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As Intuições Comunitárias e os
processos de decisão.
Principais programas de apoio.
Coordenador:
Carlos Medeiros
ACÇÃO DE FORMAÇÃO
A Política Cultural da União Europeia, a
Gestão de Projectos Culturais
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Parceiros:
•
Agência INOVA | CultDigest
•
APGC | Associação Portuguesa de Gestão
Cultural
•
CIEJD | Centro de Informação Europeia
Jacques Delors
•
Ministério da Cultura | GPEARI
•
Parlamento Europeu – Gabinete em
Portugal
Gestão de Projectos Culturais Europeus
2ª Edição
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12 Maio:
•
As Intuições Comunitárias e os processos de decisão. Principais
programas de apoio.
o Coordenador: Dr. Carlos Medeiros – CIEJD
•
A participação portuguesa. O papel do Ponto de Contacto
Cultural. A Agenda Cultural para a Europa.
o Coordenadora: Dra. Patrícia Salvação Barreto – GPEARI | PCC – MC
•
Programas específicos de apoio a projectos culturais: a cultura e
os media.
o Coordenador: Dr. Jorge Cerveira Pinto – Agência INOVA
13 Maio:
•
Outros programas de apoio a projectos culturais.
o Coordenador: Dr. Jorge Cerveira Pinto – Agência INOVA
•
Gestão e metodologia de projectos culturais europeus.
o Coordenadora: Dra. Cecília Sequeira – APGC
•
Casos de sucesso e insucesso. Debate
•Participantes:
o Dr. Arménio Pereira – IDS – Instituto de Desenvolvimento Social. o Alkantara Festival – a confirmar.
o Câmara Municipal de Santa Maria da Feira – orador a definir. o Coordenador: Dr. Jorge Cerveira Pinto – Agência INOVA
Gestão de Projectos Culturais Europeus
2ª Edição
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Módulo I
12Mai2008, 9:30h-12h
Programa:
•
Intuições Comunitárias
•
Processo Legislativo
•
Introdução aos Fundos e Programas
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A UNIÃO EUROPEIA
A União Europeia (UE) não é uma federação como os
Estados Unidos da América, nem é uma mera organização
de cooperação entre governos como as Nações Unidas.
Possui, de facto, um carácter único. Os Estados-Membros
continuam a ser nações soberanas e independentes,
mas congregaram as suas soberanias em algumas
áreas para ganharem uma força e uma influência no mundo
que não poderiam obter isoladamente.
Congregação de soberanias significa, na prática, que os
Estados-Membros delegam alguns dos seus poderes
em instituições comuns que criaram, de modo a
assegurar que os assuntos de interesse comum possam ser
decididos democraticamente ao nível europeu.
O
processo de tomada de decisões
na UE envolve as três
principais instituições:
• o Parlamento Europeu, directamente eleito, que representa os
cidadãos da UE;
• o Conselho da União Europeia, que representa os Estados Membros; • a Comissão Europeia, que deve defender os interesses de toda a
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A UNIÃO EUROPEIA
Este «triângulo institucional» está na origem das
políticas e da legislação que se aplicam em toda a UE.
Em princípio, é a Comissão que propõe a legislação,
mas são o Parlamento e o Conselho que a adoptam.
Duas outras instituições desempenham um papel
fundamental:
•
o
Tribunal de Justiça
que assegura o cumprimento da
legislação europeia e;
•
o
Tribunal de Contas
, que fiscaliza o financiamento das
actividades da União.
Os poderes e as responsabilidades destas
instituições foram estabelecidos pelos Tratados,
que constituem a base para tudo o que a UE faz e
neles estão também consagradas as regras e os
procedimentos que as instituições devem seguir.
Os Tratados são aprovados pelos presidentes e/ou os
primeiros-ministros de todos os Estados Membros da
UE e são ratificados pelos Parlamentos nacionais.
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INSTITUIÇÕES DA UNIÃO EUROPEIA
Parlamento Europeu
O Parlamento Europeu (PE) é directamente eleito pelos cidadãos da União Europeia para representar os seus interesses.
