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NOVIDADES LEGISLATIVAS NOVEDADES LEGISLATIVAS
Boletim Trabalhista
Consultora da Avon Não Tem Vínculo Empregatício com a Empresa
Em decisão da 6ª turma do Tribunal Superior do Trabalho (“TST”) ficou decidido que consultora de vendas da Avon Cosméticos Ltda. não tem vínculo empregatício com a empresa.
A vendedora informou exercer cargos de executiva de vendas por dez anos, realizando a venda de Avon diretamente aos clientes. Adicionalmente, alegou não atuar como representante comercial autônomo, mas sim como empregada da empresa, uma vez que a relação entre as partes se caracterizava por ser onerosa, subordinada e pessoal.
Já a Avon informou que a autora jamais recebeu salário. De fato, a vendedora comprava os produtos a serem comercializados e retirava lucro na revenda. Em primeira instância, foi reconhecido o vínculo empregatício.
A empresa recorreu alegando a existência de relação autônoma sujeita às regras de direito civil e não de trabalho.
Em segunda instância, o Tribunal Regional do Trabalho (“TRT”) da 11ª Região acatou a tese da empresa e julgou improcedente a ação
Boletin Laboral
Consultora Avon no Tiene Vínculo Laboral con Empresa
En decisión de la 6ª turma del Tribunal Superior del Trabajo (“TST”) se decidió que consultora de ventas de Avon Cosméticos Ltda. No tiene vínculo laboral con la empresa.
La vendedora informó actuar como ejecutiva de ventas por diez años, realizando la venta de Avon directamente a los clientes. En adición, alegó no actuar como representante comercial autónomo sino que como empleada de la empresa, una vez que la relación entre las partes se caracterizaba por ser onerosa, subordinada y personal.
Avon, por su turno, informó que la vendedora jamás recibió sueldo. De hecho, la vendedora compraba los productos que serían comercializados y obtenía ganancia en la reventa.
En primera instancia, fue reconocido el vínculo laboral.
La empresa apeló alegando la existencia de relación autónoma reglada por el derecho civil y no por el derecho laboral.
En segunda instancia, el Tribunal Regional del Trabajo (“TRT”) de la 11ª Región acató la tesis de la empresa y juzgó improcedente la
A vendedora então recorreu ao TST, que por unanimidade, confirmou a decisão do TRT.
Competência para Execução de Dívida Resultante de Empréstimo a Empregados é da Justiça Trabalhista
A 2ª seção do Superior Tribunal de Justiça (“STJ”) entendeu que cabe à Justiça do Trabalho processar e julgar ação de execução com origem em contrato de mútuo firmado dentro da relação de trabalho e em função dela.
A empresa ajuizou ação de execução contra um ex-funcionário, com o qual celebrou um contrato de mútuo, em julho de 2004. O contrato previa a concessão de empréstimo a ser pago em parcelas mensais e sucessivas até 16 de julho de 2008. No entanto, em agosto de 2006, o contrato de trabalho entre partes foi rescindido, o que ocasionou o vencimento antecipado da dívida.
Inicialmente, o processo foi distribuído ao juízo cível, que declinou da competência para a Justiça trabalhista.
A Justiça trabalhista também declinou a competência por entender que se tratava de matéria civil.
O STJ entendeu que o caso deveria ser analisado pela justiça trabalhista já que a execução refere-se a contrato de mútuo firmado dentro da própria relação de trabalho e em função dela.
Consumidor
Procon Multa McDonald’s por Publicidade
La vendedora entonces apeló al TST, que por unanimidad, confirmó la decisión del TRT.
Competencia para Ejecutar Deuda Resultante de Préstamos a Empleado es de la Justicia Laboral
La 2ª sección del Superior Tribunal de Justicia (“STJ”) decidió que es la Justicia Laboral que puede examinar y juzgar fallos de ejecución con origen en contrato de mutuo firmado en el contexto de una relación laboral.
La empresa registró fallo de ejecución contra ex empleado, con lo cual firmó contrato de mutuo en julio de 2004. El contrato establecía el otorgamiento de préstamo a pagado en cuotas mensuales y seguidas hasta 16 de julio de 2008. No obstante, en agosto de 2006, el contrato laboral entre las partes fue rescindido, lo que generó el vencimiento anticipado de la deuda.
