AULA 00: Apresentação do Professor e do Curso, Cronograma de Aulas, Economia do Setor Público e Questões Comentadas.

Texto

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AULA 00: Apresentação do Professor e do Curso,

Cronograma de Aulas, Economia do Setor Público e

Questões Comentadas.

SUMÁRIO PÁGINA

Apresentação do curso e do professor 1-4

Introdução da disciplina 5-6

Bens públicos e bens privados 7-10

O Estado e as funções do governo na economia 11-14

Externalidades 15-21

Resumão 22

Exercícios 23-35

Lista das questões comentadas durante a aula 37-42

Referências bibliográficas 43

Observação importante: este curso é protegido por direitos autorais (copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências.

Galera!!! Grupos de rateio e pirataria são ilegais e prejudicam os professores que elaboram os cursos. Valorize nosso trabalho e adquira nossos cursos apenas pelo site do 3D CONCURSOS!

Olá futuros auditores do Tribunal de Contas do Distrito Federal! Antes do início do curso, farei uma breve apresentação e algumas considerações sobre o estudo da disciplina de economia.

Meu nome é Marcos Oliveira, tenho 23 anos, sou natural da cidade de Palmeira das Missões, interior do Rio Grande do Sul. Sou formado em Ciências Econômicas pela Universidade de Passo Fundo e Economista registrado no Corecon-DF.

A essas horas você deve estar se perguntando: por que esse novato dará aulas de economia para o concurso do Tribunal de

Contas do Distrito Federal?

Apesar da idade, tive 6 aprovações (com nomeação) em concursos públicos, sendo que assumi o cargo em 3 deles: Banco do Brasil (escriturário), Ministério Público da União (Técnico Administrativo) e Tribunal de Contas da União (Auditor Federal de Controle Externo), sendo este último o cargo que ocupo atualmente.

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carreira. Uma delas foi o convite para dar aulas no 3D concursos, oportunidade esta que não deixei escapar.

Caso alguém queira ver a matéria, o link é “http://glo.bo/1IUcu60”. Aliás, já aviso que eu não estudava 10 horas por dia como consta na reportagem e que eu trabalhava e cursava Ciências Econômicas concomitantemente à minha preparação ao concurso do TCU (eu me formei 1 semana antes da posse no cargo, mas essa história fica para outra hora ☺). Também fiz algumas entrevistas, sendo a mais recente feita ao Programa Concurso Público no Youtube.

Sem mais delongas, vamos ao que interessa!

A Economia possui uma característica bem peculiar: seu conteúdo programático é muito amplo. No curso acadêmico de economia o conteúdo é disperso nas disciplinas de Macroeconomia, Microeconomia, Economia do Setor Público, Contabilidade Nacional e Economia Brasileira. Como algumas dessas matérias ainda são separadas em níveis (Macroeconomia I, II e III por exemplo), seriam necessários uns 10 espaços na carga horária para cobrir todo o conteúdo.

Mas então como estudo Economia para concursos?

Simples. A parte teórica das aulas será baseada em questões, mais precisamente naquilo que efetivamente é cobrado pelas bancas. Se aprendi algo nesses anos que estudei para concursos, foi que a resolução de questões é a ferramenta mais efetiva DE TODAS para o sucesso em concursos públicos. Assim, dada a amplitude da ciência econômica, poderemos focar o estudo no conteúdo realmente importante para os concursos, aprofundando naquilo que for demandado pela banca organizadora.

Toda aula terá um resumão no final para que o aluno relembre rapidamente o conteúdo (muito útil para revisão pré-prova) e a lista de todas as questões apresentadas durante a aula com o respectivo gabarito. Além disso, as questões serão comentadas item a item com foco na banca Cespe e complementação (se necessário) com ESAF e FCC.

Cronograma

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Quando o edital for publicado, o cronograma e as matérias serão atualizadas para cobrir todo o novo conteúdo antes da data da prova.

Aula Tema Data

00 2.7 Papel do governo na economia: estabilização, crescimento e redistribuição; 3.1 O Estado e as funções econômicas governamentais;

3.2 As necessidades públicas e a forma de atuação dos governos.

18/04/2016

01

2.5 Conceitos de deficite dívida pública; 3.3 Estado regulador e produtor;

3.5 Conceitos básicos de contabilidade fiscal: NFSP, resultados nominal, operacional e primário e dívida pública;

3.6 Sustentabilidade do endividamento público.

02/05/2016

02

1.1 Conceitos fundamentais: formas de organização da atividade econômica, o papel dos preços, custo de oportunidade e, fator de produção e fronteiras de possibilidade de produção;

1.2 Determinação das curvas de procura, curvas de indiferença, equilíbrio do consumidor, efeitos preço, renda e substituição, elasticidade da procura, fatores de produção, produtividade média e marginal, lei dos rendimentos decrescentes e rendimentos de escala.

16/05/2016

03

1.3 Teoria do consumidor, utilidades cardinal e ordinal, restrição orçamentária, equilíbrio do consumidor e funções demanda, funções de produção e suas propriedades, curvas de produto e produtividade, curvas de custo.

30/05/2016

04 1.4 Estruturas de mercado: concorrência perfeita, concorrência

imperfeita, monopólio, oligopólio, outras estruturas de mercado. 13/06/2016

05

2.1 Principais agregados macroeconômicos; 2.2 Identidades macroeconômicas básicas; 2.3 Sistema de Contas nacionais;

2.4 Contas nacionais no Brasil; 2.9 Oferta e demanda agregadas.

27/06/2016

06 2.8 A teoria keynesiana. 11/07/2016

07 2.11 Modelo IS-LM; 2.12 e 3.4 Políticas fiscal e monetária, outras políticas econômicas.

25/07/2016

08

2.10 Agregados monetários, contas do sistema monetário; 2.13 Relações entre inflação, juros e o resultado fiscal; 2.14 Relações entre o nível de atividade e o mercado de trabalho; salários, inflação e desemprego.

08/08/2016

09

2.6 Balanço de pagamentos;

4.1 Aspectos gerais do comportamento recente da economia

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Ah... A carreira de auditor dispensa comentários... É simplesmente fantástica.

Para dúvidas, críticas, sugestões, ou até mesmo para conselhos, estou à disposição no fórum do 3D CONCURSOS e no e-mail marcosawoliveira@gmail.com.

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Economia do Setor Público

Quando a maioria das pessoas escuta o termo “economia”, logo imagina algo relacionado à números, gráficos e dinheiro. Apesar dessa definição não estar incorreta, a economia também engloba aspectos outro aspectos sociais, políticos e culturais. Uma excelente definição de economia afirma o seguinte:

“A economia é a ciência que estuda as formas de comportamento humano resultante da relação existente entre as ilimitadas necessidades a satisfazer e os recursos que, embora escassos, se prestam a usos alternativos”

Resumindo essa definição em poucas palavras, temos que:

Todos nós desejamos inúmeras coisas. Nosso tempo e nosso dinheiro possuem múltiplos fins que são atendidos conforme a ordem prioritária que estabelecemos. Exemplo disso acontece quando um indivíduo ganha R$ 100.000,00 na loteria e fica em dúvida entre comprar um carro novo ou investir em um fundo de aposentadoria. Nessa situação, ele pode obter um benefício presente ou uma segurança para o futuro, e sua decisão dependerá da necessidade que ele considera mais importante frente aos recursos que não podem atender ambos.

