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POLITICAS DO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL E LOCAL

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Academic year: 2019

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(1)UNIVERDIADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE DIREITO Programa de Mestrado e Pós-Graduação. POLITICAS DO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL E LOCAL. Prof. Doutor Jacob Massuanganhe, PhD Politicas Públicas, Governação e Desenvolvimento Local Director de Programas, CPPPGL- FDUAN [email protected]. https://sites.google.com/site/jacobmassuanganhe.

(2) Objectivos Pedagógicos  Discutir o conceito do Desenvolvimento do Território -. Abordagem Exógena, e a sua relação com abordagens do Desenvolvimento Local (Pólos de desenvolvimento, clusters, aglomerados e incubadoras).  Introduzir ferramentas técnicas de Gestão do Desenvolvimento e Administração do Território (Conceptualizar o quadro do planeamento do desenvolvimento territorial - Planos Directores.  Habilitar com abordagens inovadoras sobre os eixos do Desenvolvimento local - Abordagem Endógena (Cooperativismo, empreendedorismo, Parceria PúblicoPrivada, etc).  Habilitar com técnicas de elaboração de Projectos de Desenvolvimento Local.

(3) Administração e Gestão do Território Administração  Organização  Estruturas (Processos)  Actuação (Politicas)  Proficiência  Integração  Alinhamento. Gestão  Funcionamento  Relações  Acção (Programas)  Eficiência  Sincronização  Harmonização Macro Meso Micro.

(4) PORQUÊ AS POLITICAS PUBLICAS FALHAM NO DOMINIO LOCAL?.

(5) Políticas do Desenvolvimento. S E G M E N T O S. Macro. Meso. Micro. Gestão do Desenvolvimento.

(6) Políticas do Desenvolvimento. S E G M E N T O S. Políticas (Estado). Desenvolvimento do Território. Instituições (Actores).

(7) Premissas: Políticas do Desenvolvimento Local  O desenvolvimento. depende de forma decisiva da forma como se organiza o conjunto dos actores sociais em cada espaço territorial.  Deste modo, o TERRITORIO constitui um actor fundamental no enfoque do desenvolvimento local integral e endógeno. Assimetrias no Mundo.

(8) Políticas do Desenvolvimento As políticas macro económicas são insuficientes para combater a pobreza e reduzir as desigualdades. O desenvolvimento não depende unicamente do sector público e das estratégias sectoriais.. SÓ COMBATEMOS A POBREZA , CRIANDO RIQUEZA.

(9) Finalidade da Gestão do Desenvolvimento •. Assimetrias regionais - Aumento das desigualdades, de tensões e conflitos: fome, pobreza, migrações, guerras.. •. Fraco aproveitamento das potencialidades micro e/ou macro regionais e a Especialização dos espaços geográficos : Geopolítico–estratégico.. •. Integração do espaço territorial nas abordagem e estratégias de desenvolvimento integrado (concentração, aglomerados, clusters, incubadoras).. •. Emergência de teorias de desenvolvimento sustentável (energia, florestas, biodiversidade, água, etc)..

(10) Matriz da Gestão do Desenvolvimento do Território DIAGNOSTICO. Interno (A montante) Sincronização Sintonia (Funcionograma). Convergência Integração (Organizagrama). Factores Críticos (in)sucesso Condicionantes Determinantes. Externo (A jusante) Ambiente (Vantagens) Competição (Inovação). VISÃO ESTRATÉGICA. PROGNOSTICO. (Cultura, Comportamento e Clima). Metas Previsões e Projecções). Estratégias Dominantes (Natural ou Modelos de sucesso). Indicadores Operacionais Processo Globais. Objectivos e Valores. Utente (Cidadão) Tácticas Normativas. Optimizantes. ACÇÃO ESTRATÉGICA Gestão Operacional Governação Corporativa. Controlo Estratégico Metas Balanceadas (BSC). Gestão do Desempenho Benchmarking.

(11) Gestão do Desenvolvimento do Território. Fonte: Marcos Domingos, 2006.

(12) Gestão do Desenvolvimento do Território •. Limites geográficos;. •. Identidade e diferença;. •. Relações sociais, culturais, étnicas;. •. Relações de poder;. •. Características ambientais;. •. Rede de relações económicas;. •. Problema/oportunidade comum..

(13) TERRITÓRIO CONCEITOS:. 3. Para Abramovay (1998), “ um território representa uma interacção do espaço fisico com a conjugação de relações com raízes históricas-antopologicas, configurações sociais e políticas, identidades e crenças que desempenham um papel chave no desenvolvimento”. 4. Chia, citado por Cirad-Sar (1996), define território como um “espaço geográfico construído socialmente, marcado culturalmente e delimitado institucionalmente”.

(14) TERRITÓRIO - CONCEITOS: O conceito de “território” surgiu há alguns anos, na literatura especializada e no vocabulário das políticas de desenvolvimento. Como definir “território” ? 1. Numa perspectiva de desenvolvimento: “ território faz referência a gestão de um espaço governado (Andrade, 1995) 2. No sentido socio-antropológico, Di Meo(1995) “o ambiente de vida, de acção e de pensamento de uma comunidade, associado à processos de construção de identidade”..

(15) TERRITÓRIO É um espaço físico, geograficamente definido, não necessariamente. contínuo,. caracterizado. por. critérios multidimensionais, tais como o ambiente,. a economia, a sociedade, a cultura, a política e as instituições, e uma população, com grupos sociais relativamente distintos, que se relacionam interna. e externamente por meio de processos específicos, onde se pode distinguir um ou mais elementos que indicam identidade e coesão (social, cultural e. territorial)..

(16) a) IDENTIDADE TERRITORIAL A coesão social e territorial indicam a identidade do território, as crenças, os valores e a forma de ser e de estar (Ser e Estar) . A. identidade territorial expressa-se na cooperação, na solidariedade, na coresponsabilidade, no sentimento de pertencer e na inclusão (Angolano fora do país).. Manifesta a vontade dos actores e o desejo dos mesmos na prossecução de um determinado fim (relegioso, cultura, social, etc) .

(17) b) COESÃO  a coesão social, como expressão de sociedades nas quais prevaleça a equidade, o respeito à diversidade, a solidariedade, a justiça social, o sentimento de unidade e a inclusão (unidade na diversidade); e. a coesão territorial como expressão de espaços, recursos, sociedades e instituições imersas em regiões, nações ou espaços supranacionais, que os definem como entidades cultural, política, economia e socialmente integradas. .

(18) O DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL RESSALTA:. O carácter heterogéneo dos territórios (diversidade e a especificidade);. . A necessidade de políticas integradas com objectivos múltiplos e integrais para atender a esta característica;. . A importância de superar a tradição de priorizar investimentos destinados exclusivamente ao desenvolvimento harmonioso;. . A necessidade de mecanismos institucionais que promovam sistemas participativos e abertos, capazes de formular soluções desde a base. . O carácter vertical-holístico das abordagens de desenvolvimento (micro, meso e macro). .

