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CEITIO IE.0IEIOIfl8 DE
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íDEPGITIIEITO DE PEUIITIIB
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.E'(X)DQPPLER COMO INQÍHTHEAHO DIAGN¿5Y`ICO
COMPLEMENTAR
NA FEBRE
REUMÁTICA
COM JWSCUITA
CARDIACANORMAL
ASTÍINEL JOSE'
BASIÍAN JUNIOR
NORBERTO ¿¶7GU5T0
ESTEVINHO JUNIOR
'[email protected] .DA 11!
FASE DO
CURSO
DE
GRADUAÇÃO
.EHMEDICINA'
ORIENTADORI MAURICIO
LAERTE
SILVA
ÇL
IIG_IIIIlEI!IHEI'I'08
n
I 1
AGREDECEHOS
AO DR. Hzfi7R.l'CIOLAERTE
SILVA
.PELA ORIENTJKÍÃO
DADA
NA
REAZ.IZ¡K7ÃO DL`$'ETRABALHO.
I II III IV
V
VI VII VIII SUMÁRIO RESUMO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O1 INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O2 CASUISTICA E MÉTODOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .O1r 1 RESULTADOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O5 DI SCUSSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O7 CONCLUSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 ABSTRACT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .I3
"L 1
.REQWMO
Treze crianças procedentes da 'grande Florianópolis com
Febre Reumática sem sinal clinico de endocardite, foram analisadas
em estudo transversal usando a ecocardiografia com Doppler para
caracterizar a real inexistência de endocardite. A ausculta car-
diaca sete eram normais em seis foi caracterizado sopro funcional.
Três crianças foram examinadas na fase aguda e os outros estavam em acompanhamento ambulatorial.
Os laudos ecocardiográficos com Doppler mostraram que
dos treze pacientes, quatro tinham valvulite (três com insuficiên-
cia mitral leve e um com insuficiência tricúspide leve). Uma insu- ficiência mitral leve foi achada.em paciente com ausculta de sopro
funcional. A ecocardiografia com Doppler mostrou ser um exame com-
plementar mais objetivo e preciso no diagnostico de endocardite
INTRODUÇÃO
A Febre Reumãtica é
uma
patologia de origem auto-imune, cuja incidencia praticamente espelha àquela das infecções de oro-farige pelo Streptococus B hemolitico do grupo A de Lancefield.
Tem pico de incidencia entre as idades de 5 e 15 anos, e
ao contrário do que antes se pensava, nao tem predileção determi-
nada
por sexo ou raça. embora a Coréia deSydenham
se mostre maisfreqüente no sexo feminino. A sua incidencia tem caído dramatica-
mente nos
EUA
ena Europa
Ocidentalnas
últimas 4-5 decadas. sain-do de
uma
incidência de 24-34 por 100.000 habitantes parauma
in-cidencia atual de 2 por 100.000 crianças de idade escolar, prova-
velmente
uma
conseqüência da administração de antibióticosna
pro-filaxia da Febre Reumãtica Aguda. À doença se caracteriza por le-
sões inflamatõrias envolvendo primariamente as articulações, cora-
ção e tecido subcutaneo. Na forma classica apresenta-se de modo
agudo. febril e auto-limitada, porem as injúrias que se abatem so-
bre as valvulas cardíacas podem ser cronicas e progressivas. cau-
sando
a debilidade cardíaca ou a morte muitos anos apos o episódioinicial (11). A cardite reumãtica corresponde de 25% a -10% das
doenças casdiovasculares do terceiro mundo.
É Justamente pela forma dramática com que se pode maní-
festar a Febre Reumãtica
quando
atinge o coração, bem como a cro-nicidade e 'característica evolutiva, que não se medem esforços
na
tentativa de
documentar
cada vez de modo mais confiável as lesõesvalvulares, fardo que o indivíduo carregarã pela vida a partir do
momento em que as
tenha
adquirido.A ecografia com Doppler iniciou em 1961
quando
era uti-lizada para medir o fluxo sangüíneo através dos vasos periféricos.
A investigação ultrassonogrãfica das valvulas cardíacas
era inicialmente feita com imagens de modo M, e mais tarde com
ecocardiograma bidimensional. Estes apresentam, porém, resultados
limitados
quando
existe distorção estrutural decorrente da calci--«W
,X O diagnóstico de regurgitação mitral só pode ser suspei-
tado; ao estudo ecocardiogrãfico, por evidências indiretas como um
ventriolo esquerdo dilatado ou hiperdinãmico, ou aumento da movi-
mentação das paredes atriais esquerdas. Com o Doppler, porém, a
investigação de regurgitação mitral feita no lado atrial da válvu-
la proporciona um diagnóstico fácil e seguro (7).