Conselho da União Europeia
O Conselho é o principal órgão de tomada de decisões da UE. Tal como o Parlamento Europeu, o Conselho foi instituído pelos Tratados constitutivos na década de cinquenta. Representa os
Estados-Membros, e nas suas reuniões participa um ministro do governo nacional de cada um dos países da UE.
A Presidência do Conselho
A Presidência do Conselho é objecto de rotação de seis em seis meses. Por outras palavras, cada país da UE dirige a agenda do Conselho por períodos sucessivos de seis meses, assegurando a presidência de todas as reuniões e promovendo os compromissos necessários entre os diversos Estados-Membros.
Comissão Europeia
A Comissão é independente dos governos nacionais. Tem por missão representar e defender os interesses da União Europeia no seu todo. Elabora novas propostas de legislação europeia, que apresenta ao Parlamento Europeu e ao Conselho.
Tribunal de Justiça
A sua missão é garantir a interpretação e aplicação uniformes da legislação da UE em todos os Estados-Membros, a fim de que a lei seja a mesma para todos. Garante, p.e., que os tribunais nacionais não decidem de forma diferente sobre a mesma questão.
Tribunal de Contas Europeu
O Tribunal verifica se os fundos da UE, provenientes dos contribuintes, são cobrados de forma adequada e utilizados de acordo com a lei, de forma económica e para o fim a que se destinam. A sua missão consiste em assegurar que os contribuintes retirem o maior benefício possível do seu dinheiro e tem o direito de realizar auditorias junto de qualquer pessoa ou organização que se ocupe da gestão dos fundos da UE.
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ÓRGÃOS DA UNIÃO EUROPEIA
Para além das suas instituições, a UE tem diversos órgãos que
desempenham missões específicas:
o
Comité Económico e Social Europeu
representa a
sociedade civil, os empregadores e os trabalhadores;
o
Comité das Regiões
representa as autoridades regionais e
locais;
o
Banco Europeu de Investimento
financia projectos de
investimento da UE e ajuda pequenas empresas por
intermédio do
Fundo Europeu de Investimento
;
o
Banco Central Europeu
é responsável pela política
monetária europeia;
o
Provedor de Justiça Europeu
investiga as queixas dos
cidadãos sobre a má administração das instituições e órgãos
da UE;
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ÓRGÃOS DA UNIÃO EUROPEIA
Para além das suas instituições, a UE tem diversos órgãos que
desempenham missões específicas:
o
Autoridade Europeia para a Protecção de Dados
salvaguarda a privacidade dos dados pessoais dos cidadãos;
o
Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades
Europeias
publica informação sobre a UE;
o
Serviço Europeu de Selecção do Pessoal das Comunidades
Europeias
recruta pessoal para as instituições e os outros
órgãos da UE.
A
Escola Europeia de Administração
oferece formação em
áreas específicas aos funcionários das instituições da União
Europeia.
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AGÊNCIAS DA UNIÃO EUROPEIA
Estas agências especializadas são a resposta à necessidade de
descentralização geográfica e de fazer face a novas funções de
carácter jurídico, técnico e/ou científico. As agências da UE estão
agrupadas em 4 categorias:
• agências comunitárias – organismos de direito público europeu,
distinto das instituições comunitárias e que dispõe de personalidade jurídica própria. É criada por um acto de direito derivado para
realizar uma tarefa concreta de carácter técnico, científico ou de gestão no quadro do «1.º pilar» da UE;
• agências de política externa e de segurança comum – criadas para
desempenhar tarefas muito concretas de carácter técnico, científico ou de gestão no quadro da PESC (o «2.º pilar» da UE);
• agências de cooperação policial e judiciária em matéria penal –
criadas para ajudar os Estados-Membros a cooperarem na luta
contra a criminalidade organizada internacional. Esta cooperação em matéria penal constitui o «3.º pilar» da UE.
