7% -8,8 -13,7% Juros sobre parcelamentos 3,8 -0,9 -123,8% -0,9 -123,8% 0,0 -4,1 n.m -4,1 n.m Outras despesas financeiras -13,0 -1,9 -85,5% -2,0 -84,8% -18,0 -18,4 2,2% -18,5 2,8%

Variação Cambial 0,3 -0,1 -142,4% -0,1 -142,4% -6,2 2,1 -134,4% 2,1 -134,4%

Receita de Variação Cambial 0,7 0,2 -73,5% 0,2 -73,5% 2,4 3,7 57,0% 3,7 57,0% Despesas de Variação Cambial -0,3 -0,3 -1,8% -0,3 -1,8% -8,6 -1,6 -81,1% -1,6 -81,1%

Ex. Guanabara Contábil Ex. Guanabara Contábil

Contábil Ex. Guanabara Contábil Contábil Ex. Guanabara Contábil

R$ MM 4T15 4T16 4T16 2015 2016 2016

Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR) 24,0 32,1 32,0 128,6 156,9 156,8

Tributação Esperada (alíquota padrão de 34%) -8,1 -10,9 -10,9 -43,7 -53,3 -53,3

Adições permanentes -2,3 0,0 0,0 -2,3 0,0 0,0

Outras exclusões (adições), líquidas -0,3 -2,1 -2,1 1,6 -0,5 -0,5

(17)

17 3.9. Lucro Líquido

O lucro líquido ex-Guanabara atingiu R$ 19,1 milhões no 4T16, aumento de 44,2% na comparação com o 4T15, quando foi de R$ 13,3 milhões. A margem líquida foi de 8,6% no 4T16, ante 6,9% no mesmo período de 2015. No acumulado de 2016, o lucro líquido e a margem líquida foram de R$ 103,1 milhões e 11,5%, ante R$ 84,2 milhões e margem de 10,9% no acumulado de 2015.

6,9%

8,6%

4T15 4T16

Lucro Líquido (R$ MM) e margem (%)

Lucro Líquido (R$ MM) e margem (%)

13,3 19,1 + 44,2% 10,9% 11,5% 2015 2016 Lucro Líquido (R$ MM) e margem (%)

Lucro Líquido (R$ MM) e margem (%)

84,2 103,1

+ 22,3%

Contábil Contábil

4T15 4T16 Variação 4T16 Variação 2015 2016 Variação 2016 Variação

Lucro Líquido (R$ MM) 13,3 19,1 44,2% 19,0 43,4% 84,2 103,1 22,4% 102,9 22,3% Margem Líquida (%) 6,9% 8,6% +171 bps 8,5% +159 bps 10,9% 11,5% +57 bps 11,4% +54 bps

(18)

18 3.10. Medições não contábeis

EBITDA Ajustado e EBITDA

O EBITDA Ajustado, excluindo efeitos não recorrentes sobre o resultado, ex-Guanabara, atingiu R$ 43,5 milhões, no 4T16, com margem de 19,5%, inferior em 3,0% quando comparado com o 4T15, quando o EBITDA Ajustado foi de R$ 44,8 milhões e a margem no período foi de 23,3%. No período acumulado de 12 meses de 2016, o EBITDA Ajustado atingiu R$ 199,5 milhões, atingindo margem de 22,2%, um aumento de 7,5% quando comparado com o acumulado de 2015, quando o EBITDA Ajustado foi de R$ 185,7 milhões e a margem correspondeu a 24,1% da receita líquida.

O EBITDA foi negativamente impactado em 2016 por queda nas margens operacionais e pelas despesas não recorrentes. Na linha de despesas comerciais, os itens mais relevantes foram a constituição de provisão para devedores duvidosos referente a uma discussão pontual com um operador de saúde e gastos associados ao re-branding da operação PSC em São Paulo, em que a marca Digimagem deu espaço para Hermes Pardini. Na linha de outras receitas e despesas não operacionais, a Companhia realizou, no início de 2016, a baixa contábil de projetos de pesquisa e desenvolvimento. Estes três itens somados representaram despesas não recorrentes de aproximadamente R$ 11 milhões em 2016.

