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Brazil IT Snapshot 2014

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Brazil IT

Snapshot

2014

Um panorama sobre

a maturidade da TIC

corporativa brasileira

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(3)

Brazil IT Snapshot 2014 PromonLogicalis 3

A forma como a economia brasileira evolui, com maior inserção internacional e forte

demanda por competitividade, exige uma atuação mais estratégica dos gestores das

áreas de tecnologia em relação aos negócios. É uma mudança de perfil que se consolida

e vem sendo acompanhada pela destinação crescente de recursos e orçamentos mais

robustos para o departamento de TI.

Diante desse cenário, pelo segundo ano consecutivo a PromonLogicalis e a Intel

saem a campo para desenhar o

mapa que revela o estágio de maturidade das grandes

empresas brasileiras em relação à gestão dos recursos de Tecnologia da Informação

e Comunicação (TIC).

Os principais resultados do Brazil IT Snapshot 2014 estão

apresentados nas próximas páginas desta edição.

O estudo tem como base a forma como as empresas se relacionam com quatro

temas de grande relevância para a gestão da TIC corporativa brasileira: mobilidade,

computação em nuvem, segurança da informação e continuidade de negócios. Este

ano, o Brazil IT Snapshot 2014 inclui o tema “novos conceitos tecnológicos”, com

o objetivo de identificar como as companhias acompanham e avaliam a adoção das

inovações das áreas de TI e Telecom.

O índice de maturidade apontado pelo estudo mostra como as empresas se classificam e

qual o nível considerado ideal por elas, levando em conta cinco estágios, que variam da

informalidade à excelência.

Sumário

Metodologia e amostragem 4

Highlights 5

Maturidade 7

Investimentos 9

Novos conceitos tecnológicos 11

Mobilidade 12

Cloud computing 13

Segurança e continuidade de negócios 15

Conclusão 17

Luís Minoru Shibata

(4)

Metodologia e amostragem

O estudo conduzido pela Somatório

Pesquisa e Informação ouviu gestores de 211 empresas, com faturamento entre R$ 100 milhões e R$ 5 bilhões, nas cinco regiões do País, durante fevereiro e março de 2014. A região Sudeste abriga metade das companhias incluídas na amostra, vindo a seguir as regiões Sul (26%), Nordeste (15%), Centro-Oeste (7%) e Norte (3%).

Para que pudesse espelhar o perfil exato da economia brasileira, o estudo elegeu empresas dos setores industrial, financeiro, do comércio e de serviços, além da área governamental.

As entrevistas foram realizadas por telefone, sempre que possível com o principal executivo de TIC ou gestor responsável pela contratação de serviços, cuja atuação envolva decisões estratégicas da área de tecnologia.

Para que pudesse

espelhar o perfil exato

da economia brasileira, o

estudo elegeu

empresas

dos setores industrial,

financeiro, do comércio e

de serviços, além da área

governamental.

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Brazil IT Snapshot 2014 PromonLogicalis 5

As companhias que atuam no Brasil estão posicionadas em um nível médio de maturidade na aplicação de recursos de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) em benefício dos negócios, de acordo com os dados obtidos pelo Brazil IT Snapshot 2014.

O estudo indica que há uma forte determinação em elevar esse patamar. Dois aspectos se destacam nesse sentido: o primeiro deles é o modelo ideal almejado pelos gestores, bem superior ao estágio em que se encontram atualmente; o segundo é a decisão de ampliar os investimentos a cada ano.

Variação do Investimento em TI / Telecom

Igual ao de 2013 Maior do que em 2013 % AuMento Mediana = 20 m (25% – 75%) = 25 Quantos por cento maior? Menor do que em 2013 % Redução Mediana = 30 m (25% – 75%) = 29 Quantos por cento menor? 49% 25% 21%

Em 2014, o aumento apontado foi de 14% em relação a 2013. Das 211 empresas ouvidas, 49% devem aplicar mais recursos em relação ao ano anterior, percentual idêntico ao apresentado no ano passado.

É o caso, por exemplo, dos setores de comércio e serviços. Apesar de ainda estarem longe do grau considerado por seus gestores de TIC como ideal, são aqueles para os quais a percepção da área de TIC é mais estratégica para os negócios. A maioria das empresas desses setores deve ampliar ou no mínimo manter os investimentos em tecnologia.

(6)

O grande desafio apontado pelos

gestores não é mais entender a

tecnologia, mas contar com

mão

de obra qualificada para consolidar

uma nova cultura que promova o uso

intensivo de ferramentas de TIC.

