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Utilização de prebióticos em dietas de frango de corte de 22 a 42 dias de idade

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Academic year: 2021

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CAMPUS DO SERTÃO

NÚCLEO DE GRADUAÇÃO EM ZOOTECNIA

ALESSANDRA MELO SANTOS

UTILIZAÇÃO DE PREBIÓTICOS EM DIETAS DE

FRANGO DE CORTE DE 22 A 42 DIAS DE IDADE

NOSSA SENHORA DA GLÓRIA – SE MARÇO – 2020

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Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Zootecnia da Universidade Federal de Sergipe como requisito à obtenção do título de

Bacharel em Zootecnia.

Orientador: Prof.º Dr.º Claudio José Parro de Oliveira

ALESSANDRA MELO SANTOS

UTILIZAÇÃO DE PREBIÓTICOS EM DIETAS DE

FRANGO DE CORTE DE 22 A 42 DIAS DE IDADE

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NOSSA SENHORA DA GLÓRIA – SE MARÇO – 2020

TERMO DE APROVAÇÃO

ALESSANDRA MELO SANTOS

UTILIZAÇÃO DE PREBIÓTICOS EM DIETAS DE FRANGOS DE CORTE DE 22 A 42 DIAS DE IDADE

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Zootecnia da Universidade Federal de Sergipe como requisito à obtenção do título de Bacharel em Zootecnia, pela seguinte banca examinadora:

Prof. Dr. Claudio José Parro de Oliveira Orientador – Núcleo de Zootecnia

Universidade Federal de Sergipe – Campus do Sertão

Prof. Dr. Valdir Ribeiro Junior Núcleo de Zootecnia

Universidade Federal de Sergipe – Campus do Sertão

Prof. Dr. Vittor Tuzzi Zancanela Núcleo de Zootecnia

Universidade Federal de Sergipe – Campus do Sertão

NOSSA SENHORA DA GLÓRIA - SE MARÇO - 2020

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DEDICATÓRIA

A minha mãe, Cilene, e avó, Terezinha por todo o apoio, compreensão, carinho e paciência em todos os desafios e momentos da minha vida, e a minha irmã

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AGRADECIMENTOS

Agradeço a Deus por sempre me proteger e abençoar os meus caminhos. Ao curso de Zootecnia da Universidade Federal de Sergipe – Campus do Sertão, na pessoa do coordenador do curso de Zootecnia, Prof.º Carlo Aldrovandi Torreão

Marques.

Ao meu orientador Prof.º Claudio José Parro de Oliveira, pela oportunidade, dedicação, confiança e amizade durante o curso e apoio nesse trabalho. Ao Prof.º Valdir Ribeiro Junior, por todo apoio, amizade e participação nesse

trabalho.

Ao Prof.º Vittor Tuzzi Zancanela por toda ajuda e o conhecimento transmitido durante o curso.

A empresa Asa Branca, representada pelo Médico Veterinário Danilo Roza Cardoso, pela oportunidade de estágio.

Aos colaboradores da empresa Asa Branca, por toda ajuda durante o período de estágio.

A amiga de estágio, Natânia Santos por toda ajuda durante o estágio e nesse trabalho.

Aos meus tios e tias por toda ajuda durante a graduação, em especial a Selma Melo, Raimundo Melo, Celia Melo e Sival Santos.

Aos meus primos por toda ajuda, em especial a Alessandro Chagas. A minha amiga de vida e república, Daniela Cruz por toda compreensão, apoio e

amizade.

As minhas amigas Danila Cruz, Natalia Dantas e Michelle Silva pela torcida e conselhos, que mesmo longe sempre se fizeram presente.

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O Senhor Deus é sol e escudo; O Senhor Deus concede favor e honra. Salmos 84:11

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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ...1

MATERIAIS E MÉTODOS ...2

RESULTADOSEDISCUSSÃO ...6

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Artigo científico elaborado segundo as normas da Revista Brasileira de Ciência Avícola – ISSN: 1806-9061

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LISTA DE TABELAS

Tabela 1. Descrição dos tratamentos experimentais ... 4 Tabela 2. Composição das rações utilizadas durante as fases crescimento (22 a

35 dias de idade) e final (36 a 42 dias de idade) ...5

Tabela 3. Desempenho de frangos de corte de 22 a 42 dias de idade alimentados

com rações contento ou não prebióticos (Actigen® e Viligen™) ...8

Tabela 4. Rendimento de carcaça e partes de frangos de corte aos 42 dias de

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LISTA DE FIGURAS

Figura 1. Médias de temperatura máximas e mínimas durante o período

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Utilização de Prebióticos em Dietas de Frango de Corte de 22 a