A principio, el proceso fue registrado en tribunal civil, que rechazó la responsabilidad y lo envió para la justicia laboral.
La justicia laboral también rechazó la demanda por entender que se trataba de tema civil.
El STJ decidió que el caso debería ser juzgado por la justicia laboral una vez que la ejecución hace referencia a un contrato de mutuo firmado en el contexto de una relación laboral.
Consumidor
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Infantil
O órgão de defesa do consumidor (“Procon”) multou o McDonald's em R$ 3,19 mi pela venda de lanches com brinquedos e publicidade infantil.
A decisão do Procon foi proferida em esfera administrativa e a multa pode ser contestada judicialmente.
A ação teve início com base em representação enviada ao Procon pelo Instituto Alana, organização de defesa dos direitos da criança e do adolescente no âmbito das relações de consumo.
A Alana alegava que a venda do McLanche Feliz atrai o público infantil por meio os brinquedos colecionáveis. Alegava também que o público infantil não tem maturidade para defender-se desse tipo de estratégia de marketing que acaba sendo atraído para o consumo de alimentos de alto nível calórico e baixo valor nutricional. Também considerou que a informação nutricional de alimentos veiculada pelo McDonald’s corresponde a valores padronizados de acordo com referências de uma dieta adulta.
Por fim, alegava também que a publicidade era abusiva por associar o consumo desses alimentos à ideia de parceria, amizade e diversão entre crianças e os alimentos vendidos.
Boletim Tributário
Inclusão de Dívida do Simples Nacional no em Programa de Parcelamento
Publicidad Infantil
El órgano de defensa del consumidor (“Procon”) aplicó multa en el monto de R$ 9,19 millones por la venta de comida con juguetes y publicidad infantil.
La decisión de Procon fue pronunciada en un tribunal administrativo por lo que la multa puede ser cuestionada en tribunales de justicia.
La demanda se inició con una reclamación enviada a Procon por el Instituto Alana, organización de protección de los derechos de los niños y adolescentes en el contexto de relaciones de consumo.
Alana alegó que la venta de la Cajita Feliz atrae el público infantil por medio de juguetes que se pueden coleccionar. Alegó también que el público infantil no tiene madurez para protegerse de este tipo de estrategia de marketing y termina por ser seducido para el consumo de alimentos de gran nivel calórico y bajo en nutrientes. También consideró que la información nutricional de alimentos divulgada por McDonald’s se refiriere a valores utilizados con referencia a las necesidades alimentares de un adulto.
Por fin, alegó que la publicidad era abusiva por asociar el consumo de estos alimentos con la idea de conjunto, amistad y diversión entre los niños y los alimentos vendidos.
Boletín Tributario
Inclusión de Deuda del Simples Nacional en Plan de Parcelación
Empresa optante pelo sistema de apuração e pagamento de impostos pelo Simples Nacional que se encontrava em débito junto à Receita Federal, aderiu ao parcelamento previsto na lei 11.941/09.
No entanto, a empresa sentiu-se prejudicada pela edição da Portaria Conjunta PGFN/RFB 6/09 que determinou que os débitos apurados na forma do Simples Nacional teriam de ser excluídos do referido programa de parcelamento.
Foi então movida ação visando a possibilidade de inclusão dos débitos apurados na forma do Simples Nacional no referido programa de parcelamento.
Em 1ª e 2ª instâncias, a ação foi julgada improcedente, uma vez que seria impossível incluir débitos relativos à tributação pelo Simples Nacional no parcelamento previsto na lei 11.941/01, uma vez que no Simples Nacional abarca débitos com as Fazendas públicas Federal, estadual ou municipal. A empresa pediu reconsideração alegando ofensa aos princípios da isonomia e da legalidade, já que a restrição foi instituída por portaria.
O pedido foi então acatado uma vez que a previsão para o parcelamento estaria contida na Lei Complementar 139/11.
