A TAP em 2000
• Resultados negativos de 122 M€ em 2000 e 99,4 M€ em 1999 • Anulação da venda de capital à Swissair, por desistência
desta, que viria a apresentar falência.
• Necessidade de apresentar um plano de viabilização à Comissão Europeia.
Newark Caracas Fortaleza Natal Recife Salvador Rio de Janeiro São Paulo Brasília Belo Horizonte Campinas Lisboa Porto Faro Funchal Porto Santo Horta Terceira Pico Ponta Delgada Londres Paris Madrid Barcelona Bruxelas Luxemburgo Genebra Zurique Amesterdão Roma Milão Munique Dakar Bissau São Tomé Sal Luanda Maputo Joanesburgo Praia Casablanca Marraquexe Argel Bolonha Frankfurt Copenhaga Estocolmo Oslo Praga Budapeste Zagreb Helsínquia Varsóvia Moscovo Veneza • ••• • • • • •• • • • • • • ••• •• • • •••• •• • • • • • Hamburgo Sevilha Marselha Lyon Nice Toulouse Corunha Bilbau Málaga Valência • • • • • Evolução: 38 - 65
Nota: a preto, os destinos já a operar em 2000.
2000 - 2010
35 35 38 39 41 42 64 67 69 71 71 20 30 40 50 60 70 80 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Frota Frota 16 PGA 16 PGA 16 PGA 16 PGA 16 PGA5,3 5,4 5,6 5,8 6 6,4 6,9 7,8 8,7 8,4 9,4 4 5 6 7 8 9 10 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Passageiros transportados Milhões de pasageiros
2000 - 2010
* * PrevisãoEvolução da Oferta e Procura
9% 8% 5% 11% 6% 15% 18% 21% -6% 2% 10% 5% 13% 4% 22% 15% 14% -4% 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 126% 113%2000 - 2010
Evolução da produtividade
Custos Operacionais (excl. Fuel)/ ASK (EURc)
4,0 4,5 5,0 5,5 6,0 6,5 7,0 7,5 8,0 8,5 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 AEA TAP 0 1000 2000 3000 4000 5000 2 0 0 0 2 0 0 1 2 0 0 2 2 0 0 3 2 0 0 4 2 0 0 5 2 0 0 6 2 0 0 7 2 0 0 8 + 103,3% + 103,3%
Evolução da Produtividade (000) PKO /
Empregado 3,25 4,01 4,27 4,28 4,45 4,45 4,89 5,36 5,40 5,48 5,74 5,86 5,89 6,02 6,15 6,28 6,28 6,33 6,83 7,23 7,48 8,88 TAP Média AEA
Evolução da Receita
Receita em milhares de Euros
Passageiros + excesso de bagagem
Fonte: Relatório e Contas
2000 - 2002 - TAP SA (não existia Consolidado) 2003* - 2010* - Consolidado 845 912 1.008 940 1.008 1.103 1.347 1.592 1.818 1.662 1.819 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 8% 11% -7% 7% 9% 22% 18% 14% -9% * * Projecção
41 49 46 51 72 98 114 137 133 137 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Efeito Star Alliance
Adesão em 2005
Evolução do peso da receita voada
Portugal vs estrangeiro
(só passageiros)40,2% 39,0% 37,9% 39,4% 39,8% 36,8% 33,2% 31,2% 31,4% 31,1% 59,8% 61,0% 62,1% 60,6% 60,2% 63,2% 66,8% 68,8% 68,6% 68,9% 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Portugal Estrangeiro +47% +119%
Importância da TAP para a economia nacional
• Maior exportadora nacional em 2009: 1.4 mil M€
(70% das receitas realizadas no estrangeiro)
• Total de trabalhadores em Portugal: 12 000
• Contribuição anual para o Estado (IRS, IRC e TSU): 200 M€
(2009)
• Importância estratégica para o Turismo
• Contribuição directa para diversos sectores da economia (vinhos e outras bebidas, alimentação, têxteis, calçado, etc.) • Posição estratégica no relacionamento com África e Brasil
Grupo TAP
Evolução do Resultado Líquido
(Milhões de euros)Turnaround Consolidação Lucratividade
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009/10
Dívida total