42 dias de idade

Alessandra Melo Santos¹ Natânia Gomes Santos¹ Valdir Ribeiro Junior² Claudio José Parro de Oliveira²

Discente da Universidade Federal de Sergipe - Campus ¹ Docente da Universidade Federal de Sergipe – Campus do Sertão²

Correspondência: Alessandra Melo Santos, Universidade Federal de Sergipe – Campus do Sertão, UFS, Rodovia Engenheiro Jorge Neto, km 3, Silos, Nossa Senhora da Glória, Sergipe, Brasil, CEP 49680-000, E-mail: [email protected].

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Resumo

Os antibióticos têm sido utilizados em dietas para frangos de corte com a finalidade de controlar ou inibir microrganismos patogênicos que podem ser prejudiciais ao desempenho das aves. A utilização contínua desses antibióticos pode causar resistência bacteriana, nessa situação, houve uma mudança de exigência do mercado, por produtos que não induzam resistência bacteriana, sendo uma opção o uso de prebióticos. Dentre os prebióticos, o grupo dos mananoligossacarídeos (MOS) e uma mistura de butirato de sódio, levedura hidrolisada desidratada e proteinado de zinco, desempenham funções benéficas no trato gastrointestinal. As aves foram distribuídas de acordo com o delineamento inteiramente casualizado (DIC), em 5 tratamentos com 8 repetições de 35 aves cada (20 fêmeas e 15 machos) por unidade experimental, totalizando 1400 aves (Cobb 500) de 22 dias de idade. Os tratamentos consistiram em rações com ou sem uso de antibiótico e combinações dos prebióticos Viligen™, Actigen® ou uma combinação dos dois. O tratamento CN + Actigen® foi o que apresentou o maior peso vivo final seguido pelo tratamento CN + Viligen™. Com relação ao ganho de peso, as aves que expressaram melhor resultado (p<0,05) foram as que receberam dietas com CN + Actigen® e o CN + Viligen™. A utilização dos produtos Actigen® e Viligen™ em dietas para frangos de corte de 22 a 42 dias de idade, são capazes de substituir o antibiótico, nas variáveis de desempenho e rendimento de carcaça e partes mantendo os níveis de produção.

Palavras – chave: desempenho, mananoligossacarídeo, rendimento de carcaça,

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Introdução

Os antibióticos têm sido utilizados em dietas para frangos de corte com a finalidade de controlar ou inibir microrganismos patogênicos que podem ser prejudiciais ao desempenho das aves, (Roberto Fonazier, 2017). No entanto, a utilização contínua desses antibióticos pode causar resistência bacteriana, uma vez que, a bactéria através de alguns mecanismos, consegue manter seu crescimento independentemente da dosagem do antibiótico, que consequentemente irá afetar os consumidores dos produtos avícolas por meio de contaminação cruzada.

Nessa situação, houve uma mudança de exigência do mercado, por produtos que não induzam resistência bacteriana, neste sentido alguns países tomaram como medida a proibição do uso de antibióticos como promotores de crescimento, sendo necessário buscar alternativas que possam substituir os antibióticos e que sustentem a produção nos mesmos níveis.

Uma opção são os prebióticos, formados por grupos de carboidratos que não são absorvidos no início do intestino, apresentando eficiência na modulação benéfica da microbiota intestinal, estimulando o crescimento de bactérias benéficas e, dessa maneira, mantendo a saúde intestinal, melhorando o desempenho animal (Gibson & Roberfroid, 1995).

Dentre os prebióticos, o grupo dos mananoligossacarídeos (MOS) derivados de parede celular de leveduras Saccharomyces cerevisiae, quando inserido na dieta das aves, são capazes de reduzir a colonização intestinal por bactérias patogênicas, através de sítios de ligações que reconhecem os mananoligossacarídeos como sendo da mucosa intestinal, se fixando nos mesmos, e sendo eliminado através das excretas (Fomentini et

al. 2016). Permitindo, que as funções de digestão e absorção continuem sendo exercidas

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Além dos MOS, existem no mercado produtos mais modernos compostos por uma mistura de butirato de sódio, levedura hidrolisada desidratada e proteinado de zinco, que desempenham funções benéficas no trato gastrointestinal, agindo no intestino, podendo resultar em melhor desempenho na produção do frango de corte.

