1
Escola de Engenharia Industrial Metalúrgica de Volta Redonda – EEIMVR
Escola de Engenharia Industrial Metalúrgica de Volta Redonda – EEIMVR
Departamento de Engenharia Metalúrgica e Materiais – VMT
Departamento de Engenharia Metalúrgica e Materiais – VMT
Sala C66 – Corredor 7 – 3º andar (Predio Edil Patury Monteiro)
[email protected]
[email protected]
1º Semestre / 2013
3ª e 4ª feira – 10:00 às 12:00 – Sala N4C – Turma V2
Monitor –
Mauricio Oliveira Filho
(Engenheirando em Eng. Mecânica)
E-mail:
[email protected]
Dias / Horário monitoria e sala:
2ª feira: 10:00 às 12:00 – sala N6A
3ª feira: 20:00 às 22:00 – sala N4B
2
3º Período
3º Período
Cursos de Engenharia Metalúrgica, Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção
Cursos de Engenharia Metalúrgica, Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção
Disciplina de Materiais
Disciplina de Materiais
•Bibliografia Básica
•Introdução
•Requisitos dos Materiais em Geral
•Revisão sobre Estrutura Atômica
•Estrutura Cristalina
•Mecanismos de Deformação Plástica e de Aumento da Resistência
•Materiais Metálicos
•Materiais Poliméricos
•Materiais Cerâmicos
•Materiais Compósitos
•Materiais Especiais (Semicondutores, Dielétricos, Supercondutores, Biomateriais)
e Materiais Inteligentes
3
Requisitos dos Materiais em Geral: Relação entre a estrutura, propriedades e processamento.
Propriedades mecânicas: conceito de tensão, deformação; curva
σ
x
ε
. Propriedades térmicas,
elétricas, magnéticas e ópticas. Exercícios
5
23, 24 e 30/abr
Revisão sobre a estrutura atômica: A tabela periódica. A camada eletrônica. Atrações
interatômicas. Forças de ligação. Ligação iônica, covalente, metálica. Moléculas. Forças de
ligação secundárias. Tipos de materiais: metais, polímeros, cerâmicos. Exercícios
2
07/mai
Estrutura Cristalina: Ordenação atômica (Teórica): gases, líquidos e sólidos. Sólidos amorfos e
cristalinos. Cristais. Reticulado cristalino. Células unitárias. Sistemas cristalinos. Parâmetros da
rede cristalina. Pontos, direções e planos na célula unitária. Índices de Bravais. A rede
hexagonal compacta. Índices de Miller-Bravais. Defeitos na Estrutura Cristalina e sua
importância nas propriedades: de ponto, em linha, de superfície e volumétrico. Exercícios.
8
08, 14, 15 e
21/mai
1ª Avaliação – 1AV
2
22/mai
Materiais Metálicos: Ligas monofásicas. Propriedades. Ligas Polifásicas. Diagrama de equilíbrio
de fases. O diagrama Fe-Fe
3C. Exercícios.
8
28, 29/mai, 04
e 05/jun
Correção da 1AV e Vista de Prova (em sala de aula das 12:00 às 13:00)
1
11/jun
Prática Trabalho Monitoria com acompanhamento do Monitor
1ª Parte (Materiais Metálicos): Entrega e Apresentação em 10jul (10:00-11:00)
2ª Parte (Materiais Compósitos): Entrega e Apresentação em 30jul (10:00-11:00)
No máximo 1,00 pontos extra na nota de 2AV (1ª Parte ) e na nota da 3AV (2ª Parte)
12
26/jun, 02 e
18, 19, 25,
03/jul
Mecanismo de Deformação Plástica: Teoria. Diferença no comportamento dos vários tipos de
materiais quanto à deformação plástica – materiais dúcteis e materiais frágeis. Exercícios.
Noções sobre mecanismo de aumento da resistência: Solução sólida, precipitação, encruamento
e tratamento térmico. Exercícios
1ª Parte Trabalho Monitoria : Entrega e Apresentar Relatório em 10jul (10:00-11:00)
6
11, 12/jun, 09 e
10/jul
Nota Final (NF)
NF = 1AV + 2AV + 3AV
3
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Disciplina de Materiais Disciplina de Materiais
Prática Monitoria
/ Visita
Laboratórios:
-18, 19, 25, 26/jun,
02 e 03/jul
Feriados:
01/maio/2013
4
Materiais Poliméricos: Polímeros lineares. Polímeros tridimensionais. Deformação de polímeros.