(19) O PROCESSO DE PLANEAMENTO TERRITORIAL PARTICIPATIVO CONTEXTO – DECENTRALIZACAO E PLANEAMENTO DISTRITAL ESTRATEGICO. PLANEAMENTO PARTICIPATIVO LOCAL. PARTICIPACAO, CONSULTAS, DIAGNOSTICO E ARVORE DE PROBLEMAS. IDENTIFICACAO DAS NECESSIDADES LOCAIS PRIMARIAS E SUA PRIORIZACAO NO PROCESSO CONSULTIVO DE PLAFICACAO. CONTEXTO – DEM,ANDA PELOS RECURSOS, MULTIPLICIDADE E POTENCIALIDADES. LEVANTAMENTOS E INVENTARIO DE RECURSOS E OUTROS DADOS. MAPEAMENTO PARTICIPATIVO IDENTIFICACAO DOS FACTORES PRIMARIOS DE FORCA – OS VECTORES E OS PROCESSOS PRODUTIVOS – CADEIAS BASEADO NAS VANTAGENS COMPARATIVAS E COMPETITIVAS. ACCESSO A TERRA E AOS RECURSOS NATURAIS ACORDADO ENTRE OS INTERESSES DIVERSOS. ESTRATEGIAS POR AREAS -SECTORIAIS. ESTRATEGIAS POR MICROREGIAO. PLANOS DE DESENVOLVIMENTO. COMUNIDADE. PRIVADOS. DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL INTEGRADO.

(20) CONSTRUÇÃO DE POLITICAS DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITORIO O PLANO DE DIRECTOR DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL.

(21) Plano Director do Desenvolvimento Territorial  É um conjunto de regras básicas que determinam o. que pode e o que não pode ser feito em cada parte do espaço. Maria Teresa, 2008  O Plano Director são o conjunto de directrizes para a. ocupação, uso e aproveitamento do espaço no horizonte temporal (presente e futuro). Marcos Domingos, 1997.

(22) Plano Director do Desenvolvimento Territorial. Condicionantes Estratégicos.

(23) Plano Director do Desenvolvimento Territorial Funções: • Propicia o crescimento e desenvolvimento econômico. local em bases sustentáveis; Garantir o atendimento às necessidades dos cidadãos quanto à qualidade de vida e justiça social; • Assegurar a regularização fundiária, reintegração dos sistemas ambientais e o reconhecimento da diversidade cultural. • Incorpora o enfoque ambiental de planeamento na definição do modelo de desenvolvimento, das directrizes e das estratégias para a execução de planos, programas e projectos, enfatizando a participação popular, a sustentabilidade económica, social e ambiental..

(24) Plano Director do Desenvolvimento Territorial Funções:  Descreve as características físicas, as actividades. predominantes, os problemas e as potencialidades. Obedece a um processo de discussão pública que analisa e avalia a estrutura existente para depois poder-se formular o que se pretende o futuro de forma ordenada.  Especifica as políticas e as estratégias mais adequadas à sua sustentabilidade e à resolução dos problemas e realidades, tendo em conta o conhecimento aprofundado das zonas urbanas e meio rural.  Direcciona a forma de crescimento, conforme uma visão colectivamente construída no Planeamento Estratégico e tendo como princípios uma melhor qualidade de vida e a preservação dos recursos naturais..

(25) Plano Director do Desenvolvimento Territorial.

(26) DESENVOLVIMENTO REGIONAL. Modelo Endógeno e Exógeno do Desenvolvimento.

(27) A REGIONALIZAÇÃO Experiências • Evolução e funções da política de desenvolvimento territorial. • 3 Etapas da evolução das políticas de desenvolvimento rural – Anos 80 – acompanhamento das políticas de mercado, com uma lógica fundamentalmente sectorial – Anos 90 – de diversificação económica das áreas rurais, com enfoque territorial. – Actual – Abordagem mista (Abordagem integrada) ambas se integram, e volta a se privilegiar uma lógica sectorial vs territorial..

(28) Desenvolvimento Regional . No mundo todo, o aumento da concorrência associado ao processo de globalização e as crises cíclicas, criaram um contexto de incertezas em escala internacional, já que cidades e regiões competem entre si para manterem os investimentos e atraírem ainda mais novos investimentos (internos e externos).. . O Desenvolvimento regional passa a configura-se como sendo o modo pelo qual são definidas e aplicadas as política de desenvolvimento e intervêm activamente nos processos de reestruturação ou reconfiguração..

(29) Desenvolvimento Regional a) Abordagem do Desenvolvimento exógeno . A primeira geração, ainda muito em voga no mundo, corresponde a atracção de investimentos para as regiões periféricas, se caracterizando como medidas de desenvolvimento exógeno.. . Com a descolonização e abertura económica em de muitos países, nas décadas de 1980 e 1990, ideia fomento de investimento externo ganhou terreno.. . Foram formados grandes pólos de desenvolvimento, que estimulariam a expansão das regiões mais atrasadas, garantindo facilidade em termos de investimento (medias fiscais, acordos bilaterais, etc).

(30) Condicionantes do Desenvolvimento Exógeno: Vectores do Desenvolvimento. Especialização Cambambe (Energia). Vantagem Competitiva. Vantagem Comparativa. Cazengo (Turismo). Ambaca (Milho). Gulungo Alto (Mandioca) RECURSOS. Vectores de Especialização (Efeito de Interdependência).

(31) Desenvolvimento Regional b) Abordagem do Desenvolvimento endógeno: . Como o advento da Nova Abordagem de Desenvolvimento Territorial, associado a criação de blocos e processos de integração, há uma nova tendência de reorientar o processo de desenvolvimento para uma faceta com menos depedência (soberania nacional). . A nova estratégia de desenvolvimento regional está baseada em uma abordagem territorial do desenvolvimento interno. Potenciação das capacidades internas e reorientação dos processos produtivos para áreas estratégicas - A escala produtiva de cada localidade (Um territorio, um Produto)..

(32) Desenvolvimento Regional b) Abordagem do Desenvolvimento endógeno: . Surgem os Vectores de Desenvolvimento: Caracterizado por identificação de áreas nucleares para a dinamização da economia - Força motriz.. . . Surgem a noção de Cadeia Produtiva no espaço territorial: Caracterizado pela integração de várias actividades orientadas para o mesmo fim.. . . Surge a noção de Cadeia de Valor: Caracterizado por políticas de processamento local das materias naturais (cajú, petroleo, algodão) e a reorintação dos processos produtivos (fomento local)..

(33) Desenvolvimento Regional Princípios do Desenvolvimento endógeno: . Vantagem Comparativa: Associado a concentração em actividades cujo território apresenta mais vantagens comparativamente a outros territórios (potencialidade).. . Vantagem Competitiva: Associado a capacidade produtiva a menos custos relativamente a outros territórios (associado a inovação induzida).. . Especialização: Associado a reorientação e concentração numa única actividade produtiva, em que seja competitivo e comparativamente vantajoso (para facilitar a Importação e Exportação)..

(34) Condicionantes do Desenvolvimento Exógeno: Cadeia do Desenvolvimento. Especialização A (Produção). Economias de Escala. Efeito Multiplicador. E (Comercio). Ambaca (Milho). B (Processa). C (Distribuição) REDE. Especialização (Efeito de Dependência).

(35) Elementos Condicionantes do Desenvolvimento Regional • Localização: proximidade com os principais centros de actividade económica • Recursos Naturais • infraestruturas • Aglomeração • Estrutura Sectorial • Desenvolvimento do conhecimento, informação e inovação • Trabalhadores qualificados e sistema educativo • Fortalecimento institucional • Capital Social.