Contábil Contábil

R$ MM 4T15 4T16 Variação 4T16 Variação 2015 2016 Variação 2016 Variação

Lucro Líquido 13,3 19,1 44,2% 19,0 43,4% 84,2 103,1 22,4% 102,9 22,3%

Resultado Financeiro 4,7 -5,9 -224,6% -5,8 -222,5% 14,3 -5,0 -135,0% -4,9 -134,3%

Depreciação e amortização 8,5 8,9 4,8% 8,9 4,8% 34,5 35,1 1,8% 35,1 1,8%

IR/CSLL 10,7 13,0 21,3% 12,9 21,0% 44,4 53,8 21,3% 53,8 21,2%

(+) Efeitos Não Recorrentes 7,6 8,4 9,9% 8,4 10,6% 8,3 12,6 50,9% 12,6 51,5%

EBITDA Ajustado 44,8 43,5 -3,0% 43,5 -3,0% 185,7 199,5 7,5% 199,5 7,5%

margem 23,3% 19,5% -374 bps 19,4% -390 bps 24,1% 22,2% -183 bps 22,2% -187 bps

(-) Efeitos Não Recorrentes -7,6 -8,4 9,9% -8,4 10,6% -8,3 -12,6 50,9% -12,6 51,5%

EBITDA 37,2 35,1 -5,7% 35,0 -5,8% 177,3 187,0 5,4% 186,9 5,4%

margem 19,3% 15,8% -355 bps 15,6% -369 bps 23,0% 20,8% -215 bps 20,8% -219 bps

(19)

19

4. Balanço Patrimonial e Fluxo de Caixa

4.1. Contas a receber

Nos últimos 5 trimestres os saldos de valores a vencer vêm mantendo o histórico superior a 82% do total de recebíveis, tendo atingido 83,6% no 4T16 ante 82,2% no 4T15.

Ex Guanabara Contábil R$ MM 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16 4T16 Recebíveis 137,0 202,5 201,1 204,5 185,6 212,1 Valores a vencer 112,7 175,4 171,8 175,9 156,5 177,3 De 1 a 60 dias 11,8 13,9 16,4 18,0 16,7 21,2 De 61 a 120 dias 3,4 3,0 5,5 3,4 2,2 2,6 Acima de 120 dias 7,2 8,0 3,9 5,4 6,6 7,4

Outros valores a vencer 2,0 2,2 3,5 1,7 3,6 3,6

Provisão para Glosas e PCLD -11,9 -13,5 -10,4 -7,2 -10,4 -12,4

Total 125,1 189,0 190,8 197,3 175,1 199,7

Saldos a vencer / Recebíveis 82,2% 86,6% 85,4% 86,0% 84,3% 83,6%

Saldos vencidos até 120 dias / Recebíveis 11,1% 8,4% 10,9% 10,5% 10,2% 11,2%

Provisão / Saldo vencido acima de 121 dias 164,4% 168,8% 263,7% 131,8% 158,1% 168,5%

Receita Líquida 193 210 230 235 223 224

(20)

20 4.2 CAPEX

Os investimentos correspondentes a adições ao imobilizado e intangível totalizaram R$ 12,6 milhões no 4T16, atingindo o montante de R$ 30,9 milhões em 2016.

Principais investimentos em 2016:

 Expansão e benfeitorias em lojas: investimento de cerca de R$ 10 milhões na reforma e repaginação de lojas, sendo aproximadamente 50% na aquisição de equipamentos para exames de imagem.  Núcleo Técnico Operacional (NTO): total investido de R$ 11 milhões, dos quais cerca de 70% na

aquisição de equipamentos para executar novos exames ou melhorar processos existentes.

(21)

21 4.3 Endividamento

Entre as captações de dívida realizadas pela Companhia no 4T16, destaca-se uma operação de capital de giro no montante de R$ 60 milhões com o objetivo de reforçar o seu caixa frente a aquisições realizadas no período. Após esta captação e a liquidação financeira das aquisições, a dívida líquida encerrou o 4T16 em R$ 28,7 milhões, ex-Guanabara, representando 0,2x o EBITDA dos últimos 12 meses.

