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Parte I TEMAS DE DIREITO PROCESSUAL PENAL. Capítulo 1 Inquérito Policial e Outras Formas de Investigação da Polícia Civil...3

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u m á r i O

Parte I TEMAS DE DIREITO PROCESSUAL PENAL

Capítulo 1 – Inquérito Policial e Outras Formas de Investigação

da Polícia Civil ...3

1.1. O que é o procedimento de verificação de procedência das

informações e qual sua utilidade prática? ... 3 1.2. Por que o fato de o inquérito policial ser eminentemente inquisitorial

mostra-se vantajoso para a polícia? O inquérito policial deixou de ser inquisitorial após a Lei no 13.245/2016? ... 6 1.3. É possível haver elementos de convicção não escritos no inquérito

policial? ...10 1.4. O advogado tem acesso irrestrito a qualquer inquérito que tramita

na delegacia de polícia? ...13

Capítulo 2 – Depoimentos Especiais ... 15

2.1. É possível antecipar a colheita do depoimento judicial de uma testemunha, mesmo ainda não tendo sido iniciada a ação penal respectiva? ... 15 2.2. O que é depoimento “envelopado” e qual a sua utilidade? ...17

Capítulo 3 – Identificação Criminal ... 23

3.1. Quais são os métodos que compõem o procedimento da identificação criminal? ...23 3.2. O que é suficiência da identificação civil? ...25 3.3. Quais são os resultados práticos que podem ser obtidos da identificação

criminal de um suspeito? ...26 3.4. Qual a diferença prática entre a colheita de material biológico para

fins de identificação criminal e a apreensão eventual de material

(2)

Capítulo 4 – Auto de Prisão em Flagrante Delito ... 32

4.1. Quais atos compõem o procedimento da prisão em flagrante? ...32 4.2. Deve o delegado de polícia autuar em flagrante delito o suspeito que,

quando da captura, fora ferido e se encontra hospitalizado? ...37 4.3. É possível que o Delegado de Polícia deixe de lavrar o auto de prisão

em flagrante em virtude da aplicação do princípio da insignificância? ...42 4.4. Deve o Delegado de Polícia autuar em flagrante delito quem tenha

praticado o fato amparado por um excludente de ilicitude? ...47 4.5. Os crimes permanentes permitem a prisão em flagrante do autor

do fato a qualquer momento? ...52 4.6. No caso de concurso de maior e de menor de idade em empreitada

criminosa, a qual Delegacia cabe a atribuição de lavrar o auto

respectivo? ...56 4.7. É permitido o ingresso no domicílio do suspeito, preso em flagrante

delito, mesmo que a prisão tenha ocorrido em local diverso? ...59 4.8. É possível prender alguém que, durante a fuga da captura em flagrante,

refugia-se, no período noturno, na casa de terceira pessoa? ...63 4.9. No caso da perseguição em flagrante delito tratada na questão anterior,

qual o procedimento correto a ser adotado pelos policiais: adentrar imediatamente no local onde está o fugitivo ou proceder ao cerco

policial preconizado no art.293 do CPP? ...64 4.10. No caso de flagrante de crime sujeito à ação penal privada ou à pública

condicionada, pode o policial capturar e conduzir o suspeito quando a vítima demonstrar imediato desinteresse em vê-lo flagranteado? ...66 4.11. Qual o momento correto para o Delegado de Polícia dirigir a

comunicação da prisão e encaminhar o respectivo auto de prisão

em flagrante ao juiz competente? ...69 4.12. Se o autor do fato for capturado em comarca diversa do local da

consumação do crime, a quem caberá a lavratura do auto de prisão em flagrante? A quais autoridades serão dirigidas as comunicações

de prisão e o procedimento flagrancial? ...74 4.13. Como deve proceder o Delegado de Polícia no caso de prisões em

flagrante ocorridas em momentos distintos, mas em virtude do

mesmo fato criminoso? ...77 4.14. O que é juízo de delibação do flagrante delito? ...80 4.15. O documento de identificação do suspeito deverá ser apreendido

pela autoridade policial quando da lavratura do procedimento

(3)

