UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA
MANUAIS E LITERATURA TÉCNICA
MANOEL GALHART VIEIRA
SÃO CARLOS 2021
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA SÃO CARLOS DEPARTAMENTO ENGENHARIA MECÂNICA
LABORATÓRIO DE AERONAVES
MANUAIS E LITERATURA TÉCNICA
MANOEL GALHART VIEIRA
SÃO CARLOS, 1991 PI)BLICAÇÃO 095/91
5 .. 1
5 .. 2 5 .. 3 5 .. 3 ..
15 .. 3 .. 2 5 .. 3 ..
2 ..1 5 .. 3 ..
2 ..2
5 .. 3 .. 3
5 .. 3 .. 4
5 .. 3 .. 5 5 .. 3 .. 6 5 .. 3 .. 6 .. 1 5 .. 3 .. 6 .. 2 5 .. 3 .. 7 5 .. 3 .. 7.1 5 .. 3 .. 7 .. 2 5 .. 3 .. 7 .. 3 5 .. 3 .. 7 ..
45 .. 3 .. 7.5
5 .. 4
5 .. 4 .. 1
ff..ANUAIS E LITERATURA TfcNICA
SUMÁRIO
A NECESSIDADE DOS MANUAIS
OS MANUAIS E OS SEGREDOS INDUSTRIAIS PROPRIEDADES GERAIS DOS MANUAIS
Os Manuais como Informações Dinâmicas - Re visÕes e Suplementos
Efetividades de Página e de Manual.
Efetividade de Página E:feti vidade de Manual Páginas em Branco
Marcações da Modificações-ocorridas
A vi
soe de "Atenção", "Advertência"
e "No ta teUso de Cores General. idades
Uso de CÔres segundo as diversas Normas Tamanho das Páginas dos Manuais
Normas
existentes
Tamanhos
de
Desenhos segundo as NormasASA
'?amanhos
deDesenhos eegu."":l.do as
Nermas DIN
Tamanhos de Polhas de Manuais segundo as Normas
MILTamanhos
adotados para
asFolhas de
Ma-nuais
ESTRUTURA BÁSICA DOS
IUL~AISGeneralidades
Capas
Página. de Rosto
e •
Lista de Pa.gJ..nas elJ vigor Lista de RevisÕes
I
Efetividadé: 7 !!AR 85 Pag.. 1 .. Sl
3
6 7 7 8 8
9 lO ll
1011 12 12 13
14
14
15
15
16
5.4 .. 6
JIANUAIS E LITERATURA TÉCNICA
SUMÁRIO -
Cont~uação- Q
Lista de Revieoes Temperarias e Lista de Suplementos
Resumo de cada Revisão
Explicações sobre o uso do Manual 5. 5
AS JUCROJ"ICP..AS5 .. 5 .. 3 5 .. 5 .. 4 5 .. 5 .. 5 5 .. 5 .. 6
I
Efetividade:A ticro:filmagem
A Microfilmagem em Microfichas
InformaçÕes Gerais sobre as Microfichas Microfichas em Negativo
RevisÕes de Microfichas
-
"Revisoes Temperarias de Microfichas
7
JiAR85
Pag .. 2.,S16 17 17
18
20 21 23 23
'24
5.1 MANUAIS E LIT~RATURA TRCNICA
CAP!TULO V
MANUAIS E LITERATURA TtCNICA
5.1 -A Necessidade de Manuais
Para que um técnico possa trabalhar em urna máquina e obter resultados satisfatórios ele necessita de conhecer bem a máquina.
Se toda a tecnologia se resumisse em urnas poucas máquinas - caso bastante comum em indústrias de pequeno porte - é admissivel que um individuo viesse a conhecer bem as rnáquinas)inclusive sendo analfabeto, desde que estas ficassem à sua disposição por ternpobas tante prolongado.
Se porém acontecer de:
1 As máquinas serem complexas e diferen~es entre si;
2 - As máquinas serem em grande numero;
3 - As máquinas ficarem relativamente pouco tempo a dispos~
ção do técnico,
então o técnico em questão não conseguirá trabalhar nas máquinas, corno é necessário ou desejável.
A Aviação cai exatamente neste caso. Se não vejamos:
07 MAR 1985
5.2 MANUAIS E LITERATURA TECNICA
l - Um EMB-711 C CORISCO, pequena aeronave de 4 lugares mo nomotora de trens retrát~is é mais complexa, em termos técnicos, do que uma indústria comum de 500 a 700 ope- ri.rios ..
2 Numa Empresa de Aviação os Técnicos n&o fica• mais de 5 a 7 anos sem receber outros Equipamentos diferentes, face
à
expansão da ~rópria Empresa ..3 - O tipo de serviço prestado pela Aviação, face ao prim~
do da Segurança aliado ao fato. de que a atividade tem de dar lucro, não permite falhas em operação nem demoras nos serviços de Manutenção.
A eficiência dos serviços· de Operação e Manutenção na Aviação, exigem, por questões de eficiência econôrnicado Empreendimento, que os técnicos envolvidos conheçam ra zoalrnente bem os Equipamentos ainda antes de eles terem sido adquiridos pela Empresa.
Em decorrência do acima citado,tanto na Aviação corno em In dústrias que buscam real aumento de sua produtividade, há a neces sidade de os técnicos conhecerem os Equipamentos sem ser da manei ra "aprender fazendo". "Aprender fazendo" contraria o primado da Segurança e as demoras nos serviços de Manutenção custam verdadei ras fortunas, em termos econômicos.
Até hoje a única maneira eficaz de se resolver o problema proposto foi a utilização de informaçÕes escritas, feitas de m~
' 0 uundo Te~nolo'gifto passou a conhecer sob neira didatica, e que • ~ ~
o no•e de MANUAISé
Para que o leitor possa melhor compreender a irnportânciados Manuais, basta levar-se em conta que tendo as ferramentas e os Ma nuais necessários à sua disposição, qualquer técnico de Aviação poderá atender qualquer problema de qualquer avião que apareça.
A eficiência do seu trabalho será função somente de sua instrução anterior.
o objetivo deste Capitulo é o estudo dos Manuais necessários para o bom desempenho dos serviços de Manutenção.
07 MAR 1985
MJ.J~UAIS E LITERATU::t.A TÉCNICA
5.2 - Os
~anuaise os Segredos Industriais
Os fabricantes americanos fqram os que' deram os nrimei- ros nassos no sentido de emitir Manuais de modo sistematizado e :padronizado •.
Hoje em dia praticamente todo o Universo TecnolÓgico da
- , ,
Aviaçao esta nassando nara a sistematica americana de elabo- ração de Manuais.
. A • ~
O autor tem
exper~enc~avivida cem
fabric~~tesnao ameri canos que se negaram -e continuam se negando-, a fornecer da- dos para fins de reparos em aeronaves acidentadas, alegando a necessidade de manter segredos de fabricação.
Estes casos _e outros semelhantes-, trazere nrobleme.s tec
, , .nicos grandes e
desnecessar~os:para qvem acquire aeronaves à.e
- ,
fabricantes que nao acompanham os rnetodos americanos.
