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Aceleração do processo de aprendizagem em estudos sociais.

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Academic year: 2021

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PEHSAMENTO

"Na predestinagao historiea da terra, os caralnhos da educacao, a ascencao de geracoes a irradlar cultura. 3? a Juventude do nosso tempo na dimensao do seu futuro. Mlsturam-se emocSes a r esponsabilidades. Agora urn noro 1 estfmulo nas atividades do espfrito a da inteligencia, 1 Horizontes 3a rgos e amplas perspectivas."

(2)

AGRADECIMENTOS t V

A DEUS

Senhorl agradeco por esta vitoria, hoje conseguida: pela mlnha saude, pelo teto qua me abriga, pelo sol quente que clareia meus dlas, pela tua mao qua gul meus passos. Tu do a facil quando tamos conflanca em vos*

Mas da-me Senhori A coragem de estar sempre pronto a servir aos que me ceroam e ma buscam, a fazer por eles se possfvel, mals do que e preciso; a coragem de nada tamer*

Easina-me a ser humilde a vos oferecer minhas vito-rlas e decepcoes.

Senhori Da-me a coragem de lutar, lutar, lutar por amor a v o s .

DALVACIR

"Aos nossos p a i s , mestres, irmaos e benfeitores ex-pressamos a nossa imorredoura gratidao por tudo o que por 1 nos fizaram a fim de que tivessemos v i d a , estfmulos e meios para o desenvolvlmento e assim pudessemos alcancar os triun f o s , alegrlas e esperancas que estamos experimentando nesta dia inolvidavel de nossa existencia".

(3)

D E D I C A T G R I A S

Ameu espoao e filhos:

"Que nos momentos de luta souberam me acolher, trazendo sempre consigo uma mensagem de coragem, a 1 1 qual pmdesse enfrentar os meus caminhos, a seguir."

A meu pal e av©

"Que gostaria de ©star comigo, esta ausente. ^fas a lembranca da sua presenga, o som da sua T O Z , sopram suaves em nossa nemoria, num triste mur-murio de lamcnto e saudade.

Eles se for am num adeus eterno: mas esta aqui Lembrado, presente, eterno.

(4)

& D I G E I - A P R E S E N T A Q S O H I - O B J E T I V O GERAL I I I - DESENVGLVIMENTO IV- CONCLUSjO • CRfTICA . A P R E C I A Q S O F I N A L . S U G E S T X O V- B I B L I O G R A F I A V I - ANEXOSi

01- DIAGNOSE DA ESCOLA E COMUNIDADE 02- M A T R I Z A ANALfalCA

03- P R O J E T O

Ofe* MATERIAL DA REUNlSO PEDAG6GICA

05- ATIVIDADES REALIZADAS EM SALA DE AULA 06- MATERIAL D I D A T I C O 07- ORGANOGRAMA 08- DOAQAO DE M E D I C A M E N T OS

09-

P O R T A R I A DE AVALlAgSO 10- FICHA DE ?LAlfcl/lmiN'tO 1 1 - MINIATURA D E CARTAZES . 12- FICHA DE FHEQUENCIA VII- ASSHIATIJRA DO ESTAGlXRIO VIII- VISTOSi

» COORDENADOR DO C U R S O • COORDENADORA DO ESTAGIO . E Q U I P E DE COORDENAQlO

IX- C O N C E I T O GERAL DO ESTAGIO 1C G R A U . INSTITUigSO

. E S T A G I X R I O

• C O O R D E N A G S O DO E S T A G I O . T O T A L G E R A L D E P O N T O S • MfolA GERAL

(5)

I

-Dau-se infcio no dia 23 da a-gosto da 1983 as 13:00hs. na UFP3 Campus V , as o r i e n t a t e s para o Estagio Supervi sionado de Supervisao Escolar. Com essas orientacoes que se seguiram recebemos 1 instrueoes para atuarmos nas escolas.

(6)
(7)

i n * m m s M m m

Por determinacao da Coordenagao do Estagio, no dia p r l m l ro de sotembro tlvemos a aportunidad? de visltar a Eaoola Estadual de 1° Grau Comandante Vital 9 a fin de desenvolver nossa a atividades Jun-tamente com o pessoal envoivido na escola.

0 nosso primeiro contato foi oom os professores, diretor a fuacionarios, para esclareear © nosso ©bjetivo. A seguir partiaos • para elaboracao da diagnose da escola c depols da conunldade.

A referIda escola esta situada na avenlda Comandante VI -tal no bairro Saa*a Ceciliaf looal raaito acidentado devido a via as -faltioa. Sera predio nao e proprio, sendo cedido pelo rauniclpio. Sena compar timentos sao apertados, existiado a necessidade da ser mais am-p l o s , am-possuindo 3 salas da a u l a s , funcionando am-pela manha

alfabetlsa-c £ o , 2ft aerie a h* serie, enquanto qua no horario da tarda sao duas • da is serie e uaa 3* serio. Existe urn total da 160 alunos. Tam tuna sa, la da direcao qua ftusoiona tambem como sacra tar i af 2 banheiroa,

cozi-iha, almoxarifado, urn patio ao ar livre*

Quanto ao moblllarlo a escola esta mais o* me nos bem aqaj, pada a tudo sa encontra am bom esta do do conservagao* Em sa tratando

da diagnose da conunidade no que diz respelto a hospitals, centre de saude a t ot o bairro esta bem assistido. Todos all existentes, lutaa 1 oom muita forca de vontade para sobreviverem.

Tlvemos a oportunidade da tracarmos na oartoliaa o orgaaf grama da ascola, onde fioou axposto na parade*

Paxticlpomos da Seiaana da Patria, apresentando o advogado Jose Leite qua proferiu ura debate sobre a Indepondeneia do Bras11.

Em vlrtude do recesso acontecido na Universidade durante os dias 08 da setembro a 18 de outubro, so retornamos a escola no dia

2*f, oade prossaguimos com algumas coloea^oes que fa I tar an sobre a dia gnose. E em seguida a confeocao da eartasas alertando os alunos para conservacao da ascola e respalto para oom os outros* Logo depois tiv$ nos a oportunldade de podernos organlzar a biblioteoa, pole a mesma 1

se enoontrava toda deaorganizada.

Na segunda semana de novembro, procuramos fazar juntanen* te com os professores e supervisor da ascola maa raunlao pedagogical a qual dia infcio apresantamos a pauta de raunlao mostrando os objetl-vosfqque foramt disoutlr a funcao do estagiario na ascola} colher su& sfdlos qua possam ser obstaoulos para o desenvolvimento do processo 1 ensiao-aprendizagein a facllitar e antrosamgnto dire tor, supervisro, 1 professor e estaglarias. As itlvidados realizadas foraa as saguintest

(8)

apresentagao de uma tecnica cujo noma e trooa de urn segredo; l e i t » T C~r^ discussao do texto "Pegadas na Areia,,j distribuigao de questioriario 5 a *

vallagao e o encerramento. A

Dando continaidade fizemos urn qmestlonamento sobre o resul-tado do questionari© apresenresul-tado na reunlao pedagogica para darmos in£ cio a elaboracao da matriz anal£tica, a qual eonclufmos em tres dias.

No dia Ik de novembro foi feita uma entrevista sobre a Pro-clamagao da Republica, onde o entrevlstado foi Francisco Pereira, vice diretor do Colegio Comercial. Ainda no mes de novembro tivemos uma con versa informal com a diretora do 9C CREC com o objetivo de oonseguir 1 benef£eios para a escola. Nesse sentido nao consegolraos realizar o que

q u e r f a K O s .

Baseadas na matriz analftica demos iafcio a montagem do pro. Jeto, onde trabalhaaos com urn professor da is serie na aoeleracao do 1

p r o e e s s o de aprendizagem em Estudos Soolais. Subsidiaaos com uma apos-tila a qual discutiaos em grupo a sua validade e a necessidade de uti-lizacao da mesma. Confeocionamos alguns materials dldatlcos, tals como arvore genealogica, globo ma d o , linfea de tempo, urn dia na vida de u m a crianga, dias da semana, avallagao e fizemos a explanagao de tudo. E s se material so sera utilizado em 198*f, porque sua confecgao foi no f i -nal do por£odo.

No final do nosso estaglo, conseguimos com ajuda de uma s u -pervisor* do 9° Nucleo e alguns professores * isedleazaer.tos de primeiros

socorros e outros. Com estes medieamantos formamos uma mini f a r m a d a 1 que servira para aju&ar as pessoas envolvidas na escola.

0 planejamento dessas atividades era feito todos os meses e elas for am executadas com bastante dinamlsmo. Alem dessas-surgiram ou-t r a s , dependendo das necessldades q le por acaso veio surgir, como por exemplot atividades era claase, apresentagao de tecnicas em sala de a u -l a , debate sobre saude com confecgao de cartazes, e t c .

(9)

IV- CCTTCLUSlQ

Apos o Estagio Supervisionado, conclu£mos que a funeao do educador exlge nao so conteudo, mas sera vocagao e amor* Como ' futuras supervisoras, devemos lerar ao conhecimento dos professo r e s , que a edueacao dere ser ativa, usando o metodo do dialogo M er£tico e que conride a cr£tica, modificando o conteudo dos pro-gramas que sao enviados as nossas escolas.