Capítulo 5 – Prisões Cautelares ... 84

5.1. Qual o conceito de “dia” para os fins de cumprimento de mandado

judicial em uma residência?...84 5.2. Quais são as modalidades de prisão preventiva, após a

Lei no 12.403/2011? ...87 5.3. É possível decretar a prisão preventiva cumulada com outra medida

cautelar diversa da prisão? ...100 5.4. É admissível decretar a prisão preventiva agravadora quando

a infração penal praticada for mera contravenção penal? ...101 5.5. O Delegado de Polícia é obrigado a representar pela conversão da

prisão em flagrante em prisão preventiva? ...107 5.6. Quando deve o Delegado de Polícia proceder à liberação do indivíduo

preso em virtude de prisão temporária? Deve a Autoridade Policial esperar o alvará judicial de soltura? ...108 5.7. É permitido ao Delegado de Polícia abrir mão do tempo de prisão

temporária antes do término de seu prazo final? ...110 5.8. No caso de prisão por mandado judicial, a quem cabe a Autoridade

Policial comunicar? ...113 5.9. A quem incumbe providenciar a remoção do preso no caso de prisão

por mandado? E no caso da prisão em flagrante? ...115 5.10. Se for apresentada ao delegado de Polícia pessoa não identificada

civilmente e contra a qual supostamente penda mandado de prisão

judicial, o que deve fazer a Autoridade Policial? ...116 5.11. Quem pode ter acesso aos dados do Banco Nacional de Mandados de

Prisão? ...118 5.12. Caso policiais, ao adentrarem em um domicílio para cumprirem

mandado de prisão, constatarem que lá existem elementos de convicção relacionados a práticas criminosas, poderão apreendê-los? Quais as repercussões jurídicas dessa apreensão? ...119 5.13. É possível deixar de dar cumprimento a uma ordem de prisão

com base no instituto da ação controlada? ...124

Capítulo 6 – Medidas Cautelares Diversas da Prisão ...128

6.1. Há uma gradação das medidas cautelares previstas na

Lei no 12.403/2011? ...128 6.2. Por que a concessão do contraditório prévio cautelar deve ser

a exceção no curso da investigação policial? ...131 6.3. É admitida a decretação de medida cautelar pessoal não prevista

expressamente no Código de Processo Penal, com fundamento

(4)

6.4. Apesar de ter havido representação por parte da Autoridade Policial no sentido de concessão de uma medida cautelar, é possível que seja decretada outra pelo juiz? ...136 6.5. Há, atualmente, controle efetivo sobre as medidas cautelares

pessoais (diversas da prisão) decretadas pelos mais diversos

juízos brasileiros?...137 6.6. Em virtude da falta de um banco de dados acerca das cautelares

diversas da prisão, pode-se dizer que essas medidas não têm

qualquer efetividade? ...139 6.7. No caso de descumprimento de medida cautelar diversa da prisão,

como deverá proceder a Autoridade Policial? ...140

Capítulo 7 – Fiança ...143

7.1. É possível o arbitramento de fiança aos praticantes de crimes

de menor potencial ofensivo? ...143 7.2. O Delegado pode dispensar o autuado do pagamento da fiança? ...146 7.3. A fiança pode servir para o pagamento dos prejuízos suportados

pela vítima? ...146 7.4. No caso de a pena máxima do crime praticado não exceder

4 anos, o Delegado de Polícia é obrigado a arbitrar fiança policial? ...148 7.5. Faz-se necessário levar em consideração o concurso de infrações,

as causas de aumento e as de diminuição de pena para fins de

arbitramento de fiança policial? ...151 7.6. É lícito levar em consideração a minorante da tentativa quando do

arbitramento da fiança policial? ...155 7.7. Até quando é recomendável que a Autoridade Policial recolha

os valores da fiança arbitrada? ...156 7.8. O que são crimes propriamente inafiançáveis e acidentalmente

inafiançáveis? ...157 7.9. A diminuição de hipóteses de inafiançabilidade própria, em face da

