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INFORMATIVO ELETRÔNICO DO PARTICIPANTE. Outubro / Novembro de 2014

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ÍNDICE:

Acompanhe a rentabilidade do seu plano acessando a Área Restrita do Participante no site:

www.precaver.com.br

O PLANO DE PREVIDÊNCIA DO SISTEMA UNICRED

DO PARTICIPANTE

Outubro / Novembro de 2014

RENTABILIDADE DOS PERFIS DE INVESTIMENTO

(OUTUBRO 2014)

2

GERENCIANDO PARA CRESCER

NOSSOS NÚMEROS - OUTUBRO 2014

1

1. GERENCIANDO PARA CRESCER

2. RENTABILIDADE DOS PERFIS DE INVESTIMENTO

3. QUANTA PREVIDÊNCIA UNICRED 10 ANOS CONSTRUINDO UM NOVO FUTURO 4. LANÇAMENTO PRECAVER NA UNICRED VTRPP

5. O MELHOR AMIGO DO HOMEM. QUANDO SE TEM PRECAVER.

6. INSTITUCIONAL: MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 7. SEGURANÇA FINANCEIRA EM PLANOS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR 8. IMPORTANTE: ATUALIZAÇÃO CADASTRAL DO PARTICIPANTE

9. EDUCAÇÃO FINANCEIRA E PREVIDENCIÁRIA

Perfil Conservador

Moderado Arrojado Índice de Ref.

60 meses 36 meses 24 meses 12 meses 2013 2014 ago/14 set/14 out/14

PATRIMÔNIO PRECAVER:

R$ 890.987.810

PARTICIPANTES ATIVOS:

36.571

56,07% 56,02% 51,76% 55,34% 28,02% 30,75% 30,99% 31,46% 16,18% 15,25% 16,12% 21,16% 11,23% 8,90% 8,63% 10,75% 3,90% 3,97% 3,74% 9,77% 9,52% 8,39% 8,55% 8,89% 0,65% 1,90% 2,81% 0,34% 0,88% -0,94% -2,28% 0,58% 1,05% 1,10% 1,45% 0,90%

(2)

QUANTA PREVIDÊNCIA UNICRED

10 ANOS CONSTRUINDO UM NOVO FUTURO

3

Perfeita para quem enxerga longe

A Quanta Previdência Unicred completa sua primeira década de atividades neste ano de 2014 e comemora tão importante aniversário com os seus 40 mil participantes e 42 instituidoras no país. Fundada em 20 de novembro de 2004, atendendo anseio dos cooperados das Unicreds, que buscavam segurança para o futuro, hoje já acumula a constituição de R$ 890 milhões de projetos e sonhos, através do Plano Precaver. Essas reservas representam tranquilidade para associados e suas famílias, que além de buscarem qualidade de vida no presente, também primam por um amanhã mais seguro e feliz.

A Quanta foi criada como entidade fechada de Previdência Complementar, sem fins lucrativos, regida pela Lei Complementar nº 109, de 2001, com objetivo de administrar Planos de Benefícios Previdenciários Fechados. Desde a fundação vem garantindo importantes conquistas ao quadro social de todo o Sistema Unicred.

Iniciou suas atividades no solo fértil do cooperativismo de Santa Catarina e em 2012 conquistou a sua nacionalização, com a instituição do Programa do Sistema da UBR (Unicred do Brasil), com o ingresso de 25 novas Instituidoras. No mesmo ano, a entidade conquistou o Selo ISO 9001:2008 e a premiação pela ABRAPP (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar) no Prêmio Nacional de Seguridade Social pelo Programa “A Escolha Certa”, projeto integrado de Educação Financeira e Previdenciária.

Tais conquistas demonstram o crescimento da Entidade, que através do ganho de escala, possibilita que os participantes sejam cada vez mais beneficiados, com acesso a um completo planejamento financeiro.

Parabéns à Quanta Previdência Unicred, que em 10 anos transformou a vida de milhares de

pessoas em todo o país, oferecendo a todas elas um presente de valor imensurável: a

oportunidade para um futuro ainda melhor.

