ANUÁRIO DE PUBLICAÇÕES
2015
Coordenação: Sérgio França, Thaís Teixeira Mesquita e Rodrigo Vianna Capa: FGV Direito Rio
Diagramação: Leandro Collares – Selênia Serviços Revisão: Marcia Glenadel Gnanni Ernesto
Rio de Janeiro, 01 de agosto de 2016. Sérgio França
Coordenador de Publicações da FGV Direito Rio Joaquim Falcão
1.7 Diogo Assumpção Rezende de Almeida ... 28
1.8 Eduardo Ferreira Jordão ... 33
1.9 Fernando de Castro Fontainha ... 37
1.10 Gustavo da Rocha Schmidt ... 53
1.11 Ivar Alberto Martins Hartmann ... 55
1.12 Jessé Torres Pereira Junior ... 58
1.13 Joaquim de Arruda Falcão Neto ... 62
1.14 José Guilherme Vasi Werner ... 71
1.15 Leandro Molhano Ribeiro ... 72
1.16 Leonardo de Andrade Costa ...74
1.17 Melina de Souza Rocha Lukic ... 79
1.18 Michael Freitas Mohallem ... 83
1.19 Patrícia Regina Pinheiro Sampaio ...84
1.20 Paula Wojcikiewicz Almeida ... 92
1.21 Rafael Alves de Almeida ...96
1.22 Sérgio Antônio Silva Guerra ...100
1.23 Thiago Bottino do Amaral ...113
2. Artigos em Revistas Acadêmicas ...115
2.1 Antônio José Maristrello Porto ...116
2.2 Diogo Assumpção Rezende de Almeida ...119
2.3 Carlos Emmanuel Joppert Ragazzo ...121
2.4 Cássio Machado Cavalli ...122
2.5 Diego Werneck Arguelhes ...123
2.6 Eduardo Ferreira Jordão ...125
2.7 Fernando de Castro Fontainha ...126
2.8 Fernando Angelo Ribeiro Leal ... 130
3.4 Felipe de Melo Fonte ...167
3.5 Fernando de Castro Fontainha ... 168
3.6 Gustavo da Rocha Schmidt... 169
3.7 Ivar Alberto Martins Hartmann ... 170
3.8 Jessé Torres Pereira Junior ...172
3.9 Joaquim de Arruda Falcão Neto ...173
3.10 Luiz Roberto Ayoub ...174
3.11 Melina de Souza Rocha Lukic ...175
3.12 Michael Freitas Mohallem ...176
3.13 Patrícia Regina Pinheiro Sampaio ...177
3.14 Rômulo Silveira da Rocha Sampaio ...178
3.15 Sérgio Antônio Silva Guerra ...179
3.16 Thiago Bottino do Amaral ... 180
4. Anais de eventos...181
4.1 Diego Werneck Arguelhes ...182
4.2 Fernando de Castro Fontainha ...183
4.3 Leandro Molhano Ribeiro ... 184
4.4 Melina de Souza Rocha Lukic ...185
O volume 4 da Série Clínicas dos Cadernos FGV DIREITO RIO traz quatro trabalhos originais relacionados ao tema do Sistema Prisional e Direitos Humanos. A obra contem-pla pareceres jurídicos sobre violações aos direitos dos presos nas unidades prisionais do estado do Rio de Janeiro, tendo por objeto: (i) emprego ilegal de laxante em custodiados e visitantes suspeitos de carregarem drogas; (ii) falta de água própria para o consumo humano; (iii) restrição ao banho de sol; e (iv) condições inadequadas para a maternidade na prisão. Este trabalho é resultado da parceria celebrada entre a FGV Direito Rio e a Defensoria Pública do Rio de Janeiro, por meio, respectivamente, do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) e do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (NUDEDH).
TEIXEIRA MENDES, A. P.; ALMEIDA, C. B. M. (Orgs.). Ca-dernos FGV DIREITO RIO – Série Clínicas, v. 4. Sistema prisional e direitos humanos. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
FGV DIREITO RIO 12
O debate sobre o superendividamento das famílias tem se tornado cada vez mais frequente no Brasil nos últimos anos. Entretanto, poucas pesquisas acadêmicas têm sido realizadas para tentar explicar o fenômeno. Esta obra procura suprir essa lacuna, reunin-do artigos de especialistas em diversas áreas que abordam o tema de maneira empírica e interdisciplinar. Assim, a questão do superendividamento no Brasil é analisada a partir da abordagem da Análise Econômica do Direito (AED) e da escola comportamental, bem como sob uma perspectiva regulatória e institucional, tanto no que diz respeito ao acesso ao crédito quanto ao tratamento do superendividado. A obra ainda traz ar-tigos que analisam o fenômeno social do superendividamento por meio da experiência da Comissão do Superendividado, criada em 2005, no âmbito do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. Por fim, o fenômeno do superendividamento também é abordado a partir de uma análise da carga tributária sobre o consumo das famílias brasileiras.
PORTO, Antônio José Maristrello; CAVALLI, C. M.; LUKIC, M. S. R.; SAMPAIO, P. R. P. (Orgs.). Superendividamento no Brasil, v. 1. Curitiba: Juruá, 2015.
PORTO, Antônio José Maristrello; BUTELLI, P. H. O supe-rendividamento brasileiro: uma análise introdutória e uma nova base de dados. In: PORTO, Antônio José Maristrello; CAVALLI, C. M.; LUKIC, M. S. R.; SAMPAIO, P. R. P. (Orgs.). Superendividamento no Brasil, v. 1. Curitiba: Juruá, 2015. p. 11-51.
FGV DIREITO RIO 14
PORTO, Antônio José Maristrello; SAMPAIO, P. R. P. Uma visão regulatória da prevenção e tratamento do superen-dividamento no Brasil. In: PORTO, Antônio José Maris-trello; CAVALLI, C. M.; LUKIC, M. S. R.; SAMPAIO, P. R. P. (Orgs.). Superendividamento no Brasil, v. 1. Curitiba: Ju-ruá, 2015. p. 139-166.
A ideia deste livro é democratizar o conhecimento técnico. Por meio de uma lingua-gem direta e concisa, o autor aborda os mais variados temas de direito e desenvolvi-mento. Analisa novas tendências de diversos mercados e escolhas regulatórias recentes. Os assuntos não são tratados com o formalismo acadêmico, obstáculo à compreensão geral. Busca-se demonstrar, em última instância, a importância que boas instituições têm para o desenvolvimento do Brasil.
RAGAZZO, Carlos Emmanuel Joppert. Direito e desen-volvimento: diário de um jurista urbano. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
FGV DIREITO RIO 16
RAGAZZO, Carlos Emmanuel Joppert; ALBUQUERQUE, Christiane L. The New Competition Law in Brazil and the New Framework for Merger Analysis in Telecom. In: SANT´ORSOLA, Fabrizio Cugia di; NOORMOHAMED, Rehman; GUIMARAENS, Denis Alves (Orgs.). Commu-nications and Competition Law: Key Issues in the Tele-coms, Media and Technology Sectors. Bedforshire: Wol-ters Kluwer, 2015. p. 387-396.
O debate sobre o superendividamento das famílias tem se tornado cada vez mais frequente no Brasil nos últimos anos. Entretanto, poucas pesquisas acadêmicas têm sido realizadas para tentar explicar o fenômeno. Esta obra procura suprir essa lacuna, reunin-do artigos de especialistas em diversas áreas que abordam o tema de maneira empírica e interdisciplinar. Assim, a questão do superendividamento no Brasil é analisada a partir da abordagem da Análise Econômica do Direito (AED) e da escola comportamental, bem como sob uma perspectiva regulatória e institucional, tanto no que diz respeito ao acesso ao crédito quanto ao tratamento do superendividado. A obra ainda traz ar-tigos que analisam o fenômeno social do superendividamento por meio da experiência da Comissão do Superendividado, criada em 2005, no âmbito do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. Por fim, o fenômeno do superendividamento também é abordado a partir de uma análise da carga tributária sobre o consumo das famílias brasileiras.
CAVALLI, Cássio M.; ROCHA, M.; SAMPAIO, P. R. P.; POR-TO, A. J. M. (Orgs.). Superendividamento no Brasil, v. 1. Curitiba: Juruá, 2015.
