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O que aconteceu no Chile não constituiu surpresa para quem quer que .seja. O que a-íírmou o presidente Videla, em seu veemente discurso, pon-do os pingos nos ii, resulta pon-do encaminhamento dado peJo co-munismo uns
nos países que o recebem de boa fé. Prevalceenc)o-s:c da lo-lerancín liberal »ele se instala dentro da ordem civil de um povo para minâ-Jn e afinai dfs tini-la.
No Chile o comunismo parti-cipa do governo. Goza assim de todo o prestigio, decorren-te das franquias democráticas. A todo instante 6 cie quem
fa-PARIS, 1 CUP) — Fontes britânicas e francesas p^evcom que a reunião doa chanceleres tarminnrá em fracas*»'hoje a menos que os russos façam concessões inesperadas. Caco falha* rem ós esforços, a França o a Grã-Bretanha 'tratarão'"do orga-nizar um programa cie reiiabtlitaçao clçi" Europa Ocidental,
SERIA UMA PítEESAO AMERICANA
PARIS, 1 (UPJ* — A-radio de Moscou divulga um violen-to despacho da Agencia Tass, datado de Parle. que.vem refor-çar as cbjeções de Molotov sobre o plano de rolmbilitação eu-ropeia» Afirma esse despacho que os franceses estão procuran-do tirar toda a vantagem fio plano Marshall, á4 custa
"ar-I R"ar-IO, i (Meridional) — Rea-j]izou-se a cerimonia com que la no respeito a lei e á Cons- . _ , _ luJçao. As greves surjam. mas 0 Supremo Tribunal Federal
nelas não se achava o rastro recebeu o Presidente Videla. comunista. No entanto, era ele o Presidente do referido
Tri-sempre o grande animador do „„ T
descontentamento dos trabalha- b u n a l* w " . , . L"l h a i* * >
dores. E tanio assim era que. apresentou o Presidente Vi-na ultima greve Vi-na capital chi ,deia a todos os ministros. lena, os fatos assumiram uma 'Saudou-o então o ministro inesperada gravidade, e veio a C a R l r o N'u n c s ^ ^ CJ1.
sao, O Brasil e o Chile re.i-jera uni estadista ^visado e es-liznm esse quase milagre clarecido, uma figura mar-mutuo e expressivo do a f i m - j e m i e e de projeção continen-dades de relações, qu? nem tal pelas suas idéias de paz,
fidelidade tis idéias sempre encontram razoes
ob-jetivas que expliquem". Adi-ante, depois de salientar as contribuições prestadas íi co-munidade americana. nr cum.
por sua
dc solidariedade americana o que conduzirá o Chile «os seus grani of destinos. Agra-decendo, o s*\ Gonzalez Vi-dela disse: "Falo com pre-» furn a v^rrío^ n . ^ • v-,. . po do direito pelo Chile, o
.Turo a verdade. O comunismo ^ , r- ha j - A *
desmoralizava o governo do t l'° ü u l r n s 0 seguinte: sr. Castro Nunes afirmou: " A ^funda emoção neste tempio
qua: participava. Atacava a or "São raros os povos que po- j w e m nacionalidade, mal sai- .do Direito brasileiro^ sr,
pre-dern dentro da qual vivia. In- dom conservar, ininterrupta- tia das lutns pela puí; eman-[sirienie, porque sei devo* suflava a desordem em frente m o n t o. p o r m nir, c]0 ^ 'cipaçao, compreendia ji\ en- .çâo que os homens do BrasJ
â autoridade que ele oficial- i -' 1 * A j - i
mente apoiava. Assim, tirava lr\ s t i m cstremecjmemos, es- tao, bu 114 a-os, que sem n ^ a a America icem pelo
pro-vantagens da rebelião. Servia sa mutua cs: ima e comprcen- j judiciário, nitidamente sepa- fifrssn das insliUnçoes
derno-a dois deusei, não servindo o ' ' " 1 1
nenhum. )
Dai a indignada franqueza EM FOCO, HEDDY LAMAHH do presidente Videla» denunci- |
ando ao mundo o processo co- j HOLLIWOOD 1 (UP) — , dispensáveis
^ í 3 , - , T 1 * * No filme ^Doma D e s h o n r a - ,d< > : ' P ™ 0 segurança
Este caso nao é o primeiro.
rr-íio dos oyírns pederes, nao cstarhim asseguradas as ga-rantias d e I d a jurídica in-
clesenvolvi-craticas, o especialmente pe-lo Direito internacional. Tam-bém quero djzrr, cr:n a emo-ção de e chileno, que nos, no nosso afastado pais, quo ó o ultimo rincão da America, também fasemos muito pela justiça e se não temos brilho é porque não tivemos um Itui Barbosa ou I um Barão do Rio Branco. Fa
(Cont. na Ult. P á g i n a )
raia miúda" entre as nações., Os créditos norte-amerteopos co-rtam utilizados para exercer pressão sobre os povos menores.
DTVERGBNCIA RUSSA
PARIS, 1 CUP) — Não existe mais esperanças de c::ito na conferencia de Bevin, Bidault e Molotov, em torno do prò.^ra-r.^a de rehabilitação economica da Europa. Or* ruscos dlvercf-m. radicalmente,, dos franceses e ingleses, náo sendo possível um wrtirão de ultima hora, O fracasso de Paris representará a di-vhão da Europa em dois blocos enonumicos. Mesmo sem r\ roí* c vdancia da Rússia, a Inglaterra e a França aceitarão a err-r^ rncão norte-americana que se referirá, entuo, unicamente, í\
o i e u r o p e i a que enifi fora da inílucncia soviética.
y f \ ; * * O u ç a i n Z Y J: R a d i o d e J« ^ V • r; -1 » • <4 • O' < N ó i i a ? ( J > ' í ^ i ' ^ I • ; ) Ï ' h ^ i3 i j i: i.: U • í' -3 \ < tt i/ ? 1 \ V
£
M t I í^J -" • «t % k A 1 j 5 I U AO NO^FREIRE/
SR. VITORI-TÎIO 1 (Mcridxnal) da*\ Heddy L r m i r r 1'ga a d o s ncgocios o da paz social". g Undo informa umV A O SER AUMENTADOS OS MINISTROS
RIO, 1 (Meridional)
<U?) — sur o fi:ri ZU'***.
PERSEGUIÇÃO A COMTJ^ CHTNESÉS^
— ^ — — — -
,
j **
TRANSBORDA O MIS- ÎPSD da Bahia deixou e s s e ídio de um deputado, foi a p r - | CHÀNGAI, ' 1- ; (UP)- w : Os
fluência de Aloscou.
O que adiantou a fendendo õ e S C U r o mPi m c n t o c o m ^
d® cm . i^mat c^loroçao dura ate a ultima guerra? Re- r comerciai sui-generís.
E:-:pli-sultou no mais profundo desa- c a m o s partidários de Heddy
pontamenta Enquanto a Ame- , ^ o r o c edendf) des-'Na ten*a dos "records", 'sou nome? ser indicado pelo de Finanças e Orçamen- f o r a m derroiáda^^vetú
rir» ca nnrnv itt^im l!U L v , u ^^ i' I ' i * _ . . i
P O N T A I»ORA
j T j Informa-se que o Brasil é. • Pai
o niomento? o único pais Lima, qu-: i: G sj q u e está realizando ^ona-un de : ' r
tes entendimentos para apre^ viagem pai • -ro> nSo qv.' sultadcs dq su^ pressouy apenas.-í estar ccnapenas.-í...ri^ » .1 -.jrvr-í ÍC: J.û'iïfi.1-' \ t os-/V . ^sl'r^. Z T -7. ' • ' w V tf «• - » . • • •• T t ''*•.• .X " > oZiDÍri encanto o e^aixador Davi«; ta forma porque empregou |aguas do Mississipi, já livres .partido situacionista pura pre/tót tem o numero 242 a n--. :,c a i f M ^ i x a s comMnis'as
espalhava o seu livro, enquanto I todo o seu dinheiro na fita o jdo leito do rio, continuam [sidente da Camara, no pro- jfiessuo do dia 24 do mes ira- ;n í l grande . ^r-rad--..
os americanos liam alngemia «em de recorrer a lodos os subindo, ameaçando eslabele- \ ximo ano. Assim o novO ;f'° referida comissão ioi alguns "dia"', akr^;:-rani
arrogante
vil por toda a paríc. E quando i n h a s p r o p r i a s r c g r H S A c
isso nao fazia» ostensivamente > , . , . .
interfiria na politica interna -V l d a 0 h c i a o tumpn-Ias
co-de povos, que e.'cUwam no aí- 'mo rnuilo br.-m rníi'ijco-der,>
-catice de suas mãos,
Hoje a America ^abo da ex-tensão do comunismo, lloje a Chile reclama cont>-a sc-u?. pro cesso s Amanhü outros p:ú."es da America Latina terão a mesma atitude para não innrrer^m er;
trangulados pria ditadura ver-melha.
diques onde já cessaram os : não votandoi puis, peia
rcc-esforços para evitar que íís.leiçao do sr. Samuel Duaríe,
mesmas rompessem* inlual presidente. 1
Jcürca de 50.000 ccmba'entes., i segundo calculez des melon?;*-jlistas. As trepes sitíadaD ra ; cidade, perderam, Apzna? í 7.000 soldados',
INEGIÜILIDADES DOS PRE-FEITOS GAÚCHOS PORTO ALEGRE, 1 {Meri-dional) — Foi fixado pela As-sembleia Constituinte, o prazo de 18 meses para a inegibilida-de dos prefeitos. vv»
a. 5 ^
1 1 4 A a % - > > ä i ^ c ^ í H? J: j» V i* / t i li. i4 * * i: t? «a -r -i r. " — i • • » i »N. ti * «' carr-5 i-r.': sit-.u^río doproduto,dentre d :
te. Come ' dèc^-V medida, afirmado qu^
bolido rr-^ r* -".T^r-r-T^r^U» dn carne, cuias conGequeíiciaá ^;
população vem spfren^o-h&vat*' guns anos" ^oiiú furs anos Diz-se ' ^ virtude da deUl::-::-';^, Virá um rGç.jivst^níírstj eo fituel do produto. »S • « •*• RIO, 1 (Meridional) — O £i\ José Américo de Almei-oa» em seu discurso pronun-ciado ontem, quando de sua reeleição como presidente da
Não Ippucos •pmoprielarios )idade,
após o sinistro cie seus bens j Ora, se o Fegursdor não era pasfom a detestar o seguro, respcnsavcl por tedos os bens (perdendo conscientemente a je ssm per parle que se pode melhor proteção'de que podo • exprimir cm percentagem, ó
dispor o homem moderno. Cabe-lhes inteiramente, a cul-pa do mau desenlace e não se-rá de todo inútil procurar-lhe as causas.