893 915 806 681 578 559 603 912 1.274 1.192 1.128 1.009 948 975 874 756 649 808 1.113 1.234 1.457 1.323 1.318 1.145 73% 69% 62% 55% 44% 53% 62% 59% 59% 59% 54% 44% 0% 20% 40% 60% 80% 100% 0 500 1.000 1.500 2.000 2.500 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 M il h õ e s d e E u ro sDívida com Instituições Financeiras Dívida Total
Dívida Líquida
Notas: Dívida
2000 a 2002 valores da TAP SA
Evolução da dívida actual
0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400 1.600 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 M ilh õe s de E ur os AnosEvolução da Dívida Actual *
Recapitalização
-400.000 -200.000 0 200.000 400.000 600.000 800.000 1.000.000 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 M ilh ar es d e Eu ro sEvolução Capital Próprio + Interesses Minoritários
Real versus Teórico
Real (Cap. Próprio + Int. Minoritários) Teórico (Cap. Próprio + Int. Minoritários)
Teórico: Considera-se Capital Próprio = 60% (Capital Próprio + Dívida Remunerada)
Empresas do Grupo TAP
94% 100% 51% 100% 51% 100% 100% (TAP,SGPS,S.A.) 100%(U.N. Transporte Aéreo)
6%
(U.N. TAP Serviços) M&E Portugal
(SPdH, S.A.) 100%
M&E Brasil
Contributo positivo para o Grupo TAP
• Cateringpor
• Lojas Francas de Portugal • Megasis
• UCS • PGA
Groundforce
• Venda de 50,1% à Globalia no cumprimento de Directiva comunitária
• Recompra em 2008 devido à degradação da qualidade de serviço, que punha em causa a actividade da TAP
Fonte: TAP 61% 61% 56% 56% 65% 60% 49% 52% 58% 64% 72% 59% 72% 76% 73% 78% 78% 76% 68% 66% 75% 84% 85% 73% 77% 86% 87% 83% 86% 82% 72% 71% 80% 82% 85% 68%
Mar Abr Mai Jun
Jan Fev Jul Ago Set Out Nov Dez
50 60 70 80 2008 2007 2009 100 90 Acumulado2009: 79,8% Pontualidade à partida
Resultados
Evolução da Receita e do Resultado Antes de Impostos
130,5 126,9
115,5 114,6
-29,2 -38,2 -28,2 -20,9
2007 2008 2009 2010*
Faro
17,2 17,5 16,3 13,8 13,8 13,3 9,9 7,1 5,7 5,7 2007 2008 2009 2010* 2011* Custos ReceitaO seguinte quadro revela a inviabilidade da
operação em Faro.
• A unidade de M&E da TAP é uma organização de excelência
• Crescimento da frota TAP reduziu disponibilidade para clientes terceiros e expansão para novos mercados
• Oportunidade de investimento com perspectiva estratégica numa das regiões com maior potencial de crescimento.
TAP M&E Brasil
• Reforço e aquisição de competências nos 3 principais fabricantes (Airbus, Boeing e Embraer);
• Reestruturação organizativa com modelo de gestão integrado;
•Adequação da estrutura e custos salariais às condições de mercado, com
redução de mais de 50% dos RH (de 4500 para 2100) e cortes salariais de 10% negociados com os sindicatos;
• Parceria com fabricantes (Pratt & Withney Canada, Boeing, Embraer) para estabelecimento de centros de manutenção autorizados;
• Reforço da actividade comercial tendo em vista, em especial, o crescimento em clientes “âncora” brasileiros (Gol, Webjet, Azul…);
• Resolução de contencioso passado que impedia a possibilidade de prestação de serviços às Forças Armadas Brasileiras;
• Captação de mercado de manutenção de reactores.
TAP M&E Brasil
• União Europeia aprovou, em 1994, o PESEF, a última ajuda do Estado
concedida à TAP
• O plano aprovado concretizou-se até 1997. Desde então, a TAP não voltou
a receber qualquer tipo de apoio financeiro do seu accionista.
• Só a privatização permite a criação de condições para a sua efectiva
viabilização
• O modelo de privatização não deverá prejudicar o importante papel que a
TAP desempenha para Portugal.