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CAVALLI, Cássio M.; FERREIRA, R. V. X. Matriz de equiva-lentes funcionais da falência pessoal no direito brasileiro. In: CAVALLI, Cássio M.; ROCHA, M.; SAMPAIO, P. R. P.; PORTO, A. J. M. (Orgs.). Superendividamento no Brasil, v. 1. Curitiba: Juruá, 2015. p. 113-138.
CAVALLI, Cássio M. Plano de recuperação. In: COELHO, Fábio Ulhoa (Org.). Tratado de Direito Comercial, v. 7. São Paulo: Saraiva, 2015. p. 258-294.
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CAVALLI, Cássio M. A teoria da empresa na recuperação judicial. In: CEREZETTI, Sheila C. Neder; MAFFIOLETTI, Emanuelle Urbano (Orgs.). Dez anos da Lei nº 11.101/2005: estudos sobre a Lei de Recuperação e Falência. São Pau-lo: Almedina, 2015. p. 197-234.
CAVALLI, Cássio M. Cheque-mate: análise econômica dos títulos de crédito. In: ASSAM, João Marcelo de Lima; MICHEL, Monica Navarro (Orgs.). I Encontro de Internacionalização do CONPEDI, v. 7. Barcelona: Edicio-nes Laborum, 2015. p. 261-280.
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CAVALLI, Cássio M. O conceito de empresa no projeto de Código Comercial. In: COELHO, Fábio Ulhoa; LIMA, Thia-go Asfor Rocha; NUNES, Marcelo Guedes (Orgs.). Novas reflexões sobre o projeto de Código Comercial. São Pau-lo: Saraiva, 2015.
EU Health Systems and Distributive Justice uses theories of distributive justice to examine tensions created by the application of the Internal Market rules to the provision of health care services within the European Union.
Using the concepts and principles embedded in the theories of egalitarianism and libertarianism, this book analyses the impact of the Internal Market rules on common va-lues and principles shared by European health systems, such as universality, accessibility, equity and solidarity. This analysis is conducted using the specific issue of cross-border health care.
This book makes innovative contributions to the study of the relationship between EU health systems and the Internal Market and it encompasses the analysis of all princi-ples recognised by EU institutions as guiding principrinci-ples of European health systems; it integrates human rights law and practice into the discussion of the EU Court of Justice as an approach to patient mobility cases; and it assesses the potential impact of the In-ternal Market over EU health systems through the lens of distributive justice, looking at the underlying principles of these systems that are mostly concerned with social justice.
Ultimately, this is not a book on EU law and health care, but it is a book on distributive justice, health care and the principles and policies guiding European health systems.
BORGES, Danielle da Costa Leite. EU Health Systems and Distributive Justice: Towards New Paradigms for the Pro-vision of Health Care Services? Oxford: Routledge, 2015.
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BORGES, Danielle da Costa Leite. A responsabilidade das agências de publicidade por danos à imagem do anun-ciante decorrentes do material publicitário produzido. In: LEAL, Fernando (Org.). Direito Privado em perspectiva: teoria, dogmática e economia. São Paulo: Malheiros, 2015. p. 47-65.
RIBEIRO, Leandro Molhano; ARGUELHES, Diego Wer-neck. A dinâmica da judicialização das decisões do Con-selho Nacional de Justiça. In: STOCCO, Rui; PENALVA, Janaina (Orgs.). Dez anos da reforma do Judiciário e o nascimento do Conselho Nacional de Justiça. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015.
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ARGUELHES, Diego Werneck. Poder não é querer: prefe-rências restritivas e redesenho institucional no Supremo Tribunal Federal pós-democratização. In: SARMENTO, Daniel (Org.). Jurisdição Constitucional e Política. Rio de Janeiro: Forense, 2015. p. 211-242.
ARGUELHES, Diego Werneck. Como aumentar a impar-cialidade do Supremo em relação ao TSE. In: FALCÃO, Joaquim (Org.). Reforma eleitoral no Brasil: legislação, democracia e internet em debate. Rio de Janeiro: Civiliza-ção Brasileira, 2015. p. 79-94.
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A mediação é o método de solução de conflitos que mais cresce no cenário mundial. Cada vez mais está presente em contratos como mecanismo preferencial de tratamento de questões conflituosas que surgem no decorrer de sua execução. Da mesma forma, vem sendo empregada para superar desentendimentos provenientes de relações familia-res, sucessórias, societárias, empresariais e vizinhais. No Brasil, ainda prevalece a cultura da litigiosidade e da solução por meio da sentença judicial. Na tentativa de alteração desse panorama, o novo Código de Processo Civil surge como uma mudança de rota ao introduzir a mediação como etapa inicial do procedimento comum nas hipóteses em que se afigura como método adequado pelos critérios indicados no próprio código (art. 165, § 3º). A mediação apresenta-se, assim, como uma possibilidade de enfrentamento do conflito de modo adequado, efetivo e tempestivo e com o protagonismo e a coautoria dos próprios interessados na solução de seus desentendimentos. A presente obra visa oferecer aos operadores do Direito comentários iniciais sobre a regulação desse institu-to ainda pouco conhecido no Brasil pelo Novo Código de Processo Civil. O livro aborda todos os temas relacionados à mediação no novo diploma processual e ainda examina outras questões relevantes, como a relação da mediação com a arbitragem, a mediação nos casos em que há pedido de tutela provisória, a mediação nos litígios que envolvem propriedade intelectual etc.. Abre-se caminho para os estudos desse instituto tão rele-vante no novo ordenamento processual civil brasileiro.
BACH, A. T.; MAIA, A.; REGO, B. M.; VERAS, C. V.; BACAL, E. B.; CARNEIRO, C. D.; HALLAK, E.; LIMA, E. S. E.; GAL-VAO, F. K.; GALVÃO FILHO, M. V.; NETTO, F. G. M.; HILL, F. P.; MARQUES, G. P. Y.; SOARES, I. C. O.; SOAUZA, L. M.; FIGUEIREDO, M. R. S.; SOUZA, M. F.; PIMENTEL, W.; PAUMGARTTEN, M. P.; MENEZES, P. B. (Orgs.). A media-ção no Novo Código de Processo Civil. Rio de Janeiro: Forense, 2015.
“Parabenizo o Diogo Rezende de Almeida pelo excelente estudo, que demonstra a viabilidade da implementação no Brasil [...] de um processo civil em que as partes se corresponsabilizem juntamente com o juiz pela definição dos caminhos a percorrer em busca da melhor decisão possível, numa abordagem de extrema atualidade, seja na vi-gência do Código de 73, seja na do novo Código cuja aprovação se avizinha [...]”. Leo-nardo Greco
ALMEIDA, Diogo Assumpção Rezende de. A contratua-lização do processo: as convenções processuais no pro-cesso civil. São Paulo: LTR, 2015.
FGV DIREITO RIO 30
ALMEIDA, Diogo Assumpção Rezende de. As conven-ções processuais na experiência francesa e no Novo CPC. In: CABRAL, Antonio do Passo; DIDIER JR., Fredie; NO-GUEIRA, Pedro Henrique Pedrosa (Orgs.). Coleção Gran-des Temas do Novo CPC, v. 1: Negócios processuais. Sal-vador: JusPodivm, 2015. p. 100-125.
ALMEIDA, Diogo Assumpção Rezende de; PANTOJA, F. M. Conceito, abrangência e princípios. In: PINHO, Hum-berto Dalla Bernardina de; CABRAL, Trícia Navarro Xa-vier; HALE, Durval (Orgs.). O marco legal da mediação no Brasil. Rio de Janeiro: Atlas – Grupo GEN, 2015. p. 35-64.
FGV DIREITO RIO 32
ALMEIDA, Diogo Assumpção Rezende de. Da prova peri-cial. In: DIDIER JR., Fredie; MACÊDO, Lucas Buril de; PEI-XOTO, Ravi; FREIRE, Alexandre (Orgs.). Coleção Grandes Temas do Novo CPC, v. 3: Processo de conhecimento – Provas. Salvador: JusPodivm, 2015. p. 655-676.
brasileira de MIPs e PMIs: três dilemas da aproximação público-privada na concepção de projetos. In: JUSTEN FILHO, Marçal; SCHWIND, Rafael Wallbach (Orgs.). Par-cerias público-privadas: reflexões sobre os 10 anos da Lei 11.079/2004. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015. p. 207-232.