Acredltamos que teremos de come^armos una luta inovada ra em que mobilize to da coraunidade, principalmente administradorei •scolares e professores, para que haja urn ensino globalizado e pa ra que isso acontega realmente c preclso que traye uma luta em 1 1 prol de uma inoracao*

(10)

Seatimos a necessidade de existir mais entrosamento en tre diretor e professores, pois assim havera urn melhor relaclona sento e o trabalho se tornara bem melhor e mais proveitoso.

0 estagio e muito valido e necessario nao so para nos supervisoras, mas tambem para todos os cursos proftssionalizantes porque e uma mansIra £ 3 cada urn colocar em pratica aqoilo que r s -cebeu na teoria. Tambem e ria meie do estagiario adquirir experien. c i a s , saber seus pontos positives e negatives, procurando corrigi los antes do lngressar na vlda profissional.

Que os supervisores procurem orientar e incentivar os professores de Estudos Sociais para desenvolver urn ensino globaij

zado. Devendo na is serie o conteudo ser centralizado no presents ou seja, nas coisas que estao acontecendo no seu ambiente. Mos% 9 trar que essas orlan$as,devem ter urn estudo feito atraves de con* versas informais, uso de cartazes, transmissao de reeados, traba-lhos em grupo, etc*

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V- BIBLIOGRAFIA:

01- ARA&TO, Maria Yvone Atalecio - Meninos Travesses - Editora Vig£lia - Belo Horizonte - MG - 1969

02- APOSTILA, Coleta de autores diversos

03 APOSTILA, Coleta de autores diversos -Estudos

(12)

IT

1

X 0

(13)
(14)

1

S U K S R I O

I* IHTROWJgXO II- DADOS GERAIS

1- NOME

2 - LOCALIZAQJO 3 - C U R S O S E T U R N O S

III- ORGANOGRAMA DA E S C O L A

IV- CONDIQlO DO PR&DIO QUANTO Ai 1* SEGURAN5A

2- ACESSO

3 - ACEQUABILIDADE DAS CGNDigBES G E O G R X F I C A S

h- AREA B HELAQXO D E E S P A Q O Q U E D I S P O E A E S C G & A

5- TERRENO QUE DISPCE A ESCOLA PARA UTILIZAgXO IMEDIATA v- M O B I L I X R I O E BQUIPAMENTO ESCOLARl

1* DISPONIBILIDAIE

2 - ESTADO D E CONSERVA$XO

V I - SERVigOS OFERECIDOS PELA ESCOLAt 1- B2BLIOTECA

2 - SEHVigO DE SUPERVISE 3 - COZIHHA

VII- POPDXAgSO ESCQLAH

1- NuMEROS DE A L U N O S POR T U R N O

2 - ORIGEMt R U R A L , S E M I- R U R A L , UHBANA

3 - CARACTERlsTICAS S6CI0-EC0N0MICA -CULTURAIS 3.1- OCUPAgXO DOS PAIS

3 . 2 - RENDA FAMILIAR

3 . 3 - GRAU DE INSTRUglO DOS PAIS 3.*f- DADOS RELATIVOS A SA#DE 3*5- CONSTITUigSO DAS F A M & I A S

VIII- CORPO D O C E M E 1- NOME

2- FORMAgSO E EXPER1J?NCIA 3 - SITUAgXO FUNCIONAL

k- ASPIRAgOES E PLANOS FUTUROS

5- H A B I L I D A D E ESPECtFICAS DO PROFESSOR

ix- P E S S O A L NXO D O C E N T E , A P O I O P B D A G 6 G I C O ADMINISTRATIVO 1- NOME

2- FORMAgSO 3- EXPERIENCIA

(15)

ASPIRAQSO E PLANOS FUTUROS 5- SITUASXO FUNCIONAL

X- AUTO-AVAL IAQXO DOS PART IC IP ANTES DO PROCESSO ENS INO-APRENDIZ AGEM t 1- RENDIMENTC ESCOLAR

2 - fNDICE DO APROVBITAMERTO DOS DIVERS OS COMPONENTES CURRICULARES 3 - PERCENTUAL MSDIO (GLOBAL E POR S&tlE) DEt

3.1- F R E Q U E N C I A 3 . 2 - BVASlO

3 . 3 - APROVAgXO E REPROVAQXO

3 . ^ I D A D E CRONOL<50ICA M!?DlA POR S^RXE ESCOLAR X I - DIAGNOSE DA COHUNIDADE

(16)

1

i-mTRODU$[o

A Escola de lfi gram Comandante V i t a l , esta situa

dante Vital Rolim, S/H- Cajaseiraa-Fb. Suas salas sao equipadas com al$ nos Aos balrros clrcunvlzlnhos na falxa de 95$, isto e , da zona urbana e % vindo da zona rural*

Esta escola foi erlada em 1928 pela Prefeltura Municipal de Cajazelras passande a pertencer ao Estado com onoae Escolas Reunidas C o -mandante Vital pelo Decreto n»1229 em 26/09/1957*

0 Deere to n» 8.961* de 12/03/1981 flxa os eriterlos para a d a s -slficacao das tfnidades de Enslno da Reds Oficial, elas3ifieaad© esta Eft cola em Padrao A-l que mini3tra o enslno de I I a serie passando a 9 9 ser denomlnada de de Escola Esta dual de 1& Gran Comandante V i t a l , tam-bem o A&ministrador Escolar desta Escola para o sfmbolo A - l . Logo que a Escola passou a Estadual, todo seu corpo deeente e administrative foi 9 constltuido por funcionarlos pertencentes a Rede Estadual.

A Escola tern este noma em homenagem ao llustre "Comandante V I -tal grande homem'*.

Dados biograficos do "Comandante V i t a l " .

Vital de Sousa Rolim (Comandante Vital) era filfeo de Joaquim 9 9 ioncalves da Costa e Antonla Teresa de Jesus} era net® de Vital de S o u -sa Rolim e Ana Pranelsca de Albuquerque (Mae A n i n h a ) .

lasceu em Cajazeiras em 1829 e falecem a ?h da abril de 1915* 1

Casade com sua prima Viteria da Sousa Rolim, fllha qua era do tenemte 9 Sabine de Sousa Ceelho (atrafdo a Cajaseiras por sou pare te Vital de 9 Sousa Rolim, ji casade com Ana Pranelsca de Albuquerque - ( Mae Aninha) a da Maria Florencia das Virgens ( fllha de Vital de Sousa Rolim a sua mulher Ana Francisca da Albuquerque).

A famflia Rolim, nos prime ires anos de si a atividade poiftica, teve como umade suas flguras mats expressive o Comandante V i t a l , cuja 9 vlda polftica-publica encheu, durante mais de meio sacule, as paginas 9 da historla de Cajazairas.•.

Cresceu assistinde o desenvolvimento de sua terra, acompaahande o seu progress© com aqusle desvele que oaracterlzeu a agao dos primei-ros Rollas.

Com a criacao do Municfpio em 186^(1863, na xealidade) foi a 9 9 ele que coube organlzar a daccao liberal de Cajazelras. Ja era ele e 1 9 noaso Julz de Pas e continuou como suplente de Juls Municipal constan

-temente em exercico. Nao teve mais a preocupacao de exercer outra foacS gao. Apaaas a polltiea e fasclaava. Gostava de ser ver cercado da const

deragae. de sous correligionarios.

E m 1881 e Imperador nomala-e "Teaente-Coronal oomandano 31° Ba-talhae de Xnfantarla da Guarda Nacional.

(17)

1

1- N O M E : Eseola Estadaal de 10 urau Ceuanc^.-lo

LOCALXSACjSot M » Coanaiaite Vital Holla n/S C a i a i ^ a > % » [ 3 - mmm 1 TOWOSi It face de 1© graii, Amelonando o« taraoo

pela ssks-toS. % t&r*e»

DIHE-gSo ADMINISTRATIVO A U X . DE SERVI-t gOS GERAIS

DXRsgXo

SEEVigO DE APQIQ S E C R B T A B I A CORPO DOCEHTE SUFEHVISAO ESCC&AK i — L. > I I I I I I I .* I

(18)

1

I V - C O N D I C C B S DO PHEDIO ESCOLAR QUANTO At

1- SEGURANQAt b o a , dispondo de gurda responsavel pela segaransa da escola.

2- ACESSOt a escola esta situada no bairro Santa Cefiflia, ficando em uma esquina, tendo ao seu lado esquerdo uma reside^ c i a , em f rente passa a via asfaltica e por tras a A A B B 3 - ADEQUABILIDADE DAS C O N D U C E S G E O G R A F I C A S i a escola esta com o

seu predlo em boas coadicoes ffslcas, so que o espago onde a diretora trabalha e onde os professores se r Q u -a e s e r-auito -apert-ado. Qu-anto -a loc-aliz-ac-ao e multo -aei dentada, devido o asfalto existente em frente, nao exi tindo nenhuma slnalizagao.