(3)

LANÇAMENTO PRECAVER NA UNICRED VTRPP

4

Em 10 de outubro a diretoria da Quanta Previdência Unicred e da Unicred VTRPP assinaram o contrato de adesão ao Plano Precaver, marcando o inicio da previdência associativa na cooperativa e de uma grande oportunidade aos cooperados da região à planejarem seu futuro e protegem sua família com segurança.

O Plano Precaver estará disponível aos Cooperados a partir do dia 1º de dezembro de 2014, com o quadro de profissionais capacitados e prontos para oferecer o maior plano instituído do Brasil em todos os pontos de atendimento da Unicred.

A Unicred inicia o quarto trimestre do ano com boas notícias para comemorar junto aos seus

Participantes. Ao completar 10 anos no Sistema Unicred, o Plano Precaver ganha uma nova

instituidora, a Unicred Vales do Taquari e Rio Pardo e Região da Produção, ou Unicred VTRPP.

(4)

O MELHOR AMIGO DO HOMEM.

QUANDO SE TEM PRECAVER.

5

Quando você aderiu ao PRECAVER, mostrou que sabe a importância de planejar seu amanhã com um dos melhores e mais completos planos de previdência complementar do mercado.

E, além de planejar seu amanhã, você pode aumentar ainda mais os seus benefícios fiscais, abatendo até 12% da renda bruta anual para base de cálculo do IR. Para usufruir deste incentivo fiscal concedido pelo Governo, basta realizar aportes no seu Precaver, até atingir o benefício total.

Entre no site www.precaver.com.br, faça o login no Acesso Restrito do Participante e verifique no seu extrato quanto você contribuiu para o Precaver em 2014.

Neste mesmo site, em Precaver > Simuladores, você encontrará o Simulador Economia com IR para auxiliá-lo no cálculo dos seus aportes no Plano Precaver e usufruir do incentivo total.

Em caso de dúvida, consulte seu gerente.

CALCULE SEU INCENTIVO FISCAL:

Renda bruta anual

Contribuição anual Precaver Limite máximo - 12% de dedução

Base de cálculo Imposto de Renda Economia anual do IR R$ 100.000,00 R$ 12.000,00 R$ 12.000,00 R$ 88.000,00 R$ 24.200,00 R$ 3.300,00 COM PRECAVER R$ 100.000,00 SEM PRECAVER R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 0,00 R$ 100.000,00 R$ 27.500,00

Em 30 anos, essa economia resulta em uma poupança de R$ 376.458,27 Veja a economia em IR com o Precaver:

Considere uma renda

tributável anual de R$ 100.000,00, enquadrando-se na alíquota de 27,5% do Imposto de Renda.

(5)

INSTITUCIONAL:

MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

6

A Quanta Previdência Unicred comemora junto aos seus instituidores, participantes, funcionários e parceiros de trabalho a conquista Manutenção da Certificação ISO 9001, o mais importante Selo de Qualidade em vigor no país.

A Certificação é um item indispensável na busca contínua pela excelência dos serviços da Entidade e um destacado reconhecimento às inúmeras ações de eficiência que vêm sendo implementadas nas suas atividades, sempre visando um atendimento diferenciado e a geração de novos benefícios aos participantes.

Há 2 anos com a certificação e hoje sem não conformidades, a Quanta mantém os benefícios da certificação por mais um ano.

• Satisfação e fidelização de clientes e Instituidores. • Processos mapeados, testados e integrados. • Maior controle sobre o risco operacional.

• Transferência de conhecimento dentro da organização. • Ganho de imagem no mercado.

• Eficiência monitorada através de Indicadores de desempenho. • Melhoria continuada.

(6)

SEGURANÇA FINANCEIRA EM PLANOS

DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

7

Uma das principais preocupações dos participantes dos planos de previdência complementar, isto é, ou daqueles que desejam aderir a um plano com objetivo de formar sua reserva financeira para complementação de renda para a aposentadoria é a segurança destes recursos.

