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Audiência Pública VILA MARIANA (20ª)

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Academic year: 2021

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Audiência Pública

VILA MARIANA (20ª)

CONGESTIONAMENTO (R32)

(Rede Viária Estrutural/Da Política de Circulação Viária e Transportes/Da Pavimentação/Da Rede Estrutural Viária/Da Rede Estrutural de Transportes Públicos Coletivos) - Adensamento de tráfego entre a Avenida 23 de Maio, Rua Azevedo e Rua Vinícius de Moraes em conjunto com o metrô traz intranqüilidade aos moradores (PD) (AR10) (AR11) (AR12) (R21) - falta de planejamento para instalação de ciclovias (PD) (R3) (R55)

- falta de planejamento para proposição de boulevards (PD) (R3) (R43) ENCHENTES (R32)

(Do Saneamento Básico/ Da Pavimentação/Drenagem Urbana/Rede Estrutural Hídrica) DEFICIT HABITACIONAL (R32)

(Da Função Social da Propriedade Urbana/Da Política de Habitação/Da Habitação e dos Equipamentos Sociais e Urbanos/ Zonas Especiais de Interesse Social/Das Diretrizes da

Legislação de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo/ Das Diretrizes para a Regularização de Assentamentos Precários, Conjuntos Habitacionais, Loteamentos e

Edificações/Dos Instrumentos da Política de Desenvolvimento Urbano)

- reverter o zoneamento de Vila Nova Conceição: atualmente é misto, para estritamente residencial (PD) (R13)

- adensamento residencial verticalizado na região da Aclimação (PD) (AR11) (R40) (R19) PERDA DOS MANANCIAIS (R32) (R19) (R15) (R12)

(Dos Recursos Hídricos) SAUDABILIDADE AMBIENTAL (*) (R32)

(Da Política Ambiental/Das Áreas Verdes/Dos Resíduos Sólidos/Da Política de Patrimônio Histórico e Cultural/Da política da Paisagem Urbana/Da Política de Infra-Estrutura e Serviços Públicos/Do Sistema de Áreas Verdes e Logradouros Públicos//Macrozona de

Proteção Ambiental/ Zonas Especiais de Proteção e Recuperação Ambiental/Dos Instrumentos de Gestão Ambiental)

- Inexistência de área verde na região,especial/e para crianças e idosos (PD) (R3) (R43) (R61) - criar um estoque de área verde na região e de ciclovias (PD) (AR23) (R43) (R55)

- falta enfoque biopsicossocial na revisão do PDE (PD) (R40) - falta de planejamento dos ecopontos (PD) (R3) (R46)

MELHORIA NOS NÍVEIS EDUCACIONAIS (**) (R32) OUTROS TEMAS

-- pedido de devolução do projeto de revisão do PDE ao Executivo: retorno de outro projeto mais democrático (R1) (R45)

(2)

- reclamação com a falta de participação dos moradores nos debates da revisão do PDE (R32) (R45)

- dificuldade para compreender pelo projeto de revisão do PDE o zoneamento dos bairros da região (R13) (AR35) (AR41) (AR42) (AR43)

- retomar na revisão os Planos de Bairros (R3) (AR13)

