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Com patrocínio na camisa, NBA espera arrecadar US$ 100 milhões

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Com patrocínio na camisa, NBA

espera arrecadar US$ 100 milhões

O F E R E C I M E N T O

S E G U N D A - F E I R A , 1 8 D E A B R I L D E 2 0 1 6

US$ 739 mi

foi o quanto a NBA faturou com

patrocínios durante a temporada

2014-2015, segundo a IEG

N Ú M E R O D O D I A

E D I Ç Ã O • 4 8 4

POR REDAÇÃO

A NBA espera arrecadar US$ 100 milhões a mais com a libera-ção de patrocínio nos uniformes a partir da temporada 2017-2018. Essa é a expectativa de Adam Silver, principal dirigente da liga norte-americana de basquete.

Em entrevista coletiva realizada na última sexta-feira, o cartola admitiu que parte dos torcedo-res vai desaprovar os anúncios comerciais nos uniformes. No entanto, Silver vê mais pontos positivos do que negativos com a liberação das propagandas.

“Com o tempo, à medida que isso gerar mais dinheiro, nós vamos investi-lo de volta no jogo, melhorando-o. Vamos melhorar nosso marketing e fazer crescer nossa marca. Acho que os resul-tados serão positivos”, afirmou.

A NBA, a primeira das grandes ligas americanas a admitir a publi-cidade nos uniformes das equi-pes, pode criar uma tendência. Hoje, NFL (futebol americano), MLB (beisebol) e NHL (hóquei no gelo) não oferecem o patrocínio.

“Os custos para gerir um time continuam subindo e as franquias têm buscado novas fontes de receita. Haverá uma rejeição dos torcedores, mas com o tempo isso será aceito”, disse Kevin Adler, diretor da agência Engage Marketing, ao Wall Street Journal.

Para ele, as demais ligas irão “esperar para ver” a reação dos fãs e o potencial de receitas que pode ser obtido com a iniciativa. A liberação da publicidade, res-trita a uma área de 6,35 cm x 6,35 cm na frente da camisa, à esquer-da, foi aprovada na sexta-feira

pelo Conselho de Proprietários das Franquias da NBA. A deter-minação vale para três tempora-das, como forma de experiência. Se aprovada, será implementada de forma definitiva na liga.

Neste ano, no All Star Game, a NBA já fez experiência neste sentido, com a venda da proprie-dade na camisa dos times das Conferências Leste e Oeste.

Na WNBA, a liga feminina de basquete, que tem um alcance muito menor que o da NBA, os patrocínios ocupam espaço signi-ficativo na camisa das jogadoras.

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POR DUDA LOPES

Diretor de Novos Negócios da Máquina do Esporte

Há um mal cultural do Brasil -

como os eventos do último domingo

demonstram - em querer resolver

problemas complexos com medidas

paliativas, sem um plano que possa

abranger os pormenores da questão

em longo prazo. No fim, os conflitos

se perpetuam sem qualquer

altera-ção. Infelizmente, a violência no

fu-tebol é tratada também dessa forma.

Aqui, o assunto é,

invariavelmen-te, combinado sem diálogo, sem um

plano que compreenda as

particula-ridades do problema e sem

nenhu-ma referência a tantos projetos que

foram bem-sucedidos ao redor do

mundo. As medidas tomadas, como

as apresentadas pela Secretaria de

Segurança Pública de São Paulo, são

repetições de tantos exemplos que

naufragaram nas últimas décadas.

Algumas, inclusive, chegam a ser

irrisória. É o caso da proibição de

venda de ingressos na bilheteria,

como se isso fosse a origem de grave

empecilho. Atualmente, o torcedor

não pode entrar nem com papel em

um estádio de São Paulo. A

justifica-tiva é que o material é inflamável...

Outras medidas são

reconhecida-mente vãs. A tal da torcida única

em clássicos foi usada na

Argenti-na, mas a medida passou longe da

solução. Como no Brasil, as brigas

ocorriam longe dos estádios.