Outra importante definição para a economia é o custo de

oportunidade. Quando um concurseiro decide estudar em vez de

assistir seriados no Netflix, esse “sacrifício” é considerado como custo de oportunidade. Em suma, seriam outros fins que poderiam ser alcançados utilizando-se os mesmos recursos (no caso do estudante, o seu tempo).

O custo de oportunidade já foi alvo de questionamento do Cespe:

ECONOMIA

=

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1. (CESPE – 2007 – Analista Petrobras) A demanda crescente

pelo ensino a distância, em que o estudante acessa a Internet em hora e local de sua conveniência, é consistente com o aumento do custo de oportunidade do tempo.

Comentário: o estudante troca o tempo em que gastaria de

deslocando no percurso de ida e de volta do cursinho por tempo de estudo em casa, utilizando-se de ferramentas de ensino à distância. Em outras palavras, o aluno tinha a oportunidade de ir estudar em uma sala de aula, mas optou por estudar em casa. O tempo gasto seria o mesmo, mas os resultados podem ser diferentes.

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1) Bens públicos e bens privados

Antes de adentrarmos nas funções econômicas do governo do governo, é imprescindível a definição de bens públicos e de bens sociais.

Bens públicos são aqueles bens ou serviços que são, em

vários graus, não rivais e não excludentes.

Um bem não rival é aquele cujo consumo, por uma pessoa, não diminui sua disponibilidade para outras. Por exemplo, se as forças armadas impedem que uma nação hostil invada sua cidade, você desfruta desta proteção sem diminuir seu valor para seus vizinhos.

Um bem é não excludente se for difícil excluir não pagantes

de consumi-lo. Mesmo que seus vizinhos não paguem suas parcelas e ajudem a manter as forças armadas, eles continuarão desfrutando da proteção.

Se existir um alto grau de não exclusão e não rivalidade, temos um bem público puro. Exemplos são as praças públicas, iluminação públic, serviços de despoluição, defesa nacional, entre outros. Notem que a utilização desses bens e serviços não pode ser facilmente limitada a certo grupo de pessoas, tampouco a utilização por um indíviduo diminui a sua usabilidade por outras pessoas. Os bens públicos puros acabam sendo disponibilizados pelo governo porque os não-pagantes não poderiam ser impedidos de utilizá-los, indo na “carona” dos pagantes (também chamado de problema do free rider). Assim, o setor privado da economia (empresas) não conseguiria vender tais bens e obter um lucro satisfatório, apesar da prestação desses bens ser requerido pela sociedade.

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(exceto nossos hospitais públicos que são bem cheios...) . Exemplos são os serviços de saúde, educação e de habitação.

Os bens coletivos, por sua vez, são até certo ponto não rivais, mas podem ser excludentes. Exemplo disso é a TV a cabo, visto que a emissora pode disponibilizar os canais apenas para pagantes e que novos clientes não chegam a diminuir a quantidade disponível para outros indivíduos.

Já os bens privados puros são notórios por serem excludentes e rivais. Englobam aqueles em que os pagantes podem ser facilmente excluídos e para qual o consumo, por uma pessoa, cria uma redução um a um em sua disponibilidade para outros. Exemplo disso são roupas, alimentos, eletrônicos, entre outras coisas comumente encontradas no comércio.

Por fim, os bens comuns puros são bens rivais e não excludentes. Os peixes nas águas dos oceanos são um exemplo por estarem acessíveis a quase todos os indivíduos, mas serem rivais no momento em que a pesca por um indivíduo diminui quantos peixes outro indivíduo pode conseguir em sua pescaria.

Resumindo...

Alta rivalidade Baixa rivalidade Alta exclusão Bem privado Bem coletivo Baixa exclusão Bem comum Bem público

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Vejamos como isso é cobrado em prova:

2. (CESPE – 2014 – SUFRAMA Economista) Acerca de bens

públicos, julgue o item a seguir. Os shopping centers são tradicionalmente classificados como bens públicos.

3. (CESPE – 2012 – Auditor do TCE ES) A respeito da atuação do

governo nas finanças públicas e das formas de intervenção da administração na economia, julgue os seguintes itens.

A provisão pública direta de bens e serviços é uma forma tradicional de intervenção do governo no sistema econômico, sendo, economicamente, os bens públicos definidos como os que possibilitam rivalidade e exclusão de algum indivíduo do consumo.

4. (CESPE – 2014 – SUFRAMA Economista) Acerca de bens

públicos, julgue o item a seguir. O sistema monetário nacional pode ser considerado um exemplo de bem comum.

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2. (CESPE – 2014 – SUFRAMA Economista) Acerca de bens

públicos, julgue o item a seguir. Os shopping centers são tradicionalmente classificados como bens públicos.

Comentário: apesar de não ser comum, os shopping centers podem

restringir o seu acesso por serem estabelecimentos privados. Foi o caso dos polêmicos "rolezinhos". Também pode ser considerado o fato de que se muitos indivíduos utilizarem o shopping, o consumo dos demais pode ser afetado, tornando-o rival.

Gabarito: errado.

3. (CESPE – 2012 – Auditor do TCE ES) A respeito da atuação do

governo nas finanças públicas e das formas de intervenção da administração na economia, julgue os seguintes itens.

A provisão pública direta de bens e serviços é uma forma tradicional de intervenção do governo no sistema econômico, sendo, economicamente, os bens públicos definidos como os que possibilitam rivalidade e exclusão de algum indivíduo do consumo.

Comentário: o final da questão está errada. Bens públicos não

permitem rivalidade e exclusão de algum indivíduo do consumo. Gabarito: errado.

4. (CESPE – 2014 – SUFRAMA Economista) Acerca de bens

públicos, julgue o item a seguir. O sistema monetário nacional pode ser considerado um exemplo de bem comum.

Comentário: questão capciosa. Cabem duas definições aqui: sistema

monetário nacional é a nossa moeda, o "Real", e o bem comum é

rival e não excludente. O detentor do dinheiro pode excluir outros

de utilizá-lo, bem como alguém guardar cédulas em casa impede que outras pessoas tenham aquele dinheiro, visto que o numerário impresso pela casa da moeda é finito.

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2) O Estado e as funções do governo na economia

A intervenção do governo na economia brasileira pode ser observada diretamente, atuando lado a lado com empresas privadas na oferta e produção de bens e serviços, como indiretamente com a concessão de subsídios e benefícios fiscais à segmentos específicos do mercado. Além disso, também podem ser aumentados gastos públicos ou impostos, bem como a distribuição de renda aos mais necessitados. Essa intervenção ocorre por meio das 3 principais

funções do governo na economia (também chamadas de funções

orçamentárias), as quais são:

Função alocativa

A intervenção governamental é fruto da incapacidade do mercado de alocar de eficientemente os recursos da economia. A alocação de recursos por parte do governo tem como objetivo principal a oferta de bens e serviços necessários e desejados pela sociedade que não são providos pelo sistema privado.