Planos de Previdência Complementar em Entidades Fechadas (EFPC) são contratos de longo prazo que implicam em uma relação de confiança dos participantes com a Entidade que administra este Plano, a qual deve gerir os recursos para o futuro pagamento dos benefícios aos participantes. Todavia, estamos falando de uma relação que pode se estender durante 25, 30 ou 35 anos, isto é, de longuíssimo prazo. E em um longo período de tempo

muita coisa pode mudar. Neste sentido, a principal preocupação dos participantes que estabelecem esta relação de longo prazo com uma Entidade é com a segurança financeira dos seus recursos. Dito de outra forma, o que o Participante necessita saber é se quando este desejar usufruir de seus benefícios, os recursos estarão disponíveis no montante planejado por ele.

De forma geral todas estas preocupações podem ser resumidas com a seguinte pergunta:

O que define a segurança financeira dos Planos de Previdência complementar geridos por Entidades Fechadas? Em nossa visão, a resposta a esta pergunta passa por dois pontos: a segurança institucional e escolha do tipo do Plano de benefícios. Em primeiro lugar a segurança institucional. Definimos este conceito como a forma na qual as instituições atreladas a previdência complementar fechada atuam para reforço da segurança dos Planos de benefícios. Podemos dividir as instituições em dois tipos: As instituições externas e a instituições internas.

As instituições externas são responsáveis por legislar e fiscalizar o cumprimento destas normas que visam dar maior segurança aos participantes. Como exemplo, temos a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) que é uma Autarquia do Ministério da Previdência Social responsável pela normatização e fiscalização das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. Além da PREVIC também temos o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional, os quais definem e fiscalizam as normas que regem as aplicações dos recursos financeiros das EFPC. Uma boa forma de resumir a interação entre estas três

instituições é que o Conselho Monetário Nacional e o Banco Central definem e fiscalizam tudo o que as EFPC fazem com os recursos financeiros em termos de investimentos, e a PREVIC fiscaliza todo o restante do dia a dia da Entidade, inclusive se a normas emanadas pelo Banco Central e pelo Conselho Monetário Nacional estão sendo cumpridas.

A Lei Complementar 109 de 29 de maio de 2001, é a lei que dispõe sobre o Regime de Previdência Complementar no país, define em seu artigo 35º que

as “Entidades Fechadas de Previdência

composta de Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Diretoria Executiva”. E estes dois Conselhos, são as instituições internas que fornecem segurança aos Participantes. Estes Conselhos são compostos por membros eleitos pelos Participantes e Patrocinadores/Instituidores de uma Entidade Fechada de Previdência Complementar. No caso do Conselho Deliberativo, este possui a função de, obviamente, deliberar sobre tudo o que é relevante na Entidade. Na prática a Diretoria Executiva possui poderes sobre a gestão do dia a dia, mas o Conselho Deliberativo é quem decide sobre os rumos estratégicos relacionados à Entidade. Tomemos como exemplo a Política de

Investimentos dos Planos de Benefícios administrados pela Entidade. Este é um documento construído com base na legislação emanada pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central, que descreve tudo o que a Entidade pode fazer com os recursos financeiros dos Planos. Para cada exercício a que esta

Política se referir, a mesma deve aprovada pelo Conselho Deliberativo. Em outras palavras, são os representantes dos Participantes e Patrocinadores/Instituidores que aprovam tudo o que é feito o que pode ser feito com os recursos destes mesmos Participantes e Patrocinadores/Instituidores. Já o Conselho Fiscal tem

por atribuição fiscalizar a Entidade. Este é obrigado, por força de legislação, a se manifestar duas vezes por ano sobre uma serie de informações financeiras e contábeis da Entidade, as quais, em resumo, definem se a mesma esta saudável ou não.

Na prática, o Conselho Fiscal pode fiscalizar tudo o que desejar dentro da Entidade. Este Conselho, na

Patrocinadores/Instituidores.