Dessa forma, o objetivo deste experimento foi avaliar a utilização de prebióticos sobre o desempenho e rendimento de carcaça e partes de frangos de corte entre 22 a 42 dias de idade.

Materiais e Métodos

O presente projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Animais de Produção (CEPAP) da Universidade Federal de Sergipe sobre protocolo de n° 21/2019. O experimento foi realizado na fazenda pertencente à Empresa Asa Branca, localizada no município de São Cristóvão - SE.

A aves foram alojadas em galpão de alvenaria com 40 m de comprimento, 12 m de largura e pé direito de 2,3 m de altura com cobertura de telhas de fibrocimento em duas águas. O galpão continha 40 boxes (2x2 metros) com piso de concreto, e cama nova de maravalha de madeira, cada boxe representando uma unidade experimental.

As aves foram distribuídas de acordo com o delineamento inteiramente casualizado (DIC), em 5 tratamentos com 8 repetições de 35 aves cada (20 fêmeas e 15 machos) por unidade experimental, totalizando 1400 aves (Cobb 500) de 22 dias de idade.

Todas as técnicas de criação foram realizadas de acordo com o manual de criação da linhagem utilizada (Cobb-Vantress, 2008).

Até 21 dias de idade, antes do período experimental, todas as aves receberam uma ração basal formulada para atender as suas exigências nutricionais de acordo com

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as Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos (Rostagno et al., 2017). Esses animais receberam água e ração à vontade.

O galpão não possui sistema de nebulização, sendo de pressão positiva, contendo 2 ventiladores no lado 1 e 2 ventiladores no lado 2, localizados no final e no meio das unidades experimentais.

A temperatura do ar foi aferida diariamente utilizando 4 termômetros, localizados em diferentes pontos do galpão e na altura das aves, para obtenção das médias máximas e mínimas em graus Celsius (°C) durante todo o período experimental de 22 a 42 dias de idade, representada na Figura 1.

Figura 1. Médias de temperaturas máximas e mínimas durante o período experimental de 22 a 42 dias.

Os tratamentos consistiram em rações com ou sem uso de antibiótico e combinações dos prebióticos Viligen™, Actigen® ou uma combinação dos dois (tabela 1). As aves receberam ração e água à vontade durante todo o período experimental (22 a 42 dias). 17 19 21 23 25 27 29 31 33 35 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 T E MP E RA T URA °C DIAS DO EXPERIMENTO

MÉDIAS DE TEMPERATURAS

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Tabela 1. Descrição dos tratamentos experimentais.

Tratamentos Descrição

T1 – Controle positivo (CP) Ração medicada (antibiótico) T2 – Controle negativo (CN) Ração não medicada

T3 – CN + Viligen™ Ração controle negativo + Viligen™ (1,0 kg/ton)

T4 - CN + Viligen™ + Actigen® Ração controle negativo + Viligen™ (1,0 kg/ton) + Actigen® (0,4 kg/ton) T5 - CN + Actigen® Ração controle negativo + Actigen® (0,4 kg/ton)

Viligen™ produto composto por butirato de sódio, levedura hidrolisada desidratada e proteinado de zinco. Actigen® frações ativas de manano derivadas da parede celular Saccharomyces cerevisiae.

As rações a base de milho e farelo de soja foram formuladas para atender as exigências nutricionais das aves durante o período experimental (22 a 42 dias), de acordo com as recomendações das Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos (Rostagno et al., 2017). A composição das rações controle positivo e controle negativo e atendimento das exigências estão expressos na tabela 2. Os aditivos Viligen™ e Actigen® foram usados em substituição ao amido, nas quantidades correspondentes.

No período experimental, as aves foram pesadas no início (22 dias) e ao final (42 dias) do experimento, também foi feito a pesagem da ração fornecida e as sobras das rações, para o cálculo dos dados de desempenho, sendo o peso inicial das aves utilizado como covariável.

As variáveis de desempenho avaliadas foram o peso final (g/ave), ganho de peso (g/ave), consumo de ração (g/ave), e a conversão alimentar (g/g).

Aos 42 dias de idade, foram selecionadas 10 aves, representando o peso médio das unidades experimentais. Essas, foram insensibilizadas conforme procedimento padrão do abatedouro da empresa (conforme Resolução nº1000 do CFMV, 2012).