AREA E R E L A Q S O D E E S P A Q O Q U E D I S P S E A E S C O L A t existe espago pa ra reoreacao medinde aproxlmadameute 30a de largura e *+8 de comprimento.

5- TERRETTO QUE DISPQE A ESCOLA PARA UTILIZAgXO ZMBDlATAt existe 1 espago a disponibilidade de qualquer atividade a execu, tar. V - MOBILIARIO E E O U I P A M E N T O E S C O L A R 1- DISPONIBILIDADE! 1- Bureau 2 Armarlo 6 Estantes 2 Ajrquiros 16 aarteiras duplas

3 cadeiras cedidad pelo municfpio 5*f earteiras individuals

2 quadros de autoridades

2- E S T ADO DE CGRSERVAQXO: o material acima descrixcinado sao utili sados e bem conservedos.

H e SERVICOS OFURKCIDOS PEL.". E S C O L A I

1- BIBLIOTECA: dispoes de varlos livros os quals em sua maioria s sao livros qua vamp para eacola oferocer aos alunos. Tea alguns livros da c o n t o 3 , estoria, revistasf livro iiid-viices e t c .

(19)

1

Para pesqulsa dos alunos, alas utilises a biblioteoa munie: assa lhes ofereeem sals subsidies nos varied©s assuntos.

2- SFRVICO DE SUFEHVISXO: axis to na ascola uma s u p e r v i s o r y a qual desenvolve seus trabalhos da segulnte maneiras no 1 v

infcio do ano letlve existe dole dias para urn plane-jamento global e so fual e felt© tambem una reflexa© por cada professor • Depols de come gar as aulas* na ' prime Ira semana ha urn taste de sondagem eom os alunos a flm da medlr e eoaheclmento, para que o conteudo '8 atenda a sua necessidade* Dai segue os pianos da cure se quinsenal e oom is to sera tirade as difiouldades e algo mais,

Agora quanto a aprendizagomtse fazendo o possfvel* dentre das limltagoea e dapendando da aaeessldade dos alunos, Mesmo as aim a aprendlzagem nao a mil to boa*

Em se tratando ia difiouldades a malor que sa en-contra sao nas leituras c em Estudos Socials*

CQZJNHAt na eozinha tarn a distrlbuigao da meranda pela merendaIra • nos dels turnoss manna e tarde* Nela eontem 122 eo-< p o s , 108 p r a t o s , 99 colheres* 3 ealderoes 2 baelas*'

1 ehalelra, 2 filtros e 2 mesas para os mesmos*

1 - WuMEROS DE ALUNOS POR TURNOS E S^RIE

TURNO S & O E H » 0 3 ALUNOS

MANHX ALFAHBTIZACXO

28

If me

28

H

•*

20 TARDE 29 | ia 29 it

32

GRIGBMs fas parte da eseola os 9% prevanlente da soma urbane e % da zona rural*

3- CARACTERisTIC A S&IO-ECOR^ICA-CULTURAIS l

3*1 -OCUPA?Xo DOS PAXSiTariadast agricultores (dlaristas)tlavadel

r a s , domastlcasytombadoras etc*

3*2- RENDA FAMILIAR: $ a male baixa possfval, em sua malaria a in ferior ao salario*

(20)

L

3.3- OHAU D E Z H S T R U Q K O D O S P A I S t em sua malorla anaXfabatoa.. outros alfabetisadoe • alguns GOB 1* grau incomplete • - '*

3.k- D A D O S H B L A T I V O S A SAtJuEt verminous, gripe f sarampo e desidrata

e a ef essae sao ae mala comma.

3 . 5 * CC&TSTITUigXO D A S F A M I L I A S - en media de h a I1* fllhos.

DQCERTF-_

1 * NCKE 2 - EXKmiStfClA

a ) Ha das DmTOI P . Dantaa H^arisnola a n£vel de it {ma*. b ) Verecella P . Cartax© Experiencia a nival do 2 B fase. e ) Isabel Maudes F a l t e r F*5?er5sncia U nival Sa 1ft fUee. d ) Josefa Pore Ira ds Bmm Fsperiencia tt nival da IS ras--3. e ) Mft Aatonllda tie Almeida F>3!per2jfeela & sivBl d© is f&s.-3. f ) Adalgiea Farias da Andrada Fsperieneia a nival da 1% £«S<5.

g ) Mft Darke More Ira Gonial ve 9 Faperlencla a nival Os Is "aso. 3 ~ A S F I R A < J B E B E P L A N Q S FOTUROS

V*

S I T . raiCZOHAL

a ) Nao pretends mais estudar aa) T- 32

b ) Pretends estudar mais T- 32

e ) Pretends estudar male e )

4) Nao pretends estudar mais d ) T- MO e ) Preten&g estudar mais e ) f- 32

f ) Pre tends d*tudar mais f ) T~ 3 2 %) Ifao prafcaaaa estudar male g ) ?- **0 5* H A B . ESPBCfPICA DO P R O F E S S O B

a ) P e d a g o g i c

b ) Lie* eurta cm Estritfos Soolals e ) L i e . plena en Lotras

d ) Lie* plena em Qeografia* e ) Cars© superior Incomplete f ) Gars© superior tneanplflto g ) L i e# plena eta Hist5r.ia.

IX - JESS0AL H l Q BOCEOTE E AH)IC 2 E D A Q & I C 0 AEMI-NK5TRATIV0

HOME

ll

I I | W H Q T | 3 - CARGO

a ) Relmunda N* Clen&lso Lie* em GsograJfia Admlnlstrader b ) Ana Neguelra Br&sllelro 1$ geest incomplete A x . da servico

(21)

1

V - E X P E R I E N C I A a ) Tea outras

b ) Nao tern nenliuma outra c ) 22 anos de merendeira

a nrmca mudou.

X - AUTO AYALIACXO D O S P A R T I C I P A N Q E S DO PROCESSO EN£X*Q-APRENDIZACEM

1 * REKDZMENTO ESCOLAR: a aval la gao do rendlment© esoolar e dlreta e con-tinue durante todo o processo educatlro sendot diarla' blmestral e anaal.

Os aproTeltamentos sera© apurados blmestralmonte nos aeses de a b r i l , junho, aeteabro e dezeabro, envolvendos a ) testes, exerefclos)

b) observagoes dos alunos em partlelpacoas da atividades escolares J

d) trabalhos reallzadosi individuals e em grapes*

A avaliacao e felta pelos professores de cada serie com liberdade de esoolba dos lnstrumentos de avaliacao

A supervisora e professores, se reunem em eneontro , f qainsenals e measals com objetlvo de avaliar o progres so dos alunos, analisando todos os aspactos.

2 - faDICE DO APROtfEITAMENTO DOS DIVERSOS CCMPOIWTES CURRICULARES telle gam*1 ram a media exigida na faixa de 5¥t> dos alunos.

3 - PERCEPTUAL M^ D J O C G L O B A L E POR S&RIE) J3E.

3 . 1 - F R E Q U E K C I A . 3 * 2 - E V A S A O 3 . 3 - A P R O V A & O E R E F B C W A C A O

is 8 ^ M K

21 eerie 8 *

serie

9t

5$

m

%

serie

19%

53£

XDADE ORGlluLuGICA MEDIA FOB SERIE ESCQLAtit

M series I dade -7 8 9 10 11 12 13 l*f

+lh

Total

Sexot masculine 9 1 3 9 5 9 k 3 52

femlnlno I 8 * F 8 5 7 3 2 3 8

5- A S P I R A C S B S E P L AN

os Fua^Sios s.fo

a) Nao pretende estudar w l e\ f- ** b ) Nao pretende mais estkdar T- 2 e ) Nao pretends mais estuear, T- 2(

(22)

2i serie i Idade -7 7 8 9 10 11 12 13 l1* •l1f Total

SQXO? masculine 6 3

2

3

1

15

feminine 1 •> 2 1 3 2 19

3* serie i Idade -7 7 8 9 10 11 12 13 Xh +lk Total

Sexes masculine 1 2 3 5 1 3 t* 19

(23)

XI DXAfflrOft* DA COKUNIDAI* 1~ DADOS RELATIVOS X COMUNIDADF • ) RELATIVO A SAuTBl

A oomunidada cant a com dole hospitals .Hospital R e g i O M l da Ca jaselras o o Hospital Xnfantil,que a tends erlancas 4s M M *s " 0 a lh anos.Fxistindo tambera postos9aabulatorio com eampanhas ds

Taolnacao , como noloo do prevengao as doencas•

Doencas m a i s ejosiuns e v e m l n o s e fgripe , ear ejsp©? do si dr a fca =ao .

Na maioria d»s oasos a al imentacao e muitfsalso daflolanta, prin cipalmcnto nests pariodo de seem*

b ) RELATIVO A HABITACAO:

Sua habitacl* e sjalto abrangente possufndo 2 . XX) mil habitan-ts s .Fes te bairro sstaos oasas rasidariclals^hospitais, catedral" B a n c o , lavanderla, frIgorIfieo,cases comerelais, mercado, CA0B-P A , SAELCA0B-PA, F O R U Mf Ifi Agrupamento da Sagenfearia a t e .

a ) RELATIVO A B D U C A Q X O .