FGV DIREITO RIO 34
As políticas públicas estão inseridas em um dos maiores debates do Direito Público atual: quais são os limites da atuação do juiz e em que medida podem suas decisões interferir na divisão de poderes entre Executivo e Judiciário? Trata-se da questão a res-peito do ativismo judicial e dos limites da competência de cada Poder. Em perspectiva multidisciplinar (Direito Constitucional, Administrativo e Filosofia do Direito), o autor dá importante contribuição para que as relações entre Administração e Judiciário sejam mais eficientes e planejadas.
FONTE, Felipe de Melo. Políticas públicas e direitos fun-damentais. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2015.
FONTE, Felipe de Melo. Supervisão ministerial e controle societário de empresas estatais. In: ARAGÃO, Alexandre Santos de (Org.). Empresas públicas e sociedades de economia mista. Belo Horizonte: Fórum, 2015. p. 183-211.
FGV DIREITO RIO 36
FONTE, Felipe de Melo. Revisitando os fundamentos do poder de polícia no Brasil. In: BRANDÃO, Rodrigo; BAP-TISTA, Patrícia Ferreira (Orgs.). Direito Público. Rio de Janeiro: UERJ, 2015. p. 199-221.
Este volume é parte integrante do projeto “História Oral do Supremo”, uma contri-buição da FGV para a história contemporânea do Brasil. Nas páginas a seguir, o leitor encontrará a narrativa do ministro Rafael Mayer sobre sua própria trajetória, marcada notadamente pela atividade de magistrado na nossa mais alta corte.
FONTAINHA, Fernando de Castro; QUEIROZ, Rafael Ma-fei Rabelo; SATO, Leonardo Seiichi Sasada (Orgs.). His-tória oral do Supremo, v. 1: Rafael Mayer. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
FGV DIREITO RIO 38
Este volume é parte integrante do projeto “História Oral do Supremo”, uma contri-buição da FGV para a história contemporânea do Brasil. Nas páginas a seguir, o leitor encontrará a narrativa do ministro Aldir Passarinho sobre sua própria trajetória, marcada notadamente pela atividade de magistrado na nossa mais alta corte.
FONTAINHA, Fernando de Castro; SATO, Leonardo Seii-chi Sasada (Orgs.). História oral do Supremo, v. 2: Aldir Passarinho. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
Este volume é parte integrante do projeto “História Oral do Supremo”, uma contribui-ção da FGV para a história contemporânea do Brasil. Nas páginas a seguir, o leitor encon-trará a narrativa do ministro Sepúlveda Pertence sobre sua própria trajetória, marcada notadamente pela atividade de magistrado na nossa mais alta corte.
FONTAINHA, Fernando de Castro; MOREIRA, Angela; NUÑEZ, Izabel Saenger (Orgs.). História oral do Supre-mo, v. 3: Sepúlveda Pertence. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
FGV DIREITO RIO 40
Este volume é parte integrante do projeto “História Oral do Supremo”, uma contri-buição da FGV para a história contemporânea do Brasil. Nas páginas a seguir, o leitor encontrará a narrativa do ministro Cezar Peluso sobre sua própria trajetória, marcada notadamente pela atividade de magistrado na nossa mais alta corte.
FONTAINHA, Fernando de Castro; MOREIRA, Angela; AL-MEIDA, Fábio Ferraz de (Orgs.). História oral do Supremo, v. 4: Cezar Peluso. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
Este volume é parte integrante do projeto “História Oral do Supremo”, uma contri-buição da FGV para a história contemporânea do Brasil. Nas páginas a seguir, o leitor encontrará a narrativa do ministro Sydney Sanches sobre sua própria trajetória, marcada notadamente pela atividade de magistrado na nossa mais alta corte.
FONTAINHA, Fernando de Castro; VANNUCCHI, Marco Aurélio; SATO, Leonardo Seiichi Sasada (Orgs.). História oral do Supremo, v. 5: Sydney Sanches. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
FGV DIREITO RIO 42
Este volume é parte integrante do projeto “História Oral do Supremo”, uma contri-buição da FGV para a história contemporânea do Brasil. Nas páginas a seguir, o leitor encontrará a narrativa do ministro Célio Borja sobre sua própria trajetória, marcada no-tadamente pela atividade de magistrado na nossa mais alta corte.
FONTAINHA, Fernando de Castro; MOREIRA, Angela; GUIMARÃES, Fabrícia. História oral do Supremo, v. 6: Cé-lio Borja. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
Este volume é parte integrante do projeto “História Oral do Supremo”, uma contri-buição da FGV para a história contemporânea do Brasil. Nas páginas a seguir, o leitor encontrará a narrativa do ministro Carlos Velloso sobre sua própria trajetória, marcada notadamente pela atividade de magistrado na nossa mais alta corte.
FONTAINHA, Fernando de Castro; PAULA, Christiane Jal-les de; NUÑEZ, Izabel Saenger. História oral do Supremo, v. 7: Carlos Velloso. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
FGV DIREITO RIO 44
Este volume é parte integrante do projeto “História Oral do Supremo”, uma contri-buição da FGV para a história contemporânea do Brasil. Nas páginas a seguir, o leitor encontrará a narrativa do ministro Néri da Silveira sobre sua própria trajetória, marcada notadamente pela atividade de magistrado na nossa mais alta corte.
FONTAINHA, Fernando de Castro; MOREIRA, Angela; SANTOS, Carlos Vitor Nascimento dos (Orgs.). História oral do Supremo, v. 8: Néri da Silveira. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
Este volume é parte integrante do projeto “História Oral do Supremo”, uma contri-buição da FGV para a história contemporânea do Brasil. Nas páginas a seguir, o leitor encontrará a narrativa do ministro Nelson Jobim sobre sua própria trajetória, marcada notadamente pela atividade de magistrado na nossa mais alta corte.
FONTAINHA, Fernando de Castro; PAULA, Christiane Jalles de; SATO, Leonardo Seiichi Sasada; GUIMARÃES, Fabrícia (Orgs.). História oral do Supremo, v. 9: Nelson Jobim. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
FGV DIREITO RIO 46
Este volume é parte integrante do projeto “História Oral do Supremo”, uma contri-buição da FGV para a história contemporânea do Brasil. Nas páginas a seguir, o leitor encontrará a narrativa do ministro Eros Grau sobre sua própria trajetória, marcada nota-damente pela atividade de magistrado na nossa mais alta corte.
FONTAINHA, Fernando de Castro; QUEIROZ, Rafael Ma-fei Rabelo; ACCA, Thiago dos Santos (Orgs.). História oral do Supremo, v. 10: Eros Grau. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
Este volume é um esforço de identificar e organizar uma “sociologia empírica do Di-reito”. Há alguns anos, desenvolvemos iniciativas incipientes tendo por pontos comuns apenas a tomada de alguma dimensão do fenômeno jurídico como objeto e o uso de técnicas de pesquisa social como estruturantes da abordagem metodológica.
Aqui, reunimos textos inéditos, republicações ou traduções de colegas dos mais di-ferentes estágios da carreira. Do nosso ponto de vista, a organização destas iniciativas multidisciplinares forma um campo de estudos e pesquisas que retomam um olhar sobre o Direito a partir da análise de dados. Quando estes dados são coletados por meio de técnicas de pesquisa social, e buscam na teoria sociológica a maximização de seu poder explicativo, consideramos que estamos diante de um campo de estudos que podemos chamar “sociologia empírica do Direito”.
Delineamos com um pouco mais de precisão o que pretendemos organizar, sem qual-quer pretensão fundacional. Uma das contribuições desta coletânea é explicar o cará-ter não pleonástico das expressões “sociologia empírica” ou “pesquisa empírica”. Parece tautológico que a sociologia tenha a empiria como inerente ao processo de produção de seu conhecimento. Assim, a teoria sociológica não se encontra nem fora, nem antes, nem depois da empiria, mas guarda com esta profunda reflexividade e complementaridade na produção do conhecimento sobre os fenômenos sociais e morais.
FONTAINHA, Fernando de Castro; GERALDO, Pedro Hei-tor Barros (Orgs.). Sociologia empírica do Direito. Curi-tiba: Juruá, 2015.
FGV DIREITO RIO 48
FONTAINHA, Fernando de Castro; NUÑEZ, Izabel Saen-ger; ALCÂNTARA, Paulo Augusto Franco de. O superen-dividamento em ação: uma etnografia no NUDECON/RJ. In: PORTO, Antônio José Maristrello; CAVALLI Cássio; LUKIC, Melina de Souza Rocha; SAMPAIO, Patrícia Regina Pinheiro. Superendividamento no Brasil. Curitiba: Juruá, 2015. p. 71-112.