Os recursos de TI e de telecomunicações

estão diretamente vinculados ao esforço das empresas em buscar mais produtividade e agilidade nos negócios. As corporações, segundo os dados obtidos, enxergam a tecnologia principalmente como uma ferramenta de melhoria dos processos, de produtividade e de suporte para decisões. O posicionamento de TI como um diferencial competitivo e de inovação aparece em menor grau – o que pode ser explicado pelo estágio médio de maturidade em que se encontram.

É possível constatar, porém, que as soluções de TIC estão cada vez mais próximas dos negócios. O perfil dos investimentos mostra que as empresas buscam cada vez mais soluções com as quais possam obter melhores resultados de produtividade na operação. O grande desafio apontado pelos gestores não é mais entender a tecnologia, mas contar com mão de obra qualificada para consolidar uma nova cultura que promova o uso intensivo de ferramentas de TIC. As companhias também demonstram abertura para a adoção de novos conceitos tecnológicos.

Principais Benefícios da TIC

Produtividade / agilidade Suporte à tomada de decisão Redução de custos Eficiência operacional Diferencial competitivo / inovação 30% 25% 25% 15% 5% 20% 31% 19% 19% 11% 20% 26% 18% 13% 23% 15% 15% 35% 25% 11% 21% 11% 10% 18% 40%

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Brazil IT Snapshot 2014 PromonLogicalis 7

Há, entre os gestores de TIC, uma visão bastante homogênea na avaliação que fazem do nível de maturidade tecnológica de suas empresas e de seus concorrentes. As porcentagens, quando não são iguais, estão muito próximas. O nível intermediário predomina tanto na autoavaliação (58%) como na análise da concorrência (54%).

Essa diferença de quatro pontos percentuais se inverte no nível de excelência. As companhias enxergam os concorrentes em vantagem: 6% para 2%.

No conjunto dos setores, a distância maior entre o grau de maturidade autodeclarada e o estágio ideal a ser alcançado está no grau de excelência (2% para 42%). O salto é menor para aquelas corporações que se autodeclaram maduras (24% para 51%). Embora em todos os setores as empresas tenham a excelência como meta, apenas os setores de utilities, manufatura e serviços, pela ordem, apresentam pequena proporção de companhias que se declaram nesse estágio.

Processos e métricas difundidos e aceitos Alinhamento com as melhores práticas do mercado

Alinhamento entre TIC e atividades críticas do negócio

Algumas interações formais com as áreas de negócio TIC reativa Nível 4 excelência Nível 3 Maduro Nível 2 Intermediário Nível 1 Baixa maturidade Nível 0 Informal Indicadores formais Benefícios de TIC visíveis

Maturidade

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Maturidade Ideal / Necessária

Excelência Maduro Intermediário Baixa maturidade Informal 42% 0% 7% < 1% 51%

Maturidade Autodeclarada da Empresa

Excelência Maduro Intermediário Baixa maturidade Informal 24% 2% 14% 2% 58%

Maturidade dos concorrentes

Excelência Maduro Intermediário Baixa maturidade Informal 6% 2% 24% 14% 54%

Há, entre os gestores

de TIC, uma visão

bastante

homogênea

na avaliação que fazem

do nível de maturidade

tecnológica

de suas

empresas e de seus

concorrentes.

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Brazil IT Snapshot 2014 PromonLogicalis 9

Para 49% das empresas,

o orçamento deste ano

prevê valores maiores

,

enquanto 25% devem

manter o montante

aplicado em 2013.

Investimentos

59%

“Em qual nível ou área de sua empresa o orçamento de TI e Telecom é aprovado ou reportado?” Nível de Aprovação / Report 4% 3% < 1% 9% 13% 16%

Áreas envolvidas nas decisões

Diretoria Executiva /Alta Adm Área Financeira/Controladoria Diretoria de TI Conselho Adm / Comitê Gestor Área Administrativa Áreas Envolvidas Outras 32% 10% 4% 1% 13% 14% 15%

Matriz de Decisão de Investimentos

“As decisões de investimento em TI e Telecom de sua empresa são centralizadas na sua área ou são compartilhadas com outras áreas?”

39%

61%

Centralizada

Compartilhada

O volume de investimentos em tecnologia da informação e telecomunicações em 2014 deve aumentar ou, no mínimo, ficar igual ao que foi previsto em 2013. Para 49% das empresas, o orçamento deste ano prevê valores maiores, enquanto 25% devem manter o montante aplicado em 2013. As corporações que vão reduzir o orçamento representam 21% da amostra e estão concentradas nos setores industrial e de utilities.