Aparentemente os fabricantes nao americanos terian: u.rr:a certa dose de razão em não fornecer certas informações.
De fato, a padronização imposta, aliada ao fato de que - os americanos sempre procuraram fornecer un: maximo de informa- , çÕes aos interessados, cria um volume de
:L~forme.çÕesque ouase permite, a quem estiver interessado, a copiar os produtos e a
, .
concorrer inclusive com os proprlos fornecedores infor:r:a- çoes. -
.. A " ,
A
exper~enclatem demonstrado, parem, que os cherrados
"ChupÕes de Projetos" não conseguiram nem uma cousa ner.: outra.
lsto porque, na verdade, toda a máquina que é posta à venda
07 1iiAR 1985~
5.3/B MANUAIS E LITERATURA TÉCNICA
, , , • tllf# ,
esta obsoleta assim que e anresentada ao publ1co. Nao ha, por- tanto, nenhuma razão para guardar informações técnicas sobre - Máquinas ofertadas ao pÚblico.
, ,
A 2a. Guerra Mundial e o apos-guerra ate os dias atuais,
'
- ,
demonstraram
7a exaustao,o acerto dos metodos e processos ameri
.. -
canos referentes a elaboraçao dos Manuais.
Da{
porque, neste trabalho, vamos nos concentrar somente .
,no que Ja foi desenvolvido nos Estados Unidos.
07
1/.AR1985
5.3 - Propri•dades Gerais
dosManuais
5.3.1 -
Q~-M~~g~~-~Q~Q-~~~Q~~~Q~-4f~ª~~~~-=-RÉ~I~QÉ~-É~ªE!:ÉMÉ~Ie~!.
5.4
Quando um Manual é impresso pela primeira vez, é de supor-se que o seu teor está de acordo com a Máquina ou Equipamento sobre a qual ele informa.
Na verdade, e a Prática o confirma, as coisas nao se passam bem assim.
Embora a probabilidade seja baixíssima, ocorrem os seguintes casos de conflito entre os textos e a realidade:
- Manual com falta de informações;
- Manual com erro de redação;
- Manual com as informações mal dispostas;
Além desteSproblemas ocorre que todas as alterações feitas pelo Fabricante nas Máquinas ou Equipamentos não são instantânea mente inseridas nos Manuais. Há portanto um intervalo de tempo em que o Manual fica desatualizado.
Como estas causas não são simultâneas e,quando ocorrem
1elas apenas comprometem uma pequena parte dos Manuais, o máximo que se consegue na Prática,
é
ir corrigindo os Manuais à proporçao que vão se descobrindo os lapsos e as Modificações.De outra parte temos de considerar dois enfoques:
19 - Os Manuais sao feitos, primordialmente, para os Oper~
dores; em caracter secundário para outros setores ~o•o
Ea&e•haria, Coatrole da Qwalidade ~te •••
29 - Os Operadores, pelo seu lado, só querem informações a tualizadas, não lhes interessando, para fins operacio nais, informações que não sejam sobre suas Máquinas e Equipamentos nas condições do momento em que estão op~
rando.
07 MAR 1985
5.5
Assim, como os Manuais tem de retratar exatamente as Máqu~
nas ou Equipamentos a que eles se propõe descrever,foi necessária a implantação de uma sistemática de atualização dos mesmos.
Esta sistemática de atualização dos Manuais data do final da década de 30 e começou nas Normas MIL~tendo em seguida se "es palhado" para todas as publicações que necessitavam de atualiza çoes periódicas.
Esta sistemática consiste na remoção daspê.«i-u:ss que ficaram superadas e sua substituição por novas páginas atualizadas, tudo feito com os devidos registros e controles.
Como o leitor pode facilmente perceber, a atualização dos Manuais obriga a que os mesmos jamais sejam encadernados, devendo ser sempre colocados em pastas de modo a se poder inserir ou reti rar páginas com a maior facilidade.
NOTA
Enq.u.a..n;to o.ó Opvw.doJteJ:. .6
o
.6e
in:te.JteJ:..ó am po!t in6oJtma ç.eu a.:t:u.aLLzada.l:, ' 0.6 .6 etoJteJ:. de. E n.g e.nhMiae
p JtO j ÚO.órre
c.U.óilam de. :te.Jt em mã.o.õ :todo.ó o.ó dado.ó an.:te.JtioJtu que.
Jte
.6
ui:tam
em aL:te.M.ç.õ u n.o.ó Ma.n.ua.i.ó . -I.ó:to poJtque. o En.ge.nheiM p!te.eióa. de. c..on.he.c..e.Jt o pa.6 .óa.do da.6 Mâ.quin.a.6
e
IY!.ó:tal.a..ç.õu c..omo in6oJtmaç.ã.o a.dic..ion.ãlem Puqui.óa. de. Pa.n.u
e
mumo naAn.áLi..ó e
de Si.ó:temll6.A.ó.ólm .6 e.n.do, e.nquan.:to que. o.ó Ope.JtadoJtu devem du
t:Jw).Jt ll6 pâ.g-Ú'I.(U) JtetiJtada.l:,, o.ó En.gen.heifto.ó devem gua.Jt~
ia.6 em AJtquivo pa.Jta.
6u:tuftll6
c..oYI.ó u1.:t.a..ó •h l i q a q . . aeroaâat.ica, cada acrapaaea"t.o •reaoçãe/ineer- t&e de p'aiaaa •• ••••al•, feita& •••• aeaaa data, defiaea •••
J&ftiSlo .. h El.at&a difereat.ee, clefiaea lleTiaÕe• difere11i.ee ..
Co•• ecorr• ••a oeri.& d•••ra para a exeeação de ••a llevi-
.... vez
. ; . , o Pab•ioaat• eai nferaaçÕea antecipada& para inserir no 5anual ao lade dae p~iaae
q••
aer&o aodifiead&&e são ae ekaaa- dae P~&I•AS DB &ZYISÃO ~BMPO&l&IA, conTeacienala•at.e iapreeaaa -•• papel aaarelo-eroaoG
""
todas as P'ainae de &eTiaao !eaporâria feii.&a aua&
data, dotiaoa asa &BYislo ~~O&LaXA.
5.6
As Normas MIL chamam estas Revisões Temporárias de Suplemen tos~ Para • Jl&;alll.&l de Vôe ea'tea S111.ple1u!D'tos aão ckaaados de "SU
p~TOS
OPBBACIOWAIS.
Para todas as Normas, fora as Normas MIL, completa-se a a tu~
lização temporária pela inserção d~Páginatde Revisão Tem porária.
Para as Normas MIL completa-se a atualização temporária pela inserção dos Suplementos no começo do Manual e pelo regi~
tro -
à
mão - no texto;informando sobre a existência do Suplemen- to. J.. f"ipl'a 5-.3.1 aoa-tra aaa páciaa de r••"• típica de Stpleae!l.'to Operaoioaal<~~
5.3.2.1 - Enetividade de Página
Efetividade de uma página de Manual é a data que define qua!!
do a página em questão se tornou uma página atualizada do Manual.