FONTAINHA, Fernando de Castro. Pelo fim (ou início) do voto obrigatório no Brasil. In: FALCÃO, Joaquim (Org.). Reforma eleitoral no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015. p. 37-53.
FGV DIREITO RIO 50
FONTAINHA, Fernando de Castro. O ‘Grande Oral’: pro-fessores e juízes no campo jurídico francês. In: FON-TAINHA, Fernando de Castro; GERALDO, Pedro Heitor Barros (Orgs.). Sociologia empírica do Direito. Curitiba: Juruá, 2015. p. 291-308.
GERALDO, Pedro Heitor Barros; FONTAINHA, Fernan-do de Castro. Por uma sociologia empírica Fernan-do Direito. In: FONTAINHA, Fernando de Castro; GERALDO, Pedro Hei-tor Barros. (Orgs.). Sociologia empírica do Direito. Curiti-ba: Juruá, 2015. p. 9-20.
FGV DIREITO RIO 52
FONTAINHA, Fernando de Castro; NUÑEZ, Izabel Saen-ger; ALCÂNTARA, Paulo Augusto Franco de. O superen-dividamento em ação: uma etnografia no NUDECON/RJ. In: PORTO, Antônio José Maristrello; CAVALLI Cássio; LUKIC, Melina de Souza Rocha; SAMPAIO, Patrícia Regina Pinheiro. Superendividamento no Brasil. Curitiba: Juruá, 2015. p. 71-112.
SCHMIDT, G. R. Uma proposta de releitura da ordem econômica na Constituição de 1988. In: GUERRA, Sérgio (Org.). Teoria do Estado regulador. Curitiba: Juruá, 2015. p. 215-236.
FGV DIREITO RIO 54
SCHMIDT, G. R. Uma proposta de releitura da ordem econômica na Constituição de 1988. In: GUERRA, Sérgio (Org.). Teoria do Estado regulador. Lisboa: Juruá, 2015. p. 215-236.
O IV Relatório Supremo em Números aborda a relação entre o Ministério Público e o Supremo Tribunal Federal, analisando as atuações do MP como autor em ações originá-rias, em ações constitucionais e em sede de recurso na mais alta corte do país. As aná-lises incluirão processos nos quais são partes a Procuradoria-Geral da República (PGR), os órgãos do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público Estadual (MPE).
FALCÃO, J.; MORAES, A.; HARTMANN, I. A. M. IV Rela-tório Supremo em Números. O Supremo e o Ministério Público. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
FGV DIREITO RIO 56
HARTMANN, I. A. M. Liberdade de manifestação política e campanhas: é preciso atenção aos algoritmos. In: FAL-CÃO, Joaquim (Org.). Reforma eleitoral no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015. p. 153-164.
FALCÃO, J.; HARTMANN, I. A. M. Acesso ao Supremo: quando os recursos são parte do problema. In: SARMEN-TO, Daniel (Org.). Jurisdição constitucional e política. Rio de Janeiro: Forense, 2015. p. 479-488.
FGV DIREITO RIO 58
A presente obra estuda minuciosamente os seguintes capítulos: Introdução; Trans-ferências de recursos; Origem dos recursos destinados a convênios; Principais veículos de transferências voluntárias de recursos, cuja característica comum é a sinergia de es-forços em prol do interesse público; Convênio; Responsabilidade; Tomada de contas especial; Dever se prestar contas; Improbidade administrativa.
PEREIRA JR., J. T.; DOTTI, M. R. Convênio e outros instru-mentos de “administração consensual” na gestão públi-ca do século XXI – restrições em ano eleitoral. 3. ed. Belo Horizonte: Fórum, 2015.
O Regime Diferenciado de Contratação – RDC – constitui um dos mais instigantes desafios do cotidiano do Direito Administrativo brasileiro atual, seja do ponto de vista jurídico ou sob a perspectiva da gestão da atividade contratual do Estado. Índices divul-gados sugerem que o RDC é o regime preferencial para projetos prioritários, na medida em que suas regras favorecem respostas adequadas a determinados objetos, ao seu elevado valor econômico-financeiro e ao seu prazo certo de execução eficiente e eficaz. Esta obra, de alta relevância, não pode faltar em sua biblioteca e é, sem dúvida, material obrigatório de consulta e estudo.
PEREIRA JR., J. T.; DOTTI, M. R. Comentários ao RDC in-tegrado ao sistema brasileiro de licitações e contrata-ções públicas. Rio de Janeiro: Renovar, 2015.
FGV DIREITO RIO 60
PEREIRA JR., J. T. Controle judicial da função adminis-trativa estatal segundo os novos paradigmas da gestão por resultados. In: GUERRA, Sérgio; FERREIRA JR., Celso Rodrigues (Orgs.). Direito Administrativo – estudos em homenagem ao professor Marcos Juruena Villela Souto. Belo Horizonte: Fórum, 2015. p. 535-560.
trativas, no estado democrático de direito. In: QUELHAS, Osvaldo L.G.; MEIRIÑO, Marcelo J.; FRANÇA, Sergio L.B.; ALLEDI FILHO, Cid. (Orgs.). Sustentabilidade e planeja-mento: valores constitucionais reitores das contratações administrativas, no estado democrático de direito, v. 2. Rio de Janeiro: Benício Biz, 2015. p. 162-188.
FGV DIREITO RIO 62
Este primeiro volume dedicado ao estudo de Direito Constitucional Tributário tem origem em profunda pesquisa e sistemática consolidação dos materiais de aula acerca de temas que despertam crescente interesse no meio jurídico e reclamam mais atenção dos estudiosos do direito. A intenção da FGV Direito Rio é tratar de questões atuais sobre o tema, aliando a dogmática e a pragmática jurídicas. A obra aborda, de forma didática e clara, os conceitos e princípios de Direito Constitucional Tributário como: con-ceito de tributo e Direito Tributário; concon-ceito de tributo e Direito Tributário: a validação constitucional das espécies tributárias; federalismo fiscal e a repartição das competên-cias tributárias e princípio da legalidade.
FALCÃO, Joaquim; GUERRA, Sérgio; ALMEIDA, Rafael Alves de (Orgs.). Direito Constitucional Tributário, v. 1. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
Este segundo volume dedicado ao estudo de Direito Constitucional Tributário tem origem em profunda pesquisa e sistemática consolidação dos materiais de aula acerca de temas que despertam crescente interesse no meio jurídico e reclamam mais atenção dos estudiosos do direito. A intenção da FGV Direito Rio é tratar de questões atuais so-bre o tema, aliando a dogmática e a pragmática jurídicas. A obra aborda, de forma didá-tica e clara, os conceitos e princípios de Direito Constitucional Tributário como: princípio da isonomia/capacidade contributiva; princípio da irretroatividade/princípio da anterio-ridade; confisco, liberdade de tráfego, outros princípios e imunidades.
FALCÃO, Joaquim; GUERRA, Sérgio; ALMEIDA, Rafael Alves de (Orgs.). Direito Constitucional Tributário, v. 2. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
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A obra trata, de forma didática e clara, dos conceitos e dos princípios de soluções alternativas de controvérsias no setor público, analisando as questões em face das con-dições econômicas do desenvolvimento do país e das discussões recentes sobre o pro-cesso de reforma do Estado. O material aqui apresentado abrangerá assuntos relevantes, como: mediação de conflitos, parceria público-privada, atividades reguladas e dispute
board. Em conformidade com a metodologia da FGV Direito Rio, cada capítulo conta
com o estudo de leading cases para auxiliar na compreensão dos temas. Com ênfase em casos práticos, pretende-se oferecer uma análise dinâmica e crítica das normas vigentes e sua interpretação.
FALCÃO, Joaquim; ALMEIDA, Rafael Alves de; GUERRA, Sérgio. Soluções alternativas de controvérsias no setor público. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
O livro O Supremo reúne mais de setenta artigos publicados em jornais como Folha de S. Paulo, O Globo e Correio Braziliense, entre os anos de 1992 e 2014, tratando de temas que revelam o dia a dia do Supremo Tribunal Federal (STF), a mais alta corte do Poder Judiciário no país. De forma clara e crítica, os textos analisam as posições e de-cisões tomadas pelos seus ministros e presidentes, e convidam o leitor a posicionar-se como o próprio autor. A escolha de ministros, as decisões dos presidentes, as relações do Supremo com a mídia, as fraquezas e falhas dos processos são algumas das questões analisadas por Joaquim Falcão.