No encerramento do 4T16, o endividamento era composto principalmente por operações de capital de giro, incluindo a operação de R$ 60 milhões contratada em dezembro a um custo de CDI + 1,57% a.a. A Companhia não realizou operação de desconto de títulos no 4T16.

O cronograma de amortização da dívida ex-Guanabara, no encerramento do 4T16 previa os pagamentos dos montantes equivalentes ao principal, conforme gráfico abaixo:

Contábil Ex Guanabara Contábil

R$ MM 4T15 4T16 4T16

Dívida Bruta (Empréstimos e Financiamentos) 141,6 152,3 183,5

Caixa, Equivalentes de Caixa 188,7 123,5 124,4

Dívida Líquida -47,1 28,7 59,1

Dívida Líquida / EBITDA LTM -0,3 0,2 0,3

EBITDA LTM / Resultado Financeiro LTM -12,4 37,4 38,1

Pré 27,8% CDI 61,0% Outros 9,8% Selic 1,3%

Indexadores da Dívida - 4T16 (ex-Guanabara) (100% = R$ 152,3 MM)

Capital de Giro 69,3% Finep

20,9%

Finame + Leasing Financeiro 9,8%

Tipo de Dívida - 4T16 (ex-Guanabara) (100% = R$ 152,3 MM)

88.726

25.888

9.778 8.412 4.894

2017 2018 2019 2020 2021

(22)

22 4.4 Fluxo de Caixa

O fluxo de caixa líquido contábil, incluindo Guanabara, gerado pelas atividades operacionais atingiu R$ 43,7 milhões no 4T16, redução de 35,3% em relação ao mesmo período de 2015. Esta variação ocorreu principalmente devido à operação de cessão de recebíveis realizada no 4T15, que beneficiou diretamente a geração de caixa no período.

Em 2016 a Companhia apresentou geração de caixa operacional contábil, incluindo Guanabara, de R$ 102,8 milhões, redução de 14,9% em relação ao ano anterior.

Fluxo de caixa das atividades operacionais (Consolidado):

R$ Mil 2016 2015 Variação 4T16 4T15 Variação

Lucro líquido do exercício 102.944 84.200 22,3% 19.006 13.258 43,4%

Ajustes para conciliar o resultado do caixa e equivalente de caixa gerados pelas atividades operacionais:

Despesa de imposto de renda e contribuição social reconhecida no resultado do exercício53.807 44.402 21,2% 12.944 10.695 21,0% Constituição de provisão para créditos de liquidação duvidosa e glosas 9.931 6.187 60,5% 3.428 1.674 104,8%

Perda do valor recuperável de ágio 6.632 -100,0% 6.632 -100,0%

Depreciações e amortizações 35.080 34.456 1,8% 8.873 8.479 4,6%

Valor residual de ativos imobilizado e intangível baixados 6.414 4.249 51,0% 546 3.469 -84,3%

Equivalência patrimonial n.m.

Despesas de juros de empréstimos, financiamentos e parcelamentos 12.847 10.135 26,8% 3.071 -1.434 -314,2% Constituição de provisão para riscos fiscais, trabalhistas e cíveis 566 6.518 -91,3% -93 2.533 -103,7% Atualização de passivos por compra de investimentos 924 5.059 -81,7% -4.037 5.213 -177,4% 222.513 201.838 10,2% 43.738 50.519 -13,4%

Variação nos ativos e passivos operacionais:

Contas a receber de clientes -64.553 -34.538 86,9% 18.744 41.482 -54,8%

Estoques -1.568 -666 135,4% -535 -3057 -82,5%

Impostos a recuperar 1.140 -253 -550,6% -680 1330 -151,1%

Outros ativos (circulante e não circulante) -62.060 -2.220 2695,5% -59.592 7.014 -949,6%

Depósitos judiciais 2.072 -2.143 -196,7% 11 -107 -110,3%

Fornecedores 15.707 12.675 23,9% 10.131 3.865 162,1%

Obrigações fiscais, sociais, salários e parcelamentos -18.975 -13.253 43,2% -12.821 -13.546 -5,4% Outros passivos (circulante e não circulante) 55.518 -13.922 -498,8% 50.331 -17.510 -387,4%