Por questões de Verificação e Controle, cada página do Ma nual necessita de ter impressa a data que caracteriza sua efetivi dade.
Já está aceito por todo o público aeronáutico que a data da Efetividade deverá ser impressa ao pé da própria página, num dos seus lados.
Digamos, por exemplo, que no dia 10 JAN 85 foram reimpressas uma ou várias páginas de um determinado Manual, em decorrência de atualização no mesmo. Então, neste caso, teríamos impresso ao pe das novas páginas, num dos seus lados, a data "10 JAN 85".
07 MAR 1985
NOTA
No c.a.óo de hnpJr..eM.ã.o Á.YIÁ..ci..al a data du.ta. hnpJr..u.óã.o
-Ú'IÁ..CÁ..a.l
ê
c.o.toc.a.da .tod.a.ó a.6 pá.ghw.õ do Ma.n.u.a...t, ind.<..c.ando c.l..a.Jr..amen.te .6 ua. En
eüvidade. No c.a.ó o , a m uma En
eü v idade paM .to da.6 a.6 pá.ghw.õ .Con!JoJr..me veJr..emo.ó mw .talr..de, a.õ NoJr..ma.6 MIL tr.ec.omen.
dam não c.oi...oc.aJr.. nenhuma data de E!Jeüvidade quando .6 e
.tJiã.
.tJr.a.ta.Jr. de Implr..e..õ.ó ã.o I MUaR.... Il.l.to nol.l patr.ec.e .6 etr. uma de!J7.
úênUa da.6 NoJr..ma.õ MIL. -
so so
56/q
r---50
SU LE ENTO OPERACIONAL
MANUAL O E
A V 1
A
O BANDEIRANTENOTA
v o o
EMB-110
Este Suplemento Operacional emenda a publicação O T IC95-l -Manual de Vôo- editada em 10 de fevereiro de 1975 - Revisão I de 18 de novembro de 1975 e deve ser mserido imediatamente após a págma-título. Devem-se fazer referências apropriadas na página-título e em cada página afetada da publicação básica.
EMISRAER
O.T. 1C95-1S-1
23 ABRIL 1976
s 0
1. OBJETIVO
Infonnar os valores da velocidade de estol da aeronave equipada com sistema de degelo.
2. GERAL
A instalação das "botas" infláveis do sistema de degelo nos bordos de ataque da asa e das empenagens altera os valores da velocidade de estol da aeronave.
so
Os valores citados neste Suplemento foram obtidos em ensaios em vôo. As infonnações contidas na figura 6-1 serão
S
também modificadas, se for o caso, pelos ensaios em vôo em andamento.
0
Os valores relativos a velocidades de operação da aeronave. que aparecem nos letreiros instalados no pamel de instrumentos, não sofrem alteração com a instalação das "botas" infláveis do sistema de degelo.
As faixas de marcação de li'!lites de operação existentes no<: velocímetros permanecem inalteradas com a instalação
das "botas" infláveis do sistema de degelo.
50
3. INSTRUÇOES
Inclua, logo após a figura 6-1 ''Velocidade de Estol- Nós, V( da página 6-2 da Seção VI- "Características de Vôo"
S
da publicação básica, a figura 6-lA seguinte:
Q
Pâg. 1 de 2
SUPLEMENTO OPERACIO Al so So
FI6UKA .
So so So
O.T. 1C95-1S..1
CONFIGURAÇÃO SISTEMA DE PESO Vj estol
DEGELO (kg) (nós)
TREM E FLAPES DESLIGADO 5600 91
..;)o
RECOLHIDOS
LIGADO 5600 94
TREM EMBAIXO E DESLIGADO 5600 84 FLAPES A 25%
LIGADO 5600 85
TREM EMBAIXO E DESLIGADO 5600 71.5
F LAPES A 100% ---r----
LIGADO 5600 73
Figura 5·1 A
FIM
.:>o ..
Pág. 2 de 2
so SUPLEMENTO OPERACIONAl
5. 7
Página atualizada
é
a página que está na sua efetividade mais recente.5.3.2.2 -
Ene~ividadede
Manua~Um conjunto de páginas de Manual que possuem a mesma Efeti vidade, define uma Efetividade do Manual.
Como cada Modificação do Manual corresponde
à
remoçao de p~ginas superadas e
à
inserção de um conjunto de novas páginas, to das relacionadas com as respec~ivaa Efe~ividades, seg•e-se q•e podeaos associar Efet.iTide;de coa llodif'icação do Jh.n•al e vice-Manual atualizado é o Manual no qual estão incorporadas to das as Modificações ocorridas no Eq•ipament,o a que ele se refer~
ou seja, ele con~a todas as Efetividades ocorridas até à mais - recent.e ..
Para fins de verificação da atualização de um Manual existe nas primeiras páginas destes uma listagem~ indicando as Efetivida des páginas por página.
Digamos que, por questões de disposição de texto, a Última página de um determinado capítulo ficou em branco.
Esta página em branco é evidentemente urna página efetiva do Manual requerendo a aposição de sua própria Efetividade.
Uma vez impressa a Efetividade, a página em questão não se ria rigorosamente urna página em branco.
Para evitar-se confusões e dúvidas sobre se nao teria ocor rido urna falha de impressão, ficou estabelecido que em tais pág~
nas deve ser escrit(la seguinte frase:
"E.6~a. pâ.gina. noi in~e.nc.iona..ime.n..te. de.ixa.da. e.m bJta.n.c.o".
07 MAR 1985
5.8
Por isto, costuma-se dizer que num Manual de Aviação nao existem páginas em branco.
Na verdade, se desconsiderarmos o rigor da linguagem, abr~
se aqui um leque de possibilidades para ditos jocosos referentes a este tipo de páginas.
Do ponto de vista do Operador, a marcaçao da Efetividade ao pé de uma página resolve apenas a metade do problema: -o operador embora fique sabendo que ocorreu uma modificação no texto, em mui tos casos ele não conseguirá localizá-la de imediato.
Para eliminar-se esta dificuldade foi criado um críterio sim ples e bastante eficaz que consiste em se marcar com uma barra vertical preta a margem da página onde está a modificação de tex to.
NOTA 1
E.b.ta.
baJVUtve.JLt.i..c.ai. p!r..d.a. buU.c.a. a. CU.fie.Jr.e.nç.a. e.n
:tJr..e
uma. pág-ina. c.om uma. c.e.Jr..ta. E6e.üv-i.da.de.
ea. pã.g-i.na. c.oX Jr..Uponde.n:te., de. Efie.üv-i.da.de. -i.me.c:Ua.-tame.n:te. a.n:te.Jr.-i.oJr... -
PoJt.ta.n:to,
a.oc.o.toc.a.Jr..-.6
ea.
ba.Jr..Jr..a. ve.JLt.i..c.a.tpJr..e;ta.