Ou-tro exemplo é a proibição de

torci-das organizatorci-das, algo que se repete

sistematicamente no país desde os

anos 90, sem nenhuma efetividade.

Está na hora de o assunto ser

tra-tado com maior seriedade, tanto

para a segurança pública quanto

para a promoção do esporte no país.

E isso vale para todos os agentes

que fazem parte do futebol.

Medidas inócuas ainda pautam

Estado contra violência da bola

CBRu leva jogo de rúgbi do Brasil pelo

Sul-Americano para o Allianz Parque

POR REDAÇÃO

O Allianz Parque receberá no dia 23 uma novi-dade para a arena construída nos últimos anos. Palco de grandes shows, jogos com grandes pú-blicos e altas arrecadações

com bilheteria, a arena abrigará pela primeira vez uma partida de rúgbi.

O jogo será entre Brasil e Uruguai, pela abertura do Sul-Americano Masculino da modalidade XV, que conta com 15 atletas.

A realização do jogo num estádio de futebol faz parte do projeto de popularização da modali-dade desenvolvido pela Confederação Brasileira de Rugby (CBRu). Outros jogos foram realizados em estádios como Pacaembu e Canindé.

O evento é também a primeira competição esportiva realizada no moderno estádio

palmei-rense que não seja um jogo de futebol.

Por proporcionar entradas com valores mais baixos (o ingresso custa R$ 20,00), a partida

representa para os torcedores uma oportunidade mais barata de conhecer o estádio.

“Para nós, poder levar o rúgbi para um estádio como o Allianz Parque é uma gran-de honra. Esperamos que os torcedores e patrocinadores possam aproveitar ao máximo este evento”, diz Agustin Danza, CEO da CBRu.

O executivo também exaltou o crescimento da modalidade e o planejamento da confedera-ção para os próximos anos. Neste ano, os Tupis, como é conhecida a seleção brasileira, já conse-guiram melhores resultados em confrontos com times mais tradicionais. A meta é ir ao Mundial.

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A promoção Super Fim de Se-mana, feita pelo Movimento por um Futebol Melhor, levou a um aumento de 20% no número de sócios-torcedores beneficiados. As ativações aconteceram no final de semana de 9 e 10 de abril.

“O crescimento do número de pessoas impactadas pelo Super Fim de Semana mostra que os sócios-torcedores estão aces-sando cada vez mais os benefí-cios do programa. A divulgação e ativações dos clubes foram importantes para levar os asso-ciados aos supermercados em uma experiência completa graças ao Movimento por um Futebol Melhor”, diz Erico Hees, gerente de marketing da Ambev, que é a empresa que lidera o movimento.

Um total de 18 clubes

partici-pou de ações, que foram desde exibição de troféus nos pontos de venda dos super-mercados parceiros até o encontro com ídolos e apresenta-ção de mascotes.

O São Paulo, por exemplo expôs a taça de campeão do Mun-dial interclubes de

1992 no Carrefour Anália Franco (zona leste de São Paulo). O ex--jogador Cafu também interagiu com os torcedores, dando autó-grafos e tirando fotos com os fãs.

“Esses eventos são muito positivos. Já era hora de darmos alguma coisa para os torcedores, retribuir o que eles fazem para o clube”, diz Cafu, o principal

garoto-propaganda do MFM. “Dar descontos e benefícios aos sócios em produtos que ele usa em casa nessa parceria é muito importante. Essa intera-ção com os torcedores é muito legal. Além dos descontos, eles puderam ver ídolos e troféus dos seus times. Acho que esse é o caminho certo para atrair mais só-cios”, acrescentou o ex-jogador.

POR ADALBERTO LEISTER FILHO

Ação de fim de semana atinge

20% mais sócios-torcedores

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo fez na sexta-feira a Operação Cartão Vermelho”, que visa a prisão de torcedores envolvidos em casos de violência. No primeiro momento da atividade, 26 pessoas foram presas, incluindo o presidente da organizada “Mancha Alviverde”.