Estabilidade dos polímeros. Algumas Aplicações. Prática.
3
17 e 23/jul
Materiais Cerâmicos: Fases cerâmicas. Compostos múltiplos. Comportamento mecânico.
Processamento. Algumas aplicações. Materiais refratários. Prática.
3
23 e 24/jul
Correção da 2AV e Vista de Prova (em sala de aula das 11:00 às 12:00)
1
30/jul
Materiais Conjugados / Compósitos: O conceito de matriz. Tipos de matriz. Tipos de partículas
reforçadoras. Propriedades mecânicas dos conjugados. Aplicações. Prática.
2ª Parte Trabalho Monitoria : Entrega e Apresentar Relatório em 30jul (10:00-11:00)
3
30 e 31/jul
Materiais Especiais: Magnéticos. Semicondutores. Dielétricos. Supercondutores. Metais
Refratários. Biomateriais. Materiais Inteligentes.
1
06/ago
Aula de Exercícios de Revisão
1
06/ago
3ª Avaliação – 3AV
2
07/ago
Vista de Prova da 3AV (sala C66 das 10:00 às 12:00)
1
09/ago
Verificação Reposição – VR (Para os alunos de acordo com os critérios UFF – 08:00 às 10:00)
2
09/ago
Correção e Vista de Prova da VR (sala C66 de aula das 12:00 às 13:00)
1
09/ago
Verificação Suplementar – VS (Matéria toda)
2
13/ago
Correção e Vista de Prova da VS (sala C66 de aula das 10:00 às 12:00)
2
14/ago
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Nota Final (NF)
NF = 1AV + 2AV + 3AV
3
Feriados:
01/maio/2013
Prática Monitoria
/ Visita
Laboratórios:
18, 19, 25, 26/jun, 02
e 03/jul
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Bibliografia Básica
•Introdução
•Requisitos dos Materiais em Geral
•Revisão sobre Estrutura Atômica
•Estrutura Cristalina
•Materiais Metálicos
•Mecanismos de Deformação Plástica e de Aumento da Resistência
•Materiais Poliméricos
•Materiais Cerâmicos
•Materiais Compósitos
•Materiais Especiais (Semicondutores, Dielétricos, Supercondutores, Biomateriais)
e Materiais Inteligentes
6
•W.D. Callister Jr., Materials Science and Engineering an Introduction, 5ª Edição,
John Wiley & Sons, Inc.
<Introdução a Ciência e Engenharia de Materiais>
•D.R. Askeland e P.P. Phulé, Ciência e Engenharia dos Materiais, Cengage
Learning, 2008.
<Essentials of Materials Science and Engineering>
•L.H. Van Vlack, Principios de Ciência dos Materiais, Editora Edgard Blücher
Ltda, 1970.
<Elements of Materials Science>
•S.A. Souza, Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos – Fundamentos
Teóricos e Práticos, 5a Edição, Editora Edgard Blücher.
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Disciplina de Materiais
Bibliografia Básica
Introdução
•Requisitos dos Materiais em Geral
•Revisão sobre Estrutura Atômica
•Estrutura Cristalina
•Materiais Metálicos
•Mecanismos de Deformação Plástica e de Aumento da Resistência
•Materiais Poliméricos
•Materiais Cerâmicos
•Materiais Compósitos
•Materiais Especiais (Semicondutores, Dielétricos, Supercondutores, Biomateriais)
e Materiais Inteligentes
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Disciplina de Materiais
Disciplina de Materiais
Introdução a Materiais em Geral / Conceitos Iniciais.
Classificação Geral.
