SE<;AO
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genero resumo
escolar/aca
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PARA
COME<;AR A CONVERSA
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objetivo
maior
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profes
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Para isso, vamos iniciar discutindo algumas
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2 Artigo disponivelno site http://
www.leonardoboff.com!. Ultimo acesso em 18!02l2004. Originalmente publicado no Jornal do Brasil, 8de fevereirode 2002,p.9.
( )
Ele diz que a cultura dominante se caracteriza pela vontade de domina-<;:ao da natureza e do outro.
E
pos-slvel superar a violencia? Freud diz quee
imposslvel controlar 0 instinto de morte. Boff diz que a evoluc;ao humana sempre esteve regida pela violencia. Em segundo lugar, a cul-tura patriarcal instalou a domina-<;:ao da mulher pelo homem e que a logica de nossa culturae
a compe-ti<;:ao.Veja-se, por exemplo, 0 nume-ro de atos de violencia contra a mulher em Sao Paulo. Precisamos opor a cultura da paz it cultura da violencia. Onde buscar as inspirac;6espara a cultura da paz? Somos seres socials e cooperativos, temos capa-cidades de afetividade. 0 homem pode intervir no processo de evolu<;:ao.
Desde os tempos de Cesar Augusto, os filosofos acham que 0 cuidado
e a essencia do ser humano. Gandhi, Dom Helder Camara e Luther King saG figuras que deram exemplo de comportamento humano.Eu acho que todos nos devemos lutar pela paz.
( )
Leonardo Boff inicia 0 artigo "A cultura da paz" apontando 0 fato de
que vivemos em uma cultura que se caracteriza fundamentalmente pela violencia. Diante disso, 0 autor levanta a questao da possibilidade de essa
violencia poder ser superada ou nao. Inicialmente, ele apresenta argu-mentos que sustentam a tese de que seria imposslvel, pois as proprias
caracterlsticas psicologicas humanas e um conjunto de for<;:as naturais e sociais refor<;:ariam essa cultura da violencia, tornando diffcil sua
supera-<;:ao. Mas, mesmo reconhecendo 0 poder dessas for<;:as, Boff considera que, nesse momento, e indispensavel estabelecermos uma cultura da paz contra a da violencia, pois esta estaria nos levando
a
extin<;:ao da vida humana no planeta. Segundo 0 autor, seria posslvel construir essa cul-tura, pelo fato de que os seres humanos saG providos de componentesgeneticos que nos perm item sermos sociais, cooperativos, criadores e dotados de recursos para limitar a violencia e de que a essencia do ser
humano seria 0 cuidado, definido pelo autor como sendo uma rela<;:ao amorosa com a realidade, que poderia levar
a
supera<;:ao da violencia. A partir dessas constata<;:6es, 0 teologo conclui, incitando-nos a despertar as potencialidades humanas para a paz, construindo a cultura da paz a partir de nos mesmos, tomando a paz como projeto pessoal e coletivo.( )
No artigo "A cultura da paz", Leonardo Boff defende a necessidade de construirmos a cultura da paz a partir de nos mesmos. 0 autor considera que isso e posslvel, uma vez que 0 homem e dotado de caracterlsticas geneticas especiais que Ihe permitiriam vencer a violencia.
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SE<;AO
61
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vamos trabalhar com a organizaqao global do texto e com as
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Posi~io do autor
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No
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Entretanto, no resumo
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que
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ex
plicacrao
,
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e
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e
ctivos ou organizadores textuais. Assim, utilize os conectivos
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essas
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Porque, portanto,
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Logo -
ja
que - no entanto - assim - entretanto - uma vez que-todavia - pe10 fato de - devido a - apesar de - contudo -isso posto - ainda que - como - por isso - pon§m - assim sendo
Conectivos que indicam Conectivos que introdu- Conectivos que intro
-contraste entre ideias ou zem conc1usoes duzem argumentos,
argumentos contrarios justificativas, causas
5
.
V na as
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s em um s6 periodo. Estahelecra as relacroes de
dife-re
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adequados.
Siga
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que
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ctivos
dos trechos de textos abaixo. Orientando
-
se
por e
1
es, complet
e a
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tabelas.
Nao acredite em nenhum "metodo" ou (pior) "metodologia" para fazer
crftica de textos - nao porque os metodos ou as metodologias sejam intrinsecamente maus, mas simplesmente porque eles 0 impedem de pen-sar de modo independente e de desfrutar sua liberdade intelectual em
uma dimensao de pensamento que nao admita regularidades rfgidas (adaptado de Hans Ulrich Gumbrecht, Crftica. IN: Fo/ha de S.Pau/o, Cader -no Mais, domingo, 13 de outubro de 2002).
Argumentos que sustentam a tese Conectivo que introduz os argumentos
Uma pesquisa de comunica<;:ao descobriu que as pessoas tendem a ler,
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comunica<;:6es que apresentem pontos de vista do seu agra-do e a evitar as demais. Duzias de outras pesquisas revelam que aspessoas escolhem 0 material que combina com seus pontos de vista e interesses e evitam, amplamente, 0 que os contraria. A pesquisa tambem mostra que as pessoas "Iembram" mais do material que ap6ia suas ideias
do que daquele que as ataca. Finalmente, e sob certos aspectos de
maneira relevante, tambem e seletiva a percep<;:ao ou interpreta<;:ao. Por
exemplo, os fumantes que leram artigos sobre fumo e cancer preocupa-ram-se menos que os nao fumantes com a possibilidade de 0 fumo realmente provocar 0 cancer. Portanto, e 6bvio que, se as pessoas
procu-ram evitar as comunicas;6es coletivas que contrariam seu pontos de vista e interesse, se tendem a esquecer as que recebem ese, finalmente, alteram
aquelas de que conseguem lembrar-se, nao
e
provavel que ascomunica-s;6es coletivas possam Ihes causar mudans;a de pontos de vista.
(adaptado de Joseph Klapper. 1964. "as efeitos sociais da comunicaS;ao coletiva". In:
Panorama da
comunicap30 coletiva.
Ed. Fundo de Cultura, Sao Paulo-Lisboa. pp. 64-67.)Argumentos que sustentam a tese Conectivo que introduz a tese