Lei no 12.403/2011, restringiu a possibilidade de autuação em

flagrante delito de Deputados, de Senadores, de Advogados, de Juízes e de Promotores? ...159 7.10. É possível o pagamento da fiança policial com cheque? ...163

Capítulo 8 – Mandado de Condução Coercitiva ...167

8.1. Pode o Delegado de Polícia expedir mandado de condução coercitiva ou deve requerer tal providência ao magistrado? ...167

(5)

Capítulo 9 – Apresentação Espontânea ...170

9.1. Com o advento da Lei no 12.403/2011, como fica a apresentação

espontânea do autor do fato à Autoridade Policial? ...170

Capítulo 10 – Busca e Apreensão ...175

10.1. Pode o Delegado de polícia representar pela busca e apreensão de bens do suspeito visando a garantir a futura responsabilização civil do condenado? ...175 10.2. A busca e apreensão e a medida assecuratória de sequestro também estão

sujeitas à regra de contraditório prévio cautelar prevista na

Lei no 12.403/2011? ...179

10.3. O que é a adesividade do mandado de busca e apreensão domiciliar? Tal instituto é aplicável no caso de mandado de busca e apreensão

coletivo? ...181

Capítulo 11 – Apreensão de Objetos ...187

11.1. Quais os objetos que devem ser apreendidos pela Autoridade Policial quando da lavratura do procedimento de prisão em flagrante? ...187 11.2. No caso de apreensão formal de objetos totalmente desvinculados

da prova da infração penal, o que poderá fazer o Delegado para

desentranhá-los da investigação? ...189 11.3. A análise dos dados sensíveis de celular apreendido com o investigado,

sem autorização judicial, é permitida? ...193 11.4. O Delegado de Polícia pode realizar a entrega ou o depósito

de bem apreendido em relação ao qual haja controvérsia

sobre a propriedade? ...196

Capítulo 12 – Exame de Corpo de Delito Ad Cautelam ...200

12.1. O que é exame de corpo de delito ad cautelam? Tem ele amparo no

Código de Processo Penal? ...200

Capítulo 13 – Poder Geral de Requisição do Delegado de Polícia ...203

13.1. Pode a Autoridade Policial requisitar ao representante legal de hospital o fornecimento direto de informações de pacientes ou

essas informações são sigilosas? ...203

Capítulo 14 – Interceptação Telefônica ...206

14.1. É possível emprestar dados coletados em uma interceptação

(6)

Capítulo 15 – Lei no 12.850/2013 – Organizações Criminosas ...209

15.1. Se o Delegado de Polícia representar pelo acordo de colaboração premiada e o promotor se manifestar contrário a esse pacto, pode o juiz, mesmo assim, homologá-lo? ...209

15.2. É necessário ouvir o colaborador antes de lhe oferecer os benefícios da colaboração voluntária? ...216

15.3. Qual a vantagem para o membro de organização fazer o acordo de delação premiada já na fase de inquérito policial? ...217

15.4. É possível haver a repactuação do acordo de colaboração voluntária? ....219

15.5. Quais são as particularidades que devem ser conhecidas pelo Delegado de Polícia antes de firmar um acordo de colaboração premiada com o investigado? ...220

Capítulo 16 – Lei no 12.965/2014 – (Marco Civil da Internet) e investigação de crimes cibernéticos ...225

16.1. Quais os procedimentos básicos para investigar um crime virtual? ...225

Parte II Temas de Direito Penal Capítulo 1 – Parte Geral do Código Penal ...233

1.1. As figuras de autor e partícipe ...233

1.1.1. Como definir quem é autor ou particípe da empreitada criminosa? ...233

1.2. A figura do garante ...235

1.2.1. A omissão criminosa imputável à figura do garante será sempre dolosa? ...235

Capítulo 2 – Parte Especial do Código Penal ...239

2.1. Dos Crimes contra a pessoa ...239

2.1.1. Violação de domicílio ...239

2.1.1.1. Para a consumação do crime de invasão de domicílio há necessidade de haver o dissenso de todos os moradores da casa? ...239