A função alocativa foca principalmente em bens públicos e nos

bens meritórios. Isso ocorre pelo fato do setor privado não

conseguir suprir toda a demanda de tais bens por parte da população, excluindo aqueles que não possuem recursos suficientes para pagar pelo bem ou serviço.

Além dessa função social, o governo também pode alocar recursos em segmentos eminentemente econômicos do mercado. Um exemplo disso são os setores que demandam elevados custos com infraestrutura (como usinas hidrelétricas e siderúrgicas), visto que as empresas nem sempre possuem o considerável dinheiro necessário para a construção das obras ou possuem dúvidas quanto à sua futura lucratividade.

Importante destacar que o governo pode atuar de diversas maneiras:

 Alocando recursos diretamente na produção e na oferta de bens. Ex: defesa nacional e segurança pública;

 Adquirindo produtos e disponibilizando-os à sociedade. Ex: medicamentos e merenda escolar;

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Como exemplo da função alocativa do governo, destaca-se a intevenção na saúde, na educação, na habitação, na defesa nacional, entre diversas outras áreas.

Função distributiva

Nessa função, o governo atua como um verdadeiro redistribuidor de renda, mediante o recolhimento de impostos dos setores mais ricos da sociedade e a transferência de renda aos mais pobres. O foco desta função é a correção das desigualdades na apropriação da renda e da riqueza gerada pelo sistema econômico, possibilitando a ascenção social dos menos abastados.

A principal ferramenta governamental para essa redistribuição é a política fiscal (veremos sua definição no próximo tópico). Como exemplo da função distributiva, destaca-se o imposto de renda, cuja tributação é maior para os que ganham mais e isenta para os que ganham até determinada faixa remuneratória.

Além disso, depois de recolher impostos da sociedade, o governo ainda pode distribui-los em programas sociais, como o “Bolsa Família e o “Minha casa minha vida”

Função estabilizadora

Por último, a função estabilizadora busca manter um desejável nível de emprego e estabilidade dos preços do mercado. Quando estamos em um período de alta inflação ou desemprego (como a crise brasileira de 2016), o governo tenta minimizar os problemas, procurando combater estes indicadores negativos.

Como exemplo, o governo pode diminuir os impostos e aumentar seus gastos para fazer com que a demanda aumente e as pessoas gastem mais, atos estes que acabam por aumentar o número de empregos na economia. Por outro lado, quando a inflação está alta, o governo pode fazer justamente o contrário, aumentando os tributos e diminuindo seus gastos, fazendo com que a demanda caia e com que os preços dos bens e serviços não aumentem em um nível tão elevado.

E como a banca cobra isso?

5. (CESPE – 2013 – Perito Criminal) Considerando os aspectos da

economia do setor público, julgue o item que se segue.

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6. (CESPE – 2014 – Analista Judiciário – Economia) No que

concerne às funções dos governos e às diversas formas de intervenção do Estado na atividade econômica, julgue os itens que se seguem.

A função distributiva do Estado visa promover uma distribuição de renda mais equitativa entre os cidadãos, podendo ser realizada por meio de transferências diretas, cobrança de impostos e concessão de subsídios.

7. (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções do

governo na economia, julgue o item que se segue.

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Gabarito

5. (CESPE – 2013 – Perito Criminal) Considerando os aspectos da

economia do setor público, julgue o item que se segue.

As funções do governo que visam à equidade incluem a função alocativa, que tem o objetivo de diminuir a desigualdade de renda entre ricos e pobres.

Comentário: diminuir a desigualdade de renda entre ricos e pobres é

função distributiva. Gabarito: errado.

6. (CESPE – 2014 – Analista Judiciário – Economia) No que

concerne às funções dos governos e às diversas formas de intervenção do Estado na atividade econômica, julgue os itens que se seguem.

A função distributiva do Estado visa promover uma distribuição de renda mais equitativa entre os cidadãos, podendo ser realizada por meio de transferências diretas, cobrança de impostos e concessão de subsídios.

Comentário: definição perfeita. Dispensa maiores comentários.

Gabarito: certo.

7. (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções do

governo na economia, julgue o item que se segue.

O Estado brasileiro tem adotado inúmeros programas de transferência de renda como o programa Fome Zero, Bolsa Família e o Bolsa Escola. Ao desenvolver programas como esses, o governo brasileiro exerce uma função alocativa de recursos.

Comentário: Fome zero, Bolsa Família e Bolsa Escola são exemplos

de função distributiva, pois visam a corrigir desigualdades sociais com a distribuição de renda.

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3) Externalidades

A grande maioria dos agentes econômicos realizam ações em prol dos seus objetivos e do seu benefício próprio. Apesar disso, algumas ações executadas por pessoas e por empresas podem afetar positivamente ou negativamente na vida de outras pessoas e empresas. Ou seja, em várias oportunidades, eles desconsideram os impactos de suas ações sobre outros agentes econômicos.

Esses custos e benefícios que recaem sobre pessoas não diretamente envolvidas nas atividades são chamados de

externalidades. Exemplo disso ocorre quando escutamos música em um volume alto e atrapalhamos o descanso de vizinhos. Estamos obtendo satisfação pela música que escutamos, mas nossos vizinhos estão sendo prejudicados pela nossa ação.

Destaca-se que as externalidades podem ser tanto positivas quanto negativas:

Externalidade positiva: ocorre quando a produção de uma empresa ou de um indivíduo aumentar o bem-estar de outras pessoas, mas sem ser recompensada pelos que foram beneficiados. Para ilustrar esse caso, imaginem dois vizinhos: Judite e Fábio. Judite resolve revitalizar seu jardim tornando a sua casa um verdadeiro ponto turístico na cidade. Nesse caso, a casa de Fábio ficaria com uma vista muito mais bonita e, consequentemente, o valor de venda do imóvel aumentaria. Nesse caso, o benefício social foi maior que o

benefício privado, pois Fábio não desembolsou 1 real e teve um

grande aumento no preço do seu imóvel.

As externalidades positivas são incentivadas pelo governo mediante subsídios, isenção de impostos, entre outras medidas.

Externalidade negativa: ocorre quando a produção de uma empresa ou de um indivíduo reduz o bem-estar de outros cujos custos não são considerados no momento da atividade. Como exemplo, cita-se a poluição de um rio por parte de uma indústria devido à expansão de sua produção. O problema ocorre quando os dejetos da indústria são despejados em um rio utilizado por pescadores locais, diminuindo a quantidade de peixes. Nesse caso, o

custo social é maior que o custo privado, pois a empresa está

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As externalidades negativas são desestimuladas pelo governo com a imposição de impostos, multas, taxas, entre outras medidas que acabam por dificultar a atividade que gera tais impactos.

A existência dessas externalidades, tanto positivas quanto negativas, fazem com que os resultados sociais sejam ineficientes, visto que os agentes econômicos não levam em conta todos os custos ou todos os benefícios que suas ações geram para outros, fazendo com que gerem muitos custos para terceiros, ou até mesmo poucos benefícios.

Em ambos os casos verifica-se uma imperfeição de mercado a ser corrigida pelo governo. Contudo, a quantidade ótima de externalidades nem sempre será zero, visto que se o custo da correção for maior que o custo dos benefícios, não haverá motivos suficientes para a atuação do governo.