Alera das to educandarlo o bairro alnda possui outras entldadas qua saoiEscola Sr» do Carmo9escollnbas particularss a o supla

tiro que alnda nao foi inaugurado.

d ) RELATIVO A HECREAQXO CULTURAL I -Area da Laser fttUBff sRadio -Televisao • Toea disco m Toca flta e ) RELATIVO A RELXGlSOt

fleets bairro esta localisada a Catedral da N» Sri ia Piedade' iesenvolvendo sous trabalhos rellglosos en dime festltros. Ofere-eendo tambemi

- Liturgiat eelebrafao da mlssa e de saeramento durante todo o 9

§ Gatequeset Edueacao religiosa das criancas todos os domlngos** - Evangellsaeao: Propara^-ao dos noiyos para o casa? onto seraanaj.

mente; prepafacao dee pale e padrinhos para o batis-n o das criabatis-ncas seraabatis-nalraebatis-nte; assist®batis-ncia aos pre sos • Anlaacjao da Llturgla dominical*

(24)

1

- Aeompanhamento dos grupos da jovens. Existe tambea oufcres tlpes de rellgiae. f) ASPECT08 SOCZAXSt

Existe aeste bairro varies aspeetos socials, tals como:

- AABB dande acesso aos sous soelos e a l g u n s rlsitas, exlstlado 1

f'estas, banhes de piscina e Jegos*

- Area de Laser ofereoeado festas socials, sarestas, organlsada *1

pela equlpe da Maeonaria que e e orgao rasponsavel peles trabalhos dasenvolvido na mesma.

g ) A8PBCT06 FfsiCOS*

Esta eseola esta situada em una Avenida muito perigosa derido ao asfalto e a falta de sinalisacao.Isso difieulta as erlancas e tam-bea es adultos que per ela trafegam.

h ) INTEHCAMBIO COMERCIALx

Dentr© destc setor existe a vlnda do mere a dor las para as diver -sas loealidades que no bairro existem.Com© e Ifi Agrupamento de Enge nharla que la recebe aantimentes e sao enviados para outrms regloes Tern tambea mercearlis as quels recebem dlversos artlgos,earsals e outros*

(25)

CONCLUSJto ! a

A coni'eecao desta diagnose foi de uma importaneia fug damental para BOS futures Supervisor as.

De acordo ecu- os dados que colhemos da Escola que es-tamos fazende e estagao, b e n eome da eomunidads a que a Eseola 1

pertenoe,tiramos a conclusao de que a sltuacao de ambas nao a u-9 ma £ac p lores, vlsto que tudo se encontra um tan to organiaado, 9 1

com relaoao a viua social, aleta dc mais a sltuaQa© economlea 1 1 nao e uma das pieres da comunldade, Ja que ac pessoas que dela fa sem parte batalham multo na v i d a , tendo o necessarlo para sobrevi ver.

Porem aos S u p e r v i s o r s , asplramos multo mais para tu-do que esta relacionatu-do eom a educacao. Nao peasamos apenas aa 9 9

parte ftflOT?Wtfll ou sanitaria.., da cllentela Escolar, }& que para que e indiv£duo se eduque, antes de tudo ele precise de uma educa eSo atlsata** iNeti autewticidadi, que eferee* eondleoss e me to dos para que aliiguen saja mala excluido oa p,v3to a m • »gri :.a vida na

clonal.

Asplramos uma pedagogia que corner a pelo rjialogo, pela oomualcagao, per uma nova relacao humane que posslbillte ao pro-prio pevo a elaboracao dc consciencia orltlca do mundo em que v |

Sabemos que uma educacao desse tipo e dificil de set = Implantada, mas nao custa nada tenter. Nao custa nada tratar as 9

(26)
(27)

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(28)

. 0 3 -1 P R O J S T O Hfi 1 k f n u t Aceleraca© da Pracessa da Apreadisagea a* Es*n dos Soeiala. LOCAL IZAgiOl -Unliade Escalar:Escola Batadaal d3 1- graft Com Vital

(29)

SECRETARIA DE E D . E CULTURA DE PARTAMENT 0 SB BDUCAQJO E LETRAS

PRQJETO RO 1 NOME s ACELERAQiCO D O PROCESS0 DE APRET DIZAGEM EM ESTUDOS SO CIA I S .

UN IDADE ESCOLAR 1 E S C . ESTADUAL DE 10 ORAU COM.1 *

VITAL

K i m DE OOORDEKAgXOl Mfi ELIZABETH GUALBEKTO NfVEL 05 PLAHBJAMEKTOtM* DO SOCORRO SILV/l

Ml LUCIA BARRET0 6CMES NtVEL DE EXECUgffOtMft DO S X O R R C SILVA E Mfl L U

(30)

JUSTIFICATIVE* Observouse ma area da Estudos S o c i -als na 1* serie do Ifi grau varios problemas • sendo mais pramenta a falta da material dida-tlco. Numa tentative de melhorar o enslno da Estudos Socials iramos orlentar ao professor a confacclonar eartasas e algo m a i s . Com Isto

tentaramos minimisar a sitaacao qua ora sa an contra.

METAt Orlentar e enslno de Estudos Socials a mm ( 1 ) professor da la serie 20 dias.

/.

INBICADOr.t dos alunos da la serie apresentam lm taresse insatisfaturio na area de Estudos S o -cials*

(31)

»Aers

A t X V T D A K BSTRAT^GIA O U A p - e s t m - .Dig^assS^ tac«n i« urn gropo* text© refe-» j rents a li serie de 8 s tadus S o c i -a l s . MBStNov*Desembre WBUMAM \ la

2*

3» k& —• RECURGQB 7 $

/

02*Er.contro e*» e p ? o -•Estudos em grapes f assor pare para expl£ ©risnta^ao eecSas* ne u*i© do 1 arterial d i -Cui tl0v5« 03-;' ubssidlar o processor ne uso tl w£ tcrial alda-tl.e^ enslno dos Estudos seel els n~ 1? s£ r i e . •Confecgao de materiel dldatleos • a w a r e g e -nealogies* 4 -indicacao do ma e b% aanasf - U H dia na •Ida de uma erlancai -globe mud©; atlmtel de 1 teapej -autu-avali-r c a e . t*Mftg0|» -Apcntlla irlaa - P r e ^ a a a r 1 T E R I A L OtJTROS -Estagia- «C*rtaze* r i a s . ^Professcr •Estagiaria -Cartasss •Professor. earteUlm^ •^apel etfi-CiO| -lapis gra-fite} -lapis da 9 piatara j Uffigaras; -tesouraf -o©laf

(32)

F I C H A D S A V A L I A Q K 0 E C O N T R O L S D E P R O J E T O S

PROJETO N«» .. JL ajSmlJU£ACj&m^

en Eatartea Socials* „

BQTJIPE RESPOWSjJVEL(EKCAROOS) m^L&alaL~Rrju&t*~Qamfia. Mafcla^da^enarxn. Jk ilsrev

A R E A S EffVOLVIDASi Estudos Socials

METAt Orlentar o snsiao de Estudos Socials a Via (01) pre f^gser da l&a s e i i e e m 20 dias.

Eases Execu-te das Avaliacae de trabulae -Altera sees on ladloauG-Obstacules a exeeucao -Forma ^ac de -Cartaxes -Apostila Discussee •Questioaa-nsnte .Todas as fa gas do pr&-3*to foram trabalhadas jrtat

Heave altera. | A comunicft $ao aas ori~|cae des 8 entageea da jtrabalhos

serie de ia serem exe IP grau paraieatades nao a le serie. job teve sua

•aceitscan ^precise pre. jjadicande 9 o prosegni-• M t i dos 9 trabalhos 1 aa hi serie •Transferen cia do pla-de trab% e redasl-]de apeaae 9 / is serie Al fcera-coes em Crone- gra-iia-MotiVOS das a l * tare- 9

§3ea«

(33)
(34)

P A U S A m w<mitc

Locali Eaeola EstaOual <$a X£ Grau ^ojaandimte Vital

Datat .07

/.12/8J...

!• 0BJET2V0BI

1.1. M s a u t i r a fun$S© do e&tagl&Vlo na asocial

1.1.1*

0 qua a

esoola

e s p w a do oataglarlo.

1.1.2.

0

qua 0

ostagiario

aspara

da

ascola.

1.2. Colbar oubsfcllos que poaaaia sor obstaeulos para o d§ so»volTii3@ntx> do prooaaao anslno-aprondlaagoa.

1#3. Faollltar o antrosdaento .Dira tar, ^uporrlsor , Prof as-9

so* a L'staclarlo.

2* ATIVIDAIM A SHKEM HBALXZADAftt

2.1. Monicas

HOMOS

trooa

as un sogrodo.

2.1.2,

Cfcjatlvoss .Qpoirtunlsar aaloras

InfbnsaooSs.

•Enrlqjtocor © vooabularlo.

•D&r oportanldiido ao dialog©* 2«1«3* ?Tt><^rX^nto»I'-ntri5ga«90 ma pedaclnho do pa-* 9

pal a eada participant© »ond@ o sjtesjo oaorovo* ra o sorxode qua U N Jar* Hao S naeassario • *

escrevor o nocao.