9
MATERIAIS
NA
ENGENHARIA:
•METÁLICOS
•CERÂMICOS
•POLIMÉRICOS
•COMPÓSITOS
•SEMICONDUTORES
•BIOMATERIAIS
MATERIAIS
NA
ENGENHARIA:
•METÁLICOS
•CERÂMICOS
•POLIMÉRICOS
•COMPÓSITOS
•SEMICONDUTORES
•BIOMATERIAIS
A
pl
ic
aç
õe
s
P
ro
pri
ed
ad
es
Estruturas
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Disciplina de Materiais
Classificação
Geral dos
Materiais
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Disciplina de Materiais
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Classificação
Classificação
Funcional dos
Funcional dos
Materiais
Materiais
Aeroespaciais
Aeroespaciais
Biomédicos
Biomédicos
Estruturais
Estruturais
Materiais
Materiais
Eletrônicos
Eletrônicos
Materiais
Materiais
Inteligentes
Inteligentes
Tecnologias
Tecnologias
Energética e
Energética e
Ambiental
Ambiental
Materiais
Materiais
Ópticos
Ópticos
Materiais
Materiais
Magnéticos
Magnéticos
Classificação
funcional dos
materiais
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Bibliografia Básica
Introdução
Requisitos dos Materiais em Geral
•Revisão sobre Estrutura Atômica
•Estrutura Cristalina
•Materiais Metálicos
•Mecanismos de Deformação Plástica e de Aumento da Resistência
•Materiais Poliméricos
•Materiais Cerâmicos
•Materiais Compósitos
•Materiais Especiais (Semicondutores, Dielétricos, Supercondutores, Biomateriais)
e Materiais Inteligentes
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Disciplina de Materiais
Relação entre a estrutura, propriedades e processamento.
Propriedades mecânicas: conceito de tensão, deformação; curva
σ
x
ε
.
Propriedades térmicas, elétricas, magnéticas e ópticas.
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Microestrutura
Síntese e Processamento
Desempenho/Custo
Tipo de Material
(Composição Química)
Tetraedro de
Ciência e
Engenharia de
Materiais
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Disciplina de Materiais
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Disciplina de Materiais
Disciplina de Materiais
Tensão / Deformação de Engenharia
Corpo de Prova Circular Padrão para Ensaio de Tração
Tração
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Disciplina de Materiais Disciplina de Materiais
T
en
sã
o
Limite de
Escoamento
Superior
Elástica Plástica
Limite de
Escoamento
Inferior
Deformação
Deformação
T
en
sã
o
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3º Período
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Disciplina de Materiais
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Disciplina de Materiais Disciplina de Materiais
T
en
sã
o
Deformação
M – Limite de Resistência a Tração
σ
R– Tensão Limite de Resistência
F – Limite de Ruptura
M-F – Processo de Estricção
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Deformações nas direções paralela ao eixo de aplicação
da tensão (z) e nos eixos ortogonais (x,y). Em materiais
Isotrópicos (que se comportam de maneira similar em
distintas direções as deformações nos eixos x e y são
iguais.
Coefieciente de Poisson (
ν
) é a relação da deformação
Entre um dos eixos ortogonais (x ou y) e eixo paralelo (z)
a aplicação da tensão.
A lei de Hooke só é valida para cálculos no regime elástico
e associada a deformações ao longo do eixo paralelo (z)
ao da aplicação da tensão.
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Exercícios – 30abr2013
Comportamento Mecânicos dos Materiais
Ensaio de Tração
Livro: Introdução a Engenharia e Ciência dos Materiais, W.D. Callister, Jr.
Capítulo 7 – 5ª Edição (disponibilizada em CD e enviada por e-mail)
(exercícios 7.3 a 7.9, 7.14 a 7.30)
Em edições diferentes o Capítulo costuma ser o 6 intitulado de
“Propriedades Mecânicas” e os números dos exercícios indicados acima são
os mesmos indicados após o ponto “.”