Caixa gerado pelas atividades operacionais 149.794 147.518 1,5% 49.327 69.990 -29,5%

Outros fluxos de caixa das atividades operacionais:

Pagamento de juros sobre empréstimos e financiamentos -17.644 -10.084 75,0% -1.601 2.306 -169,4% Pagamento de riscos fiscais, trabalhistas e cíveis -2.764 -4.178 -33,8% -682 -2.574 -73,5% Imposto de renda e contribuição social pagos durante o exercício -26.542 -12.372 114,5% -3.298 -2.106 56,6%

Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais 102.844 120.884 -14,9% 43.746 67.616 -35,3%

Fluxo de caixa das atividades de investimento:

Aquisição de investimento, ágio e mais valia -144.289 0 n.m. -144.289 0 Aquisição de imobilizado e intangível -30.921 -63.192 -51,1% -12.649 -19.650 -35,6%

Dividendos a receber de controladas 0 n.m.

Créditos com empresas ligadas 170 200 -15,0% 7 52 -86,5%

Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento -175.040 -62.992 177,9% -156.931 -19.598 700,8%

Fluxo de caixa das atividades de financiamento:

Empréstimos e financiamentos:

- Captações 61.804 16.983 263,9% 61.571 14.391 327,8%

- Amortizações -27.663 -22.687 21,9% -3.604 -9.955 -63,8%

Captaçao de obrigações de parcelamentos 234 892 n.m. 234 892 -73,8% Pagamento das obrigações de parcelamentos -7.846 -11.849 n.m. -1.691 -4125 -59,0%

Dividendos -17.105 -21.109 -19,0% -245 -4.399 -94,4%

Transações com não controladores -1.527 -2.089 -26,9% -1.527 -684 123,3%

Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) atividades de financiamentos 7.897 -39.859 -119,8% 54.738 -3.880 -1510,8%

Aumento em caixa e equivalentes de caixa -64.299 18.033 -456,6% -58.447 44.138 -232,4%

Variação no caixa e equivalentes de caixa

Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 188.701 170.668 10,6% 182.849 144.563 26,5% Efeito líquido da incorporação

Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício 124.402 188.701 -34,1% 124.402 188.701 -34,1%

(23)

23 5. ROIC – Retorno sobre o Capital Investido

O ROIC excluindo ágio e ex-Guanabara foi de 33,0% em 2016.

Contábil Ex Guanabara Contábil

Consolidado (R$ MM) 2015 2016 2016

EBIT 142,9 151,9 151,8

NOPAT (EBIT - 34%) 94,3 100,3 100,2

Capital Investido Médio (sem Agio) 266,9 303,5 322,8

ROIC sem ágio 35,3% 33,0% 31,0%

(24)

24

Instituto Hermes Pardini S.A.

Balanço Patrimonial em 31 de dezembro Em milhares de Reais

Ativos circulantes Passivos circulantes

Caixa e equivalentes de caixa 124.402 188.701 Fornecedores 95.734 75.607 Contas a receber de clientes 199.662 125.137 Obrigações fiscais, sociais e trabalhistas 65.894 47.263

Estoques 20.306 18.449 Empréstimos e financiamentos 106.631 33.964

Impostos a recuperar 10.268 11.245 Parcelamentos tributários 10.148 9.499

Dividendos a receber Dividendos a pagar 92.464 17.030

Outros ativos circulantes 31.065 18.087 Outros passivos circulantes 3.013 3.495

Total dos ativos circulantes 385.703 361.619 Total dos passivos circulantes 373.884 186.858

Ativos não circulantes Passivos não circulantes

Realizável a longo prazo: Empréstimos e financiamentos 76.906 107.607 Depósitos judiciais 3.960 6.032 Parcelamentos tributários 38.266 42.755 Imposto de renda e contribuição social diferidos 44.715 43.404 Provisão para riscos 30.711 10.965 Contas a receber de partes relacionadas 163 Imposto de renda e contribuição social diferidos 9.005 3.062 Outros ativos não circulantes 74.762 38.038 Obrigações por compra de investimentos 13.869 17.872 Outros passivos não circulantes 66.705 11.090