2.2. Laltura a dlsoussao do texto * Psgadas na '•4*oian.

2.3* Diatribuica© do quostlonarlo*

Avalla

^So.

2#5»

Enoarrananto. 3. ELSHBSTOS PARTXCIPA91S8t 9 Bnparvisor Esoolar • Admlnlstrador Eaoolar • Profassoros • Estagl&rl&s da UFPB Istaglarias RosponsavoIs.

(35)

UFPB/GBP/DBL

erase*

P E M G O G I A - V I I

I M W M M l MAHlA WUBUOn OUABBBTO

Uma noite GU tiva am oonho.

S o n n e ! que estava andando na prala com o serihor e9 atravoa do Ceu paasavam eenas quo eram da minha vida.

Para cada cena qua passava, pe.reebi que eras daixados dots pares de pegadas m areia.

Uma era o men a o cutro do Senhor.

Quando a ultima cena da minha vide passou diante de n o a9 1 oilJQi para tras, para as pegadas na areia a notei que multas v e - '

ses no camtaho ftp. minha v i d a , havia apenas urn par de pegadas n a are l a .

Hotel* tembea* que laso aconteeeu nos mementos mais &ifi~ cols e angustlantes do men v i v e r .

Isso aborreceu-oe d e w r e s e p*jpgctn%e& enfcao ao Pennor* * 1 "Senhor tu me discos to que9urja ve? que eu resolvi te segulr9 Tu ' andarlas sempre comlgo. to do o caminfao t mas n o t e ! que durante as maiores tribalacoee do men viver havla na areia apenas urn par de pegadas.

Sfao ooapeende por q u e , nas boras que eu mais neoesalto de t l9 tu ma &i*«*sta''.

0 Benhor m respondent

* Mau preclosw filfco9 Eu te amo e jamais te doixarci nas • floras de tua prove e de ten sofrlmente.

Quando vis to na are la 9 apenas urn par dm pegadas foi exa-*4 tazaantie a l9 que Eu te oar rogue! nos bracos."

fiBXA VJBIA6

(36)

1

PBRGOTTAS APRESENTADA HA REUNlSO /p*^*'

PEDAGOGICA jf c;\.

1* Quais as dlflouldadss eacontradas por voce dsntro do sua as tod '

dologia? E daatro da sala da aula? N A /

2- 0 qua impede de fa ser am bom trabalao?

3~ Sera qua voce se.nte a necessidade de ajuda de um profissional da comuaidade9 alem dos que compoem a escola?

h» Qual e metodo utilised© para observar as diferen$as Individuals?

5- Voce acredita na laovacao da educacao? Come? Ate que ponto pode-mes ajudar?

6- Qual a dlscipliaa que voc* sentc mr is aificuldads sa lecloaar? 7- Que voce espera aos nossos trabalaos?

(37)

^ ^ c t f c ^ - u . Meet* "<"r6c 7 c*" cc '* ^

(38)

0 5

-A T I V I D -A D E S

R E A L I Z A D A S

E M

(39)

Local t Escola Bstadual da l* Grau Comandante Vital Data! 1^/11/83

Por juntas faitas ao antra vis tadet

1- Os brasileiros estavam contents* con o rainado da D« Pedro IX? Por qne?

2- Qual o outro partido que os sor&ores de eseravos f passaraa? 9 9

Qmea toraavam parte desto parti do? 3- 0 que e Republican

*f« Quando foi Proclaaada a tepubliea? Per que? 5- Para onde foi exilado D* Pedro e sea famflla?

6* Qual e 1* goveraador da Parlfba, depols da Proolamacao? E o 1 1

prineiro presidents? ?• 0 que a Monarqula?

8- Onde se encontra os restos mortals do D . Pedro XX? 9- Era que ano terainou a monarqula ao Rrasil?

10- Diga urn fa to que conoorreu para a Proolamacao da Republica? U - Quera foi o Proclanaflor da Repub3icaf

12- Quota geverna na Republica?

13* Diga nomas de ifderos do movlmonto republicano. £ qual deles foi o mais irportaate?

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Locals Eacola Estadual da Ifi Glau Comandante Vital Data: 1 0 / 11/83

flaim it M l *

Temat Hlgiene mental,corporal a social.

Objetlvot Mostrar a Iraportancla a aaeassldada da hlgiene. Proeedlmento: Hlglcae mental- $ a hlgiene da merit©. Fasamos a

mesma atraves da: passeios, festas, filmss, pratlcan do asporte, vando telerlsao etc»

Hlglaat corporal-^ a hlgiene do corpo, Ela a falta 9 diarlamentet quando toraamos b a n h o , eseevames os das tes.pezitaamos os cabelos, llmpamos as unhas,ouvidos e t c .

Hlfilgflg mftetm%* & a hlgiene da cidade.A mesma a rea-lisada atravls de llmpaaa das r u a s , eonstruca© da es

gotos, aolocagao da lixos em lugar Indlcado etc* Estrategla- Debate, cartases, teemleas.

(41)

r

Locals Escola Estadual do ic Grau Comandante Vital Datat

©8/09/83

Pol realised© hoje as 1?J00BS. uma palestra sobre a Indopen^anaia do Brasil, proferlda pelo udvogado D r . Jose L e i -te«

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1

CAS AFqspFFTAPAB EM P A M fjjj jfly

1- Dia 25/10/83

**--Realizou-se a teeniea :pergun-tas a reapostag contrarias. Proeedimentot distribuir pe d a -gos da papal aos participantes p / qua se jam formuladas as per-guntas. A seguir recolhe a dob bra todas,depois devolve a pade

qua seja ooleeadas as raspostas sem qua abra as perguntas. N a 1 final cede u lc o que esta a s -crito, fiea tudo muito engraga-§04

Dia

10/11/83

* Para adivinhar: eoloea-se urn padago de pap el com uma pala-vra ou frase n a testa da *f 1 elamantos sem qua os Taj am o qua esta aserito e pada pada para ales passaar n a classe.

Os qua estao sentados va© f a -ze r gestos,sorrisos dependent do do que estiver eserlto n a testa da aada um para qua ele-consigam advinhar o qua esta escrito.

2- Dia Olf/11/83

- Teeniea do cochicho: os parti- 5-cipantas ficam am efrculo, sen tados uns bam proximos aos ou-tros. Um dos participantes fa-la uma pafa-larra eu frase no ou-vido do outro a esse vai pas-1

sando para o outre e da£ por * diante.No final pergunta-se a primeira palavra e a ultima,1 1 entao vera a grande diferenga.

3- Dia 10/11/83

- Teeniea do Bole-bolei o inici-ante pergunte aos participinici-antea voees conhecem o bole-bole? to.

dos respondem nao,entao eomega a bolir o brago,pergunta-se no vamenta a bole com o outro a 1 da continuidade ate mexer to do o corpo.

Dia25/ll/83

- Caixinha do segredor Tarlas 1 questoes,ou se]a, imitagoes, perguntas,musieas e t c .

eseri-tas em pe dagos de pap el sao 1 colocadas dentro de um saeo ' de plastico ou caixa. Os part ticipantes fleam em circulc ' a pode dnielar passando ra- 1 pidamante o saquinho um para o outro ate ouvir o sinal f/ parar.A passoa que estiver 1

eom o saeo no momento do s i -nal tera que abri-lo e retiru rar u m pedago de papal e fa-zer e que se p o d s . 0 sinal e faite por um que fica de fora

6- Dia 30/11/83

- Realizou-ss o jogotPost© no gelo e apresentagao da rausi ea: 0 meu chapeu.

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m -+ m o

d

C o C/1 Of,

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(49)

"ALGUNS POHTOS QUE DETBHAK TBR 3M MEITTE AO ENSINAR ESTUDOS SOCIAIS NA 1* sfiRIE.n

1. 0 programa de Estudos Socials deve ser desenvolvido de aoopdo see e necessidade da olasse. Alguns topieos interessam mais a| que a outra e podem ser mais ou menos exploradas.

2 . 0 enslno de Fatudos Socials, na la serie, deve ser centralized©, em aoui e

gora« e nao ao passado. As criancas pequenas interessam-se multo""male peli coisas que estao aoontecendo hoje, no seu amblente. A medida que amadureoem, seus interesoes ampliara-se, Inolufndo coisas do passado e de lugares diferen tes.

0 enslno de Ustudos Socials deve, pois, comeear ondena crianca esta no tempo e no espacom e ir, gradualmente, alargando e aprofundando seus horizontes a conheoimentos.

3 0 desenvo 1vimento social das criancas deve merecern uma atencao espeoial p a -ra que aprendam a ser amigas, a t-rabalhar ooope-rativamente, a brlncar em cea junto, a assumir responsabllidades de seus proprios atos e de sous deveres* 4- 0 programa de Higiena, desenvolver-sa-a integrado ao de Estudos Socials, © 1

qual, por sua ves, esta intimamente ligado as demais disoipllnas.