ALGUNS DEPOIMENTOS DESTACADOS

Antonio Jose Brás: “Represento a sociedade dos amigos do Planalto Paulista, está inserido na subprefeitura da Vila Marina, nas zonas consideradas, zonas exclusivamente residencial de baixa densidade. Trago o enfoque que estamos apelidando do enfoque verde, do estoque verde. (R43) Quero registrar que estamos trazendo propostas e sugestões para essa discussão que estão sendo protocoladas aqui. Com relação essa ideia do estoque verde, falamos muito em estoque imobiliário, estoque verde, é para lembrar que áreas estritamente residenciais representam somente 4% da área da cidade. cabe a todos que residem nessas áreas, de uma forma geral e no caso especifico da Vila Mariana, somos a maior área zero 01, continua, nós todas devemos lutar para preservação dessas áreas. E mais do que isso, devemos lutar juntas as subprefeituras e junto a Prefeitura do Município de São Paulo, que outras áreas com as mesmas características de zero sejam implantadas. Vamos reverter esse processo da preocupação de intervenções que deteriorem a ZER, mas sim, vamos levar as ZER a outros lugares incentivando sua ampliação na cidade. (R13) (AR6) (AR9) (R10) Serão elas que vão garantir toda essa agenda sócio ambiental que a própria Prefeitura está implantando. Falo da agenda sócio ambiental da Prefeitura do Município de São Paulo, e quero ressaltar, foi dito anteriormente, pelo pessoal da Vila Nova Conceição, do programa moderação de prático. Estamos inserido nesse programa. É um instrumento da Prefeitura que devemos aproveitar. Mas também devemos levar em conta que existe hoje, já aprovada a lei de mudanças climáticas devemos que a Prefeitura tem compromissos com entidades internacionais. (AR23) A Prefeitura tem compromissos firmados com a fundação Clinton, para garantir a sustentabilidade cidade, a Prefeitura junto com o governo de Estado promoveu no final do ano passado um evento com a rede Urbanation que também tem objetivo de sustentabilidade de garantir a não proliferação dos problemas de vida nas mudanças climáticas. Propomos, como sociedade que esses instrumentos que já são instrumentos da Prefeitura sejam considerados efetivamente na revisão do plano diretor estratégico (R19) (R17). Quer dizer, os instrumentos estão aí aprovados e eles deverão ser considerados para suportar efetivamente a revisão do plano estratégico. Precisamos começar a falar nessa agenda de todos esses instrumentos que já existe. Vamos juntar a sociedade civil e o Poder Publico e juntos trabalharmos para essa revisão,de uma forma profissional, obstinada, no sentido que realmente, como já foi dito por algumas pessoas.” (AR25) (AR26) (AR13)

Abrahão Badra: “....sou Presidente da Associação de Moradores da Vila Nova Conceição. Trago, para a Mesa, uma contribuição, sob forma de proposta, que trata sobre a tentativa de reversão da brutal modificação que foi atribuída à Vila Nova Conceição por ocasião da Lei de Zoneamento aprovada, em 2005. De lá para cá, a modificação das características do bairro, que é residencial, foi classificada como Zona Mista 3A, e todas as ruas, como coletores, o bairro foi invadido por estabelecimentos que estão, a cada dia, crescendo, aumentando e degradando. Essas observações já foram feitas anteriormente. A nossa principal proposta é a de que o bairro respeite o que ficou estabelecido no Plano Diretor Estratégico aprovado em 2002, considerando que o bairro Vila Nova Conceição é consolidado, com predominância residencial. Então esse é o principal ponto de nossa colocação. Importante também que a classificação das ruas como coletoras contribui negativamente para esse processo de degradação. As ruas devem ser, e são, de fato, locais. Uma rua coletora significa tráfego por ela. E o nosso bairro é residencial.

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Precisa resgatar a classificação, colocando-as como locais. (...) Aproveito, até por sugestão Vereador José Police Neto, para submeter à reflexão e posterior deliberação alguns assuntos gerais que dizem respeito à Cidade e principalmente a bairros como o nosso – que é um bairro residencial. Em primeiro lugar, que seja aprofundado e melhor definido o que é nível de incomodidade. Proponho que a Comissão de Política Urbana examine os aspectos referentes ao nível de incomodidade, pois essa conceituação é muito subjetiva. Outra questão importante, Presidente, é que seja considerado o impacto dos automóveis nos bairros residenciais. O que hoje chamamos de traffic calming precisa ser considerado neste Plano Diretor em maiores detalhes.” (AR6) (AR8) (AR9) (AR10) (AR11) (AR12)