FALCÃO, Joaquim. O Supremo. Rio de Janeiro: Edições de Janeiro, 2015.
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FALCÃO, Joaquim; HARTMANN, I. A. M. Acesso ao Su-premo: quando os recursos são parte do problema. In: SARMENTO, Daniel (Org.). Jurisdição constitucional e política. Rio de Janeiro: Forense, 2015.
FALCÃO, Joaquim. A história da reforma do Poder Judi-ciário e de sua estratégia pré-legislativa. In: STOCO, Rui; PENALVA, Janaína (Orgs.). Dez anos de reforma do Ju-diciário e o nascimento do Conselho Nacional de Justiça. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015.
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Os diversos aspectos do processo eleitoral – o uso de novas tecnologias de comu-nicação, participação e votação, bem como a estrutura e o funcionamento do Tribunal Superior Eleitoral – são o ponto central da discussão de reforma eleitoral no Brasil, que traz artigos inéditos, escritos após as eleições de 2014.
A concepção deste livro resulta da parceria entre a FGV Direito Rio e o jornal O Es-tado de S. Paulo. Durante as eleições presidenciais de 2014, pesquisadores e professores da FGV Direito Rio acompanharam e discutiram decisões do TSE sobre o uso das redes sociais e das novas tecnologias pelos candidatos. O resultado da análise foi publicado no jornal impresso e no blog Conexão Eleitoral, hospedado no portal online do jornal.
As abordagens são variadas: problemas da legislação vigente; análises comparati-vas entre processos eleitorais em diferentes países; ampliação da participação popular na elaboração de leis de interesse e utilidade pública e no controle dos três poderes; mecanismos mais igualitários de elegibilidade; financiamento misto versus estritamente público das campanhas eleitorais; uso de novas tecnologias nas últimas eleições para presidente; entre outras questões.
FALCÃO, Joaquim (Org.). Reforma eleitoral no Brasil: le-gislação, democracia e internet em debate. Rio de Janei-ro: Civilização Brasileira, 2015.
FALCÃO, Joaquim. Reforma de uma só vez, ou por eta-pas? In: FALCÃO, Joaquim (Org.). Reforma eleitoral no Brasil: legislação, democracia e internet em debate. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.
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FALCÃO, Joaquim; COIRO, A. L. Proibir o nepotismo elei-toral. In: FALCÃO, Joaquim (Org.). Reforma eleitoral no Brasil: legislação, democracia e internet em debate. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.
WERNER, J. G. V. Dez anos do CNJ: entre controle ad-ministrativo e disciplinar e hierarquização do Judiciário. In: STOCO, Rui; PENALVA, Janaína (Orgs.). Dez anos de reforma do Judiciário e o nascimento do Conselho Na-cional de Justiça. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2015. p. 195-231.
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NUNES, Edson; RIBEIRO, Leandro Molhano; PEIXOTO, Vitor. Agências reguladoras no Brasil. In: AVELAR, Lúcia; CINTRA, Antônio Octávio (Orgs.). Sistema político brasi-leiro: uma introdução. 3. ed. São Paulo: Konrad Adenauer Stiftung, 2015.
RIBEIRO, Leandro Molhano; ARGUELHES, D. W. A dinâ-mica de judicialização das decisões do Conselho Nacional de Justiça. In: STOCO, Rui; PENALVA, Janaína (Orgs.). Dez anos de reforma do Judiciário e o nascimento do Conselho Nacional de Justiça. São Paulo: Revista dos Tri-bunais, 2015. p. 237-252.
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Se, por um lado, o desenvolvimento econômico é requisito da modernidade e da paz social, por outro, os recursos naturais necessários à sua realização são exauríveis e finitos, o que impõe ações efetivas para proteção e preservação dos elementos funda-mentais à continuidade da vida em nosso planeta.
A partir de uma linguagem clara e de uma visão multidisciplinar e holística, ob-jetiva-se com o presente livro difundir ideias e propostas de autores brasileiros e estrangeiros, os quais trarão suas contribuições acerca de temas relevantes envolvendo meio ambiente, desenvolvimento econômico, vida digna, sustentabilidade e tributação.
CARLI, Ana A. de; COSTA, Leonardo de Andrade; RIBEI-RO, R. L. (Orgs.). Tributação e sustentabilidade ambien-tal. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
O livro apresenta de forma simples – a despeito da complexidade do tema – aspectos conceituais e normativos da substituição tributária do ICMS, assunto que desperta muito interesse ultimamente. Afinal, por que as administrações tributárias têm adotado essa sistemática de tributação? Para responder a essa pergunta fez-se necessário apresentar as necessidades de financiamento das despesas públicas, as competências e as espécies tributárias no país, a fim de que o leitor compreenda aspectos essenciais do federalismo brasileiro e os desafios dos estados para equilibrar suas receitas com as despesas. Sem a pretensão de exaurir o tema, apresenta-se como essa sistemática vem sendo adotada ao longo dos anos e, bem assim, o entendimento dos tribunais superiores sobre o assunto. Por fim, considerando o exponencial aumento do consumo e o simbolismo do produto, foi escolhido como caso de estudo a substituição tributária sobre as operações com vinho no estado do Rio de Janeiro.
COSTA, Leonardo de Andrade; FULOP, L. A. C. Os de-safios da substituição tributária – a incidência do ICMS sobre o vinho. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
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Este primeiro volume dedicado ao estudo de Direito Constitucional Tributário tem origem em profunda pesquisa e sistemática consolidação dos materiais de aula acerca de temas que despertam crescente interesse no meio jurídico e reclamam mais atenção dos estudiosos do Direito. A intenção da FGV Direito Rio é tratar de questões atuais sobre o tema, aliando a dogmática e a pragmática jurídicas. A obra aborda, de forma didática e clara, os conceitos e princípios de Direito Constitucional Tributário como con-ceito de tributo e Direito Tributário; concon-ceito de tributo e Direito Tributário: a validação constitucional das espécies tributárias; federalismo fiscal e a repartição das competên-cias tributárias; princípio da legalidade.
COSTA, Leonardo de Andrade; FALCÃO, Joaquim; GUER-RA, Sérgio; ALMEIDA, Rafael Alves de (Orgs.). Direito Constitucional Tributário, v. 1. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
Este segundo volume dedicado ao estudo de Direito Constitucional Tributário tem origem em profunda pesquisa e sistemática consolidação dos materiais de aula acerca de temas que despertam crescente interesse no meio jurídico e reclamam mais atenção dos estudiosos do Direito. A intenção da FGV Direito Rio é tratar de questões atuais so-bre o tema, aliando a dogmática e a pragmática jurídicas. A obra aborda, de forma didá-tica e clara, os conceitos e princípios de Direito Constitucional Tributário como princípio da isonomia/capacidade contributiva; princípio da irretroatividade/princípio da anterio-ridade; confisco, liberdade de tráfego, outros princípios e imunidades.
COSTA, Leonardo de Andrade; FALCÃO, Joaquim; GUER-RA, Sérgio; ALMEIDA, Rafael Alves de (Orgs.). Direito Constitucional Tributário, v. 2. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
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COSTA, Leonardo de Andrade; LAVOURINHA, A. R.; DIAS, D. G.; CONCA, G. S. Os trade-offs na imposição de restrições ou perda de incentivos e benefícios fiscais com fundamento na Política Nacional do Meio Ambiente. In: CARLI, Ana Alice de; COSTA, Leonardo de Andrade; RI-BEIRO, Ricardo Lodi (Orgs.). Tributação e sustentabilida-de ambiental. Rio sustentabilida-de Janeiro: FGV, 2015. p. 27-44.
O debate sobre o superendividamento das famílias tem se tornado cada vez mais frequente no Brasil nos últimos anos. Entretanto, poucas pesquisas acadêmicas têm sido realizadas para tentar explicar o fenômeno. Esta obra procura suprir essa lacuna, reunin-do artigos de especialistas em diversas áreas que abordam o tema de maneira empírica e interdisciplinar. Assim, a questão do superendividamento no Brasil é analisada a partir da abordagem da Análise Econômica do Direito (AED) e da escola comportamental, bem como sob uma perspectiva regulatória e institucional, tanto no que diz respeito ao acesso ao crédito quanto ao tratamento do superendividado. A obra ainda traz ar-tigos que analisam o fenômeno social do superendividamento por meio da experiência da Comissão do Superendividado, criada em 2005, no âmbito do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. Por fim, o fenômeno do superendividamento também é abordado a partir de uma análise da carga tributária sobre o consumo das famílias brasileiras.