(36) Implicações dos Modelos Territoriais MODELO EXOGENO  Indução externa: a falha no factor indutor provoca desintegração do sistema (subida preço do petróleo)  Dependência: Leva a que o desenvolvimento esteja condicionado (Politicas do FMI – Perca de soberania – Politica e económica)  Integração: As vantagens são valentes quando há reciprocidade.  MODELO ENDOGENO  Capacidade: Exige habilidade   . . internas (IDH) Fomento a renda e empreso Monetarização da economia local Estimula a produção interna ( Produção e redução Preço, aumento Poupança e Aumento Investimento) Competitividade e emergência de Novos serviços locais..

(37) MODELO DE CONDIONANTES E TENDENCIAS TERRITORIAIS  O Modelo CTT, é desenvolvimento com objectivo de. assegurar a articulação das políticas de Ordenamento e Gestão do Território e de Acessibilidade, Transportes e Mobilidade com a qualidade de vida dos seus beneficiários ou grupo alvo. Identifica um alinhamento necessários em termos de politicas integradas.  As políticas e medidas de acção estratégica devem associar os factores intrínsecos e não intrínsecos na gestão urbana, visando assegurar o envolvimento e articulação os agentes e as politicas.  O modelo CTT esta orientado para a qualidade de vida, melhoria dos serviço e as condições de equidade territorial e social..

(38) MODELO DE CONDIONANTES E TENDENCIAS TERRITORIAIS. Sendo um modelo de analise do tendências, tem uma orientação para situações do futuro. Atende as seguintes orientações:  Redes de infra-estruturas para consolidação de novas centralidades urbanas e de sistemas urbanos mais estruturados (modelo centro periferia).  Diagnóstico territorial e social e directrizes de Desenvolvimento urbano mais compacto e policêntrico  redes de acessibilidade e mobilidade, reforçando a segurança, a qualidade de serviço e as condições de equidade territorial e social.

(39) MODELO DE CONDIONANTES E TENDENCIAS TERRITORIAIS. Sendo um modelo de analise do tendências, tem uma orientação para situações do futuro. Atende as seguintes orientações:  Premissa: Fenómeno em estudo (objectividade)  Factores condicionantes: Diagnóstica os factores críticos. no futuro que deverão merecer atenção especial antes da entrada em vigor da política (previa).  Tendência: Identifica os elementos críticos (oportunidades. e ameaças) que podem contribuir para a materialização ou não os objectivos da política (pressupostos ou desafios)..

(40) MODELO DE CONDIONANTES E TENDENCIAS TERRITORIAIS. Sendo um modelo de analise do tendências, tem uma orientação para situações do futuro. Atende as seguintes orientações:  Directrizes (políticas): Conjunto de alternativas de. solução previsional visando colmatar a incidência dos riscos ou maximizar as oportunidades, sendo que as soluções podem ser normativas (minimizam) ou optimizantes (sustentáveis).  Factores Determinantes (Ambiente): refere-se ao. ambiente em que as soluções deverão ser implementadas, sendo que importante será que estas procurem atacar os problemas tendo em conta a sua génese (causas).

(41) MODELO DE CONDIONANTES E TENDENCIAS TERRITORIAIS. Sendo um modelo de analise do tendências, tem uma orientação para situações do futuro. Atende as seguintes orientações:  Regulamentação: diz respeito a instrumentos normativos. existentes ou não indispensáveis para assegurar os fins da politica, de modo a identificar os intervenientes (actores chaves). o Legislação sobre a sinistralidade.  Problema: É a identificação do foco possível de interferir,. para o qual a política deverá ter a sua incidência..

(42) MODELO DE CONDIONANTES E TENDENCIAS TERRITORIAIS MATRIZ CTT Condicionant es. Resultado (Problema). Regulamen Determinant tação es Causa-Efeito). Directrizes. Tendências. Normativa ou Optimizante). (Oportunidades ou Riscos). 1. Vias Seguras: Reduzir a Sinistralidade 2. Tranquilidade: Delinquência Normas de Segurança e (Prontidão Conduta ordem combativa) Saúde para Todos: Acesso aos Serviços de saúde. Redução Mortalidade Infantil (Segurança Sanitária). Policiamento (efectivos). Esquadras. Normas Disponibilidade Melhoramento Internacionai de Serviços de da rede s (OMS) (atendimento) sanitária Existência de (Acesso) médicos (Observação). Criminalidade. Redução dos casos de mortalidade (indices).

(43) EXERCICIO Faça uma análise dos problemas críticos da Cidade de Benguela . Discuta tendo em conta o Modelo CTT..

(44) II. DESENVOLVIMENTO LOCAL. Condicionantes e Determinantes.

(45) Discuta os seguintes conceitos:. Desenvolvimento Rural Desenvolvimento Local. Desenvolvimento Sustentavel.

(46) Informação Espacial Economia e Recursos Naturais Extensão e Comunicação. O Papel dos actores Locais: Sociedade civil, Sector Privado e Comunidades locais Partilha de responsabilidades aos diferentes actores. Desenvolvimento Económico Local. Emergência empresarial Infrastructuras locais (Efeitos Multiplicador). Boa Governação Local Consultas (Representatividade) Participação e Associativismo. INVESTIMENTO PUBLICO (Efeito Inductor). Descentralização (Efeito Motor). Mercados interligados (integração) Vectores Desenvolvimento Especialidade (cadeia) Serviços Locais (Ex: Banca, Construção) Rotação Económico Local. Capacidade Local Administrações Locais Cadeia de Serviços de utilidade publica. (Coração). Pilares chaves. Sector Privado. (Emergente). Os actores locais convergem numa agenda comum. Técnica. Associativismo Institucional Humana. Visão Estratégica de Desenvolvimento Local Os cidadãos a nível de base podem fazer ouvir as suas vozes de forma construtiva; Há uma Institucionalização dos mecanismos locais que sirvam de consulta à governação;. Fiscal. Recursos e Actividades Locais. …Da Descentralização ao Desenvolvimento Local….. Qualidade de vida, Emprego, renda. Administrativa. Base Tributaria, Acesso aos Serviços Integração local e regional, Crescimento Económico Local. Desenvolvimento Local. Politica. Mudanças Qualitativas e. DESCENTRALIZAÇÃO (INDUTOR E EFEITO MULTIPLICADOR).

(47) Desenvolvimento Desenvolvimento não é igual a crescimento económico crescimento económico é necessário mas não é suficiente para gerar desenvolvimento. Desenvolvimento (Transformação) = progresso material + qualidade de vida, bem estar social, preservação ambiental.

(48) Dimensões do Desenvolvimento Local. Eqüidade. Conservação Ambiental. Social DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL. Viabilidade Econômica.

(49) Desenvolvimento Sustentável é aquele que. “Satisfaz as necessidades do presente, sem comprometer a capacidade de as futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades” Comissão Brundtland, 1987.

(50) Actores do Desenvolvimento Local Governação Local Receitas Locais Mecanismos Consultivos. Serviço Publico. • Desenvolvimento de capacidades (Institucional, técnico, humano e financeiro) •. Provisão de Serviços Públicos (Infrastructuras). Receitas Locais Serviços Financeiros. Serviços Públicos/ Investimento PPP /C. OLE. SOCIEDADE CIVIL Governação Participativa. • IPCC – Consultas e Mecanismos participativos – Governação local. • Participação comunitários (representatividade) e sociedade civil no desenvolvimento local (Projecto de renda e emprego). SECTOR PRIVADO. Oportunidades de negócios. Capacidade Local (AT). Provisao de servicos. Desenv Económico Local • Acesso aos serviços financeiros (Microfinancas) • Microp-empresariado rural associativo/Cooperativo •Acesso ao mercado e desenvolvimento de negócios e Empreendedorismo.