O segundo ponto relacionado à segurança financeira esta relacionado à escolha do tipo de Plano de Benefícios, e este ponto faz uma enorme diferença no quesito segurança financeira. Para entendermos isto é importante um passo atrás. Uma das consequências positivas da evolução da medicina é o aumento da qualidade de vida das pessoas, sobretudo daquelas que já adentraram, ou estão próximas da melhor idade. A maior qualidade de vida tem proporcionado longevidade, e este fator, embora amplamente positivo, resulta em uma consequência sobre os planos de previdência que é geração de desequilíbrios entre a projeção de receitas e despesas no tempo, também chamados desequilíbrios atuarias. Para não chatear o leitor com tecnicalidades, basta dizer que se as pessoas vivem mais do que inicialmente (e estatisticamente) foi calculado, elas precisam receber seus benefícios durante mais tempo, o que possui um impacto atuarial nos Planos de previdência na modalidade de benefício definido. Como a conta financeira não fecha alguém terá que arcar com estes custos. O Patrocinador poderá ter que realizar aportes financeiros no Plano ou o participante terá que reduzir seus benefícios. Normalmente nestes casos utilizam-se uma mistura dos dois. De um jeito ou de outro, o risco atuarial terá que ser assumido por alguém.

Em Planos de contribuição definida , como é o caso do PRECAVER, este risco não existe por um motivo simples. O montante dos benefícios a receber é calculado sobre o saldo individual do participante, que possui seus recursos alocados em contas

Não há repartição do risco atuarial com os demais participantes do plano. Tudo o que for acumulado é levado para a aposentadoria, diferentemente dos planos de benefícios definidos onde os riscos atuariais podem levar a redução do benefício dos participantes.

É importante ressaltar que como a aposentadoria será uma função direta do montante acumulado, o acompanhamento do plano, da sua rentabilidade, da taxa de juros, bem como a execução periódica da manutenção de suas contribuições para que estejam em linha com o benefício pretendido é de fundamental importância para o participante.

Assim, a segurança financeira de um Plano de Previdência pode ser alicerçada em dois pilares: a

parte institucional e a escolha do tipo de plano. No caso institucional, as instituições externas e

internas garantem a segurança do plano. No caso da escolha do tipo de Plano, a opção por um

plano de contribuição definida evita que os riscos atuariais resultantes da longevidade

comprometem o benefício de aposentadoria. Estes são os pontos que definem a segurança

financeira dos Planos de Previdência.

(7)

No Precaver, a

aposentadoria dos

participantes é

uma função direta

de sua reserva

financeira.

Planos de Previdência Complementar em Entidades Fechadas (EFPC) são contratos de longo prazo que implicam em uma relação de confiança dos participantes com a Entidade que administra este Plano, a qual deve gerir os recursos para o futuro pagamento dos benefícios aos participantes. Todavia, estamos falando de uma relação que pode se estender durante 25, 30 ou 35 anos, isto é, de longuíssimo prazo. E em um longo período de tempo

muita coisa pode mudar. Neste sentido, a principal preocupação dos participantes que estabelecem esta relação de longo prazo com uma Entidade é com a segurança financeira dos seus recursos. Dito de outra forma, o que o Participante necessita saber é se quando este desejar usufruir de seus benefícios, os recursos estarão disponíveis no montante planejado por ele.

De forma geral todas estas preocupações podem ser resumidas com a seguinte pergunta:

O que define a segurança financeira dos Planos de Previdência complementar geridos por Entidades Fechadas? Em nossa visão, a resposta a esta pergunta passa por dois pontos: a segurança institucional e escolha do tipo do Plano de benefícios. Em primeiro lugar a segurança institucional. Definimos este conceito como a forma na qual as instituições atreladas a previdência complementar fechada atuam para reforço da segurança dos Planos de benefícios. Podemos dividir as instituições em dois tipos: As instituições externas e a instituições internas.

As instituições externas são responsáveis por legislar e fiscalizar o cumprimento destas normas que visam dar maior segurança aos participantes. Como exemplo, temos a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) que é uma Autarquia do Ministério da Previdência Social responsável pela normatização e fiscalização das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. Além da PREVIC também temos o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional, os quais definem e fiscalizam as normas que regem as aplicações dos recursos financeiros das EFPC. Uma boa forma de resumir a interação entre estas três

instituições é que o Conselho Monetário Nacional e o Banco Central definem e fiscalizam tudo o que as EFPC fazem com os recursos financeiros em termos de investimentos, e a PREVIC fiscaliza todo o restante do dia a dia da Entidade, inclusive se a normas emanadas pelo Banco Central e pelo Conselho Monetário Nacional estão sendo cumpridas.

