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Melhores Técnicas de Análise Financeira
Integrando Análise Avançada + Fluxo de Caixa + Projeção Rápida de Balanços
Programa completo (24 horas)
Nota: Todos os exemplos e casos práticos serão apresentados na planilha Excel
Parte 1: O que é e como calcular a “criação de valor para o acionista”
Os dois benefícios esperados pelo investidor (donos da empresa): dividendo e valorização da ação. Caso prático: Como calcular o RTA (retorno total do acionista) ao ano por recebimento de dividendo e
valorização da ação.
O que significa “criar valor para o acionista” e sua conexão com o RTA.
Como analisar o RTA (RTA versus Custo do capital para o acionista). Conclusão: há ou não criação de valor para o acionista?
Cálculo do RTA nas empresas de capital aberto e capital fechado. Benefícios da criação de valor para o acionista para a empresa.
Criação de valor para o acionista e o gerenciamento baseada no valor (GBV).
Parte 2: Custo do capital e custo do capital do acionista
O que significa a expressão “capital”.
A composição do capital: capital de terceiros e capital do acionista.
Capital do acionista pelo valor contábil ou de mercado? O que fazer nas empresas de capital fechado. Como calcular o CMPC (Custo Médio Ponderado do Capital). Um exemplo.
Para que serve o CMPC.
Cálculo do custo do capital do acionista: teoria: Capital Asset Pricing Model - CAPM.
Como calcular cada componente da fórmula: taxa de juros livre de risco; retorno do mercado; prêmio pelo risco de mercado; beta; inflação e prêmio pelo risco Brasil.
Betas puros e alavancados. Qual a diferença? Como alavancar e desalavancar betas? Custo de capital na prática x Custo de capital do acionista pelo CAPM
Limitações do CAPM.
Caso prático: Cálculo de custo de capital pelo CAPM.
Parte 3: Como fazer uma análise econômica
O que é análise econômica: o foco está no lucro.
1º passo: Caso prático - Como preparar o balanço patrimonial para fazer a análise econômica: identificação do ativo operacional, do passivo operacional, do capital de terceiros e do capital do acionista. Cálculos pelos saldos médios.
2º passo: Caso prático - Como compactar o balanço: identificação do ativo operacional líquido, do capital de terceiros e do capital do acionista. O significado de um destes blocos.
3º passo: Caso prático - Como preparar a demonstração do resultado.
o Determinação do lucro operacional antes e depois dos impostos sobre o lucro (Nopat).
Informações e Inscrições:
Cíntia Peixoto
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2 o Como tratar as receitas financeiras.
o Como tratar as despesas financeiras antes e depois da economia fiscal. o A identificação do custo do capital do acionista.
o Apresentação do resultado econômico (ou EVA).
o Destaque: o lucro operacional líquido como linha divisória entre o custo total da operação e o custo total do capital empregado.
4º passo: Caso prático - Como calcular e analisar os principais indicadores econômicos:
o Detalhando a interpretação do EVA: [(Retorno sobre investimento - Custo do capital) x Investimento operacional].
o Retorno sobre investimento (ROI=ROIC=ROCE=RONA - indicadores de retorno sobre os investimentos).
o Custo médio ponderado do capital - CMPC (WACC).
o Retorno sobre investimento = margem operacional vezes giro sobre investimento.
o Retorno sobre o capital do acionista (RCA=RPL=ROE - indicadores de retorno sobre o patrimônio líquido).
o RCA = margem líquida x giro sobre investimento x alavancagem financeira. o EVA (valor econômico criado, agregado ou adicionado).
MVA (market value added).
o Como calcular e interpretar.
o Principal mensagem do MVA: para criar valor para o acionista sempre é necessário que o valor do EVA seja positivo e crescente.
O alinhamento entre os comportamentos do EVA e do RTA: mais EVA mais RTA. O capital do acionista (patrimônio líquido) pelo valor de mercado.
o Certo ou errado?
o Como ajustar o balanço e o reflexo no EVA.
Caso prático de encerramento da etapa 2 - Desenvolvendo a habilidade analítica: o Análise da evolução de EVA ao longo de 4 anos.
o Apresentação de uma metodologia replicável para análise e redação de texto.
Parte 4: Como fazer uma análise financeira
O que é analise financeira: o foco está na geração de caixa.
Caso prático - O que explica a diferença entre a geração de lucro e a geração de caixa. Porque os dois valores costumar ser diferentes? Caso prático: Por que a geração de caixa de um período não bate com o resultado do mesmo período. A variação no saldo das contas patrimoniais ajuda a explicar o porquê. Formato ideal para apresentação do fluxo de caixa:
o Núcleo operacional, núcleo de investimentos e núcleo de financiamentos.