Para a solução dessas imperfeições, destacam-se as principais teorias que são cobradas pelas bancas:

Solução do setor privado para externalidades Teorema de Coase

Esse Teorema pressupõe que, quando há direitos de

propriedade bem definidos e as negociações não tem custo,

então negociações entre a parte que gera a externalidade e a parte afetada por ela podem levar à quantidade de mercado socialmente ótima. As bancas normalmente vinculam esse teorema à existência de direitos de propriedade e à não existência de custo nas negociações. Então, guardem esses dois fatores. Além disso, essa é uma solução ofertada pelo setor privado.

Para entender como funciona esse teorema, vejamos o seguinte caso hipotético:

Uma indústria despeja toxinas no rio e atrapalha a proliferação de peixes, diminuindo o lucro dos pescadores. Se a indústria instalasse filtros em sua produção, poderia diminuir a poluição, mas também teria mais gastos para produzir. A lucratividade com e sem filtro ficaria da seguinte maneira:

Lucratividade $ sem filtro com filtro

Indústria R$ 1.300 por dia R$ 1.000 por dia

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Se somarmos o rendimento de ambos, nota-se que são lucrados R$ 1.800 por dia sem a utilização de filtro e R$ 2.000,00 com a utilização de filtro. Logo, esta última situação é mais eficiente. Se a empresa fosse a dona do rio, poderia cobrar uma taxa de no mínimo R$ 300,00 para a colocação dos filtros, fazendo com que os pescadores ainda obtivessem um lucro adicional de R$ 200,00 mesmo pagando a taxa.

Essa negociação entre a indústria e os pescadores está

internalizando as externalidades. Em outras palavras, está fazendo

com que o preço de uma das partes reflita integralmente os custos e ou os benefícios externos das suas ações.

Contudo, existem algumas problemas na solução de Coase:

 Dificuldade de atribuição das externalidades a um grupo específico. Como exemplo, mais indústrias poderiam estar poluindo o mesmo rio, não sendo, então, responsabilidade de apenas uma;

 Direitos compartilhados de propriedade dão a cada proprietário poder sobre todos os outros, no chamado problema de holdout. Ex: se o rio pertencesse a 100 pescadores e a sua utilização dependesse da anuência de todos eles, o último a aceitar teria um poder de barganha maior que os outros;

 Se existirem custos de transação e problemas de

negociação a solução fica inviabilizada. Negociar com um vizinho para que ele reduza o volume do som é relativamente fácil, mas reunir 100 pescadores que aceitem ceder o rio a uma indústria é uma tarefa bem mais difícil.

Soluções do setor público para externalidades

Veremos, a seguir, três maneiras de atuação do setor público para incentivar ou coibir externalidades.

Imposto de Pigou (tributação corretiva)

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O imposto pigouviano, também chamado de imposto

corretivo, visa a igualar o custo marginal1 privado ao cuso marginal

social. Assim, o agente incorpora os efeitos negativos que está causando a terceiros e passa a ser desestimulado a aumentar a produção de externalidades negativas. Como exemplo, o governo poderia cobrar impostos de empresas poluidoras para compensar os impactos ambientais causados.

Subsídios

Entende-se por subsídio o pagamento pelo governo a um indivíduo ou a uma empresa para reduzir o custo de consumo ou de produção. Essa ferramenta é utilizada com externalidades positivas. Como visto anteriormente, estas externalidades devem ser incentivadas por serem, normalmente, produzidas em um nível menor que o ideal.

Como o benefício marginal privado é menor que o benefício marginal social na existência de externalidades positivas, o subsídio pago aos agentes econômicos acaba por igua-lá-los. Como exemplo de subsídios, cita-se o estímulo a pesquisas e a atividades de preservação ambiental.

Destaca-se que tanto os impostos como os subsídios podem ser utilizados para externalidades positivas e negativas, apesar de ser um fato mais raro. Podem ser concedidos, por exemplo, subsídios para uma empresa diminuir seus níveis de poluição.

Regulamentação

Mediante a regulamentação, o governo define um limite de atuação para todos os agentes econômicos. Ao invés de cobrar impostos extras de indústrias que poluam o meio ambiente, o governo pode simplesmente proibir a emissão de gases tóxicos ao meio ambiente, ou até mesmo definir um limite de poluição que, se não cumprido, gera multas ao poluidor.

Um notório exemplo de regulamentação contra externalidades positivas é a proibição de fumar em lugares fechados. O Brasil possui uma vasta regulamentação sobre preservação ambiental, com inúmeras barreiras e punições ao desempenho de atividades econômicas que causem dano ao meio ambiente.

1

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Duas dificuldades da regulamentação se destacam: dificuldade em saber qual é o nível ótimo de produção da atividade regulada e de fiscalizar indivíduos e empresas para que cumpram as leis. Isso faz com que o governo opte por regulamentar ou cobrar impostos de externalidades negativas.

Hora de treinar!

8 - (CESPE – 2010 – Agente Técnico da ABIN) As externalidades

positivas ou negativas são os efeitos diretos e indiretos sobre determinados agentes do sistema econômico e decorrem de transações sobre as quais esses agentes não exercem controle.

9 - (CESPE – 2012 – MCT) Julgue os próximos itens, acerca do

Estado e suas possíveis interferências nos mercados. Bens produzem externalidades positivas nos casos em que os benefícios sociais marginais ultrapassam os benefícios marginais privados.

10 - (CESPE – 2012 – Analista de Infraestrutura do MPOG)

Tendo em vista que a presença de bens públicos, externalidades, informações assimétricas e mercados imperfeitos justificam a intervenção do Estado na economia, julgue os itens que se seguem. De acordo com o teorema de Coase, propriedade privada bem definida e custo zero de transação levam a soluções privadas eficientes para a internalização de externalidades.

11 - (CESPE – 2012 – Especialista em Regulação de Aviação Civil) julgue os itens seguintes, relativos a regulação, agências

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Gabarito

8 - (CESPE – 2010 – Agente Técnico da ABIN) As externalidades

positivas ou negativas são os efeitos diretos e indiretos sobre determinados agentes do sistema econômico e decorrem de transações sobre as quais esses agentes não exercem controle.

Comentário: exato. A incapacidade de interferência de um agente

em uma situação que pode tanto trazer benefícios como malefícios caracteriza o conceito de externalidade.

Gabarito: Certo.

9 - (CESPE – 2012 – MCT) Julgue os próximos itens, acerca do

Estado e suas possíveis interferências nos mercados.

Bens produzem externalidades positivas nos casos em que os benefícios sociais marginais ultrapassam os benefícios marginais privados.

Comentário: Correto. Quando o benefício social é maior que o

benefício privado, temos uma externalidade positiva. Gabarito: Certo.

10 - (CESPE – 2012 – Analista de Infraestrutura do MPOG)

Tendo em vista que a presença de bens públicos, externalidades, informações assimétricas e mercados imperfeitos justificam a intervenção do Estado na economia, julgue os itens que se seguem. De acordo com o teorema de Coase, propriedade privada bem definida e custo zero de transação levam a soluções privadas eficientes para a internalização de externalidades.

Comentário: são justamente essas duas características que definem

o Teorema de Coase: propriedades privadas bem definidas e custo de transação zero.

