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EXTRAÇÃO DE DRENAGEM A PARTIR DE MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO

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(1)

INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA

Seção de Ensino de Engenharia Cartográfica SE-6

Defesa de Mestrado

EXTRAÇÃO DE DRENAGEM

A PARTIR DE MODELO

DIGITAL DE ELEVAÇÃO

Al. Phillipe Valente Cardoso

(2)

ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO

1.

INTRODUÇÃO

2. REFERENCIAL TEÓRICO

3. MATERIAIS E MÉTODOS

4. RESULTADOS PARA A BACIA HIDROGRÁFICA

5. RESULTADOS DOS TESTES DE LIMIARES

POR COMPARTIMENTO GEOMORFOLÓGICO

6. CONCLUSÕES

(3)

1. INTRODUÇÃO

Falta de Bases Cartográficas

Cartografia Digital

Automatização

Extração de Feições Cartográficas

(4)

1.1 OBJETIVO

(5)

1.1.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Identificar parâmetros de extração de drenagem que

melhor se em enquadrem na unidade espacial

estudada.

Comparar os parâmetros de extração de drenagem

em diferentes domínios geomorfológicos.

Identificar a melhor parametrização para extração de

drenagem em compartimentos geomorfológicos;

Comparar as extrações de drenagem entre os

(6)

2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 EXTRAÇÃO DE FEIÇÕES

A extração quando realizada de forma manual demanda muito tempo e

necessita sempre da experiência de um profissional qualificado.

O avanço da informática está tornando viável o desenvolvimento de métodos

mais eficientes para a extração de feições lineares em produtos de

sensoriamento remoto.

Após a implementação dessas técnicas, é necessário analisar a qualidade do

processo visando à validação da extração.

A geração e atualização feitas por processo fotogramétrico passam pela

(7)
(8)

Trecho Drenagem : “Geometria do tipo linha representando o fluxo d’água

permanente ou temporário, podendo esse, coincidir ou não com um trecho de

massa d’água capturado como linha em função da escala de aquisição.”

Guerra (1966) que define um rio como o acumulo de água em uma calha cujo

declive contínuo permite uma hierarquização na rede hidrográfica. Um rio é

limitado fisicamente pelas suas margens e vertentes(...)

(9)

2.3 MODELOS DIGITAIS DE ELEVAÇÃO

MDEs são entendidos como representações da superfície do

terreno acrescida de quaisquer objetos existentes sobre ela e

que influenciem no valor da reflectância do pixel.

MDT, seria a representação somente do solo, ou seja, não

sofreria a interferência desses objetos

(10)

2.3.1 - SHUTTLE RADAR TOPOGRAPHY MISSION

(SRTM)

Representação da aquisição de dados

brutos durante a missão SRTM

MDE SRTM

Missão realizada entre 11 e 22 de fevereiro de 2000 com o objetivo de

(11)

Algoritmos de extração podem ser agrupados em dois tipos, os de

fluxos simples, onde o fluxo escorre para uma única direção e os de

fluxo múltiplo em que a dispersão do fluxo, leva em conta a

complexidade do relevo. (PELLETIER, 2008)

Representação do escoamento de fluxo simples e múltiplo.

(12)

A) Deterministic Eight Neighbors

(D8)

Método de definição da direção do escoamento da drenagem

(13)

B) Infinit. Direction (DINF)

48

60

50

65

20

45

39

55

70

Atribui um sentido de fluxo baseado na inclinação mais

(14)

Área de Captação D8

Área de Captação DInf

D8

(15)
(16)

3. MATERIAIS E MÉTODOS

DRENAGEM IBGE – 1:50.000

SRTM

(17)

MDE Carta

Teresópolis

MDE Nova

Friburgo

Limiarização

Drenagem

Teresópolis

Drenagem Nova

Friburgo

Análises

Drenagem IBGE

(18)
(19)

SRTM BHRSJ

Limiarização Min

Seg. Modelo D8

Limiarização CA

Modelo D8

Drenagem IBGE

Drenagem Ca D8

Drenagem Min.