• agências executivas – organismos criados nos termos do
Regulamento (CE) nº 58/2003 do Conselho (JO L 11 de 16.1.2003)
para efeitos da atribuição de determinadas tarefas relacionadas com a gestão de 1 ou + programas comunitários. Estas agências são criadas por um determinado período de tempo e devem estar localizadas na sede da Comissão Europeia (Bruxelas ou
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INSTITUIÇÕES E AGÊNCIAS ESPECIALIZADAS NO
ÂMBITO DA CULTURA
Parlamento Europeu
•
Comissão Parlamentar «Cultura e
Educação»
Conselho
•
Formação «Educação, Juventude e
Cultura»
Comissão Europeia
•
Comissário Ján Figel
•
Direcção-Geral EAC «Educação e Cultura»
•
Agência de Execução relativa à Educação,
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Agência de Execução relativa à Educação, ao
Audiovisual e à Cultura (EACEA)
A EACEA está localizada em Bruxelas e entrou em funcionamento em 1 de
Janeiro de 2006.
A Agência tem como missão assegurar a execução de diversas componentes
de mais de quinze acções e programas financiados pela União Europeia nos domínios da educação e formação, cidadania activa, juventude, audiovisual e cultura.
Embora a agência tenha personalidade jurídica própria, depende de três
Direcções-Gerais da Comissão Europeia:
• Educação e Culture (EAC);
• Sociedade da Informação e Média (INFSO) e;
• Serviço de Cooperação EuropeAid, responsáveis pela programação, avaliação e
definição de políticas.
A Agência tem a seu cargo a maioria dos aspectos relacionados com a
gestão dos programas, nomeadamente:
• a elaboração de convites à apresentação de propostas;
• a selecção de projectos e a assinatura de acordos relativos a projectos; • a gestão financeira;
• o acompanhamento dos projectos (relatórios intercalares, relatórios finais); • a comunicação com os beneficiários e;
• a realização de controlos no local.
Todas as componentes dos programas geridas pela Agência são
centralizadas e apoiam projectos de natureza técnica que não implicam a tomada de decisões políticas.
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Módulo I
12Mai2008, 9:30h-12h
Programa:
•
•
•
Intui
Intui
Intui
ç
ç
ç
ões Comunit
ões Comunit
ões Comunit
á
á
á
rias
rias
rias
•
Processo Legislativo
•
•
•
Introdu
Introdu
Introdu
ç
ç
ç
ão aos Fundos e Programas
ão aos Fundos e Programas
ão aos Fundos e Programas
de apoio
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PROCESSO LEGISLATIVO
O processo legislativo relativo ao essencial das
políticas comunitárias assenta no chamado
«triângulo institucional» composto pela Comissão
Europeia, Parlamento Europeu e Conselho da União
Europeia.
A tomada de decisão processa-se por votação, cujas
regras diferem consoante as instituições.
O sistema legislativo da UE privilegia os princípios do
equilíbrio e colaboração interinstitucional.
Na adopção de actos jurídicos gerais de carácter
obrigatório – regulamentos e directivas, podem
aplicar-se diferentes processos de decisão.
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1. Fixa as grandes orientações
Conselho Europeu
Comissão Europeia
Conselho UE
C
Parlamento Europeu
o
n
s
u
lt
a
CES
CdR
2. Proposta de directiva/regulamento/ acção comum3. Emite Parecer sobre a proposta da Comissão ou co-decisão
4. Decide adoptar: - Sozinho
- Procedimento de cooperação com o PE - Procedimento de co-decisão com o PE
5. Execução do acto
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PROCESSO LEGISLATIVO
PROCEDIMENTO DE
CO-DECISÃO
(CÓDIGO
COD)
PROCEDIMENTO DE
CONSULTA
(CÓDIGO
CNS)
PROCEDIMENTO DE
COOPERAÇÃO
(CÓDIGO
SYN)
PROCEDIMENTO DE
PARECER FAVORÁVEL
(CÓDIGO AVC)
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Direito Primário
Tratados de Fundação
•
1952 (Tratado de Paris) –
Tratado que institui a
Comunidade Europeia do Carvão e do Aço
(CECA),
assinado em 18 de Abril de 1951, em Paris,
entrou em vigor em 23 de Julho de 1952, extinto
a 23 de Julho de 2002;
•
1958 (Tratado de Roma) – O
Tratado que institui
a Comunidade Económica Europeia
(CEE) e o
Tratado que institui a Comunidade Europeia da
Energia Atómica
(EURATOM), assinado,
juntamente com o Tratado CEE, em Roma, em 25
de Março de 1957, tendo entrado em vigor no dia
1 de Janeiro de 1958.