2.2. Dos Crimes contra o patrimônio ...241

2.2.1. Furto ...241

2.2.1.2. Quais são as teorias existentes acerca do momento consumativo do crime de furto? Como diferenciar, na prática, o furto tentado do consumado, com base em cada uma dessas teorias? ...241

(7)

2.2.2. Imunidade penal...243 2.2.2.3. No caso de estar o delito patrimonial abarcado por uma

imunidade penal absoluta (art. 181 do Código Penal) é vedado ao delegado de Polícia instaurar o inquérito policial? ...243 2.2.3. Dano ...246

2.2.3.4. O preso que danificar a cela da delegacia ou presídio, visando à fuga, pode ser autuado pela prática de crime de dano qualificado?...246 2.2.4. Extorsão ...248

2.2.4.5. Como diferenciar a tentativa de extorsão de sua forma consumada? ...248 2.3. Dos Crimes contra a Fé Pública ...251

2.3.1. Como diferenciar a falsidade material, a falsidade ideológica

e a falsa identidade? ...251 2.3.2. A mentira do réu acerca de seus dados de qualificação é crime?

Tal infração penal será sempre capitulada como crime contra a fé pública? ...255 2.4. Dos Crimes contra a Administração Pública...258

2.4.1. Os crimes contra a Administração Pública, praticados por ‘funcionários públicos por equiparação’, são considerados

exemplos de normas penais em branco por justaposição? ...258 2.4.2. A solicitação de entrada em espetáculo ou em cinema por meio

de “carteirada” pode configurar alguma prática ilícita? ...267

Capítulo 3 – Legislação Penal Especial ...270

3.1. Decreto-Lei nº 3.688/1941 – Lei das Contravenções Penais ...270 3.1.1. Pessoa que for surpreendida portando uma faca pode ser presa

em flagrante pela prática de alguma infração penal? ...270 3.2. Lei no 4.737/1965 – Código Eleitoral – Crimes Eleitorais ...273

3.2.1. Qual o fundamento jurídico para que a Polícia Civil atue

supletivamente à época de eleições? Tal atribuição investigatória não caberia à Polícia Federal? ...273 3.2.2. O que é a imunidade prisional de eleitores e quais são suas

exceções mais relevantes? ...274 3.2.3. O indivíduo que for agraciado com a substituição da pena

(art.44 do Código Penal), sursis da pena, sursis processual ou transação penal poderá ser preso cautelarmente no

período previsto no art.236 da Lei no 4.737/65? ...276 3.3. Lei no 4.898/1965 – Lei de Abuso de Autoridade ...279

(8)

3.3.1. No caso de crime de abuso de autoridade, faz-se necessária a colheita de representação da vítima para que se promova a

investigação do fato? ...279 3.3.2. O crime de abuso de autoridade absorve os demais crimes

praticados no contexto do ato arbitrário?...282

3.4. Lei no 9.503/1997 – Código de Trânsito Brasileiro –

Crimes de Trânsito ...286 3.4.1. O homicídio no trânsito praticado por quem tenha ingerido

bebida alcoólica será sempre doloso? ...286 3.4.2. É possível a instauração de inquérito policial no caso de lesão

corporal culposa ocorrida no trânsito? É necessário colher a

representação da vítima nesses casos? ...290 3.4.3. Quais são os métodos possíveis para a comprovação da

embriaguez ao volante pelo uso de substâncias entorpecentes?...292 3.5. Lei no 9.613/1998 – Lei de Lavagem de Capitais ...293

3.5.1. O que diferencia o crime de lavagem de capitais da mera dissipação do dinheiro conseguido com a prática criminosa

anterior? Qual a utilidade prática dessa distinção? ...293 3.6. Lei no 10.826/2003 – Estatuto do Desarmamento ...297