(51) Desenvolvimento Local Integrado  Aspectos relativos a economia local começam a. ganhar muita influência nas matrizes de governação e desenvolvimentos. A abordagem de desenvolvimento local é um marco inovador na escalada de fomento e promoção da capacidade produtiva (arranjos produtivos locais) e transferência de serviços públicos para os actores locais, como pressuposto de emergência de uma classe local que provisão de serviços e bens com aproveitamento dos recursos locais..  Na verdade trata-se de uma marco tridimensional. em que há uma forte interacção entre os governos locais, o sector privado (representado pelas pequenas e medias empresas rurais) e as comunidades locais representadas como fóruns e associações locais..  Pressupõe uma governação local inclusiva e. participativa, sendo que a Descentralização é condicionante chave..

(52) Desenvolvimento Local Integrado  Processo de criação de riqueza, com uso. sustentável e racional dos recursos e potencialidades locais. A intervenção do Estado na economia foi desde sempre uma critica dos debates pro-mercado (liberalismo), porem em economias emergentes há sempre um investimento inicial necessário para o relançamento das actividades, facto que o pensamento económico não liberal nunca consegui provar embora reconhecido o valor.  A intervenção pública nas economias. emergentes, através de gastos públicos ganha espaço de debates nas economias critico dado o seu papel no relançamento das actividades Carácter indutor..  Os modelos de desenvolvimento endógeno,. buscam os actores e recursos locais como parte fundamental, e investimento publico como factor indutor do investimento público – Efeito multiplicador..

(53) Desenvolvimento Local Integrado  A dinâmica interactiva entre estas três forcas é feita. através de uma cadeia integrada que pressupor a existência de uma classe local de base que complemente a acção do estado na provisão de bens e serviços de utilidade pública a nível local.  Esta acção coordenada devera ser dinamizada no sentido de contribuir para a promoção das actividades a nível local – Fomento de cadeia de produção e promoção do investimento a nível do local (efeito motor). Falamos especificamente no efeito motor que uma actividade pode induzir para o surgimento de outros serviços, como por exemplo, o efeito das empresas blocos de construção no surgimento de empresas de construção, embora se reconheça que esta relação não seja linear..

(54) O Estado como agente indutor do desenvolvimento local  O paradigma de factores indutores de desenvolvimento. vêm sendo discutidos já desde os anos 30, porém pouco foram até a data os consensos de quais são os factores que induzem o desenvolvimento.. Como o estado pode ser agente indutor do desenvolvimento? •. O Estado tem uma grande responsabilidade social na indução da economia rural, sobretudo num contexto onde a maior parte da população vive em condições de pobreza absoluta.. •. O Estado tem uma grande responsabilidade de assegurar o relançamento e a promoção dos sectores económicos (a fase do arranque). •. O Estado tem uma grande responsabilidade de criar ambiente favorável ao crescimento económico (ex: Instrumentos legais, zonas francas, subsídios, injecção financeira, ect).

(55) Desenvolvimento Local Integrado Propõe-se a:  promover geração de trabalho e renda e a inclusão social;  inserir as pessoas no mercado consumidor;  democratizar o acesso ao crédito;  disseminar a cultura empreendedora;  desenvolver capitais humano, produtivo e social;  incentivar o associativismo e o cooperativismo;  contribuir para melhoria dos indicadores de qualidade de vida..

(56) DESENVOLVIMENTO ECONOMICO LOCAL.

(57) Desenvolvimento Económico Local  O desenvolvimento económico local não é simplesmente. o reflexo de um processo de desenvolvimento nacional em uma dada localidade.  O que caracteriza o processo de desenvolvimento económico local é o protagonismo dos actores locais, na formulação de estratégias, na tomada de decisões económicas e na sua implementação.  Trata-se, portanto, de um processo de desenvolvimento económico que se baseia na autonomia dos agentes locais que, muitas vezes, caminham em oposição ao pensamento dominante. Por vezes uma acção inteligente, por insignificante que possa parecer, pode contribuir enormemente para a redução da pobreza local. 5 7.

(58) Desenvolvimento Económico Local O Desenvolvimento Económico Local ganha relevância nos últimos anos em decorrência tanto das muitas iniciativas locais focadas no tema quanto por causa da degradação da situação social e do abandono de uma agenda de desenvolvimento em outras órbitas que não a local.  Protagonista do conceito, e pioneiro na sua. implementação no mundo, o Grameen Bank de Bangladesh hoje já atende a mais de 6 milhões de pessoas, na sua maioria mulheres. Sua criação rendeu a seu idealizador, Muhammad Yunus, o Prêmio Nobel da Paz 2006. Trata-se de uma tecnologia social inovadora de investimento em capital humano e em capital social". 5 8.

(59) Desenvolvimento Económico Local  O sociólogo Augusto de Franco o define "uma nova. estratégia de indução ao desenvolvimento, que prevê a adopção de uma metodologia participativa, pela qual mobilizam-se recursos da Sociedade Civil, em parceria com o Estado (com os três níveis de governo) e com o Mercado, para a realização de diagnósticos da situação de cada localidade, a identificação de potencialidades, a escolha de vocações e a elaboração de planos integrados de desenvolvimento, que criam riqueza.. 5 9.

(60) Abordagem do DEL  Articula o processo inclusivos de desenvolvimento (Parceria. Publico Privada) e a acção dos actores locais (empreendedorismo) numa vertente de dinamizar as actividades económicas a nível local maximizando o uso das potencialidades e recursos locais.  Introduz uma visão holística (integrada) do desenvolvimento local: Inclusão dos actores locais, da Agenda territorial e sectorial - nas ferramentas de analise e identifica dos Vectores e as Cadeias de valor. Expande o conceito de participação (na governação e no desenvolvimento local)  Planeamento vs Agenda Local  Desenvolvimento local vs Potencial  Priorização as actividades vs Recursos Locais.  Conceito de vantagens (comparativa/competitiva)  Integra dos aspectos de governação e de gestão espacial (mapa de. recursos) como pressuposto fundamental para o desenvolvimento territorial.

(61) Abordagem do DEL A. Aspectos de Governação. Aspectos de Desenvolvimento Planificação Estratégica integrando Aspectos sectoriais e Territoriais. Visao Estrategica de desenvolvimento Provincial Governacao. B. Visao Estrategica de Desenvolvimento (Sectorial/Territorial). Coordenação. Servicos. Planificação. Participação. C. Desenvolvimento Comunitário; Consultas Representatividade. Promoção de cadeia de valor Emergência e diversificação Mercados, bens e serviços. Investimento Local em iniciativas De geração de renda e emprego (Emergência de pequenas e Medias empresas rurais).

(62) DEL como factor de Desenvolvimento  A abordagem de desenvolvimento económico nesta. perspectiva surge como a que estabelece as ligações funcionais e estruturais entre o lado da procura e o lado da oferta de bens ou serviços..  Criar um quadro conceptual de promoção de iniciativas de. desenvolvimento local e Proporciona ferramentas de analise do papel dos diferentes actores e a sua interacção (governos locais, privados e comunidades locais) no desenvolvimento local..  Tem um efeito motor na dinâmica territorial (micro. regional). Falamos especificamente no efeito motor que uma actividade pode induzir para o surgimento de outros serviços, como por exemplo, o efeito das empresas blocos de construção no surgimento de empresas de construção..

