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Material digital de apoio ao professor

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Academic year: 2021

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• Apresentação

• Subsídios pré e pós-leitura

• Sugestões de atividades pré-leitura

• Sugestões de atividades pós-leitura

• Quadro de habilidades desenvolvidas nas

atividades propostas, segundo a BNCC

• Referências

Tem viSiTA No

CoNdomíNio doS moNSTRoS

Material digital de

apoio ao professor

Categoria 4 (do 1º ao 3º ano do ensino fundamental)

b

ao

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© 2018 - ediToRA BAoBá LTdA.

Material digital de apoio ao professor (voluMe 2)

Editor

rafael Borges de andrade CoordEnaçãopEdagógiCa

Maria Zoé rios fonseca de andrade lílian de oliveira

Colaboradora

Márcia libânio teixeira ilustraçõEs

Carlos Jorge Nunes CapaE projEtográfiCo

Mário vinícius silva diagramação elen Carvalho rEvisão lílian de oliveira tânia pimentel flávio Mota

este material de apoio ao professor foi concebido com base na obra Tem visita no Condomínio dos Monstros, dos autores alexandre de Castro gomes e Cris alhadeff.

todos os direitos reservados à: editora Baobá ltda.

rua Helium, nº 141, 3º andar – Nova floresta Belo Horizonte/Mg – Cep: 31140-280 telefone: (31) 3653 5217

[email protected] www.editorabaoba.com.br

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umário

apresentação

subsídios pré e pós-leitura

sugestões de atividades pré-leitura

sugestões de atividades pós-leitura

Quadro de habilidades desenvolvidas nas

atividades propostas, segundo a BNCC

referências

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A

preSentAção

a editora Baobá, em consonância com sua linha editorial voltada para projetos de publicação de literatura infantil, infantojuvenil e obras de orientação pedagógica, apresenta este material digital de apoio ao professor.

atendendo aos preceitos, indicações de competências e habilidades a serem desenvolvidas de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), trazemos uma proposta reflexiva e direcionada para o trabalho com o livro literário Tem visita

no Condomínio dos Monstros, de alexandre de Castro gomes e ilustrações de Cris

alhadeff, no âmbito do pNld 2018 para estudantes do 1º ao 3º ano do ensino funda-mental, com os temas diversão e aventura, ficção e fantasia, respeito às diferenças.

ao longo deste conteúdo, apresentamos uma discussão acerca dos funda-mentos da BNCC e seus temas transversais, assim como algumas reflexões de teóri-cos e pensadores que transitam pelos espaços da educação. as considerações abor-dadas no decorrer deste material digital foram traçadas com a intenção de provocar o pensamento crítico com base na leitura e no contato com o livro literário, desvendan-do as muitas possibilidades que surgem desvendan-do trabalho com as áreas desvendan-do conhecimento. Balizado pelas propostas da BNCC e, sobretudo, entendendo a literatura como uma expressão artística capaz de despertar sentimentos e sensações, este material oferece ainda sugestões de atividades aos professores, considerando as diferentes realidades e as múltiplas características das regiões do país.

as orientações e sugestões de atividades apoiadas na leitura do livro Tem visita

no Condomínio dos Monstros não têm o propósito de explorá-lo de maneira

super-ficial, mas sim de sensibilizar o olhar do leitor para a pluralidade de ideias e conceitos contidos no texto literário, contextualizando o fazer pedagógico com os sentidos e com o encantamento que a literatura pode desencadear.

esperamos que este material possa contribuir com a formação cidadã de leito-res e tornar aprazíveis os momentos de interação entre os estudantes e os professo-res da educação Básica em todo o Brasil.

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S

ubSídioS

pré

e

póS

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texto de fruição: aquele que põe em estado de perda, aquele que des-conforta (talvez até um certo enfado), faz vacilar as bases históricas, culturais, psicológicas, do leitor, a consistência de seus gostos, de seus valores e de suas lembranças, faz entrar em crise sua relação com a linguagem.

