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CONTRATAÇÃO SEMI INTEGRADA E ELABORAÇÃO DE MATRIZ DE RISCO DA LEI DAS ESTATAIS - OBRAS PÚBLICAS

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CONTRATAÇÃO SEMI INTEGRADA E

ELABORAÇÃO

DE MATRIZ DE RISCO DA LEI DAS ESTATAIS

TREINAMENTO

Boas práticas e recomendações para a utilização da Lei das Estatais O uso das contratações semi-integrada e integrada

Sugestões para a redação de cláusulas editalícias e contratuais

Como confeccionar a matriz de riscos e o documento técnico com as obrigações de resultado e de meio?

DESTAQUES DO TREINAMENTO

PROF. ANDRE BAETA

24 E 25 DE JUNHO BRASÍLIA/DF

NOVO

CONTRATAÇÃO SEMI INTEGRADA E

ELABORAÇÃO DE MATRIZ DE

RISCO DA LEI DAS ESTATAIS -

OBRAS PÚBLICAS

O TREINAMENTO

A Lei das Estatais, Lei 13.303/2016, estabeleceu novas regras para licitações conduzidas pelas empresas públicas e sociedades de economia mista. As normas são obrigatórias desde julho/2018 para todas as estatais das três esferas da federação, inclusive as suas sociedades de propósito específico.

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CONTRATAÇÃO SEMI INTEGRADA E

ELABORAÇÃO

DE MATRIZ DE RISCO DA LEI DAS ESTATAIS

Além da contratação semi-integrada, o recém instituído regime licitatório das empresas estatais trouxe uma série de inovações em relação à Lei 8.666/93, tais como novos critérios de julgamento, remunera-ção variável vinculada ao desempenho do contratado e a contrataremunera-ção integrada, regime de execuremunera-ção contratual que já era utilizado no RDC e que compreende a elaboração e o desenvolvimento dos pro-jetos básico e executivo, a execução de obras e serviços de engenharia, bem como todas as demais operações necessárias para a entrega final do objeto.

As contratações integradas e semi-integradas são modalidade de contratação em que a realização de aditamentos contratuais tem regras mais rígidas, pois os riscos decorrentes de fatos supervenientes à contratação associados à escolha da solução de projeto básico pela contratante deverão ser alocados ao contratado na matriz de riscos, instrumento que define os riscos e responsabilidades entre as partes e sintetiza o equilíbrio econômico-financeiro inicial do contrato, em termos de ônus financeiro decor-rente de eventos supervenientes à contratação.

Nesses dois regimes de execução contratual, o projeto básico poderá ser alterado, desde que demons-trada a superioridade das inovações em termos de redução de custos, de aumento da qualidade, de redução do prazo de execução e de facilidade de manutenção ou operação. Assim, há intenção do legis-lador de permitir um maior grau de flexibilidade à licitação, possibilitando absorver técnicas inovadoras e remetendo determinados riscos ao construtor. Portanto, o particular terá maior responsabilidade na execução do objeto, assumindo os riscos de atividades que podem ser mais bem desempenhadas pela iniciativa privada.

Todas as peculiaridades das contratações semi-integradas e integradas criam um novo paradigma de atuação para os integrantes das equipes de planejamento e licitação das estatais, exigindo obrigatoria-mente a elaboração de uma matriz de riscos e de um documento técnico disciplinando que parcelas do empreendimento em que haverá liberdade ou não para as contratadas adotarem soluções e metodo-logias diferenciadas de execução.

A matriz de riscos, obrigatória nas contratações integradas e semi-integradas, dever conter, no mínimo, as seguintes informações:

a) listagem de possíveis eventos supervenientes à assinatura do contrato, impactantes no equilíbrio econômico-financeiro da avença, e previsão de eventual necessidade de prolação de termo aditivo quando de sua ocorrência;

b) estabelecimento preciso das frações do objeto em que haverá liberdade das contratadas para inovar em soluções metodológicas ou tecnológicas, em obrigações de resultado, em termos de modificação das soluções previamente delineadas no anteprojeto ou no projeto básico da licitação;

c) estabelecimento preciso das frações do objeto em que não haverá liberdade das contratadas para inovar em soluções metodológicas ou tecnológicas, em obrigações de meio, devendo haver obrigação de identidade entre a execução e a solução pré-definida no anteprojeto ou no projeto básico da licita-ção.