3.6.1. O porte de arma de fogo estragada e o de arma de fogo

desmuniciada é considerado penalmente típico? ...297 3.6.2. O crime de disparo de arma de fogo absorve sempre o

crime de porte dessa mesma arma? ...301 3.7. Lei no 11.340/2006 – Violência Doméstica – Lei Maria da Penha ...302

3.7.1. Após o julgamento da ADI 4.424/DF, todos os crimes cometidos contra mulheres no contexto da Lei Maria da Penha passaram a ser sujeitos à ação penal pública

incondicionada? ...302 3.8. Lei no 11.343/2006 – Drogas Ilícitas ...306

3.8.1. Para que o policial prenda alguém, com base na Lei no 11.343/2006, é necessário encontrar drogas

com o referido suspeito? ...306 3.9. Código Penal Militar (Decreto-Lei nº 1.001/69) ...311

3.9.1. Por que os crimes militares possuem penas diferentes daqueles semelhantes delitos previstos no Código Penal brasileiro? ...311 3.9.2. Quando um crime praticado por militar deve ser investigado

pela Polícia Judiciária (Civil ou Federal) e quando deverá sê-lo pela própria instituição militar? ...312 3.10. Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90). ...320

3.10.1. Quando o delegado de Polícia pode deixar de liberar imediatamente o adolescente, capturado em situação flagrancial, aos seus

(9)

Parte III

Peças prático-profissionais

Capítulo 1 – Das Disposições Gerais ...327

1.1. Dicas iniciais para os concurseiros ...327

Capítulo 2 – Peças iniciais da investigação policial: O Auto de Prisão em Flagrante e a Portaria ...330

2.1. Auto de prisão em flagrante ...330

2.1.1. Modelo de auto de prisão em flagrante em sentido estrito ...334

2.2. Portaria inicial ...335

2.2.1. Modelo de portaria inicial ...337

Capítulo 3 – Representação Policial e Relatório Policial Conclusivo ...338

3.1. Estrutura básica de uma representação policial ou de um relatório policial conclusivo ...338

3.2. Relatório policial final ...341

3.2.1. Modelo de relatório policial sem indiciamento (excludente de ilicitude) ...344

3.2.2. Modelo de relatório policial com indiciamento ...346

3.3. Aspectos Gerais da Representação Policial ...347

3.3.1. Modelo de representação (prisão preventiva autônoma) ...350

3.3.2. Da representação policial pela decretação de medidas cautelares probatórias. ...352

3.3.2.1. Modelo de representação pela decretação de busca e apreensão domiciliar (com adesividade) ...353

3.3.2.2. Modelo de representação pela decretação de quebra de sigilo de dados bancários ...357

3.3.2.3. Modelo de representação para o compartilhamento de resultado de interceptação telefônica ...360

3.3.3. Da representação policial pela decretação de medidas cautelares assecuratórias ...361

3.3.3.1. Modelo de representação pela decretação da medida assecuratória de sequestro ...363

3.3.4. Da representação policial pela decretação de medidas cautelares pessoais ...366

3.3.4.1. Das regras gerais da representação por medidas cautelares diversas da prisão ...367

3.3.4.1.1. Modelo de representação pela decretação de medidas cautelares diversas da prisão ... 369

(10)

3.3.4.1.2. Da representação pela decretação de medidas cautelares diversas da prisão com base no poder

geral de cautela. ... 370 3.3.4.1.2.1. Modelo de representação pela decretação de

medidas cautelares diversas da prisão ou, alternativamente, pela decretação da prisão preventiva agravadora ... 371 3.3.4.1.3. Da representação por conversão da prisão em

flagrante em medidas cautelares diversas da prisão ... 373 3.3.4.1.3.1. Modelo de representação pela conversão

da prisão em flagrante em medidas cautelares diversas da prisão ... 375

3.3.4.2. Das regras gerais acerca da representação por prisão preventiva ...376

3.3.4.2.1. Da prisão preventiva autônoma ... 380 3.3.4.2.2. Da prisão preventiva convertiva ... 381

3.3.4.2.2.1. Modelo de representação pela conversão

da prisão em flagrante em prisão preventiva ... 382 3.3.4.2.3. Da prisão preventiva agravadora ... 384

