• Nenhum resultado encontrado

Radiol Bras vol.37 número3

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Radiol Bras vol.37 número3"

Copied!
1
0
0

Texto

(1)

!

Radiol Bras 2004;37(3):230 A ultra-sonografia como método

diagnós-tico do refluxo gastroesofágico no paciente pediátrico.

Autora: Conceição de Maria Martins Oliveira Milward.

Orientador: José Flávio Ernesto Coelho. Dissertação de Mestrado. UFRJ, 2003.

O refluxo gastroesofágico (RGE), fluxo retró-grado e repetido do conteúdo gástrico para o esôfago, ocorre em aproximadamente 65% das crianças normais. O RGE fisiológico ocorre em crianças de baixa idade, apresentando regurgi-tações, sem outras queixas, e exame físico normal, não sendo necessária investigação. Entretanto, a doença do RGE (DRGE) merece investigação e pode ter, como sintomas, ganho insuficiente de peso, irritabilidade, choro cons-tante, sangramento digestivo evidente ou ocul-to, anemia de difícil controle, broncoespasmo persistente, crises noturnas de asma, pneumo-nias de repetição, apnéia, sintomas otorrinola-ringológicos recorrentes, entre outros. O obje-tivo deste artigo é mostrar a importância, acu-rácia e facilidade do método ultra-sonográfico para o diagnóstico da DRGE, e sua aplicabili-dade, observando-se variações de acordo com a faixa etária e sintomas do paciente.

Foram estudadas 146 crianças com idade entre 1 e 108 meses com suspeita clínica de RGE (grupo A), e 30 crianças com idade entre

2 e 84 meses sem clínica de RGE (grupo B), pelo ultra-som, observando-se freqüência, in-tensidade e sintomas concomitantes aos epi-sódios. No grupo A ocorreu RGE em 87,7%, com três ou mais episódios de RGE, predomi-nando os de grande intensidade. Houve con-comitância de sintomas em 34,4%. No grupo B, 63,3% das crianças apresentaram RGE, no máximo três episódios, predominando os de pequena intensidade. Apenas duas crianças (0,7%) apresentaram sintomas concomitantes aos refluxos.

A ultra-sonografia sem ou com color Dop-pler pode ser utilizada como método de esco-lha na investigação e controle da DRGE.

Tomografia computadorizada do complexo óstio-meatal anterior: a importância do re-conhecimento da anatomia e das variantes anatômicas como fatores de dificuldade da drenagem natural das cavidades parana-sais.

Autora: Anna Patrícia de Freitas Linhares Riello. Orientadores: Hilton Augusto Koch, Edson Boas-quevisque.

Dissertação de Mestrado. UFRJ, 2003.

A doença inflamatória sinusal é um proble-ma médico comum que nem sempre responde à terapia medicamentosa. A tomografia com-putadorizada (TC) é o principal recurso

diag-Resumos de Teses

nóstico para a avaliação das cavidades para-nasais quanto à presença de sinusopatia, na resposta ao tratamento, no planejamento ci-rúrgico e na avaliação das complicações de-correntes da doença e na terapêutica empre-gada.

Neste trabalho foram analisadas 200 TC de pacientes com suspeita clínica de sinusopatia. Analisaram-se a freqüência de sinusopatia, a prevalência de variações anatômicas do com-plexo óstio-meatal anterior e a correlação en-tre elas. A maioria dos pacientes estudados era portadora de sinusopatia e de variações anatô-micas, simultaneamente. Apenas 6% não apre-sentaram variantes anatômicas e em 36% não se encontrou nenhuma variante. Verificou-se correlação positiva entre a presença de varian-tes anatômicas e sinusopatia na população estudada.

Referências

Documentos relacionados

A to- mografia computadorizada do tórax permitiu análise mais criteriosa das lesões parenquima- tosas e do mediastino, surpreendendo altera- ções mal definidas pela

Os principais aspectos pesquisados foram: 1 – características sócio-demográficas (sexo, ida- de, ano de formatura, atuação em serviços públicos ou particulares); 2 –

Oitenta e seis pacientes, sendo 84 do sexo feminino e dois do sexo masculino, com cân- cer de mama, atendidos com queixas mamá- rias no Serviço de Mastologia da Clínica

Foram encontradas 12 diferentes doenças como determinantes deste aspecto, sendo oito casos de proteinose alveolar, seis casos de edema pulmonar, seis casos de carcinoma

O estudo por meio de angio-RM permitiu uma excelente visualiza- ção das artérias pulmonares principal, direita e esquerda, possibilitando a avaliação qualitativa quanto à presença

Portanto, o conhecimento dos valo- res de referência dos diâmetros do tendão calcâneo pode auxiliar na avaliação de seu espessamento e conseqüente diagnóstico das tendinoses

Figura 4: A lesão apresenta intenso edema da medula óssea ao seu redor e alto sinal no seu interior, com a calcifica- ção central apresentando baixo sinal.. Figura 5: A lesão

As cintilografias mamárias foram anali- sadas de forma subjetiva (avaliação visual da extensão e grau de captação do carcinoma), semiquantitativa (avaliação por meio de esco- re)