YLU.ma. pâghta. c.om uma. c..e.Jr..ta. Efie.üvida.de., du c.ol1.6ide.Jr.a.-.6
e.ci6
baJVta.ó
e.ve.n:tua.te.mtne. e.x.-i..6.te.n:tu
na.pág-i.na. de. Efie.üvida.
de. -i.me.cüa..tamen:te. a.n:tvU.oJr... -
NOTA 2
Quando,
em
de.c..o~ênc..ia.de. nova. Efietivida.de. houve.Jr.
a.pe.na.õ Jr..eaJVr.a.rLjo do .texto, poJtêm
.6em mocU-6-i.c.a.ç.ão do mu mo, nã.o ê. c..ol.oc..a.da.
ba.Jr..Jr..a. veJr.tic..ai.nenhuma.. -
Com u.ta. pttâ;üc..a. o U.buá.Júo do Ma.YLU.a.t
.6a.be.que. a.
Efietivida.de. da. página. ê. a.pe.n.a.-6 fioJtmai., níio havendo
a.Ue.Jta.ç.ã..o · no c..o n:te..ú.do •
Quando se quer destacar uma informação que se considera ter
07 MAR 1985
5.9
um interesse especial para o usuário do Manual, se costuma prec~
dê-la por um dos três avisos acima enumerados.
Estes avisos são a tradução dos correspondentes em conforme abaixo:
EM PORTUGUtS EM INGLtS
Atenção Warning
Advertência Caut ion
Nota Note
Os significados destes avisos sao os seguintes:
inglês
ATENÇÃO sinal geral de
PeJt.igo,.
Refere-se a Procedimentos de Operação, Técnica etc ... que resultarão em da nos físicos ou perda de vida, se não forem cor retamente seguidos.ADVERT~NCIA- sinal geral de
R..i.bc.o a.o
Equ.ipa.mento.R.efere-se a Procedimentos de Operação, Técnica etc ... que resultarão em danos ou destruição do equip~mento, se nao forem corretamente seguidos.
NOTA- sinal geral de Ob~eJtva.~ão.lefere-se a Realce ou Ob servação sobre o texto dando informações complement~
res ou informações que visam a facilitar os serviços descritos.
5 • 3. 6 - U.ó o de CollU
5.3.6. 1 -
GeneJta.~.ida.duO uso de cores visa a facilitar o entendimento das figuras tornando-as bastante auto-explicativas.
~ uma sistemática excelente em muitos aspectos mas que apr~
senta três deficiências importantes.
07 MAR 1985
5.10
l~ De:f·iciê·ncia: - Não dão cópias fotográficas ou fotostáti cas satisfatórias para o uso técnico;
2':
Deficiência:·- Obrigam a que o usuário do Manual nao se ja daltônico ou que a leitura do Manual seja feita on de só exista luz branca.NOTA
Hã. loc.o.J..4 c.uja ilum.<.na.ç.ã.o ê mon.oc.Jtomiiüc.a., a..U:.e.-
Julndo a v-Lbã.o
daõ c..o!Le.ó , inu:t<lizai1do a vilida.de.na.ó
pã.g-<..na.õ c..oloJU..daó.
3':
Deficiência: - ~ de confecção mais cara do que as impre~sas em preto e branco.
5.3.6.2-
U~o de.Cotr.u Segundo
MV.ive.MM Notr.mM
A Norma ATA-100 proíbe taxativamente o uso de cores em seus Manuais, recomendando, em substituição, o uso do hachuramento. Os diferentes tipos de hachuras substituiriam as cores.
As Normas MIL E GAMA-1 já permitem o uso de cores.
De um modo ger?-1, na atividade milita~ o problema de cópias de documentos é uma atividade que requer rigorosa fiscalização.
Em tal esfera de atividades, portanto, um Manual com a utilização de cores é inclusive uma segurança a mais. As deficiências acima apontadas, não são, pois, consideradas como importantes na esfe ra militar.
Daí que as Normas MIL permitem o uso de cores.
A Norma GAMA-1 trata basicamente da Operação das Aeronaves.
Como na Operação das Aeronaves é usual a utilização de cores, se gue-se que não há exatamente restrição ao uso das mesmas nos Ma nuais.
A Norma GAMA-1 apenas recomenda que se dê preferência pelo uso do preto e branco.
07 MAR 1985
5.11 KARUAIS E LITERATURA T~CNIC~
5. 3. 7.1 -
NoJtmM Ex ... üte.ntu.Até recentemente duas Normas disputaram a supremacia quanto aos tamanhos das folhas de Desenho: as Normas ASA - American Stan dards Association -, e as Normas DIN.
NOTA
A .ôigla. !>IN fso...t c.on.ó...tdVta.d.a. c.omo uma. .õ...tgla. e.m J.ú, na.o
-
.õ...tgn...tfs...[c.a.ndo e.xa.tame.nte. ...tn...tc.i.a....i4 de. pa.htvlta..ó. Vu.a.ó c.oJt Jte.ntu , na. Ale.ma.nha. c:1...ú.; puta.Jr.a.m M pa.la.vJtM de. onde. de!U
Va.Jta. a. .õ...tgla. V1 N:
a.) VEVTSCH INVUSTRIAL NORMEN.
{ NoJrmM 1 ndUõ:tJúcU.-6 Alemâ6 } b) VAS 1ST NORMEM.
{ I.õto
ê
NoJrma.) .0.6 e.fse.do.ó deva6ta.doJtu da. 2~ Gue.JtJta. Mund...ta..i e.m a..i guma6
iVte.a6
da. Ale.ma.nha., e.m pa!l..Ü.c.ui.a.Jt .6 obJte. o.ó lo~onde. uta.va.m al.gun.ó a.Jtqu...tvo.ó têc.rU..c.o.ó ,dúx.ou aquele. pa.ló
.6 em c.oncü.ç.õu de defs...[n...t!t qual .6 e.Jt...ta. a. oJt...tgem ve!tda.de....t!ta.
da. .6 ...tg.ta. •
Na. p}t...[mÚ!ta. metade. da. d'é.c.a.d.a. de. 50 fso...t toma.d.a. a. de.
w
ão .6 o bJte a. .õ...{_g.ia., teJrmi..na.ndo o pM blema.. -5. 3. 7. 2 - Ta.ma.nho.ó de. Vu. e.nho .6 e.gundo a..6 No!tma..6 ASA
Segundo as Normas ASA sao recomendados os seguintes tama- nos de folhas de papel - ou seus múltiplos - para desenho.
TAMANHO DIMENSÕES (Largura x altura)
POLEGADAS mm
A
8 1/2
X 11216
X279
B l 1 X
17 279
X432
c 17
X2.2 432
X559
o 22
X34 559
X864
E
34
X44 864
X1118
07 MAR 1985
HAJrn.J.IS J: LITE&A'fURA. TECNICJ.