Em seguida, procedeu-se a escaldagem, depena e evisceração. Sendo então pré-resfriadas e resfriadas. Após o resfriamento, as aves foram dependuradas (por 5 minutos) para retirada do excesso de água e, em seguida, foram realizados os cortes

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para avaliação do rendimento de carcaça e peso das partes (peito, filé de peito, coxa, sobrecoxa, asa e pé).

Tabela 2. Composição das rações utilizadas durante as fases crescimento (22 a 35 dias de idade) e final

(36 a 42 dias de idade).

Fase Crescimento (22 a 35 dias) Fase Final (36 a 42 dias)

Ingredientes Controle Positivo (com promotor de crescimento) Controle Negativo (sem promotor de crescimento) Controle Positivo (com promotor de crescimento) Controle Negativo (sem promotor de crescimento) Milho 67,11 67,21 69,88 69,98 Farelo de Soja, 45,5% 25,00 25,11 25,86 25,84

Soja integral extrusada 4,87 4,71 --- ---

Farinha de carne e ossos, 42% 0,28 0,28 --- --- Gordura aves --- --- 1,73 1,69 Sal 0,52 0,52 0,47 0,47 Calcário calcítico 1,15 1,15 1,14 1,14 Bicarbonato de sódio 0,18 0,18 0,18 0,18 Biolys 55¹ 0,25 0,25 0,15 0,15 DL – metionina 0,24 0,24 0,20 0,20 L – Treonina 0,01 0,01 0,01 0,01 Stafac 500² 0,05 --- 0,05 --- Coxifarm³ 0,03 0,03 0,03 0,03 Allzyme SSF E 214 0,05 0,05 0,05 0,05 Premix vitamínico5 0,05 0,05 0,05 0,05 Premix mineral6 0,07 0,07 0,06 0,06 Amido 0,14 0,14 0,14 0,14 Composição calculada, %

Energia metabolizável, kcal/kg 3150 3150 3220 3220

Proteína bruta 20,00 20,00 18,60 18,60 Extrato etéreo 3,6 3,6 4,4 4,4 Fibra bruta 3,8 3,8 3,6 3,6 Cálcio 0,8 0,8 0,7 0,7 Fósforo total 0,4 0,4 0,4 0,4 Fósforo disponível 0,3 0,3 0,3 0,3 Potássio 0,5 0,5 0,5 0,5 Sódio 0,2 0,2 0,2 0,2 Arginina digestível 1,3 1,3 1,2 1,2 Isoleucina digestível 0,8 0,8 0,8 0,8 Lisina digestível 1,1 1,1 1,0 1,0 Metionina digestível 0,5 0,5 0,5 0,5

Met + cis digestível 0,8 0,8 0,8 0,8

Treonina digestível 0,7 0,7 0,7 0,7

Triptofano digestível 0,2 0,2 0,2 0,2

Leucina digestível 1,6 1,6 1,5 1,5

Valina digestível 0,9 0,9 0,8 0,8

¹Biolys 55: L-Lysine 54.6 %.

²Stafac 500: promotor de crescimento Virginiamicina. ³Coxifarm: anticoccidiano.

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Allzyme SSF E 21: complexo enzimático.

5

Premix Vitamínico: Ácido Fólico 800 mg, Ácido Pantotênico 12.000 mg, Selenito de Sódio 250 mg, Vitamina A 9.000KUI, Vitamina B1 1500 mg, Vitamina B12 12 mg, Vitamina B2 6.000 mg, Vitamina B6 3.000 mg, Vitamina D3 2.500 KUI, Vitamina E 20.000UI, Ácido Nicotínico 25.000 mg, Vitamina K3 2500 mg, Biotina 60 mg, Veículo q.s.p. 1000g.

6

Premix Mineral: Ferro 100 mg, Cobre 20 mg, Zinco 100 mg, Manganês 160 mg, Cobalto 2 mg, Cálcio 2 mg, Veículo q.s.p. v 1000g.

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6

As variáveis avaliadas foram os pesos de carcaça em função do peso vivo, e respectivos rendimentos, gordura, peito, filé de peito, coxa, sobrecoxa, asa e pé, calculados em função do peso da carcaça (%).

As análises estatísticas foram obtidas através da análise de variância utilizando o SAS OnlineDoc® Version 9.1.3 SAS (2010). As médias dos tratamentos foram comparadas utilizando o teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.