5- 0 programa sera flexfvel, baseado na observa^ao, devendorn alnda sugerir gran,

de variedade de atividades quet

a) Ajudem as criancas a adouirir atitude de curiosidada a indagacao para com todos os elementos que as rodeiam* sejam naturals ou orjadas pelo homem. b ) Deem aos alunos oportunldades de usar, emsuas experiencias, os recursos • da comunldade.

o) Pamiliarisera os educandos oom os instrumentos de estudos gravuras, livros, mapas, globos eto*

d ) Ajudem as oriancas, a adquirir, progressivamente, vontade de conhecer, a— traves de con vers as, livros de-estudo, de cinema, de viagens, como vivem as criancas de outraa terras, etc.

"0 conteudo do prograga de Bsiudos Socials"

0 conteudo do programa nao tem um fim em si mesmoj mas visa conseguir atra— • ves das atividades, a anulsi~ao de alguns fatos, o desenvolvimento de atitmd.es e de habilldad.es referentes a vida na famflia, na escola a na vizinhan'-a. Os t£ picos devem ser itirados da experlencia diaria da crianca e podem, partindo do conhecimento do proximo, atlngir a pontos mais distantes no espa^o e no tempo.

0. conteudo do programa de Estudos Socials na 1*> serie deve ajudar a crianca a 1. Heconhecer que, na famflia, ela en contra a satisfa~ao das neoessidades l£

sicasj que a famflia lhe dar afei-ao, alimento ao, roupas, abrlgo, lugar para desoansar, brlncar, aprender a conviver com as pessoas.

2 . Ehtender a rasao por que as erian-as* vac a escola, quais as pessoas da • escola cue po em a;jud?L~la| como usar os materials} como seguir dire^oes f

para que haja bom andamento dos trabalhos na sala de aula e nas outras dft . pendencias.

3# Compreender alguna conceitos geogaafieos basicos de direcao, distancia, •

looaliaar>ao, orientao~o em reia^ao a oasa, a escola • a vizinhahca.

4 . Heconhecer, denominar e nomear aspectos naturals do ambiente iraediato

(50)

1

5« Observar tambem, alguns aspectoa do ambient e feltos ou modificados polo

ho-mem, tais cociot oasas, ruas, pontes, estradas, cujo uso deve ser objeto de diacvtssao.

6# Itooonhecer, corrrpreender e aceitar as regras de conduta que devem ser cbser—

vadas na famflia e na vlzinhan^a, papa o bem-estar do grupo, para n Hnii> sir tamer, to dos trabalhos.

7 . Observar e discutir as fun-oes das pessoas que oontribuem para o bera-estar e para a seguranca das criancas e da coletividade como | mer-icos, dentistas, oar-lei res, padeiros, guard as de transits, msmbros do oorpc de borabeiros, etc. 8 . Iniciar—se na tradi-ao hiatorica, atrafces das oomeraora^oes cfvicas.

Na IS serie basica, podemoe trabalh^r com maior ou cienor profundida, dependendo do deser.volvirnento e do ir.teresse da classe era algomas das seguintes areas de esta dot

ESCOLA.- FAMlLIA - CASA - ALItfEIJTAfftO ~ MEIGS DE ERANSPOETE - DI VERTIHENTOS- PERI-ADOS - PESSOAS QUE AJUDAK NA COMUN IDADE.

•estas areas gerais podem partir ideias e sugestoes para outros estudos. 0 es-tudo dos alimentos, por exemplo, pode despetar, na Classe, um grande interesse em tudar " & v i d a na fasenda".

(51)

*

1

E S O U E B A DE COHTBflflO D A S A R E A S PS SSTUDO A CASA DO ALUM) I. A F A H f U A A. Composi^ao da famflia, Relacao de parentesco mala proximo. B . rJo-oes de autoridade f na. famflia| o p a l , a • m a t , aa pessoas mais * velnas. C. Profissao dcs pais e I dos demals nesjbros da - famflia. D . Divisao de trabalho e das responsabilidada do lar. B. Fast as e diversoea da ' famflia.

1 . Diversoes fora de casa passeios, cinema.

2. Diversoes em casa, brig • quendos 9 radio.

3. Anlversarlos, batizados etc.

4. Festas na cidadei Natal

earnaval, etc.

A. Localizacao t nume* ro, rua, bairro, * etc.

B. Dependenoia da ca-sa.

C. Jardim. Horta, po~ aay, area ou lugs— - res para brinoar. D . Parte da casa qua

reoebe sol pela • manha.

E . Tipo de casa e ou— tros tipos de casa existentes na loca lidade. P . Materials usados • na constru^ao de oasas. A ESCOLA A. Localizacao B» Denomina^ao- o porque db noma. C. Aspecto ffsico-pavimentz) deperdencias, pateo. D . &>nsrferu~ao» antiga ou mo

deraa, material vaado na - constru^ao.

E . A'Jtoridades da escola e damais funoion'rios. Dig tlucao daa atividades de •oada um.

P . Oolegas de classe, Ruas onde moram.

G. Dias de aula e alas sem aulas. Dias da senana. • . •Domingo e feriados. II. Ifeoes de aulas e meses r

de ferlas. Ferlas de de— zembro.

rtzimksck

E ESCOLA C O K E M O R A C S E S . OUTRAS SUCES^ES A. 0 caminho percor—

• rido palo aluno.

lm Bias, praxes,

jar-dine. 2 . Rlea, pontes. 3. Outres aspectoa. B . Dietancia da oasa • do aluno a escola. 1. Meios de transpor-te utili'-.ados pelo aluno. 2 . Cuidados^observar . aa rua. Cf Ruas visinhas I es ' cola. 1. Principals edifi-cios. 1. 2 . Aiiversario da e s -cola. Aniversario ou fee ta principal da lo calidade. 3* 21 de abrifc •

4 . Dia daS naes. 5. Sem an a da Patrla.

6 . Semana da Crian~a. 7 . Natal.

J. Porque as fazendas sao impox • tantes?

A. Import anci a das Fazendas. B. Tipos de Fazendas.

1. Fazendas de planta^oas. 2 . Fa rendas de Cria^ao.

3. Fazendas de plantacao e cria.

' oao.

4i Sftios 5• Granjan

6 . A vida em uma fazenda de plm • ta^ao.

C. Atividades hum an as

1. (plantar, oultlvar, oolher, etc. )

2 . Instrument os usadoe.

D. A vida em uma fazenda de crl a-^ao.

1. Animals e r ^ ^ o s na fazenda. 2 . 0 trabalho do homem.

II. Pest as Jiuiinas

A. Principals datas das f est as • jurinas.

B . Patos sobre os Santos padro-elros.

C. Divertimentos, decora-oes e alimentos tfpicos das restas III. 0 eirco.

(52)

ttfcftjgi01 ^ A |^ -f l g t v d° ^e8Br;,g. PF.6^8, rr o c u,r a r ^oseryolyer,

A . Observatfao

1* Suoessao no tempoi dia e nolte, dias do aula e dias eem aula<"5 semana, domlngoe • feriados. FeVias. Heses do ano. /

2 . Obsepva-ao do tempo t quente, temporado, fpio, vento, chuva, oara^ctarfs

ticas do ceu. Pfeta~oes do ano# j > .. \i

3. Aspectos ratttPais do meios rio, corrego, mont annas, vales, planfciee,

. vegetacee atural. V

. T Aspectos cuttupaiss ruas, «dif£cios, pontes,estpadas. B . Orienta ao c Lecaliaacao (perto, longe,naaoente, poente)

C* Conoeito? relaoioiiados com a f o m a , tamanho e aspect© ft* terrf 1* £brma; redonda em todos os sentidos.

2 . Vaznanht 3 o mundo em que vivemos e grande,

3 . Aspectos ha diferen~ae de elementos reasuperffcie da terra agua e ter-ra.

Dm Habilldaden? Socials.

1, Tratar com upbaridade e delicadeza todas as pessoas. 2» Usar formula <omufab de civilidadS.

3. Porta-se de madeira correta nos diferentes lugares.

4 . Brincar ou ,iogar sem brigar, pespeitardo as regras do j&go 0 ae&rons- •

tpanco saber gannar ou perdep.

PROCESSOS D B ENSINO

As criancas aprende de varlas maneirani olha«dof ouvirdos sentindOj tooandof

na lf i eerie goetam de invest igar a de append or at raves de sersa-*oes dipetpiu tte

programa pico de experifenC* as e ppindipalmente de experienciac diretas, e a melhor ajuda posa£vel nac so para a aquisi-ao de conhecime;itos, como tanvem paxa o desen-volvlnento de atltudes e de bafrilidad.es.

Tin importante prino£pio que nos, professcrec devernos ter sezrpre Ml mecte, e <jue a experiencia real e direta e mais pica do cue ted as as outran erperiencias.

Visitap um armasem, deixar que as Criancas ve^ara os produtos que sao vendi-doa, que examinee, as mad id as as ad as t e melhor ro one mc«trar gravuras o fotogpa— *

fias sobre o assunto.