Um negociante segura sues mercadorias per uma impor-tância X, imnoríancia que te-rá direito de recuperar dn
justo que pague somente a indenização correspondente a essa percentagem.
Suponhamos um arma2om, na ocasião do sinistro avalia-do em CrS 200.000,00 que te-nha sido segurddo por
ISOJiíJO^OET apenas. Supunha-mos c- mda quo os prejuizes companhia em caso de smist- !a t i g c m C r - > 50.000,00. Como
tro. Após estcv íeita a nvaha- !p 0 < 3 c m 0 £ v f T 0 s c g u r o r c p r, .
Ção dos bens, verinca-se ^ d o s b c n 5 i ; d a
têm valor superior a o estipu- í igual -do, a obrigação do
1 ado n a apol ice. A c on c 1 u sã o f eornp .ia sobre os
prejui-logîco é que ò segura não cn- jzos ( cú <\c nu soja Cr$
bria a t otal idáde do? r;b j et os. ,0 i ;0 0 0 . 0 segurado nnlu-. ficando, porüinto, o segurado rabnente responderá pela
di-ovxmimtû da r^pant^bí- jíerença.
UDN} entre outras coisas,
disse a seguinte: "Um dos aspectos mais delicados dc nossa atividade politica, por-que se oizpuc a uma diversi-dade de interpretações^ atri-tos o emulações^ são as nos-sas relações com o governo federal". Mais adiante, acen-tuou: "Nossa conduta^ nesse pontot tem sido regulada
pe-los ditames da conveução de nuiio de 3046 que, a par com os deveres de fiscalização que não podemos abdicar,
com sua argúcia politica c seus cuidados com a Demo-cracia,- esboçou um plano de 5 maiores entendimentos que se tornam efetivos na base db programa comum". Continua o sr. José Américo: "Cola-boração ou não cola"Cola-boração — eis o problema. Eis a di-íicil íiltcrnativaf eis o
pro-blema que poderia ser
colo-S, PAULOp 1 (Meridional) pelo menos, o rumor qUc
cs-- O PSD vai colaborar com correndo, dosde quc o sr. Silvio Campes, "íider destaca-0 governo do Estado. E' esse,
1 - - | - u -J..J—J
GHÚVE NOS ESTALEIROS d o s e e . u u ;
. WASHINGTON, 1 (UP) — Cem mil trabalhadores dos estaleiros nortc-àmèricánòs cessaram suas atividades, em
do do PSD conferencioUp a
portas fechadas, com o sr.
iemar dc Br rros. • 4 ^ « • «
CATCS CSARSWSES FORTALEZA, I (Mori
— A bele^acia Iîe^ional 'do Vrabalho ordenou a
vC'S C-rafic.^3 r.
TI.-:-r:bs ÜZ i dlricirlcc V T V: ; lirr.^
s O C ï i i
todo o pais, A\ greve contí-nua estcndendojse, segundo j c-ado nos termos mais lógicos j informou 0 presidente da |
— colaborar ou não eolabo- íUnião dos Trabalhadores cm j rai\ Colaborai" em tudo riue !construções"Navais, sr. John í
, Foi iniciada hoje nela ma for útil ao Brasil e suas ne-jGreen, Já ficaram interrom- ínhá a reunião dos diretores autorizam medidas governa- ;ccssiuades e recusar essa co- ipidos os trabalhos de constru- |de esíaütlecimentos de ensine
do interior. Ao a-v que teve lugar ía 9
Assoctaeíio de Fro-conpareccram o Pro fessor Severino Bezerra, Di-retor do Departamento de È-; rVicação, Inspetores de ensine *da capital e do interior* e d ^ retores dos grupos escolares e escolas* de Acari» Angicos» A-PX-àr"* ^ a Branca, Ar^z, Assú. Caicó,
i' í ^éi í ] C Ceará-Mirim1
Corrais Novos. Floratiia» Ita-m^m?, "Tardim do Sérídó, Mà-, PARIS. 1 (UP) ~ Segundo
informações da imprensa, des-cobrem-se cada vez mais am-pias as ramifiio^ões da conspi-ração dos "Maquis Negroa". Uma fonte diz mesmo que û movimento se extendia pelas forças militares das zonas de ocupação írancesa na Alema-nha c Austria.
DIMINUE O
^ r N S A n o N A i j f t M O
PARIS, 1 (UP) — Apezar de
novas informações sobre á con-jura dos "Maquis Negros", es-ta diminuindo o sensacionalis-mo em torno dr» eôro-.e nos se-pinião publica mr»s4ríi : í - t
cética. A proposito, o jornal "Le Pays" comenta: "Nao é a pxímei ra vez que o governo d o-n»incia conspiração quando
r.or (!»;;.!•;» .soíú) PcC^í «.'.ir. i* indí>, o menino jornal, ás difi-culdade? ei-unuiui^ii^ fia i '
^ a un. d? ' Ramadier
PRESííES
... FA J» •1 ' ' ' ' •
í > ím dt" f''» 'Ji'.i i"' m^ qii' f'ii fh tiuo» •:• ö capjiáo tia F^rca A^rc^ d f é D » í p 1 r» V r» ! • ^i.^rnrM^ri
i W ( ! .
t
Martins, Mossoró Nova • ^-Hr-^ Velho. Santa Cruz, O Vr..;^ r\r\ KoH^. S. pail
- r-ze^ri, sío Temé, Tai-'•f. •1 i ' I * • { , t 'i' \ ' f J V lJI •Of. f; '/ - ^ j ^cst^v r*. . ..^pri /IM -ft'Jill »•. f p gf-'v? 1 d^ instrução
Foi organizada um: icr::ç: d*; palestras em que sorào izc^Xi ^atíos vários pontos
rua íedcral do ' L'io, o organização
rurais ,o ensino cupleííne, z&ir c^ção íis-ca, as jardina dü tv.-fancia, etc. assurés que
íCí-viráo á nova orientação
deve ser dada á insír:!;"^ ? . maría-Tem^do o
Sst^d--Psra amanhã será . ^ seguinte prosíamè: - ' .-, •
A*s"9 horas — P ^ l ^ i ï i d:. Professor Luiz So^r^i
-áO ensino d^ nu. •íola'primaria" i» "rRUfiîco R c t] r ï k**- izt- £-. * * ^ '/ "'rda^id? ^.'Vi'c'jî"i 't. * ^rr,'; -íuapem na-í^c:^ ^ ' ^ r 5 ^ Vît •fi djfi- ' r ^jL'iHiça j < i ! ! , 1'- 't;
tià ZC.Ül'i v.'iMWSLi.Mi'î U
da Aii:dn«'< c AJ^nanUa < > • 1J« ï. -ifiV -, > f "» ' I • I t V,T\-T J 11 í t (- » iH pibî ; Di^ieV f-r-j ' rlrï'V ri^;' »,•: r' ^ -j rcrí^dr^ 'V1 '„•s »J * ••.-» V ^ - h pl. . • v» i . * ^^ ^ - ^ * L » J T f ."! , vi ;: ^rolonpiar- j Uai niipi^vaf^i
t?u"-' " T i m b r e * *
: yî$: . ïiïAïilïV Mila.'* t
\ íítídit^Sõ:> Ofîoiïîitîîi^iVr.lWo t
I - V. •'•••R'fÂlîcoi ÎÎ21 - . 1 1 FUNnAï>o À ih m :
l i i i
f p g g TKJttB&O 3 M» g Diretor e Gerente: -ËSHLfiON YASVXA . ASSrNATL'EAS: Ano Cr S 1 Semestre / , • . , ; *, 60,00 1 r Alrusadtí _ • , 1,00'j 1 Avulso . . .. v , v .. 0,50 1 ) Sucursais:—:Serviço île îm- |
I prensa Ltda«; Kùa 7 tic Abril I I S l i Säo'vPau!o* — Servir » | I du Imprensa Ltdn, Eil- I I Ode on (sala 8Ö2 Rio ds ! i Janeiro ____ 1
S U B A L T E R N A
INTENÇÃO
O caso politico do Ce /á «nresenta uspocia] gravidade,
feição cio , violência que
vt?m assumindo os
acome-cimento*, em *scguithi no íAi* íibi^ivo áii Assembléia eíe-•:gendo o vice-governsdur d »
L^ruLo dc maneira incimstiU" cmnaL
O que se deu na provín-cia nordestina fr>i mais u^na dessas combinações espúrias 'dos partidos para L-liminar a
autoridade do governador 'que nàt> pertence aos
quuúvos.
O conhecido' "iac-ir/Uirn" politico do sr. Agamenon Magalhães, senador Olavo de
Oliveira que age no Ceará por conta e risco do mini^vo
tta Justirn da ditadura., Foi c autor de toda a vasta o.tai-p];coçao que i\v verifica pre-sentemente.
\
Juntou-se novaMcn e a;> PSD de que kc havia
afas-tado, durante os í 1 l
presidenciais, ct^n o propo- . suo de hoítili/ar o £y>v<rna- j dor udehista Faiistino de Ai- f «
buquerque que :;e recusava u eubmeter^sc aos seus capri-chos e interesses.