Resultados e Discussão

A variação da amplitude térmica durante o período experimental ficou em torno de 10°C. As médias de temperaturas máximas observadas durante o experimento encontravam-se acima dos valores normalmente considerados adequados para a produção de frangos de corte, o que pode ter influenciado nos resultados.

O peso vivo final das aves foi influenciado (p<0,05) significativamente pelos tratamentos (tabela 3). O tratamento CN + Actigen® foi o que apresentou o maior peso vivo final seguido pelo tratamento CN + Viligen™. O tratamento CN foi o que apresentou o pior peso vivo final demonstrando a necessidade da utilização de alguma estratégia para o controle de microrganismos potencialmente patogênicos.

Hooge & Connolly (2011) realizaram uma extensa compilação de dados de trabalhos utilizando Actigen® em dietas para frangos de corte, e verificaram que em todos trabalhos onde se comparavam o CN (ração sem promotor de crescimento) com Actigen®, as aves do tratamento Actigen® apresentaram maiores pesos finais, resultado semelhante ao verificado no presente trabalho. Em pesquisa, Lea et al. (2013), avaliando a substituição de antibiótico por diferentes níveis de Actigen™ (200 g/t, 400 g/t, 800 g/t) em dietas para frangos de corte da linhagem Ross, observaram que aves alimentadas com

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400g/t Actigen™ apresentaram peso vivo final semelhante as aves alimentadas com dietas que continham antibiótico.

Com relação ao ganho de peso, as aves que expressaram melhor resultado (p<0,05) foram as que receberam dietas com CN + Actigen® e o CN + Viligen™, e o tratamento que apresentou pior resultado foi o CN (tabela 3).

Resultados semelhantes foram obtidos por Fomentini et al. (2016), avaliando dietas para frangos de corte de 1 a 42 dias de idade com rações sem promotor de crescimento e com a inclusão de promotores de crescimento, MOS e suas combinações, relataram que as aves alimentadas com ração sem antibióticos apresentaram ganho de peso menor comparado com as aves dos demais tratamentos.

Ainda na tabela 3, podemos verificar que os tratamentos não proporcionaram diferença significativa (p>0,05) para os resultados de consumo de ração. Diferente do observado no atual trabalho, Ramos et al. (2014) avaliando o consumo de ração em frangos de corte da linhagem Ross alimentados com rações contendo antibiótico, prebiótico (MOS) e outros aditivos, observaram que o fornecimento de dietas que continham prebiótico (MOS) conduziu a diferenças significativas no consumo de ração quando comparado ao tratamento sem a adição de antibióticos, contudo, a utilização do MOS na dieta das aves apresentou resultado similar a utilização do tratamento com antibiótico.

As aves alimentadas com dietas CN + Viligen™ e CN + Actigen® apresentaram melhores resultados (p<0,05) para conversão alimentar, e as aves que foram alimentadas com o controle negativo apresentaram o pior resultado de conversão alimentar (tabela 3). Realizando pesquisa para avaliar o desempenho de frangos de corte alimentados com dietas controle negativo, controle positivo (virginiamicina 50%, 40g tonelada-1 de alimento) e duas dietas nas quais foram adicionadas ao controle negativo duas fontes distintas de MOS, denominadas de MOS 1 e MOS 2 Barbosa et al. (2011) observaram

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8

que as aves alimentadas com a dieta que continha MOS 1, apresentaram o melhor resultado de conversão alimentar em relação a todos os outros tratamentos.

Tabela 3. Desempenho de frangos de corte de 22 a 42 dias de idade alimentados com rações contento

ou não prebióticos (Actigen® e Viligen™).

Tratamentos Item CP CN CN + Viligen™ CN + Viligen™ + Actigen® CN + Actigen® CV, % P - Valor PI, g 988,5 934,7 942,6 941,4 938,7 --- --- PF, g/ave 2663,6AB 2581,7B 2713,1A 2682,5AB 2715,7A 2,71 0,015 GP, g/ave 1673,4AB 1642,8B 1768,9A 1741,1AB 1773,0A 4,21 0,015 CR, g/ave 3212,5 3192,9 3252,7 3245,1 3258,0 3,06 0,325 CA, g/g 1,920AB 1,944B 1,839A 1,866AB 1,840A 3,56 0,039 A,B

Letras distintas na mesma linha diferem entre si pelo teste de Tukey ao nível de 5 % de probabilidade. CP: controle positivo (ração medicada); CN: controle negativo (ração não medicada); CN + Viligen™ (1,0 kg/ton); CN + Viligen™ (1,0 kg/ton) + Actigen® (0,4 kg/ton); CN + Actigen® (0,4 kg/ton).