Dalmo Dallari: ‘Eu queria, então, dizer isto: a presença dos ilustres Vereadores é também um fator positivo e, já partindo para o encerramento, evidentemente, pela apresentação que foi feita, pelo volume do projeto, não há condições para que aqui nesta audiência sejam debatidos os pormenores. Então, tomamos conhecimento das linhas gerais e certamente, a partir daqui, a partir de hoje, cada grupo, cada associação fará seu estudo e terá uma proposta a fazer. O que eu, como morador, como cidadão reivindico – e tenho certeza de que é reivindicação de todos – é que sejamos ouvidos depois também, não apenas hoje na audiência pública, que tenhamos a possibilidade de falar ao Executivo e aos Srs. Vereadores e sermos ouvidos em prol de objetivos de interesse comum como aqueles que o caríssimo Presidente Dr. Badra já expôs falando pelo morador de Vila Nova Conceição. Muito obrigado.” (R3) (R32) (AR13)

Edson Silva: “ (...) Por fim, dizer que tem se ser retomados os planos de bairro que foi retirado do atual projeto (R3) e reforçamos: o plano diretor, esse projeto que vem tramitando deve ser cancelado e os movimentos da cidade de São Paulo, movimento defenda São Paulo junto com as demais associações solicita, esse documento já foi protocolado.” (AR13)

Eduardo Nergi – (R55) “Na exposição feita pela Arquiteta Denise, não ouvi a palavra ciclovias, os caminhos verdes não estão complementados com a ciclovia, e, no Plano Regional - fiz um desenho – existem ciclovias, justamente, onde não precisa, pois a Cidade não foi planejada para ter mobilidades. Lembro-me de um exemplo da semana passada – infelizmente não pude comparecer -, do nobre Vereador Jamil Murad, e gostaria de chamar a atenção para os projetos que se encerram na Mauro II, quer dizer, pode desviar por cima, a Igreja de São Judas nos dias 28 parece um local, um trânsito, uma mendicância. Fala-se m Boulevard em todos os lugares da Cidade, e, em São Judas, que é um local tradicional, que mereceria ter, realmente, um Boulevard. A Rua dos Democratas deveria ter um ecoponto, segundo este folheto que recebi. Quer dizer, a Cidade é planejada de que forma? Não gostaria de questionar o Professor Dalmo, mas creio que seja muita lei e pouca física. Ora, o Plano Diretor é estritamente físico, puramente físico, pois é através da intervenção física que conseguiremos modificar as coisas. Mas, não pulverizando as coisas, como é o caso das ciclovias que estão nos Planos Regionais, bem como nos Planos de Bairros, nos quais também foram incluídas várias ciclovias. Peguem o trecho que vai da Avenida Ibirapuera pela República do Líbano até o IV Centenário, no pico do Parque Ibirapuera, a ciclovia não está contemplada ali. Chega-se ali no Parque das Bicicletas, que nem entra no Parque, que tinham projetado no Plano dois reservatórios ambientais para levar água ao Parque do Ibirapuera, para todos os lagos, mas, que lagos, são espelhos d’água, não há mais lagos ali. Não tem água. O Córrego do sapateiro não tem água para encher os lagos, como era originalmente. Essa água está toda numa bacia que é sete ou oito vezes maior que a bacia de captação pluvial do Córrego do Sapateiro, que tem uma estação de tratamento de água para resolver, às vezes, na seca, três, quatro litros por segundo, ou seja, não existe uma situação como essa. As ciclovias não entram no Parque das Bicicletas; o metrô “matou” os reservatórios ambientais, que, por gravidade, podem alimentar os três lagos do Ibirapuera e vai

