Rachelle Balbinot
JUDICIALIZAÇÃO
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• O que é?
• Como funciona?
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• A judicialização da saúde tornou-se um dos maiores desafios para gestores e autoridades de saúde nos últimos tempos. As ações judiciais para
obtenção de assistência à saúde são crescentes, movidas contra todos os entes federativos: União, estados e municípios. Nas ações movidas contra o Ministério da Saúde, secretarias estaduais de saúde e prefeituras do Brasil inteiro, consumidores reivindicam desde produtos em falta nos hospitais públicos e terapias aprovadas pela ANVISA, porém não incorporadas ao sistema de saúde, até tratamentos experimentais, sem a devida
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• O fenômeno conhecido como judicialização da saúde é multifacetado. Por um lado, as ações judiciais comprometem uma parcela significativa do orçamento para atender demandas específicas de alguns pacientes; por outro, podem significar o único caminho para salvar ou prolongar a vida de pacientes, especialmente de pessoas com doenças raras ou crônicas, como diabetes e câncer, que dependem de medicamentos de alto custo. Há
também o uso desse recurso extremo para medicamentos equivalentes aos disponíveis no sistema público de saúde, e até mesmo para compra de
produtos como fraldas ou água de coco – sempre com receita médica (revista FAPESP)
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• não se pode desconsiderar a criação de uma verdadeira “indústria” da judicialização da saúde, com o estabelecimento de escritórios de advogados e consultórios médicos especializados em conduzir ações contra o Estado, além de grupos de portadores de doença explicitamente apoiados por laboratórios farmacêuticos, cujos interesses não se restringem, obviamente, à conquista do direito social à saúde (artigo Rev. DiSan)
• A crescente solicitação dos medicamentos que estão inseridos em programas e na Rename pode demonstrar alguns possíveis problemas, como:
• (i) falta de medicamentos na rede básica;
• (ii) burocracia para se conseguir participar dos programas;
• (iii) não conhecimento por parte do prescritor dos programas governamentais existentes; e
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• Conselho Nacional de Justiça
• Fórum Nacional do Judiciário para a saúde, Comitês Estaduais de Saúde e recomendações sobre como os juízes podem decidir as demandas que lhes são apresentadas.
• Recomendação nº 31 de 30/03/2010 - Ementa: Recomenda aos Tribunais a adoção de medidas visando a melhor subsidiar os magistrados e demais operadores do direito, para assegurar maior eficiência na solução das demandas judiciais envolvendo a assistência à saúde
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• Pesquisa do CNJ• Dados de 2011-12
• No Brasil, a efetivação judicial do direito à saúde tem recebido um debate cada vez mais público e em diversos espaços. Especialmente com o fomento do CNJ, tem sido analisada e desenhada uma política judiciária da saúde, que envolve não somente a atuação das instituições jurídicas, mas também sua interface com instituições políticas e participativas.
• Tribunais de Justiça dos seguintes estados: São Paulo, Paraná, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Acre. O objetivo foi analisar as características das ações judiciais de saúde pública e suplementar em cada tribunal, com foco especial no perfil das demandas e do seu desenvolvimento processual.
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• ARGUMENTOS:
• É importante destacar, no entanto, argumentos que foram bastante recorrentes: “direito à vida”, “direito à saúde” e “princípio da dignidade da pessoa humana”. O argumento do “direito à vida” esteve presente em mais da metade dos casos (53,50%), sendo que a amostra de São Paulo foi a que menos o utilizou (30%), ao passo que Acre (66,67%) e Rio Grande do Norte (61,54%) foram os mais recorrentes. Não houve variação
substantiva entre os anos, apesar de, em 2012, não se observar menção a este argumento na amostra de São Paulo.
• O “direito à saúde” foi o argumento mais comum, sendo utilizado em 83,57% dos casos. Mesmo o tribunal que menos utilizou este argumento (São Paulo, com 50%), ainda
assim apresentou alta recorrência. No Rio Grande do Norte e Paraná, a utilização é ainda maior, alcançando 96,15% e 88,46%, respectivamente. Não houve variação substantiva entre os anos, apesar de, em 2012, não se observar menção a este argumento na amostra de São Paulo.