PORTO, A. J. M.; Cavalli, C. M.; ROCHA, M. S.; SAMPAIO, Patrícia (Orgs.). Superendividamento no Brasil. Curitiba: Juruá, 2015.
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ROCHA, M. S. Instrumentos tributários para a sustentabi-lidade: uma análise comparativa da destinação do ICMS pelos estados segundo critérios ambientais. In: CARLI, Ana Alice de; COSTA, Leonardo de Andrade; RIBEIRO, Ricardo Lodi (Orgs.). Tributação e sustentabilidade am-biental. Rio de Janeiro: FGV, 2015. p. 177-197.
ROCHA, M. S. Impacto da carga tributária sobre o endi-vidamento das famílias. In: PORTO, Antônio José Maris-trello; CAVALLI Cássio; LUKIC, Melina de Souza Rocha; SAMPAIO, Patrícia Regina Pinheiro. Superendividamento no Brasil. Curitiba: Juruá, 2015. p. 167-190.
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ROCHA, M. S. A crise da tributação no Brasil (1988-2010): uma mudança de paradigma inacabada. In: MOTA, Sergio Ricardo Ferreira; BALTHAZAR, Ubaldo Cesar (Orgs.). Di-reito Tributário e outros temas: estudos desenvolvidos no Programa de Pós-Graduação em Direito da UFSC. Flo-rianópolis: Insular, 2015. p. 229-248.
MOHALLEM, Michael Freitas. Doação ou investimento? Alternativas ao financiamento desigual de campanhas eleitorais. In: FALCÃO, Joaquim (Org.). Reforma eleito-ral no Brasil: legislação, democracia e internet em debate. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015. p. 101-123.
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O debate sobre o superendividamento das famílias tem se tornado cada vez mais frequente no Brasil nos últimos anos. Entretanto, poucas pesquisas acadêmicas têm sido realizadas para tentar explicar o fenômeno. Esta obra procura suprir essa lacuna, reunin-do artigos de especialistas em diversas áreas que abordam o tema de maneira empírica e interdisciplinar. Assim, a questão do superendividamento no Brasil é analisada a partir da abordagem da Análise Econômica do Direito (AED) e da escola comportamental, bem como sob uma perspectiva regulatória e institucional, tanto no que diz respeito ao acesso ao crédito quanto ao tratamento do superendividado. A obra ainda traz ar-tigos que analisam o fenômeno social do superendividamento por meio da experiência da Comissão do Superendividado, criada em 2005, no âmbito do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. Por fim, o fenômeno do superendividamento também é abordado a partir de uma análise da carga tributária sobre o consumo das famílias brasileiras.
PORTO, A. C. Maristrello; CAVALLI, C.; SAMPAIO, P. R. P.; ROCHA, M. (Orgs.). Superendividamento no Brasil. Curi-tiba: Juruá, 2015.
PORTO, A. C. Maristrello; SAMPAIO, P. R. P. Uma visão regulatória da prevenção e tratamento do superendivida-mento no Brasil. In: PORTO, Antônio José Maristrello; CA-VALLI Cássio; LUKIC, Melina de Souza Rocha; SAMPAIO, Patrícia Regina Pinheiro. Superendividamento no Brasil. Curitiba: Juruá, 2015. p. 139-166.
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LOPES, E. D. G.; DUTRA, J. C.; SAMPAIO, P. R. P. Vinte anos de regulação no setor de energia elétrica no Brasil. In: PEREIRA, Lia Vals; VELOSO, Fernando; FAN, Yongming; PAN, Zhongqi (Orgs.). Infraestrutura: perspectivas do Brasil e da China. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. p. 125-145.
SAMPAIO, P. R. P.; AFONSO, M. G. O controle da qualida-de do serviço prestado ao consumidor. In: WADA, Ricardo Morishita (Org.). Os conflitos, a regulação e o direito do consumidor. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015. p. 32-68.
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SAMPAIO, P. R. P.; MEDEIROS, M. E. Participação social na elaboração da regulação como fator de redução da liti-gância. In: WADA, Ricardo Morishita. (Org.). Os conflitos, a regulação e o direito do consumidor. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015. p. 69-104.
SAMPAIO, P. R. P.; MORISHITA, Ricardo; RIBEIRO, J. P. Desk Research. In: WADA, Ricardo Morishta (Org.). Ma-peamento dos conflitos de consumo de energia elétrica: um estudo de caso no estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015. p. 79-174.
FGV DIREITO RIO 90
SAMPAIO, P. R. P.; DUTRA, J. C.; AZUMENDI, S. Regime jurídico e governança das empresas estatais do setor elé-trico: desafios e propostas de aprimoramento. In: ROCHA, Fábio Amorim da (Org.). Temas relevantes no direito de energia elétrica, v. IV. Rio de Janeiro: Synergia, 2015. p. 669-691.
SAMPAIO, P. R. P.; Afonso, M. G. Regulação setorial e a jurisprudência fluminense. In: WADA, Ricardo Morishita (Org.). Os conflitos, a regulação e o direito do consumi-dor. Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015. p. 19-31.
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O livro constitui uma publicação dos trabalhos de conclusão de curso dos alunos inscritos e selecionados no Módulo Europeu do Programa Jean Monnet de Direito da União Europeia da FGV Direito Rio. A FGV Direito Rio é uma das poucas instituições de ensino superior do Brasil eleitas para contar com o apoio institucional e financeiro da Comissão Europeia. O Programa de Direito da União Europeia é um curso inovador, re-alizado no âmbito do Programa Jean Monnet, capitaneado pela Comissão Europeia, que se insere no objetivo do bloco de estimular o ensino, a pesquisa e a reflexão de temas relacionados à integração europeia em instituições de ensino superior dentro e fora da União. É com este objetivo que é publicado o quarto volume da revista, que conta com trabalhos de alunos internos e externos à FGV Direito Rio. Os trabalhos ora apresentados relacionam-se com os assuntos tratados durante o curso, mas não se limitam a eles. A presente edição traz sete contribuições acerca de temas importantes e atuais da inte-gração europeia.
ALMEIDA, Paula Wojcikiewicz (Org.). Revista do Progra-ma de Direito da União Europeia, n. 4. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
O livro constitui uma publicação dos trabalhos de conclusão de curso dos alunos inscritos e selecionados na Cátedra Jean Monnet da FGV Direito Rio. A FGV Direito Rio é uma das poucas instituições de ensino superior do Brasil eleitas para contar com o apoio institucional e financeiro da Comissão Europeia. A Cátedra Jean Monnet segue na linha do anterior Módulo Jean Monnet e é composta por diversas atividades no âmbito do ensino e pesquisa do Direito da União Europeia, bem como de outros sistemas de integração sob a ótica comparada. Entre as atividades da Cátedra, oferecemos o curso sobre “Regionalismo Comparado”, inovador, realizado no âmbito do Programa Erasmus + da Comissão Europeia, que se insere no objetivo do bloco de estimular o ensino, a pes-quisa e a reflexão de temas relacionados à integração europeia em instituições de ensino superior dentro e fora da União. É com este objetivo que é publicado o quinto volume da revista, que conta com trabalhos de alunos internos e externos à FGV Direito Rio.
ALMEIDA, Paula Wojcikiewicz (Org.). Revista da Cátedra Jean Monnet, n. 5. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015.
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ALMEIDA, Paula Wojcikiewicz. Direito Internacional e Ci-nema: uma experiência didática. In: FORTES, Pedro Ru-bim (Org.). Cadernos FGV DIREITO RIO – Ensino jurídico, cultura pop e cultura clássica, v. 11. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2015. p. 61-85.
ALMEIDA, Paula Wojcikiewicz. Le travailleur migrant en situation irrégulière: l’accès aux droits. In: Académie de droit international de La Haye (Org.). Protection des mi-grants et des réfugiés au XXIe siècle, Aspects de droit international. The Hague: Brill Nijhoff, 2015. p. 1-848.
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Este primeiro volume dedicado ao estudo de Direito Constitucional Tributário tem origem em profunda pesquisa e sistemática consolidação dos materiais de aula acerca de temas que despertam crescente interesse no meio jurídico e reclamam mais atenção dos estudiosos do direito. A intenção da FGV Direito Rio é tratar de questões atuais sobre o tema, aliando a dogmática e a pragmática jurídicas. A obra aborda, de forma didática e clara, os conceitos e princípios de Direito Constitucional Tributário como: con-ceito de tributo e Direito Tributário; concon-ceito de tributo e Direito Tributário: a validação constitucional das espécies tributárias; federalismo fiscal e a repartição das competên-cias tributárias e princípio da legalidade.