Levar as orian^as ao ooppeio, deixar que celequem uma carta na caixa e uma • experiencia muito mais valiosa do que a dpamatisacao deesas sltua a© er.: classe, Na*>

sendo po^ssevel usar experiencias diretas, out res tipos de exgerienci&f ^e *vi»

dades serao de grande valors dramatisa^ao, cbserva^ao e comentario*s ie gravuraa e de outros matariais visuals, constPU^FO e processimento, produ^ao discussao e con-versa. Os livros ja oomecam a ser usados como fo?.te de informa~ao mesmo sendo a leitura felta por outras pessoas.

Podamos usar todas estas atividades deniro de qualquer proccaso ^e ersino, nr mas o meiodo de unidade de trabalhc ofcrece melhores oportunidades para o seu em-ppego.

0 metodo de unidaie de tra" alho e o melhor para o ensino de Estudos Socials na I§ sepia porque, procurando glob.illzap 0 ensino apelando papa a participa~ao a-tiva do sducando, ueando grande nuaero de atividades e variedades de material, a— tende melhor a aspecio psioologlco |a aprendisagem, tornando-a mais interossanta • efioienVe.

Podemos desenvelvar com grande efiolencia todo O programa de Is- slri? em unl

dade de traballio. As unidades na 1^ aerie devem ser de curta dura-ao# A professors examinando aa areas de estudo da 1^ serie podera organiaar dantro de eatla area, 1

duaa tree ou mais unidades de aoordo com o interesne e o ciesenvolvimento de sua * classe. |

A professora devera pianajar e organi^ar a unidade para sua olassc. Para e s -se trabalho ela podera usar como foiitcs de xefepenoia unidades organ lead as e de-sea

(53)

volvidac por outras professorae. unidades encon+radas e»a BoJetins, Programas, Id-vros de Bstudns Sociain,

M f t i Gcntirio, isto e, parr cervir eemo fontes de refereroia, apreserta** mas alguns plcncs de imfdsde, ouo ja foram executados, com as devidaa modifioa- • ooes.em classes de Institute de ^iucacao e do outres grupos da capital e de lute-rlor.

(54)

DZRBQ20 ADMIN IS TRATIV A AUX. DE SBRVI-OOB GERAXS SEKVIfJO DB APOIO ZBLADORIA ESCOLAR SECRBTARIA

L114-PF7.A WUffm RANCA CORPO

ALMOXAR2FADO CORPO

(55)

.OS-Local i Sseola Estatual to Ifi Grau Coaaatanto Vital Data: 12/ 12/ 83

Conseguinos, oom atata to uma supervisors to 9Q *

Nucleo « alguns professores ta escola, matieamsntos to primairo soeorros e algumas Titaminaa, alixi*fIototo to Potasslo, ana dor*

•to*

Nos estagiarias cloaraos a farmacia,formanto assim 1

una mini-farmacia para atentar alguns oasos quo possam ocorrar.

SapoTTisora to

9*

Kmoloot

ffim*$r»* JMSJ& wM&HSk

Prof assorts t

jrlMft(Aa Mmim dk £*dm*k

— f t ' Estagiarias«

V^,\AJDQ <QJJu€\JCX %OJX>J[XD

^ ^ j ^ g j ^

(56)

EST ADO DA PAHAt3A Q O S E C R E I A R I A DA EmjOkQ&j £ CULTURA

CCNSELHO ESTADUAL DE EDUCAgSO

REGOLUglC R9 09/77

E M E N T A : DISCIPLINA 0 PROCESSO DE VERI

P I C A Q A O DO R E N E D O T T O ESCOLAR

N O S ESTABELECIMENTOS DE E N SI N O D E 12 E 22 GRAUS, N A S ESCO L A S 0FICIAI3 ESTADUAIS DO E S TAEO, E D A OUTRAS PROVIDENCIaS, 0 CONSEIKO ESTAOTAL DE EDUCACAO DA PARAtBA, no uao de sua a atribuigoes, e eonsiderando:

1 - 0 que dispoe/a Lei Fedorax as 5.692/71, que fixa Dire trizes e Bases para o ens:aio de ±2 e 22 Grau a, sobre a verificagao do rendiraento escolar.

2 - A necessidade de raodificar o Regiraento dos Estabclec^ mentos Oficiais estaduais de enaj.no do 12 e 22 Grau a, no que dispoe a materia,

3 - A eonveniencia adrainisfcravrva de uniforraizar o crite"rio de verificagao do rendiraento escc-lar unidades de i2 e

22 Graus, mantidas pelo Governe Estadual, R E S O L V E :

A r t . 12 - A verificagao do rendiraento escolar nas escolas ofi Oiais estaduais de 12 e 22 Grausf far-se-a segundo as normas gerais da Lei 5692/71 e o que determine esta Resolugao-,

t Para'grafo tfnico - 0 ano letivo para efeito de verificagao do rendiraento escolar corapreendera", no roinirao, 180 ( cento e oitenta ) .dias do trabalho escolar efetivo, diatribu-'doa era 4- (quatro) peri£ doa biraestrais. .

, A r t , 22 - A verificagao do rend::;:ento escolar, procesaar-se—& ao longo do ano letivo, e corapreendera 3

1 ) a aval ia gao do aproveifamento 2) a apuragao da assiduidade

§ 12 - A avaliagao do aproveltaraento far--se-a* com atribuigao de nofaa inteiraa variaVeis de zero (0) a dcz ( 1 0 ) , a cada exercicio eflool&r realiaado pelo aluno, envoi vend 0 .vestes objetivos, tarefas o«»erita« «/ou orais, trabalhos era grupc e/ou individuals e, a in da observacSea do professor, alAi de outro? isufeunentoa que se fizerem oportunoa, neoooaarios e poaafveis*

(57)

no a da i s a 4* series do 12 Gran, ou. p»#r disciplin;., para os a l u -nos de 5 - 3- 8 2 series do 1*2 Grau ou do 22 Grau.

A r t . 10 - Case o aluno se subraete a 'estudos de recuperacao , a (s) not a i. s) do (s) biraeatre (a) no qual, ou nos quais, nao al cancou media aritraetica minima, esxabelecida no artigo anterior, passara a ser a media aritme*tica obtida entre a media das notas menaaia daquele (s) bimestre (s) e a nota de recuperacao, sempre cue esta for ig.iT.l ou superior, a." nota do (a) biraeatre ( s ) .

Par agrafe tfnicc - No caso era que a nota de recuperacao for

>

inferior a. media do binestre a •. raesraa nao sera computada para o ca'lrfCulo de media permanec en do assira, a-nota anteriormente obtida no (ou. nos) biraeatre (s)...

A r t . 11 - A recuperacao-. de estudos., alera das atividades de seiivolvidas ^brigai jriaiuente ao final de cada s.emestre letivo , far-se-d de mcdo con^fnuo e permane.nte durante tcdo o ano letivo, sempre que necessa'ri"; e posnivel*

A r t . 12 --• Durante o periodo do iecuperaca'o sera" feita availa cao de apren di. za gem relativamente a cada unidade cm que o aluno demonstrou. del'lciencia, evitsndo-se o uso de um unico exercicio es colar como mr'trumento exclusive de verificagao.

A r t , 13 - 0 per(cdo para estudos do recuperacao, \estabeleci_ do no calenuario escolar, nac podera ser alterado, salvo em casoa de problemas de saude,- dcvida:ieate comprovados per atestado me'di> c o , ou verificaca-j de Sbito em pessca da famflia. <

A r t . 14 - Para efeito do expodicao de transferoncia o n certi^ ficado de conclusao de cursos, consignar-se-a por atividade ou per diaciplina, a rae'dia aritraetica das notas obtidas nos 4 (quatro) biraeatres.

A r t . 15 - No caleulo do quail quor rae'dia a prrraeira decimal S£ ra* sempre for oada para main quando a segunda for igual ou superior a 5 (cinco)

A r t . 16 - Os cases omissos nes&i Resblucao* serao resolvido's eon juntamentc pelo a IVpa.:iaraentof] de Enslno de 12 e 22 Graus

da Seoretaria da Educacao e Cullrura, respeitada sempre a corapeten cia do Coneelho Esta dual'.ft** Educacao. "'"

(58)

ESJLAOO D A PARA H A

S S C R B T A T I I A D E gDZCAQ&G E CMUHBk

I X RfiSIKO GE0-ADK8ISTRA?IVA

S E T OR E D U G A C I O K A L "

JICHA PARA PIArajAMBOTO DAS ATIVIDADES DA SUPERVTSXO JE 19 e 2 2 GRAUS Mfib : kW : S U P E R V I S O R I K T K Q J E D I A R I O » 3UP3RVISOR ESCOIAR : CIDkDZ: ; M U K I C I P I O

(59)
(60)

: O sd r-J 10 - 1 H P 0 «1 J i H ;^ o to 3 r\j> M H P <; • ( 1 CO OQ O

P

CO -

(61)

M-t o 1-3 H O

8i

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CO. o so

(62)

C o < v N b ^ \ ! e S u a .

^ 3 i w y \ ^ ) f X .

x ^ \ y e x .