Fonte: Ciência & Saúde Coletiva, 15(5):2405-2414, 2010
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• PROCESSO TRANSEXUALIZADOR NO SUS
• Instituído pelas Portarias nº 1.707 e nº 457 de agosto de 2008 e ampliado pela Portaria nº 2.803, de 19 de novembro de 2013, o Processo Transexualizador realizado pelo SUS garante o
atendimento integral de saúde a pessoas trans, incluindo acolhimento e acesso com respeito aos serviços do SUS, desde o uso do nome social, passando pelo acesso a hormonioterapia, até a cirurgia de adequação do corpo biológico à identidade de gênero e social.
• TJSP - Alteração será feita sem cirurgia de redesignação sexual. A juíza Juliana Dias Almeida Filippo, da 1ª Vara Judicial de Cândido Mota, atendeu a pedido de um transexual e determinou a retificação do nome no assento de nascimento civil e a alteração do sexo de masculino para feminino.
• STJ - O entendimento foi firmado pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça ao acolher pedido de modificação de prenome e de gênero de transexual que apresentou avaliação
psicológica pericial para demonstrar identificação social como mulher. Para o colegiado, o direito dos transexuais à retificação do registro não pode ser condicionado à realização de cirurgia, que pode inclusive ser inviável do ponto de vista financeiro ou por impedimento médico.
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• Atualmente no STF, busca “Direito E Saúde” existem 14 casos de Repercussão Geral e 3 com reafirmação de Jurisprudência (A possibilidade de julgamento de mérito de
questões com repercussão geral, nos casos de reafirmação de jurisprudência dominante da Corte, por meio eletrônico, está prevista no regimento interno do STF desde 2010. Cabe ao relator a manifestação e os demais tem 20 dias para dizer sobre a existência de repercussão geral e se há, ou não, jurisprudência dominante).
• Conflito entre a liberdade religiosa e o dever do Estado de assegurar prestações de saúde universais e igualitárias.
• Controle judicial relativo ao descumprimento da obrigação dos entes federados na
aplicação dos recursos orçamentários mínimos na área da saúde, antes da edição da lei complementar referida no art. 198, § 3º, da Constituição.
JUDICIALIZAÇÃO - EXPERIÊNCIAS
• LAGES/SC
• Em 2012, o consórcio lançou o Núcleo de Conciliação de Medicamentos para atender solicitações de fármacos que ainda não foram pedidos por via judicial. Em um espaço cedido pela prefeitura de Lages, uma equipe multidisciplinar conversa com pacientes interessados em mover ações judiciais, sugere o uso da versão genérica dos
medicamentos que solicitaram e propõe a substituição ao médico que fez a prescrição, antes do pedido seguir pelos caminhos judiciais. Segundo os pesquisadores, “a
integração entre os órgãos da saúde (municipal e estadual), pacientes, Defensoria Pública, advocacia pública e Ministério Público levou a uma redução dos conflitos judiciais”.
• SÃO PAULO/SP
• A Secretaria da Saúde, o Tribunal de Justiça, o Ministério Público e a Defensoria Pública estaduais celebraram um termo de cooperação que estabelece um protocolo de fluxos de serviços de triagem e orientação farmacêutica a usuários do SUS
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• uso off label de medicamentos
• pode ser apropriado em muitos casos (pacientes com doença grave para a qual não existem alternativas terapêuticas)
• pode representar sérios riscos à saúde do individuo porque, muitas vezes, não existe aprovação de uso de um medicamento para determinadas
indicações e a razão é a falta de informações sobre sua segurança e eficácia
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• Profissionais prescritores influenciados por propagandas de laboratórios que divulgam informações sobre novas indicações para um medicamento já
registrado, as quais são baseadas em estudos científicos que ficam aquém do padrão necessário para aprovação dos órgãos regulatórios.
• Profissionais acabam por incorporar o que lhes é “ensinado” por formadores de opinião, patrocinados direta ou indiretamente pela indústria farmacêutica. Isso representa uma manobra mercadológica das indústrias farmacêuticas para ampliarem o uso de seus produtos.