Seg. DINF

Drenagens DINF

Avaliação

Melhores Drenagem

Ca DINF

Melhores Drenagem

Min. Seg. D8

Limiares

Avaliação comparativa entre

as extrações D8 e DINF por

(20)
(21)
(22)

Representação dos valores de

fluxo acumulado

(23)

SRTM BHRSJ

Seleção de áreas para os

domínios geomorfológicos

Limiarização CA para as Áreas

1,2 e 3 de cada compartimento

Drenagem IBGE

Aplicação do Limiar

D8 na Extração DINF

Aplicação de Limiar

nas Áreas 4 e5

Extrações D8 para

as áreas 1,2 e 3

Determinação de Limiar para

cada compartimento

Avaliação comparativa

Extrações DINF para

as áreas 1,2 e 3

Drenagem IBGE

(24)
(25)

NÚMERO DE SEGMENTO DE CANAIS

EXTENSÃO DE CANAIS

DENSIDADE DE CANAIS

DISTÂNCIA ENTRE VÉRTICES

ANÁLISE VISUAL

(26)

4. RESULTADOS PARA A BACIA

HIDROGRÁFICA

4.1 TESTE PRIMÁRIO

DRENAGEM

NÚMERO DE CANAIS EXTENSÃO DE CANAIS

Teresópolis - Base IBGE

681

394,1 Km

Teresópolis - Extração

2680

582,3 Km

Nova Friburgo - Base IBGE

1042

515,4 Km

(27)
(28)

TESTE MODELO D8 – BACIA HIDROGRÁFICA

TESTES

Seg. c/

Lagoa

Seg. s/

Lagoa

Ext. c/

Lagoa

Ext. s/

Lagoa

Dr. c/

Lagoa

Dr. s/

Lagoa

%

Seg.

%

Ext.

BHRSJ_D8_0_10 4796

4705

5019.05

4850.51

2.26

2.22

216.52% 184.07%

BHRSJ_D8_0_15 2598

2549

3834.36

3700.51

1.23

1.20

122.67% 140.62%

BHRSJ_D8_0_16 2359

2317

3674.81

3543.24

1.11

1.09

111.39% 134.77%

BHRSJ_D8_0_17 2108

2064

3501.16

3487.26

1.00

0.97

99.54%

128.40%

BHRSJ_D8_0_18 1935

1896

3363.17

3238.33

0.91

0.90

91.37%

123.34%

BHRSJ_D8_0_19 1793

1753

3249.7

3127.01

0.85

0.83

84.66%

119.18%

BHRSJ_D8_0_20 1645

1605

3125.51

3011.15

0.78

0.76

77.67%

114.62%

BHRSJ_D8_0_21 1531

1493

3024.24

2911.94

0.72

0.67

69.12%

110.91%

BHRSJ_D8_0_22 1398

1398

2904.27

2904.27

0.66

0.66

63.12%

106.51%

BHRSJ_D8_0_23 1304

1304

2817.25

2817.25

0.62

0.62

58.87%

103.32%

BHRSJ_D8_0_24 1212

1212

2725.57

2725.57

0.57

0.56

54.72%

99.96%

(29)
(30)

EXTRAÇÃO MODELO D8

TESTES - D8 Pixel Seg. c/ Lagoa Seg. s/ Lagoa Ext. c/ Lagoa Ext. s/ Lagoa Dr c/ Lagoa Dr

s/ Lagoa % Seg. % Ext.