Viligen™ produto composto por butirato de sódio, levedura hidrolisada desidratada e proteinado de zinco. Actigen® frações ativas de manano derivadas da parede celular Saccharomyces cerevisiae.

PI: peso inicial; PF: peso final; GP: ganho de peso; CR: consumo de ração; CA: conversão alimentar.

Na tabela 4 encontram-se os resultados de rendimento de carcaça e partes avaliados. Nenhum dos tratamentos avaliados foi eficiente em proporcionar diferenças significativas nos pesos de carcaças e partes (gordura, peito, peito filé, coxa, sobrecoxa, asa e pé) entretanto, é possível visualizarmos que o peso das carcaças das aves alimentadas com a dieta CN foi cerca de 250g mais leve que as carcaças dos outros tratamentos.

Santos et al. (2005) realizando um experimento para avaliar o rendimento de carcaça e partes de frangos de corte alimentados com rações contendo antibiótico, mananoligossacarídeo e outros aditivos, observaram que as aves alimentadas com a dieta contendo MOS e antibiótico, apresentaram maior rendimento de peito em comparação as aves dos demais tratamentos, entretanto no atual trabalho nenhuma das características de rendimento de partes foram influenciadas pelos tratamentos.

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Tabela 4. Rendimento de carcaça e partes de frangos de corte aos 42 dias de idade alimentados com

rações contendo ou não prebióticos (Actigen® e Viligen™). Tratamentos Item T1 – CP T2 – CN T3 – CN + Viligen™ T3 – CN + Viligen™ + Actigen® T5 – CN + Actigen® CV, % P - Valor Peso de Carcaça, g 2127,2 1881,6 2125,1 2113,2 2140,1 9,59 0,07 Carcaça, % 75,3 71,7 79,3 76,6 82,3 12,85 0,31 Gordura, % 1,31 1,59 0,33 0,73 1,41 89,51 0,07 Peito, % 34,3 41,1 34,6 36,5 36,3 13,38 0,07 Peito filé, % 28,8 32,8 29,1 28,3 29,6 13,58 0,19 Coxa, % 12,2 17,5 11,9 12,1 13,1 34,19 0,11 Sobrecoxa, % 15,1 17,5 15,0 16,1 14,6 20,98 0,44 Asa, % 9,24 10,3 8,85 8,50 8,87 18,28 0,09 Pé, % 4,33 4,98 4,53 3,76 4,43 32,10 0,56 A,B

Letras distintas na mesma linha diferem entre si pelo teste de Tukey ao nível de 5 % de probabilidade. CP: controle positivo (ração com promotor de crescimento); CN: controle negativo (ração sem promotor de crescimento); CN + Viligen™ (1,0 kg/ton); CN + Viligen™ (1,0 kg/ton) + Actigen® (0,4 kg/ton); CN + Actigen® (0,4 kg/ton).

Viligen™ produto composto por butirato de sódio, levedura hidrolisada desidratada e proteinado de zinco. Actigen® frações ativas de manano derivadas da parede celular Saccharomyces cerevisiae.

A utilização dos produtos Actigen® e Viligen™ em dietas para frangos de corte de 22 a 42 dias de idade, são capazes de substituir o antibiótico, nas variáveis de desempenho e rendimento de carcaça e partes mantendo os níveis de produção.

Referências

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Instruções aos autores Escopo e Política

A publicação da Revista Brasileira de Ciência Avícola é coordenada pela comissão editorial da FACTA (Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas). Todas as conclusões e resultados publicados são de responsabilidade integral do(s) autor(es).

A Revista Brasileira de Ciência Avícola é publicada trimestralmente e aceita apenas trabalhos originais de pesquisa que sejam relevantes á área de ciência avícola. As áreas consideradas para publicação são: Bioquímica e Biologia Celular; Construção, Ambiente e Bem-estar; Aves Silvestres; Produção e Manejo; Imunologia, Doenças Avícolas e Controle; Aves de Postura e Produção de Codornas; Nutrição; Fisiologia, Genética, Reprodução e Incubação; Tecnologia, Processamento e Segurança Alimentar.

