SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA, DEFESA E CIDADANIA. GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
PREVENÇÃO DO SUICÍDIO:
VOCÊ PODE AJUDAR
90%
TOME UMA ATITUDE
DOS SUICÍDIOS
PODEM SER PREVENIDOS
SUICÍDIO É UMA DAS PRINCIPAIS
CAUSAS DE MORTE E É EVITÁVEL.
25
BRASILEIROS
MORREM POR DIA VÍTIMAS DE SUICÍDIO
1
SUICÍDIO
A CADA 40 SEGUNDOS
NO MUNDO
EM UMA SALA COM 30 PESSOAS
5 DELAS JÁ PENSARAM EM SUICÍDIO
“A prevenção do suicídio começa com
heróis co dianos como você
”
(American Founda on for Suicide Preven on)
Muitos mo vos podem levar alguém
ao suicídio. Frequentemente, a
pessoa tem necessidade de aliviar
pressões externas como cobranças
sociais, culpa, remorso, depressão,
angus a, ansiedade, medo, fracasso,
humilhação etc.
EM RONDÔNIA, ENTRE OS ANOS DE 2004 E 2018
13 POLICIAIS MILITARES COMETERAM SUICÍDIO!!!
FATORES DE RISCO: COMO IDENTIFICAR
O PACIENTE SUICIDA?
EU PREFERIA ESTAR MORTO EU NÃO POSSO FAZER NADA EU NÃO AGUENTO MAIS
EU SOU UM PERDEDOR E UM PESO PROS OUTROS OS OUTROS VÃO SER MAIS FELIZES SEM MIM
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ATENÇÃO: os sinais de alerta não devem ser
considerados isoladamente.
• Tenta va prévia de suicídio: pessoas que já tentaram suicídio têm de cinco a seis vezes mais chances de tentar suicídio de novo.
• Doença Mental: quase todos os suicidas nham uma doença mental, muitas vezes não diagnos cada, frequentemente não tratada ou não tratada de forma adequada. • Aspectos psicológicos: sen mentos de desesperança, desamparo, desespero e impulsividade são fortemente associados ao suicídio; perdas recentes.
• Idade: entre 15 a 30 anos e acima de 65 anos. • Gênero: os óbitos por suicídio são em torno de três vezes maiores entre os homens do que entre mulheres. Inversamente, as tenta vas de suicídio são, em média, três vezes mais frequentes entre as mulheres.
• Sem filhos.
• Solteiros, separados e viúvos. • Isolamento social. • Moradores de área urbana. • Populações especiais: indígenas, adolescentes e moradores de rua.
• C o n d i ç ã o d e s a ú d e l i m i t a n t e s (Doenças Orgânicas Incapacitantes; Dor Crônica, Doenças Neurológicas / E p i l e p s i a , P a r k i n s o n , H u n g n t o n , Trauma Medular; Tumores Malignos e AIDS.
• Eventos adversos na infância e na adolescência: maus tratos, abuso sico e sexual, pais divorciados, transtorno psiquiátrico familiar, entre outros fatores, podem aumentar o risco de suicídio.
• História familiar e gené ca: o risco de suicídio aumenta entre aqueles com história familiar de suicídio ou de tenta va de suicídio.
tem algo que eu possa fazer
para ajudar?
como não se comunicar
* Interromper com frequência; * ficar chocado ou muito emocionado; * Dizer que você está ocupado; * Fazer o problema parecer trivial; * tratar a pessoa de uma maneira que possa colocá-la numa posição de inferioridade; * Dizer simplesmente que tudo vai ficar bem; * fazer perguntas indiscretas;
* emitir julgamentos (certo x errado), tentar doutrinar;
* manter a situação em sigilo. *Encontre um momento apropriado
e lugar calmo para falar sobre, cer fique-se de reservar um tempo necessário para ouvir.
*Estar presente e apoiar: pergunte diretamente a ela sobre o suicídio: “você está vivenciando sen mentos suicidas?”. E se “tem algo que possa fazer para ajudar?”
*Estar preparado para ouvir sem julgamentos.
*Remover temporariamente meios letais.
*Incen ve a pessoa a procurar ajuda de profissionais de serviços de saúde, de s a ú d e m e n t a l . O fe re ç a - s e p a ra acompanhá-la a um atendimento.
*Acionar o suporte familiar, de preferência, indicado pela própria pessoa.
*Se superior hierárquico encaminhá-la para o médico ou profissional de saúde mental.
*Se a pessoa está em perigo imediato, possui um plano suicida (planejou como acabar com a própria vida) e afirma que está certa de que irá fazê-lo, não deixe a pessoa sozinha. Busque por ajuda imediatamente, procure profissionais de serviços de saúde, de emergência e entre em contato com alguém de confiança, indicado pela própria pessoa. Esteja certo de que a pessoa está em um ambiente seguro e sob suporte profissional.
*Fique em contato para acompanhar como a pessoa está passando e o que está fazendo.
SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA, DEFESA E CIDADANIA. GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
organização
CAP PM PSIC TATAGIBA
CAP PM PSIC BENFICA
Serviços de saúde externos
• C A P S e U n i d a d e s B á s i c a s d e S a ú d e (Saúde da família, Postos e Centros de Saúde). • Emergência
(SAMU 192, UPA, Pronto Socorro e Hospitais). • Centro de Valorização da Vida – CVV 1 8 8 ( l i g a ç ã o G r at u i ta ) o u www.cvv.org.br para chat, Skype.
Serviços de saúde Internos
“Segurança Pública”
• Formações Sanitárias.
• SEASSO – Serviço de Assistência social da Policia Militar de Rondônia.
• Projeto Voluntariar.
ONDE PROCURAR AJUDA:
todos pela vida !!!
referências
Associação Brasileira de Psiquiatria. Comissão de Estudos e Prevenção do Suicídio (2014). Suicídio: informando para p r e v e n i r . B r a s í l i a : C B M / A B P. D i s p o n í v e l e m : h p://www.flip3d.com.br/web/pub/cfm/index9/?numero=1 4. Acesso em 18 de agosto de 2018.
Policia Militar de Santa Catarina. Diretoria de Saúde e Proteção Social (2015). Manual de Prevenção do Suicídio. Manual dirigido a Policiais Militares. Santa Catarina: PMSC. Disponível em: h p://www.pm.sc.gov.br/fmanager/pmsc/upload/930385/AR T_930385_2015_09_10_075722_manual_de_.pdf . Acesso em: 18 de agosto de 2018.
Brasil. (2017). Ministério da Saúde. Suicídio: saber agir e prevenir;
Bole m epidemiológico das tenta vas e óbitospor suicídio no Brasil. Secretaria de Vigilância em Saúde. Disponível em:
h p://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2017/setembr o/21/2017-025-Perfil-epidemiologico-das-tenta vas-e-obitos-por-suicidio-no-Brasil-e-a-rede-de-atencao-a-saude.pdf. Acesso em 18 de Agosto de 2018.
Centro de Valorização da Vida (CVV). Falando abertamente sobre s u i c í d i o ( C a r l h a ) . D i s p o n í v e l e m : h p://www.cvv.org.br/downloads/falando_abertamente_sobr e_suicidio.pdf. Acesso em: 18 de Agosto de 2018.
MIRANDA, D. ; GUIMARÃES, T. . Por que policiais se matam? Diagnós co e prevenção do comportamento suicida na polícia militar do Estado do Rio de Janeiro. 1. ed. Rio de Janeiro: Mórula Editorial, 2016. v. 1. 148p.