BHRSJ_1_3304800 1 360 348 897.13 854.89 0.17 0.16 16.25% 32.90%

BHRSJ_4_2875500 4 411 399 959.63 915.59 0.19 0.19 18.56% 35.19%

BHRSJ_5_2826900 5 421 409 966.30 922.00 0.20 0.19 19.01% 35.44%

BHRSJ_6_2786400 6 427 415 972.32 927.89 0.20 0.20 19.28% 35.66%

BHRSJ_10_2243700 10 534 521 1086.87 1040.29 0.25 0.25 24.11% 39.86%

BHRSJ_11_2227500 11 538 526 1089.82 1043.21 0.25 0.25 24.29% 39.97%

BHRSJ_13_2178900 13 545 533 1101.74 1054.95 0.26 0.25 24.60% 40.40%

BHRSJ_15_2065500 15 563 551 1128.61 1081.55 0.27 0.26 25.42% 41.39%

BHRSJ_50_1239300 50 904 885 1445.43 1388.87 0.43 0.42 40.81% 53.01%

BHRSJ_103_729000 103 1415 1376 1851.45 1778.89 0.67 0.65 63.88% 67.90%

BHRSJ_104_712800 104 1442 1399 1868.96 1795.21 0.68 0.66 65.10% 68.54%

BHRSJ_155_542700 155 1880 1829 2122.36 2038.15 0.89 0.86 84.88% 77.83%

BHRSJ_163_526500 163 1928 1877 2153.23 2068.03 0.91 0.89 87.04% 78.97%

BHRSJ_174_477900 174 2148 2094 2259.89 2170.37 1.01 0.99 96.98% 82.88%

BHRSJ_192_461700 192 2197 2143 2296.01 2205.13 1.04 1.01 99.19% 84.20%

BHRSJ_210_453600 210 2225 2168 2315.91 2223.65 1.05 1.02 100.45% 84.93%

BHRSJ_215_445500 215 2249 2192 2335.32 2242.83 1.06 1.04 101.53% 85.64%

BHRSJ_228_396900 228 2484 2418 2467.39 2369.94 1.17 1.14 112.14% 90.49%

BHRSJ_260_348300 260 2785 2712 2620.38 2516.90 1.32 1.28 125.73% 96.10%

BHRSJ_347_324000 347 2950 2876 2710.85 2604.32 1.39 1.36 133.18% 99.42%

BHRSJ_378_315900 378 3019 2942 2743.64 2635.89 1.43 1.39 136.30% 100.62%

(31)
(32)
(33)

4.3 TESTE MODELO D8 X MODELO DINF

EXTRAÇÃO MODELO DINF

TESTES

Seg. c/

Lagoa

Seg. s/

Lagoa

Ext. c/

Lagoa

Ext. s/

Lagoa

Dr. c/

Lagoa

Dr. s/

Lagoa

%

Seg.

%

Ext.

BHRSJ_DINF_0_17 2108

2064 3501.16 3487.26

1.00

0.97

99.54% 128.40%

BHRSJ_DINF_0_18 1935

1896 3363.17 3238.33

0.91

0.90

91.37% 123.34%

BHRSJ_DINF_0_24 1212

1212 2725.57 2725.57

0.57

0.56

54.72% 99.96%

(34)
(35)

EXTRAÇÃO MODELOS D8 E DINF POR COMPARTIMENTOS GEOMORFOLÓGICOS

Compartimentos Testes Segmentos Extensão Densidade de Segmentos

MONTANHOSO

BHRSJ_D8_210_453600 493 433.85 0.76 BHRSJ_D8_228_396900 553 468.53 0.86 BHRSJ_D8_378_315900 676 532.96 1.05 BHRJ_DINF_453600 473 427.30 0.73 BHRJ_DINF_396900 534 461.69 0.83 BHRJ_DINF_315900 641 517.55 0.99 BASE DO IBGE 533 633.29 0.83

MORROS

BHRSJ_D8_210_453600 112 46.29 0.69 BHRSJ_D8_228_396900 132 53.14 0.81 BHRSJ_D8_378_315900 176 68.19 1.09 BHRJ_DINF_453600 114 47.64 0.70 BHRJ_DINF_396900 175 57.59 1.08 BHRJ_DINF_315900 179 68.86 1.10 BASE DO IBGE 217 145.46 1.34