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fazer, ali, uma garagem de metrô. Sr. Presidente, quero sugerir a esta Comissão que faça, pelo menos, uma avaliação in loco, das ciclovias projetadas nos Planos Regionais, (R3) incluindo-se aí o Plano Revisional. Disponho-me a fazer esse trabalho, porque as ciclovias estão relacionadas em locais, onde não precisa e em locais, onde o Código de Trânsito já permite que se circule com a bicicleta, de forma que utilizo essas rotas para a situação de fuga do trânsito, pois, infelizmente, tenho notado que a tensão das pessoas ao dirigir automóvel em São Paulo é muito grande, bem como o tempo que estão perdendo para se locomover na Cidade, às vezes três, quatro quarteirões. Temos de pensar que estamos fazendo a gestão de uma metrópole e, aí, eu gostaria de ter uma Prefeitura mais técnica, e não tão consultiva, que dissesse para nós aquilo que, realmente, é o melhor, e que nós possamos dizer: “Queremos isso ou aquilo”, mas, o deferimento da questão, tem de ter um viés não jurídico, mas técnico, para o bem comum.” (AR13)

Nivaldo, morador, portador de deficiência auditiva. Um exemplo de cidadania. Fala com tradução de Libras (linguagem de sinais brasileiros): “Boa noite aos Vereadores e boa noite a todos os presentes. Foi muito bom eu ter vindo hoje, porque eu sou surdo e gostaria de explicar algumas coisas. Gostaria de saber por que vocês falam da importância das pessoas estarem aqui e, às vezes, como o Vereador citou das reuniões de condomínio, depois, as pessoas faltam, não vêm e reclamam. Eu concordo com isso e, por isso, eu vim. E muitas outras pessoas não vieram. (AR13) E eu vim porque eu moro aqui na Aclimação há 40 anos. Então, é muito tempo. É um bairro residencial e isso era um bairro residencial há muitos anos e, agora, foram construídos muitos condomínios e há muitos prédios que são prédios simples para ajudar a população. Tudo bem. Mas há vários prédios muito chiques, muito... São só prédios que foram construídos nessas áreas. Parece que as pessoas que moram em casas ali foram expulsas do local, só há construção de prédios. (R40) Perto do Parque da Aclimação, quase não se veem casas. Eu moro ali há 40 anos, mas parece que esses prédios estão me expulsando do bairro e eu fico pensando. Eu comprei minha casa, tenho minha casa há 40 anos e eu tenho direito de morar ali e não quero sair dali, só que os prédios eles precisam procurar outros lugares. O meu bairro já está cheio de prédios e as pessoas que querem morar perto de área verde e constroem prédios fazem com que essas áreas verdes vão diminuindo, os prédios vão sufocando essas áreas verdes. (R43) Então, é preciso separar, é preciso evitar isso. Nós precisamos ter as árvores para respirarmos e as pessoas querem construir só prédios. Elas que procurem os prédios em outros bairros agora, porque na Vila Mariana há prédios que precisam de reforma. Dentro da cidade, a cidade é muito grande. Nós então precisamos pensar nas áreas verdes que já não temos em nosso bairro. O Parque precisa ter uma Base Comunitária da Polícia, porque lá há muita concentração de pessoas e não há nenhuma segurança. Então, é preciso instalar ali uma Base Comunitária. Sempre acontecem assaltos e muitas coisas ali e os ladrões ficam olhando as pessoas passarem por lá. E também não adianta reformar a Avenida não sei o que, a Avenida não sei o que lá. Isso tudo é só falação. As pessoas só estão preocupadas com os carros. Esperem um pouco, por favor. Isso não é tão importante. Nós temos o metrô, nós temos o ônibus e nós precisamos tirar os carros da cidade, porque a Prefeitura fala só do futuro, do futuro, e também isso pode aumentar a poluição da nossa cidade. Se ficar só reformando essas vias e haver todo esse trânsito de carro que nós temos hoje, isso não adianta nada. O mais importante é nós usarmos o nosso transporte público para que tenhamos uma melhora. Espero que os Vereadores tenham-me escutado e tenham anotado as minhas sugestões.” (AR11) (AR12) (R55)