RIOv 2 í)' * M ovi d i ortal)
-decendó a vitoriosamediação cio sr. JoãoDaudt dé Oliveira ;ia queslão rk> aumento de
sa-Ietíos >oíí comerei ari os cario-cas ofereceram ao presidente da Confederarão Nacional dc> Comercio um almoço na ''Cor
feltnrla TLJuça".
Alem dos vários associados compareceram incorporados os» ^ireton.';* do Sindicato dos 13m-prü^ado:; no Comercio, o
depu-lado gaúcho Darcy Grossi. o vereador carioca Carlos Laccr da, jornalistas e convidados. DISCURSO ItQ PRESIDENTE
DO SEC,
Saudando o autor da Carta da Pa/ Social, ft.Jou o sr Nes lor Mota» oferecendo o almoço.
I;Víi;ou o orador aspectos do
problema social, tão liem com-preendido pr:lo homenageado e da oonliança que depositava u classe na sua mediação, Lem-brou que sempre encarara b:>a vontade da parte do líder do noF/a comercio r.a solução dar reivindicações dos; empregados» porque fora elo mesmo um an-ti-tfo comerciante. SntWeUoí; na Nitri pretonção. vinham n* yora agradecer :t atuação do Kr. liL-ao jJaudt* que nieihar do que quolquer outro advogara com largo espirito humanita.; a caura de duzentos mil ^orner-cíprios.
No fim:! de reu discurso a-íirmon o orador:
"Se esta 6 uma hora de rc-'.:untiu pelo Brasil, como ha
aceiiíutiU v. excia em memorável e potrioíico dlscur-Fo ,a renuncia ha de üor de to-doá o de cada um de nós, pa-ra que a Patria floresça e pro fcrida. A politica de v- exeix. ta o i^ali-afla. t-u nc. ivão de todo crilerio rt-ui
v. eveta. entende muito a-certadamente» que na eic-vaçãc»
do iÉestí!nd:;rd" de vida ca
tra-taJhüSar é que tx- ercontra o remedio para a questão social/
Agra | voltado com simpylin ]>nlorna para cs problernus do trabi-Ihncior pntriotlco, e seriam du-tru« o,s rumos da noysa questão social. Por tudo i.^to aniniado
do mais sincero espirito de cooperação em nome dos comor ciarios do Ftio.de Janeiro, sr, João Duudt d^Oliveira, pela fe-ilcidade pessoal de v. excía; er-ergo minha taça1',
C L I M A 1>E COMPREENSÃO
DE DJltKITOS ,
. .Respondendo ,fa!ou o sr. João Daudt dc Oliveira, de-clarando;
"Meus amigos: No decorrer de minha longa trajetória na vida publica .algumas vezes o? companheiros e os.concidadãos me têm distinguido <rom efes-vaneccdores testemunhos de
c-oreçn. Em gernL porem, neles maia se documenta a
gencrosi-vesfce de tão nobre expressão í?e«£i;l^nifíoado ó de tal modo cxòè^ícJjjnaJ, que tenho de ren der^hie o sua forca irresisti vol Recebo-a profundarnenle como vido. Pelo que encerra de enal tecedor e de honroso para' o presidente da ConCederaço Na-cional do Comercio ,e pelo alto sentido de fraternidade que lhe imprimisses. Nas palavras inspl radas do vosso brilhante iider e meu presado andgo Nelson Moía, senti vibrar o espírito novo que hoje preside ás re-lações entre comerciantes e comerciarios. Ele soube trado-zir com notável madureza de entendimentos» o clima dc com preensao dos direitos e devers recíprocos em que os empre-gadores e os empregados de no* sa grande classe hoje reúnem seus erforços em beneficio?; co-iade parcializada do$ amigo? ! mum o do pais. Ite^osijo-me por lo que o meu problemático
merecimento. Esto homenagem entretanto, de que sc faz inter-prete o prestigioso Sindicato Jos Empregados no Comercio, i diferente em suas origens e cm seus propositos, Ela ue
re-ter contribuído com meu piíqut no quinhão para a contruç&o desta realidade de que hoje to-dos nos orgulhamos Ela se licer ça, de um lado pelo espirito publico dos empregados vol-tados para o bam coletivo, não Livros adotados para o 2o. sem eu Ire de HM 7 recebeu a
L I V R A R I A LI At A
CaderiàOS de todos os tipos» Descontos e abatimentos ao revendedores
L I V R A R I A L I M A
Tavares rt<* Lira, 70 — NATAT- — JilüEIRA
; contrariamente ao que afirmam , A ação do sr. Oliveira obe- » os agitadores do sindicaïisnp fe i técnica, e" aos propó ! revolucionário ,a serviço do«.
" m ^ * ™ por ihconseotióxx-y.i .. : -, i D:.:;: empregados j»-íi> a - v. .... ; ;: -» .. ' » E N I C I L I N A Y B T E R s N A R ï A " L E D E R L E "
AVISO AOS CRIADORES
n % i
O l • M, « e Souza & <'iaM : ívtí': Tvnr:i
Grarde tio Norte, l.l ïJKKLIi l,AîttlltATi>KU: DIVISíÒN OK AMERICAN CYAN AMID COMPANY, K«Vii Yo-!:, U.S.A.
visam aos srs. criadores que nvrliC^ri (ï'.'nî-,jií:ia Veirriniirïa) detad» de podcruKu aeäo cïfuîivn r/n; ïiw:.-îtcîi acudas e crônicas por "Streptocnciis pin io-das as manifestações mórbiio-das provo^ada.s pelos pstreptnn'scof; e estaíilococus, "Cloitrïdium W^lchi11, e outros clustrirlios
retino miccs^ ltücilluí AnHiracts, Elislpeîoinx Rhusiopatfriae, ^orinolmeférià I^píospírà, '
i* .,.- . * I il i • m *'ii »'iiti nli.ii^wip il i i n
esquecidos de que íiuo vidu co-mecou li m dia na modesúa dc um emprego como o vosíío e quD 5ua a.sccn^fio míi c.^cnia dc trabalho" se fes pelo;; caminho.* que-boje trilhais, mercê de
forço, de tenacidade c de inicia-tiva. Voltados para o seu pasff. do de trabalho eles tem com preonção paro a vossa situação para as vossas necessidades < aspiraçòeK. Nenhuma difieulda-no deles parliu até hoje em ro-laçao ás leis que definem voswt direitos e vossos deveres pois t muitas se haviam antecipado: pela espontaneidade da sua ini oiativa própria. Sua adesão ca lorosa, unanime, entusiástica nermanentemente se fez sentia em torno da Confederação Na donul-do Comercio nn toda!; a iniciativas por esta einpreer.dl Jus em VOS.SO favor. Assim io
íqy ocasião da criuçùo do Síer--'iço Nacional de Aprcndtaü&cm Comercial com que desejamos
'ooperar para' o formação pro-ficional e para a elevação cio
livot cultural de nossas ativi-dades. De modo idêntico em tc* lação ao Serviço Soda! do Co< merciot com que noa propomos
ír no encontro de Vossas ftfpi* rações a de vossos Jdeais de melhoria de pndrão de vida, In dlvjdual familiar fi social e a-iudarvo5? a transforma-los rm realidade".
LNTTilR
PA-r ï î l ( \ E fúMPHLíMDOS
Adianfou o orador:
' íVirn espirito cîe Ci'urt-y^f^u^ùo concorrem oíi empre-i-.^v1. no comercio com i^unl
vntade e sentido de colabo-:io, organizador em entida-des modeiarOK d:>-vibrante
stn^^If'tïVO fï pi'uVi'.r :t a ! 11 -iH'.-iii'j f'.nipnviMiîii;: \u> Co-mareio rio fíio d-' J^n^i'-1. f i.
L u s b d a C a m a r a C A S C U D O PAkA O " M A l l i o im; X A T A L "
V•: » ..:•:•: A Salesiana realizará em setembro proy-imo o Còpiiuío Gerdl nara eleição do sou JSéitor Maior,
O aluai, padre Pietro K icalclone nasceu cm Mirabel-« lo, Piemonte^ a 27 de Julho cie 1870 ^lá eíftrsgro ingressou
na Congregação,^^ erdenando-ee à 27ltt33í^-íípoi clfiiío a 17 do Maio de 1932 Heit or Maior, o Quinto
Sü-per5or Gerai, substituindo « (lòni Filípò Hinaldi qu^ morrera r
Os nobres delcgadcs ccpiíulares vâa escolher o jscu supremo mentor depois do Santo Padre,
- Como é livre, constitutiomd « democrática a cx^ pressão do pensiimenío politico, declaro^ em bòa con«-cieacia quet mt>smo não sendo padíe conciliar^ voto m>
velho Pietro Rícaldone pelos xazòes que passo a expox. De acordo com a iradição nenhum Superior Gerai Salesiano f o i substUuido. Foram 'Jtodo& reeleitos aié morle. Miguel Rua veio até 1310, Paulo Albera ati 1921, FeHpo Rinaldi olé 1331r sem ccntar com dom João Bofa
co, o sanio fundador e primeiro dirigente«
Se a praxe, o 'common law", o direito consuetu-dinário continua valentia, m a n t e r t « ^ ípela forca do voto salesiano, "ad perpetuítatcm"f o aluai Reiíor
I^oíi/ica o diplomaticamente o Reitor encontrou o p^or tempo* As tempestades se succdcrain» De 1932 etn diante o íempo nublou e jamais na Europa o sol brilhou na plcnilútfe da luz e da serenidade.
Ricaldone foi o colaborador, o amigo, o auxiliar poderoso de Pio X I nas horas mais inteittaa, amargura* das e decisivas.
À Congregação Salesiana se espalha por ioda a face da ierta» latqualmenie sonhára dom Bojco com a ima. gem dos grandes rebanhoa. Eútà na China e no Japão, na Alemanha, InglaJerra, na Africa * na Aaia na Ocaa-rãa e nas ilhas Sos mares do Sul. O Vigário !fcpostoiíco nas Filipinas era Salesiano. O Cardeal da Polonia era
Salesiano, Foram <as primeiros na voíkct, individual-mente e depcis em tteme do põvo marlhrizádo.