Foram disponibilizados mais de 200 policiais civis para a operação, que teve início às 5 da ma-nhã de sexta-feira, com várias ações simultâneas. No total, houve 69 mandatos, entre prisões e busca e apreensão. A Polícia Civil fez vistoria em duas sedes da Mancha Alviverde, além de locais ligados a Gaviões da Fiel e ao Pavilhão 9.

Nas sedes das torcidas organizadas, foram recolhidas armas brancas e artefatos explosivos. Na Gaviões da Fiel, também foram encontrados R$ 62,7 mil em dinheiro. Um diretor do grupo afirmou que valor tinha como origem as vendas de ingressos realizadas no local.

Após casos de violência registrado no Campe-onato Paulista, a Secretaria Pública anunciou três medidas que visam combater o problema: venda de ingresso apenas pela internet, com identifica-ção dos torcedores, realizaidentifica-ção de clássico com só a torcida do time mandante e criação de uma central para atuação da polícia nos dias de jogos.

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A Bridgestone ativou o patrocí-nio aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro com o lançamento da campanha “De Carona na Cidade do Esporte”. É a primeira ação da marca relacionada à Olimpía-da. A promoção tem início nesta segunda-feira e envolve todos os canais de vendas da fabricante de pneus, que conta com 850 pontos de venda espalhados pelo país.

“Haverá prêmios nacionais e regionais. Até os Jogos Olímpi-cos, pretendemos lançar outras ações”, afirma o gerente de ma-rketing da Bridgestone, Eduardo Corch, em entrevista exclusiva.

A cada R$ 300 gastos em pneus ou bandas de rodagem da marca, o consumidor irá ganhar um cupom para ser cadastrado no hotsite oficial da promoção e concorrer a seis viagens de três dias, com direito a acompanhan-te, ao Rio de Janeiro. As viagens irão ocorrer entre 22 de junho e 31 de julho, período pré-Jogos.

“Será uma viagem espe-cial, com toda a mordomia. Haverá visita aos pontos turísticos rela-cionados aos Jogos Olím-picos, como o Maracanã e a praia do Leme, onde irão ocorrer as

partidas do vôlei de praia. Para quem quiser, haverá aula de remo na Lagoa Rodrigo de Freitas”, conta Corch, que complementa: “Além dessas viagens, o consu-midor concorre a ingressos para assistir às partidas de futebol nas cidades-sede [que são São Paulo, Rio, Salvador, Manaus e Brasília]”.

A Bridgestone se tornou patro-cinador mundial do COI (Comitê Olímpico Internacional) em junho de 2014, em um acordo de dez

anos que concede à marca a possibilidade de apoiar não só a primeira Olimpíada na América do Sul, mas também os Jogos de Inverno de Pyeongchang-2018, na Coreia do Sul, e Pequim-2022, além dos Jogos de Verão de Tóquio-2020, local da sede da empresa, e de 2024, que ainda não tem sede definida.

Na América do Sul, a marca ainda dá nome à Copa Libertado-res, campeonato que concentra a maioria das ações no esporte.

POR ADALBERTO LEISTER FILHO

Ação de vendas marca primeira

ativação olímpica de Bridgestone

O Barcelona e a Nike criaram uma seção exclu-siva para mulheres dentro da FCB Megastore, loja oficial do clube espanhol no estádio Camp Nou.

O espaço, de 120 m², foi inaugurado na última sexta-feira. A ala voltada às mulheres terá, além de equipamentos femininos do clube, vestuário de trainning e produtos da linha casual da marca.

O lançamento foi feito por atletas do time fe-minino do Barcelona. Em ação da Nike, 11 torce-doras foram selecionadas pelas redes sociais e levadas também para conhecer o novo espaço. Apelidada de FCBotiga Megastore, a loja é dentro da loja oficial do clube, mas é o maior es-paço já destinado às mulheres pelo Barcelona.

Com Nike, Barcelona abre espaço mulher em loja oficial

Referências

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