BartHes, roland. O prazer do texto. são paulo: perspectiva, 1987. p. 21-22.

ler vem do verbo latino legere, que significa “colher”. No entanto, muito mais do que colher informação de conteúdos transmitidos por meio de um texto, um leitor deve tanto alcançar o sentido e a compreensão da mensagem quanto atribuir novos sentidos a ele. por isso, em sala de aula, o papel do professor é estimular não apenas que o aluno leia, mas também – e sobretudo – que ele seja capaz de extrair a infor-mação contida num texto, em seus diferentes suportes.

Na opinião de giasson (1990, p. 21), são três as variáveis que envolvem a leitura: 1. o leitor, variável mais complexa do modelo de compreensão, compreende as

estruturas do sujeito bem como os processos de leitura que ele utiliza;

2. o texto: constitui o material a ler e que pode ser considerado sob três aspetos principais: a intenção do autor, a estrutura do texto e o seu conteúdo;

3. o contexto: compreende os elementos que não fazem parte do texto e que não dizem respeito, de forma direta, às estruturas ou processos de leitura. segundo a autora, podemos distinguir três contextos: o contexto psicológico (intenção de leitura, interesse pelo texto...), o contexto social (as intervenções dos professores, dos colegas...) e o contexto físico (o tempo disponível, o barulho...).

de acordo com a BNCC, a leitura

é tomada em um sentido mais amplo, dizendo respeito não somente ao texto escrito, mas também a imagens estáticas (foto, pintura, desenho, esquema, gráfico, diagrama) ou em movimento (filmes, vídeos etc.) e ao som (música), que acompanha e cossignifica em muitos gêneros digitais. o tratamento das práticas leitoras compreende dimensões inter-relacio-nadas às práticas de uso e reflexão [...] (Brasil, 2017, p. 70).

definida como um dos eixos da BNCC, a leitura

compreende as práticas de linguagem que decorrem da interação ativa do leitor/ouvinte/espectador com os textos escritos, orais e multissemi-óticos e de sua interpretação, sendo exemplos as leituras para: fruição

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estética de textos e obras literárias; pesquisa e embasamento de traba-lhos escolares e acadêmicos; realização de procedimentos; conheci-mento, discussão e debate sobre temas sociais relevantes; sustentar a reivindicação de algo no contexto de atuação da vida pública; ter mais conhecimento que permita o desenvolvimento de projetos pessoais, en-tre outras possibilidades (Brasil, 2017, p. 69).

para auxiliar o trabalho em sala de aula e potencializar as aprendizagens de modo contextualizado e significativo para os estudantes, a BNCC estabelece que se-jam apresentadas situações de leitura organizadas em pré-leitura, leitura e pós-leitu-ra. Considera-se que tal arranjo metodológico proporciona um (re)dimensionamento das práticas e competências leitoras já existentes no aluno.

É através da leitura que se tem acesso aos significados da cultura em que vive, estabelecendo relações entre as informações e construindo senti-do para si e para o munsenti-do. a escola, um senti-dos lugares de construção senti-dos saberes sociais, precisa considerar a diversidade de significados sociais e culturais que as crianças compartilham (peripolli, 2003, p. 213).

assim, o objetivo das atividades de pré-leituradeve ser o de estimular que os alunos acessem seus conhecimentos prévios sobre o assunto/tema que será lido. tais atividades “direcionam seus pensamentos, criam expectativas para a leitura, estimulam seu interesse, aguçam a sua curiosidade e, acima de tudo, proporcio-nam uma atividade intelectual desde o início do processo (de leitura)” (taglieBer; pereira, 1997, p. 75).

deve-se construir um ambiente favorável para a leitura. se possível, para esse segmento, lançar mão de uma cantiga de roda ou brincadeira que faça ambienta-ção do livro – no caso desta obra, algo que remeta ao terror e ao suspense. após, é importante estimular a interação do aluno com o livro, solicitando que folheie as páginas antes de iniciar a história e que leia os elementos paratextuais, como quarta capa e orelha. É nesse momento que se deve explorar com a turma quem é o autor, o que faz o ilustrador, como e quem produz o livro e as informações da quarta capa. também é hora de verificar a expectativa da criança em relação ao livro, perguntando de que cada uma acha que trata a história que será lida, sempre abrindo espaço para a discussão. somente após a explanação delas sobre o que pensam, o professor deve ler a resenha do livro. desse modo, ele garante que as ideias das crianças não serão afetadas de antemão.