(63) O DEL na Economia Local: Município como pólo Desenvolvimento.  Articula o processo de governação participativa: Planificação. participativa estratégica e anual e as potencialidades locais e integra os aspectos de governação e de gestão espacial (recursos) como pressuposto fundamental para o desenvolvimento territorial..  Introduz uma visão holística do desenvolvimento local:. Inclusão da Agenda territorial e sectorial - nas ferramentas de analise e identifica dos Vectores e as Cadeias de valor (Desconcentração vs descentralização)..  Expande o conceito de participação (na governação e no. desenvolvimento local – Inclusão, integração e parceria)  Planificação municipal vs Agenda Local  Desenvolvimento municipal vs Potencial  Priorização as actividades vs Recursos Locais.  Conceito de vantagens (comparativa/competitiva).

(64) A inserção do DEL na Economia Rural: Município como pólo Desenvolvimento.  O investimento publico na dinâmica interactiva entre estas. três forcas (governos locais, privados e comunidades) é feita através de uma existência de uma base local (efeito motor do investimento)..  Esta acção coordenada devera ser dinamizada no sentido. de contribuir para uma circulação do investimento do estado a nível do Município com enfoque para as áreas primarias – vectores (Ex: Milho) (efeito multiplicador do investimento)..  Privilegiar a emergência e interligações das diversas. actividades e na provisão de serviços - Noção de cadeia de valor (Actividades criticas): complementaridade (efeito indutor do investimento)..

(65) A inserção do DEL na Economia Rural: Municipio como pólo Desenvolvimento.  Falamos especificamente no efeito motor que uma. actividade pode induzir para o surgimento de outros serviços, como por exemplo, o efeito das empresas blocos de construção no surgimento de empresas de construção..  A abordagem de desenvolvimento económico nesta. perspectiva surge como a que estabelece as ligações funcionais e estruturais entre o lado da procura e o lado da oferta de serviços. o Criar um quadro conceptual de promoção de iniciativas de. desenvolvimento local o Proporciona ferramentas de analise do papel dos diferentes actores e a sua interacção (governos locais, privados e comunidades locais) no desenvolvimento local..

(66) CADEIA DE DEL 1. Extensão e Capacitação (informação). 2. Serviços Financeiros. 6. Mercados Rurais. DEL. 3. Pequenas e Medias Empresas. 5. Infrastructuras Rurais. 4. Agroprocessamento.

(67) Pilares do DEL  Extensão, Informação e Comunicação Rural  Ordenamento e gestão espacial/territorial  Especialização Ex: Zonas francas)  Planos de Desenvolvimento Comunitários  Sector Privado e Pequenas & Medias Empresas  As Pequenas Empresas Rurais (MERAS e ADELs)  Inovação e Tecnologia (local de baixo custo)  Associativismo e Organizações da Sociedade Civil. (Exp: ONGs, OBC, ASS Locais, etc).  Agro-industrias (Processamento)  Transformação e conservação  Cadeia de Produção e de valor  Micro projectos (geração de renda e emprego).

(68) Pilares do DEL  Mercados Rurais (Comercialização)  Vantagem comparativa/competitiva  Interligações comerciais (Especialização)  Acesso ao mercado (Importação e Exportação, Feiras). – Integração  Infrastructuras rurais (Vias)  Vias de Acesso e de transporte  Electrificação Rural (rede, barragens)  Desenvolvimento de Serviços.  Serviços e produtos financeiros  Acesso ao credito e incubação  Fundo Desenvolvimento Comunitário Serviços de. Fomento Financeiro.

(69) II. CONDICIONANTES DO DESENVOLVIMENTO LOCAL.

(70) Desenvolvimento Local Integrado PPP. Promotor. Regulador. Fomentador APL. Indutor MFP.

(71) O PONTO. DE PARTIDA PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL?. 1. Micro-financiamento Publico. (Investimento Publico como factor indutore).

(72) MACRO. Financiamento:  Financiamento para o desenvolvimento  Virado a reconstrução económica pós crises e/ou ajustamento estruturais: Doações (PNUD), Créditos bilaterais (Portugal), multilaterais (Banco Mundial).  Financiamento a economia  Promoção de serviços financeiros `as actividades e/ou projectos de natureza diversa (económicas, sociais, etc) – Banca/Fundos Fomento.  Micro-financiamento  Revitalização iniciativas económicas de pequena escala em regime associativo e/ou de impulso micro-económico de actividades de geração de renda e emprego..

(73) Papel do Estado: A função do Gasto Publico:. G = GC + GI + gi (inductor e/ou Injector – saneamento/Participações ) Investimento produtivo. Investimento Reprodutivo (Multiplicador. -. Infrastructuras) Despesas Correntes (Gastos. correntes. - Salários). Micro-financiamento.

(74) Micro-financiamento Publico O Conceito:  O financiamento publico é um conceito que na historia de. Angola esta enraizado na matriz do projectos de pequena e media escala..  São as transferências de recursos publicas a terceiros. (sociedades) para indução e/ou promoção de actividades económicas – Economia Institucional..  Estas experiências tem uma mais valia por serem levadas a. cabo por entidades publicas especializadas - através de Fundos de Fomento (Pesca, Agrário)..

(75) MUNICIPIO COMO POLO DE DESENVOLVIMENTO. DEL – revitalizar a Economia Local. Vantagens Naturais (Potencial). Vantagens Económicas (VECTORES). Indução a economia rural e a produção Nacional: Y=C+I+G (Sector Privado). C. ZONA 1. B. ZONA 2 ZONA 3. D A Desenvolvimento Local. Cadeia de valor que promova Pequenas e medias empresas rurais. ZONA 4. REGIAO 1. Desenvolvimento territorial.

(76) VECTOR: INFRASTRUTURAS. 1. 6. Antes. 2 3. 5 4. 7. Depois.

(77) Micro-financiamento Publico: Investimento publico  Força motriz das iniciativas locais  Capital semente no quadro do DEL (take-off)  Promove investimento local (ambiente)  Estimula micro empreendimentos (actores locais)  Promove serviços locais (renda e emprego)  Promove cultura bancária (Credito e poupança).  Estimula serviços financeiros (Bancos – 3/16)  Embrião para surgimento de um de Banco Rural..

(78) 2. PARCERIA PUBLICO-PRIVADA.

(79) Conceito de PPP O conceito de PPP foi desenvolvido para atender às necessidades do sector público, que geralmente enfrenta limitações de assegurar a eficácia necessária na provisão de serviços (Barmy).. Nas PPPs, é estabelecida uma relação contratual entre o sector público e o sector privado para a implementação de projectos em que a administração pública que se mostram terciarizáveis (Henny). A PPP deve visar um fim ou resultado de custo ou longo termo concreto (micro empresas, emprego, etc), tendo em conta que é uma táctica para alcançar a eficiência e não uma estratégia..

(80) Conceito de PPP Ajuste celebrado entre a administração pública e entidades privadas, que estabeleça vínculo jurídico para implantação ou gestão, no todo ou em parte, de serviços, empreendimentos e actividades de interesse público, em que haja aporte de recursos pelo parceiro privado, que responderá pelo respectivo financiamento e pela execução do objecto. Definição: A parceria é um contrato administrativo de concessão, onde se tem por objecto a execução de um serviço público, sendo procedido ou não de obra pública. Tendo sempre remuneração com tarifa a ser paga pelo usuário e contraprestação pecuniária do parceiro público na qual a administração direita ou indirectamente seja a usuária.