A gravidade das lesões cardíacas decorrentes da Febre
Reumãtica. bem como evidências de que a sua existência ou não no
episodio inicial da doença ë determinante no prognóstico e trata-
mento da moléstia (6). despertou-nos a preocupação em melhor in-
vestigar a ausencia de lesão valvular (avaliado pelo funcionamento
da valvula) naqueles pacientes que não apresentavam qualquer evi-
dência clinica de disfunção valvular; pacientes estes que se apre-
sentavam ao serviço com manifestações outras de Febre Reumãtica
Aguda que não a valvulite.
Assim sendo, no presente estudo, confrontamos os achados
do estudo ultrassonogrãfico com Doppler com os achados de ausculta
cardíaca no decorrer da doença, com o objetivo único de identifi-
car anormalidades funcionais valvulares ao exame com Doppler que
não foram identificados na investigação clinica. acentuando-se as-
sim a preocupação merecida em dar seguimento mais vigilante a tais
CASUYS7YCA.E.M£¶ZUNZS
Este e um estudo transversal. cuJos dados foram obtidos
de crianças portadoras de Molestia Reumática procedentes da Grande
Florianopolis. com idade variante de 8 a 14 anos (media 11.4 anos)
encaminhados aos serviços de cardiologia pedriatrica do Hospital
Universitario e Hospital Infantil Joana de Gusmão. durante o pe- ríodo de O1/11/1988 a 25/O1/1959. Todos os casos tiveram diagnos-
tico de Febre Reumática Aguda respeitando-se os criterios modifi-
cados de Jones (1) acompanhados de antecedentes estreptocõcicos
comprovados clínica ou laboratorialmente.
Este grupo constituí-se de 13 crianças cujo episodio de
Febre Reumática Aguda ocorreu no período de 1983 a 1989, sendo 3
de acompanhamento com Doppler durante a fase aguda e o restante
com exame Doppler realizado em acompanhamento ambulatorial após
alta hospitalar.
Constitui condição indispensável para o presente estudo
a ausência de sinais clínicos de valvulite (sopro cardíaco patolo-
gico). Ú z\,,¡ . t .-'` ‹J
/H
Dos 13 casos analiaados, 7 tiveram achado de sopro car-
díaco considerado funcional por ocasião do exame ecocardiográfico
com Doppler, tendo sido a ausculta cardíaca dos 13 pacientes rea-
lizada com 0 mesmo método pelo mesmo técnico especializado.
F01 utilizado Um ADVANCED TECNICAL LABORATORY AMK 700
RE`S7IJ`ADOS
A partir dos critérios pré-estabelecidos: presença con-
firmada de Febre Reumática
Aguda
e ausculta normal ou consideradafuncional, foi analisado a totalidade dos casos obtidos no período
antes
citado.TABELA 1 - DISTRIBUIÇÃO DE FREQUENCIA
DE
MOLÉSTIA REUMATICA SEGUN-DO A IDADE NA OCASIÃO DO EXAME COM ECO-DOPPLER.
IDADE (Anos)
I FREQUENCIA U FREQ. RELATIVA
B 2 15. 1% 9 2 15. 1% 10 1 7. 8% 12 2 15, 49€ 13 3 23, 0% 14 3 23. 0% I I
p<0.01
TABELA 2 - DISTRIBUIÇÃO
DE
FREQUÊNCIADE
MOLÉSTIA REUMÁTICA SEGUN-DO SEXO.
SEXO
i FREQUÊNCIA I FREQ. RELATIVA
M
8 61, 5%Os 13 pacientes encontraram-se dentro da faixa etária compreendida entre 8 e 11 anos (média 11,4 anos e p < 0,01), com-
provando a equivalência da amostra, em termos de faixa etária. com
a literatura ã qual a comparamos (13) (Tab. 1). Oito pacientes
eram do sexo masculino (61,5%) e cinco do sexo feminino (38,5%)
(Tab °)
TABELA 3 - MOLÉSTIA REUMATICA SEGUNDO AUSCUBTA CARDIACA E ECO-DO- PPLER.
^\
DOPPLES
NORMAL IML ITL TOTAL
AUSCUETA .
TOTAL 9 3 1 13 '
NORMAL 1 2 1 7
FUNCIONAL 5 1 O 6
Dos 13 pacientes examinados, 7 mostraram ausculta car-
díaca normal por ocasião do exame Doppler e 6 mostraram alteração
de ausculta cardíaca considerada funcional cujas características
eram as mesmas da fase aguda da doença.