O objetivo principal da Revista é o de publicar artigos científicos e técnicos completos, assim como revisões de literatura na área de ciência avícola, escritos por

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pesquisadores e especialistas da área. Os autores que gostariam de publicar uma revisão de literatura, um editorial ou uma revisão técnica devem entrar em contato com o editor da Revista.

Todos os manuscritos devem ser enviados em inglês e serão avaliados de modo confidencial e imparcial.

O envio de um manuscrito à Revista Brasileira de Ciência Avícola significa que: 1. O artigo nunca foi publicado.

2. O artigo não está sendo enviado para publicação em outro lugar.

3. Todos os autores aprovaram o envio do artigo a Revista Brasileira de Ciência Avícola.

4. Todos os autores obtiveram permissão para publicar por parte dos empregadores ou instituições às quais são filiados.

5. As permissões necessárias, incluindo a aprovação ética, foram obtidas. Serão desconsiderados os trabalhos que descrevam experimentos que demonstram uma falta de preocupação com os padrões éticos e de bem estar animal.

O manuscrito deve ser enviado pelo sistema ScholarOne:

https://mc04.manuscriptcentral.com/rbca-scielo, as outras correspondências devem ser enviadas preferencialmente por email ou por correio para:

Brazilian Journal of Poultry Science

FACTA – Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas

Avenida Andrade Neves, 2501 13070-001 – Campinas, SP, Brasil

Tel. 55 (19) 3243-6555 Fax. 55 (19) 3243-8542 E-mail: [email protected]

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O processo de revisão dos manuscritos adotado pelo periódico é blind peer review.

Preparação do Manuscrito Normas editoriais

Artigos científicos

O manuscrito deve conter os resultados de pesquisas originais que contribuem de modo relevante para o avanço da ciência avícola. Se alguma parte dos resultados já tiver sido publicada anteriormente como um resumo ou pequeno trabalho em algum evento científico, esta informação precisa constar no trabalho. Manuscritos que tragam novos conceitos, metodologias ou abordagens experimentais inovadoras terão prioridade.

O manuscrito deve ter as seguintes sessões: Título

Autor(es)

Endereço para correspondência Resumo Palavras-chave Introdução Materiais e métodos Resultados Discussão Referencias

Agradecimentos que devem ser incluídos após a Discussão

As sessões Resultados e Discussão posem ser apresentadas em conjunto. O resumo deve ter no máximo 250 (duzentas e cinquenta) palavras. As palavras-chave devem vir imediatamente após o resumo, em ordem alfabética, devem ser no máximo 5 (cinco) e devem ser palavras ou expressões que identifiquem o conteúdo do artigo.

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14 Notas técnicas e Estudos de caso

Notas técnicas e estudos de caso devem ter a mesma estrutura de artigos científicos, incluindo as sessões (Introdução, Resumo, Material e métodos, Resultados, Discussão, Agradecimentos e Referências). Estas devem ser apresentadas em um texto com no máximo 1000 (mil) palavras, sem contar o Resumo e Referencias, e não devem conter mais de três figuras e/ou tabelas.

Artigos técnicos

Artigos técnicos devem apresentar o desenvolvimento de novas metodologias e/ou técnicas que possam ser utilizadas de modo a contribuir para a área de ciência avícola. Estes artigos devem ter todas as sessões dos artigos científicos.

Editoriais e Revisões de convidados

Editoriais e Revisões de convidados serão publicadas somente através de convite. As revisões devem seguir as normas editoriais dos artigos científicos, porém sem as sessões Materiais e Métodos, Resultados e Discussão.

Layout do Manuscrito

1. Formato: cada manuscrito original deve ser devidamente identificado pelo título e nome(s) do(s) autor(es). A fonte utilizada deve ser Arial (tamanhos de fonte: 16pt para o título, 14pt para os subtítulos no corpo do texto e 12pt para o corpo do texto), em espaçamento duplo e em papel A4 (21,0 x 29,7cm) com margens de 1,5 cm. As linhas e páginas devem ser numeradas consecutivamente. O manuscrito deve ser salvo em .doc (Microsoft Word ou editor de texto compatível). Somente nomenclaturas oficiais e reconhecidas serão aceitas. Abreviações não devem ser utilizadas no título.

2. folha de rosto: todos os manuscritos devem ter uma folha de rosto com o título, o(s) nome(s) completo(s) do(s) autor(es) e a instituição de origem. Uma nota de

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rodapé com o endereço para correspondência completo e o email do autor a quem principal deve ser incluída nesta página.