Gabarito: Certo.

11 - (CESPE – 2012 – Especialista em Regulação de Aviação Civil) julgue os itens seguintes, relativos a regulação, agências

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Existindo a denominada externalidade, o custo de oportunidade social de um bem difere do custo de oportunidade privado. As externalidades referem-se, portanto, ao impacto de uma decisão sobre pessoas que não participam dessa decisão.

Comentário: Enunciado simples e direto. Externalidades são sim o

impacto de uma decisão sobre pessoas que não participam dessa decisão.

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RESUMÃO

Economia = recursos escassos X necessidades ilimitadas.

Custo de oportunidade = outros fins que poderiam ser obtidos utilizando-se os mesmos recursos

Bens públicos Alta rivalidade Baixa rivalidade

Alta exclusão Bem privado Bem coletivo

Baixa exclusão Bem comum Bem público

Funções do governo na economia:

Função alocativa: ofertar bens que não são suficientemente disponibilizados pelo setor privado. EX: educação, habitação e defesa nacional.

Função distributiva: redistribuir renda e correção de desigualdades. Ex: Bolsa Família e Minha Casa minha Vida;

Função estabilizadora: manter um bom nível de emprego e estabilidade de preços no mercado. Ex: diminuição de gastos governamentais.

Externalidades positivas

( BENEFÍCIO SOCIAL É MAIOR QUE O BENEFÍCIO PRIVADO)

Ocorrem quando a produção de uma empresa ou de um indivíduo aumentar o bem-estar de outras pessoas, mas sem ser recompensada pelos que foram beneficiados

Externalidades negativas: ( BENEFÍCIO SOCIAL É MAIOR QUE

O BENEFÍCIO PRIVADO)

Ocorrem quando a produção de uma empresa ou de um indivíduo reduz o bem-estar de outros cujos custos não são considerados no momento da atividade

Soluções do setor privado para externalidades:

Teorema de Coase - pressupõe que, quando há direitos de propriedade bem definidos e as negociações não tem custo, então negociações entre a parte que gera a externalidade e a parte afetada por ela podem levar à quantidade de mercado socialmente ótima.

Soluções do setor público para externalidades

Imposto de Pigou (tributação corretiva) – Impostos desistimulam atividades que geram externalidades negativas;

Subsídios – Estimulam externalidades positivas com o pagamento de valores ao indivíduo ou empresa que a gerou;

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12 - (CESPE – 2016 – Auditor do TCE PR) A respeito de bens públicos, assinale a opção correta.

a) O consumo de bens públicos pode ser excluído de determinados indivíduos ou segmentos da população.

b) Os bens públicos são usados ou consumidos por todos, a custo social zero.

c) São sempre produzidos pelo Estado.

d) O aumento do consumo de bens públicos não afeta os custos de produção.

e) Os bens públicos são rivais e sua provisão pelo Estado gera externalidades positivas.

13 - (CESPE – 2012 – Auditor do TC-DF) As funções econômicas governamentais são alocativa, distributiva e estabilizadora. Um exemplo de função estabilizadora são os gastos com educação, com saúde e com segurança pública.

14 - (CESPE – 2012 – TJ-RO – Analista Judiciário Economia) Acerca do Estado e das funções econômicas governamentais, assinale a opção correta.

a) Na função alocativa, o objetivo do governo é corrigir vários tipos de falhas de mercado, por exemplo, o poder do monopólio.

b) A função distributiva consiste em o governo reduzir a renda de certas classes sociais e transferi-la para outras.

(24)

d) A função do governo que procura atingir e manter níveis satisfatórios de crescimento econômico e de emprego é a denominada equitativa.

e) As funções de governo são classificadas em alocativas, equitativas e distributivas.

15 - (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções do governo na economia, julgue o item que se segue.

A execução de projetos que integram o programa de aceleração do crescimento (PAC) contribui para que o governo cumpra as funções econômicas denominadas de estabilizadora e alocativa.

16 - (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções do governo na economia, julgue o item que se segue.

As funções do governo estão associadas às chamadas falhas de mercado, mas no caso do Brasil não deverão ser aplicadas novas intervenções em 2016 caso a inflação convirja para o centro da meta.

17 - (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções do governo na economia, julgue o item que se segue.

A função estabilizadora é responsável por manter a estabilidade e o equilíbrio da economia por meio da política fiscal e da monetária.

18 - (CESPE – 2014 – Analista Judiciário) No que concerne às funções dos governos e às diversas formas de intervenção do Estado na atividade econômica, julgue os itens que se seguem.

A educação e a saúde são consideradas bens públicos, sujeitos ao princípio da não exclusão, de forma que, além do Estado, somente instituições sem fins lucrativos podem fornecer esses serviços no Brasil.

19 - (CESPE – 2014 – Analista Legislativo da Câmara dos

(25)

relacionados aos bens públicos e semipúblicos, julgue o item que segue.

Do ponto de vista econômico, um bem público é aquele que reúne características de rivalidade e exclusão. Contrariamente a essa concepção, o atendimento médico é rival e excludente, sendo economicamente caracterizado, portanto, como bem privado. Em um ambiente de escassez de recursos, as filas nos hospitais demonstram um típico sistema de racionalização de demanda, surgido endogenamente pela ausência de um sistema de preços.

20 - (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções do governo na economia, julgue o item que se segue.

O Estado brasileiro tem adotado inúmeros programas de transferência de renda como o programa Fome Zero, Bolsa Família e o Bolsa Escola. Ao desenvolver programas como esses, o governo brasileiro exerce uma função alocativa de recursos.

21 - (CESPE – 2014 – Analista Legislativo da Câmara dos

Deputados) No que se refere a custo de oportunidade,

externalidades e avaliação de projetos, julgue o item a seguir.

Nos mercados afetados por externalidades positivas, há alocação ineficiente de recursos.

22 - (CESPE – 2014 – Analista Legislativo da Câmara dos

Deputados) No que se refere a custo de oportunidade,

externalidades e avaliação de projetos, julgue o item a seguir.

Os mercados privados são incapazes de lidar com os problemas gerados por externalidades negativas.

23 - (CESPE – 2012 – Agente da Polícia Federal) Julgue os itens seguintes, acerca de noções de economia.

(26)

negativas; na presença de externalidades positivas, a intervenção governamental é desnecessária.

24 - (CESPE – 2012 – Analista de Infraestrutura do MPOG) Tendo em vista que a presença de bens públicos, externalidades, informações assimétricas e mercados imperfeitos justificam a intervenção do Estado na economia, julgue os itens que se seguem. O subsídio pigouviano é um eficiente instrumento de internalização de externalidades negativas.

25 - (CESPE – 2012 – Analista de Infraestrutura do MPOG) Tendo em vista que a presença de bens públicos, externalidades, informações assimétricas e mercados imperfeitos justificam a intervenção do Estado na economia, julgue os itens que se seguem. Externalidades negativas fazem que os custos marginais sociais sejam inferiores aos custos marginais privados.

26 - (CESPE – 2008 – Técnico do IPEA) Nos termos da economia neoclássica, uma externalidade positiva corresponde a um custo social, decorrente de ação econômica, cujos valores não são transacionados pelo mercado e, portanto, não são internalizados pelo agente que a gerou.