Ao exame ecocardiográfico com Doppler 9 pacientes tive-
ram laudo normal, sendo que 5 destes tinham ausculta cardíaca com
sopro cansiderado funcional e 1 tinham ausculta normal. Três pa-
cientes apresentaram insuficiência mitral leve sendo um com sopro
cardíaco funcional e dois com ausculta normal. Um paciente apre-
sentou insuficiência tricúspide leve tendo ausculta cardíaca nor- mal (tab. 3). V \ `\ ×_ \` É
DISCUSSÃO
Segundo a literatura a incidência da Febre Reumática ë
maior entre as idades de 5 a 15 anos. Não existe, atualmente, o
conceito de maior incidência da Febre Reumática no sexo feminino,
ao contrário do que antes se pensava, embora a Coréia de
Sydenham
tenha
incidência maior no sexo feminino (11).A nossa casuística ê concordante com a literatura no que
concerne a idade. Em relaçäo ao sexo o maior
número
de pacientesdo sexo masculino não tem expressao estatistica dado ao pequeno
número
de casos, porêm ê compativel com os achados de Veasey L. G.(13) e Schollin J. e Wesstrom G. (10).
A maior complicação
da
Febre ReumáticaAguda
ê o apare-cimento de cardite e subseqüente desenvolvimento de doença valvu-
lar crónica. A detecção
apurada
da cardite ë. importanteuma
vezque a doença valvular crónica
raramente
se desenvolve em pacientessem cardite no surto inicial. O diagnóstico do envolvimento do co-
ração pode ser dificil. A diferenciação entre
um
murmurio
apicalsistólico funcional e
um murmurio
devido ã endocardite mitral reu-matica pode ser dificil em pacientes febris, taquipnêicos ou anê-
micos (12) (9).
Em termos de história natural, o maior fator determinan-
te da prevalência da doença reumática em 5 anos ë o estado do co-
ração
quando
o tratamento ê iniciado. O prognóstico de pacientessem cardite comprovada e com tratamento profilático ê excelente
(3)-
O
dano
cardíaco em primeiro episódio de Febre Reumáticaê provável que desapareça mais cedo em relaçäo a
danos
ocorridosem ataques recorrentes (4).
Segundo
Bland e Jones (2) ao fim de 10anos os sinais fisicos de doença cardíaca valvular
haviam
desapa-recido em 11% dos seus casos. Apesar disto, havia suspeita mantida
de persistência de lesão minima, mesmo após ausência dos sinais
físicos da doença cardíaca, tendo sido confirmado em 1 caso de ne-
O fato de a cardite não ter sido
demonstrada
em recidi-vas, se com certeza não esteve presente no primeiro episódio, tem
importante implicações no prognóstico e tratamento.
`
A Coréia è a manifestação mais tardia da Febre Reumãti-
ca. Tem sido
aventado
que. por causa disto, a cardite poderia terocorrido precocemente no mesmo paciente e, por ocasião do apareci-
mento da Coréia. os sinais de cardite teriam desaparecido. A alta
frequencia com que a Coréia pura. no ataque inicial. ocorre sob a
forma de Coréia com cardite
nas
formas recorrentes tem sido clara-mente demonstrado (3. 5, 6, 14). .
'
Muitas das controvérsias sobre Io comportamento e prog-
nóstico da doença aparecem e persistem porque parte significante
do espectro
agudo da
Febre Reumãtica não pode serachada
clinica-mente e tem sido inferida por estrapolações.
Outra
razão para con-trovërsias ë que as técnicas
usadas
para o diagnóstico clinico doestado
cardíaco tem deficiência de objetividade, uniformidade eprecisão. A ausculta cardíaca deixa a desejar
na
interpretação,subjetiva que ë, das alterações valvulares, pois muito passa desa-
percebido aos ouvidos do examinador ou ê erroneamente classificado
como patológico
um
sopro que antes jã se fazia presente com asmesmas
caracteristicas.São as seguintes as caracteristicas de ausculta indica-
tivas de cardite reumãtica:
1 I Sopro sistólico apical significante. É um sopro prolongado de
alta intensidade na maior parte da sístole que ë indicativo de
regurgitação mitral. Melhor ouvido na ponta e transmitido para
a axi la. Sua intensidade é variável principalmente nos estã-
gios precoses da doença, mas ë no minimo de duas cruzes em
2 I Sopro mesodiastolico apical. Freqüentemente em Cardite Reuma-
tica Aguda com regurgitaçäo mitral, a terceira bulha é acompa-
:hada ou mascarada por um sopro mesodiastölico de baixa inten-
sídade. Este pode ser ouvido melhor com o paciente em decúbito
lateral esquerdo com parada na expiração. Deve ser diferencia-
do de um de baixa intensidade, em apice, crescente, acompanha-
do de primeira bulha mitral forte que é indicativo de estenose
mitral, mais do que cardite aguda.
3 u Sopro diastolico basal. Regurgitaçáo aortica, inicia precoce-
mente na diastole. De alta intensidade. decrescente, ouvido
melhor ao longo da borda esternal esquerda. apos expiração com
o paciente em inclinação anterior. E de grande importancia
diagnóstica mas pode ser dificil de ouvir e pode estar presen-
te apenas intermitentemente.