Iara: Por favor, eu não vi, em nenhum momento, se falar, em mais de 30 reuniões, a respeito de um projeto biopsicossocial. Estuda-se esse projeto de Plano Diretor como uma coisa de engenharia, de especulação, de fazer ou não fazer. É um projeto que depende - conforme

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matéria já feita e publicada, já fiz uma matéria sobre isso - do biopsicossocial: é uma questão de vida, é uma questão de psicólogos, de biólogos, da população em geral, de serem ouvidos, porque não é um projeto só de engenharia, não é um projeto só de construção. A cidade não é feita só de tijolos. Já falei, em outras reuniões, que a cidade deve abraçar o homem e não ser abraçada pelo homem. Quer dizer, estão-se priorizando interesses de especulação ou de forma indevida e vai acontecer como acontece na China. Eu ouço em todas as reportagens, em todos os lugares, dizerem muito do progresso da China. Outro dia ouvi um Parlamentar, em várias emissoras, falando que era maravilhoso o desenvolvimento da China, porque, em uma viagem de estudo que ele fez, em cada lugar que passava havia um edifício em construção e havia a construção de edifícios enormes. Ninguém falou do terrível, do tremendo impacto social que causa tirar cinco casas e pôr mil famílias ou mil pessoas - como ocorre em um prédio na rua em que eu moro e em várias outras ruas - onde existiam cinco famílias. Isso é um impacto social perigosíssimo, do ponto de vista não só de transporte coletivo, não só de poluição. Estou falando bem rápido e volto a falar que foi proibida a ação de fumar, a chamada Lei do Cigarro. Só que esta lei não trata nem de perto do que fazem esses automóveis, esse excesso de poluição que existe. Então, não se pode fumar. Sou favorável. Agora, pode-se engolir fumaça e está estabelecida pela sociedade de Ciência que, por isso, as pessoas morrem dois anos mais cedo e há 50% mais casos de infartos e de derrames cerebrais em quem mora em uma cidade como São Paulo. A cidade não é culpada. É culpada a ganância dos poderosos que vêm para a cidade para usufruir dela. Desculpe-me a Mesa, mas costumo dizer que tratam a cidade como uma pessoa qualquer ou uma coisa qualquer. Volto a falar que, na China, não adianta haver esse progresso que dizem haver, porque, para mim, progresso sem afeto é retrocesso. Vou repetir: "Progresso sem afeto é retrocesso". Que progresso nós queremos? Só para terminar, para reflexão. A gente quer morar em cobertura, achando que a poluição não vai lá. Só que a poluição vem também de cima, não vem só de baixo. É da atmosfera como um todo. Então, que progresso nós queremos? Eu quero viver em Vila Mariana ou em qualquer bairro de São Paulo, viva, e não morta pelo gás carbônico, pelo monóxido de carbono ou por qualquer outro gás que exista por aí. Peço aos senhores da Mesa e a todos os presentes que pensem bem como caso de vida, que é biopsicossocial, é querer viver mesmo. Por exemplo, por conta do fog que há na China, a mãe não vê o filho que sai da escola porque a 10 minutos aquela fumaça de poluição impede que se veja outra pessoa no mesmo passeio. Peço aos senhores encarecidamente, e não estou falando por Vila Mariana, mas por São Paulo, por todas as cidades que estão desse jeito. Peço que as pessoas reflitam se querem viver em São Paulo ou se querem morrer em São Paulo.” (R40)

(Audiência Pública realizada dia 20 de agosto de 2009)

Obs: As falas dos participantes foram transcritas diretamente das notas taquigráficas, sem correções.

(*) Ausência de saudabilidade ambiental: sistema suficiente de saúde, combate às poluições, enchentes de esgotos.

(**) Substancial e permanente melhoria dos níveis educacionais adequada à Sociedade do Conhecimento.

LEGENDAS PD: Plano Diretor

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PDU: Política de Desenvolvimento Urbano LE: Lei Específica

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