Quem sustentou, com a graça de Deus, u gvu^ixm c»íía eríjuüln ror dem Bosco, quem a manteve -luvka e fiel na eacuridão do cerco e da Immiitugao, no silencio o da íome, quem a conaorvou intacta c nura Piotro Ilícildono. Simbolicamente, voto nele. pnrj quo nso lho ilrem a cruz dos ombros.
Deu^ a tarará, quando lhe der uma corCa !um:no:.a - e u . . . no À. s s ^ ^ ^ i, i^-r A m l Us • l l\ : i •} IVlVi^lo o a u - s . I Î. * UV. ' 1 í ' r * if * -• t ' s* r, 1 • A t . li; i * ' • f CtTTi a oxjv;^^
o-• o veg; me ci v itv. l- ! £i t :co
í r . Viável no T-.-*;- ^ df } • íN r C jT»" s d, í •-•.•sí.v.- •.' Como d î r. c Olivera c q u * L t V i V i i L o
-nha ccj"»ii n rc^lauraçao
3L$Uk1í> NjVO (: a plVA'LL !
evklcnu- c n f:u
>
a e*enih;i i>rir;> vi-c-^over- j nança ivcaui no r.r. Menez^ Pimente^ que tluranle mui^
de clo::e' wmax íru 'íerventeria riíi* íal
modo que c licjr^ como viu pelus mnniícflaçorís pu-blicas contra a su oîciçjo, « m a das figuras mais destít-càdas da politica cearense.
Assim a mola central <íjs ogïtaçûes se obscrvani no Ceara «' a i\-pc-rant;a
quo-rç^misía do que as d^^pciv-s ocasionadas pela* lutas p^ni-darias justifiquem a ditadura
e criem ambiento para o seu resttfoeí e c e n í o.
N o fundo, o objetivo das manobras do sr. Oliveira, ti-tere fiel do sr. Agamencn Magalhães, é criar difictil-díides no presidente Duíra, perturbando o ambiente
na-ciorial coítj vazes conflitos políticos aos quais está alheio,
inteiramenie o pu-bîic'o e que J trfíi K^sntMi-te às esleris paixut-s à?
pos ccbîçosos,
Vê^se por ai que os quinze anos de despotismo com Io-des os maies qufi prôiîu/.îrjm
n a í causaram roorsa á ^eîi-sibilidsde cívica de j!iuito> políticos. As lições dos e m s praticados não serviram f
' r • « O < ; -v C V. \ r r • '.'ü-f- f. ; •. * r* fi - M : S • » r • r- r .'ii.-., •, . » : ! ! i.'A?>r 1 1
^•i-yti iV^ i'Viriir.'Ml» A;^:ÍrídaL ivj^o
i^íi-r : : ; s s i i i t - : i i^íi-r,-: i s j Í ; . u ï ; : f a C iî\ï-: ; á Diviï.ào iLr I^oïnenlo iJro(luv:ão
Ve-' f. a?;ricnUores ïntera;s;ïiloiï iiîï isqui^icao dr-î-vAurvi-i .i^rïc^ia, o« traiores "OLIVEIÎ
jAYlD. retia-; o jjnrr.s r; TjOKII Di^iVíE. nuideîo 3;>i?. pni-• pni-• vC ' cio:; î: ;;tToï- ÍTíiiríon, al<:m cï? 'mar-iiiificSiï tonjiviíoj
(t^ f»^;ifï>. s crrifics pars* r»ü rlucUduí:
Í'1 v^M/i' (Vi 1raí-"»r OLIVER, à dc CrS -Î2.'ï0rj.iï0. Qirai^-ii^
•rïiî î«m\'I ïnacôe:-. sr rifo prostíídíi:.; ]nvi"ínlfi!*c:: i n lv!-|v v.
-•f'K. tia Secretaria Cu Secção de Fomento Agrícola, nesla •'/"l. Fermil ido Co.sta*\
tit' P'oiornio Agrícola, Matal, rr! iTc jiinlio í!í> 1 f»-17 ci:iYC'Camenit.% ^ i'üeiiv^cs
nibnít.^j-nris, a nos^a admiração » li ; il'jjtre da
Con-'ccti'i'tiçar. JVacionsl do
Comar-e i o - : j I o t c i j r tic a 1 i r j n a c ôf. s c.l>e li^i ïï« conduta de sua
vi-'la. pelo extînpio de solidarie-dade humana e pelo sentido de
f-.jndo patriotismo que a ins Dira, transfòrmando-a num estl •nuio ac.í homens publics» de nossa terra. Seguissem as cias ívs con^í^rvaílnra^ o excelente condutor que é v. excia — culto amijíii, conipreensivii, coração abi-rhi amargura:: humanas,
Será de cinco aaos
a ocupação cio
Fiscalizado m toda uma
w- pçruvoir íi .r-uïipï-ï a, ! w. : da
í'c;.-:i r; da proteção d;? is"» teresse« legítimos com a
curie-xin tias.atitudes é um vivo
eff-piniii (If; roopeniçí.o rn tiindeí pfltroníü« do
Cam -remltacio. olMi.vemos, e.iric 'nîiïr^viihoro o^c dr: Ï : ; r
-nmidíi ? t Ít;:>i ^^IJO í<>'í;v-* a:" » i ii Í!';Yí'rr 'i Híj^^h
i-c!o r. fjii "îi: jd';iíis ctitnu;::^ 'i. r: v. r
do-scjiviiîïvxj^ vt L- jT.SÍ^ÍMIO V'.' r j i. ; rf: ^ : 1 o s de í r i d n m v" c ? d • *
-fiarias, pi.-r lodo o Fv/rví l. TC -v> o ;vOi;hn rcvA ::ï?f ru ! c j \M ] f) s .y S íi « g ri ^ A^1 1 ,t c.íru i d:; íVinvrr:^ • Ü . l ií: A í í í'is í>:. : »cr.js < f» Coiviércio c Indtusírja O rtancõ ir-.-Vf i d., FUuiki'd-i
t^Jl.la, u H ;;]<-.- r n ií.''i!í:o da Jv.l.i
i j
j \ iHíUidv iiVün: '.1:; niUhltj . î 0.:iïm;.:*ad:i (.? .in-vim^nto de VaHii ÏÎEHU (pi'ra ns A/'J i mono-;: nl-vrtriiif 2... 219; 'i P.iiHCO Ca* niL-rcio o Induzi ia, 7t.90ä; o T 3 : : j ï\Tijru(':iU m ~ < {> r .i.i • do I^iíaiJo do IíV7!)l ; < i "f!;uteo ind 'xM v < . I ii r r 1 C'. ; d.
Vivímvw îii'/s cuiras F.i^; Sócia:, r : r<\ : f:» - v^lrl:-•">, e íiue Înub^iï'iof; LT 11 : ; : Î > o df> fi»rr) cí'> ; :;;t -h'l). r.j.Víi í c 0;i."if':tY.ii! r lííUtiii'ria la iínmd-.i ^n r.iv-ir do n? ^ " M ? , - ' - !.:n
o; int ího.v:' rf^Ni^td'»:^ f:-JjCí^ j d . » para m.ii'-. e.-.niar cô'.wr-.) ^õ- i r. prime inj de 1'di. âãií corlos
Oll'-'f^ n- ifi iih-í.S VÚ^. lliii- '
I CU (M d'.i ^lÜi.iiflS. J s c íti: u <>•. o in-P; ndo, Poi' íiüi. (r:> -ni ( i)i Hm Ba-. tocb.^ jiosla ; 'marcial « . t fi no - . • - t- íL: :*3! .2 ^: no ° :<•;« Ivm.^; lo do L.^Uido do rvic.li). d,- Sàa Paulo, de n j « í Mi ivarnil rtijí-:, triil'ti'ilieuir-1; r;i dor íío i !píii*i> J'!:>.î;>î! i1 <i de
HO;'- O pi« 1'.^ c l Pw íliI
i i A«1
! i J 4 . J i J ,
V TOQUIO, 30 fUP^ — Duran-te uma reunião de tres hora?; com um Rrupo.dc jornalistas norte-arutírieanoíi, o general Mac Arthur disse que a oeu-, puqiiú di -Tapíio não deverá
durar mais de cinco anotf* mas acrescentou que o Jnpão de-verá sjr ^fiscaliziido*1 c
"su-perintendido11 por toda uma
geração.
;< L-; <i: hV;)^ ji;; di-fVrc]Vi;s h ara menos íorjm ita ^fguiníe properçao: nv
dt •
Aocv :\s:m; a queda loi, nos ru-p 4ÍJ litH.GlO. ferid/'s bancos, do fllVKM
Ríinco Comercial, do IW.W'Ï'{coüící parit rospecílva^ ííe para -ínjlicnções o de J7G.982 para
r-ai'ii IfiS.OOü; no Baruro ihi- icaixas j taní» ikcí' «^it'i puva cmipiruir
a sv. i i_.!'rn dc^íí e sua
rLd: i":|(.:n'í an-J^oa: Aü
pala-vra,-. dij vnaro iiUerpreP* cnm-noíi rm o ^ 1) Kv.a e ei
roKiiíade. Não saberia riizer-vos "roeüte do E^ti-du de São
Pau-qual foi mrdor. Permiti c;ue vi- !lo, de 124.3l$fi para 104.7á3; u^ depósitos.
vamaue emocionado mi vos Xy.rx q - ^ t^^uI,! 1 * i i t •
, . , i no tiãnco cie bao i-auju€ cie} rrata-se
osLíibeíi^PM^n-íestenumhe em duas palavras n n » j ^ « t
^uioliuci-jilu-ííratidão imensa que usta íc.sta para 12S.otQ; no j f0» cuja repuíaçao c
coloca-da vossa sincericoloca-dade, do vosso Banco do Estado de Sfio Pau-|<!a scuijHv acima do qualquer
apreço e do vosso sentimento ]0 ( de G0D.9I5 para 'su:Jjiei!a — "du bancos em
1'ratei-nal desperta em muu co- __ a. wiíi-n * . . - ' -» . A^U UUC SC2 releve ai-. íípiiLa-' suitia^ OUO nan íit'é»iLam
roçyo e no dos que aqui repre n 1 l 11UL btnao
sento: Muito obrigado:'' çons, íi queda u ííernl,
Apíi-O U Ç A M
' Diariamente
Z
-^SS: V •
iiÂÉ^ A iutervenvão do Oriente Me dio terá probabilidades do exi to'muito maiores se o seu prin cipal objetivo, oue é por emação o poder militar america-no diante do podpr soviético» for explicitamente confessado. Os riscos militares e diplomá-ticos não serão maiores qua-com certeza serão menores, o governo mostrar com cla-reza a Moscou, á Europa e ao nosso povo que se trata de uma operação estrategica, cies linatía níio só a deter a e^pan ••'üo do p:>tíc*r fiovieticui ma*; — liíida a provocar a sua r:íia-ção.