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Lei de Ohm
V em volts (J/C), I em amperes (C/s) e R em ohms (V/A)
Resistividade (ohm – m) função diretamente proporcional com a Resistência
(R) e
com a seção transversal do condutor (A), e inversamente proporcional
com o comprimento do condutor (l)
Condutividade elétrica é
inversamente
proporcional a
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Resistividade Elétrica no Cobre e Ligas Cu-Ni
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Posição em repouso dos átomos na rede cristalina
Deslocamento da posição de repouso devido a vibração
-Capacidade térmica
-Coeficiente de expansão
térmica linear e volumétrico
-Condutividade Térmica
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Diamagnéticos
Paramagnéticos
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Interação da Luz com os
Sólidos:
-Transmissividade (T)
-Absorvidade (A)
-Refletividade (R)
T + A + R = 1
Materiais se classificam em:
-Transparentes
-Translúcidos
-Opacos
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Aplicações dos Fenômenos
Ópticos:
-Luminescência
- Fluorescência
(tempo curto de
emissão)
- Fosforescência
(tempo longo de
emissão)
- Eletroluminescência
-Fotocondutividade
-Laser
-Fibras ópticas
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Disciplina de Materiais
Disciplina de Materiais
de aula
Livro: Introdução a Engenharia e Ciência dos Materiais, W.D. Callister, Jr.,
5ª Edição
Capítulo 1 - Introdução
Capítulo 7 – Propriedades Mecânicas
Capítulo 12 – Propriedades Elétricas
Capítulo 17 – Propriedades Térmicas
Capítulo 18 – Propriedades Magnéticas
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Disciplina de Materiais
Bibliografia Básica
Introdução
Requisitos dos Materiais em Geral
Revisão sobre Estrutura Atômica
•Estrutura Cristalina
•Materiais Metálicos
•Mecanismos de Deformação Plástica e de Aumento da Resistência
•Materiais Poliméricos
•Materiais Cerâmicos
•Materiais Compósitos
•Materiais Especiais (Semicondutores, Dielétricos, Supercondutores, Biomateriais)
e Materiais Inteligentes
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3º Período
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Disciplina de Materiais Disciplina de Materiais
Átomo
Núcleo
Eletrosfera
Prótons (+)
Nêutrons
Elétrons (-)
A = Z + N
Número atômico (Z) = número de prótons = número de elétrons
Número de nêutrons (N)
Número de massa (A) = Z + N
X X
A
Z
A
Z
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3º Período
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Disciplina de Materiais Disciplina de Materiais
L(8)
K(2)
M(18)
N(32)
O(32)
P(18)
Q(2)
2
8
8
2
10 6
2
10 6
2
10 6
2
14
10
14
1s
2s 1s
2p
3s 1s
3p 3d
4s 1s
4p 4d
4f
5s 1s
5p 5d
5f
6s 1s
6p 6d
7s
K
L
M
N
O
P
Q
1
2
3
4
5
6
7
2
8
18
32
32
18
2
2
6
10 14
s
p
d
f
Número máximo
de elétrons
por subníveis
N
úm
er
o
m
áx
im
o
de
E
lé
tr
on
s
po
r
ní
ve
is
Níveis
49
3º Período
3º Período
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Disciplina de Materiais Disciplina de Materiais
1A – Metais
Alcalinos (exceto H)
2A – Metais
alcalino-terrosos
6A – Calcogênios
7A – Halogênios
O – Gases nobres ou
raros ou inertes
3B a 8B – Elementos
de Transição
50
3º Período
3º Período
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Disciplina de Materiais
Disciplina de Materiais
51
3º Período
3º Período
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Disciplina de Materiais
Disciplina de Materiais
- “Tabela Periódica – Volume Atômico (= Massa / Densidade)”
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3º Período
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Disciplina de Materiais
Disciplina de Materiais
- “Tabela Periódica – Densidade Absoluta”
53
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Disciplina de Materiais
Disciplina de Materiais
Metalurgia Física Metalurgia Física
Curso de Pós-graduação em Engenharia Metalúrgica
Curso de Pós-graduação em Engenharia Metalúrgica
- “Tabela Periódica – Pontos de Fusão e de Ebulição”
Maiores pontos de fusão e de ebulição
Exceção
54
3º Período
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- “Tabela Periódica – Potencial de Ionização”
Maiores potenciais de ionização, maiores energias
necessárias para arrancar o primeiro elétron
da camada mais externa do atómo.