É chegada a melhor hora, da leitura do livro. Mas antes o professor deve es-tabelecer algumas regras de como os estudantes deverão se portar durante a leitura do texto, se haverá pausa protocolar pelo professor ou não, entre outras estratégias.

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será durante a leitura propriamente que o leitor procederá à construção dos sentidos do texto.

ela deve ser preparada previamente, atentando-se para a entonação, a expres-sividade e a melodia do texto. uma leitura benfeita prende a atenção dos alunos e garante o envolvimento deles com a obra. além disso, colabora com seu letramento e alfabetização, uma vez que ajuda a compreender a função da pontuação, de que modo cada palavra é pronunciada etc. interromper a leitura em alguns momentos é importante para permitir que os alunos elaborem suas próprias inferências e consta-tem a veracidade das hipóteses levantadas na pré-leitura, revendo-as, se necessário.

também devem distinguir “o essencial do acessório; diferencia(r) o que se mos-tra claro daquilo que se revela indeterminado; pode(r), em alguns casos, apreender as analogias relevantes no contexto, etc. decorrente dos seus objetivos, o leitor pode proceder ao levantamento de notas, procurar, de forma seletiva. Nessa perspectiva:

Na orientação do processo de leitura, enquanto processo discursivo, a ativação dos conhecimentos prévios do aluno-leitor, contemplada du-rante a fase inicial do processo, etapa de pré-leitura, torna-se impres-cindível para que inferências, antecipações, levantamentos de hipóteses e outras estratégias cognitivas que auxiliem nos percursos do processo sejam realizados, de forma reflexiva, levando à autonomia do leitor, a fim de que se possa obter sentido(s) durante a leitura e não desanimar frente a textos que tragam maior complexidade (teiXeira, 2009).

em seguida a essa primeira leitura do professor, deve-se estimular que os pró-prios alunos leiam em voz alta. pode-se fazer um combinado de quem vai representar cada personagem ou estipular outra dinâmica mais apropriada para a turma. a seguir, é hora de compreender de que trata o texto lido. após decifrada a última palavra de um texto, deve-se verificar o que foi compreendido e dar sentido a isso. os estudan-tes dos anos iniciais do ensino fundamental precisam que o professor ofereça estra-tégias e procedimentos a fim de que, ao ser lido, o texto possa fazer sentido.

Nessa etapa de pós-leitura, portanto, é importante lançar mão de diversas es-tratégias para auxiliar os alunos a se tornarem, cada vez mais, leitores proficientes.

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Leitor proficiente é aquele que não só decodifica as palavras que com-põem o texto escrito, mas também constrói sentidos de acordo com as condições de funcionamento do gênero em foco, mobilizando, para isso, um conjunto de saberes (sobre a língua, outros textos, o gênero textual, o assunto focalizado, o autor do texto, ...

Glossário Ceale | verbete Leitor proficiente

disponível em: <ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/leitor-proficiente>

a vivência em leitura com base em práticas situadas, envolvendo o contato com gêneros escritos e multimodais variados, de importância para a vida escolar, social e cultural dos estudantes, bem como as perspectivas de análise e problemati-zação com base nessas leituras corroboram para o desenvolvimento da leitura crítica e para a construção de um percurso criativo e autônomo de fruição do texto literário e de aprendizagem da língua.

as atividades de pós-leitura devem, portanto, provocar o aluno. e um modo interessante para que isso seja feito é combinar com a turma a construção, ao longo das aulas, de um mural com todas as produções feitas em sala sobre o livro. essa é uma ótima maneira de apresentar à comunidade escolar as produções dos alunos e avaliar o trabalho desenvolvido.