(81) PPP no contexto do Desenvolvimento Grandes Questões para a decisão do PPP …. PARA QUÊ?.

(82) Diretrizes do Contrato de PPP I - eficiência nas missões de Estado e no emprego dos recursos da sociedade;. II - indelegabilidade das funções de regulação, jurisdicional e do exercício de poder de polícia; III - responsabilidade fiscal na celebração e execução das parcerias; IV - transparência dos procedimentos e das decisões;. V - repartição dos riscos de acordo com a capacidade dos parceiros em geri-los; e VI - sustentabilidade financeira e vantagens socioeconómicas do projecto de parceria..

(83) Conceito de Contrato de PPP A PPP visa assegurar uma actuação efectiva do Estado através dos privados no atendimento dos propósitos sociais ou ate mesmo do Estado (Marco Freitas). Parceria Público Privada. Terceirização. Parceria PúblicoPrivada. Privatização. Recursos Fiscais Competências e Conhecimento do Sector Privado. Papel e Responsabilidades do Sector Público Capital Privado. Acordos de parceria aproveitam qualidades de ambos os sectores,no estabelecimento de relações de complementaridade caracterizados pela repartição dos investimentos, riscos, responsabilidades e ganhos..

(84) Directrizes da PPP. Objecto da Parceria Público-Privada. Eficiência;. Eficácia; Efectividade; Equidade..

(85) Directrizes da PPP Demonstra-se que com a edição da Lei 2/11, de 14 de Janeiro, a Parceria Público-Privada (PPP), introduz um novo ordenamento para as licitações no âmbito da contratação de parceria público-privada, no que tange a Administração Pública, tanto no âmbito central e local. a) As concessões integralmente onerosas para o Estado - quando a concessão de serviços ou de obras públicas envolver contraprestação do Poder Público adicionalmente à tarifa cobrada dos usuários;. b) As concessões parcialmente onerosas - quando a remuneração do serviço é feita integralmente pela Administração, ainda que ele envolva execução de obra ou de fornecimento de bens”. c) As concessões não onerosas para o Estado – quando a concessão de serviços é feita pelo ente privado..

(86) Fundamento das PPP Arrecadação Tributária Segurança Pública Controlo Ambiental, etc. PRESSUPÕEM O EXERCÍCIO DE PODER DO ESTADO DE REGULAMENTAR, FISCALIZAR E FOMENTAR. ACTIVIDADES EXCLUSIVAS DO ESTADO. REDESENHO DO APARELHO DO ESTADO. Agências Reguladoras. Mandato de Diretores e Independência do Governo. Agências Executivas Contrato de Gestão ACTIVIDADES NÃOEXCLUSIVAS. Organizações Sociais. SÃO DE INTERESSE PÚBLICO, MAS PODEM SER DELEGADAS OU PRODUZIDAS POR TERCEIROS COM O APOIO E SUPERVISÃO DO ESTADO. Educação Saúde Meio Ambiente Desenvolvimento em C & T, etc.

(87) Esquema Operacional de PPP Normalização - Resultados. ESTADO. Sócios Privados. 25% Empréstimos 75%. Optmização - Proveitos. Regulação e Fiscalização. Agentes. PPP. Fornecedores Operadores. FLUXOS FINANCEIROS. Receita Operacional. Metas contratuais. Tesouro ou Fundo Fiscal. Utilidade Pública.

(88) Obrigações Acessórias de Conforto Arranjos de “garantia”: . acomodar interesses dos diversos participantes (acordos de accionistas, contratos intercredores, garantia firme de fornecimento, take-or-pay etc);. . credores têm garantia directa no projecto (trustee, auditoria externa, vencimento antecipado);. . credores exigem garantias de que:  o projecto será concluído (step-in-rights),  o projecto irá gerar caixa suficiente (metas),  se operações do projecto forem interrompidas haverá garantia de quitação das dívidas (acesso aos direitos emergentes)..

(89) Obrigações Acessórias de Conforto PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS (Tributação) FINANCIADORES / ACCIONISTAS FORNECEDORES. (Garantias ). Crowdfunding. (Retornos). (Obrigações). Parceria Assimetria de Informação SECTOR PÚBLICO. SECTOR PRIVADO. CrowdSourcing. operação. implantação PROJECTO. Devedor. • Concessão • Outsourcung • Contratos. tarifa/remuneração (Efeito de Ajustamento). Utilidade pública Interesses colectivos Gestão dos Contratos (Implantação e Implementação) Risco associado as Garantias e Objecto final. USUÁRIO.

(90) PPP não é auto-sustentável por definição. Nos demais casos tem-se outras engenharias financeiras melhores. PPP acareta custos embora se tenha como premissa a eficiencia alocativa e técnica. Tem custo economicos e sociais elevados para a administração pública. A PPP pode ser vista como uma opção emergencial, de curto prazo (tapa-buraco), ou como uma política de longo prazo, para estabelecer estruturas permanentes de actuação do Estado.

(91) 3. ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS.

(92) Definição de APL Arranjos Produtivos Locais são aglomerações de empresas, agencias ou nucleos de desenvolvimento, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantém vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem, entre si e com outros actores locais, tais como: governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa..

(93) Actuação em APL  Promover a cultura da cooperação e o aprendizado colectivo.  Promover processos de geração, aquisição e difusão do conhecimento  Estimular a construção e o fortalecimento de governação local  Estimular a construção e fortalecimento de identidade local  Construir parcerias em âmbito nacional, regional e local.

(94) Actuação em APL Gestão Estratégica Orientada para Resultados - GEOR PILARES:  Direccionamento para clientes (mercado)  Foco em resultados (eficiência)  Adensao da visão estratégica (Desempenho)  Intensidade e proximidade da acção gerencial.

(95) Objectivo da actuação em APL FOMENTO DE PME ORIENTADAS PARA O MERCADO Competitividade Capacidade inovativa. Cooperação. Conhecimento. Aprendizado colectivo.

(96) Actuação em APL Aumentar a Competitividade. Criar Processos de AutoSustentação. Micros e Pequenas Empresas. 1.Aumento da participação no Mercado 2.Melhoria da Gestão 3.Desenvolvimento do Capital Humano 4.Inovação e Tecnologia 5.Cooperação. Fortalecimento Contínuo dos APL’s.

(97) Actuação em APL OBJETIVOS Específicos 1. Participação de Mercado  Definir estratégias para a ampliação da participação das empresas nos mercados e externo  Promoção Comercial  Design, Inovação, Qualidade, Gestão e Capital Humano  Criar Centro de Inteligência Comercial (ADEL). SE POSSÍVEL EM COOPERAÇÃO.

(98) Actuação em APL OBJETIVOS Específicos. 2. Gestão  Identificar indicadores de competitividade e melhores práticas, junto à concorrência (Nacional e Internacional);  Mobilizar cadeia produtiva e os agentes locais para modernização da Gestão ( preço , qualidade , prazo );  Especializar no APL processos de treinamento e Soluções de Gestão;.