5.3.7.3- Ta.ma.nho.o de. Ve..oe.nho .oe.gundo a..o Notr..ma..o VIN
Segundo as Normas DIN sao recomendadas os seguintes nhos de folhas de papel para desenho, série A:
DIMENSÕES TAMANHO Uargura x Altura)
mm
Ao
841 X 1189A1 594 X 841
A2 420 X 594
A 3 297 X 420
A4 210 X 297
As 148 X 210
A6 105 X 148
NOTA 1
Na. ve.tr..da.de. há. :tambêm a.6
.o Vúu
B e. C, a.6 qua.M e.n :óte:ta.n:to não -6 eJLã.o ttr..a..:ta.d.a nu .te. .ttr..a.ba.iho .NOTA 2
A c.a.JuLc:tvrl..6:üca. 6unda.me.n.tai.. do-é :tamanho-é
.o
vu.e. Ae::
1 ) - O :tamanho AO .te.m uma. á.tr..e.a. de. 1m2;
2) - A tr..eta.ç.ã.o
= e .o e.mptr..e. -igual a. /f.
5.12
tama-
5. 3. 7. 4 - Ta.ma.nho.o da..o Fo.tha..o de. Ma.nua.-i-6
.o
e.gundo a..o Notr..mM MIL ( a..te:
e..6 .ta. da..ta.)As Normas MIL, nas suas T.O. adotaram até à década de 60 os mesmos tamanhos adotados pelas Normas ATA-100 e GAMA-1.
Naquela época os tamanhos foram alterados para 8 l/4 e 10 3;4 de polegadas e 8 1;4 x 20 1
;2.
07 MAR 1985
5.13
5. 3. 7. 5 - T a.ma.nho.ó Ado:ta.do.ó pa.Jta. a..ó Folha..õ de. Ma.nu.cú.ó
Os Manuais executados segundo as Normas ATA-100 e GAMA-1 até esta data, devem sê-lo conforme os tamanhos A e B - modifica do -, das Normas ASA.
NOTA
O .tamanho B mod-tfi-c..a.do
e
um pou.c.o me.no.ó longo qu.e.o .tamanho B o!Úg-i..na.l, üJ-c.a.ndo c.om a.6 cüme.Yl..ó Õe..ó fi-i..Y1.lÚh de.
11
x.
16 pole.ga.da.ó • ( 27 9x.
40 6 mm) •I.õ:to
e 6ú:to
pa.Jta. peJtnú.:túr. a. do bJta.g em da.fi
olha. p~Jta. de.n:tJw, qu.a.ndo utive.Jt c.oloc.a.da. no Ma.nu.a.L
Entretanto há uma decisão do Ministério da Defesa dos Esta dos Unidos que certamente irá afetar as Normas ATA, GAMA e MIL . Aquele Ministério impôs que, a partir de 1990 deverá vigorar, na área militar americana, o Sistema Métrico Decimal conforme as uni dades SI - Sistema Internacional de Unidades.
Esta decisão já teve reflexos em toda a area civil, de modo que o FAA já está seguindo a mesma diretriz.
Deste modo, para o caso particular dos tamanhos de folhas de Manual estamos passando para os tamanhos A3 e A4 das Normas DIN.
07 MAR 1985
NOTA 1
A F~ta.nç.a. e. a. Alemanha. sempre imprimira• Ma.I'Ul.1Úó c.om o.ó .tama.nho.ó de. fiolha. a.da.p:ta.do.ó pa.Jta. a.6 NoJtma.õ VIN.
NOTA 2
EmboJta. o Blta.óil :te.nha. .6-i..do .6-i..gna.:táJU..o da. Conve.nç.ã.o .õobJte. o S-i...ó:te.ma. Mê.:tlúc.o Ve.cúnal. c.onfioJune. a. Lú Impe.Jci.a.l
nCJ 1T57 de. 2.6 de. Junho de. 1862.,
a.:te
hoje.- de.c.oJVú.dO.õ maió de. c.e.n:toe. v-i..n:te.
a.no.ó daqu.e.la. da.:ta. - o S-i...ó:tema. Mêttúc.o cúnda. não u:tã.e.fie.tiva.me.n:te.
-i..mpla.n:ta.do nu :te.Pal-6.
En:tã.o,
pa.Jta. nÕ.ó blta.6ile.-i..M.ó, cúnda. u:tã.oe.m
v-i..goJto.ó .tama.nho.ó c.onfioJune. fioJt pJte.v-i...ó:to pel..a.ó NoJuna.ó ATA-1 00 , GAMA-1
e.
MIL.5.14 JUIUA.IS E LifltiU.TmU. 'f~.NICJ. _
5.4 -
Est~uturaBisica dos Manuais
5. 4. 1 - .Ge.ne.JLa.Uda..du
Em qualquer Manual de Aeronáutico temos os segui~
tes componentes, além do texto propriamente dito:
1 - Capas;
2 Página de Rosto;
3 - Lista de Páginas em Vigor;
4 - Lista de Revisões;
5 - Lista de Revisões Temporárias;
6 - Resumo de cada Revisão- (Highlights);
7 - Explicação sobre o uso do Manual;
8 - Sumário;
9 - Lista de Ilustrações;
10 - índice;
Os componentes 3, 4 e 5 tem tanta importância quanto o pr2 prio texto do Manual. Os demais itens tem importância secundária mas que não devem ser negligenciada e devem ser objeto de atenção relativa cada vez que se for utilizar o referido Manual.
Em tese todos os dez ítens acima indicados tem sua importâ~
cia e esta importância é de tal ordem que são obejto de Norma.
Por isto vamos estudá-los um a um, exceto os de número 8, 9 e 10 que são auto-explicativos.
5.4.2 -
f~E~As Capas de Manuais como qualquer capa são a proteção exter na do Manual e que, no caso aeronáutico, possui mais as seguintes características básicas:
1 - Devem permitir uma identificação do Manual;
07 MAR 1985
2 - Devem permitir a retirada/inserção de folhas sem res dificuldades.
5.15
maio
Com esta função e com estas características existe urna infi nidade de modelos possíveis de capas de Manuais, conforme se pode ver em qualquer oficina de aviação.
A Página de Rosto apresenta as seguintes informações:
a - Tipo do Manual;
b - Modelo da aeronave à qual se refere;
c - Logotipo e enderêço do Fabricante;
d - Data e Revisão já incorporadas na impressão do apresentado.
NOTA
A6 T. O. , quando ~
ã.o
.impJr.eMíio
jâ. c.o nte.ndo R e v.-i.-~õu, a.pJtue:n;tam uma. :taJtja. hoJt..i..zonta.f. c.om a. .. Ü'L6c.Jt..i..ç.ão:
"REVISÃO". "8:ta. pJr.â.;t.[c.a.
não
e..x,.ú,;te, YUt6 dema..i.1s No!Una.6 •Manual
As figuras 5.4.3~1 e 5.4.3-2 mostram Páginas de Rosto típ!
cas de Manuais feitos com as Normas MIL.
A Norma GAMA-1 apresenta uma Página de Rosto típica, a qual está mostrada na Figura 5.4.3•3.
As Páginas de Rosto não são numeradas, apresentando apenas a indicação de sua Efetividade.
A Lista de Páginas em Vigor, em urna ou mais páginas, forne ce ao leitor a real atualização do Manual, informando a Efetivida de página por página do Manual.