Assim, o § 8º do art. 81 da Lei nº 13.303/2016 veda terminantemente a celebração de aditivos decorren-tes de eventos superveniendecorren-tes alocados, na matriz de riscos, como de responsabilidade da contratada. Ante o exposto, o presente curso detalhará a aplicação da Lei das Estatais às licitações e contratos de obras e serviços de engenharia abrangendo desde o planejamento da contratação e sua licitação até

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DE MATRIZ DE RISCO DA LEI DAS ESTATAIS

a sua execução e recebimento. A abordagem do curso será essencialmente prática e voltada para a implementação da nova legislação no âmbito da empresa estatal.

Em particular, o encontro abordará a elaboração dos seguintes documentos:

a) Matriz de Riscos padrão para obras e serviços de engenharia contendo os possíveis eventos super-venientes à assinatura do contrato, medidas mitigadoras e a alocação de responsabilidades entre as partes

b) Documento Técnico contendo obrigações de meio e de fim com definição precisa das frações do empreendimento em que haverá liberdade de as contratadas inovarem em soluções metodológicas ou tecnológicas, seja em termos de modificação das soluções previamente delineadas no anteprojeto ou no projeto básico da licitação, seja em termos de detalhamento dos sistemas e procedimentos constru-tivos previstos nessas peças técnicas.

PÚBLICO ALVO:

- Empresas públicas e sociedades de economia mista da União e suas subsidiárias e con-troladas, por exemplo:

Petrobrás, Banco do Brasil, Telebrás, Caixa Econômica Federal, Furnas, Chesf, Eletrobrás, Eletrosul, Eletronuclear, Nuclep, Itaipú Binacional, Eletronorte, Basa, Banco do Nordeste, Trensurb, BNDES, Ceagesp, Conab, Infraero, Valec, Hemobrás, Embrapa, Correios, EBC, Serpro, Dataprev, Engea, Codevasf, EPL, CPRM, INBEL, INB, CBTU, CEITEC, Casa da Moe-da, Instituto de Resseguros do Brasil, Cias Docas de Diversos Estados (CODESA, CODEBA, CODERN, CODESP, Cia Docas do Pará).

- Empresas públicas e sociedades de economia mista dos Estados e suas subsidiárias e controladas, nível estadual: Sabesp, Metro-SP, CESP, Eletropaulo, Dersa, Cemig, Caesb, Ceb, BRB, Metro-DF, Novacap, Terracap, Copasa, Saneago, Emater, Embasa, Cagece, Gas-mig, Cagece, Caern, etc.

- Empresas públicas e sociedades de economia mista dos Municípios e suas subsidiárias e controladas:

O curso é destinado aos funcionários de empresas estatais que atuam no planejamen-to, licitação e contratação de obras e serviços de engenharia com a Lei 13.303/2016, em particular:

- Gestores e fiscais de contratos; - Membros de comissões de licitação; - Pareceristas jurídicos;

- Pregoeiros;

- Comissões de apoio ao pregoeiro; - Gerentes de contratos; e

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ELABORAÇÃO

DE MATRIZ DE RISCO DA LEI DAS ESTATAIS

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

• Disposições gerais da Lei das Estatais

• Elaboração do orçamento de referência de obras e serviços de engenharia. Uso do Sinapi e de ou-tros sistemas referenciais de custos.

• Introdução aos regimes de execução contratual na Lei das Estatais.

• As contratações integradas e semi-integradas comparadas com os demais regimes de execução contratual (preço global, tarefa, empreitada integral e preço unitário).

• Documento técnico contendo as obrigações de fim e de meio na Lei das Estatais.

• Definições de projeto básico e projeto executivo. Como é o procedimento de aprovação do projeto básico e/ou do projeto executivo na nova legislação? No que ele difere em relação ao procedimento da Lei 8666/93?

• O que é um anteprojeto de engenharia e qual é o seu nível de definição para as principais tipologias de obras?

• Possibilidade de aceitação de projetos com metodologia diferenciada de execução na contratação integrada ou semi-integrada.

• Objetos que podem ser licitados pelas contratações integrada e semi-integrada. • Visão geral do processo de gerenciamento de riscos.

CARGA HORÁRIA

16 horas/aula ministrados em dois dias corridos.

METODOLOGIA PROPOSTA

O curso proposto será em formato de oficina haverá exposição do facilitador, realizando contextualiza-ção do tema e apresentado conceitos relacionados ao gerenciamento de riscos e os dispositivos da Lei das Estatais aplicáveis à contratação de obras.

Haverá apresentação de exemplos práticos de construção e consolidação de matriz de risco e docu-mento técnico, de forma que, ao final do treinadocu-mento, os participantes disponham de um modelo de matriz de risco, bem como estejam aptos para adaptar o documento para as particularidades de cada licitação.