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S

ugeStõeS

de

AtividAdeS

pré

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leiturA

1. folHeie o livro TEM VISITA NO CONDOMÍNIO DOS MONSTROS.

2. ideNtifiQue oNde apareCeM Na Capa do livro:

a) o tÍtulo da HistÓria.

B) o NoMe do autor.

C) o NoMe da ilustradora.

d) o NoMe da editora do livro.

2a. se voCÊ tivesse de MoNtar uMa Nova Capa para o livro, CoMo

ela seria? Crie sua Capa No espaÇo aBaiXo.

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3. o Que faZ uM ilustrador de livro?

4. CoMo se CHaMa a editora Que feZ esse livro? Copie o NoMe dela

No espaÇo aBaiXo.

5. soMeNte oBservaNdo a Capa, o Que voCÊ aCHa Que essa HistÓria

deve CoNtar? o Que voCÊ aCHa Que a ilustraÇÃo diZ soBre o

tÍtu-lo do livro?

6. oBserve a Quarta Capa. o teXto diZ a respeito de QuÊ? esCreva

ou deseNHe.

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7. apÓs folHear o livro e oBservar as ilustraÇÕes, oNde voCÊ aCHa

Que a HistÓria deste livro aCoNteCe? deseNHe CoMo aCHa Que É

esse lugar.

8. Quais persoNageNs voCÊ aCHa Que partiCipaM dessa HistÓria?

esCreva o NoMe ou faÇa uM deseNHo delas.

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9. CoMplete a frase do Quadro a seguir

HistÓrias de MoNstros sÃo HistÓrias de

________________________________________________________________ .

10. Qual persoNageM Mais assusta voCÊ Nessa HistÓria? deseNHe e

esCreva o NoMe dela No espaÇo aBaiXo.

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11. Que livros, filMes, deseNHos voCÊs CoNHeCeM Que taMBÉM

possueM essas persoNageNs? faÇa uMa lista No espaÇo aBaiXo.

12. agora vaMos eNtrar eM uM CoNdoMÍNio de MoNstros. feCHe

os olHos e iMagiNe-se

a) CuMpriMeNtaNdo o porteiro;

B) pegaNdo o elevador;

C) suBiNdo as esCadas;

d) toCaNdo a CaMpaNHia;

e) ateNdeNdo à porta;

f) aBriNdo a JaNela;

g) pegaNdo o JorNal Na portaria.

agora, reÚNa-se eM grupos e draMatiZe a situaÇÃo Que voCÊs

iMagiNaraM.

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13. vaMos CaNtar CaNtigas Que falaM de MoNstro.

BiCHo-papÃo

HoJe estÁ doeNte

BiCHo-papÃo

NÃo esCova os deNtes

BiCHo-papÃo

aCorda e levaNta Cedo

seM lavar as MÃos

Boi, Boi, Boi

Boi da Cara preta

pega essa CriaNÇa

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S

ugeStõeS

de

AtividAdeS

póS

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leiturA

professor, a seguir apresentamos uma série de sugestões de questões

que podem ser trabalhadas oralmente com os alunos.

1. Comente se as hipóteses levantadas antes da leitura da obra Tem visita no

Condomínio dos Monstros foram confirmadas.

2. Cite o que acontece na primeira parte do livro, quando a Múmia aymara

chega ao Condomínio.

3. aponte o que a Múmia foi fazer no Condomínio dos Monstros.

4. explique qual foi a recepção que a Múmia teve ao chegar ao Condomínio.

5. discuta com a turma as dificuldades que a Múmia aymara sentiu ao

convi-ver com cada um dos moradores do prédio.

6. explicite se o final da história está de acordo com o que a turma, durante a

leitura, imaginou que aconteceria.

7. por que o porteiro tem de colocar ratoeira no Condomínio?

8. Que história vocês conhecem que tem um rato como uma das

persona-gens?

9. se você fosse criar uma história de monstros, em que lugar morariam os

seus monstros?

10. o que você sabe sobre o saci?

11. onde ele vive?