Escolhemos a Turquia u a Grécia nao porque ela^
'este-iam especialmente necessitan-do deí nn;J!;o. r.em porrue se-cintilantes exem:-1^;. de de r1- ^ i ^ e das qu?.tro
íiberda-les avias porque são as porta? ' >'áLe:'ic:is do Mar Ns^ro e do -U^Tirvo da União Soviética, ^v^resànda o nosso poder
ponto em que a TJniáo Soviética é mais vulnerável, a
intenção é aliviar a prés-torno de toda a fronte!-! h*e a Europa e a Ásia « ini.úr o domínio dos Sovie^
r.^brr o enro-'TojrtíSf.tdo providonernií pa-rn «é^e^urár-nos o acesso ao Myr Ne^o- nüo estamos ape-: ^ i.yjífí^lnd.o Sfty^ts.ape-: de •
ão Mêdi.l^rsné^ imas
As duas pontas
seu poder militar da Europa. O risco militar de enfrentar diretamente a Rússia com o poder americano é menor do que a alternativa de ter de fa-zer iiiso indiretamente e na de-fensiva. Dado que haja risco dc guerra , «este será maior se as duan potencias agirem por intermedjo de satélites balcâ-nicos do que se elas enfren* tarem j;em intermediarias.
No primeiro caso» a Rússia e a Ai; .:: iea podem
comprome-ter-ísp Jrremediav^mentc? cm í-;i*TÍj?a3 e incidentes provoca-dos nelos sat elite«. O periigo de .£uòrra,.,como disse ainda outro dia o gal. Eisenhov/er ostá em algum estúpido inciden ^e local, que não possa ser rircür^crito. O perigo de que um Tito ou um fascista .
gre-go eomeçe alguma coisa quo só com uma guerra possa ter-minar é muito maior do oue o perigo de que Stalin e Molofov diretamente enfrentados por Truman e Mar^hoH, ifrefirant dHibítfr.damenf«1 a guerra o
um acordo geraL
W A L T E R L I P P M A N N (Cop^fxighi dos D . A . ) que o que ela pode tirar de Europa.
Não resta duvida que ela do minaria a Europa se pudesse, mas com o seu mais urgente e
tesoura
suficientes e nunca mais acaba-rão .Haverá necessidade de muito dinheiro para reconstru-ir a Europaj não só para a for mação de capital como para
ns negócios legítimos e ope-ram na ircgiúo do maior
po-tencial econômico do pais. O periudo ein que essa depres-são esta patenteada è preci-suuicnU' o da recupi v-';~\o
imediato interesse na Europa j a constituição de reservas.
consiste nas reparações e e m j s e dinheiro será bem gasto auxilio para a sua reconstru- uinda que seia considerável
ção. Ela tornará mais rlfíido |a soma ,dew3e que cxisteiú as
o mu domínio sobre a Europa -
-se isso lhe trouxer benefícios materiais; Há motivo para espe rar que esse domínio se afrou-xaria, se isto lhe trouxesse be-neficio imediato.
A Intervenção americana no Oriente Médio 0 um
podero-o m^ipodero-o de ía-:ê-.la afrpodero-ouxar e^ne domínio. E', por assim di-ror.uma dar ;v>ntas da
teso-j-condíções militares e politicas essenciais.
O Exercito Vermelho deverá retirar-se da Europa» salvo no dia respeito ao controle de forcas na Alemanha. A Rússia fcerii de concordar com a des-ei/r.tralizaçào da Alemanha e rom a união econômica do oes lo o do 1 f?sAe da Europa: Ssio é. (y.i governos-situados na orfcl' ia d?. liberi-*.ri:<!o domínio j la russa deverão ter permissão ^Vi^vicò; A cuira ponta é no- para participar de uma união
í uropeia e todos os partidos cc-münistas deverão rocober l i * ' t h ^ d^ v' 1
criarem d f i ct?l d a d o:: a í; i or fj -rito ries^a união.
® i ÉiB- ^^ía Sií: ond! c ói? ílf dfomv r v . cr ^ariamen! .' um plano d
reconstrução economíca euro-peia .quo tfM-ií de ser consídí»-rrt v rO »n í.a n te i' i, • n c ï a d 'ï p i :) o
no;^' $ srlríoF eapltãj. Parn diîier a coisa om termos
ei*-r ^ c,* i 11 ei*-ri v i•; . ei*-r ^ i" á pei*-r e ci so n vhd ei*-r uma .majora rf-:s«jatar a Europa v •lY^c-hi » iivivt r.
estaria ã vista ,as reparações russas poderiam ser .substan-cialmente atendidas muito mais do que de qualquer outra ma neira.
Repitamos, porem, que nada J comercial do café, e dy-disto será possível se não liou- monstra que operações nao ver antes um acordo politico, J/alUiriam 1Kira evitar a
de-isto é. a retirada do Exercito ' , „„ ^ Vermellio e a libertação da P * ^ . esta nao fu.se, Europa Oriental, sob a forma como et o resutta<ttí brits-vo de
de permbsáo aos governos c . u m a politica: a politica de-ordens aos partidos comtinís- ficcionista do Banco do Bra-tas para que facilitem a
Ur;i-ão Europeia, i " , M ^ ^ t
j A inflação a um mal: um Sendo assim, a intervenção loal quê veio dc medo lento, no Oriente Médio é um dos 'ai/ravando-se no curso dos
meios para um fim- E' unm • ó ,c n t e m o n t e
-operacao estrategica para deter i ^ M
e reduzir a expansão militar . p ó « ir iW&apmeccxkúom Ha
rr-h.*^^1", a ííni;:^ ÍUiivpcia c->
K iivnmeníe, ao fi^ da Frßnpii, da AV-^anftr* da Polonia» da Italia e dos
ou-sovieticu. TerA de ser comple-tada por uma hábil operação polMi™ e econômica que
ír»i>p unir-se e n íii
í-xilie financeiramente para oue eia po^sa reerguer-se.
•
Será uma politica de ^ran dos riscos e de preço eleva-"íi, poivtii^ rx:-rá d sl1
\\ c ã o r• 'm . ri a '; • i •5! * • i:' i • •
-fedo.?» T?litigia sr . Se se " i I s v s í - . - X
tanto erro em abrir â inííaçím quanto eui
r:anpo querer e>'aiK*ã-ía ;im p»íp1'- ÖS
ecoiiumis-tïiîî, ept,- i.xy tvstu-main pencil1 <iu n -urn
i^r-jv-'poiUi a mi Vi tus Uf ;jccíOf; r? consequences tin
ru nianiri^tarn-sí« í il.lt Vr -. i r;'t'lilS0 ' îi1
éll-t.v nia: dfiiaçâo
\1 j*». U-.ïu » iwi-r * vi occ b;:Siaîir
{ iiiifiU'if n a S . cil1*
diï ic:np.<j.. o iïetS ^ ^ £
F Â H M A C ï A S D E P L A N T AO Farmácia Monte, a rua João Pessoa — Chiado AHa. Farmacia Navarro, â rua : 1 ...-••• •
Amaro Barreto 1\EX — As
:,VlJni Punhado
com Erroi -Flynn,
bnstocimcnlo.
No LVABS, passou dia 2D, procedente du Buenos Aires O PORTO
LOIDE BRASILEIRO
Sairá de Porto Alegre, nes- ^
tes dias, o cargueiro "Ata- 'com destino a Nova York, laia'\ Em sua linha, escala;à com 1 passageiro em transi-— Alecrim, " cm Pelotas, San .os Salvador to.
111,45 — ;Heej(îe e . N:ital( ísendo sjqui j Para Buenos Aires
transi-de Bravos" í esperado na 2a. qtmena transi-de tou dia 28, o L V X I H , di?
Lon-transito: . s..
jjtJiifï. A vHcHln de regres o d res, conduzindo Hi
passnBci-Rocííé: C l ò y t e ^ ^ Sei 156 (tipo 5) Í5 va. Para ò. Iti6: ^ r ^ i s è ô Al- quilos — Cr$110,Q0; Sértaó vos do N a s ç i m e h t ó ^ A l m i r tipo 4) 15 rjuilos Cr$ 145,00;
. Mata (tipo 5) .15 quilos Cr? 110,00; Mata {tipo 4) 15 qui-los Cr$ 338,00; Caroço do al-godão ~ 15 quilos CrS 15,00: Couros scccs saldados —
qui-lo, CrS 7,00; Couros verdes iíía 1 mnuradcs, qüi lo CrS 4,50,
HORÁRIO DE A V Í Õ L S AKRO GEUAL SItaro da Cesta. 10( passageiros. Do correio deixou.; 18 kgséí levou 25 kgs*
HORÁRIO DOS CAMI-NHÕES MIXTO, da
Agencia Infcrmadorá Potígusr De Natal a For!