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• acompanhando a tendência encontrada em vários outros estudos, o uso off label de medicamentos por meio de ações judiciais é uma realidade observada na Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.
• aponta para: maior cautela do Poder Judiciário na ocasião de análise das solicitações de medicamentos, tendo em vista não só o comprometimento do acesso universal às ações e serviços públicos de saúde em favor do
atendimento individual, mas também os riscos sanitários envolvidos.
• questão complexa, exige esforço do Poder Judiciário e dos gestores do SUS: o judiciário deve continuar na busca pelo entendimento das questões técnicas que norteiam a “judicialização da saúde” e os gestores devem evoluir na busca pela melhoria da assistência farmacêutica prestada, com base nos critérios de uso racional de medicamentos, sem deixar de atender aos casos de fornecimento de medicamentos que fogem aos Protocolos Clínicos, mas que, pelo avanço da ciência e por suas peculiaridades, se mostrarem necessários
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• Os impactos da judicialização da saúde no município de São Paulo
• O dado mais surpreendente é que a maior parte do gasto judicializado do município de São Paulo é direcionada à aquisição de medicamentos e insumos cujo
fornecimento são da competência de outro ente. Isso reforça a premissa deste artigo de que a judicialização da saúde nos municípios possui características particulares que afetam a organização federativa do SUS e que precisam ser mais bem
compreendidas.
• O Judiciário, ao adotar as teses de que há responsabilidade solidária dos entes da federação para compor o polo passivo de ações demandando bens e serviços de saúde e de que o acesso a bens de saúde não se restringe àquilo que foi
previamente definido em listas públicas, parece estar, indiretamente, redesenhando a política de assistência farmacêutica do SUS no que tange à distribuição de
competências entre os entes federados.
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• descrever e comparar registros de três tribunais brasileiros quanto às características e resultados das ações relacionadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).
• Acórdãos Tribunais de Justiça dos estados de Pernambuco, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, utilizando-se roteiro próprio.
• 558 acórdãos. maior frequência de ações ordinárias (73,1%), na maior parte das
decisões não foi possível verificar a situação econômico-financeira do demandante e representante do autor (69,1% e 54,5%) Nas que foram possíveis, a defensoria pública foi mais frequente (71,5%), principalmente no Rio Grande do Sul (90,2%). titularidade das ações predominantemente individual. grande número de pedidos liminares (83,8%), quase sempre deferidos (91,2%), com alegação de urgência/emergência em quase todos (98,8%).
• A maioria das decisões foi favorável aos usuários (97,8%). Há uma forte tendência do Judiciário em acolher estas solicitações.
Vieira Travassos, Denise, et al. "Judicialização da saúde: um estudo de caso de três tribunais brasileiros.”
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• Departamento de Assistência Farmaceutica – Portaria GM/MS n. 3916/1998
• 4 coordenações:
• Assistência Farmacêutica Básica
• Componente Especializado da Assistência Farmacêutica
• Assistência Farmacêutica e Medicamentos Estratégicos
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• ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NA ATENÇÃO BÁSICA
• é financiada pelo Ministério da Saúde, Estados e Municípios. De acordo com a Portaria n° 1.555, de 30 de julho de 2013, a partida federal é de R$
5,10/habitante/ano, e as contrapartidas estadual e municipal devem ser de no mínimo R$ 2,36/habitante/ano cada, sendo que esses recursos devem ser aplicados no custeio dos medicamentos destinados aos agravos
prevalentes e prioritários da Atenção Básica, presentes na RENAME vigente.
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• COMPONENTE ESTRATÉGICO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA – CESAF
• destina-se à garantia do acesso equitativo a medicamentos e insumos, para prevenção, diagnóstico, tratamento e controle de doenças e agravos de perfil endêmico, com importância epidemiológica, impacto socioeconômico ou que acometem populações vulneráveis, contemplados em programas estratégicos de saúde do SUS
• tuberculose, hanseníase, malária, leishmaniose, doença de chagas, cólera, esquistossomose, leishmaniose, filariose, meningite, oncocercose, peste,
tracoma, micoses sistêmicas e outras doenças decorrentes e perpetuadoras da pobreza. São garantidos, ainda, medicamentos para influenza, HIV/AIDS,
doenças hematológicas, tabagismo e deficiências nutricionais, além de vacinas, soros e imunoglobulinas.