Caso prático: Como elaborar um fluxo de caixa partindo de 2 balanços e 1 demonstração do resultado. Caso prático: Como interpretar:
o Geração de caixa operacional. o Geração de caixa para o acionista. o Geração de caixa final.
Uma breve análise do Ebitda. o Como calcular. o Como interpretar. o As limitações do Ebitda. o Os ajustes mais comuns.
o Múltiplos de Ebitda: os mais comuns. Para que servem?
Caso prático: Conciliando a diferença entre Ebitda e geração de caixa operacional e Ebitda e geração de caixa final.
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Diferença entre endividamento (é pontual) e liquidez (é dinâmica).
Trocando indicadores estáticos (os tradicionais) pelos dinâmicos. Estimando indicadores dinâmicos para quantos anos?
Indicadores de liquides estáticos mais comuns e suas limitações: liquidez corrente, geral e seca. Caso prático: Os principais indicadores financeiros (liquidez=capacidade de pagamento).
o Capacidade de pagamento dos juros.
o Capacidade de pagamento do serviço da dívida (juros mais amortização do saldo devedor). o Estabelecimento de um limite de crédito e, como consequência, o limite de endividamento. Caso prático: Fluxo de caixa apresentado pelo método direto e indireto.
Caso prático de encerramento da etapa 3:
o Análise da evolução da capacidade de pagamento ao longo de 4 anos.
o Apresentação de uma metodologia replicável para análise e redação de texto.
Parte 5: Casos práticos especiais.
Caso prático especial 1: Simulador de EVA no Excel.
o Análise de sensibilidade com os principais direcionares do EVA: preço de venda, volume de venda, custo variável, custo fixo, nível de investimento e estrutura de capital.
Caso prático especial 2: Cálculo do EVA quando a empresa tem investimentos operacionais. o Exemplos mais comuns de investimentos não operacionais.
o A necessidade de associar um capital e um custo do capital a cada um deles. Caso prático especial 3: Cálculo do EVA por unidade de negócio.
o O que é unidade de negócio.
o O perigo do rateio. Solução: separar os gastos diretos dos indiretos. Caso prático especial 4: Evoluindo na interpretação do Ebitda.
o O limite da sua interpretação na análise econômica e análise financeira. Caso prático especial 5: Análise econômica e financeira da empresa de capital aberto
o Estudo de caso real em Excel de uma empresa de capital Aberto. O participante terá à sua disposição uma planilha com os dados dos últimos 3 anos de uma empresa de capital aberto. Estas informações serão utilizadas para realizar uma análise econômica completa. A escolha das demonstrações financeiras de uma empresa de capital aberto visa tornar o treinamento mais realista e motivador.
o Apresentação das demonstrações contábeis planilhadas e acompanhadas do cálculo dos principais indicadores econômicos e financeiros.
Parte 6: Como projetar rapidamente demonstrações financeiras (projeções pró forma)
Caso prático 1: Como elaborar uma projeção de demonstrações financeiras pró forma
O participante terá à disposição numa planilha uma série de dados para projetar demonstrações financeiras integradas com base em premissas previamente definidas. Elaborará um balanço, demonstração do resultado e fluxo de caixa, tudo perfeitamente integrado (Ativo batendo com Passivo). As questões tratadas neste caso prático são as seguintes:
Como projetar as contas da Demonstração do Resultado - ítens que serão enfatizados: o Receitas.
o Impostos sobre as receitas. o Custos operacionais. o Despesas operacionais.
o Receitas e despesas financeiras. o IR / CSLL.
Como projetar as contas do Balanço Patrimonial - Itens que serão enfatizados: o Caixa e aplicações financeiras.
4 o Estoques.
o Fornecedores. o Impostos a pagar. o Empréstimos, etc.
Como projetar o Fluxo de Caixa - Ítens que serão enfatizados: o Superávit/déficit operacional.
o Superávit/déficit final, etc.
Apresentação do fluxo de caixa pelo método direto e indireto.
Apresentação do fluxo de caixa livre e o fluxo de caixa para o acionista.
Serão discutidos durante a elaboração deste caso prático os seguintes aspectos: o O que é uma boa projeção.
o Para que serve a análise retrospectiva.
o Projeção em moeda constante ou moeda corrente. o Projeções detalhadas versus projeções compactadas.
o Periodicidade (mês, trimestre ou ano) e extensão das projeções (para 1, 2 ou n anos). o Projeção de empresas sazonais.
o O método das partidas dobradas.
o Check-list para levantamento de um banco de premissas.