07 MAR 1985
07 MAR S5
O.T. 1C95A-2-2
MANUAL TÉCNICO
MANUAL DE ANUTE ÇÃO
MANUSEIO NO SOLO, SERVIÇOS E MANUTENÇÃO DA CÉLULA
AVIÃO
-
B-110 nBANDEIRANTE"
MODELOS EMB-110K1 EMB-110P1 EMB-110P2
PUBLICADO PELA EMBRAER
EMPRESA BRASILEIRA DE AERONÁUTICA S.A.
E APROVADO PELO MINIST~RIO DA AERONÁUTICA
EM8AAER---~
15 AGOSTO 1980
07 MAR. 85
5.15~
O.T. 1C95A-2-2
MANUAL TÉCNICO
MANUSEIO NO SOLO, SERVIÇOS E MANUTENÇÃO DA CÉlULA
AVIÃO
E B-110
HDEIR:ANTE"
MODELOS EMB-110K1 EMB-110P1 EMB-110P2
AS PAGINAS DE REVISÃO MAIS RECENTE SUBSTITUEM AS PAGINAS DE MESMO NÚMERO COM DATA ANTERIOR.
Inclua as páginas revisadas na publicação básica.
Destrua as páginas rubstituldas.
PUBliCADO PELA EMBRAER
EMPRESA BRASILEIRA DE AERONÁUTICA S.A.
E APROVADO PELO MINIST~RIO DA AERONÁUTICA
EMBAAER - - - -
15 AGOSTO 1980
REVISÃO 1 - 02 ABRIL 1981
!:5".15/...,
r---~ --
ESTE AS INFO FORNECIDAS REQUER (FAR-23) eDRDO
DESIERIE: _ _ _ _ _ _ _ _ _
LA: ____________________ __
---.
APROVADO
POR:~ ·:y;(J_a.MI
ANTONIO BAKOWSKI
DATA DA
07
de Homologação de Homologação
nWTlign~-r, e Coordenação i ndustria I
21 DE JUNHO DE 1977
EIVIPRESA BRASILEIRA DE AERONAUTICA S.A.
CAIXA ?O;STAL 3-<3/U200SÃO JOSE DOS CAMPOS/SÃO PAULO TELEFONE 10123121·5400 TELEX (391111-22445 ESAE SR
.3-3
5.16
MANUAIS E
Ll~E&ATURA !~CNICAAssim, o leitor sabe instantaneamente se uma página foi ou nao modificada e até que data a mesma está atualizada.
As páginas apresentando as Listas de Páginas em Vigor sao padronizadas.
As Figuras 5. 4. 4-1 e 5. 4. 4-2 mostram Listas de Páginas em V~
gor sendo que a Figura 5.4.4-1 apresenta uma Lista executada se gundo as Normas MIL e a Figura 5.4.4-2 apresenta uma Lista execu tada segundo as demais Normas.
5 . 4 . 5 - Lú
:ta. de
R.e v
.úlõ u
A Lista de Revisões, em uma ou mais páginas fornece ao lei tor as informações sobre as incorporações de Modificações no Ma nual.
De uma certa maneira elas contam a vida do Manual.
Aqui aparece uma diferença entre as Normas MIL e as demais Normas.
Nas Normas MIL a Lista de RevisÕes está "embut·ida" na Lista de Páginas em Vigor, nao aparecendo individualizada. Nas
Normas, ela aparece em separado.
demais
A Figura 5.4.5mostra uma típica Lista de Revisões onde se vê três atualizações: as de números 18, 19 e 20; suas datas e as respectivas datas de inserção no Manual.
Conforme visto em 5.3.1 os Manuais ficam "temporáriamente "
atualizados pela inserção de:
RevisÕes Temporárias, impressas em papel amarelo, usa- das em
~odasas Normas, exceto as Normas MIL;
Suplementos, impressos no papel branco normal, e espe- cifico para as Normas MIL.
07 MAR 1985
c
A
·LISTA DE PAGINAS EM VIGOR
Data de edição das páginas originais e páginas atualizadas:
O.T. 1C95A-2-2
-
·'INCLUA AS ·PÁGINAS REVISADAS MAIS RECENTES E DESTRUA AS PÁGINAS CANCELADAS.
NOTA· A parte revisada do texto é andicada por uma linha vertical nas margens externas da página.
OrlgiiW • • • •
o . . . .
15 Ago 1980 Rmsio • • . • 1 • • • • 02 Abr 1981O NúMERO TOTAL DE PÁGINAS NESTA PUBLICAÇÃO f DE 178, CONFORME RELAÇÃO ABAIXO:
Edição .. Titulo . . . • . .
"'A . . . . • . . . • . .. i ... .
iiaiv . . . ..
<>V • • • • . • . • • • • • • • •
1 1
o
1 1 vi. . . • . . . . . . . . .o
1-1 . . . . . . . o
1-2 em branco . . . O .. 2-1 . . . . 1 2-2 a 2-4 . • . . . . . . . . O .. 2-5 ... ·. . . . . . 1 2-6 a 2-11 . . . O 2-12 em branco . . . O .. 3-1 . . . . . . . . . . . 1 3-2...
o
.. 3-3 a 3-4 . . . . . . . 1
• 3-4A . . . . 1 .. 3-4B em branco . . . . . 1 3-5 . . . . . .
o
<> 3-6 a 3-7 . . . . . . . . . . 1 3-8 a 3-16 . . . . . O
"3-16A... . . . . . . . . . 1
"3-16B em branco . . . . 1
•3-17 . . . · . . . 1 3-18 . • • • • • . • • . • . .
o
.. 3-19 . . . 1 .3-20...
o
... 3-21 . . . . . . 1 3-22 a 3-23 . . . . . . . . O .. 3-24... . . . 1 3-25 a 3-29 . . . O .. 3-30. . . . 1 ., 3-30A. . . . 1
* 3-30B em branco. . . . . I 3-31 a 3-32 . . . O ., 3-33 a 3-47 . . . . 1
" 3-48 em branco . . 1
"4-1a4-7 . . . 1 4-8 a4-9 .. .. .. O
•4-10a4-22.. .. .. 1 S-1 . . . O
"S-2 . . . . 1 .,. S-2A . . . . . . 1
Edição
"'5-2B.... . . . . . . . 1 5-3 a 5-5 . . . . • . . . O .. S-6. . . . l .. 5-6A . . . . . . . . . . . . 1 .. S-6B em branco . . . . . 1 5-7... O ., 5-8. . . . 1
5-9 a 5-14 . . . O 6-la6-4 . . . O
~la7~6 . . . O 8-1 a 8-4 . . . . . . . . . O 9-1 a 9-4 . . . . . . . O 10-1 a 10-14 . . . . . . . O
-11- O asterisco indica páginas alteradas. adicionadas ou canceladas pela presente revisão