5 ) t v a

1

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4

R T a O i - x J O b

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d o c c b u J t .

y v ^ d ^ o u A ^ . QAA t o w

(63)

OTIVERSIDADE FEDERAL D^APArB'

DISCIPLINE ? EST^Glb EM $tIPERVISlO ESCOLAR

j?ii0i?ES80BA. s MART ft 'J^ISiffiffXH (JUALBERTO DUARTE

ESTAfili&IO :

LOCAL DO ESTlaiO :

ZONA. RURAL :

EASE :

-PER^ODO .:

\

12 G-RAIJ

22 GRAU

AND :

F10HA DE PRODUQAQ £ERlODO

HORfillOS : RUBRIGA

I — — . . ... , ,.

ATIVIDADES: RE A L I Z ADAS DIAS:

Eatr

i

s,

' f

1

" ' "

/

(64)

V I I - Assinatara do e s t a g i a r i o *

g^VciWirw \o.Wir;^ ^ ^ ^ v ^ X ^ CXWVXA^

V I I I - Vistost

Coordenador do curso

Coordenador a do estagio

• i

I

, i . .. i

Equipe de coordenagao

IX- Conoeito geral do estagio l a grau

• Ins t i t u i cao

• E s tagiar i o

•Coordenacao do Estagio

•Total geral de pontoa

.Media geral

(65)

0 p r i n c i p a l homerc edueado e aquele que

apren-dou como aprender, coiao adaptar-se a mudancas. 0 homein

que sabe que nenhum acontecimento e seguro e somente a

fcusca do conhecimentc lhe dar uma base para a

segurau-qa.. '!

(66)

AGRADECIMENTO A DFUS

Senhorl agradego por esta v i t o r i a , hoje conseguida:

pe-l a mpe-lnha saude, pepe-lo t e t o que me abriga, pepe-lo sope-l guente que c pe-l a

r e l a meus dlas, pela tua mao que guia meus passos. Tudo e f a c i l

quando temos confianga em vos.

Mas da-me Senhorl A coragera de estar sempre pronto a

1 1

s e r v i r aos que me cercam e me buscam, a fazer por eles se

possf-r e l , mais do que e ppossf-reciso; a copossf-ragem de sepossf-r semppossf-rs o ppossf-rlmelpossf-ro a

i n i c i a r uma tarefa ardua* A coragem de nada temer.

Ensina-me a ser humilde e TOS oferecer minhas r i t o r i a s

e de capgoes.

Senhorl Da-me a coragem de l u t a r , l u t a r , l a t a r por amor

a YOS»

DALVACIR

A GRADE GIMEN T Q

"Aos nossos p a l s , mestres, Irmaos e benfeitores expressa

mos a nossa imorredoura gratldao por tudo o que por nos fizeram

a f i m de que tlvessemos v i d a , estimulos e meios, para o dessnvoi

vlmento e assim pudessemos alcangar os t r i u n f o s , alegrlas e espe

rangas que estamos experimentando neste dla I n o l v i d a v e l de nossa

existenciai

1

(67)

DEDICAT6RIA

A men esposo a f i l h o s s

^Que nos momentos de l a t a soubaram ma acolher,

trazendo sempre consigo uma mensagem de coragem, a

1

qual pudesse enfrentar os meus caminbos, a seguir.

A

mau p a i e avo:

"Que gostaria de estar comigo, esta ausente*

Mas a lembranga da sua presenga, o som da sua

voz, sopram suaves em nossa memoria, num t r i s t e

mur-murio de lamento e saudade.

Eles se foram num adeus eterno: mas esta aqui.

Lembrado, presente, eterno.

(68)

fNDICE I - APRESENTAQXO I I - OBJETIVO GERAL I I I - DESENVOLVIMENTO IV- CONCLUSjO , CRfTICA • APRECIAgSO FINAL • SUGESTOES V- ANEXOSt

01- DIAGNOSE DA ESCOLA E COMUNIDADE 0 2 - MATRIZ ANALfTICA 03- ENTREVISTA 0*f- ORGANOGRAMA 0 5 - FICHA DE PLANEJAMENTO 06- FICHA DE FREQUENCIA V I - ASSINATURA DO ESTAGlARIO V I I - VISTOS* . COORDENADOR DO CURSO • COORDENADORA DO ESTAGIO . EQUIPE DE COORDENA?SO

V I I I - CONCEITO GERAL DO ESTAGIO 2Q GRAU

.INSTITUigSo .ESTAGlARIO •COORDENAQSO DO ESTXGIO •TOTAL GERAL DE P0NT0S .M&DIA GERAL Cci5^-ja.ras . ,u / l

(69)

z- j a i M t t t f l f t

N« d l a

23 de agosto de 1983 as

13*00hs.

na UFPB Cajazeiras, se deu

in£-aio as orientagoes para o Estagio

Super-risionado de Supervisao Escolar. Essas t

orlentagoes prosseguiram em novos

e*on-t.ros, onde recebemos instrucoes para

1

*

por em aeao o nosso estagio a nival de

f

(70)

I I - OBJETIVO

GERAL

Collier informagSes, para servlr

de experiencia na vida p r o f i s s i o n a l f u

t o r a.

(71)

I l l - DESENVOLVIMENT0

Por decisao da coordenadora do estagio, no dia 21 de outu-bro tivemos a oportunidade de v i s l t a r o Colegio Municipal Constanti-no V i e i r a , onde iniciamos Constanti-nossas atividades jantamente oom o pessoal envolvido no colegio.

Mantivemos contato com a d i r e t o r a e a v i c e , para esclare-eermos o motive da nossa v i s i t a , onde iniciamos logo a elaboracao da diagnose da escola e posteriormente da comunidade.

0 colegio esta situado na avenida Padre Rolim S/ft, l o c a l

acidentado devido a f a l t a de sinalizagao. Saas classes sao eqaipadas

com alunos vindos da Zona Rural e Urbana, numa f a i x a de 1.695. Esse

estabelecimento de ensino e o f i c i a l , g r a t u i t o , mantido pela P r e f e i t u r a Municipal de Cajazelras. Oferece o i c a 2C graus. Sendo o 20 grau um curso p r o f i s M o n a l i z a n t e .

Possui esta Instituicaosuma sala reservada para a direcao, uma para s e c r e t a r i a , uma para os professores, uma para o centro e f v i co, varios s a n i t a r i o s , cozinha, eantina, um p a t i o reservado para r e -creacao, e t c .

Em se tratando do m o b i l i a r i o a escola esta mais on menos 1

bem equipada e tudo esta em bom estado de conservagao.

Com relagao a diagnose da comunidade, a cidade esta bem ag s i s t i d a dentro do p o s s f v e l , com r e f e r e n d a a Hospitals, Qentro de Sa tide, C l f n i c a s , Centro Comunitario, Escolas, Bancos, Farraacias, etc.

Dando continuidade as nossas atividades partimos para a • elaboragao de um questionario para e n t r e v i s t a r os professores.

Atra-ves desse questionario conseguimos captar os p r i n c i p a l s probleaas 1

existentes na escola.

No dia 28 de novembro entramos em contato com as

estagia-r i a s de administestagia-ragao paestagia-ra testagia-rocaestagia-rmos idelas dos nossos testagia-rabalhos. , f

Tentamos de varias formas fazer com que a b i b l i o t e c a viesse a funcio nar. Falamos com o pessoal do centro Civico para que nos ajudassem, mas nesse sentido nao conseguimos realizarmos o p r e v i s t o .

Na ultima semana do estagio, com o resultado obtido a t r a ves do questionario, elaboramos a matris a n a l i t i c a , a qual nao t i v e -mos oportunidade de executa-la devido o tempo t e r se esgotado.

(72)

IV- CQNCLUSAO

M

0

Chegamos a conclusao que o estagio deixou muito a de

sejar, mas acreditamos que tenha sido porque o tempo nao f o i s u f i c i e n

te para desenvoivermos as atividades que querfamos.

Conclufmos ainda, que a fungao do supervisor requer

muito conteudo, amor e dedlcacao* Devemos levar ao conhecimento dos

1

professores que os mesmos devem procurar fazer uma mudaaca no metodo

u t i l i z a d o em sala de aula, pois a educagao deve ser a t i v a , u t i l i z a n d o

metodD do dialogo c r f t i c o e que tambem convide a c r f t i c a . Realmente

1

(73)

. CRfTICA

Para e x i s t l r maior e melhor relacionamcnto e o

trababa-lho se tornar bem mals rendoso e necessario que haja um entrosomento

mais aasfdao entre d i r e t o r , professor e demais passoas envoividas na

escola.

. APRECIAQSO FINAL

0 estagio do 2C grau apesar de ter sido desenvolvid© em

um cur to prazo de tempo e nao termos conseguido todas as iitffHaQoes /

necessarias, f o i de grande importancia, Pois qualquer curso que seja

professionalizante requer um estagio, para que o aluno coloque em pra

t i c a o que aprendeu na t e o r i a e com isso adquirir experiencias para

1

exercer com plenitude, sua profissao.

• SUGESTCES

•Esperamos que o d i r e t o r , com ajuda de outras pessoas

1

procurem de todas as formas coibocar a b i b l l o t e c a em funcionamento,

p%

l o menos a navel de i c graa.

-Pedimos a diregao que ofereca oportunidade a outros e§

t a g i a r i o s para dar continuidade aos nossos trabalhos.

(74)
(75)

-01-1 4

1

Referências

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