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Direito Primário
Revisões principais
• 1987 – O Acto Único Europeu (AUE), assinado no dia 17 de Fevereiro de
1986, entra em vigor no dia 1 de Julho de 1987, introduziu as adaptações necessárias à realização do mercado interno;
• 1992 – Tratado de Maastricht - O Tratado da União Europeia (TUE),
assinado em Maastricht em 7 de Fevereiro de 1992 e que entrou em vigor a 1 de Novembro de 1993, criou a União Europeia e introduziu alterações significativas nos tratados existentes;
• 1997 – O Tratado de Amesterdão, assinado em 02/10/1997 de Outubro
de 1997, entrou em vigor no dia 01/05/1999. Este Tratado alterou
certas disposições dos Tratados UE e CE, designadamente a criação de uma política comunitária do emprego; a reforma da PESC; a extensão da votação por maioria qualificada, etc.;
• 2001 – O Tratado de Nice, assinado em 26/02/2001,entra em vigor no
dia 01/02/2003 e marca um novo passo na preparação do alargamento da UE aos países da Europa Central, Oriental, Mediterrânica e Báltica.
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PROCESSO LEGISLATIVO
Direito Primário
Revisões principais
•
Os Tratados fundadores foram também
alterados pelas
adesões
de:
o
1973 (Dinamarca, Irlanda e Reino Unido);
o1981 (Grécia);
o
1986 (Portugal e Espanha);
o
1995 (Áustria, Finlândia e Suécia);
o
2004 (Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia,
Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia e
República Checa);
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PROCESSO LEGISLATIVO
Direito Derivado
Actos de Natureza Obrigatória
•
Regulamentos
o Aprovado pelo Conselho, juntamente com o Parlamento, ou apenas
pela Comissão, o regulamento é um acto geral e obrigatório em todos os seus elementos. Ao contrário das directivas, que se dirigem aos Estados-Membros, e das decisões, que têm
destinatários bem definidos, o regulamento dirige-se a todos.
o É directamente aplicável, ou seja, as suas disposições têm efeito
jurídico imediato em todos os E-M da mesma forma que uma lei nacional, sem intervenção das autoridades nacionais.
•
Directivas
o Aprovada pelo Conselho, juntamente com o Parlamento, ou apenas
pela Comissão, a directiva dirige-se aos E-M.
o O seu principal objectivo reside na aproximação das legislações. o A directiva vincula os E-M no que respeita ao resultado a atingir,
mas permite-lhes escolher a forma e os meios que privilegiarão para alcançar as metas comunitárias, no âmbito dos respectivos ordenamentos jurídicos internos.
o Se os E-M não transpuserem a directiva para a legislação nacional
(ou se o fizerem de forma incompleta ou com atrasos), os
interessados podem invocar directamente a directiva nos tribunais nacionais.
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PROCESSO LEGISLATIVO
Direito Derivado
Actos de Natureza Obrigatória
• Decisões
o Aprovada pelo Conselho apenas, pelo Conselho juntamente com o
Parlamento Europeu ou só pela Comissão, a decisão é o acto por meio do qual as instituições comunitárias deliberam sobre casos específicos.
o Através de uma decisão, as instituições podem exigir que um E-M ou um
cidadão da UE aja ou se abstenha de agir, conferir-lhe direitos ou impor-lhe obrigações.
o A decisão é individual e os destinatários de uma decisão devem ser
designados individualmente, o que a distingue do regulamento e obrigatória em todos os seus elementos.
• Recomendações
o A recomendação permite às instituições manifestarem-se, sugerindo uma
linha de conduta sem sujeitarem os destinatários (os E-M, outras
instituições, em determinados casos, também os cidadãos da União) a uma obrigação jurídica.
• Pareceres
o O parecer é um acto que permite às instituições pronunciarem-se de forma
não vinculativa, isto é, sem sujeitarem os seus destinatários a uma
obrigação jurídica. O seu objectivo consiste em expor o ponto de vista da instituição sobre uma determinada questão.