MORROTES

BHRSJ_D8_210_453600 176 75.28 0.93 BHRSJ_D8_228_396900 189 81.76 1.00 BHRSJ_D8_378_315900 229 97.49 1.21 BHRJ_DINF_453600 181 76.14 0.96 BHRJ_DINF_396900 193 83.18 1.02 BHRJ_DINF_315900 229 96.85 1.21 BASE DO IBGE 98 88.89 0.52

COLINOSO

BHRSJ_D8_210_453600 379 282.30 0.90 BHRSJ_D8_228_396900 475 308.48 1.12 BHRSJ_D8_378_315900 524 356.38 1.24 BHRJ_DINF_453600 389 287.37 0.92 BHRJ_DINF_396900 441 312.85 1.04 BHRJ_DINF_315900 544 359.85 1.29 BASE DO IBGE 676 557.50 1.60

PLANÍCIE

(36)
(37)

TESTES ÁREA 1 - DOMÍNIO MONTANHOSO

(38)
(39)

-TESTES ÁREA 2 - DOMÍNIO MONTANHOSO

TESTES ÁREA 2 Segmentos Extensão Densidade de Segmentos Fluxos

(40)
(41)

-TESTES ÁREA 3 - DOMÍNIO MONTANHOSO

(42)

-Áreas

D8

DINF

A1

3.97%

2.50%

A2

4.70%

4.70%

A3

2.38%

1.58%

MÉDIA

3.68%

2.93%

DESVIO

(43)

TESTES ÁREA 4

Segmentos

Extensão

Segmentos

Densidade

(44)

TESTES ÁREA 5 - DOMÍNIO MONTANHOSO

TESTES ÁREA 5

Segmentos

Extensão

Segmentos

Densidade

(45)

TESTES ÁREA 1 - DOMÍNIO DE MORROS

(46)
(47)

-TESTES ÁREA 2 - DOMÍNIO DE MORROS

TESTES ÁREA 2 Segmentos

Extensão

Densidade

Segmentos

Fluxos

(48)
(49)

-TESTES ÁREA 3 - DOMÍNIO DE MORROS

TESTES ÁREA 3 Segmentos

Extensão

Densidade

Segmentos

Fluxos

A1_D8_8100

42

10.76

13.67

1

A3_D8_48600

11

5.25

3.58

6

A3_D8_56700

8

4.81

2.60

7

A3_D8_64800

7

4.52

2.28

8

A1_DINF_8100

42

10.76

13.67

1

A3_DINF_48600

14

5.99

4.56

6

A3_DINF_56700

11

5.59

3.58

7

A3_DINF_64800

10

5.16

3.25

8

(50)

-Áreas

D8

DINF

A1

3.97

2.50

A2

4.70

4.70

A3

2.38

1.58

MÉDIA

3.68

2.93

DESVIO

(51)
(52)
(53)

TESTES ÁREA 1 - DOMÍNIO DE MORROTES

TESTES ÁREA 1 Segmentos

Extensão

Densidade

Segmentos

Fluxos

A1_D8_8100

3

0.79

6.20

1

A1_D8_16200

2

0.63

4.14

2

A1_D8_24300

1

0.54

2.07

3

A1_DINF_8100

3

0.79

6.20

1

A1_DINF_16200

3

0.79

6.20

2

A1_DINF_24300

3

0.79

6.20

3

(54)
(55)

-TESTES ÁREA 2 - DOMÍNIO DE MORROTES

TESTES ÁREA 2 Segmentos

Extensão

Densidade

Segmentos

Fluxos

A2_D8_8100

3

1.54

4.41

1

A2_D8_16200

2

1.19

2.94

2

A2_DINF_8100

3

1.54

4.41

1

A2_DINF_170100

5

1.10

7.34

2

(56)
(57)