A Lei Complementar 109 de 29 de maio de 2001, é a lei que dispõe sobre o Regime de Previdência Complementar no país, define em seu artigo 35º que

as “Entidades Fechadas de Previdência

composta de Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Diretoria Executiva”. E estes dois Conselhos, são as instituições internas que fornecem segurança aos Participantes. Estes Conselhos são compostos por membros eleitos pelos Participantes e Patrocinadores/Instituidores de uma Entidade Fechada de Previdência Complementar. No caso do Conselho Deliberativo, este possui a função de, obviamente, deliberar sobre tudo o que é relevante na Entidade. Na prática a Diretoria Executiva possui poderes sobre a gestão do dia a dia, mas o Conselho Deliberativo é quem decide sobre os rumos estratégicos relacionados à Entidade. Tomemos como exemplo a Política de

Investimentos dos Planos de Benefícios administrados pela Entidade. Este é um documento construído com base na legislação emanada pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central, que descreve tudo o que a Entidade pode fazer com os recursos financeiros dos Planos. Para cada exercício a que esta

Política se referir, a mesma deve aprovada pelo Conselho Deliberativo. Em outras palavras, são os representantes dos Participantes e Patrocinadores/Instituidores que aprovam tudo o que é feito o que pode ser feito com os recursos destes mesmos Participantes e Patrocinadores/Instituidores. Já o Conselho Fiscal tem

por atribuição fiscalizar a Entidade. Este é obrigado, por força de legislação, a se manifestar duas vezes por ano sobre uma serie de informações financeiras e contábeis da Entidade, as quais, em resumo, definem se a mesma esta saudável ou não.

Na prática, o Conselho Fiscal pode fiscalizar tudo o que desejar dentro da Entidade. Este Conselho, na

Patrocinadores/Instituidores.

O segundo ponto relacionado à segurança financeira esta relacionado à escolha do tipo de Plano de Benefícios, e este ponto faz uma enorme diferença no quesito segurança financeira. Para entendermos isto é importante um passo atrás. Uma das consequências positivas da evolução da medicina é o aumento da qualidade de vida das pessoas, sobretudo daquelas que já adentraram, ou estão próximas da melhor idade. A maior qualidade de vida tem proporcionado longevidade, e este fator, embora amplamente positivo, resulta em uma consequência sobre os planos de previdência que é geração de desequilíbrios entre a projeção de receitas e despesas no tempo, também chamados desequilíbrios atuarias. Para não chatear o leitor com tecnicalidades, basta dizer que se as pessoas vivem mais do que inicialmente (e estatisticamente) foi calculado, elas precisam receber seus benefícios durante mais tempo, o que possui um impacto atuarial nos Planos de previdência na modalidade de benefício definido. Como a conta financeira não fecha alguém terá que arcar com estes custos. O Patrocinador poderá ter que realizar aportes financeiros no Plano ou o participante terá que reduzir seus benefícios. Normalmente nestes casos utilizam-se uma mistura dos dois. De um jeito ou de outro, o risco atuarial terá que ser assumido por alguém.

Em Planos de contribuição definida , como é o caso do PRECAVER, este risco não existe por um motivo simples. O montante dos benefícios a receber é calculado sobre o saldo individual do participante, que possui seus recursos alocados em contas

Não há repartição do risco atuarial com os demais participantes do plano. Tudo o que for acumulado é levado para a aposentadoria, diferentemente dos planos de benefícios definidos onde os riscos atuariais podem levar a redução do benefício dos participantes.

É importante ressaltar que como a aposentadoria será uma função direta do montante acumulado, o acompanhamento do plano, da sua rentabilidade, da taxa de juros, bem como a execução periódica da manutenção de suas contribuições para que estejam em linha com o benefício pretendido é de fundamental importância para o participante.

Assim, a segurança financeira de um Plano de Previdência pode ser alicerçada em dois pilares: a

parte institucional e a escolha do tipo de plano. No caso institucional, as instituições externas e

internas garantem a segurança do plano. No caso da escolha do tipo de Plano, a opção por um

plano de contribuição definida evita que os riscos atuariais resultantes da longevidade

comprometem o benefício de aposentadoria. Estes são os pontos que definem a segurança

financeira dos Planos de Previdência.