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Módulo I
12Mai2008, 9:30h-12h
Programa:
•
•
•
Intui
Intui
Intui
ç
ç
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ões Comunit
ões Comunit
ões Comunit
á
á
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rias
rias
rias
•
•
•
Processo Legislativo
Processo Legislativo
Processo Legislativo
•
Introdução aos Fundos e Programas
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Regional GDP per inhabitant in the EU27 in 2004 (in PPS, EU27 = 100) 39 Vest (RO) 15 154
North Eastern Scotland (UK) 15 38 Podlaskie (PL) 14 156 Bremen (DE) 14 35 Centru (RO) 13 157
Southern & Eastern (IE) 13 35 Podkarpackie (PL) 12 157 Praha (CZ) 12 35 Lubelskie (PL) 11 157 Darmstadt (DE) 11 33 Nord-Vest (RO) 10 158 Utrecht (NL) 10 31 Sud-Est (RO) 9 166 Stockholm (SE) 9 30 Yugoiztochen (BG) 8 169 Oberbayern (DE) 8 29 Severoiztochen (BG) 7 174
Berkshire, Buckinghamshire & Oxfordshire (UK)
7
29 Sud-Vest Oltenia (RO)
6 175 Île de France (FR) 6 28 Sud-Muntenia (RO) 5 180 Wien (AT) 5 26 Severen tsentralen (BG) 4 195 Hamburg (DE) 4 26 Yuzhen tsentralen (BG) 3 248 Bruxelles-Cap. / Brussels Hfdst. (BE) 3 26 Severozapaden (BG) 2 251 Luxembourg (LU) 2 24 Nord-Est (RO) 1 303
Inner London (UK) 1
The fifteen lowest: The fifteen highest:
News release – 23/2007 – 19 February 2007
INTRODUÇÃO AOS FUNDOS E PROGRAMAS DE
APOIO À CULTURA
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http://ec.europa.eu/regional_policy/sources/docoffic/official/reports/cohesion3/cohesion3_en.htm
INTRODUÇÃO AOS FUNDOS E PROGRAMAS DE
APOIO À CULTURA
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ORÇAMENTO DA UE
O orçamento da UE apoia uma vasta gama de programas e projectos em favor dos 460
milhões de cidadãos europeus.
Ao longo dos últimos anos, p.e., o orçamento comunitário proporcionou a mais de 1 milhão
de estudantes e professores bolsas de estudo concedidas através do programa Erasmus.
O orçamento permite igualmente construir redes transeuropeias de transporte e de
energia, preservar o ambiente natural, facilitar o acesso das PME a mercados maiores, promover modos de produção que respeitem o ambiente e fornecer ajuda humanitária aos países em desenvolvimento.
O orçamento é proposto pela Comissão, mas é discutido e aprovado pelo Parlamento e pelo
Conselho de Ministros.
(*) Incluindo as alterações do orçamento n.º 8.
115,9 Total das autorizações
49,0 42,4 9,2 5,2 6,3 0,4 2,1 1,3 Agricultura e desenvolvimento rural
Acções estruturais (tendo em vista reduzir as disparidades a nível de riqueza)
Políticas internas (investigação, ambiente, educação, transportes, redes de transporte e de energia, etc.)
Acções externas (ajuda a países terceiros, excluindo o Fundo Europeu de Desenvolvimento)
Administração
Reservas (ajuda de emergência, garantia)
Estratégia de pré-adesão (para os países candidatos à adesão à UE)
Compensações aos novos Estados-Membros
Orçamento 2005 (*)
(em milhares de milhões de euros) Principais domínios de actividade
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Competitividade Regional e
Emprego [FEDER, FSE]
• O objectivo CRE visa reforçar a
competitividade das regiões, a sua capacidade de atracção e o emprego através:
o dos programas de desenvolvimento
que ajudarão as regiões a antecipar e a fomentar a mudança económica,
o da inovação e da promoção da
sociedade do conhecimento, do espírito empresarial, da protecção do ambiente e da melhoria da sua acessibilidade;
o da adaptação da mão-de-obra e do
investimento em recursos humanos, serão apoiados mais e melhores empregos
Cooperação Territorial
Europeia [FEDER]
• O objectivo CTE visa reforçar:
o a cooperação transfronteiriça
através de iniciativas locais e regionais conjuntas
o a cooperação transnacional que
visa um desenvolvimento territorial integrado,
o a cooperação inter-regional e o
intercâmbio de experiências.