27 - (CESPE – 2012 – MCT ) Julgue os próximos itens, acerca do Estado e suas possíveis interferências nos mercados.

A razão econômica para os investimentos e subsídios públicos no setor de ciência e tecnologia é a geração de externalidades positivas nesse setor.

(27)

sem contrapartida, que visam corrigir as externalidades positivas que caracterizam a educação básica.

29 - (CESPE – 2013 – Especialista em Regulação) Com relação ao estudo da teoria da regulação econômica, julgue o item subsequente.

A produção direta de bens pelo Estado, a imposição de multas ou impostos e a regulamentação são formas de redução dos efeitos de externalidades negativas.

(28)

Questões comentadas

12 - (CESPE – 2016 – Auditor do TCE PR) A respeito de bens públicos, assinale a opção correta.

a) O consumo de bens públicos pode ser excluído de determinados indivíduos ou segmentos da população.

b) Os bens públicos são usados ou consumidos por todos, a custo social zero.

c) São sempre produzidos pelo Estado.

d) O aumento do consumo de bens públicos não afeta os custos de produção.

e) Os bens públicos são rivais e sua provisão pelo Estado gera externalidades positivas.

Comentário:

a) Errado. É o contrário: o consumo de bens públicos é acessível a todos.

b) Errado. Custo social está associado à externalidades, e não à bens públicos. Além disso, bens públicos podem sim ter externalidades. O serviço de metereologia, por exemplo, é um bem público que pode causar externalidades negativas para vendedores de guarda-chuvas nas ruas, visto que as pessoas irão levar o seu próprio guarda-chuva de casa.

c) Errado. Apesar de incomum, empresas também podem produzir bens públicos.

d) Correto. Como um usuário adicional de um bem público não exclui outro de utilizá-lo, não há o que se falar de aumento dos custos de produção.

e) bens públicos NÃO são rivais, e sua provisão pelo Estado pode gerar tanto externalidades positivas como negativas

Gabarito: d)

13 - (CESPE – 2012 – Auditor do TC-DF) As funções econômicas governamentais são alocativa, distributiva e estabilizadora. Um exemplo de função estabilizadora são os gastos com educação, com saúde e com segurança pública.

Comentário: a função que gasta com educação, saúde e segurança

(29)

Gabarito: Errado.

14 - (CESPE – 2012 – TJ-RO – Analista Judiciário Economia) Acerca do Estado e das funções econômicas governamentais, assinale a opção correta.

a) Na função alocativa, o objetivo do governo é corrigir vários tipos de falhas de mercado, por exemplo, o poder do monopólio.

b) A função distributiva consiste em o governo reduzir a renda de certas classes sociais e transferi-la para outras.

c) Economia de escala indica que o aumento da produção de determinado bem por uma firma implica o aumento do custo médio por produto.

d) A função do governo que procura atingir e manter níveis satisfatórios de crescimento econômico e de emprego é a denominada equitativa.

e) As funções de governo são classificadas em alocativas, equitativas e distributivas.

Comentário:

a) na função alocativa, o governo busca oferecer bens e serviços não ofertados suficientemente pelo setor privado, e não corrigir falhas de mercado.

b) CERTO. Exemplo disso é o imposto de renda que cobra mais de quem recebe mais.

c) economia de escala é justamente o oposto. O custo médio cai conforme a produção aumenta.

d) essa definição é a estabilizadora.

e) as funções são alocativa, distributiva e estabilizadora. Gabarito: b)

15 - (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções do governo na economia, julgue o item que se segue.

A execução de projetos que integram o programa de aceleração do crescimento (PAC) contribui para que o governo cumpra as funções econômicas denominadas de estabilizadora e alocativa.

Comentário: correto. O PAC realiza grandes obras de infraestrutura

(30)

alocativa), como aumentando o nível de emprego com a construção de todas as obras (função estabilizadora).

Gabarito: Certo.

16 - (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções do governo na economia, julgue o item que se segue.

As funções do governo estão associadas às chamadas falhas de mercado, mas no caso do Brasil não deverão ser aplicadas novas intervenções em 2016 caso a inflação convirja para o centro da meta.

Comentário: falhas de mercado são situações em que o mercado

não possui um nível adequado de resultados do ponto de vista social. De fato, as funções estão associadas à falhas de mercado, mas mesmo que a inflação esteja controlada em 2016, outros fatores como desemprego poderiam demandar a intervenção governamental. Gabarito: errado.

17 - (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções do governo na economia, julgue o item que se segue.

A função estabilizadora é responsável por manter a estabilidade e o equilíbrio da economia por meio da política fiscal e da monetária.

Comentário: correto. Tanto a política fiscal como a monetária podem

ser utilizadas para manter a estabilidade. Exemplo disso é o controle dos gastos do governo (política fiscal) e o aumento da taxa de juros (política monetária) para diminuir a inflação.

Gabarito: certo.

18 - (CESPE – 2014 – Analista Judiciário) No que concerne às funções dos governos e às diversas formas de intervenção do Estado na atividade econômica, julgue os itens que se seguem.

(31)

Comentário: educação e saúde são bens meritórios, e não públicos.

Eles podem atender ao princípio da exclusão, sendo ofertados tanto pelo setor público como pelo setor privado.

Gabarito: errado.

19 - (CESPE – 2014 – Analista Legislativo da Câmara dos

Deputados) Acerca das funções e do papel do Estado e de conceitos relacionados aos bens públicos e semipúblicos, julgue o item que segue.

Do ponto de vista econômico, um bem público é aquele que reúne características de rivalidade e exclusão. Contrariamente a essa concepção, o atendimento médico é rival e excludente, sendo economicamente caracterizado, portanto, como bem privado. Em um ambiente de escassez de recursos, as filas nos hospitais demonstram um típico sistema de racionalização de demanda, surgido endogenamente pela ausência de um sistema de preços.

Comentário : questão com gabarito preliminar certo e alterado para

errado. O erro está logo no início, pois bens públicos são aqueles que reúnem as características da não rivalidade e da não exclusão. Como a justifica para alteração do gabarito foi apenas essa, a banca considera o atendimento médico como rival e excludente.

Gabarito: Errado.

20 - (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções do governo na economia, julgue o item que se segue.

O Estado brasileiro tem adotado inúmeros programas de transferência de renda como o programa Fome Zero, Bolsa Família e o Bolsa Escola. Ao desenvolver programas como esses, o governo brasileiro exerce uma função alocativa de recursos.

Comentário: Fome zero, Bolsa Família e Bolsa Escola são exemplos

de função distributiva, pois buscam a correção de desigualdades sociais com a distribuição de renda.

(32)

21 - (CESPE – 2014 – Analista Legislativo da Câmara dos

Deputados) No que se refere a custo de oportunidade,

externalidades e avaliação de projetos, julgue o item a seguir.

Nos mercados afetados por externalidades positivas, há alocação ineficiente de recursos.

Comentário: tanto em mercados com externalidades positivas como

negativas, existe ineficiência de alocação recursos, afinal, a externalidade é uma falha de mercado. No caso da externalidade positiva, nota-se que existe uma forte tendência de ser ofertada em níveis menores que o ideal.