Total do realizável a longo prazo 123.437 87.637

Total dos passivos não circulantes 235.462 193.351

Investimentos 546 360

Imobilizado 227.555 208.246

Intangível 279.341 139.429 Total dos passivos 609.346 380.209

Total dos ativos não circulantes 630.879 435.672 Patrimônio líquido

Capital social 148.802 148.802 Reservas de capital 51.090 51.090 Ajustes de avaliação patrimonial -15.379 5.084 Reservas de lucros 221.466 209.457

Patrimônio líquido dos acionistas da controladora 405.979 414.433

Participação não controladores 1.257 2.649

Total do patrimônio líquido 407.236 417.082

Total dos ativos 1.016.582 797.291 Total dos passivos e patrimônio líquido 1.016.582 797.291

2015

Consolidado Consolidado

(25)

25

Instituto Hermes Pardini S.A.

Demonstração do resultado - exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de Reais

2016 2015

Receita líquida de prestação de serviços 899.414 771.786

Custo dos serviços prestados -604.977 -507.325

Lucro bruto 294.437 264.461

Receitas (despesas) operacionais

Com vendas -69.566 -54.658

Gerais, administrativas e outras -61.633 -60.287 Equivalência patrimonial

Outras (despesas) receitas operacionais, líquidas -11.391 -6.634 Resultado antes das receitas e despesas financeiras

Resultado financeiro

Receitas financeiras 34.159 20.058

Despesas financeiras -31.382 -28.162

Variação cambial, líquida 2.127 -6.176

Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social 156.751 128.602

Imposto de renda e contribuição social

Corrente -53.128 -44.506

Diferido -679 104

Lucro líquido do exercício 102.944 84.200

Lucro líquido atribuível a:

Acionistas da controladora 102.809 83.383

Participações não controladoras 135 817

(26)

26

Instituto Hermes Pardini S.A.

Demonstração das mutações do patrimônio líquido Em milhares de Reais

Ajustes de Participações Patrimônio

Retenção avaliação Lucros não líquido

Legal de lucros Total patrimonial acumulados controladoras consolidado

Saldos em 31 de dezembro de 2014 148.802 51.090 9.222 136.622 145.844 6.143 351.879 3.921 355.800

Lucro líquido do exercício 83.383 83.383 817 84.200

Transações com não controladores -2.089 -2.089

Realização do custo atribuído por depreciação -1.059 1.059

Destinação do lucro líquido do exercício:

Reserva legal 4.385 4.385 -4.385

Dividendos intercalares -4.201 -4.201 -4.201

Dividendos mínimos obrigatórios relativos ao resultado

de 2015 -16.628 -16.628 -16.628

Destinação para reserva de retenção de lucros 59.228 59.228 -59.228

Saldos em 31 de dezembro de 2015 148.802 51.090 13.607 195.850 209.457 5.084 414.433 2.649 417.082

Transações de capital com sócios não controladores -19.446 -19.446 -19.446

Lucro líquido do exercício 102.809 102.809 135 102.944

Transações com não controladores -1.527 -1.527

Realização do custo atribuído por depreciação -1.017 1.017

Destinação do lucro líquido do exercício:

Reserva legal 5.140 5.140 -5.140

Dividendos intercalares -67.400 -67.400 -67.400 -67.400

Dividendos mínimos obrigatórios relativos ao resultado

de 2016 -24.417 -24.417 -24.417

Destinação para reserva de retenção de lucros 1.017 1.017 -1.017

Proposta de destinação de dividendos adicionais 73.252 73.252 -73.252

(27)

27

Instituto Hermes Pardini S.A.