07 MA/l. 8.J FtG. 5 .. 4 4 -.1..
Edição
5 . / 6
,B
EMBRAER LISTA DE PÁGINAS
EMB-201A
EM VIGORLISTA DE PAGINAS EM VIGOR
SEÇÃO PÁGINA DATA SEÇÃO PÁGINA DATA
LISTA DE PÁGINAS A 11/12/78 3 - PROCEDIMENTOS DE 3-8 11112n8
EM VIGOR B 11/12/78 EMERG~NCIA 3-BA 31/01/78
(Continuação) 3-88 31/01/78
ATUALIZAÇÃO DO 17/08/77 3~ 11 112ns
MANUAL jj 11/12/78 3-10 15/06/77
FOLHA DE APROVAÇÃO iii 31/01/78 4 - PROCEDIMENTOS 4-i 15/06/77
DE REVISÕES iv 11112na NORMAIS 4-1 11/08/77
4-2 11/12/78
REGISTRO DE REVISÕES v 15106/77 4-3 1St06n7
TEMPORÁRIAS vi 15/osm 4-4 11/12/78
REGISTRO DE REVISÕES 4-5 11/12/78
vi i 151osn7
4-6 15/06/77 vi i i 151osn7
4-7 1stosn7
SUMÁRIO ix 15/06/77 4-8 11112ns
X 15/06/77 4-9 1sto6n1
4-10 15/06/77
1 - GENERALIDADES 1-i 15106/77 4-11 15/06/77
1-1 15/06/77 4-12 15/06/77
1-2 15/06/77 4-13 11/12/78
1-3 11112na 4-14 15/06/77
1-4 15/06/77
1-5 15106/77 5 - DESEMPENHO 5-i 15/06/77
1-6 15/06/77 5-1 15/06/77
1-7 15/06/77 5-2 11/08/77
1-8 15/06/77 5-3 17/08/77
1~ 1s106m 5-4 15/06/77
1-10 15106/77 5-5 15/06/77
5-6 15/06/77
2 - LIMITAÇÕES 2-i 15106/77 5-7 17/08/77
2-1 15106/77 5-8 17/08/77
2-2 15/06/77 5-9 15/06/77
2-3 15/06/77 5-10 15/06/77
2-4 11112na 5-11 15/06/77
2-5 15106/77 5·12 15/06/77
2-6 15/06/77 5-13 15/06/77
2-7 15106/77 5-14 15/06/77
2-8 17/08/77 5-15 15/06/77
5-16 15/06/77
3 - PROCEDIMENTOS DE 3-i 15106/77 5-17 15/06/77
EMERG!:NCIA 3-1 17/08/77 5-18 15/06/77
3-2 11/12(/8 5-19 15/06/77
3-3 11112n8 5-20 15/06/77
3-4 11/08/77 5-21 1sto6n1
3-5 15106/77 5-22 17/08/77
3-6 11/12/78 5-23 15/06/77
3-7 15/06/77 5-24 15/06/77
11 DEZEMBRO 1978
A
07 MAL es-
~EMBRAER
fEtmJ[9J·tedfJ XlnBU
REGISTRO DE REVISOES
REV DATA DATADA REV
~ INSERÇÃO POR NO DATA
18
15JA/11,14 2o
F@lf/Cf~
/Cj Ot Nl>V!f 07::JE7
f~:tfl--_
zo 30 AMRF lo MA/ tr _AI-
22 OUTUBRO 1979
07 MAR.. 8s-
::-.16/c..
REGISTRO DE RÉVISÕES
DATADA
INSERÇÃO POR
vii
5.17
MANUAIS E LITERATURA TÉCNICA
As RevisÕes Temporárias são listadas nas chamadas LISTAS DE REVISÕES TEMPORÁRIAS, onde tais registros contém as informa-
lf/lf# ' • I V '\. I V ""'
çoes referentes a
~serçaoe a remoçao da referida Revisao Tem
porária. (vide Fig. 5.4.6-1). -
- , .. RevisÕes
Os Suplementos sao listados de modo analogo as Temporárias (vide Fig. 5.4.6-2).
5.4.7- Resumo de cada Revisão-
(HIGHLIG~TS).Cada vez que o Fabricante encaminha
a~Qperador páginas
já com as revisÕes definitivas, ele encaminha em anexo descri- çÕes sucintas sobre as causas e o conteÚdo de cada Modificação.
Estas descriçÕes sucintas ocupam, no geral, uma só pági-
,.., , .. tiV , ..
na, nao havendo porem restr1çoes ao uso de mais de uma pag1na.
-
, ~Nas Fig. 5.4.7-1 e 5.4.7-2 estao apresentadas paginas ..
tJ.-picas
des~esResumos, sendo a Fig. 5.4.7-2 restrita as Normas MIL ..
5.4.8 - Explicações sobre o uso do Manual
Todo Manual de Aviação possui, em uma ou mais páginas, in formaçÕes para o
Op~radorsaber como usá-lo devidamente.
Este tipo de informação é comum para todas as Normas.
07 MAR
19855
NOTA Eventualmente, um Manual vas explicações sobre o não existiam em modelos po de Manual ..
novo podera conter no- , uso do mesmo, as quais
anteriores do mesmo ti Por iso recomenda-se que o leitor leia sempre,
ou pelo menos dê
~avista d'olhos nas
-~eferidas explicações sobre o uso do Manual, cada
vez que for manusear um Manual novo.
~EMBRAER
!ErrrD!ffJ·O@O XlnBU
REGISTRO DE REVISOES TEMPORÁRIAS
REV TEMPORÁRIA N°DA
DATA
~ PÁGINA POR
f
22 OUTUBRO 1979
0 .... )\ (
Q , -/ 1-1 ... "-
6 .j - '.:- I r-:-: / /
\.._./ . ' -;-- / r- REGISTRO DE R~EVISOES
TEMPORÁRIAS
DATA DA
REMOÇÃO POR
I
Il
;!
'
S.IP/B
O.T. 1C95-1S-3
SITUAÇÃO ATUAL DO MANUAL DE VÓO
liSTA CONDENSADA DE VERIFICAÇOES E SUPLEMENTOS OPERACIONAIS
Esta página é publicada junto com cada Suplemento Operacional. Sua finalidade é a de fornecer uma relação de consulta fácil e que apresente a situação atual do Manual de Vôo, Lista Condensada de Verificações e Suplementos Operacionais, fornecendo para cada um a data da edição ou revisão em vigor.
Caso não possua alguma das publicações relacionadas nesta página, solicite-a através da Divisão de Assistência Técnica da EMBRAER.
MANUAL DE VÔO O.T. IC95-l MANUAL DE V.OO O.T. IC95-lCL
NÚMERO
O.T. 1C95-1S-l
O.T. 1C9S-1S-2
DATA
23 abril 1976
30 junho 1976
DATA
1 O de fevereiro de 197 5 DATA
10 de fevereiro de 1975
SUPLEMENTOS OPERACIONAIS
EFETIVIDADE
Todos os modelos
EMB-llOC' Confi- guração N.
DISTRIBUfDO SO- MENTE AOS OPE-
RADORES DO
EMB-liOC CONFI- GURAÇÃO N.