Na soma total, o valor investido pelas empresas ouvidas será 14% maior em 2014. Os setores de finanças e de comércio são aqueles que mais ampliarão os investimentos.

(10)

Em relação ao estudo anterior, houve uma mudança substancial no perfil dos investimentos. Em 2014, os itens segurança (25%) e redes (20%) lideram como prioridades, enquanto data centers e aplicações/software, que no ano passado alcançavam níveis acima de 40%, desta vez aparecem na terceira posição (19%).

Nos próximos estudos, com uma base de comparação maior, será possível identificar as tendências que interferem no perfil dos investimentos, especialmente aquelas relacionadas a novas demandas do mercado. No caso de data centers, pela natureza de sua estrutura física e operacional, é razoável concluir que a eles não sejam destinados recursos no mesmo volume a cada ano. Quando indagadas sobre qual será o principal foco do investimento em TI e Telecom, 61% das companhias apontaram a manutenção das tecnologias existentes. O percentual de empresas cujo foco são as novas tecnologias caiu de 61%, em 2013, para 53% neste ano.

Nos setores de finanças e de comércio, o foco em novas tecnologias é mais acentuado. Já nos setores industrial e de utilities, é predominante o investimento na manutenção das tecnologias existentes.

Os dados do estudo apontam que 61% das empresas compartilham com outros departamentos a decisão sobre investimentos em TIC. No estudo de 2013, havia um equilíbrio maior. A decisão de compra centralizada na área de TI – apontada por 49% das respostas – caiu para 39% em 2014.

Além estar envolvida nas decisões de investimento para 32% das companhias que descentralizam o processo, a alta direção se mantém como última instância de aprovação do orçamento para 59% das empresas ouvidas. A área financeira/controladoria é a segunda em grau de importância no processo decisório. O grau de envolvimento das áreas de negócios e da alta direção na definição de investimentos e do orçamento de tecnologia é mais um fator que demonstra a crescente maturidade das corporações brasileiras nesse quesito.

12% 5% < 1%

Distribuição do Investimento

Segurança Redes Data Center Aplicações /Software Comunicação Unificada Consultoria Outros 25% 20% 19% 19%

CAPEX 2014

9% 8% 8% 7% < 1%

Prestação de Serviços / Terceirização Telefonia e Conectividade Aplicações /Software Data Center Redes Comunicação Unificada Segurança Consultoria Outros 27% 14% 14% 12%

Distribuição do Investimento

OPEX 2014

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Brazil IT Snapshot 2014 PromonLogicalis 11

Novos conceitos tecnológicos

Além das três áreas pesquisadas em 2013

(Mobilidade, Cloud Computing e Segurança da Informação), o estudo de 2014 procurou identificar em que estágio de aplicação encontram-se os recursos de novos conceitos tecnológicos.

As ferramentas de tratamento de dados (BI/ Analytics) já são adotadas por 51% das empresas. Entre as tecnologias apresentadas como inovadoras, é o recurso mais adotado. Em segundo lugar, com 18%, estão as aplicações corporativas das redes sociais (social business).

Adoção de Novos Conceitos Tecnológicos

51% 8% 7% 34% 73% 87% 12% BI /Analytics Social Business BYOD SDN M2M Já adota em processo de adoção Adoção em um ano Não adota / sem planos de adoção O resultado geral mostra que as companhias estão atentas às novas soluções e tendências tecnológicas, especialmente aquelas mais diretamente relacionadas aos negócios e ao trabalho das pessoas.

Foco de Investimentos TI

Manutenção das tecnologias existentes 53% 61% Novas tecnologias

Entre as tecnologias

apresentadas como

inovadoras,

as ferramentas

de tratamento de dados (BI/

Analytics) são o recurso mais

adotado.

1% 16% 2% 82% 18% 5%4% 78% 14% 6%2%

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Fatores Críticos para Soluções de Mobilidade

Mobilidade é uma tendência que se consolida e avança nas empresas. Em relação ao estudo de 2013, a utilização de smartphones cresceu de 76% para 79%, e a de tablets, saltou de 46% para 56%.

É importante verificar que esse avanço foi acompanhado por uma evolução significativa da adesão a tecnologias e conceitos que suportam as políticas de mobilidade. É o caso da estruturação tecnológica para adoção de políticas para home office, que passou de 28% para 44% e dos desktops virtuais, adotados por 32% contra 23% em 2013.

Mobilidade

Não houve mudança significativa em relação ao BYOD (bring your own device). Ainda é alto (75%) o percentual de empresas que não adotam ou não têm planos de adotar o conceito no curto prazo.