Restrição a Créditos de PIS e Cofins
A 1ª turma do STJ entendeu que determinado Supermercado não faz jus à inclusão de todos os custos necessários à atividade da empresa no conceito de insumo, para fins de apuração
Empresa registrada en el sistema de liquidación y pago de impuestos por el Simples Nacional y con deudas junto a las autoridades tributarias federales ingresó en el plan de parcelación establecido en la ley 11.941/09.
No obstante, la empresa se sintió perjudicada por la publicación de la Portaría Conjunta PDFN/RFB 6/09 que estableció que las deudas liquidadas en el sistema del Simples Nacional tendrían que ser retiradas de plan de parcelación.
Así, se protocolizó demanda con el objetivo de incluir las deudas liquidadas por el sistema del Simples Nacional en el mencionado plan de parcelación.
En 1ª y 2ª instancias, la demanda fue juzgada improcedente, una vez que sería imposible incluir las deudas relacionadas a la tributación por el sistema Simples Nacional en el plan de parcelación establecido en la ley 11.941/01 una vez que el sistema Simples Nacional incluye deudas con la fiscalización federal, estadual y municipal.
La empresa solicitó reconsideración alegando ofensa a los principios de la igualdad y de la legalidad, una vez que la restricción fue establecida en portaría.
La solicitación fue aceptada una vez que la previsión para el plan de parcelación fue establecida por la Ley Complementar 139/11.
Restricción a Créditos de PIS y Cofins
La 1ª turma del STJ entendió que cierto Supermercado no tiene derecho a la inclusión de todos los costos necesarios a la actividad de la empresa por concepto de insumo, para
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princípio da não cumulatividade.
A decisão se deu por maioria para a qual, certos serviços, ainda que necessários, não poderiam ser enquadrados no conceito de insumo previsto na legislação. Para que possam dar direito à crédito, tais serviços deveriam incidir diretamente sobre o produto em fabricação.
O Supermercado tentava o reconhecimento de créditos de PIS e Cofins relacionados a todas as despesas necessárias e que a descrição legal das atividades que geram direito a crédito seriam meramente exemplificativa.
Assim, deveriam dar direito a crédito as despesas de marketing, os serviços de consultoria, as comissões pagas a representantes comercial e o pagamento por serviços limpeza e vigilância.
Adicionalmente o princípio da não cumulatividade no âmbito do direito tributária teria sido estendido pela Constituição Federal para o PIS/Pasep e a Cofins.
O STJ, primeiramente, declinou a análise da questão envolvendo o princípio constitucional da não cumulatividade, por tratar-se de matéria sujeita a análise da Corte Suprema. No que tange aos critério previstos em leis federais, somente os bens e serviços que sejam utilizados diretamente sobre o produto em fabricação poderiam ser caracterizados como insumos, gerando direito a crédito que não se estende às despesas de administração interna da empresa.
fines de cálculo de crédito, solamente con base en el principio de la no acumulación. La decisión no fue por unanimidad, pero se decidió que algunos servicios, mismo que sean necesarios, no podrían ser conceptuados como insumo fijado por ley. Para que pudieran ser generar derecho a un crédito, los servicios deberían afectar directamente el producto en fabricación.
El Supermercado intentaba registrar el crédito de PIS y Cofins relacionados a todos los gastos necesarios y que la descripción legal de las actividades que generan derecho a crédito serian solamente un listado de ejemplos. Así, debe gastos con marketing, servicios de consultoría, comisiones pagadas a representantes comerciales y el pago por servicio de limpieza y vigilancia deberían generar crédito de IVA.
En adición, el principio de la no acumulación que afecta el derecho tributario habría sido ampliado por la Constitución Federal para afectar el PIS/Pasep y la Cofins.
El STJ, inicialmente, rechazó analizar el tema del principio constitucional de la no acumulación, por tratarse de tema que debe ser evaluado por la Corte Suprema.
Con relación a las reglas establecidas en leyes federales, solamente los bienes y servicios que sean aplicados directamente en el productos que se está manufacturando podrían ser caracterizados como insumos, generando crédito, pero eso no puede ser ampliado para los gastos con la administración de la empresa.