Caso prático 2: Utilização de planilhas para projeções
O participante terá à sua disposição uma planilha de projeções para realizar a projeção do caso prático 1 de forma automatizada. O objetivo deste caso é demonstrar a viabilidade da construção de uma planilha que considere todos os aspectos técnicos para a realização de uma projeção integrada. As questões tratadas neste exemplo são as seguintes:
Como automatizar os cálculos para obter uma projeção integrada.
Definição de pontos de checagem para verificação da qualidade das projeções.
Caso prático 3: Como elaborar uma projeção rápida (pró forma) através de relações entre contas existentes nas demonstrações financeiras da empresa.
O participante terá à sua disposição uma série de informações a respeito das relações existentes entre as contas de uma empresa. O objetivo deste caso é demonstrar como elaborar uma projeção com base nessas relações relativamente constantes. A questão que será tratada neste exemplo é:
Como aproveitar essas relações para uma projeção rápida (pró forma).
Parte 7: Apresentação e adaptação da planilha de projeções
Nesta parte do treinamento será feita uma apresentação de planilha de projeções desenvolvida pela Cavalcante usando como base as informações de uma Cia Aberta. Será mostrado como esta planilha pode ser adaptada para as necessidades do participante. O desenvolvimento desta parte do treinamento será feito dentro da seguinte ordem:
Etapa 1 - Apresentação da planilha de projeções.
Etapa 2 - Caso prático: Treinamento na operação do modelo. O objetivo desta etapa é apresentar a maneira adequada para alimentar e alterar os dados do banco de premissas, de modo que o participante possa operar a planilha de projeção das demonstrações financeiras. O participante terá
à sua disposição uma planilha com os 3 últimos balanços e uma série de premissas essenciais para fazer um trabalho de projeção: volume de vendas, preços unitários, custos unitários, alíquota de impostos, taxa de juros, investimentos programados, etc. Serão elaboradas projeções para os próximos anos com base nestas demonstrações financeiras e nas premissas dadas, que deverão mostrar-se integradas. A adequação da metodologia
adotada no caso prático 1 será comprovada neste caso prático.
Etapa 3 - Vários casos práticos para mostrar como adaptar a planilha base. O objetivo desta etapa é possibilitar ao participante personalizar a planilha de projeções para as necessidades da sua empresa. Exemplos de adaptações à planilha:
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o Adaptação do módulo de projeção de receitas. o Adaptação do módulo de projeção dos impostos. o Adaptação do módulo de projeção dos custos. o Adaptação do módulo de projeção das despesas. o Adaptação do módulo de projeção dos financiamentos.
o Adaptação do módulo de integração do balanço, resultado e fluxo de caixa inserindo contas como:
Adiantamento a fornecedores. Despesas pagas antecipadamente. Adiantamento de clientes.
Novos tipos de financiamento, etc.
Etapa 4 - Caso Prático: Fazendo uma "breve" análise econômica e financeira da empresa. Neste caso será exercitada por parte dos participantes a capacidade de análise das projeções. Através da planilha de já preenchida com a projeção para 5 anos, serão tratados os seguintes pontos:
o Como fazer uma análise de sensibilidade (alterando uma variável por vez). o Como fazer simulações do tipo what-if.
o Value Drivers e Cash Drivers - como identificar os principais value drivers e cash da empresa (as principais premissas que influenciam na formação do valor e do caixa da empresa). Como fazer uma análise de sensibilidade.
o Utilizando o recurso atingir meta do Excel para fazer testes de Stress e outras análises. o Utilizando o recurso do Excel Cenários para alterar dois ou mais variáveis simultaneamente.
Instrutor
Paulo Dragaud Zeppelini
Diretor e Consultor da Cavalcante & Consultores, responsável pela coordenação de todas as unidades de negócio
Consultor financeiro especialista nas seguintes áreas: o Análise Econômica e Financeira de Empresas o Análise de novos projetos de investimento
o Valorização de empresas para compra e venda de participações o Gerenciamento baseado em valor (EVA-MVA)
o Orçamento e formação de preços
Executivo com mais de 20 anos de experiência e carreira desenvolvida em instituições financeiras do segmento de mercado de capitais e de crédito
Administrador de Empresas com MBA em finanças pelo INSPER/IBMEC Mestre em controladoria e contabilidade estratégica pela FECAP