Um ponto que indica o maior aproveitamento dos recursos de mobilidade nas empresas é que a necessidade de investimento deixou de ser uma barreira. O principal fator crítico agora são as pessoas, como apontaram 39% das respostas dos CIOs. Mas é importante destacar que ainda há alguma dificuldade em relação aos processos, item apontado em segundo lugar por 44% dos respondentes.

Smartphones Tablets Infraestrutura para Home Office Rede de Distribuição de Conteúdo

Infraestrutura para BYOD VDI (Virtual Desktop Infrastructure)

Adoção de Soluções de Mobilidade

Já adota em processo de adoção Adoção em um ano Não adota / sem planos de adoção 39% 33% 28% Pessoas Tecnologia Processos 1 2 3 36% 25% 23% 44% 42% 31% 79% 3% 3%15% 56% 6% 5% 34% 44% 5%4% 47% 44% 6%3% 47% 32% 5% 4% 59% 13%7% 5% 75%

(13)

Brazil IT Snapshot 2014 PromonLogicalis 13

Não adota / sem planos de adoção 35% Outros 1% Cloud Pública 4% Cloud Híbrida 17% Cloud Privada 43%

Adoção de Cloud Computing

“Qual tipo de Cloud sua empresa adota ou pretende adotar?”

As soluções de correio eletrônico se mantêm no topo das tecnologias contratadas no modelo de computação em nuvem, e apresentaram um salto de 37% para 63% na comparação entre 2013 e 2014. Houve avanço expressivo também em outras funções, tais como capacidade de processamento (servidores) e armazenamento (storage), adotadas, respectivamente, por 63% e 49% das empresas. A migração das ferramentas de gestão dos negócios (ERP) e do relacionamento com os clientes (CRM) evoluiu em ritmo mais lento.

A computação em nuvem é adotada por 64% das empresas ouvidas no estudo. As nuvens privadas têm a preferência de 43% do total dos gestores. Já as aplicações em nuvens públicas se restringem a 4% da amostra.

Os setores de utilities e de finanças são os que apresentam o maior percentual de serviços de TIC em nuvem (45%). A média geral de utilização é de 32%.

Cloud computing

As soluções de correio

eletrônico se mantêm

no topo das tecnologias

contratadas no modelo

de computação em

nuvem, e

apresentaram

um salto de 37% para

63% na comparação

entre 2013 e 2014.

(14)

Em relação às barreiras para adoção de cloud computing, a opinião dos gestores de TI permanece igual, na comparação com o ano passado. As questões culturais são apontadas por 50% deles como a principal dificuldade para disseminação do conceito. O outro fator crítico mais importante está relacionado aos processos, apontado por 49% dos executivos como a segunda maior barreira.

E-mail Computing (servidores) Storage CRM

Adoção de Soluções de Cloud Computing

% de Serviços em Cloud Computing

Menos de 25% De 25% a 50% De 50% a 75% 75% a 100% 58% 10% 17% 15% Já adota em processo de adoção Adoção em um ano Não adota / sem planos de adoção

Em relação às barreiras para adoção de

cloud computing,

as questões culturais

continuam sendo apontadas por 50% dos

gestores

como a principal dificuldade para

disseminação do conceito.

63% 10% 2% 25% 63% 5% 32% 49% 7%3% 41% EPR 49% 8% 43% 24% 7% 5% 64%

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Brazil IT Snapshot 2014 PromonLogicalis 15

Segurança da informação e continuidade de negócios

O tema segurança, que vem ganhando

importância cada vez maior nas corporações, é também aquele sobre o qual as empresas exibem maior grau de maturidade. É um ponto que o Brazil IT Snapshot já havia destacado em 2013 e que se confirma neste ano.

As soluções básicas que compõem a primeira camada de proteção dos dados corporativos, eliminando vulnerabilidades e impedindo ameaças, são adotadas em 80% das empresas e estão em processo de implementação por outras 7%.

Houve um avanço expressivo também na adoção de sistemas de combate a ameaças de conteúdo, aplicados na segunda camada de proteção. De 62%, em 2013, passaram para 74% neste ano.

Outra evolução a se destacar é a dos sistemas de gestão de identidade, confirmando a perspectiva apontada pelos dados de 2013. Neste ano é bem maior a proporção de empresas que já adotaram as soluções (50%) em relação às que estão em processo de adoção (7%). No ano passado, essa proporção era de 38% para 29%.