Demonstração dos fluxos de caixa - exercícios findos em 31 de dezembro Em milhares de Reais

F luxo de c a ixa da s a t iv ida de s o pe ra c io na is :

Luc ro lí quido do e xe rc í c io 102.944 84.200

A jus t e s pa ra c o nc ilia r o re s ult a do do c a ixa e e quiv a le nt e de c a ixa ge ra do s pe la s a t iv ida de s o pe ra c io na is :

Despesa de impo sto de renda e co ntribuição so cial reco nhecida no resultado do exercício 53.807 44.402 Co nstituição de pro visão para crédito s de liquidação duvido sa e glo sas 9.931 6.187

P erda do valo r recuperável de ágio 6.632

Depreciaçõ es e amo rtizaçõ es 35.080 34.456

Valo r residual de ativo s imo bilizado e intangível baixado s 6.414 4.249

Equivalência patrimo nial

Despesas de juro s de empréstimo s, financiamento s, mútuo s e parcelamento s 12.847 10.135 Co nstituição de pro visão para risco s fiscais, trabalhistas e cíveis 566 6.518

A tualização de passivo s po r co mpra de investimento s 924 5.059

222.513 201.838

V a ria ç ã o no s a t iv o s e pa s s iv o s o pe ra c io na is :

Co ntas a receber de clientes -64.553 -34.538

Esto ques -1.568 -666

Impo sto s a recuperar 1.140 -253

Outro s ativo s (circulante e não circulante) -62.060 -2.220

Depó sito s judiciais 2.072 -2.143

Fo rnecedo res 15.707 12.675

Obrigaçõ es fiscais, so ciais, salário s e parcelamento s -18.975 -13.253

Outro s passivo s (circulante e não circulante) 55.518 -13.922

C a ixa ge ra do pe la s a t iv ida de s o pe ra c io na is 149.794 147.518

O ut ro s f luxo s de c a ixa da s a t iv ida de s o pe ra c io na is :

P agamento de juro s so bre empréstimo s, financiamento s, mútuo s e parcelamento s -17.644 -10.084

P agamento de risco s fiscais, trabalhistas e cíveis -2.764 -4.178

Impo sto de renda e co ntribuição so cial pago s durante o exercício -26.542 -12.372

F luxo de c a ixa da s a t iv ida de s de inv e s t im e nt o :

A quisição de investimento , ágio e mais valia -144.289

A quisição de imo bilizado e intangível -30.921 -63.192

Dividendo s a receber de co ntro ladas

Crédito s co m empresas ligadas 170 200

F luxo de c a ixa da s a t iv ida de s de f ina nc ia m e nt o :

Empréstimo s e financiamento s: - Captaçõ es 61.804 16.983 - A mo rtizaçõ es -27.663 -22.687 P arcelamento s: - Captaçõ es 234 892 - A mo rtizaçõ es -7.846 -11.849 Dividendo s -17.105 -21.109

Transaçõ es co m não co ntro lado res -1.527 -2.089

A umento (redução ) em caixa e equivalentes de caixa -64.299 18.033

Variação no caixa e equivalentes de caixa

Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 188.701 170.668

Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício 124.402 188.701

A umento (redução ) em caixa e equivalentes de caixa -64.299 18.033

-39.859

C a ixa lí quido ge ra do pe la s ( a plic a do na s ) a t iv ida de s de f ina nc ia m e nt o s 7.897

120.884

C a ixa lí quido a plic a do na s a t iv ida de s de inv e s t im e nt o -175.040 -62.992

C a ixa lí quido ge ra do pe la s a t iv ida de s o pe ra c io na is 102.844

Referências

Documentos relacionados

[r]

Em comparação com o mesmo trimestre de 2016, o ticket médio por exame para clientes no segmento Lab-to-Lab apresentou redução de 1,8%, principalmente como resultado da introdução

O presente trabalho teve como objetivos o estudo da ocorrência de focos de AIE no Estado do Rio de Janeiro no período entre abril de 2002 e março de 2008 através do

Para efeito de cálculo do valor do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e

A dupla categoria fundamental da política ocidental não é aquela amigo-inimigo, mas vida nua-existência política, zoé-bíos, exclusão-inclusão. A política existe

Cabe destacar que a receita bruta do segmento de graduação foi de R$ 171,5 milhões e representou 85,0% do total da receita no 3T14, com crescimento de 33,2% em relação ao mesmo

No presente trabalho utiliza-se a adsorção em leito expandido para recuperação das proteínas do soro de queijo tipo coalho, utilizando a resina de troca aniônica (Streamline®

Objeto: O presente termo de aditivo tem como objeto a prorrogação de prazo por 90 (noventa) dias, com início de vigência em 01 de abril de 2021, estendendo até 29 de junho de