FALCÃO, Joaquim; GUERRA, Sérgio; ALMEIDA, Rafael Alves de (Orgs.). Direito Constitucional Tributário, v. 1. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
Este segundo volume dedicado ao estudo de Direito Constitucional Tributário tem origem em profunda pesquisa e sistemática consolidação dos materiais de aula acerca de temas que despertam crescente interesse no meio jurídico e reclamam mais atenção dos estudiosos do direito. A intenção da FGV Direito Rio é tratar de questões atuais so-bre o tema, aliando a dogmática e a pragmática jurídicas. A obra aborda, de forma didá-tica e clara, os conceitos e princípios de Direito Constitucional Tributário como: princípio da isonomia/capacidade contributiva; princípio da irretroatividade/princípio da anterio-ridade; confisco, liberdade de tráfego, outros princípios e imunidades.
FALCÃO, Joaquim; GUERRA, Sérgio; ALMEIDA, Rafael Alves de (Orgs.). Direito Constitucional Tributário, v. 2. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
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O Brasil experimenta inovações institucionais que estimulam a interlocução entre Estado e sociedade civil no planejamento da ação governamental e no ciclo das políticas públicas. Nesse contexto, a participação social tem possibilitado, por meio de um processo dialógi-co, deliberativo, público e de construção de consensos, que atores sociais desempenhem atividades de protagonistas em determinados processos decisórios com o Poder Público. Emerge daí a possibilidade de desenvolvimento de um formato de governança mais co-laborativo, em que o Estado descentraliza sua administração na sociedade civil, conferin-do aos envolviconferin-dos a chance de estabelecer novas capacidades cognitivas para ações co-ordenadas. Sejam em audiências públicas, orçamentos participativos ou encontros para elaboração do plano plurianual ou do plano diretor das cidades, todas essas iniciativas têm possibilitado instâncias ao diálogo, estimulado maior engajamento cívico e ampliado a capacidade política daqueles que optaram por se envolver. A participação dos cida-dãos é vista como um valor democrático que incentiva o próprio exercício da cidadania. ALMEIDA, Rafael Alves de. Governança colaborativa em políticas públicas. Rio de Janeiro: Tamanduá, 2015.
A obra trata, de forma didática e clara, dos conceitos e dos princípios de soluções alternativas de controvérsias no setor público, analisando as questões em face das con-dições econômicas do desenvolvimento do país e das discussões recentes sobre o pro-cesso de reforma do Estado. O material aqui apresentado abrangerá assuntos relevantes, como: mediação de conflitos, parceria público-privada, atividades reguladas e dispute
board. Em conformidade com a metodologia da FGV Direito Rio, cada capítulo conta
com o estudo de leading cases para auxiliar na compreensão dos temas. Com ênfase em casos práticos, pretende-se oferecer uma análise dinâmica e crítica das normas vigentes e sua interpretação.
FALCÃO, Joaquim; ALMEIDA, Rafael Alves de; GUERRA, Sérgio. Soluções alternativas de controvérsias no setor público. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
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A obra trata, de forma didática e clara, dos conceitos e dos princípios de soluções alternativas de controvérsias no setor público, analisando as questões em face das con-dições econômicas do desenvolvimento do país e das discussões recentes sobre o pro-cesso de reforma do Estado. O material aqui apresentado abrangerá assuntos relevantes, como: mediação de conflitos, parceria público-privada, atividades reguladas e dispute
board. Em conformidade com a metodologia da FGV Direito Rio, cada capítulo conta
com o estudo de leading cases para auxiliar na compreensão dos temas. Com ênfase em casos práticos, pretende-se oferecer uma análise dinâmica e crítica das normas vigentes e sua interpretação.
FALCÃO, Joaquim; ALMEIDA, Rafael Alves de; GUERRA, Sérgio. Soluções alternativas de controvérsias no setor público. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
Por que homenagear o professor doutor Marcos Juruena Villela Souto? Essa pergunta é muito simples de ser respondida pela comunidade jurídica. O prof. Juruena – como era conhecido nacionalmente –, jurista ainda muito jovem, despontou no meio acadêmico e advocatício, público e privado, como exemplo de caráter, honestidade, perseverança, solidariedade, partilha e, acima de tudo, talento e competência. Foi doutor e mestre em Direito. Procurador do Estado do Rio de Janeiro e advogado. Presidiu o Instituto de Di-reito Administrativo do Estado do Rio de Janeiro (IDAERJ). Proferiu diversas palestras, no Brasil e no exterior, escreveu diversos livros e artigos de referência – vários deles rapidamente esgotados e reeditados –, participou de diversas bancas de concursos pú-blicos, de graduação, de mestrado, de doutorado e de titularidade. Estamos felizes por ter conseguido reunir nesta obra um grupo seleto de talentosos juristas que, de alguma forma, têm ligação com a atuação do prof. Juruena e estão voltados para os desafios de compreender e estruturar novas categorias, fórmulas e institutos decorrentes da mu-tação do Direito Público brasileiro. A nossa coordenação decorreu, talvez, em vista de maior disponibilidade. A bem da verdade, a ideia de ter uma obra em homenagem ao prof. Marcos Juruena partiu do grupo de discípulos que, outrora, se reuniam às segun-das-feiras, na saudosa “pizza acadêmica”, sob a sua batuta e a do seu ilustre padrinho, prof. Diogo de Figueiredo Moreira Neto, decano do Direito Administrativo pátrio, mentor e norte da Escola Carioca de Direito Administrativo e presidente de honra do Instituto GUERRA, Sérgio; FERREIRA JUNIOR, C. R. (Orgs.). Direi-to Administrativo: estudos em homenagem ao Profes-sor Marcos Juruena Villela Souto. Belo Horizonte: Fórum, 2015.
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A presente obra traz o produto de parte dos estudos e discussões ocorridas no Pro-grama de Mestrado em Direito da Regulação, da Escola de Direito do Rio da Fundação Getulio Vargas, idealizado para oferecer uma experiência acadêmica de excelência e pio-neira nesse tema no país. Seu objetivo é formar lideranças para pensar o aperfeiçoamen-to dos arranjos institucionais brasileiros e contribuir com o desenvolvimenaperfeiçoamen-to e avanço do Brasil como Estado regulador.
Busca-se oferecer uma perspectiva crítica das principais temáticas relacionadas ao poder estatal de intervenção regulatória econômica e social, e seus impactos, sendo examinadas experiências regulatórias bem-sucedidas no Brasil e no exterior com estímu-lo ao raciocínio analítico, crítico e propositivo, voltados para a prevenção e solução de problemas reais.
Os artigos decorreram da participação na disciplina intitulada Teoria do Estado Re-gulador, cujo foco principal é investigar, do ponto de vista jurídico: (i) a evolução da atuação do Estado brasileiro até alcançar o atual viés regulador, evidenciando seus fun-damentos, características e funções (intervenção direta, fomento, serviço público, poder de polícia e regulação); (ii) as escolhas administrativas vis-à-vis, a forte complexidade e tecnicidade na regulação de serviços públicos e atividades econômicas (livres à iniciativa privada e/ou monopolizadas), inclusive sob a ótica da imperatividade versus consensu-alidade; (iii) os impactos decorrentes da mudança da governança estatal do tipo hierar-quizado weberiano para um modelo policêntrico (entidades reguladoras independentes; organizações paraestatais e entidades não estatais autorreguladoras de interesses pú-blicos).
GUERRA, Sérgio (Org.). Teoria do Estado regulador. Curitiba: Juruá, 2015.
Este primeiro volume dedicado ao estudo de Direito Constitucional Tributário tem origem em profunda pesquisa e sistemática consolidação dos materiais de aula acerca de temas que despertam crescente interesse no meio jurídico e reclamam mais atenção dos estudiosos do direito. A intenção da FGV Direito Rio é tratar de questões atuais sobre o tema, aliando a dogmática e a pragmática jurídicas. A obra aborda, de forma didática e clara, os conceitos e princípios de Direito Constitucional Tributário como: con-ceito de tributo e Direito Tributário; concon-ceito de tributo e Direito Tributário: a validação constitucional das espécies tributárias; federalismo fiscal e a repartição das competên-cias tributárias e princípio da legalidade.