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• COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
• Sua principal característica é a garantia da integralidade do tratamento medicamentoso para todas as doenças contempladas no CEAF. Assim, os medicamentos e outras tecnologias em saúde necessários para garantir a integralidade são definidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) por meio das diferentes linhas de cuidado. Fica evidente, portanto, que para atendimento integral das doenças do CEAF, é necessária uma
interação entre a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) e a Relação Nacional de Serviços e Ações de Saúde (RENASES).
• Portaria GM/MS nº 1554 de 30 de julho de 2013, alterada pela Portaria GM/MS nº 1996 de 11 de setembro de 2013.
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• Pactuação na Comissão Intergestores Tripartite, publicação da Portaria GMS/MS nº 1.554, de 30 de julho de 2013, que passa a ser o novo marco regulatório do CEAF, que contem:
• a) inclusão dos procedimentos para os medicamentos incorporados pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC);
• b) atualização dos atributos da Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS a partir da publicação de novos PCDT;
• c) transferência de medicamentos para o Componente Básico da Assistência Farmacêutica;
• d) inclusão dos medicamentos para tratamento do glaucoma e
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• Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS - CONITEC
• Lei nº 12.401 de 28 de abril de 2011
• assistida pelo Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde -
DGITS, tem por objetivo assessorar o Ministério da Saúde - MS nas atribuições relativas à incorporação, exclusão ou alteração de tecnologias em saúde pelo SUS, bem como na constituição ou alteração de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas - PCDT.
• Funcionamento da Conitec - decreto n° 7.646 de 21 de dezembro de 2011.
• O Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde é composto pelas Coordenações: Coordenação de Avaliação e Monitoramento de Tecnologias;
Coordenação de Gestão de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas e Coordenação de Incorporação de Tecnologias.
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• Em 2002 o Ministério da Saúde apresentava sete protocolos, em 2017 são mais de 90 protocolos clínicos existentes. E, um volume específico para a Oncologia (última
atualização é de 2015)
• Último: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para o Manejo da Infecção pelo HIV em Crianças e Adolescentes inovam a terapia antirretroviral (TARV) - Portaria SCTIE nº 31 de 01/09/2017
• Em 2006 existiam disponibilizadas no mercado cerca de 15 mil apresentações farmacêuticas, e entre 2002 e 2006 surgiram mais de seis mil produtos novos no
mercado. Muitas dessas supostas inovações, no entanto, não possuem diferencial em relação a outros medicamentos já estabelecidos.
• Entre 1998 e 2002, foram aprovados 415 novos medicamentos pela Food and Drug Administration (FDA), mas somente 14% eram realmente inovadores, ou seja,
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• Referências:
• Indo além da judicialização: o Ministério Público e a saúde no Brasil.
http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/10313
• Judicialização da saúde no Brasil: dados quantitativos sobre saúde pública.
http://pesquisa.bvsalud.org/bvsvs/resource/pt/int-4733 (Anexo 1-pesquisa CNJ )
• A judicialização da saúde e os novos desafios da gestão da assistência farmacêutica. Ciência & Saúde Coletiva, 15(5):2405-2414, 2010
• Os impactos da judicialização da saúde no município de São Paulo. Rev. Adm. Pública — Rio de Janeiro 48(5):1191-1206, set./out. 2014
• Análise da demanda de medicamentos para uso off label por meio de ações judiciais na
Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais. Rev. Dir. sanit., São Paulo, v. 14, n. 1, p. 98-121, mar./jun. 2013
• A Judicialização do acesso aos medicamentos em Santa Catarina: um desafio para a gestão do SUS. Rev. Dir. sanit., São Paulo, v. 14, n. 1, p. 82-97, mar./jun. 2013
• Vieira Travassos, Denise, et al. "Judicialização da saúde: um estudo de caso de três tribunais brasileiros.” Ciência & Saúde Coletiva 18.11 (2013).
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