O tema segurança aparenta estar bem resolvido do ponto de vista tecnológico e da adequada adoção dos sistemas. A grande preocupação dos gestores de TI continua sendo a vulnerabilidade relacionada às pessoas, o que implica também a

compreensão e a adesão aos processos de segurança.

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Infraestrutura Lógica Ambiente Físico Infraestrutura Física Outros 55% 33%

Fatores Tecnológicos Mais Críticos

28%

3%

Para 70% das empresas, as pessoas representam o maior desafio. E para 75%, a conscientização dos profissionais é o fator mais crítico para o sucesso das políticas de segurança.

Além de implantar sistemas de proteção, os gestores também estão preocupados em contar com uma alternativa para continuidade dos negócios no caso de algum incidente que deixe os sistemas fora de operação.

O estudo aponta que 67% das empresas contam com um plano formal de continuidade dos negócios, e 23% têm projetos para implantar nos próximos três anos.

Há equilíbrio na identificação dos fatores mais críticos para o sucesso da gestão de continuidade dos negócios, de forma semelhante ao que foi apontado em 2013. Tecnologia e pessoas são indicadas,

respectivamente, por 38% e 35% das respostas como principal fator crítico. O item processos, embora esteja assinalado como primeiro ponto crítico somente para 28% dos gestores, é o que recebe mais menções como o segundo fator mais importante, assinalado por 49% das respostas.

Fatores Críticos – Segurança da Informação

Conscientização Definição das Políticas Definição dos Procedimentos Outros

75%

33%

19%

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Brazil IT Snapshot 2014 PromonLogicalis 17

Assim como na natureza, a evolução tecnológica não queima etapas. O

amadurecimento na esfera corporativa ocorre à medida que as soluções são testadas e comprovam sua eficiência e eficácia. Esta segunda edição do Brazil It Snapshot mostra que as grandes empresas brasileiras estão avançando na adoção de tecnologias, embora em diferentes níveis, de acordo com o setor em que atuam. Os dados indicam que já existe um alinhamento entre TI e as áreas de negócios na maioria das corporações. E que parte delas já adota indicadores formais, o que torna visíveis os benefícios da tecnologia.

Pelo que mostra o estudo, o caminho a se percorrer para amadurecer o uso corporativo de TIC implica superar uma segunda etapa da evolução. A posição dos gestores ao apontar desafios e fatores críticos parece deixar claro que a tecnologia deixou de ser uma barreira importante do ponto de vista do investimento. A etapa que precisa ser vencida para que o processo evolutivo siga seu caminho natural tem a ver com a formalização de políticas e a revisão de processos, além da criação de uma cultura tecnológica em todas as áreas corporativas.

Em outros termos, as empresas estão atentas aos processos e novas tecnologias, o que significa não apenas conquistar a confiança da alta direção em termos de aprovação de investimentos para as soluções tecnológicas, mas também encontrar os meios adequados e mais eficientes para implantá-las e disseminar novas culturas.

Nosso objetivo é repetir este estudo nos próximos anos, de modo a criar um histórico capaz de traçar com exatidão as tendências que despontam no mercado brasileiro e os desafios a serem vencidos.

(18)

Brazil IT Snapshot 2014é um estudo da PromonLogicalis®.

Este documento contém informações de titularidade ou posse da PromonLogicalis®, de suas controladas ou coligadas, e são protegidas pela legislação vigente. A reprodução total ou parcial desta obra é permitida apenas com prévia autorização da PromonLogicalis®.

Análise, coordenação e texto Thais Cerioni Marketing PromonLogicalis thais.cerioni@br.promonlogicalis.com Guilherme Buzo Consultoria PromonLogicalis guilherme.buzo@br.promonlogicalis.com Alexandre Couto Consultoria PromonLogicalis alexandre.couto@br.promonlogicalis.com diretor responsável

Luís Minoru Shibata

luis.minoru@br.promonlogicalis.com

Para saber mais

Entre em contato conosco para saber o que podemos fazer pela sua empresa.

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Brazil IT Snapshot 2014 PromonLogicalis 19

A PromonLogicalis

Com mais de trinta anos de experiência, a PromonLogicalis oferece serviços de consultoria que têm auxiliado grandes corporações a entender como alavancar o negócio por meio da adoção de soluções de TIC.

A PromonLogicalis é um provedor de serviços e soluções de tecnologia da informação e comunicação que atua com os principais fornecedores do mercado para cada solução, abrangendo desde o core e a infraestrutura de redes de acesso, passando por redes, colaboração, data centers e segurança da informação, até sua operação e gerenciamento.

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