Convergência [FEDER, FSE, FC]
• O objectivo Convergência visa
promover a recuperação das regiões com atrasos de desenvolvimento através:
o da dotação de equipamentos de base
que ainda carecem e facilitar os investimentos nas empresas, a fim de permitir o arranque de novas
actividades económicas.
FUNDOS ESTRUTURAIS E FUNDO DE COESÃO
DA UNIÃO EUROPEIA
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FUNDOS ESTRUTURAIS E FUNDO DE COESÃO
DA UNIÃO EUROPEIA
O FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional)
financia infra-estruturas, investimentos produtivos para criar
emprego, projectos de desenvolvimento local e ajudas às PME.
O FSE (Fundo Social Europeu) favorece a inserção profissional
dos desempregados e dos grupos desfavorecidos, nomeadamente
financiando acções de formação e sistemas de apoio à
contratação.
O FEADER (Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento
Rural) contribuirá para aumentar a competitividade dos sectores
agrícola e florestal, para melhorar o ambiente, a gestão do espaço
rural e a qualidade de vida e para diversificar as actividades nas
zonas rurais. O FEADER financiará também estratégias de
desenvolvimento local e acções de assistência técnica (projectos
do tipo Leader).
O FEP (Fundo Europeu das Pescas) prevê apoios financeiros
para facilitar a aplicação da última reforma da política comum da
pesca e apoiar as reestruturações necessárias ligadas à evolução
do sector.
O Fundo de Coesão financia directamente projectos individuais
que permitam melhorar as condições ambientais e desenvolver as
redes de transporte.
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FEDER – Fundo Europeu de
Desenvolvimento Regional
Objectivo convergência:
• investigação e desenvolvimento tecnológico, inovação e espírito
empresarial; sociedade da informação; ambiente; prevenção de riscos; turismo; redes de transportes/RTE; redes energéticas e energias
renováveis; investimentos de educação e saúde; ajudas directas às PME
Objectivo competitividade regional e emprego:
• inovação e economia do conhecimento (IDT, transferência de tecnologia,
inovação nas PME)
• ambiente e prevenção de riscos (NATURA 2000 reabilitação de terrenos
contaminados; promoção da eficiência energética e energias renováveis)
• acesso (fora das zonas urbanas) a serviços de transporte e de
telecomunicações de interesse económico geral
Objectivo cooperação europeia transfronteiriça
:
:
• actividades socioeconómicas transfronteiriças:
o espírito empresarial e desenvolvimento de PME, turismo e cultura, protecção do
ambiente; melhor acesso a redes de transporte, de informação e de comunicação e sistemas de abastecimento de água e energia; infra-estruturas sociais e culturais, especialmente nos sectores da saúde e da educação
• cooperação transnacional, desenvolvimento territorial integrado:
o gestão das águas e da costa, acessibilidade, tecnologias avançadas de
comunicação e informação; segurança marítima; prevenção de riscos; redes de IDT e de desenvolvimento tecnológico, etc.
• constituição de redes e troca de experiências
o entre autoridades regionais e locais: programas de cooperação em rede, estudos,
recolha de dados e observação e análise de tendências de desenvolvimento na União.
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FSE – Fundo Social Europeu
O Fundo Social Europeu (FSE) é o principal instrumento financeiro
que permite à União Europeia concretizar os objectivos
estratégicos da sua política de emprego.
Instituído pelo Tratado de Roma, é o Fundo Estrutural mais antigo,
prosseguindo desde há 50 anos, em colaboração com os
Estados-membros, uma estratégia de investimento em programas e
políticas que têm como objectivo específico desenvolver as
competências e melhorar as perspectivas profissionais dos
cidadãos europeus:
• É um instrumento fundamental para a prevenção e luta contra o
desemprego, para o desenvolvimento dos recursos humanos e
integração social no mercado de trabalho, com o objectivo de promover níveis elevados de emprego, igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, o combate à exclusão social, o desenvolvimento
sustentável e a coesão económica e social.