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Planos de Previdência Complementar em Entidades Fechadas (EFPC) são contratos de longo prazo que implicam em uma relação de confiança dos participantes com a Entidade que administra este Plano, a qual deve gerir os recursos para o futuro pagamento dos benefícios aos participantes. Todavia, estamos falando de uma relação que pode se estender durante 25, 30 ou 35 anos, isto é, de longuíssimo prazo. E em um longo período de tempo

muita coisa pode mudar. Neste sentido, a principal preocupação dos participantes que estabelecem esta relação de longo prazo com uma Entidade é com a segurança financeira dos seus recursos. Dito de outra forma, o que o Participante necessita saber é se quando este desejar usufruir de seus benefícios, os recursos estarão disponíveis no montante planejado por ele.

De forma geral todas estas preocupações podem ser resumidas com a seguinte pergunta:

O que define a segurança financeira dos Planos de Previdência complementar geridos por Entidades Fechadas? Em nossa visão, a resposta a esta pergunta passa por dois pontos: a segurança institucional e escolha do tipo do Plano de benefícios. Em primeiro lugar a segurança institucional. Definimos este conceito como a forma na qual as instituições atreladas a previdência complementar fechada atuam para reforço da segurança dos Planos de benefícios. Podemos dividir as instituições em dois tipos: As instituições externas e a instituições internas.

As instituições externas são responsáveis por legislar e fiscalizar o cumprimento destas normas que visam dar maior segurança aos participantes. Como exemplo, temos a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) que é uma Autarquia do Ministério da Previdência Social responsável pela normatização e fiscalização das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. Além da PREVIC também temos o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional, os quais definem e fiscalizam as normas que regem as aplicações dos recursos financeiros das EFPC. Uma boa forma de resumir a interação entre estas três

instituições é que o Conselho Monetário Nacional e o Banco Central definem e fiscalizam tudo o que as EFPC fazem com os recursos financeiros em termos de investimentos, e a PREVIC fiscaliza todo o restante do dia a dia da Entidade, inclusive se a normas emanadas pelo Banco Central e pelo Conselho Monetário Nacional estão sendo cumpridas.

A Lei Complementar 109 de 29 de maio de 2001, é a lei que dispõe sobre o Regime de Previdência Complementar no país, define em seu artigo 35º que

as “Entidades Fechadas de Previdência

composta de Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Diretoria Executiva”. E estes dois Conselhos, são as instituições internas que fornecem segurança aos Participantes. Estes Conselhos são compostos por membros eleitos pelos Participantes e Patrocinadores/Instituidores de uma Entidade Fechada de Previdência Complementar. No caso do Conselho Deliberativo, este possui a função de, obviamente, deliberar sobre tudo o que é relevante na Entidade. Na prática a Diretoria Executiva possui poderes sobre a gestão do dia a dia, mas o Conselho Deliberativo é quem decide sobre os rumos estratégicos relacionados à Entidade. Tomemos como exemplo a Política de

Investimentos dos Planos de Benefícios administrados pela Entidade. Este é um documento construído com base na legislação emanada pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central, que descreve tudo o que a Entidade pode fazer com os recursos financeiros dos Planos. Para cada exercício a que esta

Política se referir, a mesma deve aprovada pelo Conselho Deliberativo. Em outras palavras, são os representantes dos Participantes e Patrocinadores/Instituidores que aprovam tudo o que é feito o que pode ser feito com os recursos destes mesmos Participantes e Patrocinadores/Instituidores. Já o Conselho Fiscal tem

por atribuição fiscalizar a Entidade. Este é obrigado, por força de legislação, a se manifestar duas vezes por ano sobre uma serie de informações financeiras e contábeis da Entidade, as quais, em resumo, definem se a mesma esta saudável ou não.

Na prática, o Conselho Fiscal pode fiscalizar tudo o que desejar dentro da Entidade. Este Conselho, na

Patrocinadores/Instituidores.