55
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- “Tabela Periódica – Eletroafinidade”
56
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Disciplina de Materiais Disciplina de Materiais
F
or
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F
A
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R
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ul
sã
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E
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rg
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Li
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E
A
tr
aç
ão
R
ep
ul
sã
o
Força Atrativa, F
AEnergia Atrativa, E
AForça Repulsiva, F
REnergia Repulsiva, E
RSeparação Interatômica, r
Separação Interatômica, r
Energia de
Ligação, E
NForça de
Ligação, F
N(a) Dependência das forças repulsiva, atrativa e de ligação na
separação interatômica para dois átomos isolados. (b) Dependência
das energias repulsiva, atrativa e potencial de ligação na separação
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Disciplina de Materiais Disciplina de Materiais
“Iônica”
-Característica de materiais
Isolantes
(a temperaturas usuais)
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-60
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Disciplina de Materiais Disciplina de Materiais
“Metálica”
-Característica de materiais
Condutores
(a temperaturas usuais)
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“de Van der Waals”
-Átomo simétrico
eletronicamente
Dipolo atômico
induzido
Este tipo de ligação é o que permite que gases inertes e outras
moléculas eletronicamente neutras e simétricas (H
2, Ar, Cl
2, etc)
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“Secundária / de Hidrogênio”
-Este tipo de ligação faz com que substâncias como HF ou H
2O com
baixo peso molecular, quanto as que possuem ligação de Van der
63
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Fixação do conteúdo teórico – Leitura com base no conteúdo dado em sala
de aula
Livro: Introdução a Engenharia e Ciência dos Materiais, W.D. Callister, Jr.,
5ª Edição
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Bibliografia Básica
Introdução
Requisitos dos Materiais em Geral
Revisão sobre Estrutura Atômica
Estrutura Cristalina
•Materiais Metálicos
•Mecanismos de Deformação Plástica e de Aumento da Resistência
•Materiais Poliméricos
•Materiais Cerâmicos
•Materiais Compósitos
•Materiais Especiais (Semicondutores, Dielétricos, Supercondutores, Biomateriais)
e Materiais Inteligentes
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Por quê estudar?
As propriedades de alguns materiais estão diretamente
associadas à sua estrutura cristalina (ex: magnésio e berílio
que têm a mesma estrutura se deformam muito menos que
ouro e prata que têm outra estrutura cristalina).
Explica a diferença significativa nas propriedades de
materiais cristalinos e não cristalinos de mesma composição
(materiais cerâmicos e poliméricos não-cristalinos tendem a
ser opticamente transparentes enquanto cristalinos não).
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Os materiais sólidos podem ser classificados de
acordo com a regularidade na qual os átomos ou
íons se dispõem em relação à seus vizinhos.
Material cristalino é aquele no qual os átomos
encontram-se ordenados sobre longas distâncias
atômicas formando uma estrutura tridimensional
que se chama de rede cristalina.
Todos os metais, muitas cerâmicas e alguns
polímeros formam estruturas cristalinas sob
condições normais de solidificação.
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Nos materiais não-cristalinos ou amorfos não existe ordem
de longo alcance na disposição dos átomos.
As propriedades dos materiais sólidos cristalinos depende da
estrutura cristalina, ou seja, da maneira na qual os átomos,
moléculas ou íons estão espacialmente dispostos.
Há um número grande de diferentes estruturas cristalinas,
desde estruturas simples exibidas pelos metais até estruturas
mais complexas exibidas pelos cerâmicos e polímeros
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Célula Unitária
unidade básica repetitiva da estrutura tridimensional
Consiste num pequeno grupos de átomos que formam um
modelo repetitivo ao longo da estrutura tridimensional
(analogia com elos de uma corrente).
A célula unitária é escolhida para representar a simetria da
estrutura cristalina.
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unidade básica repetitiva da estrutura tridimensional
Os átomos são representados como esferas rígidas
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Sistema
Eixos
Ângulos
Cúbico
a
1= a
2= a
3α
=
β
=
γ
= 90º
Tetragonal
a
1= a
2≠ c
α
=
β
=
γ
= 90º
Ortorrômbico
a ≠ b ≠ c
α
=
β
=
γ
= 90º
Monoclínico
a ≠ b ≠ c
α
=
β
= 90º ≠
γ
Triclínico (ou trigonal)
a ≠ b ≠ c
α
≠
β
≠
γ
≠ 90º
Hexagonal
a
1= a
2= a
3≠ c
α
=
β
= 90º e
γ
= 120º
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Célula Unitária
unidade básica repetitiva da
estrutura tridimensional
Consiste num pequeno grupos
de átomos que formam um
modelo repetitivo ao longo da
estrutura
tridimensional
(analogia com elos de uma
corrente).
A célula unitária é escolhida
para representar a simetria da
estrutura cristalina.
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Tipos de Retículos / Células de
Bravais
P - Primitivo (exceção para
denominação do Romboédrico, R)
Não Primitivos:
I - retículos de corpo centrado
F - retículos de face centrado
C - retículos de base centrada
Célula Unitária
unidade básica repetitiva da estrutura
tridimensional
Os átomos são representados como
esferas rígidas
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Como a ligação metálica é não-direcional não há restrições
quanto ao número e posições dos vizinhos mais próximos.