Gabarito: certo.

22 - (CESPE – 2014 – Analista Legislativo da Câmara dos

Deputados) No que se refere a custo de oportunidade,

externalidades e avaliação de projetos, julgue o item a seguir.

Os mercados privados são incapazes de lidar com os problemas gerados por externalidades negativas.

Comentário: externalidades negativas podem ser corrigidas tanto

pelo setor público como pelo setor privado. O teorema de Coase, que pressupõe direitos de propriedade bem definidos e negociações

não possuírem custo é um exemplo de solução privada para

externalidades. Gabarito: Errado.

23 - (CESPE – 2012 – Agente da Polícia Federal) Julgue os itens seguintes, acerca de noções de economia.

Os governos exercem função alocativa para corrigir a alocação de recursos utilizados na produção de bens geradores de externalidades negativas; na presença de externalidades positivas, a intervenção governamental é desnecessária.

Comentário: o governo estimula externalidades positivas com

(33)

igualar o benefício/custo privado com o benefício/custo social em ambos os casos, visto que os dois tipos de externalidades representam falhas de mercado.

Gabarito: errado.

24 - (CESPE – 2012 – Analista de Infraestrutura do MPOG) Tendo em vista que a presença de bens públicos, externalidades, informações assimétricas e mercados imperfeitos justificam a intervenção do Estado na economia, julgue os itens que se seguem. O subsídio pigouviano é um eficiente instrumento de internalização de externalidades negativas.

Comentário: Quando o governo quer diminuir a existência de

externalidades negativas, como o caso do enunciado da questão, é utilizado o imposto pigouviano.

Gabarito: Errado

25 - (CESPE – 2012 – Analista de Infraestrutura do MPOG) Tendo em vista que a presença de bens públicos, externalidades, informações assimétricas e mercados imperfeitos justificam a intervenção do Estado na economia, julgue os itens que se seguem. Externalidades negativas fazem que os custos marginais sociais sejam inferiores aos custos marginais privados.

Comentário: é justamente o contrário. Quando a externalidade é

negativa, o custo marginal social (custo de uma unidade a mais de produção) é maior que o custo marginal privado.

Gabarito: Errado.

(34)

Comentário: externalidades positivas são associados à benefícios sociais, e não a custos sociais. Quando há externalidades negativas

é que existem custos sociais. O resto do enunciado está correto. Gabarito: Errado.

27 - (CESPE – 2012 – MCT ) Julgue os próximos itens, acerca do Estado e suas possíveis interferências nos mercados.

A razão econômica para os investimentos e subsídios públicos no setor de ciência e tecnologia é a geração de externalidades positivas nesse setor.

Comentário: imaginem que o governo investisse em um laboratório

de pesquisa que descobrisse a cura do câncer. Seria uma externalidade positiva extremamente relevante para a sociedade. É com esse intuito que são aportados milhões nesse setor tão relevante para diversos setores econômicos.

Gabarito: Certo.

28 - (CESPE – 2009 – Especialista em Regulação) Entre as transferências voluntárias, os recursos repassados no âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB) constituem um exemplo de transferências incondicionais sem contrapartida, que visam corrigir as externalidades positivas que caracterizam a educação básica.

Comentário: notem que o enunciado afirma que os recursos so

FUNDEB visam a corrigir externalidades positivas. Elas não devem ser corrigidas, mas sim incentivadas.

Gabarito: Errado.

29 - (CESPE – 2013 – Especialista em Regulação) Com relação ao estudo da teoria da regulação econômica, julgue o item subsequente.

(35)

Comentário: correto. Produzindo diretamente, o governo pode

controlar totalmente o nível de produção e minimizar a existência de externalidade negativas. Os impostos, por sua vez, desistimulam a geração dessas externalidades por aumentarem os custos do agente que as produziu, enquanto a regulamentação estipula critérios mais eficientes para o desempenho das atividades capazes de gerarem externalidades negativas.

Gabarito: Certo.

30 - (CESPE – 2012 – Especialista em Regulação) Se o custo marginal social for igual ao benefício marginal, haverá o que se denomina falha de mercado. Essa falha ocorre somente no caso de existirem mercados incompletos, concorrência imperfeita, externalidades ou informação assimétrica.

Comentário: a falha de mercado ocorre quando o custo social é

diferente do benefício privado (pode ser tanto maior quanto menor). Quando são iguais, não há o que se falar em falha de mercado. Além disso, o final do enunciado não cita todas as causas das falhas de mercado, faltando fatores como falhas na concorrência e bens públicos.

(36)

Espero que tenham gostado da aula demonstrativa!

Para críticas, dúvidas e sugestões, mandem e-mails para marcosawoliveira@gmail.com

(37)

Lista das questões comentadas durante a aula

1. (CESPE – 2007 – Analista Petrobras) A demanda crescente

pelo ensino a distância, em que o estudante acessa a Internet em hora e local de sua conveniência, é consistente com o aumento do custo de oportunidade do tempo.

2. (CESPE – 2014 – SUFRAMA Economista) Acerca de bens

públicos, julgue o item a seguir. Os shopping centers são tradicionalmente classificados como bens públicos.

3. (CESPE – 2012 – Auditor do TCE ES) A respeito da atuação do

governo nas finanças públicas e das formas de intervenção da administração na economia, julgue os seguintes itens.

4. (CESPE – 2014 – SUFRAMA Economista) Acerca de bens

públicos, julgue o item a seguir. O sistema monetário nacional pode ser considerado um exemplo de bem comum.

5. (CESPE – 2013 – Perito Criminal) Considerando os aspectos da

economia do setor público, julgue o item que se segue.

As funções do governo que visam à equidade incluem a função alocativa, que tem o objetivo de diminuir a desigualdade de renda entre ricos e pobres.

6. (CESPE – 2014 – Analista Judiciário – Economia) No que

concerne às funções dos governos e às diversas formas de intervenção do Estado na atividade econômica, julgue os itens que se seguem.

A função distributiva do Estado visa promover uma distribuição de renda mais equitativa entre os cidadãos, podendo ser realizada por meio de transferências diretas, cobrança de impostos e concessão de subsídios.

7. (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções do

governo na economia, julgue o item que se segue.

(38)

o Bolsa Escola. Ao desenvolver programas como esses, o governo brasileiro exerce uma função alocativa de recursos.

8 - (CESPE – 2010 – Agente Técnico da ABIN) As externalidades

positivas ou negativas são os efeitos diretos e indiretos sobre determinados agentes do sistema econômico e decorrem de transações sobre as quais esses agentes não exercem controle.

9 - (CESPE – 2012 – MCT) Julgue os próximos itens, acerca do

Estado e suas possíveis interferências nos mercados. Bens produzem externalidades positivas nos casos em que os benefícios sociais marginais ultrapassam os benefícios marginais privados.

10 - (CESPE – 2012 – Analista de Infraestrutura do MPOG)

Tendo em vista que a presença de bens públicos, externalidades, informações assimétricas e mercados imperfeitos justificam a intervenção do Estado na economia, julgue os itens que se seguem. De acordo com o teorema de Coase, propriedade privada bem definida e custo zero de transação levam a soluções privadas eficientes para a internalização de externalidades.