PITÇOS: Cr$ cit. 50'/« darumos oporlumimcntc. O ros.
de ubatimento. |"BarbnciMia'\ em principes | No dia 2», vransitou o S. PEDRO — Afs 10,30 — de julho, sai de Porto Aie- L V X G N , de Londres para
«O rompe nuvnns". com Wal- fire. c&câlando cm Pelotas, Buenos Aires, corn 12 pas^a- Quittas c Domingo. De Natal ( ^ baidas p.ra o Rio as teryas
lace Berry c a ? série de "O Rio. Salvador, Rccife e Na- geiros. ~ ' 1
Morcego". U t ]- .Relornarâ daqui ao sul. I Procedente de Buenos
Ai-u Mossoró: QAi-uintas e Domin- Chegadas do Rio aAi-us s-bacios» go. De Natal a Recife: Terça CRUZEIRO DO SUL
s/lTJIS — A's 15.30 e 10.45 Escalas daremos bportuna- 'ros passou dia 28; o L V ^ G P , I feira. Dc Natal" a Campina | Saidas para o sul: segunía.
Chegadas dò suh:" ^ ü ö r ^ ; e sabados, Saidas pahi a -Eu-repa: 'Quintos' e domingos.
4 E R O V I A S B R A S I L
Saidas para o iul: Segun-das c quintas» SalSegun-das para o norte;, Teryas o sábados* "Che? gadas río sul: Terças, e
dos. Chegt-das do norte: t c ßumlag c quintas.
Chegadas do sul: Demingos
sába* • ïienheiïo--Civil-WitsòittjW • dã, do tiadiàret
Souza Marinho,. tia;
José Adelino V n n i ù ^ ^ ' ù î ë c quartas Chegadas do do Colégio
"Lords de Londres'1 com mente,
I O "cnnulte. Rfpper" rhetfa- ßeiros cm transito.
pura Londres, com 11 passa- Grande: Terça feira. De Na- : terça e quinta. Saidas para est. 50';V rã amanha ás 6'horas, vinda S. A. S.
Do SE-BBA, vindo Tyrnne Power,
Preços: CrS tf/W
dc abatimento. 'dc Bolem, sairá á tarde para
CINE P O P U L A R — 10,30 o sul, Traz para nossa prn- de Estocolmo, p:.ra
Montcvi-O seriado 'Talcuo do Duscrío" ça, 700 vnlumus de farinha e deu, duscmburcou aqui, . c A í A
Prer> _ CrS2,40 í moleiras. Aqui receberá 1503 de Dakar - sr. Nils A VLL/V ^ •x.Mmun.i i f„nr.ir,iis»™ Cons^iiudus a J. Lisboa & C P
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Do sul está sendo esperado na 2a. quizena deste m & o
; cargueiro 4TaguassuM>-
Da-qui. rctornaiá ao sal
MOORE MC CORMACK — Dií N. York é esperado cm prjie^jixr, de julho, o mixto Navios a sair do Nova York.
S .irá IjO do cí-ncn'e pa-ia portos br:;s:Jo!roí> o m:xto "Whjtiier Vielory", com gran de carregamento para Natal. O "New R-, Vicíory sairá a
1G dc Jwlho, para portos bra-sileiros. O "Dcvils L. Vitoc-ry" sairá a 30 d? julho, para pertos brasileiros. A 1D de Julho, sairá o mixto MKnox
'VifLory** com Carregamento
"CRUZEIRO DO SUL" Do PP-CCB, que Iransihai, m> dia 30 ílv^ P>t4em para n Ilii>( «k^rnibarc^ram: Dv
lulcza : Hrnry 1í»Híirl Nn-^ueira - * WulTrid Ir:tií;!ins Slandcn — ChesTipiv Mai^ns
- - Carlos Lara Campus • Otiwaldu Alcncastn).
í ) e MofíKoró: Chaves — Eunice Barbosa Chaves, —
Zenice Barbcsa Chaves — Pe-dro Fraiuisco Saics Caval-cante Francíscí» Soutom — Lauro Escossia '— Ana Du-arte Lopes — Juvcnza Cunha
entraram dia 28 a barcaça
,4Jalia' de Fortaleza com
1600 la tus de gasolina — Mestre, Pedro Amaro dos
Santos; .a B.-rcaça "Corina" de Recife com 2500 latas dc mllanuiwi:> — Mcsln- —- Lu'/ Guiizaiía* (li1 Sautaiui; a bar*
caça "/Vivi" lambem dc Ue-cifu ilW trunlíores de
Ln-llainavcis. Mrslre Dauiiírj Inaniu do í\sp;riU> Sanlu; e o lale •'NiiermMt cntriidj de
Paulista, com (>50 sacos de cl* mento — Mestre — Jusé Epi-fânio Dantas.
COTAÇOES
Na semana de 23 a dn junhn, vifioj^arani na praça do
Chegadas du sul: teryaf
quar-ta e sexquar-ta. Chegadas do nor-te: quinta e sexta.
L . A . B.
Segundas
S . A . S. ^ p
Rumo su\: Segundas: Che-gadas -01,00. Saidas, 02,00. Hu mo norte: Quartas; Checa-das, 24,00. SaiCheca-das, 01,00. F " A . M. A .
Kumo sul: sábados ás 24 fcvrj.riiis para n Kio: (fiarias aos dumingu^
AquL cmburcarí,m: Para Rwrite, íjs segu:ntcs co'açGos:
e sabadus. Cliegadas do lUo: terças c sextas,
B. S. A . A .
Chegadas do Terças, quartas, sextas h sábados.
Checadas da Euiv.pa: Quar-tas, quinta,1] r xuh; d-v;.
das paivi n Eump-i: Qu9.r'aí.; para o :n,tl; Qmrhus quiul^v c is.
JHEH1A
liitmn ml; D a:; Vi r iítl. Chegadas ás OLHO a sairias ás 03.00. Rumo nu, te; Dias 5i 15 e 22. Chegadas ás 07.00 c saidas ás 03,30.
K . L . M.
Chegadas da Kun-pn; Quin-tas c sng'Jndíis, S;ndn<5 para o sul: Quintas e segund.s.
nt/ftc: Chegadas aos horas. Saidas ás 24 horas. Chegadas ás i l i i l S I ä ä I Ä m te: Sextas. Saídas para o ratüob apircsiden c ^ . dò
sul: Segundas. moiro c íjem prejui20• de:
funções, examinar oa tos-Leip nsl 633 e 684,
e 11 de fevereiro deste and, rcspcctivamenter expedidos
pela Inleryentoria» e propôr ao Governo umà
reguîamen-íaçao adoptando conveniente mente os seus dispositivos necessidades peculiares Estácio, A referida comisoib dispensará. cspeciûl atençSo aos pontoe qúe tratarem ào ingreeso do professor na cias-cc inicial da carreira, direito Partida- df? Na^il ûr, :c- de efcliv;dadef promoíflcs^
concursoG, zenas para a pn* rjieira nomeação, remoções p tal às terças, g u i l d s g üaba- transferencias rcconhecimeR. Rumo
mexias, ás 22 horas, Saidas aos sabados ás 17 htras.
HORÁRIOS DE TREHS Natal - Angicos
Bundas, c ás horas. Chefifídas a
Na-tat
COMfANHU BRASlUlftA PAM tNCCNtlVAft O DCSEHVOlVtMEN?0 OA ECgPíOMlA
^ SSDE Socmu: BAHIA
CAPITAL REALF2AOO; CR$ 2.000,000,00
LOJA DF 'TECIDOS
Vende->:e "A Iracoma'\ n m us conhecida e nfreguez a
da ]óyo ria citíaue. Pequeno jpara portos brasileiros.
-,siock,\ O1.ima c»pí:rlunidndc A V I A Ç Ã O :
i j para qnum prc^.-nda se colo* | L . A . B.
car no ocmcrcin. A trai ar Do P P ET?C v:ndo cL> Rio dia pi?1o It.-îri'.^K- l;iGlf ou no desembarcaram: de
R<;ri-l'Jtal, á rua Uiir:>tií; Caldas, fc — Severino Manoel der DP.
A M O R T I Z A Ç Ã O
DE
Junho de 1947
W i i ' i i A L uurj-oSEGUNDO
ï'ïjKCIïjlÎfÎO • i . « . < « , , , , t - Q U A R T O Q U I N T O 4**4 » * 0C5G8 17790 078CX 1281S DIOä.V l.'lr - ^ i'i. t îi'c K I* i - • Edifício Lviïe. A disposição da para aîugar quatro con-fortáveis vuius no Io andar.A trilar na casa L^ilc ~ fo-ne 1325.
6 A'-' ti.H-! U\<> C|'.T;;:>Î r-ci f v u ' f ;-t* I» niï'M'iii i t»n r;:>v tîraM'-ii, Tri-VUTi»0.
ViU'-* Alumni {J.'irp-'n, Vi'Ml AÎLfJ
VEKDîvSK r ; 1 * j ? > ' > \\ rrcnn o K;o Lunice Sarm
nicdindo ïb jnc^roi-: poj' Gí> . _ .
1 Morais. De carga de:
fundo, ii Trav. Dr. .Meira e . „ . , Kit«; o i/^iriMi î\fi b f t r? -XV a Tr-Muvm
P;.-;ana/.t'üf K)íí7.
à lluu dos
M A Q U I N A S d- f-rjTv-T d»' 1 ïTr>iii.f; V m - | tïnn-:,e riivrr;>;r; nir»qu;i]('»s fie
•cscrcvï r K^rvin<î»> ,xV> p'-rn treino c'cn!;»^ quetn <phm-ra con';n.-;;r a ensinar Dati-lografia a diversos alunos . Vvt e Lr.Var na R^ia Am a m > B'^reto n° 1221, nos seguin-tes horário.-: Segunda a sex-ta-feira, /»s 7 ii or;: s e nu .sá-bado c oominß«, todo o dia.