O segundo ponto relacionado à segurança financeira esta relacionado à escolha do tipo de Plano de Benefícios, e este ponto faz uma enorme diferença no quesito segurança financeira. Para entendermos isto é importante um passo atrás. Uma das consequências positivas da evolução da medicina é o aumento da qualidade de vida das pessoas, sobretudo daquelas que já adentraram, ou estão próximas da melhor idade. A maior qualidade de vida tem proporcionado longevidade, e este fator, embora amplamente positivo, resulta em uma consequência sobre os planos de previdência que é geração de desequilíbrios entre a projeção de receitas e despesas no tempo, também chamados desequilíbrios atuarias. Para não chatear o leitor com tecnicalidades, basta dizer que se as pessoas vivem mais do que inicialmente (e estatisticamente) foi calculado, elas precisam receber seus benefícios durante mais tempo, o que possui um impacto atuarial nos Planos de previdência na modalidade de benefício definido. Como a conta financeira não fecha alguém terá que arcar com estes custos. O Patrocinador poderá ter que realizar aportes financeiros no Plano ou o participante terá que reduzir seus benefícios. Normalmente nestes casos utilizam-se uma mistura dos dois. De um jeito ou de outro, o risco atuarial terá que ser assumido por alguém.

Em Planos de contribuição definida , como é o caso do PRECAVER, este risco não existe por um motivo simples. O montante dos benefícios a receber é calculado sobre o saldo individual do participante, que possui seus recursos alocados em contas

Não há repartição do risco atuarial com os demais participantes do plano. Tudo o que for acumulado é levado para a aposentadoria, diferentemente dos planos de benefícios definidos onde os riscos atuariais podem levar a redução do benefício dos participantes.

É importante ressaltar que como a aposentadoria será uma função direta do montante acumulado, o acompanhamento do plano, da sua rentabilidade, da taxa de juros, bem como a execução periódica da manutenção de suas contribuições para que estejam em linha com o benefício pretendido é de fundamental importância para o participante.

Assim, a segurança financeira de um Plano de Previdência pode ser alicerçada em dois pilares: a

parte institucional e a escolha do tipo de plano. No caso institucional, as instituições externas e

internas garantem a segurança do plano. No caso da escolha do tipo de Plano, a opção por um

plano de contribuição definida evita que os riscos atuariais resultantes da longevidade

comprometem o benefício de aposentadoria. Estes são os pontos que definem a segurança

financeira dos Planos de Previdência.

¹ Planos de benefício definida são modalidades de Planos de previdência onde, de forma geral, o participante define seu benefício no ato da contratação do Plano. São de caráter mutualista e solidário onde os riscos financeiros e atuarias são divididos entre todos os participantes. ² Planos de contribuição definida são planos onde o benefício a ser recebido pelo Participante é uma função direta de sua reserva financeira. Neste caso não existem riscos a serem compartilhados com os demais participantes do Plano.

(9)

IMPORTANTE:

ATUALIZAÇÃO CADASTRAL DO PARTICIPANTE

8

Para manter sempre aberto o canal de comunicação entre a Quanta Previdência Unicred e

Participante, é fundamental que todos os seus dados cadastrais estejam atualizados.

Cadastro em dia é facilidade

e agilidade para todos!

Por entender que a vida profissional é uma constante correria, a Quanta disponibiliza a atualização através do Portal Precaver:

www.precaver.com.br

Basta clicar no ícone “Acesso Restrito dos Participantes” e seguir os passos solicitados. O Portal também oferece a possibilidade de fazer consultas online de dados sobre seu plano, alterações cadastrais, visualizar extratos, rentabilidade, gerar boletos, entre outros serviços.

(10)

Central de Atendimento ao Participante nos portais: www.quanta-previdencia.com.br

www.precaver.com.br ou pelo e-mail: [email protected]

Conte conosco. Estamos ao seu dispor!

EXPEDIENTE

Diagramação e Responsável: Comunicação e Marketing Quanta Previdência Unicred Ícones: thenounproject.com Assessoria de Jornalismo:

Texto Final

FALE COM A QUANTA

EDUCAÇÃO FINANCEIRA

E PREVIDENCIÁRIA

9

escolha

Programa Integrado e Educação d Financeira Previdenciária e

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