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Assembleia da República 30 Novembro 2010

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A TAP em 2000

Resultados negativos de 122 M€ em 2000 e 99,4 M€ em 1999Anulação da venda de capital à Swissair, por desistência

desta, que viria a apresentar falência.

Necessidade de apresentar um plano de viabilização à Comissão Europeia.

(3)

Newark Caracas Fortaleza Natal Recife Salvador Rio de Janeiro São Paulo Brasília Belo Horizonte Campinas Lisboa Porto Faro Funchal Porto Santo Horta Terceira Pico Ponta Delgada Londres Paris Madrid Barcelona Bruxelas Luxemburgo Genebra Zurique Amesterdão Roma Milão Munique Dakar Bissau São Tomé Sal Luanda Maputo Joanesburgo Praia Casablanca Marraquexe Argel Bolonha Frankfurt Copenhaga Estocolmo Oslo Praga Budapeste Zagreb Helsínquia Varsóvia Moscovo Veneza • •• • • • • •• • • • • • • ••• •• • • •••• •• • • • • • Hamburgo Sevilha Marselha Lyon Nice Toulouse Corunha Bilbau Málaga Valência • • • • • Evolução: 38 - 65

Nota: a preto, os destinos já a operar em 2000.

(4)

2000 - 2010

35 35 38 39 41 42 64 67 69 71 71 20 30 40 50 60 70 80 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Frota Frota 16 PGA 16 PGA 16 PGA 16 PGA 16 PGA

(5)

5,3 5,4 5,6 5,8 6 6,4 6,9 7,8 8,7 8,4 9,4 4 5 6 7 8 9 10 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Passageiros transportados Milhões de pasageiros

2000 - 2010

* * Previsão

(6)

Evolução da Oferta e Procura

9% 8% 5% 11% 6% 15% 18% 21% -6% 2% 10% 5% 13% 4% 22% 15% 14% -4% 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 126% 113%

2000 - 2010

(7)

Evolução da produtividade

Custos Operacionais (excl. Fuel)/ ASK (EURc)

4,0 4,5 5,0 5,5 6,0 6,5 7,0 7,5 8,0 8,5 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 AEA TAP 0 1000 2000 3000 4000 5000 2 0 0 0 2 0 0 1 2 0 0 2 2 0 0 3 2 0 0 4 2 0 0 5 2 0 0 6 2 0 0 7 2 0 0 8 + 103,3% + 103,3%

Evolução da Produtividade (000) PKO /

Empregado 3,25 4,01 4,27 4,28 4,45 4,45 4,89 5,36 5,40 5,48 5,74 5,86 5,89 6,02 6,15 6,28 6,28 6,33 6,83 7,23 7,48 8,88 TAP Média AEA

(8)

Evolução da Receita

Receita em milhares de Euros

Passageiros + excesso de bagagem

Fonte: Relatório e Contas

2000 - 2002 - TAP SA (não existia Consolidado) 2003* - 2010* - Consolidado 845 912 1.008 940 1.008 1.103 1.347 1.592 1.818 1.662 1.819 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 8% 11% -7% 7% 9% 22% 18% 14% -9% * * Projecção

(9)

41 49 46 51 72 98 114 137 133 137 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009

Efeito Star Alliance

Adesão em 2005

(10)

Evolução do peso da receita voada

Portugal vs estrangeiro

(só passageiros)

40,2% 39,0% 37,9% 39,4% 39,8% 36,8% 33,2% 31,2% 31,4% 31,1% 59,8% 61,0% 62,1% 60,6% 60,2% 63,2% 66,8% 68,8% 68,6% 68,9% 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Portugal Estrangeiro +47% +119%

(11)

Importância da TAP para a economia nacional

Maior exportadora nacional em 2009: 1.4 mil M€

(70% das receitas realizadas no estrangeiro)

Total de trabalhadores em Portugal: 12 000

Contribuição anual para o Estado (IRS, IRC e TSU): 200 M€

(2009)

Importância estratégica para o Turismo

Contribuição directa para diversos sectores da economia (vinhos e outras bebidas, alimentação, têxteis, calçado, etc.)Posição estratégica no relacionamento com África e Brasil

(12)

Grupo TAP

Evolução do Resultado Líquido

(Milhões de euros)

Turnaround Consolidação Lucratividade

2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009/10

(13)