• Visa uma simplificação dos procedimentos administrativos associados à
sua utilização e gestão;
• Apoia-se nas noções de partenariado, acção local e avaliação da
eficácia;
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QREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional
Os Programas Operacionais Temáticos do período
2007-2013 são os seguintes:
•
Programa Operacional Temático Factores de
Competitividade (FEDER)
•
Programa Operacional Temático Potencial Humano
(FSE)
•
Programa Operacional Temático Valorização do
Território (FEDER e Fundo de Coesão)
Os Programas Operacionais Regionais do Continente,
objecto de co-financiamento comunitário pelo FEDER,
são estruturados territorialmente de acordo com as
NUTS II, sendo os seguintes:
•
Programa Operacional Regional Norte
•
Programa Operacional Regional Centro
•
Programa Operacional Regional Lisboa
•
Programa Operacional Regional Alentejo
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QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional
Programas Operacionais das Regiões Autónomas, apoiados
financeiramente pelo FEDER e pelo FSE:
• Programa Operacional Regional Açores – FEDER • Programa Operacional Regional Açores – FSE • Programa Operacional Regional Madeira – FEDER • Programa Operacional Regional Madeira – FSE
Programas Operacionais de Cooperação Territorial, apoiados
financeiramente pelo FEDER e pelo FSE:
• Transfronteiriça (Portugal-Espanha e Bacia do Mediterrâneo)
• Transnacional (Espaço Atlântico, Sudoeste Europeu, Mediterrâneo e
Madeira-Açores-Canárias)
• Inter-regional (iniciativa da Comissão Europeia “Regions for Economic
Change”)
• Redes de Cooperação Inter-regional (INTERACT, URBACT e ESPON)
Programas Operacionais de Assistência Técnica ao QREN, cujo
financiamento comunitário será assegurado pelo FEDER, Fundo de
Coesão e FSE:
• Programa Operacional de Assistência Técnica – FEDER • Programa Operacional de Assistência Técnica - FSE
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PROGRAMA CULTURA (2007-2013)
Medidas:
• Promover a mobilidade transnacional dos agentes culturais;
• Incentivar a circulação transnacional de obras e produções artísticas e culturais; • Incentivar o diálogo intercultural.
Acções
• Apoio a acções culturais, tais como:
o Projectos plurianuais de cooperação, o Acções de cooperação,
o Acções especiais;
• Apoio a organismos activos no plano europeu no domínio da cultura;
• Apoio a trabalhos de análise, recolha e divulgação de informações, bem como a
actividades que potenciem o impacto de projectos no domínio da cooperação cultural e da elaboração de políticas culturais europeias.
Objectivos
• Promover a mobilidade transnacional dos agentes culturais;
• Incentivar a circulação transnacional de obras e produções artísticas e culturais; • Incentivar o diálogo intercultural.
Público Alvo
• Os Estados-Membros da União Europeia;
• Os 3 países do EEE (Islândia, Liechtenstein, Noruega), sob reserva de aprovação da
decisão adequada do Comité Misto do EEE;
• Os países candidatos (Turquia, Croácia, Antiga República Jugoslava da Macedónia) e
os países dos Balcãs Ocidentais (Albânia, Bósnia-Herzegovina, Montenegro, Sérvia, incluindo o Kosovo (Resolução 1244 do Conselho de Segurança das Nações Unidas), sob reserva da conclusão do protocolo de acordo («Memorando de Acordo») adequado estabelecendo as modalidades da sua participação.
Decisão n. Decisão n.ºº 1855/2006/CE 1855/2006/CE do do Parlamento Parlamento Europeu e do Europeu e do Conselho, de Conselho, de 12 12 dedeDezembDezemb ro de ro de 2006, 2006, que institui o que institui o Programa Programa Cultura Cultura (2007 (2007--2013)2013)
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Fontes de informação sobre candidaturas e
programas comunitários e nacionais:
•
Auxílios e Empréstimos da UE (Comissão
Europeia) [de,
en
, fr]
•
Módulo PROGCOM – Infoeuropa (CIEJD)
•
Concursos e Apoios – Programas
–
Representação CE em Portugal
•
Informação sobre Apoios da União Europeia
INTRODUÇÃO AOS FUNDOS E PROGRAMAS DE
APOIO À CULTURA
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