-TESTES ÁREA 3 - DOMÍNIO DE MORROTES

TESTES ÁREA 3 Segmentos

Extensão

Densidade

Segmentos

Fluxos

A3_D8_8100

13

3.15

11.49

1

A3_D8_16200

11

2.75

9.72

2

A3_D8_48600

3

1.05

2.65

6

A3_D8_97200

2

0.43

1.77

12

A3_DINF_8100

13

3.15

11.49

1

A3_DINF_16200

8

2.01

7.07

2

A3_DINF_48600

3

1.48

2.65

6

A3_DINF_97200

3

0.65

2.65

12

(58)
(59)
(60)
(61)

TESTES ÁREA 1 - DOMÍNIO COLINOSO

TESTES ÁREA 1 Segmentos

Extensão

Densidade

(62)
(63)

-TESTES ÁREA 2 - DOMÍNIO COLINOSO

(64)
(65)

-TESTES ÁREA 3 - DOMÍNIO COLINOSO

TESTES ÁREA 3 Segmentos

Extensão

Densidade

(66)

-Áreas

D8

DINF

A1

2.25%

2.25%

A2

1.8%

2.18%

A3

1.27%

1.48%

MÉDIA

1.77%

1.97%

DESVIO

(67)

TESTES ÁREA 4 - DOMÍNIO COLINOSO

TESTES ÁREA 4

Segmentos

Extensão

Segmentos

Densidade

A4_DINF_56700

14

5.68

4.52

(68)

TESTES ÁREA 5 - DOMÍNIO COLINOSO

TESTES ÁREA 5

Segmentos

Extensão

Segmentos

Densidade

A5_D8_24300

5

2.18

3.36

(69)

TESTES ÁREA 1 - DOMÍNIO DE PLANÍCIE

TESTES ÁREA 1 Segmentos Extensão

Densidade de Segmentos

Fluxos

A1_D8_8100

18

5.48

10.22

1

A1_D8_32400

11

3.44

6.24

4

A1_D8_48600

10

2.57

5.68

6

A1_DINF_8100

18

5.48

10.22

1

A1_DINF_32400

11

3.76

6.24

4

A1_DINF_48600

2

1.23

1.14

6

BASE DO IBGE

5

2.76

2.84

-TESTES ÁREA 2 - DOMÍNIO DE PLANÍCIE

(70)

-TESTES ÁREA 3 - DOMÍNIO DE PLANÍCIE

TESTES ÁREA 3 Segmentos

Extensão

Densidade

Segmentos

Fluxos

A3_D8_8100

17

5.46

9.65

1

A3_D8_48600

6

2.50

3.41

6

A3_DINF_8100

17

5.46

9.65

1

A3_DINF_48600

6

2.66

3.41

6

(71)
(72)

-➢

A variável relevo mostrou-se determinante nos processos de

extração da drenagem realizados, dificultando as extrações que

contemplem toda uma unidade espacial já consagrada, como por

exemplo, as bacias hidrográficas ou mesmo micro bacias.

Áreas definidas como de montanhas e colinas foram as que

apresentaram os melhores resultados nos processos de extração.

Já nos domínios geomorfológicos de morrotes, morros e

planícies, não foi obtida uma representação satisfatória por

nenhum dos modelos de extração de drenagem estudados. Essa

análise demonstrou que o método para a determinação de um

limiar em comum não é valido para esses compartimentos.

(73)

As áreas de relevo mais plano apresentam mais diferenças em

relação à realidade de referência, em comparação com as áreas

de relevo mais acidentado. Contudo, existem ainda diferenças de

amplitude e declividade mesmo dentro de um compartimento de

relevo, caracterizada como um domínio montanhoso, por

exemplo.

Em relação a algumas feições extraídas pelos modelos

(74)

Foi identificado um aumento na extensão dos canais nos dois

modelos. Como diferenças entre os modelos, houve o

aparecimento de trechos de drenagem nas extrações pelo

modelo DINF, que não foram encontrados no modelo D8.

Quanto aos processos de avaliação, os métodos utilizados,

(75)

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Imagem

Gráfico  representativo  da  diminuição  do  número  de  pixel  com  o  aumento  do  fluxo acumulado.

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