Então, a estrutura cristalina dos metais têm geralmente um
número grande de vizinhos e alto empacotamento
atômico.
Três são as estruturas cristalinas mais comuns em metais:
cúbica de corpo centrado, cúbica de face centrada e
hexagonal compacta.
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Arranjos Atômicos / Estrutura Cristalina
“Sistema Cúbico”
-Os átomos podem ser agrupados dentro do sistema cúbico em 3
diferentes tipos de repetição
Cúbico simples - cs
Cúbico de corpo centrado - ccc
Cúbico de face centrada - cfc
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Sistema Cúbico Simples - cs
Relação entre o raio atômico (R) e o parâmetro
de rede (a) para o sistema cs, onde os átomos
se tocam na face.
Apenas 1/8 de cada átomo cai dentro da célula
unitária, ou seja, a célula unitária contém apenas
1 átomo.
Essa é a razão porque os metais não cristalizam
na estrutura cúbica simples (devido ao baixo
empacotamento atômico).
Número de coordenação corresponde ao
número de átomos vizinhos mais próximos. Para
a estrutura cúbica simples o número de
coordenação é 6.
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FATOR DE EMPACOTAMENTO ATÔMICO PARA O SISTEMA CS
Fator de empacotamento (FE) = Número de átomos x Volume dos átomos
Volume da célula unitária
Volume dos átomos (V
a) = número de átomos (n) x Volume da Esfera ( 1 x 4
π
R
3/3)
Volume da célula (V
c) = Volume do Cubo = a
3Fator de empacotamento = (4
π
R
3/3) / (2R)
3O fator de empacotamento para a estrutura cúbica simples é 0,52 ou seja, 52%
do espaço do sistema está ocupado e restante é vazio
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Sistema Cúbico de Corpo Centrado - ccc
Na estrutura ccc cada átomo dos vértices do cubo é dividido
com 8 células unitárias. Já o átomo do centro pertence
somente a sua célula unitária. Com isto para a estrutura ccc
o número de coordenação é 8.
Cada átomo de uma estrutura ccc é cercado por 8 átomos
adjacentes. Há 2 átomos por célula unitária na estrutura ccc.
Relação entre o raio atômico (R) e o parâmetro de rede (a)
para o sistema ccc, onde os átomos se tocam ao longo da
diagonal do cubo:
D= 4r
D
2= a
2+ a
2+ a
2a = 4r/(3)
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FATOR DE EMPACOTAMENTO ATÔMICO PARA O SISTEMA CCC
Fator de empacotamento (FE) = Número de átomos x Volume dos átomos
Volume da célula unitária
Volume dos átomos (V
a) = número de átomos (n) x Volume da Esfera ( 2 x 4
π
R
3/3)
Volume da célula (V
c) = Volume do Cubo = a
3Fator de empacotamento = (8
π
R
3/3) / (
4R/(3)
1/2
)
3O fator de empacotamento para a estrutura cúbica de corpo centrado é 0,68 ou
seja, 68% do espaço do sistema está ocupado e restante é vazio
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Sistema Cúbico de Face Centrada - cfc
Na estrutura cfc cada átomo dos vértices do cubo é dividido com 8 células
unitárias. Já os átomos das faces pertencem somente a duas células
unitárias. Com isto para a estrutura cfc o número de coordenação é 12.
Há 4 átomos por célula unitária na estrutura cfc.
Relação entre o raio atômico (R) e o parâmetro de rede (a) para o sistema
cfc, onde os átomos se tocam ao longo da diagonal da face:
a
2+ a
2= (4R)
22 a
2= 16 R
2a
2= (16/2) R
2a
2= 8 R
2a= 2R (2)
1/280
3º Período
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FATOR DE EMPACOTAMENTO ATÔMICO PARA O SISTEMA CFC
Fator de empacotamento (FE) = Número de átomos x Volume dos átomos
Volume da célula unitária
Volume dos átomos (V
a) = número de átomos (n) x Volume da Esfera ( 4 x 4
π
R
3/3)
Volume da célula (V
c) = Volume do Cubo = a
3Fator de empacotamento = (16
π
R
3/3) / (
2R(2)
1/2
)
3O fator de empacotamento para a estrutura cúbica de face centrada é 0,74 ou
seja, 74% do espaço do sistema está ocupado e restante é vazio
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3º Período
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O conhecimento da estrutura cristalina permite o cálculo da densidade (
ρ
):
n= número de átomos da célula unitária
A= peso atômico
V
c= Volume da célula unitária
N
A= Número de Avogadro (6,02 x 10
23átomos/mol)
Exemplo: Cobre têm raio atômico de 0,128 nm (1,28 Å), uma estrutura cfc, um peso
atômico de 63,5 g/mol. Calcule a densidade do cobre.