(99) Actuação em APL OBJETIVOS Específicos. 3. Capital Humano e Empreendedorismo  Estimular o desenvolvimento do capital social e confiança  Promover a Cultura Empreendedora e o Aumento da Capacidade Gerencial;  Estimular a Capacitação e Reciclagem da mão-de-obra..

(100) Actuação em APL OBJETIVOS Específicos. 4. Inovação Tecnológica  Estimular o uso do design;.  Aposta na criatividade e inovação  Difundir o uso de tecnologia como fonte de vantagem competitiva;.

(101) Actuação em APL OBJETIVOS Específicos. 5. Acções de Cooperação  Estimular, respeitando a cultura local, a cooperação entre as empresas, instituições de ensino e pesquisa, representações patronais e de empregados, participantes do APL;  Fazer uso de intangível comum, como uma marca que identifique os produtos do APL, ou a região geográfica..

(102) Estratégia de Actuação Identificação e Seleção dos APLS. Fortalecimento da Dinâmica do APL. Conhecimento do Ambiente. Elaboração do Plano de Desenvolvimento Gestão e Desenvolvimento.

(103) ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS  A actuação em Arranjos Produtivos Locais é uma. das estratégias para a promoção do desenvolvimento econômico e social local, atraves de acções de emprrendorismo, fomento de PME, Diretrizes de Política Industrial, Tecnológica e de Competitividade.

(104) III. DETERMINANTES DO DESENVOLVIMENTO LOCAL.

(105) Desenvolvimento Económico Local. ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO LOCAL.

(106) Estratégias de Desenvolvimento Local  O Associativismo  Cooperativismno  Empreendedorsmo - Pequenas e Médias. Empresas. 106.

(107) 1. ASSOCIATIVISMO.

(108) O ASSOCIATIVISMO  O associativismo surgiu já nos primórdios da humanidade,. quando o homem percebeu a necessidade de viver em grupos para caçar, se defender e cultivar. Na era industrial foi obrigado a se organizar mais para enfrentar as condições precárias de trabalho e na era actual, a era do conhecimento, é necessário buscar o desenvolvimento económico e social através de grupos estruturados e preparados..  Hoje, na era da globalização e da competição, precisamos. em nosso país de empreendedores que acreditem no associativismo, que percebam e valorizem essa forma de representatividade e se tornem os agentes da construção de uma sociedade de resultados.  Associativismo e cooperativismo são aspectos fundamentais para transformar o meio rural, estabelecendo o desenvolvimento económico através de negócios que possam crescer de forma sustentável..

(109) O ASSOCIATIVISMO  O Associativismo visa ao trabalho e renda. É uma forma. de adquirir insumos necessários, com melhores preços e condições de pagamento, e também para a divulgação da empresa, ou seja, é um processo que traz vantagens financeiras.  O associado não perde sua identidade, ele participa da Associação que trará melhorias para a actividade, promovendo também o treinamento. O Associativismo é um processo que traz vantagens financeiras, económicas e sociais. Todos têm que participar....

(110) O ASSOCIATIVISMO No contexto da actividade rural, a necessidade de cooperação torna-se ainda mais necessária, mas é preciso tomar alguns cuidados para que estas alianças e parcerias possam dar, certo, quais sejam:  Os objectivos devem ser comuns, pois objectivos. particulares nunca chegarão a um resultado colectivo;.  Uma cooperação bem sucedida se apoia na confiança,. na compreensão mútua e na união dos esforços;.  Dividir responsabilidades e benefícios cria um poderoso. incentivo à cooperação e a compromissos mais fortes;.  Repensar e avaliar suas posturas, condutas e acções,. pois elas irão reflectir, positiva ou negativamente, no grupo;.  Solidariedade.

(111) O ASSOCIATIVISMO  A organização social é a base da sustentabilidade dos. processos de desenvolvimento. O desenvolvimento não pode ser visto somente como geração de tecnologias ou de apresentação de novos produtos.  O desenvolvimento, para ser sustentável, deve estar. baseado no processo de participação dos indivíduos. É a criação de capital social que vai promover o desenvolvimento.  A organização de empreendedores rurais com os mesmos. objectivos em forma de grupos informais, associações ou cooperativas é um mecanismo importante que pode facilitar e ajudar muito na resolução de problemas comuns, seja na aquisição ou comercialização e desenvolvimento de produtos e serviços..

(112) O ASSOCIATIVISMO Agindo de forma interdependente e complementar, as associações podem se unir no sentido de formar grupos com interesses comuns em relação a: • Defesa de interesses comuns • Desenvolvimento e a introdução de novas iniciativas na sua região; • inserir novos empreendedores, pelo desenvolvimento de novos produtos ou pelo incremento de produtos já existentes; • Organizar e reivindicar em conjunto, envolvendo a sociedade civil na discussão das prioridades rural junto ao Poder Público e demais instituições; • Traçar estratégias comuns de mercado, tanto na compra quanto a produção e venda de produtos.

(113) Em suma…..  “O Associativismo" tem por objectivo dotar os. participantes de informações e orientações técnicas e comportamentais acerca do associativismo e cooperativismo..  Os participantes são levados a reflectir sobre os. valores e princípios ligados às práticas associativistas, além de vivenciar situações de cooperação e participação no grupo, o que lega instrumentos indispensáveis para que os participantes sintam-se capazes de empreender acções colectivas..  Criam harmonia de vivência condigna. partilhando o conhecimento e oportunidades e enfrentando os desafios como um conjunto agregado, o que minimiza os riscos individuais.

(114) 2. COOPERATIVISMO.

(115) Cooperativas  As Cooperativas têm por finalidade a prestação de serviços. aos associados, para o exercício de uma actividade comum, económica, sem que tenham elas fito de lucro. A cooperativa é uma estrutura de prestação de serviços voltada ao atendimento de seus associados, sem objectivo de lucro. Tais considerações acerca da sociedade cooperativa deixam clara sua peculiaridade em relação a outros tipos societários. Saliente-se que a cooperativa existe com o intuito de prestar serviços a seus associados, de tal forma que possibilite o exercício de uma actividade económica comum, sem, no entanto, perseguir lucro. As sociedades, como regra, possuem um objecto social definido, em que fica consignada a actividade que a mesma irá exercer..

(116) Cooperativas  A sociedade cooperativa é administrada com base no. princípio de decisão da assembleia. O quórum para funcionamento da assembleia-geral e para a tomada de decisões é baseado no número de associados e não na representatividade do capital social, o que a distingue das sociedades por acções, onde o quórum das deliberações, e instalação da assembléia-geral é baseado no percentual do capital votante presente.  Esta característica da sociedade cooperativa objectiva. nivelar a força decisória de cada associado, não só pela forma de contagem do quórum de deliberações mas também em razão da restrição do número de quotas-partes do capital que podem ser detidas por associado, como examinamos no item anterior. .

(117) Cooperativas  A sociedade cooperativa distingue-se, assim,. das demais, porque sua característica principal é o facto de sua estrutura estar voltada ao atendimento e à viabilização da actividade de seus associados sem que ela própria, enquanto estrutura organizacional, vise lucro.  Seu objecto, portanto, é viabilizar a actividade de seus associados, sem que seja voltada à exploração de actividade económica específica.  As operações de sociedades cooperativas podem produzir sobras líquidas ou superávits de caixa, ou seja, uma sobra líquida que nas sociedades de objecto mercantil teriam o tratamento de lucro..