3. Tabelas: as tabelas devem ser numeradas consecutivamente em números indo-arábicos e devem ter um título descritivo. Todas as explicações devem ser dadas em uma legenda imediatamente abaixo da figura. Todas as abreviações que apareçam na tabela devem ser explicadas nesta legenda, mesmo que sejam também explicadas no corpo do texto. As tabelas devem poder ser compreendidas sem qualquer referência ao corpo do texto.

4. Ilustrações (fotografias, gráficos e desenhos): as ilustrações devem ser numeradas consecutivamente em números indo-arábicos e devem ser enviadas no mesmo documento (arquivo) mas em páginas separadas, que devem também trazer o nome do artigo, o(s) nome(s) do(s) autor(es) e a indicação do local no corpo do texto onde a ilustração deve aparecer. Fotografias, figuras e material escaneado devem ser enviados em alta resolução (no mínimo 600 dpi) e no formato .tif ou .jpg. As figuras serão publicadas em preto e branco. Um acordo em relação aos custos da impressão colorida deve ser firmado caso o autor deseje publicar as ilustrações coloridas.

5. Unidades: o Sistema Internacional de Unidades (SI) deve ser usado para medidas e abreviações.

6. Referências: as referências devem aparecer em ordem alfabética de acordo com o sobrenome do autor. A lista completa de referências deve ser mencionada. Todos os autores de cada artigo devem ser citados.

Exemplos:

Bakst MR, Gupta K, Akuffo V. Comparative development of the turkey and chicken embryo from cleavage through hypoblast formation. Poultry Science 1997; 76(1):83-90.

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Bouzoubaa K, Nagaraja KV. Epidemiological studies on the incidence of salmonellosis in chicken breeder/hatchery operations in Marocco. In: Snoeyenbos GH, editor. Proceedings of the International Symposium on Salmonella;1984; Kenneth Square,PA: American Association Avian Pathologists; 1985. p.337.

Briceno WNO, Guimarães FCR, Cruz FGG. Efeitos da densidade populacional de frangos de corte em época quente no município de Manaus. In: 10o Congresso Brasileiro de Avicultura; 1987; Natal, Rio Grande do Norte. Brasil. p. 131-2.

Gabriel JE. Efeitos do nível energético da ração e do estresse térmico na expressão da proteína de choque térmico Hsp70 e nos níveis do seu mRNA no fígado de frangos de corte em diferentes estágios de desenvolvimento. [Dissertation]. Jaboticabal (SP): Universidade Estadual Paulista; 1996.

Ginsburg M. Primordial germ cell development in avians. Poultry Science 1997; 76(1):91-5.

Simon VA, Oliveira C. Vacinação em avicultura através da água de bebida. In: Macari M, editor. Água na avicultura industrial. Jaboticabal: Funep-Unesp; 1996. p. 73-85.

Summers JD, Leeson S. Commercial poultry nutrition. 2 ed. New York; N.Y / State Manual Book & Periodical Services; 1997.

7. Citações no corpo do texto: o sobrenome do autor deve ser seguido pelo ano em parênteses. No caso de dois autores, os dois sobrenomes devem aparecer. No caso de mais de dois autores, a citação deve ser feita usando-se o sobrenome do primeiro autor seguido pela expressão et al.(em itálico).

Exemplos: Simon (1996) Silva & Silva (1988) Briceno et al. (1987)

8. Nomes científicos de microrganismos: seguir as recomendações do Berg´s Manual

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9. Taxas: a taxa para publicação é de US $ 400,00 (quatrocentos dólares) por artigo aprovado.

10. Versão editorada: Uma versão editorada e diagramada será enviada ao autor cujos dados para correspondência aparecem na página de rosto do manuscrito. Eventuais correções feitas pelo autor nesta versão devem ser retornadas em até três dias, preferencialmente via fax. O editor se reserva o direito de enviar o manuscrito para a impressão sem o envio da versão editorada ao autor. O editor não deve ser considerado responsável por eventuais erros que apareçam no artigo publicado.

11. Direitos autorais: a transferência dos direitos autorais do artigo à FACTA é uma das condições para publicação na Revista Brasileira de Ciência Avícola. Os autores podem usar o artigo após a publicação sem autorização prévia da FACTA contanto que os devidos créditos sejam dados à Revista como o local original de publicação. Os autores são responsáveis pela obtenção de permissões para reproduzir no artigo materiais de outras fontes que sejam protegidos por direitos autorais.

Referências

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