Resposta: 8,89 g/cm
383
3º Período
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a, b e c definem os eixos de um sistema de coordenadas em 3D.
Qualquer linha (ou direção) do sistema de coordenadas pode ser
especificada através de dois pontos: um deles é sempre tomado como
sendo a origem do sistema de coordenadas, geralmente (0,0,0) por
convenção.
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Direção em particular: [u v w]
Família de Direções: <u v w>
A simetria do sistema cúbico permite
que as direções equivalentes sejam
agrupadas para formar uma família de
direções:
a) <2 2 1>
b) <1 0 0> para arestas das faces
c) <1 1 0> para as diagonais das faces,
maior densidade no cfc
d) <1 1 1> para as diagonais do cubo,
maior densidade no ccc
(a)
(c)
(d)
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Para a determinação da estrutura cristalina. Os métodos de difração medem
diretamente a distância entre planos paralelos de pontos do reticulado cristalino. Esta
informação é usada para determinar os parâmetros do reticulado de um cristal de um
material em particular.
Os métodos de difração também medem os ângulos entre os planos do reticulado. Estes
são usados para determinar os ângulos interaxiais de um cristal.
Para a deformação plástica. A deformação plástica (permanente) dos metais ocorre
pelo deslizamento dos átomos, escorregando uns sobre os outros no cristal. Este
deslizamento tende a acontecer preferencialmente ao longo de planos/direções
específicos do cristal que são os de mais alta densidade atômica.
Para as propriedades de transporte. Em certos materiais, a estrutura atômica em
determinados planos causa o transporte de elétrons e/ou acelera a condução nestes
planos, e, relativamente, reduz a velocidade em planos distantes destes.
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Plano em particular: (h k l)
Família de Planos: {h k l}
Planos paralelos são equivalentes
tendo os mesmos índices.
A simetria do sistema cúbico faz com
que a família de planos tenham o
mesmo arranjamento e densidade:
a) {1 0 0} para faces do cubo
b) {1 1 0} corta duas diagonais da face
paralelas entre si, maior densidade no
ccc
c) {1 1 1} corta três diagonais da face
com ângulo de 60º entre si, maior
densidade no cfc
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•Densidade linear = átomos / unidade de comprimento (igual ao fator de
empacotamento em uma dimensão – direção)
d
linear
= (Quantidade de Raios inteiros na direção) * (Raio do Círculo)
(comprimento da direção)
•Densidade planar = átomos / unidade de área (igual ao fato de
empacotamento em duas dimensões – plano)
d
planar
= (Quantidade de Círculos inteiros no plano) * (Área do Círculo)
(Área do Plano)
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•Os metais não cristalizam no
sistema
hexagonal simples
porque
o
fator
de
empacotamento é muito baixo
(FEA ~ 0,6046).
•Entretanto, cristais com mais
de
um
tipo
de
átomos
cristalizam neste sistema. Onde
existem somente 3 átomos por
célula unitária na estrutura hs e
o número de coordenação é 8.
V
HS
= A
base
x H
Abase = 6a
2
(3)
1/2
4
A = 2R
H = c = 2R
FEA
HS
= Volume âtomico
V
HS
Volume âtomico = 3 x V
esfera
98
3º Período
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•
O
sistema
hexagonal
compacto é mais comum nos
metais (ex.: Mg, Zn)
• Na estrutura hc cada átomo
de uma dada camada está
diretamente abaixo ou acima
dos interstícios formados entre
camadas adjacentes.
99
3º Período
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• Cada átomo tangencia 3
átomos da camada de cima, 6
átomos no seu próprio plano e
3 átomos na camada de baixo
do seu plano.
•O número de coordenação
para a estrutura hc é 12 e,
portanto,
o
fator
de
empacotamento é o mesmo da
estrutura cfc, ou seja, 0,74.
•Há 6 átomos por célula unitária
na estrutura hc.
100
3º Período
3º Período
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101
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