DESCRIÇÃO RESUMIDA
Informar os valores de es- tol para aeronaves equipa- das com o sistema de de- gelo
Fornecer informações so- bre o sistema de proteção contra a formação de gelo, sobre a válvula seletora do sistema hidráulico e novos equipamentos de radioco- municação
instalados EMB-llOC ração N.
e navegação no avião Configu-
REVISÃO No 2 de 27 abril 1976 REVISÃO N°
l de 05 fevereiro 1976
PÁGINAS AFETADAS DO MANUAL
DE VÔO 6-l
J-22, l-30, l-35, 2-2. 2-3. 2-4.
3-11' 3-J 2. 4-9, 4-11. 4-13, 4-16, 4-19.4-20, 4-208.
4-20C, 4-24, 4-27' 4-28,4-33.4-37, 6-2 e 9-5
---
O.T. 1C9S-1S-3 OS julho 1976 Todos os modelos Corrigir o valor de veloci·
dade para alanne do trem de pouso.
1-35
---
Pág. 1 de 1
NÚMERO E DATADA
REVISÃO
01 de 17108n7
02 de • 31to1ns
31 JANEIRO 1978
PÁGINAS REVISADAS
2-8 3-1 3-4 4-1 44 5-2
5-3 5-7
MANUAL DE OPERAÇÃO
FOLHA DE APROVAÇÃO DE REVISOES IPANEMA
EMB-201A
DESCRIÇÃO DA REVISÃO
Inclusão de letreiro
Correção de Nos de parágrafo Correção de N°s de parágrafo Correção de N°s de parágrafo Correção de N°s de parágrafo
Correção de valor citado no exemplo de desem- penho
Inclusão de condição no exemplo de calibração Substituição da tabela de calibração de veloci-
dade por gráfico
Correção de valores na tabela de velocidades de estol
5-22 Correção de valores na tabela de corrida no solo 7-8 Correção, eliminação e inclusão de letreiros no
1-3
2-4 3-2 3-3 3-6 3-8 3-SA 3-813 3-9 4-2 4-5 4-8 4-13 7-20 7-21 7-22 7-22A 7-228 7-23
painel de instrumentos
Inclusão de informações sobre o sistema de com- bust(vel quando equipado com válvula seletora
01 MAR 85""
FOLHA DE APROVAÇÃO DE REVISOES
6~ lo/A
APROVAÇÃO DO CTA DATA ASSINATURA
. ~
\ '}\"::'f
"~)
iv
NÚMERO E DATADA REVISÃO
03 de 11112ns
PAGINAS
REVISADAS DESCRIÇÃO DA REVISÃO
ii Inclusão de página omitida i v
1-3, 2-4, 3-2, 3-3.
3-6, 3-8, 3-9, 4-2.
4-4, 4-5, 4-8, 4-13, 6-1, 6-9, 6-25, 6-26, 6-29, 6-30, 6-31, 7-6, 7-20, 7-21, 7-22, 7-22A., 7-228,7-23
Inclusão de "Folha de Aprovação de Revisões"
adicional
Inclusão de informações e instruQÕes sobre o sistema de combust(vel equipado com válvula seletora.
NOTA Em revido deve w incorporada como segue:
1. Aeronavn ~quipadls de f'brica c:om vailvula seletonll de combust(vel: ínc:orpore
1 revido imediatamente.
2. AlrOI"'IVII ~qulpadiS c:om wlvula Mletorl de c:ombust(vel por aplicac;:lo da DA 78-10.06 (B.S. EMBRAER N° 200·28.015): incorpore 11 revido imediata·
mente.
3. Aeronav• nlo ~e~ulpadls com válvula seletora de combustfvel: incorpore 1
revlilo em conjunto com a aplicaç:lo da DA 78-10.06 (B.S. EMBRAER NO 200-28-015).
07 MA/2_ ()Ç PiG. S-4.7-i.jB
EMBRAER
EMB-201A
A.PROV A.ÇAO DO CT A.
DATA. ASSINATURA
\
'~~\ ~ \\.
. \ v . \
I
11 DEZEMBRO 1978
5.18 e
5.19 JU.Nll:Al-S E LI'fElU.!UJU .. !!ClHC.A.5.5 - As Microfichas
A Microfilmagem de documentos tornou-se possível quando es te tipo de tecnologia passou a permitir a reprodução fiel dos mes mos. Isto ocorreu no final da década de 40.
Entende-se 11reprodução fiel" como a reprodução da informação sem as distorções ou "borrões ru que costumavam aparecer cada vez que se reduzia ou se ampliavam fotografias de modo que o lei tor esteja a salvo de entendimento errôneo dos textos.De qualquer maneira não se recomenda para originais q•e tenha• let~aa o• núee
·-
,08 com menos de 2 mm de tamanho, Do oriciaal.
O uso da Microfilmagem exige, nas condições atuais, certos mínimos de condicionamento do meio ambiente. Os Fabricantes infor roam quais são estes mínimos os quais cobrem as condiçÕes normais de temperatura e umidade do ar existentes no mundo. Quando o pr~
blema implica, porém, em máquinas leitoras-reprodutoras, a guarda dos papéis-cópia requer o uso de ambientes com ar condicionado.
Hoje em dia vários fatores defendem o uso de Microfilmagens de Documentos.
a - Possibilidades de se dispor de grandes acervos em esp~
ços diminutos;
b - Râpidez de Consulta;
c - Facilidade de obtenção de cópias dos Documentos que vie rem a interessar ao consulente;
d - Difícil ocorrência de extravio de filmes, e em conseque~
qia, das informações.
e - Custo relativamente reduzido, relativamente ao mesmo ma • terial impresso quando distribuído.
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5.20
JIAJW'A-IS
:BLITERA.'l'VIU. T%CNICA
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f - Facilidade de contacto postal entre o responsável p~
los Originais e o Operador final.
g -
Al5m
das vantagens acima citadas, se acresce o fato de que se pode ter cópias da Documentação em va rios locais, inclusive junto à Manutenção de Campo.A Microfilmagem também tem seus "contra", porém.
Exist.em, alguns fatores que tornam inconvenientes o uso da Microfilmagem:
a - Locais com constantes casos de falta de Energia Elétri ca;
b - Falha da Máquina Leitora ou da Máquina Leitora -Copiad~
ra.
NOTA
E6.tu htc.onve.rU.e.n.tu podem
-& e1r..-&a.n.a..do-& pel.a. e w.tên.CÃA. de. geJuUloJt
e.J.:e.:tJUc.o - (pa!Ut o-&
c.aL>o-& de.
{ã.lha no óoJtn.e.cime.n.to de. En.eJl.gia) - ou pei.a. a.qeú6iç.ao de. mcú.b de. uma mã.qul.n.a pelo OpeJuUloJt.
A sistemática de informações impressas em folhas de papel, - (caso típico dos Manuais} -, também tem seus "prÓs11 e seus "co~
tra" que, de uma certa maneira são a antítese da microfilmagem.
Independentemente dos prós e contra atuais, a microfilmagem é a solução do futuro, em todo o mundo.
Entretanto sua eficácia, já comprovada nos Estados Unidos, e discutível para o Brasil atual.
A Microfilmagem, na parte que diz respeito à Manutenção Ae ronáutica, é feita de duas maneiras:
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