Mrranda Veiga, Caio de A-raujo Lima. Ramiro Teixei-ra de C^.rvaîîio Mario MiTeixei-ran- Miran-da, Ageu Garcia da Rocha. A aurenave retornou ao Rio on-tem, levando para Recife — Arnaldo Sarmento de Mo-raes» CrLsnniros Rodrigues Cí^ncirris, Lúcia Cris'ina
•Cb;-lurircs, Nihcií Coelha L"í»1t
];-íikh'J Vanr]»TJcit Knrdío
Sv-rr.íjír"!, Valdcmí^n ÍÀinr, Anîëi)f*r Mcf«i o Rubens da
O ^ a Cambrcu — para rc;6 - - Rulh V. V:3;ira e An-tenor Duarte V:J;:ça — Para
Rio, Eunice Sarmento de xou 181) xgs. e levou 150 kgs:
F A M A
Procedente d^ Bucnns Ai-Vf-:- dia enrn f f ' r: LVXCiF,
j pa^'iï^rirn:^ Sua 1rip!itíH;:*!o
•era rojnposía dc 13 humen:;.
K U Ï Z D A C U N H A M E L O R U A GEL, BONIFACIO, 153 — N A T A L àvJ'Ii'VT.U'A1 • r.'*' »«-.-.-.T. ^W^T^^k' "H*; »"VU rte. * • nriuii'i wh yi
^ ^ D E N T R O DO e J t ^ r PELA c : y VA ,-y .M-r t v "yi1 I-TT a A C A M1X H A O M i U » pa r n Camjvna f S a i r á to-das as Icryas-feiríis para a Cidad» ind^ada o Caminhão •Mixto de Severino Toma*/,
conduz:ndo carj»ns e passagei' rosF A tratar na Agencia
Polj^uar^ Rua Frei Ivligucli-24: Telefone
163S-' >1AQU! NAS Undi^rwood e .íBõyài:. Vfciidfin-se d:verbas -vc/iiSí^iiUias' e ^ v e v r , buas.
.ocasião e tam-ss ' • •Áv ,;
Ksle avião inaugurou a nova linha direta Roma — Bue-nos Aires» cm Naíal, para
a-T A L H A R I M
" R O Y A L "
P r e ç o — C r . $ 7,00o
nacote
D E P O S I T O : \v, DtiqiiP de Cajcsas, 174 F O N E — 1A55souros enterrados- Vor e tra-jar na Agencia Informadora Potiguar, Rua Frei Migueli-nho, 24, Telefone, 1628.
P I A N O
Vende-se um^ aíemao, mar ca ''Beckstein", Tra'ar á Rua
Princesa Isabel, 577.
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„ ^ - l ^
LIIOU A "ISOA" e na« viu o pobtc!?N3n Xiiz rnaí: Gelol tira I^go a dôr. CojiUistVs, bixti^oes, entorses (mau jreito). dori»h reuruiJti-cas c nevral^ireuruiJti-cas. eneonfram pronto
alivio norn fricções de Oelol Após a pratica dos es portas uma íviniun com Gülol estiimilji n circuluvflo o retempera os musculon Sfatiiuidos.
J^REC^ li .filões do lïi.sta huh
caaôa da I d e m ï ï e canos. •;:B de um pr^-:do no comercio pSastïeos Amerí-dn:.: 13 hora?, Nnt«l - Recife
^VJidar de Nflfa] 'crças a sanarlns ás 5,40 Ituras.
Che-gadas a Natal ás segundas e sextas ás 21,25 horas.
Natal - Nova Cruz
Saidas de Nalal iis quartas e quintas ás 15,30 heras. Chegadas a Nalai nos mes* mos dias ás 0.25.
Aulo Motriz £ Baixa Verdo Partidas de Natal ás terças, quintos c gabados ás 17 ho-ras. Chegada* a Natal ás segundas, quartas e sextas ás Ô,25 horas.
Auto Motriz á Ceará-Mirím P. rtidas todos os dias úteis ús 17 horas. Chegadas cm Natal nos mesmos dias ás 8,25 horas.
3ERVIÇOS DE ÔNIBUS lEmp. São Cristóvam) Natal - Recife
Partidas aos domingos i s 5 horas, do escritcrio da Empreza,
> Nova Cru*"'" - ' •- - ^ Saidas ás quartasJ «abados
e domlngus ás 14 horas, do escritorin da Emprega.
Natal • Caicó
Dlariajncnlc. rxcefo an^ <lom:ngMSf âk fí horas. L^eal
de paríirla, Praga Gentil Fer-reira (Alecrim).
OUTRAS EMPREZAS
Para Kao Jnsè de Mipibu', Papari, Ccara-Mir'm c
Maçai-ha» diariamenie, Partidas à Praça Augusto Severo (Ri-beira) .
Natal * Barcelona (caminhos» mixlosj
A'^ terças, quartis, eextas de partida: Ptí-ça Augu to •Severo (U'b.jira),
N^ttríl - S?n'a Cruz (cami-nhaCK miylof;)
Ter ças» qu nia^, sabados o domingos ás 16 horas. Lo:-al •ie partidâ: Praça Augusto Severo (Rabeira).
KORARIO DOS CAMI-NHÕES E M I X T 0 5
Ageticia iníormedoíd Potwusi De Natdl a For'alesa: 'íuinías e domingos. De Na-ial a Macau: Quartas e sa-bados. rio Natal a Recife: Terças, De Natai a Mussaro: Quintas o drnrrngos.
Agencia Siqueira
De Natai a Forlaleza,
^ando por Mossoró: Saidas — Terças e s bados. Chegadas — Quintas c drm:ngcs4
(o de diplomas concedidos por outros Esiados," criação de classe de adjuntos, preferen-cia á nomeação "de
normalis-tas que obtiverem melhor classificação final no Curso, redução parcial na ccn'íigem de licenças comilns no tem-po de seryiço.
A mefma comissSo iricüm-bir^sc-á igualmente de apre-sentar ao- Governo sugestoès para a organização do ensino
profiíísifinal musculino .e íe^ minincj do Estado.
M
A OOR LÔGO pASSé i* • u: k •» «^ w> -y\ " S P A G H E T T I R O Y A L Depositaríns ~ . S O C I L fqni: i»r>; Av .Duque de Caxias - 171
Relato ric da
5%At!antica
$>Pecehcmos. hoje, por • tíle/a de Podrora e Irmãos,
a-tíontos n^stf» E:>t;;driu, d?» cotn-Sfigiiroi* 'Acidentes .do Trafeïho "A t i ^
No dia do riiítem, foram fel-to^( no rerpoclivo cartório, os
seguintes registros civis.
NASCIMENTOS — Maria CJasparma da Costa e Belchior Luis da Costa, filhos de José Lui?: da Costa e de d. Ana Ma-ria da Costa; Mario da Concei-ção Carrillo da Silva» Maria Anísia Camilo da Silva, Valdir Camilo da Silva e Jaci Cami-lo da Silva, filhos de; j^íuiiaa Camilo da: Éâvtt e í ^ p Ô ^ a ^ dn Ferrei ra da SlIVa; lí^miâò Pereira da SllirS
Maria da Silva, filhos de Se-verino Poreira da Silva c de d. Eva Maria da Silva; Sev*. r»2io Poreira de Melo, filho de Joana Pereira do Melo;
DUanV-CC Elitista. filh3 dí Mana Martins Batista; Jo^é do Froitris r^clo .filho dc Ave-lino dc Freiff-»s c de Gardda de Freitas: Miriam Manro de Oliveira, filha dc EaJtazat; Dííi5 de Oliveira e de d.
Francisca:.-Manso do Oliveira; Antonin Monteiro da Silva, filha de A* Ji\\\o Nuucfl Monteiro e. de d. Maria das Graças da Silva; CL ^cro Domingos da Silva, filho Eudócia Maria da Concei-t o ; Va ide Concei-tíi Mussi 85 e olJv3,
nilia de Fedro Firmino úa SM-va r ríc d. Luba Firmino
Marl«nf> Menezes Goinr"*, d" Pr»imundo Gome:- dr 01iv<*i.';i c d? d. Francisca
nc/.es Gmiv*i; t*"ranrir-co Criso^-:cmo dc Oliveira, fl'lio dr Sf:-íjrutlãu Antero áe Oliveira n de d. AnWinia CrisotítoTT*o d<;
Mondes. C^ün Varconccloõ d«? Lucena, filha de Nestor Cor-deiro do Lucena e de d Jaxi:
tiíi V»TCPncelor» de L u c ? « :
Jvõo .Dízerra d^ Cuuh5,;filho ••
dc Eli?á Bererra da Cunha & dri d. r»lindina Freire da
C-i-ntia; Eu^f.uío Antonio E
fiih-i de Paulo Beierra í f do d, lfiavle Alvesi Bezérra; e Maria dr? Lourdes Olivélira,
ft-iln Nazareno Onofre i Oliveira r dc d. Otindina Néri
ao OHvH»'a,
O DITOS — Manoel Atidié Francirco tilho ti« Aiitiié Fran-J cifieo do níi^lmento e de-d VI-Inliiin d i -•'Terí?? | ÍAiirciMi«!?, fiS1i3 de Leandro José Fet rcint e de d. Maria Laurentín?" tio Ní*Fchnenio; M^- ; ria Fríinctsea da Conceição, fí« íha uo Manoel Oit\ú e dc d- > Mrria Frniiclsca da Còwéetçâ«:-.í Sebnsünna Lopes de Spiiiia. ti* lha dc Maria Tve^e Tio-drtciic.H .Diiron, filha
Jírídrieueíí Dür^ii e de d ^^Ha do Araujo Korlríswa:
cn Símdnvnf A n d r a ^ -^feií ; írinetr norhn*^ dr Mo^^-s/ííS;' ri. An}ã!í Avr-Tí-vi íírfrji.níno • feiíf
d v • > J » f f I ^. • n^l.íí.r •'áftpill " " " " " ' " « l ã *
^ ï ^ m ^ i i è l f e ^ ï i r i î i i i l î n a " pàs&ou & -.v" : • • S. V.