111 do Código Tributário Nacional (“CTN”), as normas que concedem benefício fiscal somente podem ser previstas em lei específica, não sendo possível sua interpretação extensiva.
Inadimplência não é Suficiente para Desconsideração de Personalidade Jurídica
O Tribunal Regional Federal (“TRF”) da 1ª Região indeferiu o pedido de desconsideração de personalidade jurídica de empresa uma vez que não teria sido comprovada nenhuma das hipóteses necessárias para tal.
No caso em análise, teria ficado comprovada a inexistência de bens da empresa devedora e a impossibilidade dela cumprir suas obrigações, havendo fortes indícios de que houve extinção irregular da sociedade, fraude ou abuso de direitos.
O relator da decisão, no entanto, avaliou que não restou provada a ocorrência dos pressupostos necessários à adoção da desconsideração de personalidade jurídica, acima citados.
Assim e com base em jurisprudência do TRF da 1ª região pela qual se estabelece que o inadimplemento da obrigação, por si só, não justifica a adoção da medida excepcional de desconsideração da personalidade jurídica, a ação foi considerada improcedente por unanimidade.
Comissão Unifica em 4% o ICMS Interestadual
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE)
Nacional (“CTN”), las reglas que establecen franquicias solamente pueden ser fijadas en ley específica y no es posible hacer interpretación extensiva.
Incumplimiento no es Suficiente para Desconsiderar la Personalidad Jurídica
El Tribunal Regional Federal (“TRF”) de la 1ª Región rechazó solicitación para desconsiderar la personalidad jurídica de empresa pues no fue acreditada ninguna de las hipótesis necesarias para aplicación de tal medida.
En el caso bajo análisis, fue verificada la inexistencia de bienes de la empresa deudora y la imposibilidad de cumplir sus obligaciones y habría sospechas de que hubo disolución irregular de la sociedad, fraude o abuso de derecho.
El juez, no obstante, observó que no había evidencia que acreditara cualquier de los hechos necesarios para la desconsideración de la personalidad jurídica, como anteriormente mencionados.
En este contexto y en conformidad con la jurisprudencia del TRF de la 1ª región, que establece que el incumplimiento de obligación no es suficiente para adoptar la medida excepcional de desconsideración de la personalidad jurídica, la demanda fue juzgada improcedente por unanimidad.
Comisión Unifica en 4% el ICMS para Transacciones entre Estados
Oficina principal: Edificio Torre Santa María, aprovou ontem proposta para a reforma do
Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Em resumo, a alíquota interestadual será unificada em 4%, procedimento que afetará a grande maioria das operações gravadas com este imposto.
A ideia é reduzir a carga tributária do país e criar uma solução para a guerra fiscal entre os Estados. A unificação será gradual e começará em 2014.
Ficarão de fora da unificação de alíquotas produtos industrializados, beneficiados e agropecuários originados de Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além do Espírito Santo, que terão alíquota de 7%. Também estarão fora das novas regras as operações originadas da Zona Franca de Manaus e das Áreas de Livre Comércio que terão alíquotas de 12%. Neste caso, deverá ser cumprido o Processo Produtivo Básico estabelecido pelo governo. Por fim, também há exceção para o gás natural
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aprobó propuesta para la modificación del Impuesto sobre la Circulación de Mercaderías y Servicios (ICMS).
En resumen, la tasa para transacciones entre Estados será unificada en 4%, lo que afectará gran parte de las operaciones gravadas por este impuesto.
La idea es disminuir la carga tributaria en el país y crear una solución para la guerra fiscal entre los Estados. La unificación será gradual y comenzará en 2014.
No serán unificadas las tasas de productos industrializados, manufacturados y agropecuarios originados de las regiones Norte, Nordeste y Centro-Oeste además del estado de Espírito Santo, que tendrán tasa de 7%. También no serán afectadas por las nuevas reglas, las operaciones con origen en la Zona Franca de Manaus y Áreas de Libre Comercio que serán tasados a 12%. En este caso, deberá ser atendido el Proceso Productivo Básico establecido por el gobierno. Por fin, también habrá una excepción para el gas natural.
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