12. o que ele fica fazendo no Condomínio dos Monstros?

13. ele também participa de história de monstros?

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1. agora Que JÁ CoNHeCeMos o livro, vaMos CoNversar uM pouCo

CoM as persoNageNs!

vaMos MoNtar uM livro de diÁlogos eNtre voCÊ e a MÚMia aYMara,

respoNdeNdo às perguNtas CoM Base Na Narrativa.

MÚMia, CoMo foi sua

CHegada ao CoNdoMÍNio?

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por Que voCÊ resolveu

visitar sua priMa MÚMia

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voCÊ tiNHa todos os

dados do eNdereÇo da sua

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CoMo estava iluMiNada a

portaria do CoNdoMÍNio?

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Quais aNiMais passeavaM pela

portaria?

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Qual Morador reCeBeu

voCÊ priMeiro?

(22)

por Que NÃo Quis fiCar

No apartaMeNto do

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se preCisasse fiCar Mais alguNs

dias No apartaMeNto da Mula

seM CaBeÇa, QuaNtos dias

CoNseguiria fiCar?

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CoMo voCÊ defiNe o Jeito

de ser do loBisoMeM e

CoMo defiNe o Jeito de ser

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voCÊ resolveu Morar No

CoNdoMÍNio e sua priMa É

QueM lHe feZ uMa visita. Quais

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por Que o saCi e o faNtasMa

iNCoModavaM os Moradores

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2. Que tal prepararMos uMa festa à faNtasia CoM todos os

MoNs-tros?

voCÊ e seus Colegas podeM se CaraCteriZar CoM leNÇÓis, faiXas,

eNtre outros apetreCHos.

CoNfeCCioNeM MÁsCaras taMBÉM.

faÇaM uMa deCoraÇÃo para o aMBieNte oNde aCoNteCerÁ a festa

à faNtasia: MorCegos, ratos e gatos de BriNQuedo, CHapÉus,

deNtaduras, CasaCas, velas e uNHas de plÁstiCo.

CoMBiNeM o Que Cada uM pode levar de CoMer e de BeBer e

divirtaM-se!

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3. teatro de faNtoCHes

vaMos reCoNtar a HistÓria do livro faZeNdo uM teatro de

faNtoCHes! priMeiro, vaMos preparar o faNtoCHe de Cada

MoNstro e das deMais persoNageNs.

a) faNtoCHes proNtos, vaMos dividir a turMa eM grupos para

Criar os diÁlogos e MeMoriZar as falas. É CHegada a Hora

da apreseNtaÇÃo. CoNvide outras turMas, professores e

fuNCioNÁrios para assistir.

B) CoNfeCCioNeM uM CoNvite para CHaMar as pessoas para o

teatro.

C) vaMos faZer, para toda a esCola ver, uM Mural MoNstruoso,

CoM deseNHos das persoNageNs do livro e de outros MoNstros!

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4. agora QueM vai reCeBer visita É voCÊ.

esCreva uM BilHete CoNvidaNdo uM aMigo ou aMiga para lHe

fa-Zer uMa visita.

ColoQue a data, o loCal e o dia eM Que voCÊ estarÁ esperaNdo

por ele ou ela.

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HABiLidAdeS ReQueRidAS NA pRé-LeiTuRA

(ef15lp02) estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposi-ções antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando--se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliên-cias textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas.

(ef15lp03) localizar informações explícitas em textos.

(ef15lp04) identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expres-sivos gráfico-visuais em textos multissemióticos.

HABiLidAdeS ReQueRidAS NA póS-LeiTuRA

(ef15lp15) reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginá-rio e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade.

(ef15lp16) ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (populares, de fadas, acumulativos, de assombração etc.) e crônicas. (ef15lp18) relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos.

(ef15lp19) recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor.

fonte: Brasil, 2017, p. 93-95.

Q

uAdro

de

hAbilidAdeS

deSenvolvidAS

nAS

AtividAdeS

propoStAS

,

Segundo

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bnCC

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Referências

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