Ü I I
I S l l í ^ è i ^ d d ^ os homem de l ^ â ^ l ^ U t l c ^ efctávam apre, ro&ifcfcro a ccwíimu-do - xe^írne, Tobias - jjjte' ' ^ ô g r a í l a do Aicncu^ ; juurf to alerta% parad í ^ impulso á pro-^tógiiiida republicana cro Iricsta íerra* Depois da * cíimpaüh® - abolicionista, * c h « v a que o problema y.V^'.^ .. .
economico q politico do pASs se iarn»va~ íorie e
exi-gia governo esclarecido. O iermrno da escravatura \criara questões graves e
âiffréis, A propaganda no já s » acentuava o, até, vencia eleições. . %
i l i a 1 9 de julho de 1889 surgia a " A Republica", se-. manario^ fundado por Po-.ãro Velho, orgão do
Parti-do Republicano Parti-do Rio Grande do Norte, previsto .Àos esiaíutõs dosle.
Nasce-* Nasce-* < f e um movimcnlo na-tintai ou anti-znonarquico, pata combater "conira a
•
rrompida e cor-Quatro nomes principais haviam auxilia* ,áo Pedro Velho na
funda-0 o do jorn&l: João Avelz-jbp, Fabrício Çomes Pedro-ni/ José Leão Ferreira Sou* l o é Daniel Pedro Ferro
Cardoso. Hão me consia qu* algum deles lenha no* .na nas zuas da cidade • Me.
u s depois í o i a alavanca íjue f a c a o partido ganhar lis eleições na província*
£ m fevereiro de 3897 era ifolba dOTia. Depois da , itíieda da monarquia, " A
a
^ ^ ^ j í i c í a l é o governo, seus atos 9 de
Cinquenta . o oito ano->pÓ3 ter sido " A
ItepübJJ-cã" " o maior o o mais rico rc^Mísíi^rio de inferma^ots
o dtocumcnlos sobre a
isriá «oliiicafdo nossa tev-í ra'^ no tcííiemuülio de Ta-vares do Lira, 'pela primei-rá ves em I5b larga per io* do a data do li òje Ar aiu cor -Té cm silericio. D g i x i i w l o de existir, ptr um t apvi-cho do» acoiitecbueiiiDs, não deixa üc viver, na me-m o r i a d o s norr? -ri^ron-dénscsj cm cujas mãos íoi tradicionalmente - o grêmio jcrnaV poliiico do Esiad^ & sua hieioría gravada da3 fazes paipiíanies do nosso
de senvolvimenlo coi etivo. Ela leve íudo^ como
escre-O t i i c l h escre-O E ' a r t i g o j á , à à m ^ í È n i ^ c á m c í c r l s í i c a s : J O À<' • " í i i t s t S í ^ a o i „ • v a d e r e n c i a 4 0 % á c a u m e n t o í i s d a s c o r r e i a s t r a t a d a s c o m O L I H U . d a s m e s n ^ d . n d o « m , c 3 « p . a . . « a -c ^ e í l e x i ^ S d a d e , d e v i d o a o a r a > U -c -c í , -c « e W ^ ^ L a c , p e r ^ m c c e m ï r c s c , , e v . t a ^ o d c ^ s i c P C o í ^ S B U I D O R E S E X C L U S I V O S R A ^ O E S T A D O :
uiéroio, que t'eeebe a influen-cio ímpusli»« .-.aOj •:»•«<!jio batitiàrio. Atlmifcã-Stíi n.u.o essas ' rosíri<;«e:». t«:hh-:>»v;
üiiir» iiet:c:;.:;árjííô o
tiom-b;>ic inllaçrio, tm pariu vu-liitiva üo crcíüf.i). JíavcriiiDr
Cfiinlifioivjíla:» y tut-r tut-r R t i a D r . B a r s í a v - I ^ í Jil. .fim um I & 11 1 » • 4 m t ô ^ i p a r a J U N H O v ^ N s i t a í - - R . O . N . ! d i
c; o s
t*t
*veü liguem que não
nou3 " o netigo sonante e
íiouírm3rioF o suello nítido
e simpícs3 a mofina irri*
ianie p&la continuidade^ a secção do crilica, de ane-dci3, de vulgarisacão, Te-ve humor, lovcsa, ironia, ataque, -violência^ gra^a?
pancada -de machado, de facape e risco leve de ílo-rete", além do quanto íe2 pela nossa cultura intelec-tual . Asrfra coroo ninguém esquece a figura máscula de P^dro Velho, fundador da " A Republica", irradzan~ ief ccxno do
inicli-gcncia, de simpatia c de bondado, no julgamenío cTe
Tavares de Liray D que
"afirmou a sua individua-lidade, como acentuou Al-cindo Guanabara, em ho-menagem pestuma» por virtudes imortais".
D A N I L O ANIVERSÁRIOS
HOJE : Senhores
Antonio Faraohe*
corocr-^ corocr-^ j J i a ' e t r t î g c corocr-^ : ; ^ i : ! - ^'jff d o m'a i o r/: I
> atuatndcdo ! COMPRE SEU UfMFURj
HOJE WESí^P ! € " Mi I » B v t £ Costa só Ç t Ç ^ O O J
!
A R A M E F A R P A D O G A L V A N I Z A D O D E S U P E R I O R O U / U J O A O E E P K L Ó / V I E N O R P R E Ç O V H N I 3 E ; A Ï : a lyÎiLk'limus & ua.
R U A V & M l m ? O U E L I N M O , 29 T E L E F O N E — 1 1 3 3 N A T A L — 11, O . D O N O R T E Ï » i li--.. í ciunte 11'jsUi caniial v vrL-^n i furuionario Ai\ Fís-!drJ tle^Uque uí;;; uck-i^jh meios tc:ü# m.^ía cauituJ «
esportivo?. Moisés Mtu^ouiy,
Tcoijonen Cuini^rriic, jc^Mi^a d<i J^r^o Jíx-aríKlci funi'îMViiio íiíJ
D R . M A N O E L V I T O R I N O
Do^nras do sistema urinário (Ambos «a seixos)
Doenças do sistema gcniial íAmhus os
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friio, r li i tuai:; LIO • ^'.•mo'tïiîUa i;nvci'íin o mes mo . r^;oLXî^rï cin^çiiJiOjentro fjla:; í^j public-.' v AíikIÜ. iu»/ flcv^j.iími'•;
œti-"-u tti'it-u {íJüàuiiido bvo a «ria^àu r a circularão'
4
incute um ilcj; nu.'Üvos çriüv rcoiHJinka.
\>v
crùd:
O Bancvv do Bt o m ^ n c i f j .
por.-iw- pí^lo mecanismo-' c h á l S ^ U fja J j l criva ptcvía,.. ciüê#||||
ou"tolhes 'nperaffoèà f-'iîriii^rio, g pela
còsiiunkoria, w m juroW'"" uiiíSi tjorcrnliigHau. das
-I s a i a s i-IciJoailadQ'; nos - b i t t ^ ï f Já parooe tionvcniênfâ^fi un.niiif.ra igufl-- .íjrvUíiunai
da
osiia .pblítÍM;i||| a Uca de fato a infíai;âp
'.^lâ :;ondt) n in^hmnenfo ^ Podi: 1'xi^i.ir a infIai;:ío no j oal aslruiicn rio penas ü
credito^ potem nem todo cm-} cMiJdad^s -jdíiííí graves.
í «! 1 H o j e e a s n a ï ï j l ? i » e t n s n a t h i é c ï ' y r o s i c P o v / c r ï:r c t k î î \ î B a r í h o h ) n i c u M ; i « l a 3 c . í . u e C a r o l i e m . L O V D S O H L O N D F 9 Ë S A I i í s í o r i a í í c u m a n w r q u e n b a l o « u m
império inteiro!
I V o c l u c a0 T 7 O X S A B A D O O c n c 1 ' i c r n c y — T i r ó í i c Í33 P o w e r c m •íMM • -X-"s^y. m-MIll
>iewini 1provedor cia Irm:iU(î:i(l:.' d^s j^c M'emioí-xí;
PoíKoíí. (Tribunal di; *Jusí.i<;a ^ Senhoras
Ana Vaiaúa Ciiclo^o,
:;a (io w, Guilherme Cnvún^i
I\Iarcío, füho ::.r.
iCoïîiiiraa rïnt 5'1 p ^ - )
NAO KSPKK1Í hOFítv:i; » K p i o n i t f t f A ifcA!ÍA 13SAK VORIiAN*S.
1W15 PASTA I OKIÏ\N\S li KVITE A r i o i t u £ i \ (jj Nii« rwnlrt niníí» f^uo
tn (Irnïifrii'MH roinuti» c a « t « n i o v e i s C H R I S L H R c M O V m \ r e c e b e r a m d i r e t a m e n t e . - d o s F a b r i c a n t e s , m P r a ç a A ï i g a î s i o S e v e r o , 2 5 2 F O N E : 1 0 0 2 . — R I B E I R A m sN ~ N \ O U S N A D O " R i o G r a n d e E x c e l c n í c p n r í i C o c k t a i l s Ci l N Y O R K " R i o G r a n d e 1 ' F o r m u l a i i i g í c z a d e f a m a m u n d i a l V I N H O D E J U R U B Ê B Â " R i o G r a n d e " O á v i : .rô r , Í O r ç a e c o r a g e m V 1 N 11 O D E J A K O T I C A B A " R i o G r a n d e " P r o d u t o r e g i o n a l — O r g u l h o d a i n d u s t r i a n o r d e s t i n a V 1 N M O D H C A J Ú " R i o G r a i r á e " I i i e y u a i a v e l n o s a b e r A g . C v m . F I N O C M A M P A G N E " R s o G r a n d e " -J Y o p r i o p a r a g r o g s A g . C o í í í p . A L C À T R Ã O ^ R i o C i r a n d e " P o d e r o s o d e s i n í e í a n t e d í . 3 v i a s r e s p i r a t ó r i a : - : . A g . C o s n p . Z I M B R O " R i o tirande" " A p e r e l i v o d a s p e s s o a s d e b o m v ; o s t o B A T E * B A T E " R i o G r a n d e " S u b s t i t u e , c o m v a n t a g e m , q i u u l q u c r l i c o r s ••S mm i p l i i i