11 - (CESPE – 2012 – Especialista em Regulação de Aviação Civil)

julgue os itens seguintes, relativos a regulação, agências reguladoras, falhas de mercado e defesa da concorrência. Existindo a denominada externalidade, o custo de oportunidade social de um bem difere do custo de oportunidade privado. As externalidades referem-se, portanto, ao impacto de uma decisão sobre pessoas que não participam dessa decisão.

12 - (CESPE – 2016 – Auditor do TCE PR) A respeito de bens

públicos, assinale a opção correta.

a) O consumo de bens públicos pode ser excluído de determinados indivíduos ou segmentos da população.

b) Os bens públicos são usados ou consumidos por todos, a custo social zero.

c) São sempre produzidos pelo Estado.

d) O aumento do consumo de bens públicos não afeta os custos de produção.

e) Os bens públicos são rivais e sua provisão pelo Estado gera externalidades positivas.

13 - (CESPE – 2012 – Auditor do TC-DF) As funções econômicas

(39)

14 - (CESPE – 2012 – TJ-RO – Analista Judiciário Economia)

Acerca do Estado e das funções econômicas governamentais, assinale a opção correta.

a) Na função alocativa, o objetivo do governo é corrigir vários tipos de falhas de mercado, por exemplo, o poder do monopólio.

b) A função distributiva consiste em o governo reduzir a renda de certas classes sociais e transferi-la para outras.

c) Economia de escala indica que o aumento da produção de determinado bem por uma firma implica o aumento do custo médio por produto.

d) A função do governo que procura atingir e manter níveis satisfatórios de crescimento econômico e de emprego é a denominada equitativa.

e) As funções de governo são classificadas em alocativas, equitativas e distributivas.

15 - (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções

do governo na economia, julgue o item que se segue.

A execução de projetos que integram o programa de aceleração do crescimento (PAC) contribui para que o governo cumpra as funções econômicas denominadas de estabilizadora e alocativa.

16 - (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções

do governo na economia, julgue o item que se segue.

As funções do governo estão associadas às chamadas falhas de mercado, mas no caso do Brasil não deverão ser aplicadas novas intervenções em 2016 caso a inflação convirja para o centro da meta.

17 - (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções

do governo na economia, julgue o item que se segue.

A função estabilizadora é responsável por manter a estabilidade e o equilíbrio da economia por meio da política fiscal e da monetária.

18 - (CESPE – 2014 – Analista Judiciário) No que concerne às

funções dos governos e às diversas formas de intervenção do Estado na atividade econômica, julgue os itens que se seguem.

(40)

19 - (CESPE – 2014 – Analista Legislativo da Câmara dos Deputados) Acerca das funções e do papel do Estado e de conceitos relacionados aos bens públicos e semipúblicos, julgue o item que segue.

Do ponto de vista econômico, um bem público é aquele que reúne características de rivalidade e exclusão. Contrariamente a essa concepção, o atendimento médico é rival e excludente, sendo economicamente caracterizado, portanto, como bem privado. Em um ambiente de escassez de recursos, as filas nos hospitais demonstram um típico sistema de racionalização de demanda, surgido endogenamente pela ausência de um sistema de preços.

20 - (CESPE – 2015 – Economista do MPOG) Acerca das funções

do governo na economia, julgue o item que se segue.

O Estado brasileiro tem adotado inúmeros programas de transferência de renda como o programa Fome Zero, Bolsa Família e o Bolsa Escola. Ao desenvolver programas como esses, o governo brasileiro exerce uma função alocativa de recursos.

21 - (CESPE – 2014 – Analista Legislativo da Câmara dos Deputados) No que se refere a custo de oportunidade,

externalidades e avaliação de projetos, julgue o item a seguir.

Nos mercados afetados por externalidades positivas, há alocação ineficiente de recursos.

22 - (CESPE – 2014 – Analista Legislativo da Câmara dos Deputados) No que se refere a custo de oportunidade,

externalidades e avaliação de projetos, julgue o item a seguir.

Os mercados privados são incapazes de lidar com os problemas gerados por externalidades negativas.

23 - (CESPE – 2012 – Agente da Polícia Federal) Julgue os itens

seguintes, acerca de noções de economia.

Os governos exercem função alocativa para corrigir a alocação de recursos utilizados na produção de bens geradores de externalidades negativas; na presença de externalidades positivas, a intervenção governamental é desnecessária.

24 - (CESPE – 2012 – Analista de Infraestrutura do MPOG)

(41)

O subsídio pigouviano é um eficiente instrumento de internalização de externalidades negativas.

25 - (CESPE – 2012 – Analista de Infraestrutura do MPOG)

Tendo em vista que a presença de bens públicos, externalidades, informações assimétricas e mercados imperfeitos justificam a intervenção do Estado na economia, julgue os itens que se seguem. Externalidades negativas fazem que os custos marginais sociais sejam inferiores aos custos marginais privados.

26 - (CESPE – 2008 – Técnico do IPEA) Nos termos da economia

neoclássica, uma externalidade positiva corresponde a um custo social, decorrente de ação econômica, cujos valores não são transacionados pelo mercado e, portanto, não são internalizados pelo agente que a gerou.

27 - (CESPE – 2012 – MCT ) Julgue os próximos itens, acerca do

Estado e suas possíveis interferências nos mercados.

A razão econômica para os investimentos e subsídios públicos no setor de ciência e tecnologia é a geração de externalidades positivas nesse setor.

28 - (CESPE – 2009 – Especialista em Regulação) Entre as

transferências voluntárias, os recursos repassados no âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB) constituem um exemplo de transferências incondicionais sem contrapartida, que visam corrigir as externalidades positivas que caracterizam a educação básica.

29 - (CESPE – 2013 – Especialista em Regulação) Com relação

ao estudo da teoria da regulação econômica, julgue o item subsequente.

A produção direta de bens pelo Estado, a imposição de multas ou impostos e a regulamentação são formas de redução dos efeitos de externalidades negativas.

30 - (CESPE – 2012 – Especialista em Regulação) Se o custo

(42)

Gabarito

1 – Certo 11 – Certo 21 – Certo

2 – Errado 12 - D 22 - Errado

3 – Errado 13 – Errado 23 - Errado

4 - Errado 14 - B 24 - Errado

5 - Errado 15 - Certo 25 - Errado

6 – Certo 16 - Errado 26 - Errado

7 – Errado 17 - Certo 27 - Certo

8 – Certo 18 - Errado 28 - Errado

9 – Certo 19 - Errado 29 - Certo

(43)

REFERÊNCIAS

AUTORES, Vários. O Livro da Economia. São Paulo: Globo, 2012.

FRANK, Robert H.; BERNANKE, Ben S.. Princípios de Economia. 4. ed. São Paulo: Amgh, 2009.

GREMAUD, Amaury Patrick et al. Manual de Economia: Equipe de professores da USP. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2011.

RIANI, Flávio. Economia do Setor Público: Uma abordagem introdutória. 5. ed. Rio de Janeiro: Ltc, 2009.

ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

GRUBER, Jonathan. Finanças Públicas e Política Pública. 2. ed. Rio de Janeiro: Ltc, 2009.

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