.
Em um individuo com suspeita de ter regurgitaçâo aortica
devido a Febre Reumática Aguda deve-se tomar o cuidado de excluir
uma valva aõrtica bicúspide congênita como fonte do murmurio (1).
Em nosso estudo a ecocardiografia com Doppler mostrou-se
objetiva e eficiente em fazer emergir anormalidades valvulares que
escaparam ao diagnostico auscultatorio. Dos 13 pacientes estuda-
dos, 4 (30,7%) mostraram alterações valvulares (3 com insuf. mi-
tral leve e 1 com insuf. tricúspide leve). Dos 9 pacientes que
apresentaram laudo normal ã ecocardiografia com Doppler. 4 apre- sentaram ausculta cardíaca normal e 5 apresentaram alterações aus-
cultatörias consideradas funcionais.
Os sopros cardíacos considerados funcionais que freqüen-
temente ocorrem em individuos normais, especialmente crianças, têm
sempre uma importante carga de dúvida que os acompanha. De modo
geral ocupam somente uma porção da sistole. Podem ser mais audi-
veis em pacientes com febre ou ansiosos e melhor transmitidos em paredes torácicas estreitas. Podem ser ouvidos intermitentemente e tendem a variar com a posição e respiração. São de dois tipos:
1 1 Sopro de ejeção ouvido melhor em ãrea pulmonar, pequena inten-
sidade, vibratõrio, freqüentemente transmitido para o pescoço
e pode ser confundido com estenose aõrtica.
E u Sopro musical ouvido em borda esternal esquerda baixa. fre-
qüentemente transmitido para o ápice e ê mais provavel ser
confundido com regurgitação mitral (1).
Devido ao fato de que, na dinamica da investigação clí-
nica, o sopro cardíaco considerado funcional poderia na verdade
ser um sopro de origem em alterações patolõgicas, dúvidas podem
surgir quanto ã Justificativa de se incluir no presente trabalho
casos com ausculta cardíaca até certo ponto duvidosa. Porêm os re-
sultados provaram que 5 dos 6 pacientes com ausculta funcional
assim realmente o eram.
Dos 3 pacientes que mostraram insuficiência mitral leve
ao laudo da ecocardiografia com Doppler 2 tinham ausculta normal
por ocasião do exame clínico e 1 tinha sopro cardíaco considerado
funcional. Este caso vem reforçar o objetivo de mostrar que a eco-
cardiagrafia com Doppler tem maior precisão diagnóstica do que a
ausculta na investigação da valvulite de origem reumática.
Um paciente mostrou insuficiência tricúspide leve ao
exame com Doppler tendo ausculta cardíaca normal por ocasião do
exame.
Os resultados de Doppler mostram alterações patolõgicas
em pacientes que passaram por uma triagem clínica de alto nível
sem o diagnostico de cardite. Alteram significativamente o prog-
nostico, a metodologia de seguimento ambulatorial e possivelmente
a forma de tratamento, uma vez que alguns autores sugerem a res-
trição do tratamento profilãtico para apenas 5 anos em pacientes
sem cardite no surto inicial de maneira comprovada (6).
Os resultados encontrados que caracterizam insuficiência
mitral.level e insuficiência tricúspide leve têm suficiente peso
para se afirmar a suspeita de cardite nestas crianças, com todas
as implicações de prognóstico, seguimento e tratamento Já relata-
ooncwèâo
I
Os nossos resultados. em relação ä idade, são compati-
veis com a literatura conforme demonstra a tabela 1.
A ecocardiografia com Doppler mostrou-se
um
exame demaior capacidade diagnóstica que a ausculta cardíaca realizada com
a correta metodologia por
um
técnico especializado, conforme re-S`l.1lT.âÕ.0S ã.PI`eSeI1Í.ã.Õ.OS.
H
ABSTRACT
Thirteen children
proceding from Great Florianópolispresenting Rheumatic Fever without clinical signs of carditis, we-
re analysed in a transversal
study
using a Dopplerultrasound
tocharacterize the real nonexistence of endocarditis.
Through
car-diac auscultation seven patients were normal
and
six were charac-terized functional murmurs. Three children out of thirteen were
examined in the acute state of the disease.
The Doppler
ultrasound
examination verdicts demonstratedvasculitis in four patients (Three mitral
and
one tricuspid regua-gitation). One patient
who
showed mitral regurgitation at Dopplerultrasound
had
functionalmurmur
at auscultation.The
Doppler ul-trasound
examination showed to be the most objectiveand
precise.RETIUUEWGHQÊIUIHJOGRÁFYCAS
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TCC UFSC PE 0025 Ex.l N-Chflflh TCC UFSC PE 0025 Autor: Bastian Junior, Ag
Título: Ecodoppler como instrumento diag
972814771 Ac. 253674