Dívida total

893 915 806 681 578 559 603 912 1.274 1.192 1.128 1.009 948 975 874 756 649 808 1.113 1.234 1.457 1.323 1.318 1.145 73% 69% 62% 55% 44% 53% 62% 59% 59% 59% 54% 44% 0% 20% 40% 60% 80% 100% 0 500 1.000 1.500 2.000 2.500 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 M il h õ e s d e E u ro s

Dívida com Instituições Financeiras Dívida Total

Dívida Líquida

Notas: Dívida

2000 a 2002 valores da TAP SA

(14)

Evolução da dívida actual

0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400 1.600 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 M ilh õe s de E ur os Anos

Evolução da Dívida Actual *

(15)

Recapitalização

-400.000 -200.000 0 200.000 400.000 600.000 800.000 1.000.000 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 M ilh ar es d e Eu ro s

Evolução Capital Próprio + Interesses Minoritários

Real versus Teórico

Real (Cap. Próprio + Int. Minoritários) Teórico (Cap. Próprio + Int. Minoritários)

Teórico: Considera-se Capital Próprio = 60% (Capital Próprio + Dívida Remunerada)

(16)

Empresas do Grupo TAP

94% 100% 51% 100% 51% 100% 100% (TAP,SGPS,S.A.) 100%

(U.N. Transporte Aéreo)

6%

(U.N. TAP Serviços) M&E Portugal

(SPdH, S.A.) 100%

M&E Brasil

(17)

Contributo positivo para o Grupo TAP

Cateringpor

Lojas Francas de PortugalMegasis

UCSPGA

(18)

Groundforce

Venda de 50,1% à Globalia no cumprimento de Directiva comunitária

Recompra em 2008 devido à degradação da qualidade de serviço, que punha em causa a actividade da TAP

Fonte: TAP 61% 61% 56% 56% 65% 60% 49% 52% 58% 64% 72% 59% 72% 76% 73% 78% 78% 76% 68% 66% 75% 84% 85% 73% 77% 86% 87% 83% 86% 82% 72% 71% 80% 82% 85% 68%

Mar Abr Mai Jun

Jan Fev Jul Ago Set Out Nov Dez

50 60 70 80 2008 2007 2009 100 90 Acumulado2009: 79,8% Pontualidade à partida

(19)
(20)

Resultados

Evolução da Receita e do Resultado Antes de Impostos

130,5 126,9

115,5 114,6

-29,2 -38,2 -28,2 -20,9

2007 2008 2009 2010*

(21)

Faro

17,2 17,5 16,3 13,8 13,8 13,3 9,9 7,1 5,7 5,7 2007 2008 2009 2010* 2011* Custos Receita

O seguinte quadro revela a inviabilidade da

operação em Faro.

(22)

• A unidade de M&E da TAP é uma organização de excelência

• Crescimento da frota TAP reduziu disponibilidade para clientes terceiros e expansão para novos mercados

• Oportunidade de investimento com perspectiva estratégica numa das regiões com maior potencial de crescimento.

TAP M&E Brasil

(23)

• Reforço e aquisição de competências nos 3 principais fabricantes (Airbus, Boeing e Embraer);

• Reestruturação organizativa com modelo de gestão integrado;

•Adequação da estrutura e custos salariais às condições de mercado, com

redução de mais de 50% dos RH (de 4500 para 2100) e cortes salariais de 10% negociados com os sindicatos;

• Parceria com fabricantes (Pratt & Withney Canada, Boeing, Embraer) para estabelecimento de centros de manutenção autorizados;

• Reforço da actividade comercial tendo em vista, em especial, o crescimento em clientes “âncora” brasileiros (Gol, Webjet, Azul…);

• Resolução de contencioso passado que impedia a possibilidade de prestação de serviços às Forças Armadas Brasileiras;

• Captação de mercado de manutenção de reactores.

TAP M&E Brasil

(24)

• União Europeia aprovou, em 1994, o PESEF, a última ajuda do Estado

concedida à TAP

• O plano aprovado concretizou-se até 1997. Desde então, a TAP não voltou

a receber qualquer tipo de apoio financeiro do seu accionista.

• Só a privatização permite a criação de condições para a sua efectiva

viabilização

• O modelo de privatização não deverá prejudicar o importante papel que a

TAP desempenha para Portugal.

(25)

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