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DE MATRIZ DE RISCO DA LEI DAS ESTATAIS

• Como alocar e detalhar a repartição de riscos com o uso de matriz de riscos?

• É possível alterar a alocação de riscos inicialmente contratada por meio de termo de aditamento contratual?

• Quais as etapas envolvidas para elaboração de uma matriz de riscos? • Modelos de matriz de riscos

• A mitigação de riscos: seguros de risco de engenharia; performance bonds; instrumentos de hedge; seguros de responsabilidade civil; reequilíbrio econômico-financeiro.

• Métodos de avaliação qualitativa e quantitativa dos riscos. • Conceitos sobre riscos, precisão do orçamento e contingências.

• Critérios de julgamento na Lei das Estatais. Em que circunstâncias pode-se adotar o critério de me-nor preço ou de melhor combinação de técnica e preço? Quais fatores devem ser objeto de avalia-ção para fins de atribuiavalia-ção de nota da proposta técnica?

• Uso de cláusulas de remuneração variável e sua inter-relação com a alocação de riscos.

• A alocação de riscos e o aditamento contratual na Lei das Estatais (necessidade de mútuo acordo entre as partes em qualquer caso, prorrogações de prazo, reequilíbrio econômico-financeiro, alte-rações de projeto e/ou especificações, altealte-rações quantitativas, limites legais, impossibilidade de compensação entre acréscimos e supressões de serviços).

• Hipóteses, implicações, vantagens e desvantagens para utilização de orçamentos sigilosos ou públi-cos na Lei das Estatais.

• Os métodos de orçamentação de obras na contratação integrada.

• Metodologias expeditas ou paramétricas de estimativa de custo: Como usá-las? Qual é a precisão obtida?

• O uso de sistemas referenciais de custos na contratação integrada.

• A Definição do BDI na contratação integrada. O Acórdão TCU 2622/2013, que estabelece parâme-tros de BDI, é válido para as contratações integradas?

• O uso e o cálculo do adicional de risco. Métodos de avaliação qualitativa e quantitativa dos riscos. • Conceitos sobre riscos, precisão do orçamento e contingências.

PALESTRANTE

André Pachioni Baeta

André Pachioni Baeta é engenheiro graduado pela Universidade de Brasília. Desde 2004, exerce o car-go de Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União. Atualmente, exerce a fun-ção de Assessor em Gabinete de Ministro do TCU.

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ELABORAÇÃO

DE MATRIZ DE RISCO DA LEI DAS ESTATAIS

É autor dos seguintes livros:

“Orçamento e Controle de Preços de Obras Públicas”, da Editora Pini;

“Regime Diferenciado de Contratações Públicas – Aplicado às Licitações e Contratos de Obras Públicas”, publicado pela Editora Pini.

Também é coautor dos livros:

“Terceirização, Legislação, Doutrina e Jurisprudência”, publicado pela Editora Fórum; “Lei Anticorrupção e Temas de Compliance”, editado pela Editora Juspodivm;

“Pareceres de Engenharia”, do Clube dos Autores;

“Novo Regime Jurídico das Licitações e Contratos das Empresas Estatais”, da Editora Fórum.

Foi eleito presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas - Ibraop para os biênios 2013/2014 e 2015/2016.

LOCAL E DATA

24 E 25 DE JUNHO BRASÍLIA/DF

Início 8h30min às 12h00min e das 13h00 às 17h30; Intervalo de 01h00 para almoço;

Coffee Break às 10h00 e às 16h00.

MATERIAL INCLUSO

Material de Apoio - Con Treinamentos;

(pasta executiva, caneta, lapiseira, marca texto e bloco) Apostila e Material Completo dos Palestrantes;

Certificado de capacitação e aperfeiçoamento profissional; 04 (quatro) coffee breaks e 02 (dois) almoços.

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ELABORAÇÃO

DE MATRIZ DE RISCO DA LEI DAS ESTATAIS

CARGA HORÁRIA

16 HORAS

MATERIAL

DIDÁTICO

COMPLETO

04

COFFEE BREAKS

02

ALMOÇOS

INVESTIMENTO

- A CON treinamentos oferece propostas personalizadas para capacitação de grupos e equipes. - Entre em contato com nossas consultoras.

R$

3.190,00

(três mil, cento e noventa reais)

A cada

4 inscrições nesse treinamento, efetuadas pelo mesmo órgão

e vinculadas a mesma fonte pagadora, a Con Treinamentos concederá

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