FALCÃO, Joaquim; GUERRA, Sérgio; ALMEIDA, Rafael Alves de (Orgs.). Direito Constitucional Tributário, v. 1. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
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Este segundo volume dedicado ao estudo de Direito Constitucional Tributário tem origem em profunda pesquisa e sistemática consolidação dos materiais de aula acerca de temas que despertam crescente interesse no meio jurídico e reclamam mais atenção dos estudiosos do direito. A intenção da FGV Direito Rio é tratar de questões atuais so-bre o tema, aliando a dogmática e a pragmática jurídicas. A obra aborda, de forma didá-tica e clara, os conceitos e princípios de Direito Constitucional Tributário como: princípio da isonomia/capacidade contributiva; princípio da irretroatividade/princípio da anterio-ridade; confisco, liberdade de tráfego, outros princípios e imunidades.
FALCÃO, Joaquim; GUERRA, Sérgio; ALMEIDA, Rafael Alves de (Orgs.). Direito Constitucional Tributário, v. 2. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
Ao longo dos tempos, a doutrina do Direito Administrativo brasileiro vinha enfati-zando o estudo e o desenvolvimento de teorias sobre o ato administrativo: elementos (competência, finalidade, forma, motivo e objeto), características e atribuições (presun-ção de legitimidade, imperatividade e autoexecutoriedade), tipos, espécies, existência, validade, eficácia, controles, formas de anulação, revisão, convalidação, extinção, etc., estruturando-o, na maioria das vezes, sob o viés vinculado ou comando discricionário.
O mesmo não vinha ocorrendo no tocante às escolhas administrativas, tema dos mais complexos na divisão das funções estatais, profundamente examinado e teorizado pelo professor Sérgio Guerra nesta obra.
A regulação, sob a ótica da teoria da reflexividade administrativa, já em sua 3ª edi-ção, teve grande aceitação não só no meio acadêmico, sendo amplamente debatida em diversos programas de mestrado e doutorado, mas, também, tem sido adotada por ma-gistrados em julgados de diversos tribunais brasileiros, inclusive pelo Supremo Tribunal Federal.
GUERRA, Sérgio. Discricionariedade, regulação e refle-xividade: uma nova teoria sobre as escolhas administrati-vas. 3. ed. Belo Horizonte: Fórum, 2015.
FGV DIREITO RIO 106
GUERRA, Sérgio. Tecnicidade e regulação estatal no se-tor de infraestrutura. In: RIBEIRO, Leonardo Coelho et al (Org.). A nova regulação da infraestrutura e da minera-ção: portos, aeroportos, ferrovias, rodovias. Belo Horizon-te: Fórum, 2015. p. 31-47.
GUERRA, Sérgio. Pós-modernidade e direito administra-tivo: uma releitura obrigatória. In: GUERRA, Sérgio; FER-REIRA JÚNIOR, Celso Rodrigues. (Org.). Direito Admi-nistrativo: estudos em homenagem ao professor Marcos Juruena Villela Souto. Belo Horizonte: Fórum, 2015. p. 611-630.
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GUERRA, Sérgio. Aperfeiçoando a regulação brasileira por agências: quais lições podem ser extraídas do sesqui-centenário modelo norte-americano. In: GUERRA, Sérgio (Org.). Teoria do Estado regulador. Curitiba: Juruá, 2015. p. 13-106.
regulatório (AIR) e da conferência de serviços como me-canismos de equalização do controle político sobre as agências reguladoras. In: RIBEIRO, Leonardo Coelho et al (Org.). A nova regulação da infraestrutura e da minera-ção: portos, aeroportos, ferrovias, rodovias. Belo Horizon-te: Fórum, 2015. p. 95-120.
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GUERRA, Sérgio. Evolução do marco regulatório do setor portuário no Brasil. In: PEREIRA, Cesar; SCHWIND, Rafael Wallbach (Orgs.). Direito Portuário brasileiro. Madri: Mar-cial Pons, 2015. p. 45-76.
GUERRA, Sérgio. Exercício do poder de Polícia pela Câ-mara de Comercialização de Energia Elétrica. In: ROCHA, Fábio Amorim da (Org.). Temas relevantes no direito de energia elétrica, v. IV. Rio de Janeiro: Synergia, 2015. p. 271-294.
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GUERRA, Sérgio. Equilíbrio econômico-financeiro e taxa interna de retorno nas parcerias público-privadas. In: JUS-TEN FILHO, Marçal; SCHWIND, Rafael Wallbach (Orgs.). Parcerias público-privadas. São Paulo: Revista dos Tribu-nais, 2015. p. 309-328.
AMARAL, Thiago Bottino do. Regulação econômica e Di-reito Penal Econômico: eficácia e desencontro no crime de evasão de divisas. In: SANTIAGO, Nestor Eduardo Ara-runa; CARVALHO, Érika Mendes de (Orgs.). I Encontro de Internacionalização do CONPEDI. Barcelona: Ediciones Laborum, 2015, v. 14. p. 275-300.
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The free cash flow signals how much the state gives back or distributes to a society, without putting the capacity of investment in infrastructure at risk. The objective of this study is to evidence how the public administrators can demonstrate the amount distribu-ted (income, benefits, and aids) to the society in order to fight the social inequality, wi-thout affecting its own capacity of making investments. We validated the analysis using the Chow test in the historical series from 1995 to 2010. The data are from the public finances in the counties of the state of São Paulo, Brazil. The results obtained suggest significant evidences that the ‘Lei de Responsabilidade Fiscal Brasileira’ (Brazilian Fiscal Responsibility Law) affected positively the cash flow available for the society, giving the state a greater income distribution potential without risking the capacity of making in-vestments in infrastructure, signalling improvement in the quality of the Brazilian public expense.
BONACIM, C. A. G.; ARAUJO, A. M. P.; PORTO, Antônio José Maristrello. The trade-off between income distribu-tion and the capacity of governmental public investment in Brazil. International Journal of Business and Systems Research (Print), v. 9, p. 49, 2015.
PORTO, Antônio José Maristrello; SAMPAIO, P. R. P. Per-fil do superendividado brasileiro: uma pesquisa empírica. Revista de Direito do Consumidor, v. 101, p. 435-470, 2015.
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PORTO, Antônio José Maristrello; BUTELLI, P. H. As múl-tiplas noções de superendividamento. Contribuições em-píricas ao caso brasileiro. Revista de Direito do Consumi-dor, v. 102, p. 165-194, 2015.
Relatório final da pesquisa sobre a reforma do direito probatório do grupo de pesqui-sa “Observatório das Reformas Processuais”, da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, acompanhado de anteprojeto de lei e contribuições exter-nas recebidas durante a discussão pública.
S. D.; BISNETO, J. Q.; ARAUJO, José Aurélio de; FARIA, M. K.; MENEZES, P. B.; NARDELLI, M. M.; ROMANO NETO, O. A reforma do direito probatório no processo civil bra-sileiro – terceira parte. Anteprojeto do grupo de pesqui-sa “Observatório das Reformas Processuais”. Revista de Processo, v. 242, p. 89-164, 2015.
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Não é intuitiva a relação entre densidade urbana e qualidade de vida. Mas é fato que o projeto de revitalização da região portuária do Rio de Janeiro tem por foco promover o adensamento da região. Por que esse adensamento é desejável, tendo em vista que, nos últimos anos, o processo de urbanização de muitas cidades brasileiras – como o Rio de Janeiro – tem sido caracterizado por baixas densidades urbanas? E, dando um passo à frente, por que vale a pena revitalizar áreas degradadas centrais? Para responder a essas perguntas, este texto não só traça as principais características da urbanização dispersa, o custo social que ela representa, e as principais características de áreas degradadas que tornam propícios esforços de revitalização, como também investiga a história de revitali-zações urbanas no Brasil, buscando identificar como a discussão de densidade urbana se insere nas “rodadas” que esses projetos de revitalização experimentaram. Por fim, anali-sa os instrumentos jurídicos utilizados para promover revitalizações urbanas voltadas a proporcionar o adensamento urbano no Brasil.
RAGAZZO, Carlos Emmanuel Joppert; LIMA, João Marce-lo C. E. S. Densidade urbana e qualidade de vida: o caso do Projeto Porto Maravilha. Revista da Faculdade de Di-reito da UFPR, v. 60, p. 279-310, 2015.