(118) Cooperativas  Nas sociedades mercantis ou civis de finalidade lucrativa, os. sócios decidiriam a destinação a ser dada ao lucro verificado no período, ao passo que, nas sociedades cooperativas, as sobras líquidas resultantes do exercício da actividade retornam, proporcionalmente às operações realizadas, ao associado..

(119) Cooperativas Cooperativa como Prestadora de Serviços a Terceiros A cooperativa, quando tiver como objecto a prestação de serviços a terceiros, irá, ao ofertar sua mão-de-obra aos clientes, participar da chamada terciarização. Noutras palavras, do ponto de vista de quem contrata os serviços cooperados, está-se diante da chamada terciarização de mão-de-obra, vez que a empresa tomadora está transferindo parte de seus serviços para serem realizados por cooperados (terceiros) dentro de seu estabelecimento.  Hoje os distritos italianos respondem por 40% das exportações do país.. São cadeias produtivas instaladas em grandes áreas e formadas por muitas empresas de médio e pequeno porte que se caracterizam pela excelência dos artigos que produzem. Um único distrito pode ter mais de 3 mil empresas.  O sucesso é garantido por uma estrutura de cooperativas e associações, parque industrial com tecnologia avançada, acesso a crédito, consórcios que dão garantia aos financiamentos, design inovador e serviços de informações tecnológicas que são disseminadas entre os distritos e além fronteiras ..

(120)

(121)

(122) Em suma….. As cooperativas são uma excelente alternativa para todos, uma vez que:  Para as empresas é a melhor alternativa de. terceirização de serviços, reduzindo custos trabalhistas..  Para os trabalhadores o cooperativismo. permite que eles sejam donos de seu próprio negócio, evitando o desemprego e aumentando a renda familiar..  Para os agricultores, uma vez que a renda. dos cooperados é, em média, do dobro da renda dos não-cooperados..

(123) 3. EMPREENDORISMO (PME) Fomento de Pequenas e Medias Empresas.

(124) EMPREENDEDORISMO:. Acção própria de quem desenvolve um negócio, inovador ou não, que, geralmente implica algum risco (att: sentido que o Boa Chance apreende do uso corrente).  Jean-Baptiste Say (1827) – Empreendedor é. aquele que inova e promove mudanças, criando ou recriando com objectivo de ter um posicionamento estratégico.  J.A. Timmons (1994) – Empreendedor é alguém capaz de identificar, agarrar e aproveitar oportunidades, buscando e gerenciando recursos para transformar a oportunidade em negócio de sucesso.  Louis Jacques Filion (1991) – Empreendedor imagina, desenvolve e realiza visões. Qualquer visão que não tem aplicação é mesmo queuma letra morta..

(125) Correntes:  Economistas: associam. Empreendedorismo à inovação e desenvolvimento econômico. A forma como os agentes podem transformar as suas ideias em empreendimentos.  Comportamentalistas: enfatizam. aspectos atitudinais associados a arte de fazer. Ex: criatividade vs Inovação.  Tendências comportamentalistas:. desenvolvimento singular, associado a cultura, metodologia e lógica de seu campo de estudo original. Não importa quem sai primeiro, mas é determinante quem chega primeiro..

(126) Conceito da Pedagogia Empreendedora: “É empreendedor, em qualquer área, alguém que sonha e busca transformar seu sonho em realidade”. Fernando Dolabela (2003) O Empreendedor não vêm riscos, mas associa a este a oportunidade. Tem a capacidade de transformar ideia em empreendimentos. Tem a capacidade de se envolver num ambiente desconhecido, no entanto coloca em frente a sua capacidade de fazer de forma diferente..

(127) Ser empreendedor não é uma nova profissão, mas a busca de um novo significado para a vida e a carreira profissional. Significa disponibilizar ferramentas para que o sujeito seja livre e autor da sua própria vida e história..

(128) São empreendedores:  Os empregados capazes de inovar e agregar. valor à instituição;  Os voluntários que com imaginação e ousadia, geram melhorias a partir de recursos escassos;  Os governantes, que apesar dos obstáculos institucionais, proporcionam crescimento social;  Os trabalhadores da economia informal que identificam oportunidades de atuação, etc.....

(129) São empreendedores:  Tem iniciativa, autonomia, autoconfiança, optimismo,.        . necessidade de realização; Tem perseverança e tenacidade para vencer obstáculos; Aprende com os próprios erros e não teme os riscos; Sabe fixar metas e alcançá-las; Luta contra padrões impostos e sabe diferenciar-se; Descobre nichos e oportunidades; Sabe buscar e utilizar recursos; Cultiva a imaginação e transforma seus pensamentos em acções; Sabe se relacionar com as pessoas ( liderança e network), etc.....

(130) Gestor e o empreendedor. Temas. Motivação principal Referência de tempo Actividade Como vê o risco Erros e surpresas Decisões A quem serve Relacionamento. Administradores tradicionais. Empreendedores. Independência, oportunidade Promoção e outras recompensas para criar algo novo, ganhar (status, poder) dinheiro Curto prazo, gestão, orçamentos Sobreviver e atingir cinco a dez semanais, mensais e horizonte anos de crescimento de de planejamento anual negócio Delega e supervisiona Envolve-se directamente Com cautela Assume riscos calculados Tenta evitar erros e surpresas Aprende com erros e falhas Geralmente concorda com seus Segue seus sonhos superiores Aos outros (superiores) A si próprio e a seus clientes A base são as transações e A base é a hierarquia acordos. Adaptado de Hisrish, Entrepreneurship, 1998.

(131) Abordagem no quadro da Terciarização. Em suma….. EMPREENDEDOR. É AQUELE QUE FAZ AS COISAS ACONTECEREM, SE ANTECIPA AOS FACTOS E TEM UMA VISÃO FUTURA DA ORGANIZAÇÃO. “ENTREPRENEUR” É AQUELE QUE ASSUME RISCOS E COMEÇA ALGO NOVO.

(132)

(133) Este é o caminho!..... …. Mas para lá chegar...

(134) …. Precisamos de .. Construir uma visão comum de futuro Para nos servir de poderosa ferramenta de mobilização e motivação das comunidades, sector privado e acção do governo na busca de soluções. e organizações.. É preciso ter pessoas, estruturas, organizações, redes de desenvolvimento local..

(135) Em suma…... Desenvolvimento Local Endógeno (Made in Angola – Produzir e Consumir Angola). ADEL: Oportunidades de negócios. RECURSOS C. Especialização Vantagem Comparativa. Serviços: Banca, Electricidade) CADEIA. B. PEQUENAS EMPRESAS. B. (Produção e valor). Y. D. C Potencial. A. Cooperativas. D. A. DEL. ESTRUTURA. VECTORES. PED. Associações. P PEDD. Mun Comuna. Priorização. Aldeia Arvore de Problemas. GOVERNOS LOCAIS. CONSULTAS Representação Dialogo (CACS, FL). Grupos de interesse (CACS) Famílias. COMUNIDADES LOCAIS.

(136) Bibliografia Básica • DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo. Rio de. Janeiro: Campus, 2001. • HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P. Empreendedorismo.. Porto Alegre; Ed. Bookman, 2004 • SALIN, Cesar Simões. Construindo Planos de Negócios: todos os. passos necessários para planejar e desenvolver negócios de sucesso. Rio de Janeiro: Campos, 2001..

(137) Obrigado! Jacob Massuanganhe Contacto: 929247296 [email protected].

(138)

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