3.3.4.2.3.1. Modelo de representação pela decretação

da prisão preventiva agravadora ... 384 3.3.4.2.4. Da prisão preventiva recidiva ... 386

3.3.4.2.4.1. Modelo de representação pela decretação

da prisão preventiva recidiva ... 387 3.3.4.2.5. Da prisão preventiva assecuratória ... 388

3.3.4.2.5.1. Modelo de representação pela decretação

de prisão preventiva assecuratória ... 389 3.3.4.2.6. Da prisão preventiva identificadora ... 390

3.3.4.2.6.1. Modelo de representação pela decretação

de prisão preventiva identificadora ... 392

3.3.4.3. Da prisão temporária ...395

3.3.4.3.1. Modelo de representação pela decretação de prisão temporária ... 398 Capítulo 4 – Dos Despachos ...400

4.1. Regras gerais sobre os despachos ...400 4.2. Despacho de conversão de termo circunstanciado de ocorrência

em auto de prisão em flagrante ...401 4.2.1. Modelo de despacho de conversão de termo circunstanciado de

ocorrência em auto de prisão em flagrante ...403 4.3. Despacho de arbitramento de fiança ...404 4.3.1. Modelo de despacho de arbitramento de fiança ...406

(11)

4.4. Despacho de negação de fiança com base na presença dos requisitos

da prisão preventiva ...408

4.4.1. Modelo de despacho de negação de fiança com base na presença dos requisitos da prisão preventiva ...409

4.5. Despacho de negativa de autuação em flagrante em face da apresentação espontânea & Despacho justificando a autuação em flagrante, mesmo com a apresentação espontânea do autor do fato ...410

4.5.1. Modelo de despacho de negativa de autuação em flagrante em face da apresentação espontânea ...411

4.5.2. Modelo de despacho justificando a autuação em flagrante mesmo com a apresentação espontânea do suspeito ...413

4.6. Despacho de negativa de autuação em flagrante em face da atipicidade material da conduta ...415

4.6.1. Modelo de despacho de negativa de autuação em flagrante em face da atipicidade material da conduta ...416

4.7. Despacho de negativa de autuação em flagrante em face da falta de condição de procedibilidade (representação ou requerimento)...419

4.7.1. Modelo de despacho de negativa de autuação em flagrante em face da falta de condição de procedibilidade (representação ou requerimento) ...420

4.8. Despacho de negativa de autuação em flagrante em face do amparo por causa excludente de ilicitude ...422

4.8.1. Modelo de despacho de negativa de autuação em flagrante delito em face do amparo por causa excludente de ilicitude ...424

Capítulo 5 – Dos Termos e dos Autos ...426

5.1. Aspectos gerais sobre os termos e os autos ...426

5.2. Modelos de termos ...427

5.2.1. Modelo de termo de depoimento envelopado...427

5.2.2. Modelo de termo de colaboração premiada – organização criminosa ...429

5.3. Modelos de autos ...436

5.3.1. Modelo de auto de busca domiciliar consentida ...436

Capítulo 6 – Comunicações Externas – Ofícios ...438

6.1. Aspectos Gerais sobre os ofícios policiais...438

6.2. Modelo de ofício de requisição de informações de paciente ao hospital ...439

6.3. Modelo de ofício de pedido de revogação de prazo restante de prisão temporária ...440

(12)

6.4. Modelo de ofício encaminhando suspeito para identificação

criminal e determinando expedição de laudo de identificação ...442

6.5. Modelo de ofício comunicando prisão por mandado judicial com pedido de recambiamento do preso ...443

Capítulo 7 – Mandado de Condução Coercitiva ...444

7.1. Aspectos gerais acerca do mandado policial de condução coercitiva ...444

7.2. Modelo de mandado de condução coercitiva policial ...445

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